A série “Punk Goes…” foi lançada em 2000 pela Fearless Records com uma primeira coletânea chamada “Punk Goes Metal“, onde obviamente bandas punks como AFI, Strung Out, Death By Stereo, The Aquabats e Ten Foot Pole faziam covers de bandas de metal como Poison, Slayer, Metallica e AC/DC.
A ideia deu tão certo que a gravadora passou a lançar uma dessas quase a cada ano, mas sempre mudando a temática. Teve pop, anos 80, anos 90, rap e agora é a vez do “Punk Goes Classic Rock”.
Dá uma olhada na tracklisting:
1. Hit The Lights “More Than A Feeling” (Boston)
2. VersaEmerge “Paint It Black” (The Rolling Stones)
3. The Almost “Free Fallin’” (Tom Petty & The Heartbreakers)
4. Mayday Parade “We Are The Champions” (Queen)
5. The Summer Set “Rock ‘n Roll All Nite” (KISS)
6. We The Kings “Caught Up In You” (.38 Special)
7. A Skylit Drive “Separate Ways (Worlds Apart)” (Journey)
8. I See Stars “Your Love” (The Outfield)
9. Pierce The Veil “(Don’t Fear) The Reaper” (Blue Oyster Cult)
10. Forever The Sickest Kids “Crazy Train” (Ozzy Osbourne)
11. The Maine “Pour Some Sugar On Me” (Def Leppard)
12. Envy On The Coast “All Along The Watchtower” (Jimi Hendrix)
13. Every Avenue “Take Me Home Tonight” (Eddie Money)
14. Never Shout Never “Bohemian Rhapsody” (Queen)
15. blessthefall “Dream On” (Aerosmith)
É uma pena que ao longo do tempo a coletânea tenha virado mais um “Emo goes…” ou “O-que-estiver-na-moda goes…” e as bandas escolhidas não tenham quase vínculo algum com o punk, como as primeiras edições tinham.
De qualquer forma o lançamento oficial é no dia 27 de Abril, e o link é esse aqui.
Brendan Kelly / Joe McMahon
Brendan Kelly, baixista e vocalista do meu querido Lawrence Arms e Joe McMahon do Smoke Or Fire estão lançando um split chamado “Wasted Potential” pela Anchorless Records.
O disco está sendo lançado apenas em disco de vinil, branco ou preto.
O Lado A ficou todo com Brendan Kelly, que regravou 6 músicas próprias e uma cover de “Kiss The Bottle” do Jawbreaker.
Já o Lado B é de Joe, que também gravou 6 próprias e uma cover de “Let The Train Blow The Whistle” do Mr. Johnny Cash.
Eu já garanti o meu e confesso que estou muito ansioso para ouvi-lo. O link oficial é esse aqui.
The Adicts
O Adicts está relançando mais um álbum da sua carreira em vinil.
Dessa vez trata-se de “Smart Alex”, quarto disco de estúdio dos caras lançados originalmente em 1985 e que começou a ser vendido no dia 16 de Fevereiro pela Taang! Records em uma edição limitada a 500 cópias em um disco de vinil vermelho bonitão, pra combinar bem com a capa.
O Five Iron Frenzy foi uma das bandas de ska mais importantes dos anos 90. Apesar de carregar o rótulo de “banda cristã”, os caras conquistaram uma legião de fãs apaixonados que ficaram órfãos em 2003, quando eles resolveram acabar com o grupo.
7 anos depois, a banda continua sendo citada, ouvida e consumida, já que os 5 discos de estúdios do Five Iron Frenzy continuam sendo muito bem vendidos ao redor do planeta. Talvez por isso eles resolveram lançar um DVD esse ano chamado “The Rise And Fall Of Five Iron Frenzy”.
São 2 discos com material de mais de 15 anos de estrada, contendo performances ao vivo, depoimentos, imagens do último show da banda, e material sobre o que os membros estão fazendo hoje em dia.
Na Interpunk é possível comprar um pacotão com o DVD e uma camiseta que estampa: “Eu esperei 15 anos pelo DVD do Five Iron Frenzy e tudo que eu ganhei foi essa camiseta tosca”. É só clicar aqui.
