Posts sobre The Get Up Kids

Fake Problems, The Get Up Kids, Dag Nasty, Banner Pilot, Against Me!

26 Aug/10 1 comentário | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , ,

Novas camisetas Tenho Mais Discos Que Amigos!

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Fake Problems

Fake Problem - Real Ghosts Caught On Tape

O Fake Problems está disponibilizando para download a música “Soulless”. Para baixar o som, basta entrar no site da banda, fazer um pequeno cadastro usando a conta do Facebook ou cadastrar o email para receber o link de download.

“Soulless” estará no terceiro disco da banda, “Real Ghosts Caught On Tape”, que vai ser lançado dia 21 de Setembro, mas já está em pré-venda no site da Side One Dummy, gravadora de Fake Problems. O disco sairá em CD e em LP, que podem ser comprados junto com uma camiseta da banda.

Os quatro LPs coloridos do Fake Problems

Os vinis serão coloridos em quatro cores: Verde, azul, vermelho e branco. Quem quiser pode comprar todos os LPs coloridos de uma vez só. Para adquirir “Real Ghosts Caught On Tape” ou outros discos do Fake Problems, é só entrar aqui.

Veja a track-list de “Real Ghosts Caught On Tape”:

  1. “ADT”
  2. “5678”
  3. “Songs for Teenagers”
  4. “RSVP”
  5. “Soulless”
  6. “Complaint Dept.”
  7. “Done with Fun”
  8. “The Magazines”
  9. “White Lies”
  10. “Grand Finale”
  11. “Ghost to Coast”


The Get Up Kids

Matt Pyror do Get Up Kids grava duas músicas acústicas

Matt Pryor gravou dois vídeos tocando músicas do The Get Up Kids em versões acústicas para a The Fly.TV. Os sons escolhidos foram “Your Petty Pretty Things” e “Tommy Gentle”, ambos do Ep “Simple Science” lançado este ano, marcando a volta da banda.


Dag Nasty

Dag Nasty - Dag With Shawn

A clássica banda de Hardcore Dag Nasty irá lançar em Novembro o disco “Dag with Shawn”.

Antes de Dave Smalley (Down By Law, All) se tornar vocalista da banda e gravar o clássico “Can I Say”, quem tomava conta dos microfones era Shawn Brown, que depois foi cantar em outras bandas como o Swiz.

Brown chegou a gravar quatro músicas que entrariam em um LP 7” que seria lançado pela famosa Dischord Records de Ian MacKaye, que também produziu os sons. Porém, com a saída do vocalista em 1985, as gravações ficaram arquivadas. “Dag with Shawn” trás estas quatro gravações, entre outras músicas que ficaram guardadas. Esta é uma boa oportunidade para os fãs de Dag Nasty conferirem um material com a formação original da banda. O disco será lançado em CD, LP e MP3.

No vídeo abaixo, você pode ver uma música do Dag Nasty com Shawn Brown nos vocais.


Banner Pilot

Banner Pilot - Resignation Day

O Banner Pilot vai relançar o seu primeiro disco, “Resignation Day”.

As pessoas podem estranhar o relançamento de um disco praticamente recente, mas a banda explicou que não ficou contente com a versão lançada em 2008, pois tiveram pouco tempo para mixar o trabalho. Então para o novo “Resignation Day”, o Banner Pilot pediu para o produtor Jacques Wait remixar as músicas.

Wait já trabalhou com o quarteto de Minneapolis no seu último trabalho, “Collapser” de 2009, por isso a escolha da banda.

“Resignation Day” será relançado em CD e em LP comum e colorido no dia 14 de Setembro, mas já pode ser comprado em pré-venda por aqui.

Dê uma olhada no track-list com as duas faixas bônus:

  1. “Overwinter”
  2. “Cut Bait”
  3. “Speed Trap”
  4. “Empty Your Bottles”
  5. “Saltlash Luck”
  6. “Milemarking”
  7. “Wired Wrong”
  8. ”Baltimore Knot”
  9. ”Absentee”
  10. “Shell Game”
  11. “No Transfer”
  12. ”Barker”
  13. “Spit Out” (Faixa Bônus)
  14. “Deadender” (Faixa Bônus)


Against Me!

Tom Gabel do Against Me! grava video em uma canoa

Para encerrar o post, Tom Gabel voltou às origens do Against Me! tocando uma versão acústica de “White Crosses”, enquanto a banda estava fazendo uma tour pela Noruega.

Porem, o mais interessante do vídeo é que Gabel tocou a música enquanto passeava dentro de uma canoa em Olso.

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NOFX, Dead To Me, No Use For A Name, Bomb The Music Industry!, City And Colour, Minus The Bear, The Get Up Kids, Science Fiction Theater (Rufio)

20 Jul/10 4 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , ,

Concorra a um LP dos Beatles!!!

The Beatles - Yellow Submarine

Saiba como ganhar uma cópia do LP de “Yellow Submarine” dos Beatles!! Clique aqui.

JBTV (NOFX, Dead To Me, No Use For A Name, The Lawrence Arms, Teenage Bottlerocket, The Menzingers)

JBTV (NOFX, No Use For A Name, Dead To Me)

O JBTV é um programa de TV a cabo em Chicago que já existe há 25 anos e é totalmente ligado à cena de rock da cidade, dando destaque imenso às bandas independentes norte-americanas.
Pra se ter uma ideia, há um quadro apresentado por Brendan Kelly do Lawrence Arms e Toby Jeg, dono da Red Scare Records.

No final do mês passado os caras fizeram um programa mais do que especial para os punk rockers, contando com um show do Dead To Me, e participações de Lawrence Arms, No Use For A Name, NOFX, Teenage Bottlerocket e The Menzingers, todos nomes importantes e favoritos do público e crítica no underground lá fora.

Assista o programa porque vale a pena, é só clicar aqui.


Bomb The Music Industry!

Sara Crow Goldstein é uma produtora de filmes que acaba de sair da Universidade de Nova York e resolveu fazer um documentário sobre uma das bandas favoritas aqui da casa, o Bomb The Music Industry!

A ideia segundo a própria Sara é gravar sobre o novo estado da indústria da música, com o colapso das major labels, ascensão dos downloads e bandas que liberam suas músicas de graça e aceitam doações de quaisquer quantias que os fãs desejem pagar pelos discos.

