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Guitar Hero: Warriors Of Rock
Foi divulgada a lista completa e oficial de todas as bandas e músicas que farão parte da próxima versão da franquia Guitar Hero, chamada “Warriors Of Rock”.
O jogo será lançado para XBOX 360, Playstation 3 e Nintendo Wii no dia 28 de Setembro e conta com a seguinte lista de guerreiros do rock:
A Perfect Circle – “The Outsider”
Aerosmith – “Cryin’”
AFI – “Dancing Through Sunday”
Alice Cooper – “No More Mr. Nice Guy”
Alter Bridge – “Ties That Bind”
Anberlin – “The Feel Good Drag”
Anthrax – “Indians”
Arch Enemy – “Nemesis”
Atreyu – “Ravenous”
Avenged Sevenfold – “Bat Country”
Bad Brains – “Re-Ignition (Live)”
Band Of Skulls – “I Know What I Am”
Black Sabbath – “Children Of The Grave”
Blind Melon – “Tones Of Home”
Blue Oyster Cult – “Burnin’ For You”
Bush – “Machinehead”
Buzzcocks – “What Do I Get?”
Children Of Bodom – “If You Want Peace… Prepare For War”
Creedence Clearwater Revival – “Fortunate Son”
The Cure – “Fascination Street”
Deep Purple – “Burn”
Def Leppard – “Pour Some Sugar On Me (Live)”
Dethklok – “Bloodlines”
The Dillinger Escape Plan – “Setting Fire To Sleeping Giants”
Dire Straits – “Money For Nothing”
DragonForce – “Fury of the Storm”
Drowning Pool – “Bodies”
Edgar Winter – “Free Ride”
Fall Out Boy – “Dance, Dance”
Five Finger Death Punch – “Hard To See”
Flyleaf – “Again”
Foo Fighters – “No Way Back”
Foreigner – “Feels Like The First Time”
George Thorogood and The Destroyers – “Move It On Over (Live)”
The Hives – “Tick Tick Boom”
Interpol – “Slow Hands”
Jane’s Addiction – “Been Caught Stealing”
Jethro Tull – “Aqualung”
John 5 – “Black Widow Of La Porte”
KISS – “Love Gun”
Linkin Park – “Bleed It Out”
Lynyrd Skynyrd – “Call Me The Breeze (Live)”
Megadeth – “Sudden Death”
Megadeth – “Holy Wars… The Punishment Due”
Megadeth – “This Day We Fight!”
Metallica & Ozzy Osbourne – “Paranoid (Live)”
Muse – “Uprising”
My Chemical Romance – “I’m Not Okay (I Promise)”
Neil Young – “Rockin’ In The Free World”
Nickelback – “How You Remind Me”
Night Ranger – “(You Can Still) Rock In America”
Nine Inch Nails – “Wish”
The Offspring – “Self Esteem”
Orianthi – “Suffocated”
Pantera – “I’m Broken”
Phoenix – “Lasso”
Poison – “Unskinny Bop”
Queen – “Bohemian Rhapsody”
Queensryche – “Jet City Woman”
Rammstein – “Waidmanns Heil”
The Ramones – “Theme From Spiderman”
Red Rider – “Lunatic Fringe”
R.E.M. – “Losing My Religion”
Rise Against – “Savior”
The Rolling Stones – “Stray Cat Blues”
The Runaways – “Cherry Bomb”
Rush – “2112 Pt. 1 – Overture”
Rush – “2112 Pt. 2 – The Temples Of Syrinx”
Rush – “2112 Pt. 3 – Discovery”
Rush – “2112 Pt. 4 – Presentation”
Rush – “2112 Pt. 5 – Oracle: The Dream”
Rush – “2112 Pt. 6 – Soliloquy”
Rush – “2112 Pt. 7 – Grand Finale”
RX Bandits – “It’s Only Another Parsec…”
Silversun Pickups – “There’s No Secrets This Year”
Slash featuring Ian Astbury – “Ghost”
Slayer – “Chemical Warfare”
Slipknot – “Psychosocial”
Snot – “Deadfall”
Soundgarden – “Black Rain”
Steve Vai – “Speeding” (Vault Version)
Stone Temple Pilots – “Interstate Love Song”
Strung Out – “Calling”
Styx – “Renegade”
Sum 41 – “Motivation”
Tesla – “Modern Day Cowboy”
Them Crooked Vultures – “Scumbag Blues”
Third Eye Blind – “Graduate”
Tom Petty & The Heartbreakers – “Listen To Her Heart”
Twisted Sister – “We’re Not Gonna Take It”
The Vines – “Get Free”
The White Stripes – “Seven Nation Army
ZZ Top – “Sharp Dressed Man (Live)”
Brandon Flowers
No dia 14 de Setembro, Brandon Flowers, vocalista do The Killers irá lançar seu primeiro álbum solo, chamado “Flamingo”.
Enquanto esse dia não chega a revista SPIN conseguiu uma prévia exclusiva do disco com trechos de 45 segundos de 5 faixas do novo álbum: “Welcome To Fabulous Las Vegas”, “Was It Something I Said?”, “On The Floor”, “Magdalena” e “Swallow It”.