Man Overboard
Os pop-punkers do Man Overboard estão lançando o disco “Before We Met: A Collection Of Old Songs”, que como o nome bem explicativo diz é uma coleção de faixas demo e raridades do grupo regravadas com melhor qualidade e novos arranjos.
O disco está sendo lançado pela Panic Records e há 3 pacotes diferentes para o mesmo:
O Death From Above (que depois viria ser chamado de Death From Above 1979) foi um dueto punk/dance do Canadá que durou apenas 5 anos, tem só um disco de estúdio mas ganhou status de hype na cena indie/alternativa e até hoje é ouvida e reverenciada por muitos (“Let’s Make Love And Listen To Death From Above” do Cansei de Ser Sexy, ou CSS, não me deixa mentir).
O EP “Romantic Rights” foi lançado em 2004, pouco antes do disco “You’re A Woman, I’m A Machine” e contém 2 músicas que viriam fazer parte desse álbum de estúdio.
Após muito tempo fora de catálogo, o influente EP está sendo vendido denovo em CD e pode ser encontrado aqui.
F-Minus
O F-Minus era uma banda de hardcore/thrash/protesto que existiu entre 1995 e 2004 e que ganhou notoriedade por ter em seu line-up o técnico de guitarras do Rancid, Brad Logan, que virou até nome da música que o Rancid fez para a coletânea “Chef Aid” do South Park.
Fora isso, os caras consolidaram seu nome na cena independente e eram referência no estilo, até acabar há 6 anos atrás.
A Rancid Records (uma espécie de selo pra lançar amigos do Rancid) está relançando o EP “Failed Society”, de 1997, que havia sido lançado originalmente pela Hellcat de Tim Armtrong. O link é esse aqui.
Esse é um clássico que faltava na minha coleção. Pra mim “Fresh Fruit For Rotting Vegetables” é um dos discos mais importantes da história do rock e essencial pra qualquer um que goste do punk. Essa versão do vinil é uma reedição da Cleopatra Records e vem com um poster gigantesco, animal, cheio de fotos e colagens legais.
Indispensável!
The Playing Favorites
O The Playing Favorites é um quinteto formado por membros de outras bandas. Podemos chamar de supergrupo, já que temos Joey Cape do Lagwagon, Me First And The Gimme Gimmes e Bad Astronaut e Marko DeSantis, do Sugarcult, que também tocou com Cape no Bad Astronaut.
Eu não conhecia a banda, e ano passado quando comprei alguns discos, a loja estava dando “I Remember When I Was Pretty” de graça para compras acima de 15 dólares, era só pagar o frete. E por que não? Confesso que não me arrependi!
O disco é MUITO bom. O vocal em cada música é alternado em cada uma das músicas, todas alternando entre o indie e o pop/rock de maneira bem feita. Se pararmos pra pensar que esse disco foi gravado em 5 dias, período em que todos os membros conseguiram se reunir, fica mais impressionante ainda. Recomendadíssimo!
O disco de vinil é lindão, em azul com manchas brancas, combinando bastante com a capa que também é bem bonita. Veja!
The Lawrence Arms
Provavelmente o trio de Chicago mais conhecido é o Alkalino, mas eu devo confessar que fico com o Lawrence Arms. A discografia dos caras é sólida demais, eles mostram talento impressionante ao alternar vocais e fazer uns arranjos lindos só com uma guitarra, um baixo e uma bateria.
“Cocktails And Dreams” tem esse nome porque segundo eles, drinks e sonhos são o que os mantém vivos e com vontade de continuar fazendo o que fazem. Ainda bem!
O disco é uma coletânea de b-sides, raridades e músicas demo lançado pela Asian Man Records, quando a banda já estava com a Fat Wreck Chords.
O lance é que o disco é tão grande e recheado de músicas que acabou virando referência no catálogo da banda, longe de ser apenas uma coletânea. “100 Resolutions”, por exemplo, é uma das músicas preferidas dos fãs dos caras.
O LP é duplo, e essa edição é uma homenagem à bandeira de Chicago, então traz um vinil azul claro e outro branco, que são as cores predominantes da bandeira.
