Bob Dylan - Highway 61 Revisited
 

No Doubt toca The Clash

The Clash Tribute - Burning London

Em 1999 foi lançado um tributo ao grande The Clash chamado “Burning London”, que reuniu alguns artistas bem interessantes com o objetivo de ajudar o Hospital Infantil de Los Angeles através de parte do dinheiro arrecadado com suas vendas.

O tributo conta com nomes como Silverchair, Rancid, 311, Moby, Face to Face e o No Doubt, que faz a mais interessante cover do álbum.

A banda liderada por Gwen Stefani ficou a cargo de abrir o disco com a faixa “Hateful”, e o fez com maestria ao utilizar seus traços de ska, teclado e a belíssima voz da sua talentosa vocalista, transformando a cover em uma música com a cara do No Doubt.

 

The Clash - London Calling

A versão original está no Lado A do clássico “London Calling”, do Clash, lançado em 1979 e que obteve status de um dos discos mais importantes da história do rock.
Com sons como “London Calling”, “Spanish Bombs”, “The Guns Of Brixton”, “Clampdown” e “Train In Vain” a banda se tornou um dos maiores ícones da época através deste LP duplo e ainda influencia bandas diariamente com os sons desse disco.

Arcade Fire toca The Clash

Arcade Fire toca The Clash

Quem também fez uma versão de uma música retirada do “London Calling” foi o Arcade Fire.
Os vários instrumentistas da banda se reuniram no Brixton Academy e gravaram uma versão ao vivo de “The Guns Of Brixton”, para o BBC Culture Show.

A versão original da música se destaca por ser cantada pelo baixista do Clash, Paul Simonon, que inclusive é o cara estraçalhando seu instrumento na lendária capa do álbum.

Green Day toca Social Distortion e Bob Dylan

Quando o Green Day lançou seu mais recente disco em 2009, “21st Century Breakdown”, as versões Deluxe do mesmo trouxeram uma série de covers, incluindo Elvis Presley e The Who, mas falaremos de outras duas por aqui.

A versão especial do iTunes trouxe uma cover de “Another State Of Mind”, música do Social Distortion.

Com clima, timbres e vocais que se assemelham muito à versão original, o Green Day rendeu seu tributo a uma das bandas mais importantes da história do punk e que hoje é um grande clássico do rock’n’roll norte americano, tendo dividido palco com nomes como Bruce Springsteen e influenciado dezenas de bandas desde os anos 80, como o próprio Green Day e nomes importantes do hardcore dos anos 90.

Social Distortion - Mommy's Little Monster

A versão original está no disco de estreia dos caras, chamado “Mommy’s Little Monster” e lançado em 1983 via 13th Floor Records.
É a segunda faixa em um disco cuja faixa-título também ficou muito conhecida e rendeu bons frutos ao começo da carreira do SxDx.

A história em volta desse disco é interessante pois após uma tour com o Youth Brigade em 1982 a banda terminou, mas foi tão bem recebida durante esses shows que resolveu voltar e lançar o álbum de estreia. Isso está registrado em um documentário que curiosamente leva o nome de “Another State Of Mind”.

Após o sucesso do disco, o mesmo ficou estranhamente fora de catálogo por um tempo, e diz a lenda que o que acontecia era que Mike Ness, líder da banda até hoje, utilizava o dinheiro das vendas do disco que eram destinados a reprensagens do mesmo para comprar drogas.
Cópias originais desse disco são raríssimas, pois o mesmo está fora de catálogo.

A outra cover feita pelo Green Day está na versão de pré-venda do iTunes de “21st Century Breakdown” e é o clássico “Like A Rolling Stone”, de Bob Dylan.

Ao contrário da versão do Social Distortion, que casou com o pop-punk da banda, a voz de Billie Joe Armstrong parece não ser a ideal para cantar o clássico de Dylan, e alguns trechos se tornam um pouco estranhos, apesar da banda completa caprichar nos instrumentos que fazem parte da canção.

São 6 minutos e 11 segundos dessa versão de uma das músicas mais tocadas na história do rock.

Bob Dylan - Highway 61 Revisited

Sua versão original está no full-length “Highway 61 Revisited”, de Dylan, e é a primeira faixa do Lado A do bolachão, que ainda contava com mais 8 sons como a faixa-título e “Ballad Of A Thin Man” que consolidaram esse álbum como um dos melhores trabalhos de Dylan e que é considerado por muitos críticos um dos LPs mais influentes de todos os tempos.

Nesse álbum Dylan utliliza uma banda completa em quase todas as músicas, exceto a última, mudando um pouco a trajetória de sua carreira que até então contava com os lados A dos discos com banda completa e os lados B só com voz e violão. Foi aí que os holofotes ficaram em cima dele e de sua habilidade em mesclar peso e melodia de forma única.

 
Nosso site utiliza de cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Consulte nossa Política.