Você pode ouvi-las no site da Spin, bem como ler alguns comentários de Brandon sobre as faixas clicando aqui.
Leia tudo que já escrevemos a respeito desse disco clicando aqui.
Lançamentos em vinil 2010
Separei alguns lançamentos em vinil feitos esse ano que não foram noticiados aqui no TMDQA! mas que merecem citação.
Dá só uma conferida:
Flower Travellin Band
O segundo álbum dos japoneses do Flower Travellin Band, “Satori”, foi relançado em vinil em um baita LP de 180 gramas, após ser lançado originalmente em 1971.
Rock progressivo dos bons pra quem é fã do estilo!
A banda alemã de metal progressivo The Ocean não se contentou em lançar um disco esse ano, e já veio logo com 2.
“Heliocentric” foi lançado em Abril, e “Anthropocentric” sairá em Outubro.
Você pode encontrar uma caixa com 4 belíssimos LPs, contendo “Heliocentric” e também “Anthropocentric” nesse link aqui.
Ambos os discos são conceituais e juntos servem como uma crítica ao Cristianismo, desafiando a visão dos criacionistas de que, por exemplo, a Terra seria o centro do universo.
Cursive
O terceiro disco do Cursive, banda de indie/post-hardcore muito influente nos anos 90 foi relançado em LP de 180 gramas em um belo vinil vermelho, 10 anos após o lançamento oficial feito em 2000.
A nova versão ficou a cargo da própria Saddle Creek Records, que também fez o lançamento original no passado.
Não sei vocês, mas eu não sabia que havia 2 bandas de punk chamada Subhumans no planeta Terra. Eu sempre achei que existisse só a do Reino Unido.
De qualquer forma, acabei descobrindo que há um Subhumans canadense, também lendário e importante na cena punk de lá, e que lançou “Same Thoughts, Different Day” esse ano via Alternative Tentacles.
O disco é uma regravação de “Incorrect Thoughts”, disco dos caras de 1980 que eles queriam relançar mas não conseguiram devido a direitos presos com a gravadora que o lançou originalmente.
Para continuar com a sua vontade, eles regravaram todo o disco e lançaram esse ano.
Você pode encontrá-lo aqui em vinil duplo com cartão de download.
Blood For Blood
A influente banda de hardcore/punk de Boston, Blood For Blood, relançou o disco “Wasted Youth Brew” de 2001 em nada mais nada menos do que 3 cores diferentes de vinil e LP duplo, via Victory Records.
São 100 cópias em vinil preto/mármore/transparente, 300 em vinil branco e 600 em vinil vermelho.
Esse disco se trata de uma compilação com material de diversas fontes da banda, e faixas ao vivo.
X
Finalizando a seção “bandas punks influentes”, “Wild Gift” do X foi relançado esse ano em vinil pela Porterhouse Records, após ter sido lançado originalmente em 1981.
Esse disco foi escolhido um dos 500 melhores da história pela revista Rolling Stone e merece a sua atenção.
Os roqueiros canadenses do Danko Jones lançaram “Below The Belt”, quinto álbum de estúdio da carreira em Maio desse ano, e o disco saiu em vinil.
O videoclipe de “Full Of Regret” contém atores como Elijah Wood e Selma Blair, além das lendas Lemmy Kilmister (Motorhead) e Mike Watt, então vale a pena conferir logo abaixo.
Robert Pollard, a força criativa por trás do Guided By Voices lançou o seu décimo quinto álbum solo em Julho desse ano, com o nome de “Moses On A Snail”.
O disco foi lançado por seu selo próprio, elogiadíssimo por Eddie Vedder, e traz 12 músicas das mais de 1.300 que Pollard tem registradas em seu nome!
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The Offspring
Uma polêmica está cercando uma nova música do The Offspring. A nova canção, ainda sem nome, foi tocada na turnê mais recente da banda, e muita gente destacou a semelhança entre ela e “Times Like These”, do Foo Fighters. Compare:
The Offspring – música nova:
Foo Fighters – Times Like These:
Para você é cópia descarada ou mera semelhança? Responda nos comentários! A gravação do novo álbum do The Offspring já começou, como você viu aqui.
Muse & U2
O U2 era uma das atrações mais esperadas do festival de Glastonbury, mas uma contusão recente do vocalista Bono tirou os irlandeses da estrada por algum tempo. Mas os fãs da banda não ficaram órfãos: o Muse convidou The Edge, o excepcional guitarrista do U2, para tocar “Where The Streets Have No Name”, um dos maiores sucessos do U2, que abre o álbum “The Joshua Three”, de 1987. Veja como ficou:
Os caras do Muse estavam bem felizes, né? O último álbum deles, “Resistance”, foi lançado no ano passado.
Deftones & Paramore
Hayley Williams, do Paramore, participou do show do Deftones no festival Rock@Field, em Luxemburgo, no último domingo. Ela cantou a música “Passenger”, do terceiro álbum do Deftones, “White Pony”. Veja a apresentação abaixo:
Em tempo: apesar do Paramore estar em turnê, divulgando o álbum “Brand New Eyes”, Hayley Williams não aproveita as folgas para descansar – recentemente ela gravou um clipe da música “Airplanes”, do rapper B.o.B, na qual ela canta o (pegajoso) refrão:
Em março, o Iron Maiden converteu a declaração dada pelo baterista Nicko McBrain e contou que o novo álbum da banda sairia sim neste ano. Além disso, no mesmo momento divulgaram o nome do registro e postaram várias datas de turnê (que com certeza passará pelo Brasil), cujo algumas terão o Dream Theater como convidado especial.