Para realizar esse documentário, Sara vai fazer entrevistas e filmagens com a banda e com Jeff Rosenstock, vocalista do grupo, que fundou a Quote Unquote Records para lançar seus discos e os dos amigos de graça na Internet, aceitando doações de fãs.

Além disso, ela vai embarcar com a banda na próxima turnê dos caras que vai passar pela costa oeste americana e que tem como objetivo fazer um churrasco por dia em cada cidade que eles tocarem.

Para dar o chute inicial no projeto, Sara o cadastrou no site Kickstarter, que organiza doações para determinados trabalhos e ela colocou uma quantia de $3000 dólares como objetivo.

Para colaborar com o projeto, ver um trailer do documentário e saber mais detalhes sobre ele, o link é esse aqui.

Não custa nada lembrar, aqui no TMDQA! a gente já entrevisou Jeff Rosenstock em uma conversa gigantesca que tive com o cara, e falamos justamente sobre a nova indústria da música e a sua gravadora, além de outros assuntos.
Para ler a interessantíssima entrevista, clique aqui.


City And Colour

City And Colour

Dallas Green não ficou satisfeito em ser um dos vocalistas e guitarristas do Alexisonfire, uma das maiores e melhores bandas de post-hardcore do mundo e lançou já há algum tempo o seu projeto solo chamado “City And Colour”, que traz Dallas cantando e tocando violão, nada além disso, mas já mais do que suficiente para chamar a atenção de qualquer um que goste de boa música. É só assistir o vídeo abaixo.

No mês passado o cara disse em entrevista que o próximo disco do City And Colour será lançado no ano que vem e terá 10 faixas. Além disso, ainda confirmou que o Alexisonfire irá lançar um EP esse ano chamado “Dog’s Blood”, ao final do Outono lá no Hemisfério Norte, ou a nossa Primavera (e que ela venha logo porque esse frio tá de matar).

Para ler a entrevista completa, clique aqui.

Em outra nota relacionada, o City And Colour foi a atração principal do programa “Last Call” que o Carson Daly, aquele mesmo que fazia o famoso TRL da Mtv americana, está apresentando.
Assista o programa também logo abaixo.


Minus The Bear

Minus The Bear - Planet Of Ice

“Planet Of Ice” é o terceiro disco do Minus The Bear, e foi lançado originalmente em 2007 pela Suicide Squeeze Records, em CD.

Quem ficou com os direitos de lançá-lo em vinil foi a Suburban Home Records, mas agora os direitos voltarão para a Suicide Squeeze e para terminar com chave de ouro a Suburban Home acaba de disponibilizar 1000 cópias do disco em sua última prensagem.

São 500 cópias em vinil granito/transparente e mais 500 em vinil transparente com uma mancha roxa.
Você pode encontrá-los aqui.


The Get Up Kids

Em entrevista recente o The Get Up Kids contou algumas informações sobre a turnê da banda, futuros passos e seus novos lançamentos.
Após terem lançado o EP “Simple Science” esse ano, que apesar de só contar 4 faixas saiu em vinil de 12 polegadas em quatro variações (azul, verde, rosa e preto de 180 gramas), a ideia inicial era lançar mais 3 EPs ainda em 2010, mas Matt Pryor, guitarrista e vocalista da banda disse que muito provavelmente isso não será feito e tudo será lançado junto em um disco em 2011.

Para ler a entrevista completa, clique aqui.

Para ler a entrevista que eu e Gustavo Pelogia fizemos com James Dewees, tecladista da banda, clique aqui.

Science Fiction Theater

Science Fiction Theater - Science Fiction Theater

Science Fiction Theater é a nova banda de Mike Jimenez, ex-baterista do Rufio.
O primeiro disco dos caras leva o mesmo nome da banda, foi lançado em 2009, e agora eles resolveram disponibilizá-lo totalmente de graça via BandCamp.

Para ouvir o disco é só clicar aqui.

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Festival Nova Rock @ Nickelsdorf, Áustria – 11 a 13 de Junho de 2010

16 Jul/10 5 comentários | Arquivado em Eu Resenho Shows, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Festival Nova Rock


O Nova Rock é o maior festival de rock da Áustria e um dos maiores da Europa, acontece anualmente em junho desde sua primeira edição em 2005.

Como a maioria dos festivais europeus o lugar que abriga o festival, Pannonia Fields, próximo ao vilarejo de Nickelsdorf, é um grande campo a céu aberto. Logo que se chega lá é possível ter uma dimensão deste vilarejo e notar que você realmente está no meio do nada e que seus próximos três dias serão em torno de nada mais do que música. Nada mal, não?

Como é de costume, uma grande parte do público chega um dia antes para levantar acampamento e se preparar para a maratona de shows que está por vir. Fiz o mesmo e aproveitei para me familiarizar com o local. A área de camping, que fica separada do espaço onde acontecem os shows, é bem estruturada com banheiros, duchas, tendas com uma grande variedade de comidas e bebidas e um pequeno mercado, onde se encontram bebidas a preços bem mais acessíveis.

11/06/2010 – Dia 1.
Primeiro dia de festival, o sol já castigava, mais tarde fui informada de que os termômetros batiam recordes na Áustria, eram os dias mais quentes do ano até então.

Por volta das 11:30h da manhã os portões da área de shows se abriram. A cada vez que você cruzava esses portões você passava por uma revista, já que é proibida a entrada com alguns itens, como latas e garrafas.

Ainda havia pouca movimentação em frente aos palcos e os poucos lugares na sombra eram disputados acirradamente. Depois de dar uma volta pela área, me dirigi ao palco principal para conferir o meu primeiro show no Nova Rock, o Hellyeah, banda que conta com membros do Mudvayne e o ex-Pantera Vinnie Paul.

A banda parecia agradar ao pequeno público presente, que respondia com um “hell yeah!” a cada pedido da banda. A escolha do nome não poderia ter sido mais acertada. Este é o primeiro projeto de Vinnie Paul desde a morte de seu irmão Dimebag Darrell, quando colocou um fim ao Damageplan e entrou em um hiato na sua carreira.

