Foo Fighters fala com imprensa australiana sobre novo álbum, rock nos últimos anos e mais
 

Depois de Taylor Swift, agora foi a vez do Foo Fighters.

A banda irá fazer um show amanhã, em uma das datas mais importantes para os norte americanos, no RFK Stadium, em Washington, D.C.

O grupo promete fazer um grande espetáculo e tem falado bastante a respeito da performance, que chegou a ter sua realização contestada após o acidente de Dave Grohl.

Como é de se esperar, diversos veículos especializados têm interesse em cobrir o show e tirar fotos do evento, como é o caso do Washington City Paper.

Em uma ação parecida com outra recente, que expôs a autorização para fotos no show de Taylor Swift, o jornal publicou a autorização em seu site dizendo que ela explora os fotógrafos e que, por isso, o City Paper não iria mandar um profissional ao show:

Se a gente assinasse, estaríamos concordando com: a banda aprovar as fotos que sairão no City Paper; só publicar as fotos uma vez e em apenas um artigo; todos os direitos autorais serem transferidos para a banda. Aí, vem a parte divertida, a banda teria “o direito de explorar todas ou parte das fotos em qualquer mídia, em todo universo, para sempre, em qualquer configuração” sem aprovação ou pagamento ou até mesmo créditos para o fotógrafo.

Na matéria, que pode ser lida aqui, o City Paper ainda destaca que a equipe da banda respondeu que esses contratos são “padrão” e feitos para “proteger a banda”.

O jornal então rebateu dizendo que os Rolling Stones estão fazendo uma turnê gigantesca pelos EUA e não estão pedindo esse tipo de autorização.

Como forma de “resposta”, o WCP pediu para que fãs no local tirem fotos e enviem para o jornal. As que forem publicadas serão pagas.

Vale lembrar que no caso de Taylor Swift, a autorização permitia que os equipamentos dos fotógrafos fossem, inclusive, destruídos pela sua equipe.

Seu contrato foi exposto depois que a cantora criticou a Apple por não pagar royalties para os artistas durante o período gratuito de testes da Apple Music. O fotógrafo a chamou de “hipócrita” pois ela teria, gratuitamente, direito sobre todas as fotos.