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Guns’N'Roses
O Guns’N’Roses, infelizmente, é famoso por seus atrasos para entrar no palco, acho que os últimos shows da banda pelo Brasil, podem confirmar o fato. E não são atrasos pequenos, geralmente passam de uma hora.
Por saber desta “tradição”, dias antes da apresentação de Axl Rose e sua banda no Reading Festival e Leeds Festival, os organizadores de ambas as atrações divulgaram notas para os principais sites de música dizendo não iriam tolerar atrasos nas apresentações que iriam acontecer.
Porém, mesmo com todos os avisos, no dia 27 de Agosto, o Guns subiu aos palcos com mais de uma hora de atraso. O show estava indo bem, a banda tocou vários hits dos seus hits, como “Welcome To The Jungle”, “You Could Be Mine”, “Sweet Child O’ Mine” e até fizeram uma jam instrumental.
Quando a banda começou a tocar “Paradise City”, depois de alguns acordes, foi possível ouvir apenas a bateria da banda, pois o som foi desligado. O público continuou a cantar a música, mas banda não queria sair do palco, como você pode ver abaixo:
A organização do festival desligou o som, para poder encerrar o show e não atrasar as próximas atrações. Desde então, Axl Rose está revoltado e declarou guerra contra os organizadores e exige desculpas pelo o acontecimento. Segundo o front-man, a banda tinha um acordo de tocar por mais tempo que as outras bandas. Parece que esta história ainda vai se estender, mas no domingo, o Guns’N’Roses tocou no Leeds Festival por meia hora, saindo do palco até um pouco antes do horário estipulado.
Melhor ficar com um vídeo da banda na sua época de ouro.
Green Day
Como falamos aqui no Domingo, o Green Day se apresentou em Denver para o show do seu próximo disco ao vivo, ainda sem nome e data para ser lançado.
O trio tocou a inédita “Cigarretes & Valentine”, e depois tocou uma outra música nova, “Olivia”. O som é uma baladinha tocada ao violão por Billie Joe Armstrong, lembrando mais a fase mais recente da banda, porém bem curtinha. No vídeo abaixo “Olívia” foi tocada seguida de “Last Night On Earth”.
Outra surpresa deste show foi Davey Havok, vocalista do AFI, invadindo o palco e dividindo o microfone com Billie Joe em “Who Wrote Holden Caulfield?”, do disco “Kerplunk“. Bem interessante ver Havok cantando sem se enrolar ou esquecer a letra de uma música tão antiga do Green Day. E que sortudo foi o cara que gravou o vídeo, bem na frente do palco.
Agora é aguardar os shows da banda por aqui, e este próximo lançamento.
Eddie Vedder e Johnny Depp
Acho que poucos imaginavam um encontro entre o front-man do Pearl Jam e o eterno Capitão Jack Sparrow, mas ele aconteceu no último sábado no Arkansas.
Johnny Depp e Eddie Vedder tocaram juntos no show beneficente “Voices for Justice” , evento em prol da libertação de três jovens acusados da morte de três crianças em 1993. Mas segundo várias organizações, foram condenados injustamente, alegando que houve falhas durante as investigações do caso, que ficou conhecido como West Memphis Tree.
Em 2007, ficou claro que os DNA encontrados na cena do crime não eram de nenhum dos acusados, e sim do padastro de um dos garotos mortos. Comprovando a inocência de Jessie Misskelley Jr, Jason Baldwin e Damien Echols, este último condenado a morte.
Vários músicos e artistas apóiam a causa, entre eles Henry Rollins, Marilyn Manson, Jello Biafra, Tom Waits, Axl Rose, Joe Strummer e Ozzy Osburne são alguns que contribuem com as organizações que querem a libertação dos três de Memphis.
No dia último dia 28 de Agosto, cerca de duas mil pessoas viram o ator ler trechos dos diários de uns dos condenados e depois ser convidado por Vedder para tocar a música “Society”, e mostrou que realmente sabe tocar violão muito bem. Eddie ainda cantou algumas músicas e versões de Tom Waits, Bruce Springsteen e Bob Dylan.
Talvez para os fãs de Depp não seja surpresa ver ele estar tocando guitarra. O ator tem uma banda chamada P., junto com Gibby Haynes do Butthole Suffers e Flea do Red Hot Chili Peppers, além de já ter tocado guitarra em duas músicas do Oasis do disco “Be Here Now”.