Ótimo show para começar o festival.

Em seguida veio o Airbourne, banda de hard rock australiana com clara influência de AC/DC. A atual turnê promove novo álbum “No Guts, No Glory”. Além de músicas do novo álbum, como “Raise the Flag” que abriu o show, tocaram algumas mais conhecidas do público, como “Cheap Wine & Cheaper Women” e ”Runnin’ Wild”.

Apesar da pouca idade da banda, o Airbourne já é figurinha carimbada nos festivais europeus mostrando muita energia no palco, principalmente seu vocalista e guitarrista Joel O’Keeffe. Ele demonstra uma interação muito forte com o público, por várias vezes desce do palco para tocar próximo da platéia.

Em “Girls In Black” ele sobe muito alto com sua guitarra em uma das estruturas do palco e lá em cima permanece solando, levando o público ao delírio e deixando os seguranças de cabelo em pé.

Comparações com os famosos conterrâneos à parte, o Airbourne mostra que consegue empolgar o público em seus shows e por isso vem crescendo em popularidade, conquistando cada vez mais fãs.

A área do festival conta com dois palcos, um principal (Blue Stage) e um secundário (Red Stage) e foi para lá que me dirigi para ver o próximo show, Hot Water Music.

Os palcos ficam um pouco afastados um do outro e a caminhada entre eles não é nada rápida. Cheguei no Red Stage e o Hot Water Music já estava tocando, a musica era “Trusty Chords” do álbum de 2002, “Caution”. O Hot Water Music não tem nenhum lançamento recente, o set list passa por toda a carreira da banda, com mais foco no já citado “Caution” e “A Flight And A Crash”.

Na seqüência tocaram músicas como “Wayfarer”, “A Flight And A Crash”, “Paper Thin”, “Jack Of All Trades”, “Turnstile” e “It’s Hard To Know”. Show competente, eles mandam musica atrás de musica, sem muitas interrupções, com seus dois vocalistas, Chuck Ragan e Chris Wollard, alternando nos vocais durante a apresentação.

Entre um show e outro as pessoas se distraem nas muitas lojinhas de roupas e acessórios, nas bancas de merchandising oficial e se divertem com as opções de entretenimento que o festival disponibiliza, bungee jumping, um mini parque de diversões e até um palco montado pela Jack Daniel’s, onde os fãs de Guitar Hero podem mostrar suas habilidades para uma platéia de verdade.

O show que viria a seguir seria bem diferente dos anteriores, a fofíssima Kate Nash com seu pop à la Lily Allen. A britânica, que tem dois álbuns lançados, promove o recente “My Best Friend Is You” que já conta com alguns hits, como “Do-Wah-Doo”, cantada por muitos dos presentes.

Kate que se revezava entre o teclado e a guitarra (e às vezes ficava apenas nos vocais), colocava o público, obviamente na sua maior parte feminino, para dançar ao som de músicas como “Paris”, “Kiss That Grrrl”, “Mouthwash” e a favorita dos fãs “Foundations”.

Ela encerra o show mandando um recado para as garotas presentes que se interessam por música. Nas palavras da própria: “Montem sua banda, escrevam suas próprias músicas e ajudem a mudar a estatística de que a grande maioria dos compositores são do sexo masculino”.

Uma multidão, agora, começava a se aglomerar diante do Red Stage! Era o Sportfreunde Stiller que subiria ao palco. Banda de rock da Alemanha com quase 15 anos de existência.

Eram quase nove horas da noite e o sol começava a se pôr criando um clima perfeito para o show. Na cenografia do palco se viam prédios que lembravam alguma cidade grande, todos os integrantes usavam ternos e no lugar de guitarras elétricas, piano e instrumentos de corda. O show seria acústico, o único do festival nesse formato. Foi pouco mais de uma hora e meia de um show impecável que contagiou a todos os presentes, inclusive a mim. Grata surpresa!

Primeiro dia de festival chegando ao fim. A última banda da noite seria o Rammstein no palco principal.

A popularidade que o Rammstein tem por aquelas terras é impressionante. O show começa com uma introdução e uma bandeira gigantesca toda preta cobrindo o palco, que logo em seguida cai e por trás há uma nova bandeira, dessa vez da Alemanha e de mesmas proporções da anterior. Escuta-se uma explosão e a bandeira da Alemanha vai ao chão revelando os integrantes no palco que abrem o show com “Rammlied”.

O show do Rammstein é extremamente visual, tudo perfeitamente ensaiado, até porque com a quantidade de pirotecnia e explosões que ocorrem durante o show, é bem compreensível a preocupação de algo dar errado. Por esse motivo quando o Rammstein lança uma turnê, todos os shows são praticamente iguais. Ouvi dizer que a banda ensaia seus shows quatro meses antes de iniciar a turnê.

Em um momento do show um fã invade o palco e acaba se queimando. Em chamas, ele corre pelo palco com os seguranças atrás tentando apagar o fogo. Tudo encenação, mas para os desavisados pode parecer bem real.

O set list é bem focado no último álbum “Liebe Ist Für Alle Da”, lançado no ano passado, mas ainda há espaço para músicas mais conhecidas do público, como “Feuer Frei!” e o seu maior hit “Du Hast”, que foi acompanhada em coro pela platéia.

Além de toda pirotecnia o show ainda conta com muita atuação dos integrantes, principalmente do vocal Till Lindemann e do tecladista Flake Lorenz. Na “Ich Tu Dir Weh”, Till joga Flake em uma banheira, sobe em uma plataforma que o levanta a alguns metros do chão e de lá de cima joga fogo em seu companheiro.

Em “Haifisch” o tecladista faz um “crowd surfing” em cima de um bote inflável. O mais incrível é ver que a platéia não só o devolve para o palco, como o devolve no momento certo. Até isso parece ensaiado.

O Rammstein é uma banda que divide opiniões. Toda a parte visual não chega a anular a música em si, eles soam muito bem ao vivo e os efeitos se encaixam perfeitamente com o peso de suas músicas. É um show que vale a pena ser visto.