E hoje a banda revelou mais detalhes do seu décimo quinto álbum de estúdio.
“The Final Frontier” será lançado no dia 16 de agosto, foi produzido por Kevin Shirley (parceiro de longa data da banda) no começo de 2010 no Compass Point Studios (onde o Iron Maiden gravou os álbums “Piece Of Mind” – 1983, “Powerslave” – 1984 e “Somewhere In Time” – 1986), em Nassau e então finalizado no The Cave Studios, em Los Angeles. A ilustração da capa foi feita por Melvyn Grant e tracklisting é:
01. “Satellite 15….The Final Frontier” (8:40)
02. “El Dorado” (6:49)
03. “Mother Of Mercy” (5:20)
04. “Coming Home” (5:52)
05. “The Alchemist” (4:29)
06. “Isle Of Avalon” (9:06)
07. “Starblind” (7:48)
08. “The Talisman” (9:03)
09. “The Man Who Would Be King” (8:28)
10. “When The Wild Wind Blows” (10:59)
Para comemorar essa notícia, o Iron Maiden concedeu a faixa “El Dorado” para download gratuito. Faça o seu clicando aqui.
Bruce Dickinson inclusive comentou sobre a faixa: “‘El Dorado’ é uma prévia do nosso próximo álbum de estúdio. Como nós iremos incluí-la na nossa setlist da ‘Final Frontier World Tour’, nós achamos que esse download seria uma ótima forma de agradecimento a todos os nossos fãs e apresentá-los ao álbum antes do mesmo ser lançado e de sairmos em turnê.”
Sobre as gravações, Bruce declarou:
“O estúdio tinha a mesma energia e foi EXATAMENTE como em 1983. NADA havia mudado! Até o obturador quebrado no canto… O mesmo carpete… Tudo… Foi realmente muito assustador. Mas nos sentimos muito relaxados num ambiante tão familiar e tão bem trilhado e acho que isso transparece nas músicas e na atmosfera do álbum.“
Mombojó
Mombojó – Amigo do Tempo
Após quatro anos de espera, os fãs do Mombojó acordaram nesta segunda-feira com excelentes notícias: o novo álbum da banda, “Amigo do Tempo”, está disponível para audição e download no site oficial da banda, e totalmente grátis. O novo trabalho, sucessor de “Homem-Espuma” (2006), foi gravado ao longo dos últimos três anos, em oito estúdios diferentes, e conta com uma sonoridade que, ao mesmo tempo em que lembra a estreia da banda, com “Nadadenovo” (2004), aponta para texturas nunca antes aparesentadas pelos pernambucanos.
Mas nada que deva preocupar os admiradores do som bem característico do grupo. A MPB com elementos de jazz e de música eletrônica segue sendo a principal vertente sonora em “Amigo do Tempo”, e chama a atenção logo na faixa de abertura, “Entre a União e a Saudade”. O rock, claro, não foi esquecido, e aparece logo na terceira faixa, a empolgante “Passarinho Colorido”. Outros destaques na primeira ouvida foram a bonita balada “Triste Demais” e a faixa-título “Amigo do Tempo”, que apesar de ecoar bandas de indie rock “dançante”, como Franz Ferdinand, soa completamente original, e precede muito bem “Papapa”, música que fecha o álbum. A produção do disco é assinada por Pupillo, baterista e percussionista da Nação Zumbi, Rodrigo Sanches e Evaldo Luna.
Para ouvir e/ou baixar “Amigo do Tempo”, clique aqui.
Kings Of Leon
Desde o início de Abril, o Kings Of Leon trabalha no sucessor de “Only By The Night”, de 2008. Apesar de o álbum ainda ná ter previsão de lançamento, o grupo já aproveita a nova turnê de verão para apresentar algumas músicas novas para o público. No último Domingo, em show em Nova Iorque, o KOL estreou “Immortals“, “Mary”, e a quase country “Southbound”, que você vê abaixo:
Em entrevista recente à revista SPIN, o baterista Nathan Followill disse que o novo álbum tem músicas mais animadas, que lembram o primeiro álbum deles, “Youth & Young Manhood”, de 2003.
Faith No More
Um dos maiores discos da história do rock foi relançado em disco de vinil duplo, de 180 gramas e altíssima fidelidade.
Trata-se de “Angel Dust”, do Faith No More, que foi lançado originalmente em 1992 e é o segundo disco de estúdio da banda a contar com Mike Patton nos vocais, mas o primeiro em que ele realmente teve influência artística, já que no álbum anterior, “The Real Thing”, Patton gravou sons que em sua maioria já estavam prontos.
O disco acaba de ser relançado em LP duplo, ambos de 180 gramas e com som remasterizado a partir das fitas originais, com uma tecnologia que o fabricante chama de Ultra Analog.