O disco branco veio com um quebradinho no canto, mas como ali não tem áudio gravado nem fui atrás. Achei até um diferencial! A caixa é em formato gatefold, pra abrigar os 2 discos, e tem umas fotos muito legais da banda, com umas montagens que dão um ar “3d” pra imagem.
Clique nas fotos para ampliá-las.
Estou voltando de férias e finalmente colocando as coisas em ordem. Uma delas é tirar e editar fotos de vários discos que eu tenho adquirido pra colocar aqui na seção Chegou!.
Hoje tem a coletânea da Fat Wreck Chords, a Wrecktrospective, um EP raro do NOFX e o último disco do excelente Lawrence Arms.
Espero que gostem das fotos, e cliquem nelas para ampliá-las!
Wrecktrospective
“Wrecktrospective” é a coletânea/retrospectiva da Fat Wreck Chords, gravadora capitaneada por Fat Mike do NOFX e que em seus vinte anos de existência lançou muita, mas muita música boa.
A coletânea vem com 3 CDs. O primeiro é o “Fattest Hits”, uma espécie de “Greatest Hits” com as bandas e as músicas que foram lançadas pela gravadora e mais fizeram sucesso.
O segundo só tem Demos (não à toa ele é chamado “Demos”) e versões raras de bandas do catálogo dos caras. Destaque pra versão demo de “It’s My Job To Keep Punk Rock Elite” do NOFX que mostra um Fat Mike mais desafinado do que nunca. Digamos que é.. interessante!
Por último, o terceiro CD, que contém o “Fat Club” todinho. O Fat Club foi uma iniciativa da gravadora que lançou um programa de assinaturas, e todos que pagassem uma taxa e aderissem ao clube, receberiam um EP de 7″ por mês durante um ano. Foram discos de NOFX, MxPx, Lawrence Arms, Vandals, Randy, e mais.
Esses EPs estão esgotados e fora de catálogo há um bom tempo, e pela primeira vez ganham a luz do dia em CD.
A arte é um show à parte. Vários desenhos bacanas e pôsters de shows que me fizeram chorar, como a performance de divulgação do Rock Against Bush que contava “só” com NOFX, Alkaline Trio, Lawrence Arms, Dillinger Four e Against Me!. Se UMA banda dessas vem ao Brasil eu já surto, imagina todas na mesma noite.
Outra coisa que me chamou a atenção foi o Fat Mike contando a história da gravadora e como a partir de 2005, quando baixar MP3 de graça tornou-se algo corriqueiro ele teve que demitir gente, parar de contratar bandas e reduzir todo e qualquer tipo de custo para não ficar no prejuízo. É a primeira vez que eu vejo uma declaração honesta e não-chorona sobre o assunto, e confesso que gostei bastante, além de ter ficado pensando sobre a indústria da música.
Por último, um pôster duplo, de um lado com as capas de todos os lançamentos da FAT até hoje, desde o EP “The P.M.R.C. Can Suck On This” do NOFX até a própria Wrecktrospective e de outro lado depoimentos de membros de algumas bandas que passaram pela FAT como o Lagwagon, Strung Out, MxPx, Less Than Jake, Rise Against e Screeching Weasel sobre como foi estabelecido o contato entre banda e gravadora e como seus discos foram lançados.
É tudo muito bacana, e resume muito bem uma grande parcela da história do punk rock/independente nos últimos anos. Vale a pena! Tudo que eu falei aí em cima pode ser visto nas fotos, é só clicar e ampliar.
Don’t Call Me White
Esse EP do NOFX foi lançado em 1994 e desde então quando suas cópias acabaram ele nunca mais foi relançado e está fora de catálogo. Nem preciso dizer que foi um trabalho árduo consegui-lo, mas ele tá aqui!
Os quase 16 anos de idade ficam claros em alguns lugares como o selo no meio do vinil que deveria ser branco e já está amarelado, mas isso é normal. A capa é sensacional, combina demais com o nome da música, que é um dos hinos do NOFX.
O lado negativo fica pelo lado B, que não é inédito, mas sim uma música que saiu no “Punk in Drublic”, a inteligente “Punk Guy”.