Ainda no evento, a cantora Patti Smith se juntou a dupla para cantar algumas outras músicas como “People Have the Power”. Independente dos acusados serem presos injustamente ou não; as apresentações foram históricas, que você pode assistir abaixo:
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No último final de semana, o Sesc Santos apresentou o Projeto Rock Na Garagem, com shows de algumas bandas e músicos que fazem parte da cena Rock underground do Brasil.
Tive a sorte de acompanhar quatro shows deste festival, e um bate-papo com Dado Villa-Lobos, Kid Vinil e Nasi e conto para vocês como foi.
Volpones
Para começar o final de semana de rock, abrindo a sexta-feira 13, o Volpones fez uma apresentação mostrando suas influências de Rock Britânico com Jovem Guarda e o Rock Nacional dos anos 80. A banda santista fez um set list que misturava músicas próprias e algumas covers bem interessantes.
Abrindo a apresentação com “Eu Sou Assim!” seguida de “Fridge”. A primeira versão que a banda fez foi “Um Lugar do Caralho” do Júpiter Maçã, inspirando o público a se soltar mais. Em “Susie Grude”, o quarteto mostrou o talento na composição, lembrando bastante Jovem Guarda, assim como “Cara De Barbie”, com o final tendo uma levada de blues.
A banda surpreendeu tocando “Você Não Sabe o Que Perdeu” do Cachorro Grande e “Revolution” dos Beatles, depois voltando para algumas músicas próprias, as excelentes “5 Minutos” e “Língua Nos Dentes”, cantada pelos fãs e amigos da banda que compareceram para prestigiar o show.
A parte mais legal do show foram as versões de Roberto Carlos, principalmente quando eles tocaram “Emoções”, que o vocal Cinho, encarnou o Rei e distribuiu rosas para as mulheres que estavam na plateia. A banda fez um bis tocando a clássica “Gimme Shelter” do Rolling Stones.
Volpones é uma banda que vale a pena ir atrás e conhecer este rock mais cru e com letras com boas sacadas.
Forgotten Boys
Para fechar a noite, o Forgotten Boys subiu ao pouco. Por motivos de saúde, o baterista Flávio Cavichioli não pode se apresentar, sendo substituído por Felipe Maia, que toca com o Júpiter Maçã e o Edgard Scandurra.
A banda iniciou o show com “Hold On” do disco “Louva-a-Deus”, que serviu de base para o set list da noite. Há mais de um ano, a banda conta com um tecladista, e isso deixou a banda mais a vontade para criar novas versões para antigas músicas e pequenas jams no meio delas, foi assim com “Cumm On” e “So So”.
Do mais recente disco, o Forgotten Boys tocou “Me Entregar” e “News From God”, sem dúvida a música da banda que chega mais próximo de qualquer coisa do Rolling Stones. Em seguida apresentaram uma versão mais rápida e mais pesada para “Draw The Line”, lançada recentemente pela banda.
Esta foi a primeira vez que vi o show da banda com o guitarrista Dionisio Dazul, mas que parece estar na banda há décadas, tamanha sintonia com Gustavo Riveira. Uma coisa surpreendente foi que Felipe Maia, pegou as 13 músicas do show em apenas um ensaio, mas conseguiu executá-las muito bem, sendo regido pelo baixista Zé Mazzei. Maia errou apenas na introdução da música “Quinta-Feira”, mas isso se tornou apenas um detalhe.
As grandes jams do show foram durante as músicas “Leaving” e “Get Load”, onde a banda se soltou entre os solos de guitarra, e Paulo Kishinomoto mostrou bastante criatividade nos teclados. O Forgotten Boys também encerrou o show fazendo cover de Rolling Stones, tocando “Jumpin’ Jack Flash”. E assim como nos discos, o Forgotten Boys mostrou no show que continuam evoluindo e surpreendendo os fãs.
Nasi
Sábado, dia 14, os palcos mudaram. E o local escolhido para as apresentações passou a ser o Teatro do Sesc Santos, a estrela da noite foi Nasi, ex-vocalista do Ira!, agora em carreira solo e divulgando o disco “Vivo Em Cena”.
O show pode se dizer que foi divido em “duas partes”, com Nasi ainda comportado e outra mais entregue ao Rock’n’roll, Blues entre outras de suas influências. Iniciando o show com as músicas “Ogun” e “Eu Só Poderia Crer”, o cantor foi apresentando as músicas do seu disco e de coletâneas que ele participou, por exemplo, “Garota de Guarulhos”, versão de uma música de Tom Waits, uma outra versão para “Rockixe” do Raul Seixas e “O Tempo Não Para” de Cazuza.
