Barack Obama e Bruce Springsteen
 

Nessa última terça-feira, ocorreu na Casa Branca a cerimônia de premiação da Medalha da Liberdade, a maior honra civil existente no país.

Dentre os recipientes do prêmio esse ano estavam os atores Robert De Niro e Tom Hanks, a incrível apresentadora Ellen DeGeneres, as lendas do basquete Michael Jordan e Kareem Abdul-Jabaar e, no ramo da música, ninguém menos que Bruce Springsteen e Diana Ross.

Durante a cerimônia (que pode ser vista logo abaixo), Obama não poupou elogios a cada um dos homenageados, mas tomou um tempo especial para comentar sobre Springsteen.

Por décadas, Bruce Springsteen nos levou para uma jornada consumida com as barganhas entre ambição e injustiça, prazer e dor, as glórias comuns e grandes desgostos da vida cotidiana na América.

O Presidente também mencionou várias músicas famosas do cantor, como “Youngstown”, “Streets of Philadelphia” e “Devils and Dust”, explicando: “Todos esses são hinos da nossa América, a realidade de quem somos e os devaneios de quem queremos ser.”

Eu sou o Presidente, ele é The Boss. Chegando aos 70, ele ainda faz shows de quatro horas … rock and roll dos melhores.

Eu pensei duas vezes sobre dar a ele uma medalha relacionada à ‘Liberdade’, porque nós esperamos que ele continue, em suas palavras, um prisioneiro do rock and roll, por muitos anos.

Já sobre Diana Ross, Barack comentou:

Junto com sua doce voz, sua sensibilidade espiritual, Diana exalava graça e glamour, e enchia palcos que ajudaram a moldar o som Motown … Hoje, do hip-hop que utiliza suas músicas, das cantoras jovens que são inspiradas por ela, e do público que ainda não se cansa dela, a influência de Diana Ross é inevitável como nunca.

Para ler o que Obama teve a dizer sobre os outros honrados (em inglês), clique aqui.

 
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