Oh! Calcutta!
Se esse disco tivesse saído em 2009, ele seria disparado o melhor do ano pra mim. Mas ele saiu em 2007 e eu só conheci agora, então pra reparar o erro tive que conseguir rapidinho uma versão lindona dele em vinil.
Esse é um daqueles exemplos que, na minha opinião, deixa bem claro a preferência por discos de vinil.
A capa é linda, uma releitura da bandeira de Chicago com o logotipo do Lawrence Arms, e é quase obrigatório pendurá-la na parede. Além disso, todo o resto da arte segue a mesma linha e conta com ilustrações belíssimas e fotos muito legais do trio formado por Chris, Brendan e Neil.
Por último, aonde mais você poderia ter um encarte gigantesco, que na verdade é um poster, com fotos, todas as letras, agradecimentos e notinhas a mais? Só em uma caixa de disco de vinil.
Se você ainda não conhece, vá atrás, porque o “Oh! Calcutta!” é um dos melhores discos independentes dos últimos 5 anos, fácil.
Último dia do ano, e cá está minha lista de melhores e piores de 2009.
Os melhores discos eu já tinha postado nos últimos dias, um disco por post, então foi só compilar a lista em uma só.
A novidade são as categorias Melhor EP, Melhor Capa e Pior Capa.
Concorda? Discorda? Deixe seu comentário!
Feliz 2010 a todos!
Melhor Disco
Empate
Bomb The Music Industry! – Scrambles
Rancid – Let The Dominoes Fall
Set Your Goals – This Will Be The Death Of Us
Dear Landlord – Dream Homes
NOFX – Coaster / Frisbee
Zebra Zebra – Cabeças Novas Também Mofam
Broadway Calls – Good Views, Bad News
Paramore – Brand New Eyes
Green Day – 21st Century Breakdown
Lily Allen – It’s Not Me, It’s You
The Used – Artwork
Melhor EP (Compacto)
NOFX – Cokie The Clown
The Lawrence Arms – Buttsweat And Tears
Bomb The Music Industry! / Laura Stevenson And The Cans – Split
Bouncing Souls – Anniversary Series (os 4 EPs juntos)
Strike Anywhere – Iron Front
Kudrow – Lando
NOFX – My Orphan Year
The Gaslight Anthem – The ‘59 Sound (Reissue)
Broadway Calls – Be All That You Can’t Be
New Found Glory – Don’t Let Her Pull You Down
Melhor Capa
Set Your Goals – This Will Be The Death Of Us
Death By Stereo – Death Is My Only Friend
P.O.S. – Never Better
Weezer – (If You’re Wondering If I Want You To) I Want You To
Nothington – Roads, Bridges And Ruins
Jello Biafra And The Guantanamo School Of Medicine – The Audacity Of Hype
Está no ar a MEGA-PROMOÇÃO DE NATAL do Tenho Mais Discos Que Amigos!
Participe e concorra a um dos kits acima! Tem toca-discos, Vinil nacional, Vinil importado do NOFX e Blink-182, camiseta, CD Importado do Funeral For A Friend, Quadro do Green Day, Pen drive de 2GB com um montão de música do Gustavo Macaco e muito mais!!!
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MELHORES DO ANO
De 15 a 24 de Dezembro farei minha lista de melhores discos do ano, com um disco por post. Hoje temos o de número nove. Confere aí!
7 – Paramore – Brand New Eyes
Não, o Paramore não fez uma mega-mudança nem tomou outros rumos e reinventou o rock nesse disco, e isso é bom!
Se você já não gostava da banda, não começará a gostar com “Brand New Eyes”, já que na minha opinião o disco é uma bela continuação de “Riot!”, tomando a mesma linha, soando as mesmas guitarras, mas em composições pouco mais enriquecidas e com uma maior exploração dos limites da voz de Hayley Williams.
Cuidado, você pode fazer com o Paramore o que eu fazia com o The Used, e julgá-los por seus fãs, mas garanto que aqui há elementos de muita música boa que você ouve, e os caras sabem o que estão fazendo!
