Deryck Whibley, do Sum 41
 

Deryck Whibley, vocalista da banda canadense Sum 41, recentemente concedeu uma entrevista ao site da Fuse TV e falou a respeito do processo de recuperação pelo qual passou (o músico sofreu um “colapso” dos rins e fígado em 2014, devido ao uso excessivo de álcool), turnês, gravadoras e também sobre o novo álbum do grupo, o primeiro de inéditas desde Screaming Bloody Murder, de 2011. Traduzimos um trecho da entrevista – que pode ser lida na íntegra, em inglês, no site da Fuse – em que o músico abordou a escolha de lançar o disco de forma independente, através de uma campanha de financiamento coletivo.

A diferença é que você não precisa discutir com muitas pessoas. No nosso último disco, estar em uma grande gravadora numa época em que a maioria das músicas produzidas eram do gênero pop, significou que tivemos que discutir com pessoas sobre o porquê delas acharem que deveríamos fazer um disco pop, arruinando nossa carreira, tentando nos convencer a produzir algo do tipo, quando, na realidade, queríamos fazer um álbum de rock.

Eu precisei dizer ‘Não, errado, eu vou fazer isso de qualquer jeito’. E eles disseram ‘Tudo bem, pode fazer, mas nós não iremos investir nosso dinheiro nisso’ e eu disse ‘Ok’. É esse tipo de merda. Essa foi nossa última experiência. Quando o disco ficou pronto – e eu adorei aquele disco – não tivemos divulgação por parte da gravadora porque era um álbum de rock. Então nós dissemos ‘Será que vocês poderiam nos deixar ir embora agora?’ Saímos da gravadora e estamos nessa posição atualmente, o que é ótimo.

O novo disco, que segundo Deryck está “quase pronto”, será o primeiro com Dave Baksh na guitarra desde Chuck, de 2004. O álbum marcará também o primeiro registro do grupo com o baterista Darrin Pfeiffer, do Goldfinger, que substituiu Steve Jocz. A banda será a atração principal da Kerrang Tour desse ano, que passará pelo Reino Unido em Fevereiro.

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