Os últimos meses não foram fáceis para Phil Rudd (ex?) baterista do AC/DC.

O cara se envolveu em sérios problemas com a lei quando foi acusado de tentar contratar um de seus seguranças para matar outra pessoa, e também quando drogas foram encontradas em sua casa pela Polícia.

Recentemente seu advogado disse que o caso todo não passou de um grande barulho por conta de um mau momento que Rudd viveu após seu disco solo não ser bem recebido, e que o cliente estaria livre após pagamento de fiança.

Durante todo o processo, Rudd falou muito pouco a respeito do caso, mas resolveu quebrar o silêncio e conversar com o programa Australiano “A Current Affair”.

Entre outras coisas, ele diz que “todos cometem erros na vida”, e que estava “muito puto” com as pessoas que haviam trabalhado com ele no lançamento de seu disco solo. Tão puto, que queria que um dos seus funcionários responsáveis pela divulgação do álbum, fosse morto.

AC/DC

Rudd gravou o último disco do AC/DC, Rock or Bust, mas não participou da turnê de gravação do álbum nem do material promocional do mesmo.

Ao ser questionado sobre seu relacionamento atual com a banda, ele disse que “mandou uma carta” e tentou contato com Angus Young, mas “não teve resposta:”

Tenho certeza que eles estão se divertindo. Tenho certeza que soa ótimo [com o baterista Chris Slade]. Haverá outra turnê e estarei nela.

Rudd ainda finaliza dizendo que reconhece os erros que cometeu, mas que vai seguir “em frente e para cima”.

Fonte: Blabbermouth

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