O guitarrista do Slayer, Kerry King, disse em recente entrevista ao Metal Hammer: In Residence que não era fã da abordagem mainstream que o punk teve nos anos 90.

Segundo ele, o disco Undisputed Attitude, lançado pelo Slayer em 1996, foi uma resposta ao Green Day e o The Offspring serem chamados de punks.

Não é culpa deles, mas as pessoas os colocavam como bandas de punk, aí eu e o Jeff (Hanneman, ex-guitarrista da banda, que faleceu em 2013) ficávamos tipo, ‘Isso não é punk, gente’. Ficamos ofendidos e o Undisputed Attiude foi uma resposta a isto.

Além do punk, o que também estourou como sucesso nos anos 90 foi o nu metal, e o Diabolus in Musica, lançado em 1998, deu amostras de que o Slayer queria seguir esta linha.

Para mim em particular, precisou sair o Diabolus in Musica em 1998 para ir além e então dizermos, ‘Isso não é o Slayer, precisamos nos redefinir e mostrar que o Slayer ainda está aqui e não tentando ser algo que não somos. E o God Hates Us All (de 2001) teve esse papel.

E falando em nu metal, dia desses o próprio Kerry já disse que não entende como alguém pode gostar de Limp Bizkit. Leia aqui.