Nasi parecia incansável, interpretava as suas letras de várias formas, e estava bem empolgado. Em desses momentos de êxtase, ao girar o microfone, infelizmente, o mesmo saiu voando em cima da platéia. Segundo ele, foi a segunda vez em quase 30 anos de carreira que aconteceu, e pediu desculpas.
Mesmo com todas as brigas depois de sua saída do Ira!, Nasi não deixou de cantar algumas músicas do repertorio de sua ex-banda. Rolou “Por Amor”, “Tarde Vazia”, e quando foi cantar “Eu Quero Sempre Mais”, ele chamou o público para levantar das cadeiras do teatro e ficar perto do palco, logo depois emendando em “Núcleo Base”, encerrando a “primeira parte” da apresentação.
Para o longo bis, Nasi esqueceu o set list, pediu para o baixista Johnny Boy (que já tocou ao lado de Raul Seixas e Marcelo Nova) assumir o teclado e tocou “Girasol”, e quando a banda inteira voltou começou uma longa jam de Blues com “Blues do Assobio” seguido de várias improvisações. Tocou algumas músicas do Raul Seixas, como “Metamorfose Ambulante” e “Mosca na Sopa”.
Era perceptível ver como Nasi estava empolgado, quando em uma das músicas, mais uma vez o seu microfone saiu voando. Depois iniciou um papo sobre futebol com público, e voltou ao show, encerrando com “I Feel Good” do James Brown, fazendo uma grande festa no Teatro do Sesc. Com este show, Nasi mostrou muito bem como é que se faz Rock’n’roll e Blues, e quase 30 anos de carreira traz ótimas experiências.
Bate-papo: O Rock Brasileiro, Ontem e Hoje.
Na tarde de domingo, aconteceu um bate-papo com Nasi, Kid Vinil e Dado Villa-Lobos, no Teatro do Sesc, e os convidados contaram algumas histórias de suas carreiras, comentaram um pouco sobre o inicio da Cena Punk em São Paulo nos anos 80, sobre o acesso das bandas ao mainstream.
O público podia fazer perguntas, e “debater” suas idéias com os convidados, o que chegou em certos temas: A rivalidade entre as bandas do Rio e de São Paulo, a questão da mídia digital, a volta do vinil como item de colecionador, como os críticos influenciam na reputação das bandas.
Mas o tema mais interessante, foi ouvir a opinião sobre o Happy Rock. “Você vê esses moleques do Cine se vestindo todos coloridos. Os Titãs faziam isso nos anos 80, mas faziam música de verdade.”, está frase do Kid Vinil resumiu bem as opiniões dos convidados.
Dado Villa-Lobos
Ainda no domingo, mas a noite, para encerrar o Projeto Rock Na Garagem, Dado Villa-Lobos se apresentou também no Teatro. O eterno guitarrista da Legião Urbana, fez um show bem surpreendente, misturando coisas do seu trabalho solo, “Jardim de Cactus” e, claro, alguns sucessos da banda de Brasília. Infelizmente, não foi possível fazer fotos mais de perto, porque era proibido fotografar durante a apresentação.
Dado abriu o show com “Seres Estranhos” seguidas de algumas músicas do guitarrista, como “Diamante”, e “Tudo que Vai” que ficou conhecida com o Capital Inicial. A partir desta música, o músico começou a ficar mais a vontade no palco, e o público começou a ficar mais a vontade para cantar as músicas, principalmente, quando apenas Dado e sua guitarra tocando “Geração Coca-Cola”, e depois com a banda, tocaram “Eu Sei”.
Dado deixou o guitarrista Renato Ribeiro cantar “Por Enquanto” e depois voltou para cantar “O Homem Que Calculava” que entrará no próximo disco. Em “Soldados”, o guitarrista deu oportunidade para o publico cantar mais uma vez, e continuou a apresentar músicas do seu trabalho, entre elas “Dentro de Ti” e “Quase Nada”.
Daí para frente, foram apenas músicas da Legião Urbana. O lado B “Dado Viciado”, a clássica “Teatro dos Vampiros”, “Ainda é cedo” com “Love Tear Us Apart” do Joy Division e “Gimme Shelter” do Rolling Stones no meio. E para encerrar, “Que País é Este?” com a platéia respondendo a pergunta “É a porra do Brasil”.
No Bis, quem esteve no Teatro do Sesc pode cantar “Conexão Amazônica” e uma versão bem diferente de “Baader-Meinhof Blues”. Bem a vontade, Dado deixou a guitarra de lado e pegou o microfone para cantar “Índios” e com boa parte da platéia cantando junto e aplaudindo de pé, a apresentação termina.
