Kerry King, do Slayer
 

Foto de Kerry King via Shutterstock

Há alguns dias o guitarrista do Slayer, Kerry King, participou de um artigo do site Team Rock onde falou abertamente sobre vários assuntos.

Muito da conversa girou em torno, é claro, do heavy metal, e quando foi questionado sobre como sobreviveu aos anos 90 “com mais dignidade que a maioria dos artistas”, King disparou:

Não sei, cara. Foi a merda da era do Limp Bizkit. Eu me lembro que essa foi a única vez que eu deixei algo influenciar o que eu estava compondo. Quando fizemos o disco Diabolus In Musica [de 1998] eu não tinha mais vontade de compor porque estava ofendido por aquela merda. Eu não conseguia entender por que alguém fazia músicas como aquelas, muito menos conseguia entender como alguém gostava daquilo. Definitivamente foi meu período mais sombrio como músico, e isso com certeza apareceu em Diabolus… através da minha falta de comprometimento.

Kerry também fala que os fãs do Slayer sabem que a banda nunca tentou ser algo que não era e ainda elogia o primeiro disco do Slipknot, além de dizer que “previu” novas explosões do heavy metal com Godsmack e Disturbed.

Você pode ler a entrevista, em Inglês, por aqui.

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