Tanto investimento em fazer uma obra tão cheia de detalhes talvez se justifique pelo fato que esse é o disco mais bem vendido dos caras fora dos Estados Unidos e é considerado por muitos como o melhor álbum da carreira do Faith No More.
O The Offspring começou a gravação do sucessor de “Rise and Fall, Rage and Grace”, de 2006, produzido novamente por Bob Rock (Metallica, Bon Jovi).
Os integrantes da banda descreveram, em diversas entrevistas, a sonoridade do novo álbum como uma “continuação natural” do último disco, mas com influências do punk rock californiano do terceiro álbum deles, “Smash”, de 1994.
A banda liberou um teaser de 15 segundos com um trecho de uma música nova. Veja:
Na minha opinião, lembra muito mais o som do Foo Fighters que o dos primeiros trabalhos do The Offspring. Mas é só um trecho de uma música, então ainda é cedo para especular…
Alexisonfire
O show que a banda canadense de post hardcore Alexisonfire realizou em Sydney, no Forum, no dia 22 de fevereiro deste ano, está disponível em vídeo e na íntegra!
“Drunk, Lovers and Saints”
“No Transitory”
“Boiled Frogs”
“Born and Raised”
“We Are The Sound”
“Old Crows”
“Waterwings”
“Rough Hands”
“Accept Crime”
“Accidents”
“The Northern”
“This Could Be Anywhere”
“Young Cardinals”
“Happiness by the Kilowatt”
Professor Green / Lily Allen
O rapper inglês Professor Green, que começou sua carreira aos 18 anos de idade (hoje com 26) e que no ano passado assinou com a grande Virgin Records, lançará o seu segundo álbum neste ano.
“Alive Till I’m Dead” está programado para ser lançado no dia 12 de julho, mas por enquanto só o seu título e a sua tracklisting foram confirmados.
Tracklisting:
01. “Kids That Love To Dance”
02. “Just Be Good To Green (feat. Lily Allen)” (samples “Just Be Good To Me” – The SOS Band)
03. “I Need You Tonight (feat. Ed Drewett)” (samples “Need You Tonight” - INXS)
04. “City Of Gold”
05. “Oh My God”
06. “Jungle”
07. “Do For You”
08. “Falling Down”
09. “Monster”
10. “Closing the Door”
11. “Where Do We go”
12. “Goodnight”
Como pode ser visto na tracklisting divulgada, o álbum contém duas participações especiais e samples.
A faixa “I Need You Tonight”, que conta o sample de “Need You Tonight” (INXS) e com a participação de Ed Drewett, foi o primeiro single lançado (em abril).
O segundo e atual, “Just Be Good To Green”, que conta com o sample de “Just Be Good To Me” (The SOS Band) e participação de Lily Allen (que divulgou que após a turnê “It’s Not Me, It’s You” iria dar um tempo na carreira musical – chegando até a pensar em parar de vez – para se dedicar ao teatro e uma linha de roupas com a sua irmã), só vai ser lançado oficialmente em julho, mas a música foi divulgada no dia 12 de maio e o clipe no dia 21 do mesmo mês.
A ideia da colaboração surgiu durante uma conversa entre os dois, via Facebook. Professor Green comentou:
“Nós começamos a conversar pelo Facebook e eu mencionei a música, que acabou se tornando uma das suas favoritas. Ela então sugeriu cantar nos refrões. Não demorou muito para me convencer! Lily é perversa. Ela é simples e honesta, você sempre sabe onde você está com ela.“
Professor Green também falou sobre o clipe:
“Lily é perversa. Ela está olhando icônica, como ela sempre faz. [...] E ali há garotas por todo o local, com pouca roupa. O tema da música é sobre garotas.“
Falando em roupa, Lily Allen usa no vídeo Louis Vuitton e Chanel.
Deftones
Quem se apresentou no programa “Jimmy Kimmel Live”, foi o Deftones, que lançou no dia 5 de maio o álbum “Diamond Eyes” (para conferir todos os detalhes sobre esse lançamento, clique aqui).
Assista abaixo aos vídeos que foram televisionados no dia 4 deste mês.
“Diamond Eyes”:
“Change (In The House Of Flies)”:
Mad Caddies
Os ska punkers californianos do Mad Caddies irão lançar um álbum retrospectivo neste ano.
“Consentual Selections” – que também trará duas faixas inéditas – será composto por materiais dos sete registros já lançados pela banda: Cinco álbuns de estúdio, um EP e um álbum ao vivo.
O album será lançado no dia 20 de julho via Fat Wreck Records, em CD, versão digital e LP duplo (com prensagem limitada a mil cópias).
Confira a tracklisting que foi escolhida pelos fãs, por votação através do site da banda:
01 “Backyard”
02 “Leavin”
03 “No Hope”
04 “Drinking For 11″
05 “Mary Melody”
06 “State Of Mind”
07 “Falling Down”
08 “Just One More”
09 “The Bell Tower”
10 “Monkeys”
11 “Days Away”
12 “Silence”
13 “Road Rash”
14 “Whatcha Gonna Do”
15 “All American Badass”
16 “Reflections”
17 “The Gentleman”
A pré venda ainda não começou. Mas fique ligado por aqui pois avisaremos.