12/06/2010 – Dia 2.
Segundo dia de festival, a primeira banda que fui acompanhar foi o Heaven Shall Burn no palco secundário. O Heaven Shall Burn é uma banda de metalcore da Alemanha que está na ativa desde 1996. Eles contam com uma certa popularidade por aqueles lados, durante todo o dia vi pessoas circulando com camisetas da banda pela área do festival.

O show dos caras é muito bom e seus fãs bem animados, berrando musica atrás de música durante o show. Pela primeira vez no festival, vi varias rodas sendo formadas, que com o clima quente e seco que fazia no lugar, levantava uma poeira absurda. Para quem gosta do estilo, o Heaven Shall Burn é uma boa pedida.

Saí um pouco antes de o show acabar, pois logo na seqüência começaria o The Hives no Blue Stage.

Os suecos sobem ao palco e mandam “Declare Guerre Nucleaire”. O vocalista Pelle Almqvist cumprimenta a platéia e diz que consegue ver no brilho dos olhos de cada um dos presentes o quanto eles sentiram a falta deles.

No cenário, seis letras do tamanho dos integrantes estão espalhadas pelo palco e formando o nome da banda. No set list estavam presentes “Bad Call”, “Walk Idiot Walk”, “Hate to Say I Told You So”, “Won’t Be Long”, “Tick Tick Boom”, entre outras.

O vocalista interage o tempo inteiro com o público e solta comentários engraçadinhos, onde a modéstia passa longe, levantando a própria bola e dos companheiros. Pelle aproveita e anuncia para a platéia que aquele era um dia muito importante, pois era aniversário de um dos maiores bateristas do planeta… Chris Dangerous, claro, o baterista da banda.

O The Hives no palco é extremamente intenso, levam o show com maestria sem auxílio de nenhum efeito visual, contam apenas com a música e o carisma dos integrantes. Destaque para o vocalista que, durante todo o show, tem a platéia na mão.

Joan Jett & the Blackhearts são os próximos a subir no palco para esquentar o público para o Green Day, que viria a seguir para fechar o segundo dia de festival.

Aos 51 anos, usando uma calça de couro e um top que mais parecia a parte de cima de um biquíni, Joan se mostra em forma como nunca. Abrem o show com “Bad Reputation” seguindo com o clássico da sua época de Runaways, “Cherry Bomb”. Excelente início, parece que o tempo simplesmente não passou para ela.

“Do You Wanna Touch Me? (Oh Yeah)” também foi um dos pontos altos do show, com Joan encorajando o público a cantar junto com ela. Em um determinado momento, o telão para de exibir imagens do show e só o que se vê é um aviso em alemão. O show é interrompido e um dos organizadores sobe ao palco para dar um novo aviso… Em alemão novamente.

Não preciso dizer que fiquei sem entender nada. Algumas pessoas começam a deixar a área em frente ao palco. A banda volta para tocar a célebre “I Love Rock And Roll” (percebe-se que o set foi claramente reduzido) e deixam o palco.

Depois de alguns muitos minutos vem o aviso em inglês. Uma forte tempestade está por vir. Os shows seriam temporariamente suspensos, por sabe-se lá quanto tempo. A previsão era de no mínimo seis horas. Os seguranças então começam a retirar todos de frente ao palco.

Durante os próximos minutos uma massa inquieta espera por (boas) notícias.

Quase uma hora se passa e um novo aviso (em alemão, claro) é exibido no telão, dessa vez ao invés de “booos” se escutam “yaaaays!”. Não precisei de tradução para saber que a noticia era boa. O aviso dizia “Lieber Regen, verpiss dich” que significa algo como “Querida chuva, vá se foder!”. O acesso é liberado novamente e uma multidão de pessoas corre para frente do palco.

Durante o intervalo que antecede o show do Green Day os fãs são entretidos por um curioso coelho cor de rosa que sobe ao palco, bebe algumas cervejas e dança com o público ao som de músicas como YMCA. O coelho misterioso vem sendo uma constante nos shows da banda, especulações dizem que a pessoa por trás da fantasia seria um dos próprios integrantes.

Com apenas meia hora de atraso do horário original, as luzes se apagam, para alegria dos presentes, que agora cantam entusiasmados enquanto “Song Of The Century” é executada ao fundo. É a deixa para o Green Day entrar no palco sob muito barulho e aplausos. “21st Century Breakdown” abre o show com muitos fogos e explosões, dando para os fãs uma mostra do que seriam as próximas três horas. Logo na seqüência vem “Know Your Enemy” e o primeiro “voluntário” é chamado ao palco para ajudar no backing vocal. Durante vários momentos fãs eram convidados para subir ao palco e eram mandados de volta via “stagedive”.

Na “East Jesus Nowhere”, que veio em seguida, Billie Joe diz que precisa de uma criança para “salvar sua alma” e um garotinho é chamado ao palco. Após toda a encenação, ele pergunta o nome do garoto, que responde, mas Billie prefere chamá-lo de Buddy (brincadeira que ele repetiria com os outros voluntários), “Pessoal esse é o Buddy. Uma salva de palmas para ele”.

Depois dessa seqüência de músicas do novo álbum, a próxima seria “Holiday” do álbum “American Idiot”. Mais fogos e muita participação do público cantando junto. Em diversos momentos Billie Joe tenta (e com sucesso) agradar a platéia, como quando os apresenta como: “Nós somos o Green Day, originalmente da Áustria”. E por muitas vezes aplaude os fãs, dizendo que a participação do público está “melhor que na América”.

A próxima é a empolgante “The Static Age”, mais uma do último álbum “21st Century Breakdown”, que conta com uma ótima participação de Jason Freese (um dos músicos de apoio da banda) no sax.

Billie Joe comenta sobre os contratempos que ocorreram antes do show, e diz que ele próprio ligou para Deus e avisou que o Nova Rock desse ano não seria cancelado! Gritos de apoio do público e eles desaceleram um pouco o ritmo com “Give Me Novacaine”, emendando em seguida “Are We The Waiting” e “St. Jimmy” (nessa os fãs até ensaiaram algumas rodas).

A energia que a banda mostra no palco é contagiante, com Mike e Billie correndo de um lado pro outro do palco e estimulando a participação dos fãs. O pano de fundo mudava várias vezes durante o show e cada vez exibia um logo ou uma arte diferente.