Muitas pessoas que foram a apresentação não esperavam ouvir as várias versões de Legião Urbana. Bom para os fãs antigos, que tiveram oportunidade de ver Dado cantando as músicas que Renato Russo cantava, bom também para quem não teve a oportunidade de ver o Renato quando estava vivo, mas puderam relembrar as músicas da banda.
Espero que tenham gostado da minha primeira resenha de show para o Tenho Mais Discos Que Amigos.
Depois de alguns anos parado, o Blur voltou à ativa em 2009, para uma série de shows. Mas não gravou uma música nova sequer – o único lançamento foi o da coletânea “Midlife: A Begginer’s Guide To Blur” que, apesar de muito bem recebida (lógico, só tinha hit!), não tinha nada de novo. Pois bem, chegou a hora. No dia 17 de abril, o Record Store Day, a banda vai lançar um single especial em 7″, com edição limitadíssima em 1000 cópias.
O vocalista e letrista Damon Albarn (que durante a pausa do Blur criou o Gorillaz e o The Good, The Bad & The Queen), deixou bem claro a intenção do novo single é apoiar as lojas independentes de música, que chamou de “parte importante da nossa cultura musical”. O disco vai ter duas faixas, cujos nomes ainda não foram divulgados, e será o primeiro material inédito do Blur desde “Think Tank“, álbum de 2003.
Mates Of State
A dupla Mates Of State anunciou o lançamento de “Crushes (The Covers Mixtape)”, disco de covers que deve aparecer no início do segundo semestre. Até aí tudo bem, várias bandas já fizeram isso, certo? Mas essa talvez seja a seleção mais inusitada de versões dos últimos tempos! Veja o tracklist de “Crushes” e tire suas próprias conclusões:
01) “Laura” (Girls)
02) “Son et Lumiere” (The Mars Volta)
03) “Sleep the Clock Around” (Belle & Sebastian)
04) “Technicolor Girls” (Death Cab for Cutie)
05) “Long Way Home” (Tom Waits)
06) “Love Letter” (Nick Cave)
07) “Second Hand News” (Fleetwood Mac)
08) “17 Pink Sugar Elephants” (Vashti Bunyan)
09) “Roller Coaster Ride” (Dear Nora)
10) “True Love Will Find You in the End” (Daniel Johnston)
Um dos discos mais odiados da história do rock está prestes a ser relançado com tratamento de luxo. “Load”, sexto álbum do Metallica, vai ser lançado em LP duplo, com vinil de 180 gramas, e em uma edição deluxe com 4 LPs. A expectativa é que as novas versões sejam lançadas no dia 18 de Maio.
Fique ligado aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos! pois com certeza postaremos sobre onde encontrar o disco quando ele sair, e nosso chute é que muito provavelmente seja vendido no site Because Sound Matters, que há pouco tempo fez uma mega promoção de discos raríssimos da banda, e você viu aqui no TMDQA!.
Na época do lançamento, “Load” foi desprezado por boa parte dos fãs mais antigos da banda pela mudança drástica do estilo. Não havia solos frenéticos, bateria alucinante, ou as canções épicas que marcaram a trajetória do Metallica até “…And Justice For All”, de 1988. Em “Metallica”, o álbum preto de 1991, James Hetfield e companhia já pegaram mais leve, mas foi com “Load” que o bicho pegou de vez; até country music (em “Mama Said”) estava presente. Além, claro, dos cabelos curtos e excesso de maquiagem, que deixaram muita gente indignada.
Person L
O Person L, novo projeto de Kenny Vasoli, do The Starting Line, lançou “The Positives” no ano passado. E é desse disco de estreia que vem “Stay Calm”, música que Kenny gravou, só com um violão, em sessão especial para o Dailymotion. A versão de “Stay Calm” para a “The Pink Couch Sessions” é essa que você vê aqui.
“The Positives” foi lançado em vinis lindos no ano passado, como você já viu aqui no TMDQA! Você pode comprar o seu aqui.
John Butler Trio
Essa é a capa de “April Uprising”, novo disco dos australianos do John Butler Trio. O disco foi lançado no início da semana em CD e MP3, e no dia 19 de abril sai a versão em vinil, que você pode encomendar aqui. “April Uprising” é o quinto álbum de estúdio da banda, e sucede o bem recebido “Grand National”, de 2007. Abaixo você vê o clipe primeiro single do disco, “One Way Road”:
No próximo dia 27 de Novembro acontecerá um show beneficente em Florianópolis com 3 excelentes bandas de punk rock e ska! E o melhor de tudo, é por uma causa nobre!!
