Rolling Stones

Como já havíamos anunciado anteriormente aqui no TMDQA!, o Rolling Stones participará amanhã do Record Store Day através do EP “Plundered My Soul”, que contará com a faixa-título inédita e o Lado B “All Down The Line”, ambas parte do relançamento do disco “Exile On Main Street”, que será lançado no mês que vem, em LP duplo.

O que a gente tinha ficado devendo era a capa, que está aí em cima e não poderia ser mais característica da banda, com o seu famoso logotipo.

Veja todos os detalhes e saiba todos os discos exclusivos que serão lançados amanhã no Record Store Day clicando aqui.

Green Day

A Fuse TV irá dedicar um dia completo da sua programação para o Green Day no próximo dia 22 de Abril.
O chamado “Green Day Earth Day” irá trazer videoclipes, documentários, entrevistas, momentos marcantes e tudo mais que for relacionado ao trio, incluindo músicas e videos escolhidos pelos fãs em seu site.

O site oficial do evento aliás, traz muito material sobre a banda e interatividade para que os fãs possam mesmo que de longe influenciar na programação desse dia especial. É bem bacana para por exemplo, nós nostálgicos revermos clipes como “Longview”, “Brain Stew/Jaded”, “Hitchin’ A Ride” entre outros.

Parece que o noticiário ao redor do Green Day tem estado agitado ultimamente, será que tem a ver com o lançamento do jogo Rock Band: Green Day e sua divulgação? Como fã, não me importo! =D

https://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2010/03/19/record-store-day/


Cokie The Clown

Estamos todos cansados de sabermos da história de Cokie The Clown, o alter ego de Fat Mike do NOFX que há pouco tempo atrás causou alvoroço ao realizar um show deprimente onde, além de outras bizarrices, misturou tequila com sua própria urina e serviu à platéia.

Quase um mês depois a Alternative Press conseguiu uma entrevista com Fat Mike a respeito do show, e você vê a tradução na íntegra só aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos!

A entrevista original, em Inglês, está aqui.

Aproveite:

“Cokie The Clown” foi originalmente um B-side do último álbum do NOFX, Coaster. Quando você soube que daria vida ao personagem?
Todo mundo conhece o engraçado, bêbado Fat Mike. Cokie é o oposto: triste e meio sóbrio. Cokie The Clown é problemático. Cokie é… “Nem tudo irá dar certo”. Cokie é Lady Macbeth. Depois que Cokie se envolve em gulpa e vergonha, ele faz malabarismo com frutas… Quando ele ganhou vida? Quando eu estava segurando gentilmente o travesseiro sobre a cara dela.

Quando o show do Cokie foi anunciado no festival South By Southwest desse ano, houve muita especulação sobre como exatamente seria sua performance. Quão cedo no processo você soube o que faria?
Ao contrário do NOFX, que não têm ideia do quer fará todas as noites, o show do Cokie foi detalhadamente orquestrado. Eu bolei e ensaiei exatamente a mesma performance mais ou menos uma semana antes do show. Ver a reação de todo mundo ao show foi a melhor parte. Metade das pessoas achou que eu havia perdido minha cabeça. Meu plano funcionou perfeitamente. Muah-hahaha!

Você ensaiou na frente dos funcionários da Fat Wreck uma semana antes. Algum deles tentou fazer com que você desistisse de alguma parte do show?
Não, mas a maioria deles estava espantada. Eles me disseram que depois que eu saí, eles ficaram conversando a respeito durante horas e debatendo se minhas histórias foram muito pesadas. A história de “presenciar um estupro” foi a que mais chocou o pessoal. É a que mais teve discussão online. O maluco disso tudo é como as pessoas ficaram bravas. Todo mundo me chamou de idiota porque eu não fiz nada pra evitar o estupro. No começo dos anos 80, a cena punk de Los Angeles era a mais violenta do mundo. Espancamentos e facadas e estupros aconteciam toda hora. Não era certo. Não era divertido. Não era legal, mas era nossa realidade. Muita merda aconteceu… Nem sempre você pode fazer a coisa certa em uma zona de guerra. Eu sinto culpa? Sim. Eu me arrependo de minhas ações? Nem um pouco.

O show foi descrito por muitos como ao estilo “Andy Kaufman”. Isso foi uma comparação que você estava procurando?
Na verdade, realmente foi ao estilo “Andy Kaufman”. A diferença é que ele chorava no palco. Eu fiz outros chorarem… e beberem meu mijo.