A banda então manda “Boulevard Of Broken Dreams” e mais uma vez deixam a galera incumbida de cantar boa parte dos versos. Os álbuns “21st Century Breakdown” e “American Idiot” são deixados um pouco de lado e “Hitchin’ A Ride” inicia uma seqüência de hits de seus álbuns anteriores. Neste momento Billie Joe e Tré Cool pegam duas mangueiras e começam a jogar água nos fãs que se encontram próximo à grade e fazem o mesmo com uma espécie de arma que atira papel higiênico. Logo em seguida, Billie saca uma nova “arma” que dessa vez lança camisetas para o público.

Uma pausa na pirotecnia, “Welcome to Paradise” e “When I Come Around” vêm a seguir. Nada de explosões, fogos, confetes ou serpentinas, apenas os três rapazes em cima do palco mandando os bons e velhos sons que todos conhecem e cantam junto com a banda. Na seqüência mandam “Brain Stew” e “Jaded”.

Em um momento curioso do show, uma fã que segurava um cartaz onde se lia “I can sing Longview” é chamada ao palco para, obviamente, cantar “Longview”. A garota então mostra toda a sua habilidade (ou falta dela) acompanhada de perto por Billie Joe que a deixa livre para cantar, horrivelmente devo dizer, a música inteira! E, apesar de arruinar completamente a música, esse episódio acabou combinando com o tom cômico que marca alguns momentos do show. O que importa é a diversão, e eles deixam bem claro que estão ali para isso. Atitude bacana a da banda de presentear os fãs com essas participações durante o show.

Outro grande sucesso veio a seguir, “Basket Case” do álbum “Dookie” de 1994, e acho que não preciso dizer que acompanhado de cabo a rabo por todos os presentes. Com um de seus álbuns de maior sucesso comercial ainda em pauta, eles emendam “She”.

Em outro momento cômico do show, “King For A Day” veio em seguida, com todos eles fantasiados como já é de costume. Tré Cool estava hilário usando um sutiã com enchimento por cima da roupa e um “chapéu de tia”, os outros ficaram nas plumas e acessórios, como os óculos de coração do Mike e os chapéus de marinheiro e de pirata de Billie e Jason White.

Enquanto Billie vai para a bateria, Tré Cool canta e dança insanamente na frente do palco. Seguem com “Shout”, cover do The Isley Brothers. Deitado no chão Billie Joe canta algo que lembra uma versão de “Stand By Me”, mas com uma letra que fala sobre o Nova Rock, letra essa que o próprio diz que “acabou de inventar”. Continuam com um medley de “(I Can’t Get No) Satisfaction” dos Rolling Stones e “Hey Jude” dos Beatles. Além desses dois clássicos, em outro momento do show, também mandaram uma parte de “Highway To Hell” do AC/DC.

Logo depois, em outro grande momento do show, veio a belíssima “21 Guns” do último álbum. E para fechar muito bem o primeiro set, “Minority”, que começa com muitos fogos lançados no céu. Billie Joe apresenta a banda e eles deixam ao palco.

Poucos minutos depois, voltam para um primeiro encore explosivo (literalmente!) com “American Idiot” e “Jesus Of Suburbia” levando a galera ao delírio. Chuva de papel picado, uma nova pausa e retornam para o último encore, que teve “Wake Me Up When September Ends” e Billie Joe sozinho fechando o show com “Good Riddance (Time of Your Life)”.

A banda se despede e dessa vez deixa o palco em definitivo. Fim de show e os milhares de presentes voltam às suas barracas felizes e extasiados com essa excelente apresentação que acabavam de presenciar.

Que o Green Day se tornou um “gigante” disso não há dúvidas e também não há dúvidas de que eles conseguem segurar um show de quase três horas com perfeição, mantendo um entrosamento absurdo com o público. Prova da competência de uma banda que, após mais de 20 anos de carreira, já tem sua marca mais do que estabelecida na história do rock.

E se você ainda tem alguma dúvida sobre ir ou não à algum dos shows que os caras farão por aqui eu Outubro, eu diria… compre já o seu ingresso!

13/06/2010 – Dia 3.

O festival estava chegando ao fim, terceiro e último dia. Me dirigi para o palco principal para ver o The Get Up Kids. Eram mais de duas horas da tarde e o sol ainda estava muito forte.

O show é praticamente todo focado no álbum Something to Write Home About, o que eu particularmente achei o máximo, já que devo confessar que é o único álbum que conheço da banda. Abriram com “Holiday”, pouquíssimas pessoas estavam por lá conferindo o show, mas pareciam se divertir.

Mandaram ainda “I’m a Loner Dottie, a Rebel”, “Red Letter Day”, o bom cover de The Cure “Close To Me”, “Action and Action” e fecharam com “Ten Minutes”.

A seguir veio o Bela B, também conhecido por ser o baterista da banda punk alemã, Die Ärzte. Assim como todos os outros shows que vi no festival de artistas que cantam na língua nativa dos austríacos, o show do Bela B também contou com um público grande. Ele apresentou músicas de sua carreira solo, onde, ao invés das baquetas, assume e a guitarra e o vocal. Show bem bacana.

O curioso Bela B!

O Alice In Chains era a próxima banda a tocar. O Alice In Chains sempre foi minha banda favorita da cena de Seattle, por esse motivo quando soube que eles iriam voltar fiquei um pouco com o pé atrás, afinal não conseguia imaginar a banda com outra pessoa que não Layne Staley e seu timbre de voz mais do que característico.

Abriram com “Rain When I Die” do álbum Dirt de 1992 e logo na seqüência a excelente “Them Bones” e “Dam That River”, ambas do mesmo álbum. Set list recheado de clássicos (e como é bom ouvir essas músicas ao vivo e se sentir novamente com 12 anos), mas também teve espaço para algumas músicas do novo álbum “Black Gives Way to Blue”, “Check My Brain” e “Your Decision” foram algumas das tocadas.

O novo vocalista da banda é William DuVall, que cumpre bem sua função e em dueto com Jerry Cantrell soa muito como o Alice In Chains que todos conhecemos, “Would?” é um bom exemplo disso, ponto alto do show para mim. A banda ainda presenteou os fãs com “We Die Young”, “Man In The Box” e “Rooster”.

