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Se você acha que a distribuição de renda no mundo é injusta, com a indústria da música não é diferente.

Uma pesquisa foi feita pela empresa MIDiA Consulting a respeito do dinheiro que circula entre artistas e gravadoras, e segundo seu relatório, a minoria das bandas e cantores, 1%, categorizada como “Superstar”, concentra 75% da renda com venda de CDs e 79% com dinheiro vindo de serviços de assinatura, como as ferramentas de streaming.

Na média, entre todas as vertentes do digital, esses grandões abocanham 77% de todo o bolo, sendo que os outros 99% de artistas pelo mundo, ficam com 23%.

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De acordo com o relatório o principal motivo para que essa dominação acontecesse, e nos lembrasse da época quando só ficávamos conhecendo as bandas que passavam na TV e no Rádio, é que o comportamento no mundo digital acabou sendo o mesmo de tempos atrás, e a caça por novos artistas foi deixada de lado.

Enquanto novos horizontes poderiam ser explorados através do democrático mercado digital, ferramentas de streaming teriam poucas “vitrines” para mostrar seus gigantescos catálogos, e estariam fazendo o que sempre foi feito em outras mídias: priorizar nomes grandes.

Você pode ter acesso ao relatório na íntegra clicando aqui.

Fonte: CoS

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Em outro artigo parecido, foi constatado que 1% dos artistas reúnem nada mais, nada menos do que 90% do conteúdo que é compartilhado no Facebook.

Você pode ler clicando aqui.

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