O álbum de inéditas mais recente do Mad Caddies, é o “Keep It Going”, lançado em 2007. Mas a banda prometeu que outro novíssimo será lançado ainda neste ano e uma nova turnê também está próxima de acontecer.
As novidades de agora são que a banda irá se apresentar no dia 15 no programa de David Letterman, o “Late Show with David Letterman”, no dia 16 no Colbert Report e no dia 18 no programa “Live with Regis and Kelly”. A banda também participará do especialíssimo centéssimo episódio que marca a volta do desenho “Futurama”, que será televisionado a partir do dia 24 de junho nos Estados Unidos.
Além disso, o Devo colocou o “Something For Everybody” – versão standard – na íntegra para audição neste link. [Clique no bannerzinho do Devo no lado direito da página e sim, não há nenhuma página especial, infelizmente. Escute por ali mesmo.]
Ainda sobre o “Something For Everybody”, vale dizer que os fãs sofreram um certo boicote do próprio Devo. A banda havia criado o “Song Study”, um site onde os fãs escolheriam as doze músicas (de dezesseis) que iriam entrar para o álbum. Porém, o Devo lançou o registro com oitenta e oito por cento do material que os fãs haviam escolhido, alegando que algumas músicas que ficaram de fora deveriam estar incluídas no registro.
Aparentemente numa tentativa de acalmar os fãs, a banda lançará o “álbum escolhido” por eles em mp3 e também resolveu lançar o registro numa edição deluxe (a princípio também em mp3), que traz a tracklisting regular mais as quatro faixas que tinham ficado de fora:
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Pearl Jam
Uma música inédita do Pearl Jam, chamada “Better Days” vazou pelo site do selo Monkey Wrench Records, da própria bandana última terça-feira. Um post assinado por um “pete” no site da Monkey Wrench convidava um tal de Greg a ouvir a música, em nome de Kelly Curtis, empresário da banda. Ouça “Better Days” aqui.
Ainda não há informações sobre quando a música foi gravada, ou se será lançada oficialmente, e o post com a música já foi apagado. “Better Days” era o nome de uma demo das sessões de gravação do sexto álbum do Pearl Jam, “Riot Act”, de 2002, mas não há qualquer confirmação de que seja essa mesma música.
The Offspring
O The Offspring começou a gravação do sucessor de “Rise and Fall, Rage and Grace”, de 2006, produzido novamente por Bob Rock (Metallica, Bon Jovi).
Os integrantes da banda descreveram, em diversas entrevistas, a sonoridade do novo álbum como uma “continuação natural” do último disco, mas com influências do punk rock californiano do terceiro álbum deles, “Smash”, de 1994.
A banda liberou um teaser de 15 segundos com um trecho de uma música nova. Veja:
Na minha opinião, lembra muito mais o som do Foo Fighters que o dos primeiros trabalhos do The Offspring. Mas é só um trecho de uma música, então ainda é cedo para especular…
Pete Yorn
O cantor, guitarrista e compositor Pete Yorn anunciou detalhes de seu novo álbum, previsto para o segundo semestre do ano. O disco vai levar o nome do cantor, e vai ter o seguinte tracklist:
1. Precious Stone
2. Rock Crowd
3. Velcro Shoes
4. Paradise Cove I
5. Badman
6. The Chase
7. Sans Fear
8. Always
9. Stronger Than
10. Future Life
11. Wheels
O álbum é o quinto de Yorn, e o primeiro desde “Break Up”, disco que lançou em parceria com a atriz Scarlett Johansson, no ano passado.
Rage Against The Machine
O Rage Against The Machine fez um cover de “White Riot”, do The Clash, em um show gratuito que fizeram em Londres na última terça-feira. Veja como ficou a versão:
Das 17h às 18h de hoje (horário brasileiro), a BBC vai transmitir o especial “The Story Of Epitaph”, contando a história de uma das gravadoras mais importantes do rock recente, O programa vai ter a participação de Brett Gurewitz, do Bad Religion, Dexter Holland, do The Offspring, Frank Turner, Gallows, Ghost of a Thousand e The Blackout. Ouça aqui.
Sim, você já sabe que hoje é o Record Store Day, porque aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos! a gente não para de falar disso, mas entenda, pra nós é como se hoje fosse Natal, Aniversário, Dia das Crianças!
Além de todas as matérias bacanas que já fizemos, resolvi perguntar para os amigos, colegas, parceiros e leitores do site sobre suas histórias em lojas de disco.
Basicamente, pedi para que dessem um depoimento respondendo 2 perguntas:
“Qual a importância das lojas de discos pra você e qual foi o primeiro álbum que você comprou?”
O resultado tá aí embaixo e ficou bem legal. Aproveite e deixe seu depoimento nos comentários!
Loja de discos na minha época de jovem curioso era a fonte de informações mais precisa e completa da galera, no rio tinha a hard n’ heavy, bone yard, spider… nessas lojas comprei minhas primeiras demos, descobri bandas e discos que estão na minha vida até hoje, e isso tudo antes do resto do mundo ver o clipe na mtv.
Não lembro do primeiro disco que comprei, falei um outro dia mas descobri que não tinha sido esse….