Inicialmente o Wolfmother iria tocar em seguida, mas toda a turnê da banda foi cancelada dias antes do festival, uma pena, pois queria muito vê-los ao vivo. Pensei em ir ver o Deftones, mas a preguiça de caminhar até o outro palco e a curiosidade de saber qual seria a banda que iria tocar por ali, me fez permanecer onde estava.

Poucos minutos depois, uns sete caras de regata branca, jeans e chapéu de cowboy sobem ao palco, com os mais diversos tipos de instrumentos, entre eles um violoncelo. A banda era o The Boss Hoss com seu rock com influências de música country americana. Nunca tinha escutado falar da banda, mas me surpreendi com o show, bem divertido, principalmente pelos impagáveis covers “country style” de artistas como Outkast, Britney Spears e Nelly.

Já anoitecia e o Killswitch Engage subia ao palco. A banda americana de metalcore manda um show muito bom ao vivo, alternando muito bem peso e melodia em suas músicas. Destaque para a figura bizarra do guitarrista, que com seus quase dois metros de altura, pula e corre de um lado pro outro do palco usando uma capa de super-herói. Fecharam o show homenageando Ronnie James Dio com um excelente cover de “Holy Diver”.

Uma grande quantidade de pessoas ainda permaneceu para ver a última banda da noite.

O Beatsteaks era a banda que iria fechar o festival. Os rapazes de Berlim fazem um som com elementos de punk e hardcore, ska, reggae e pop rock, enfim, uma mistureba, mas com músicas bem empolgantes. O show é marcado por muita energia e entrosamento da banda com seu público, sendo uma das únicas bandas da Alemanha ali no festival com letras em inglês.

Entre as músicas tocadas estão “Hand In Hand”, “Atomic Love”, “Hello Joe”, “Jane Became Insane” e “I Don’t Care As Long As You Sing”.

Com o show quase para acabar o telão volta a anunciar o mesmo aviso de tempestade do dia anterior, mas dessa vez ninguém se abala. Ninguém quer ir embora, tanto público como banda querem curtir os últimos minutos de festival. Eles ainda mandaram um cover de “Red Red Wine” do UB40 e fecharam o show com um cover de “Time To Pretend” do MGMT.

Parece que a tempestade tão anunciada só estava esperando o termino do festival para cair de vez. Mas antes da chuva, fogos, para comemorar o fim de três dias de diversão e muita música.

Saldo final mais do que positivo!

Resenha e fotos por: Thais Girão

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Eric Clapton, Buzzcocks, M.I.A., Coletânea Atticus V, The Get Up Kids

01 Jul/10 2 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

O TMDQA! está de aniversário e quem ganha presentes é você!

TMDQA-niver

Saiba como ganhar esse baita kit com vinil, CD, pôster importado, adesivo, camiseta e muito mais clicando aqui.

Eric Clapton

Há 25 anos atrás Eric Clapton lançava seu primeiro álbum com a participação de Phil Collins, o “Behind The Sun”, que marcou uma volta do guitarrista ao seu lado mais guitarrista, já que em seus discos anteriores ele havia se dedicado mais aos vocais e às suas composições do que ao instrumento que o deixou famoso com o Cream.

A Because Sound Matters está homenageando esse lançamento de 1985 com uma nova versão em disco de vinil duplo, cada um com 140 gramas e armazenados em caixa gatefold.

A tracklisting ficou assim:

Disco 1
Lado A

01 She’s Waiting
02 See What Love Can Do
03 Same Old Blues

Lado B
01 Knock On Wood
02 Something’S Happening
03 Forever Man

Disco 2
Side A

01 It All Depends
02 Tangled In Love
03 Never Make You Cry

Lado B
01 Just Like A Prisoner
02 Behind The Sun

Você pode encontrar o discão no site oficial dos caras, clicando aqui.



Buzzcocks

Buzzcocks - Orgasm Addict Live

A Cleopatra Records está lançando “Orgasm Addict – Live”, disco com um registro clássico de uma das bandas punks mais influentes de todos os tempos, o Buzzcocks.

De acordo com o site o disco está sendo prensado em CD e vinil de 12 polegadas, mas só o encontrei a venda no primeiro formato.

De qualquer forma o link oficial do lançamento é esse aqui, e a tracklisting, recheada de hits como “Ever Fallen In Love” e “Orgasm Addict” , é essa aqui:

1. I Don’t Know What To Do With My Life
2. Love You More
3. Autonomy
4. Orgasm Addict
5. Promises
6. When Love Turns Around
7. Ever Fallen In Love (With Someone You Shouldn’t Have Fallen In Love With)
8. What Do I Get
9. Oh Shit!
10. Fast Cars


M.I.A.

E o novo disco de nome bizarro com uma capa bizarra da cantora (bizarra?) M.I.A. irá sair em vinil, e em grande estilo.
Apesar de uma capa feia, recheada de botões de play do YouTube, a Interscope está apostando tanto no formato LP para “/\/\ /\ Y /\” (ou “Maya” para os íntimos ) que disponibilizou sua pré-venda em vinil de 180 gramas.

Você pode garantí-lo aqui, e o lançamento oficial é no dia 13 de Julho.

Vale lembrar que M.I.A. tem causado polêmica atrás de polêmica com suas declarações e um videoclipe extremamente violento, lançado justamente para divulgar esse disco. Saiba tudo aqui.


Coletânea Atticus V

Coletânea Atticus V

A Atticus é uma marca de roupas criada por Tom Delonge e Mark Hoppus, do Blink-182, e devido aos donos músicos que vieram do underground, a marca organiza desde 2002 coletâneas muito legais com artistas tão legais quanto.

As compilações da marca sempre vêm em embalagem especial, arte bem cuidada e tracklisting invejável, juntando um número enorme de bandas independentes que estão na crista da onda em suas respectivas cenas sem apelar para nomes comerciais ou modas passageiras.