Pearl Jam
Três anos após seu último álbum de estúdio, o Pearl Jam retorna à ativa com “Backspacer”, disco que nos Estados Unidos esá sendo lançado pelo próprio selo da banda, a Monkeywrench Records e ao redor do mundo ficou a cargo da Universal Music Group.
Como já é praxe com a banda, o novo disco alcançou o primeiro lugar em listas de álbuns de praticamente todo o planeta, mesmo tendo apenas 3 meses de vida. Não ouvi o disco ainda, mas li em vários lugares que o New Wave está muito presente nesse trabalho e que músicas divertidas compõem o repertório desde “curto” álbum, já que pouco mais de 36 minutos de duração para o Pearl Jam pode ser assim considerado.
Para divulgar o álbum, a banda vem lançando alguns singles que trazem tanto no Lado A quanto no Lado B músicas que estão presentes nele, mantendo a arte original do disco. Dá uma olhada:
“The Fixer” – Maxi Single em edição limitada, conta com a faixa título e “Supersonic” no “Lado B”
“Backspacer” pode ser encontrado em disco de vinil, o link é esse aqui.
MC5
Kick Out The Jams, MOTHERFUCKER!
O clássico dos clássicos dos clássicos MC5, ícone do proto-punk e influente desde o seu primero acorde, lançará em 2010 via Cleopatra Records a coletânea “Anthology”, que conta com 25 faixas divididas em 2 CDs, sendo muitas delas raras e/ou ao vivo.
A pré-venda já está disponível aqui, e essa é daquelas coletâneas que servem tanto para o fã quanto para curiosos que podem conhecer o trabalho dos caras através dela. Viva o Motor City 5!
Rock Against Malaria
Se você gosta de punk rock e/ou lutou para que o querido Bush não fosse eleito você deve reconhecer essa capa de algum lugar né? Pra relembrar:
Poisé! Tão importante quanto o assunto abordado pela Fat Wreck em 2004, esse ano a Eunuch Records lançou o “Rock Against Malaria”, uma coletânea beneficente que tem como objetivo maior ajudar famílias Africanas que sofrem com essa doença, principalmente trabalhando em cima da prevenção, arrecadando dinheiro para que elas possam comprar redes que evitem o ataque do mosquito que transmite a Malária ao seu povo.
1 Cobra Skulls – Never Be A Machine
2 Swellers – Bottles
3 No Harm Done – Goodbye
4 Typicals – Canyon Lake
5 Endgame – Hide And Speak
6 Offsides – With Great Honor
7 Good Tippers – Sounds Like A Personal Problem
8 Poster Boy Material – The Art Of Shunning
9 Broken Spokes – No Place To Go
10 Smartbomb – Blood & Sand
11 Re-volts – Runner
12 Plan B Pursuit – Home Alone
13 Prevail Within – Rome Is Burning
14 Sundowner – Endless Miles
15 Beans On Toast – The Price Of Rice
O link para comprar a coletânea e ainda levar um button e um patch de graça é esse aqui.
Propagandhi
O segundo disco de uma das bandas que melhor faz a mistura de punk com metal em todo o mundo está sendo relançado em edição especialíssima. “Less Talk, More Rock”, dos Canadenses do Propagandhi saiu originalmente em 1996, pela Fat Wreck Chords, e agora está sendo relançado pela mesma em disco de vinil colorido.
Pesado, direto, inteligente e político, o álbum é um marco na carreira dos caras, que viraram nome certo no cenário independente mundial e inclusive lançaram um belo disco esse ano chamado “Supporting Caste”.
Esses relançamentos da Fat costumam durar pouco tempo, então corre e clica aqui para o link oficial dele.
Tony Sly
Quem também está lançando trabalho pela Fat é o meu xará Tony Sly, mais conhecido como guitarrista e vocalista de uma das melhores bandas de hardcore melódico de todos os tempos, o No Use For A Name.
Após um split com Joey Cape, do Lagwagon, ele volta a gravar só faixas acústicas para “12 Song Program”, seu primeiro disco solo.
O disco sairá em Fevereiro mas já pode ser encontrado em pré-venda em 3 edições: Vinil Colorido, CD e Vinil Preto.