A entrada é 1 litro de leite que será posteriormente doado, e durante o show haverá sorteio de vários itens, inclusive CDs, pôsters, adesivos e CAMISETA aqui do Tenho Mais Discos Que Amigos!
Esse show tem apoio total do TMDQA! e todos de Floripa e região estão convidados a comparecer. Eu estarei por lá! =D
Entrevista + Promoção RELESPÚBLICA
Veja a segunda parte da entrevista com a banda Relespública e ainda saiba como concorrer a um EP raro da banda! É só clicar aqui e ir direto pro post.
Podcast #19 NO AR!!
Com The Offspring, Social Distortion, Queens Of The Stone Age, The Lawrence Arms, Billy Talent, No Fun At All, The Ergs!, Fall Out Boy, NOFX, Pulley, Rumbora, Sleater-Kinney, Especial Misfits com The Network, Guns ‘N Roses e My Chemical Romance, Pedidos da Audiência, The Killers, Refused, The Mighty Mighty Bosstones, Small Brown Bike, Especial covers Tony Hawk’s American Wasteland com Dropkick Murphys, Senses Fail, Taking Back Sunday e Thursday.
Tom Waits
O grande artista Tom Waits, dono de um vozeirão inconfundível, está lançando uma caixa de discos de vinil especial para fãs e colecionadores. “Orphans: Brawlers, Bawlers and Bastards” saiu originalmente em 2006, contando com 24 músicas raras e 30 inéditas, resultando em uma obra completado artista e sendo inclusive indicada ao Grammy.
Esse ano, porém, a coletânea está ganhando uma edição limitadíssima, com nada mais nada menos do que 7 LPs de 180 gramas, um livro de 32 páginas com letras e pensamentos sobre as músicas e tudo isso guardado em uma bela caixa de capa dura.
Pra quem é fã do cara, esse item é imprescindível, pra quem não conhece o trabalho dele, é um bom ponto de entrada.
O linkoficial para o lançamento é esse aqui (A Kings Road Merch é uma das melhores lojas online de vinil, eu recomendo totalmente).
The Decemberists
O Decemberists é uma banda de indie-rock/folk-rock e tem uma carreira de respeito desde 2000, tendo lançado muito bons álbuns por gravadoras independentes e grandes.
O último deles se chama “The Hazards Of Love”, é uma ópera-rock que conta uma história de amor proibido através de 17 faixas. O álbum saiu lá no começo do ano em CD, e depois também teve sua versão em vinil disponibilizada com 2 LPs de 180 gramas, altíssima qualidade e caixa gatefold. Vale a pena conferir!
Outra excelente banda indie está relançando um dos seus melhores álbuns em vinil. “Let Go” do Nada Surf saiu originalmente em 2003 nos EUA e foi reconhecido por público e crítica como um grande álbum de rock alternativo e um dos melhores da cena indie daquele ano. Vale lembrar que a banda veio até o Brasil para divulgar esse título em uma mini-turnê e lotou seus shows por aqui.
Pois bem, agora os fãs da banda podem comprar “Let Go” em uma bela edição de 2 LPs com 6 músicas em cada um deles.
O link oficial do disco é esse aqui, e tem um vídeo de “Inside Of Love” logo aí embaixo!
Rock Rocket
O trio brasileiro de bom e velho rock and roll, Rock Rocket, está lançando um EP em vinil, que como acontece com várias bandas brasileiras, só saiu lá na gringa.
O disco de 7″ tem 3 faixas e pode ser encontrado via Pure Groove Records / Vinyl Land, nesse link aqui.
Michael Jackson
O disco mais vendido da história da música está sendo ainda mais vendido agora que seu “dono” morreu e criou uma mística maior ainda ao seu redor. “Thriller” de Michael Jackson, ganhou uma versão Deluxe quando completou 25 anos, e agora essa versão está saindo em disco de vinil duplo, cheio de participações especiais.
Além das 9 faixas originais, o disco ainda tem mais 7, com participações de will.i.am, Akon, Fergie e Kanye West.
A banda de thrash metal GWAR é bastante conhecida pelas suas roupas e fantasias utilizadas no palco e letras que fazem questão de tratar de temas obscenos e controversos, com títulos como “Pussy Planet” e “America Must Be Destroyed”.
O disco, com o mesmo nome de “America Must Be Destroyed” foi lançado originalmente em 1992, é o terceiro da banda, e foi inspirado em um incidente ocorrido com a banda, onde um pênis falso do vocalista da banda foi confiscado pela polícia de Charlotte, onde a banda tocava.
