Travis Barker, baterista do Blink-182, está envolvido em uma série de projetos e esteve no programa de Mr. Wavvy para conversar a respeito deles.

Por lá ele falou sobre o festival de música e tatuagens Musink, que tem sua curadoria e organização, projetos solo, parceria com rappers e, é claro, o trio de pop/punk pelo qual ficou famoso.

Travis está gravando o novo disco do grupo ao lado de Mark Hoppus e o novo integrante, Matt Skiba (Alkaline Trio), e falou sobre diversos aspectos desde a saída de Tom DeLonge até o processo de gravação em si.

Entre outras coisas, Barker disse que Tom estava sendo bastante difícil, não queria se comprometer com o grupo e uma decisão sobre seguir em frente ou terminar teve que ser tomada. Ele e Mark Hoppus optaram por continuar, disseram que a ideia sempre foi seguir em frente como Blink-182 (e não outro projeto, como o +44) e que o único cara no mundo que poderia entrar na banda seria Skiba.

Ele ainda foi além e disse que os dois nunca quiseram mudar o som do Blink, já que a banda representa a “juventude eterna” para boa parte de seus fãs, e nos dois últimos álbuns (Blink-182 Neighborhoods), DeLonge queria que a banda soasse como U2 e Coldplay.

Ao falar sobre o novo disco especificamente, ele revelou que a banda já tem 26 músicas gravadas com o produtor John Feldmann (Goldfinger, 5 Seconds of Summer, Good Charlotte) e irá escolher 12 para o álbum. Ele ainda disse que é um bom sinal pois para Neighborhoods, só havia 12 e todas entraram na versão final do disco.

O baterista ainda disse que “tudo está ótimo e será um grande álbum” e que um single deve ser lançado no “topo do Verão” no Hemisfério Norte, nosso Inverno.

Você pode ouvir a entrevista logo abaixo.

 
 
FonteAbsolute Punk
Compartilhar