Os 50 melhores discos internacionais de 2015

30 – Iron Maiden

The Book Of Souls

Iron Maiden The Book Of Souls

Outro retorno que lavou a alma dos fãs foi o do Iron Maiden.

Após discos que não se destacaram, o lendário grupo britânico voltou com seu primeiro álbum em cinco anos para mostrar que ainda tem muito a mostrar ao mundo.

The Book Of Souls traz os traços clássicos do Iron Maiden com momentos em que lembra o auge da banda através de novas composições interessantes e baseadas em um conceito que vai das letras à capa passando pelo instrumental.

 

29 – Laura Marling

Short Movie

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É incrível como o talento de Laura Marling parece não ter fim.

A cada disco que lança a britânica mostra que ainda tem muito o que mostrar e em Short Movie, ao priorizar as guitarras ao invés dos sons acústicos de lançamentos anteriores, voltou a fazer um grande trabalho composto e produzido pela própria.

 

28 – Mark Ronson

Uptown Special

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O produtor Mark Ronson ficou conhecido como responsável por álbuns emblemáticos como Back To Black de Amy Winehouse a a estreia de Lily Allen com Alright, Still.

Na sua carreira solo, porém, ele já tinha três discos de estúdio quando resolveu lançar Uptown Special em 2015.

Usando e abusando de sua influência, ele conta com nomes como Stevie Wonder, Mystikal, Kevin Parker (Tame Impala) e Bruno Mars, o homem que transforma tudo que toca em ouro, como o mega hiper ultra blaster hit “Uptown Funk”.

O disco é muito mais que o single, porém, e passeia pelo funk, pop, R&B e até o rock alternativo quando, por exemplo, traz elementos do Tame Impala na figura de Kevin Parker em mais de uma canção.

 

27 – Kurt Vile

B’lieve I’m Goin Down…

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Gravado em 10 estúdios diferentes, o sexto disco de estúdio de Kurt Vile é um pacote perfeito do que o cara sabe fazer de melhor ao contar suas histórias através de folk, indie e traços da música country.

 

26 – Drake

If You’re Reading This It’s Too Late

Drake - If You're Reading This It's Too Late

Drake é um dos artistas mais ouvidos do mundo e ele sabe disso. Como exemplo, foi o músico com maior número de streams no ano através do Spotify.

Sabendo disso, ele resolveu abrir a mixtape If You’re Reading This It’s Too Late com “Legend” e o refrão que diz “Oh meu Deus, se eu morrer eu sou uma lenda.”

Daí pra frente o rapper canadense embarca em um álbum que tem uma hora e 8 minutos de duração e clássicos instantâneos como “Energy”, responsável pelas credenciais cada vez mais fortalecidas de Drake como um dos rappers mais influentes do planeta.

 

25 – Blur

The Magic Whip

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Uma das voltas mais celebradas do ano foi a do Blur, que avisou em coletiva de imprensa o retorno com direito ao primeiro disco de inéditas desde 2003 e o aguardado retorno de Graham Coxon ao conjunto.

The Magic Whip mostrou que a banda ainda está em forma e é capaz de compor grandes canções com vibração, honestidade e criatividade invejáveis.

 

24 – Julia Holter

Have You In My Wilderness

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A prolífica cantora norte-americana Julia Holter lançou seu primeiro disco de estúdio em 2011 e na sequência já mandou novos lançamentos em 2012 e 2013.

Pela primeira vez na curta carreira ela deu um espaço de dois anos entre seu último álbum e Have You In My Wilderness e valeu a pena. O disco evidencia o art pop da moça com 10 canções onde a voz de Julia tem papel de protagonista.

 

23 – The Libertines

Anthems For Doomed Youth

The Libertines lança música inédita "Heart Of The Matter"

É uma pena que o Libertines tenha ficado tanto tempo fora do mercado e demorado 11 anos para lançar seu terceiro disco de estúdio, já que em Anthems For Doomed Youth ficou bem claro que o grupo ainda tem muito o que dar ao rock and roll.

 

22 – Bring Me The Horizon

That’s The Spirit

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O quinto disco de estúdio da poderosa máquina britânica que é o Bring Me The Horizon marca uma nova fase do grupo que arrasta multidões de fãs aos palcos principais dos festivais por onde toca na Europa.

O disco foi lançado por uma grande gravadora e aqui o grupo deixa seu som pesado muito mais acessível aos grandes públicos, com vocais limpos, melodias, grandes refrães e o trabalho mais competente de toda a carreira.

 

21 – Kamasi Washington

The Epic

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Não à toa o disco do saxofonista Kamasi Washington se chama The Epic: são três atos separados em três discos onde o americano usa e abusa do talento para fazer jazz de primeira qualidade.

Ao seu lado aparecem nomes como Miles Mosley (Chris Cornell, Avenged Sevenfold), Ronald Bruner, Jr. (Suicidal Tendencies, Prince), Thundercat (Suicidal Tendencies, Kendrick Lamar) e Leon Mobley (Ben Harper).

Esse time de primeira gravou um grande álbum. Ou três.

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