Problemas à parte, o álbum está sendo relançado em uma versão especial, que contém as músicas originais em um CD e um DVD bônus que contém “Phallus In Wonderland” , um filme feito pela banda e lançado originalmente em 1992 e “Tour De Scum”, também de 1992 que contém performances da banda.
Resultado da Promoção “In A Dubwise Style” + Pôster NOFX
Chegou a hora de conhecermos os vencedores da promoção em parceria com a Deckdisc e Polysom que vai dar 3 discos de vinil do Marcelinho da Lua mais um pôster do NOFX!
Foram 70 participações comentando no post da promoção sobre quais discos nacionais deveriam ser relançados em vinil e o porquê. Escolhi as 2 respostas que achei mais interessantes, e nessa ordem, ficaram com os 2 primeiros prêmios:
O “Sexo” do Ultraje a Rigor. O Motivo? Pq o vinil era genial, a foto do centro do bolachão era uma bunda e não é
dificil imaginar onde o disco “entrava”. Foda! por Felipe
Quero um vinil do Vinil! Do Kid Vinil!
Magazine – Tic Tic Nervoso (1984). Além de trazer o clássico dos anos 80 que dá nome ao compacto, tem uma capa que eu acho uma graça! Além de ser uma raridade.
Até sair o resultado da promoção vou ficar num “tic tc nervoso, tic tic nervoso”, hehe. por Marcelo
Parabéns!!!! O Felipe vai levar Vinil + pôster e o Marcelo vai levar o vinil + adesivos.
O terceiro prêmio foi um sorteio entre todos que participaram, e ficou assim:
Parabéns!!!! O terceiro disco de vinil é seu!
Obrigado a TODOS que participaram e muito obrigado à Deckdisc pelos prêmios.
Pra quem não ganhou, fiquem ligados porque em poucos dias teremos novas promoções por aqui.
Aqui você confere tudo que foi falado no TMDQA! essa semana em um resumão prático e ágil! Além disso no final do post ainda tem “rapidinhas”, como parte do post de hoje. Aproveite!
Domingo
Domingo passado falei sobre 2 bandas que estão relançando títulos de sua carreira em vinil, o Kings Of Leon e o Silverstein. Além disso, o Mayday Parade está de álbum novo e o Murder By Death gravou um álbum instrumental para ser a trilha sonora de um livro de ficção científica.
Segunda
Segunda-feira foi dia da seção “Chegou!” mais especial de todas. A primeira parte das 120 fotos exclusivas da caixa de singles do Green Day, que foi lançada esse mês e tem 21 compactos de vinil de 7″. A segunda parte vai pro ar essa semana.
Terça
Terça-feira foi dia do grande relançamento de “Sublime”, do Sublime, em vinil de 180g e altíssima qualidade. Também foi dia do anúncio do álbum de Halloween do Misfits, que vem com inéditas em vinil vermelho. O Dashboard Confessional está de álbum novo, em vários formatos, edição Deluxe e single em CD.
O Between the Buried And Me relançou um título da carreira em 2 cores de vinil diferentes, e a Doghouse Records está vendendo um pacotão com CD do Get Up Kids + pôster raro e CD do Mansions.
Por último, a Asian Man Records está lançando pacotes baratos de CDs e LPs das suas bandas que tocarão no Fest, em Gainesville.
Quarta
Na Quarta-feira vimos mais um DVD não oficial do Green Day sendo lançado, e o Streetlight Manifesto relançando um de seus álbuns em belas cores de vinil. Além disso, o The Academy Is… lançou um EP com inéditas, e a Bridge Nine Records está relançando os dois primeiros discos do Agnostic Front em uma edição pra lá de especial com capa em alto relevo, vinil em várias cores, camiseta e muito mais.
Quinta
Quinta quem apareceu foi Julian Casablancas com seu primeiro álbum solo, que será “luxuoso” e terá edição com vários itens de colecionador. O Bravery está de disco novo, e para divulgação já lançou um single dele em uma bela edição de vinil amarelo.
O A Wilhelm Scream está lançando um EP pela sua nova gravadora, e o Blink-182 anunciou mais um relançamento em vinil. Após “Enema Of The State” quem ganha edição em LP agora é “Buddha”.
O Coffee Project é um projeto paralelo folk de membros do Less Than Jake e Rehasher e está lançando álbum em vinil cor de creme, e por último, Lizzie Huffman pegou emprestado a banda do irmão para gravar um belo álbum de country/folk em vinil vermelho.