Reforço a dica do Propagandhi pois a versão colorida desse álbum deve ir rapidinho, então fica o link aqui para quem quiser aproveitar.
The Pogues
O Pogues, um dos maiores e mais tradicionais nomes do chamado “Irish Rock”, está relançando 2 títulos da carreira em vinil. “Rum Sodomy & The Lash” é de 1985 e é figurinha carimbada em listas de melhores discos por aí, tanto para os fãs quanto para a crítica especializada, sendo inclusive citado como um dos 500 melhores álbuns de todos os tempos pela Rolling Stone. A nova versão tem 10 faixas distribuídas em 2 lados de um LP convencional.
“If I Should Fall From Grace With God” saiu em 1987 e além de enorme sucesso como um todo, ainda tem o hit de Natal “Fairytale Of New York”, que lhes rendeu espaço certo entre os maiores nomes do rock mundial. Como curiosidade, o No Use For A Name regravou essa música no álbum “More Betterness”, contando com a ajuda de Cinder Block do Tilt para fazer os vocais femininos, que originalmente foram gravados por Kirsty MacColl com o Pogues.
A nova edição vem em vinil de alta qualidade e 13 faixas.
O Mae é uma daquelas bandas que flutua entre o alternativo/indie e o emo com certa facilidade, e que acaba conquistando fãs das 2 (ou 3) cenas justamente por causa disso.
Tendo sido contratada até mesmo pela Capitol e tocando com Weezer e Foo Fighters, agora a banda está com selo próprio chamado Cell Records e resolveu lançar uma trilogia de EPs com os nomes “(m)orning”, “(a)fternoon” e “(e)vening”. Sacou, forma Mae? Rá!
O primeiro deles saiu em Setembro passado no formato CD+DVD e pode ser encontrado aqui
Está no ar a MEGA-PROMOÇÃO DE NATAL do Tenho Mais Discos Que Amigos!
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MELHORES DO ANO
De 15 a 24 de Dezembro farei minha lista de melhores discos do ano, com um disco por post. Hoje temos o de número nove. Confere aí!
8 – Green Day – 21st Century Breakdown
Esse é facilmente meu disco menos preferido de toda a carreira do Green Day, ainda assim alcançou um lugar no meu Top 10. Críticas à parte, gostei muito da arte do álbum, da continuidade no foco em dizer que há muitas coisas erradas na sociedade norte-americana e em músicas como “Last Of The American Girls”, “Viva La Gloria!” e “Murder City”.
Só espero que no próximo álbum o trio verde volte a gravar suas boas e velhas melodias e esqueça um pouco a vontade de óperas-rock.
The Clash
No último dia 14 um dos melhores álbuns da história (e o meu primeiro disco de vinil) fez 30 anos de lançamento.
Numa jogada que se confunde com marketing e homenagem merecida, está sendo lançada mais uma versão comemorativa de “London Calling”, do Clash. Enquanto há 5 anos atrás tínhamos a edição Deluxe do álbum com CD extra e DVD, agora vem a edição comemorativa de 30 anos, com vários itens diferentes.
Se liga:
CD com as músicas originais
DVD com o documentário de Don Letts “The Last Testament – The Making Of London Calling”, os videos de “London Calling”, “Train In Vain” e “Clapdown”, e por último material caseiro de gravações do Clash em estúdio.
Opinião do blogueiro: Se você já tem o London Calling na edição de 25 anos, nem precisa ir atrás desse. Se não tem, vale a pena!
A Harvest Of Hope é uma ONG baseada em Gainesville, Flórida que auxilia fazendeiros estrangeiros que moram nos EUA e não têm condições de plantar e/ou se sustentar.
Para arrecadar fundos e divulgar a causa, os caras organizarão um festival em Março do ano que vem que contará com mais de 100 bandas, sendo muitas delas nomes conhecidos aqui no blog e nomes que se você ainda não conhece, deveria correr atrás pois são o que há de melhor na música independente atual.
Junto com o festival virá uma coletânea em CD duplo, onde o esquema é termos no primeiro disco só performances ao vivo, e no segundo só performances de estúdio de várias bandas que tocarão no festival.