Com “Atticus V”, lançada esse ano não foi diferente, veja a tracklisting:

Disco 1
The Swellers- Sleeper
Fake Problems- Don’t Worry Baby
Cobra Skulls- Problems With Preconceptions
Polar Bear Club- Living Saints
Lucero- The Devil and Maggie Chascarillo
The Lawrence Arms-The Slowest Drink at the Saddest Bar on the Snowiest Day in the Greatest City
Strike Anywhere- I’m Your Opposite Number
Set Your Goals- Gaia Bleeds (Make Way For Man)
AM Taxi- The Mistake
Mark Rose- Everything
Poema- 2AM
Let’s Get It- Do Not Disturb
I See Stars- The Big Bad Wolf
This Providence- Selfish
Delux-To Live and Die in TJ
Farewell-Rock On The Radio
Before Their Eyes- Finding A Way
Sparks The Rescue- We Love Like Vampires
Trees Above Mandalay- I Can’t Find my Heart and She’s a Steeler
The Word Alive- Battle Royale

Disco 2
Suicide Silence- Lifted
Veil of Maya-Unbreakable
The Ocean- Swallowed By The Earth
The Bled- Smoke Breaks
We Came As Romans- Broken Statues
Caliban- 24 years
Bison BC- Two Day Booze
3 Inches of Blood- Battles and Brotherhood
Winds of Plague- Creed of Tyrants
Oh’ Sleeper- Son of The Morning
Asking Alexandria- Nobody Don’t Dance No More
Of Mice & Men- Second and Sebring
No Bragging Rights- Unafraid to Burn
Stray From The Path- Negative and Violent
Your Demise- Burnt Tongues
Death Before Dishonor- Better Ways to Die
Thy Will Be Done- And Fire Will Fall
Oceano- District of Misery
Defeater- The Red, White and Blues

A julgar pelas primeiras edições da compilação, que trazia nomes como Alkaline Trio, The Used, Jimmy Eat World, New Found Glory, Rise Against, Sparta, entre outros, fique esperto, porque muitas dessas bandas podem virar as suas favoritas logo logo.

Pessoalmente nomes como Cobra Skulls, Fake Problems, The Lawrence Arms, Lucero, Set Your Goals e Defeater me agradam muito.

O link oficial do disco na loja da Atticus, onde comprando qualquer outro item você o leva de graça, é esse aqui.


The Get Up Kids

Matt Pryor, vocalista e guitarrista do Get Up Kids gravou 2 performances acústicas para o site Alter The Press, que disponibilizou os vídeos na íntegra essa semana.

Você pode ver os vídeos do “Petty Pretty Things”, música do mais novo EP dos caras, “Simple Science” e da já clássica “Out Of Reach” logo abaixo.



O link do site é esse aqui.

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Chegou! Splits: Reel Big Fish/Goldfinger, Mustard Plug/Bomb The Music Industry!, Reggie & The Full Effect/Koufax

29 Jun/10 2 comentários | Arquivado em Chegou!, , , , , , , , , , , , ,

Chegou!

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Hoje é dia de seção Chegou! com fotos de 3 splits em vinil de 7 polegadas que eu adquiri recentemente.
Veja todas as fotos em alta resolução e ouça os sons ripados direto do vinil logo abaixo.

Reel Big Fish / Goldfinger

O ano era 1996. Bandas de ska estavam florescendo aos montes pelos Estados Unidos e se dando muito bem.
Nomes como Sublime, No Doubt, Reel Big Fish, Goldfinger, Aquabats e Mighty Mighty Bosstones estavam ganhando rodagem nas grandes rádios e emissoras de TV, além de emplacar hit até mesmo na Billboard.

Foi nessa época que a Mojo Records lançou “Teen Beef/Tiger Meat”,  um split em vinil azul de 7 polegadas com seus maiores nomes, o Reel Big Fish e o Goldfinger.

A gravadora foi um dos nomes que cresceu com a explosão do Ska, embora tenha vindo a ser comprada pela major Jive Records tempos depois.

Esse disco chega a ser histórico, já que marca uma época onde bandas do underground tomaram o mainstream e o ska era, literalmente, o som do Verão.

No lado do Reel Big Fish, uma das músicas de maior sucesso dos caras, a cover de “Take On Me” do A-Ha e a faixa “In The Pit”, que foi lançada depois no disco “Why Do They Rock So Hard?” com o nome “Thank You For Not Moshing”.

O Goldfinger não deixa barato e também traz o maior hit da carreira no seu lado do disco. “Superman” abre os trabalhos (ela viria a ser lançada em 1997 no disco “Hang Ups”) e depois vem “Up The Junction”, cover da banda de new wave Squeeze.

A arte é um capítulo à parte, já que imita aquelas revistas americanas voltadas para o público feminino adolescente. As 2 capas já mostram isso logo de cara, e dentro do encarte informações super importantes como cor dos olhos, livros favoritos e cor dos cabelos fazem com que o disco pareça uma “Capricho” dos gringos.

Clique nas fotos para ampliá-las.

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Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil

Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil Reel Big Fish / Goldfinger - Teen Beef / Tiger Meat Split Vinil


Mustard Plug / Bomb The Music Industry!

Já falamos aqui algumas vezes sobre a série “Under The Influence”, uma iniciativa muito legal da Suburban Home Records que lança compactos muito especiais. As “regras” são simples:

  • 2 bandas em um compacto
  • cada banda faz uma cover de banda que a influenciou
  • O cartunista Mitch Clem faz as 2 capas baseadas nos discos originais onde as covers foram lançadas
  • Pronto!

Acho muito bacana a ideia, e com os nomes que o pessoal tem conseguido gravar, cada lançamento tem surpreendido.

Nesse aqui, iniciamos com a também banda de ska dos anos 90 Mustard Plug, fazendo uma cover (talvez inusitada) de “Waiting Room”, do influente Fugazi.
A capa, claro, uma releitura da capa do EP “Fugazi”, lançado pela banda em ’88 e que contém a faixa “Waiting Room”.

O pote de mostarda pulando no palco ficou muito bom!

No outro lado desse disco, temos o Bomb The Music Industry! fazendo uma versão ska para “Gold Soundz”, dos reis do indie, Pavement.
O legal é que no pequeno folheto que acompanha o disco, Jeff Rosenstock explica que resolveu gravar essa música porque estava em turnê com o The Slackers, que é uma banda de ska tradicional, mais puxado para o reggae até, e o público sempre estranhava que o BtMI! não tocava ska.