Sexta
Sexta vimos que o primeiro disco do Pearl Jam está sendo relançado em vinil de 180g. A Fat Wreck Chords aprontou uma retrospectiva dos quase 20 anos e compilou em 3 CDs, que serão lançados em uma caixinha em Novembro, com várias raridades.
O 88 Fingers Louie e o Tom Waits estão lançando álbum ao vivo. “Candy Apple Grey” do Husker Du está sendo relançado em vinil de alta qualidade, e o Shadows Fall está de álbum novo.
Domingo
O Le Bataclan era uma pequena casa de shows em Paris, onde 3 membros do Velvet Underground resolveram se reunir para fazer um show memorável, para uma platéia apertada e feliz da vida. Lou Reed, John Cale e Nico gravaram esse álbum direto da mesa de som em 1972 e até 2004 ela não tinha versão oficial, até sair em CD.
Esse ano o disco ganhou tratamento especial e foi relançado em vinil duplo, de 180g. É alta qualidade de áudio para um show (e um evento) de altíssima qualidade também.
O The Almost começou como uma banda paralela do baterista do Underoath, Aaron Gillespie, que saiu de trás do kit para assumir os vocais em sua nova banda. Acontece que a banda deu muito certo, e hoje em dia os caras têm contrato para distribuição tanto com a independente Tooth And Nail quanto com a major Virgin.
Em novembro eles lançarão disco novo, chamado “MonsterMonster”, que tem essa bela capa aí, e pra já começar a divulgação do álbum, eles lançaram em Outubro o “Monster EP”, em CD, contendo músicas que estarão no álbum de estúdio e alguns b-sides.
Os links para os dois lançamentos são esse aqui e esse aqui.
Lucero
O Lucero, belo nome da cena punk/alt-country está de álbum novo, e fez vários pacotes para o lançamento dele. “1372 Overton Park” pode ser encontrado sozinho, em vinil, ou junto com outros itens da banda, dá uma olhada:
Vinil azul em edição limitada
CD + Patch da banda
CD + Patch da banda + camiseta exclusiva
CD + Patch da banda + Moletom da banda
CD + Camiseta da banda + 6 pôsters exclusivos
É daqueles lançamentos pra fã nenhum botar defeito. Tudo isso pode ser comprado direto da loja oficial dos caras aqui.
Acho que você já ouviu falar dessa banda. O Pearl Jam é em grande parte responsável por todo o surgimento e crescimento do movimento grunge e esse álbum, “Ten”, o primeiro álbum de estúdio da banda foi o marco zero tanto para o quinteto de Seattle quanto para milhões de jovens e adolescentes ao redor do mundo que encontraram representatividade através das músicas do Pearl Jam.
Pois bem, pra quem é fã dos caras (ou só do disco), “Ten” está sendo lançado em versão especialíssima de vinil de alta qualidade, com 180g. Como todo disco de 180g, esse também é um pouco mais caro, e o link para compra é esse aqui.
Wrecktrospective
A Fat Wreck Chords é com certeza uma das gravadoras mais importantes da história do punk rock e da música alternativa. Tendo iniciado suas atividades em 1990 por Fat Mike, baixista e vocalista do NOFX, a Fat lançou nomes imprescindíveis para a formação de algumas gerações de banda de punk rock/hardcore e já foi a casa de gente como Lagwagon, No Use For A Name, Bracket, Swingin’ Utters, Strung Out, Face To Face, Good Riddance, Propaghandi, Anti-Flag, Tilt, entre vários outros.
Pra comemorar os quase 20 anos de atividade, a Fat está lançando “Wrecktrospective”, uma retrospectiva de toda a sua “carreira”, que se trata em uma caixa com 3 CDs, cada um representando algo diferente na história do selo.
O primeiro CD vem com uma espécie de “greatest hits” da gravadora, com 33 bandas diferentes. O segundo disco conta com nada mais nada menos que 28 demos nunca lançadas antes, e o terceiro corresponde ao “Fat Club”, uma coleção de 12 discos de 7″ que foi lançada pela Fat há um tempo atrás e que está fora de catálogo desde então, mas agora foi compilada em um CD para essa caixinha.
A data de lançamento da caixa é 24 de Novembro, e o link oficial é esse aqui.