Um debate gigantesco apareceu online desde sua performance, pra saber a autenticidade das suas histórias, pois muitos o acusaram de inventá-las ou aumentá-las. Você estava falando a verdade o tempo todo?
Eu não apareci lá pra entreter o público. Eu queria fazer algo que as pessoas nunca tinham visto antes. Eu queria fazer exatamente o oposto do que as pessoas esperavam. Eu queria tocar as pessoas e desapontá-las. Eu queria ser brutalmente honesto e sincero. Ouça as histórias e me diga que eu não estava falando a verdade.

Os assuntos da sua apresentação variaram desde sufocar sua mãe em seu leito de morte até não ajudar um companheiro de quarto suicida. Obviamente o conteúdo dessas histórias foi intensamente pessoal e às vezes complicados de serem ouvidos–o que te convenceu a compartilhar esse seu lado?
Eu só queria fazer algo diferente. Depois que eu confirmei o show, eu não fazia ideia do que faria. Só tocar violão? Muitas pessoas já fazem isso. Então eu abri o baú e compartilhar algumas das mais terríveis e pessoais experiências da minha vida.

Houve alguma história que você pensou em contar mas desistiu porque elas eram gráficas demais?
Sim, houve algumas. Tem a história do ácido na Carolina do Sul, a história do skinhead em Minnesota, e a do clube de Sadomasoquismo em Fukuoka, Japão, onde todos nós juramos segredo.

Alguns membros da audiência levaram pro lado pessoal e o atrapalharam durante suas histórias, eventualmente fazendo com que você voltasse atrás. Por que você acha que eles responderam dessa maneira à sua performance?
Porque eles se sentiram super desconfortáveis e esquisitos e não podiam lidar com os assuntos falados. Parecia que a maioria do público só ficou lá parada, embasbacada. Foi ótimo vê-los do palco… Eu acho que eles estavam esperando bons tempos em um show tipo do NOFX e ao invés disso eles ganharam um “extintor de empolgação”.

Lá pelo final da sua performance, você mencionou que queria acabar seu set com uma “nota bacana”, antes de um membro da audiência te interromper pedindo que você fizesse um drink chamado White Russian pra ele, o que fez com que você contasse uma história diferente. Qual era a história que você contaria originalmente?
Eu realmente queria acabar com uma nota bacana. Tomar leite de uma vaca é muito mais nojento que tomar leite de uma mãe humana… e eu tenho uma queda por vodka. Eu bebi um White Russian completo com leite tirado dos seios de uma mulher e contei toda a história graficamente. Como isso pode não ser terminar com uma nota bacana? Meu único arrependimento é que não havia gelo [no drink].

Nos dias imediatamente após a performance, videos do seu show foram apagados do YouTube assim que eram postados. Levando em consideração que essa era uma performance outdoor, aberta ao público e não um evento privado ou apenas para convidados, porque a vontade de escondê-lo?
Esse foi um show pessoal entre o público e eu. Eu não quero minhas histórias íntimas e músicas simbolizadsa pela gravação do celular ruim de algum moleque. Nem tudo deveria ser acessível.

Obviamente, o maior blá-blá-blá sobre sua performance foi o truque de mijar na Tequila que você passou pra cima de alguns membros da audiência que nem suspeitavam. O que provavelmente parecia uma brincadeira de mal gosto acabou fazendo com que você fosse parar no site de fofocas TMZ.com e aparentemente fez com que você fosse banido da casa de shows Emo’s Annex, onde o evento aconteceu. Conta pra gente, a urina era real?
Sim, a urina era real.

Foi dito que essa foi uma performance de uma vez só, mas considerando a quantidade de mídia que você recebeu depois do fato, seria fácil reconsiderar. A pergunta de um milhão de dólares é: O Cokie The Clown vai voltar aos palcos algum dia?
Não é uma questão de um milhão de dólares. Eu não sou ganancioso. Eu definitivamente consideraria prostituir o Cokie por cinco dígitos, eu não preciso de sete. Mas há um problema: o elemento surpresa já se foi. Agora todos sabem o que esperar. O Cokie pode ter que se aposentar em seu auge.

Blink-182

Como nosso site parceiro Action182 noticiou, Jai Al-Attas, diretor do documentário “One Nine Nine Four”, que fala sobre o nascimento e explosão do punk rock em 1994, postou em seu Facebook mais um teaser, dessa vez com Tom Delonge falando sobre o Blink-182 e as piadas e apresentações que a banda fazia, e o que aquilo significa pra ele.

Veja o vídeo abaixo, e se você ainda não leu, leia a entrevista exclusiva que o TMDQA! e o Action182 fizeram com Jai Al-Attas. Foram 2 horas de uma conversa muito legal que revelou detalhes do documentários, depoimentos, polêmicas e tudo que envolveu a cena punk do começo dos anos 90.

O link é esse aqui.