Lembro de comprar na área de discos da falecida Mesbla o “Motorhead – 1916″ em vinil.
Juntei dinheiro um bom tempo… a capa me encantava e ainda tinha uma música chamada “Going To Brazil” e outra “R.A.M.O.N.E.S.”, encantador.
Bom, sempre rola um saudosismo falar em vinil, mesmo porque quando comecei a me interessar realmente por música, era só isso que existia… vinil e fita-cassete. Lembro até hoje que o primeiro disco de rock que eu ganhei, foi em meados de 1985, quando eu tinha exatos 5 anos, uma tia-avó minha me presenteou com o “Rádio Pirata – Ao Vivo” do RPM. Agora pense em uma criança de 5 anos ouvindo RPM na sala de casa em um volume ALTO, bem alto… mesmo porque no próprio disco vinha escrito “escute alto” – e é claro que uma criança obedecia isso facilmente.
Os anos foram passando e me lembro de ter comprado vários outros… O Blesq Blom dos Titãs, Psicoacústica do IRA! (que vinha até com o óculos 3D pra vc ver a capa “se mexer”) e por aí foi. Uns anos mais tarde entrei naquelas do heavy/thrash metal, e então vieram os discos do Slayer (Season in the Abyss), Sepultura (Bestial Devastation) e etc (sem contar com os de death metal do tipo Pungent Stench, Deicide, Defecation e outros). Eram épocas que o normal era comprar vinil, já que não se tinha outra mídia (tirando a fita-cassete).
Nessa mesma época, tive contato com os clássicos “Apetite for Destruction” do Guns n Roses, “Nevermind” do Nirvana, “Vulgar Display of Power” do Pantera, “Ten” do Pearl Jam e todos do Metallica até o black album… dali pra frente a coisa mudou, veio a era do CD e matou as bolachas, quase que definitivamente.
Ainda tenho todos esses discos em casa, mas foram anos e anos sem ao menos me interessar mais em comprar alguns vinis, o CD realmente tinha tomado conta de tudo.
Tempos pra cá comecei a reavaliar os conceitos todos, tanto sonoro quanto estético e de valor sentimental, e percebi que nada mais valioso do que um belo vinil, com seu charme todo rodando na vitrola e com a sua arte algumas boas vezes ampliadas, tanto para os seus olhos quanto para as suas mãos.
Nessa reviravolta do vinil, de uns anos pra cá, a minha primeira aquisição foi um grande clássico pra mim que conheci em CD, o “Dial In Sounds” do Brandtson, em edição limitada na cor branca… pronto, foi dado novamente o chute inicial, e daí pra frente, prometi pra mim mesmo que todos os clássicos que eu conheci em CD eu teria em versão de vinil – caso saíssem suas edições comemorativas, especiais e tudo mais… e hoje tamos aí, colecionando uma por uma, e posso dizer que o prazer é muito maior do que de comprar um CD… e te juro que isso não é apenas saudosismo da minha parte. Quem compra, sabe.
As lojas de discos foram os estabelecimentos que mudaram minha vida. O primeiro disco que eu mesmo comprei, ainda criança foi o Ultraje a Rigor – Crescendo. Aquela musica “Filha da Puta” bombava e eu, uma criança de 9 anos, adorava cantar aquilo alto pra irritar a minha mãe.
Mas foi particularmente em 1991, eu com 11 anos, fiquei apaixonado pelo Guns n´Roses quando vieram no Rock in Rio II e havia uma loja de discos do outro lado da rua de minha casa. Mas nao era qualquer loja, era BEM alternativa (incrível isso numa cidade do interior há tempos atrás).
Foi lá que indo atrás de Guns, com o tempo, descobri o Metallica, Motorhead, Slayer, Sepultura e um dia os Ramones. A loja ja tinha me levado pro lado da música, mas foi aquele vinil dos Ramones – Ramones Mania, que me levou pro punkrock e deixei de ser cabeludo de preto metaleiro infantil (rs.) pra punkrocker skate cabelo verde e alfinete na orelha.
Foi nessa loja também que eu e o Léo Kobbaz nos conhecemos e foi de lá que surgiu o Street Bulldogs.
Uma única lojinha de discos alternativa, numa cidadezinha de interior, num pontinho comercial de 4x4m, há 20 anos atrás, não só mudou a minha vida, como a de muita gente daqui, o que se criou uma cena ao redor dessa loja e dos showzinhos que fomos começando a organizar. Ali foi o ponto inicial de tudo o que eu vivo hoje.
Sinceramente, eu acho que “eu não seria eu” se não fosse essa loja e o dono na época, o saudoso Cabral (in memorian) meu guru metaleiro que deu o primeiro empurrão pra essa vida.
O primeiro disco comprado que me lembre foi o Ramones “Brain Drain”, a capa do disco me dava medo, acho que foi isso que instigou comprar, ouvi demais essa porra. Mas a impôrtancia das lojas antigamente é que eram o nosso google de hoje, saca? Lembro de sempre perguntar aos vendedores se tinha algo parecido com nirvana, ramones ou beatles, era um lugar de buscar não só disco como conhecimento.