Ao todo serão 41 faixas distribuídas nos 2 CDs. Dá uma olhada no tracklisting:
Disco 1: Ao vivo
1. Phil and Ed Kellerman Intro
2. Against Me! – Pints of Guinness Make You Strong
3. Bouncing Souls – Gasoline
4. The Casting Out – Lullaby
5. Propagandhi – Anti-Manifesto
6. Bridge and Tunnel – Call To the Comptroller’s Office
7. Joe McMahon (Smoke or Fire) – Cryin’ Shame
8. Virgins – Guitarnageddon
9. Strike Anywhere – Invisible Colony
10. New Bruises – Transmit Transmit
11. No More – Radiation Tower
12. Flatliners- July! August! Reno!
13. Austin Lucas- Go West
14. Fake Problems – Sorry OK Sorry/ Born & Raised
15. Monikers – Over
16. Bomb the Music Industry – Even Winning Feels Bad
17. Gatorface – The Cleaner
18. Assassinate the Scientist – Lorenzo Music Never Made It
Disco 2: Estúdio
1. Less Than Jake – Summon Monsters
2. Anchor Arms – Rusty Nail
3. None More Black – Oh, There’s Legwork
4. Underground Railroad to Candyland – Suey
5. Ninja Gun – Eight Miles Out
6. Cutman – Tough Love
7. Onslaught Dynamo – Stand
8. Rehasher – No Eye In Team
9. This Bike Is a Pipe Bomb – Jack Johnson
10. Spanish Gamble – From the Corazon
11. Tim Barry – Church of Level Track
12. Static Radio NJ – Kill The Harmony Master
13. Grabass Charlestons – Dale
14. Mouthbreather- Daily Bread
15. Coyote Throat – The Cause
16. Whiskey & Co. – A Drink For You
17. O Pioneers – Limp Bizkit’s Greatest Hits
18. Paint It Black – Past Tense, Future Perfect
19. Young Livers – Non Monumental
20. Cheap Girls – Ft. Lauderdale
21. The Shaking Hands – Pave the Planet
22. Laserhead – Overdriver
23. How Dare You – Beacon St.
Dois dos 500 melhores discos de todos os tempos segundo a Rolling Stone estão ganhando suas respectivas re-edições em vinil, e ambos são da mesma banda, o Grateful Dead. “Live/Dead” saiu originalmente em 1969 e é o primeiro registro ao vivo da banda. Enquanto a versão original tinha 7 músicas divididas em 2 discos, essa edição trás uma faixa a mais, também dividida em 2 LPs de 12 polegadas.
Já “American Beauty” foi lançado em 1970 e é considerado por muitos um dos melhores trabalhos dos roqueiros de San Francisco. A nova versão tem 10 faixas, como a original e está disponível em um LP com a arte original.
O Smoking Popes é uma das bandas mais tradicionais da cena independente de Chicago. Tendo começado em 1991 pela vontade dos 3 irmãos Caterer: Josh, Eli e Matt, a banda já contou com Mike Felumlee (ex-Alkaline Trio) na bateria, que hoje é ocupada por Neil Hennessy, homem das baquetas do excelente Lawrence Arms.
Após idas e vindas, shows com o Green Day em seu auge e até mesmo um contrato com a Capitol Records, a banda assumiu status de cult/influente e decidiu voltar em 2005 após 6 anos parada.
Em Fevereiro de 2010 será lançada “It’s Been A Long Day”, uma coletânea de raridades que promete agradar os fãs da banda e ainda servir de material pra quem não conhece o quarteto.
O disco sairá por um dos selos que mais gosta da rapazeada de Chicago, a Asian Man Records.
The Fake Boys
O Fake Boys é uma banda de pop-punk que está lançando seu mais novo álbum chamado “This Is Where Our Songs Live” em várias edições diferentes de vinil. Pra combinar bem com a capa fofinha-style, os caras prensaram 100 cópias em vinil “baby-blue”, 200 em “verde-espuma-do-mar”, e 200 em amarelo-só-amarelo-mesmo.
Além disso, quem comprar na pré-venda ainda leva um cartão de adesivos e/ou buttons. Por último, o disco vem com um cartão de download para baixá-lo todo em MP3 de alta qualidade.