Dá uma olhada no tracklisting:
NOFX -The Separation Of Church And Skate
Lagwagon -Violins
Propagandhi -Back To The Motor League
No Use For A Name -Soulmate
Bracket -2RAK005
Strung Out -Too Close To See
Face To Face -You’ve Done Nothing
Good Riddance -Weight Of The World
Tilt -War Room
Me First And The Gimme Gimmes -Leaving On A Jet Plane
Wizo -Raum Der Zeit
Frenzal Rhomb -Never Had So Much Fun
Hi-Standard -Wait For The Sun
Snuff -Martin
Goober Patrol -Easy Life
Swingin’ Utters -Windspitting Punk
Screeching Weasel -Cool Kids
Mad Caddies -Mary Melody
Consumed -Brutal Truth
Sick Of It All -The Bland Within
Avail -Black And Red
Less Than Jake -Gainesville Rock City
Anti-Flag -Turncoat
Rise Against -Heaven Knows
Real Mckenzies -Kings Of Fife
Lawrence Arms -Like A Record Player
Dillinger Four -Americaspremierefaithbasedinitiative
None More Black -Everyday Balloons
Against Me! -T.S.R
Descendents -‘Merican
Only Crime -R.J.R.
Chixdiggit! -I Remember You
Dead To Me -By The Throat
Good Riddance -Flies First Class
Rise Against -Alive And Well
Flatliners -Eulogy
NOFX -It’s My Job To Keep Punk Rock Elite
Lawrence Arms -On With The Show
Lagwagon -Bury The Hatchet
Western Addiction -The Church Of Black Flag
Loved Ones -Living Will (Get You Dead)
Star Fucking Hipsters -Immigrants & Hypocrites
Bracket -Everyone Is Telling Me I’ll Never Win, If I Fall In Love With A Girl From..
American Steel -Sons Of Avarice
Nerf Herder -5000 Ways To Die
Propagandhi -Middle Finger Response
None More Black -Slytherin? My Ass!
Swingin’ Utters -A Promise To Distinction
Against Me -You Look Like I Need A Drink (Acoustic)
Soviettes -Multiply And Divide
Zero Down -No Apologies
No Use For A Name -Always Carrie
Dead To Me -Writing Letters
Strung Out -Alone
Dickies -My Pop The Cop
Avail -Done Reckoning
Mad Caddies -Polyester Khakis
Sainte Catherines -Hau Weg Die Scheisse
Epoxies -It’s You
Smoke Or Fire -Goodbye To Boston
Anti-Flag -Underground Network
Vandals -Underground
Vandals -Why Are You Alive
American Steel -Middle Of The Night
American Steel -New Religion Everyday
Real Mckenzies -Another Round
Real Mckenzies -Loch Lomond
MXPX -The Road Less Traveled
MXPX -You Hold The Key
Strike Anywhere -Antidote
Strike Anywhere -Asleep
Randy -I’m Stepping Out
Randy -Unite
Randy -Freedom Song
NOFX -Zyklone B Bathouse
NOFX -Spaghetti Motel
Swingin’ Utters -Black Mountain Rain
Swingin’ Utters -Outside Life
Strung Out -Dig
Strung Out -Lost Motel
Enemy You -The Promise Breakers
Enemy You -Kind Hearts
Enemy You -Emma
Lawrence Arms -Porno And Snuff Films
Lawrence Arms -A Toast
Lawrence Arms -Overheated
One Man Army -Victoria
One Man Army -She Wants Me Dead
Rapidinhas
Agora uma sequência de lançamentos/relançamentos, bem rapidinho. Aproveite!
88 Fingers Louie
O 88 Fingers Louie, banda que inclusive já foi da Fat Wreck, que acabamos de falar, não fazia um show desde 1999. Atendendo a pedidos de fãs, eles se reuniram esse ano e tocaram em Agosto, gravando o show que deu origem a “Lives”, disco ao vivo dos caras que foi lançado no último dia 20.
O álbum foi lançado em CD e você pode encontrá-lo aqui.
Tom Waits
Quem também está com disco ao vivo é Tom Waits, que selecionou aquilo que aconteceu de melhor em sua turnê de verão do ano passado nos EUA e Europa, reuniu tudo e colocou em “Glitter And Doom”, CD duplo que está saindo via ANTI- Records.
O sexto disco de estúdio do Husker Du, de 1986, está sendo relançado em vinil de alta qualidade via Because Sound Matters, a iniciativa de lançamentos em vinil da Warner Records.
O link para o lançamento oficial do disco é esse aqui.
Thursday
O Thursday lançou em Setembro uma edição Deluxe do seu último álbum, chamado “Common Existence”. Posso dar os parabéns pela iniciativa, mas já ficar meio desapontado depois, já que a versão é apenas digital.
De qualquer forma, ela está disponível no site dos caras.
Shadows Fall
O Shadows Fall está de disco novo. “Retribution” saiu pela Ferret em CD, no último dia 15 de Setembro e está disponível aqui, direto na página oficial do álbum dentro da Ferret Music.