Meus pais sempre foram bem “musicais”, então desde cedo eu e meu irmão tivemos contato com música. Apesar disso, a gente não tinha vitrola, era na base do K7. Quando meu pai enfim comprou um aparelho de som, meu irmão, que é mais velho, iniciou sua coleção de discos e eu ia ouvindo por tabela, Ultraje, Paralamas, Engenheiros, Camisa de Vênus, Titãs, enfim o rock brasileiro dos anos 80… Na virada pros 90, fomos crescendo, nossos cabelos também, e a música foi ficando mais pesada… Assim, o primeiro vinil que comprei, que usei um dinheirinho meu mesmo pra isso, foi o “Anarkophobia”, do Ratos de Porão, no Carrefour da Vila Maria! Como saiu pela Eldorado ele foi parar nas prateleiras de uma grande magazine, que bom pra mim!
Depois disso, ia à Galeria do Rock, quando ela era feia, suja, as escadas rolantes não funcionavam e se fugia de carecas e (ironia) punks, ou ainda na lendária Woodstock, ali na saída da Estação Anhangabau… Hoje as pessoas têm rinite e sociofobia, então recorrem à plasticidade disfarçada de praticidade das lojas online… Sad but true, diria o Metallica! Ácaro é vida, literalmente!
Kennedy Lui, guitarrista e vocalista da banda Zebra Zebra
As lojas de discos e os departamentos de cds/dvds/livros sempre foram as lojas ou seções que mais me atrairam na adolescência. Ainda hoje quando vou na Fnac, Saraiva e etc é fácil “perder” horas por lá. Atualmente não compro tantos cds como antigamente, mas ainda deixo minhas “verdinhas” quando sai um disco indispensável. Há mais ou menos um ano eu voltei a comprar LPs e agora me divirto nos Sebos.
O primeiro cd que comprei com o meu dinheiro pra ouvir no meu primeiro Micro-System foi “Raimundos – Lavô tá novo”. Na mesma semana eu e meus irmãos ganhamos: “Ramones – Acid Eaters” , e as coletâneas de dance “Top Surprise” e “Hit Parade”.
Meu primeiro LP foi uma coletânea do Jorge Ben.
Loja de discos é aquele tipo de loja que você pode passar 10 minutos ou 1 hora que você não vai notar o tempo passar, e quando se trata de uma loja de discos independente, você tem a oportunidade de encontrar cada raridade que nunca imaginou encontrar por aí numa loja convencional.
Confesso que não sou um bom comprador de discos, mas adoro passar o tempo nas lojas olhando suas capas e vendo a diversidade delas.
Meu primeiro disco deve ter sido com uns 13 anos, que no caso eu não comprei e sim ganhei: Toxicity do System Of A Down… depois disso comecei a comprar uns albuns, mas até hoje não virou costume pelo preço elevado mesmo.
As primeiras coisas boas que tive (CD) foi o primeiro da Legião e ‘the best of the beast’, do iron.
Em LP mesmo, só guardei o do simpsons! Haha
Se fosse pra comprar um disco no Record Store Day, seria o lançamento do Wilco.
Posso ficar ouvindo os solos do Nels Cline por horas!
As lojas de discos (e/ou CDs) sempre estiveram presentes em minha curta existência. Lembro-me de passar dias inteiros pelas lojas da Galeria do Rock aqui em SP, onde adquiri inúmeros títulos e onde também me desfiz de vários outros.
O primeiro disco que eu me lembro de ter comprado, DE FATO, na verdade não foi somente um, mas dois! Os dois primeiros álbuns que eu comprei com a minha grana foram o “Bowling Bowling Bowling Parking Parking”, excelente bootleg do Green Day e o “Recipe For Hate” do Bad Religion. Ambos foram adquiridos na época em que eu arriscava os meus primeiros acordes na guitarra e me acompanham até hoje!
Fernanda Parisi, webdesigner do Tenho Mais Discos Que Amigos!
O primeiro vinil que tive foi um da Turma da Mônica, que sério, acho que escutei até arranhar. Meu pai comemorou o dia que ele não tocava mais porque aparentemente eu o escutava com muita frequência. E acho que se eu o visse à venda hoje comprava sem pensar. Outros que me marcaram bastante foi um do Golden Boys cantando músicas dos anos 60, o do Seu Boneco, da TV Colosso e o Jive Bunny and the Mastermixers (todo mundo falando de música séria e eu com minhas pérolas). Eles tomavam lugar de destaque no meu quarto, no meio do Lego e das Barbies (tinha o que, uns 6 anos, por aí). Sempre fui fascinada pelas artes das capas, então ir em loja de discos pra mim quando criança era tão bacana quanto ir numa loja de brinquedos. Hoje em dia, quando o Tony começou a colecionar vinis, a primeira coisa que eu fiz foi ir atrás de uma maneira de colocá-los pendurados na parede.
