Bring Me The Horizon

Em 2015 a banda britânica de post-hardcore Bring Me The Horizon lançou um novo disco de estúdio chamado That’s The Spirit, que entrou aqui na nossa lista com os 50 melhores discos internacionais do ano.

Com pouco tempo de uma prolífica carreira, onde se aventurou por diversos elementos para construir a sua sonoridade, resolvemos navegar pela carreira do grupo e listamos aqui uma música de cada um de seus álbuns.

Divirta-se com a gente logo abaixo!

Count Your Blessings (2006)

“A Lot Like Vegas”

Bring Me The Horizon - Count Your Blessings

Depois do urgente EP This Is What the Edge of Your Seat Was Made For, o Bring Me The Horizon lançou um irregular álbum marcado pelo mesmo sentimento. Eles eram muito novos e isso transparece nas canções. Na época, isso foi visto com muitas ressalvas por crítica e público.

Entre momentos inspirados e outros onde experimentava com um som que abandonaria na carreira, o grupo gravou sons como “A Lot Like Vegas”, que mostra bem o potencial inicial de carreira, mas traz vocais agressivos que não seriam utilizados mais nos próximos lançamentos da banda.

 

Suicide Season (2008)

“Chelsea Smile” e “The Sadness Will Never End”

Bring Me The Horizon - Suicide Season

Esse disco é fundamental para conhecer e entender a discografia da banda. O álbum marca o início da parceria com o produtor Fredrik Nordström, e já apresenta vocais que, se são muitas vezes berrados, estão longe de serem agressivos como os do primeiro disco.

Além disso, uma versão relançada do disco chamada “Suicide Season: Cut Up!” conta com diversos nomes da música eletrônica fazendo remixes das canções do álbum. O BMTH nunca escondeu as influências do som eletrônico no seu caldeirão e isso ficou evidente aqui.

 

There Is a Hell, Believe Me I’ve Seen It. There Is a Heaven, Let’s Keep It a Secret (2010)

“Crucify Me”

Bring Me The Horizon - There Is A Hell Believe Me I’ve Seen It. There Is A Heaven Let's Keep It A Secret

Novamente Fredrik Nordström produziu esse disco, que traz elementos novos, como orquestrações e sonoridades eletrônicas.

É talvez o disco mais sombrio da banda, com as letras mais explícitas e de peito aberto. Há um ar de desespero muito interessante em cada uma das canções do disco.

 

Sempiternal (2013)

“Can You Feel My Heart”

Bring Me The Horizon - Sempiternal

Guinada drástica na discografia da banda, Sempiternal é um ponto de virada e evolução.

Abertamente eletrônico, mostra no álbum a emoção ao vivo e a maturidade da banda enquanto músicos. O disco foi produzido por Terry Date, que fez o novo do Slayer.

 

That’s The Spirit (2015)

“Throne”

Bring Me The Horizon - That's The Spirit

Produzido por Oliver Sykes e Jordan Fish, membros da banda, That’s the Spirit os consolida como uma das principais bandas britânicas da atualidade.

O disco é o primeiro por uma grande gravadora e sabe dosar muito bem o peso e agressividade do grupo com uma cara mais acessível responsável por uma nova legião de fãs do Bring Me The Horizon que lota seus shows.

Você pode ler a nossa resenha do álbum clicando aqui.

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