Hoje aqui em Florianópolis são poucas as lojas que vendem música – exclusivamente mesmo são pouquíssimas. Acho que esse mercado tem que ser mais valorizado. Também gostaria que meus filhos pudessem ficar fascinados ao entrar num lugar desses
Desde pequeno, eu vagava por cada centro comercial, cada shopping, sem rumo pelas prateleiras das lojas de música. Com o surgimento da internet, vi praticamente todos esses estabelecimentos, grandes ou pequenos, fecharem as portas. No entanto, não vejo o Record Store Day como uma porta para o passado, mas como uma celebração da música de hoje e do futuro. A internet abriu sim, novos caminhos, mas não substituiu o prazer de segurar um disco em mãos, de analisá-lo e reanalisá-lo, e de ouvir a música viva pelos alto-falantes. Como músico e amante da música, é lindo saber que, em pelo menos um dia de cada ano, todo o suor, dedicação e disciplina inseridos em cada segundo dessas canções (e das capas maravilhosas) sejam celebrados como arte, e não como meia dúzia de megabytes, ou algumas dezenas de reais. Vida longa ao Record Store Day!
Meu primeiro vinil foi a versão brasileira da trilha sonora do seriado do Batman, aquele cheio de “SOC!”, “TUM!”, “POW!”, hahaha. Ainda guardo ele até hoje, com muito carinho.
As lojas de discos representam muito pra mim. É onde eu mais me encontro; onde eu poderia passar uma eternidade e só sair forçada. Cada visita a alguma delas, me traz boas lembranças e momentos de muita paz, conhecimento e euforia. É inexplicável.
Ah… O primeiro disco que comprei foi o “Cheshire Cat”, do Blink 182. Aliás, acho que principalmente no Brasil, Blink 182 é uma das bandas mais presentes na vida de qualquer pré-adolescente e adolescente, que os acompanhou ou não desde o começo da carreira.
O ambiente de uma loja de discos é transcedental. De repente, tens ao teu redor todos os teus ídolos (obviamente, todos aqueles que detestas também) e a vontade é de passar dias e dias ali, ouvindo um por um, viajando pelo tempo. Precisa mais alguma coisa? Pra mim é quase como uma biblioteca ou livraria (e veja, eu também sou bibliófila, então o negócio é sério).
Meu primeiro disco foi o homônimo do Black Sabbath, na época em que eu ainda era guria e só tinha as opções vinil e k7 em casa. Ganhei do meu pai e nem sei que rumo tomou: foi embora junto com o toca discos que tínhamos na época e julgamos não ser tão bom quanto um toca cds. Enganados, óbvio. Só depois ele trouxe a vitrola velha de volta pra casa. O disco não voltou, mas o amor pelo Sabbath ficou pra contar a história.
Disco é mais puro, disco é mais real, disco é mais legal! Acredito se acabar as lojas de discos, ainda assim não vai acabar esse movimento dos vinilmaníacos! Mas é de muuuita importância a loja! Tanto a loja via web, quanto a loja que tem lá no seu bairro, ou naquele endereço distante, que a gente anda tanto pra achar! E os sebos? Outra maravilha! Quem nunca achou aquele discão de suma importância para a sua vida, que só de pegar ele na mão dá arrepios? Aí você vai olhar o preço…uma bagatela!!! Aí pensa: “Quem foi o desesperado, e doente, que deixou esse tesouro aqui?” Sempre acontece!
Meu primeiro disco de vinil foi Back In Black do ACDC…eu, muleque na época, me emocionei…O último? Um split de 7 polegadas dos brasileiros do Violator com os estadunidenses do Hirax! Lindo!
O Vinil não vai morrer não…vai ter muito mais vida que o CD…pelo menos enquanto nós, amantes do formato, continuarmos com nossa cabeça dura, e repassarmos para os próximos amantes da boa música.
Então,
Acho lojas de discos lugares legais pra encontrar música diferente do seu habitual, especialmente pra quem gosta dos álbuns como obras completas, não só as músicas nele, mas as informações do encarte, o material gráfico e tudo mais que vem nas caixinhas.
Ontem mesmo estive em uma e tive gratas surpresas como boxes e mais boxes de tango, discos do era e do Information Society. O bom das lojas de disco é que as coisas estão na sua frente, mesmo as que dificilmente você
baixaria, então você pode se surpreender sempre.
O primeiro disco que eu comprei, se me lembro bem, foi o Debut do Gorillaz, o primeiro que tive foi o do Mamonas assassinas, mas foi um presente.
Lucas Silva, Leitor do Tenho Mais Discos Que Amigos!
Assim como é uma criança em uma loja de brinquedos, sou eu em uma loja de discos. Sempre tive aquela coisa de ficar indo na loja da minha cidade todas as semanas, só pra ver quais os novos discos de rock e outros estilos que eu gosto haviam chegado, e então ver toda aquela prateleira de discos novos esperando para serem ouvidos e aproveitados até o fim.
A minha vida mudou depois que fiquei mais ligado em relação a música, principalmente ouvindo bandas punks politizadas como Green Day, Bad Religion, NOFX, Offspring, graças aos meus amados discos. O primeiro disco que comprei foi American Idiot do Green Day, eu já havia ouvido o Dookie, porque a minha irmã o tem, mas American Idiot foi o álbum que fez com a minha vida mudasse, fez que eu me interessasse por política, por tocar um instrumento, escrever minhas próprias músicas, não ligar para o que os outros dizem, todas essas coisas. Sem este disco eu não seria quem eu sou.