Pois bem, Jeff colocou a mão na massa e transformou “Gold Soundz” para soar mais como uma versão que agradaria os fãs da turnê.

A capa foi baseada em “Crooked Rain, Crooked Rain”, disco do Pavement de 1994, onde “Gold Soundz” foi lançada originalmente.

Pavement - Crooked Rain, Crooked Rain

O resultado ficou bem legal, clique nas fotos para ampliá-las e veja todos os detalhes da arte, porque vale a pena.

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Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil

Mustard Plug / Bomb The Music Industry! - Waiting Room / Gold Soundz Vinil


Todos os detalhes sobre a série “Under The Influence” podem ser encontrados aqui.


Reggie & The Full Effect / Koufax

Esse split foi lançado há 10 anos atrás e tem no lado A o projeto maluco de emo/eletrônico/metal/poppunk do tecladista do Get Up Kids, James Dewees (leia entrevista exclusiva que fizemos com ele aqui).
Nessa banda ele assume o nome de Reggie, e seu grupo se chama Reggie & The Full Effect. Reggie, ou James, grava todos os instrumentos e canta.

No split em questão, a faixa é “Everyone Is Crazy”, que supostamente deveria ter sido lançada em “Promotional Copy”, seu segundo disco, mas segundo consta no encarte foi proibida devido a problemas legais. Eu acho que é tudo jogada de marketing, mas enfim.
A música ainda pega a fase mais boazinha de Reggie, com sua voz de adolescente e sem os berros que começariam a aparecer em “Under The Tray”, culminando com o pesadíssimo “Last Stop: Crappy Town”, cujos baixos foram todos gravados pelo falecido Paul Gray do Slipknot.

No outro lado da bolacha, o Koufax, banda indie que ganhou uma bela forcinha do Get Up Kids quando eles os indicaram/contrataram para sua subsidiária na Vagrant, a Heroes&Villains Records.
Além disso, Ryan Pope e Rob Pope, do GUK chegaram a tocar no Koufax.
A música dos caras é daquele estilo que flutua entre o emo do final dos anos 90 e o indie, e pode agradar os fãs dos 2 estilos.

O vinil está fora de catálogo e é relativamente chato de ser encontrado, mas muito legal, já que a capa traz um cara que com certeza tem mais discos que amigos, só que não é muito inteligente, ao tentar roubar um LP, não é?

Clique nas fotos para ampliá-las.

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Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)

Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil) Reggie & The Full Effect / Koufax - Split (Vinil)





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Chegou! Phone Trio, Blink-182, Matt Pryor, Bomb The Music Industry!, O Pioneers!!!

09 May/10 4 comentários | Arquivado em Chegou!, , , , , , , ,

Chegou!

Mais um final de Domingo, mais um dia de seção Chegou!, com resenha e fotos exclusivas de 4 discões, além de músicas ripadas direto do vinil pra você.
Aperte o play e veja as fotos enquanto conhece as bandas, garanto que vai gostar!


Phone Trio

Sabe, eu tinha uma banda quando eu era moleque. E todas as músicas dessa minha banda eram em Inglês, e acreditem, cantar em Inglês no Brasil parece ser algo pecaminoso, o que nunca entendi, já que as bandas preferidas de todo mundo por aqui cantam nessa língua.
Eu abro o texto com isso porque  acho que uma banda como o Phone Trio deveria ter destaque aqui no país, e ser conhecido pela maioria das pessoas pelo menos na cena independente, cantando em Inglês, Russo ou Polonês, e seu novo disco só prova isso.

“Houston, We Have A Problem” pode ter um nome batido, mas é um disco de altíssima qualidade, em todos os aspectos. Começando pela arte, com desenhos e cores muito bonitas, todos bem representados pelo encarte, que é daqueles que não fica devendo nada a quem compra o CD, completaço, com todas as letras e foto da banda.
A caixinha do CD ainda é daquelas que tem fundo transparente, o que garante mais um pedaço de arte pra gente.

Musicalmente, o trio carioca nos presenteia com 12 faixas de pop-punk/pop-rock que irão agradar em cheio aos fãs de estilo, principalmente aqueles que gostam de Fall Out Boy, cuja comparação é inevitável, já que os caras alternam entre hits adolescentes a la “Take This To Your Grave” e faixas grudentas e que poderiam ser hits em qualquer lugar do mundo ao melhor estilo “From Under The Cork Tree”.

Meus destaques ficam para “Fangs And Kalashnikovs”, “All-Time Favorite Band”, “Just Fiends” e “Say Goodbye To London”, já que volta e meia eu me pego com seus respectivos refrões na cabeça, mas não ouvir o disco inteiro é perder mais um monte de músicas boas. Discos com esse nível de qualidade aqui no país me fizeram lembrar de “Fireworks” do The Invisibles e “Just A Point Of View”, do Rivets.

O Phone Trio acabou de fazer uma tunê pelos EUA, e na minha opinião se dariam muito bem se fossem de lá, então faça um favor a si mesmo, aprecie esse tipo de banda quando ela nasce em terras brasileiras e corra até a Idealshop comprar baratinho uma cópia desse discão. Te garanto que valerá muito mais do que juntar uma grana absurda pra comprar o CD de uma banda grande e que irá parar no bolso de uma gravadora grande.

O link é esse aqui.


Blink-182

Ame ou odeie o Blink-182, é impossível dizer que os caras não foram importantes para o pop-punk do final dos anos 90, que ganhou grande destaque novamente após o Blink tornar-se mega-hiper sensação mundial, como aconteceu alguns anos antes com o “Dookie” do Green Day, por exemplo.

O relançamento do “Enema Of The State” em várias cores diferentes de vinil me deixou muito feliz, porque eu não sou do time que odeia o Blink-182, muito pelo contrário.
O “probleminha” é que o selo Mightier Than Sword, que obteve os direitos de relançá-lo, só os conseguiu para os Estados Unidos, o que significa que eles não podiam mandar o disco para nenhum outro lugar do planeta.
Graças ao nosso parceiraço Bruno Clozel do Action182.com , e seus contatos norte-americanos, não fiquei passando vontade e consegui uma cópia em uma das “cores” de vinil que eu mais gosto: o transparente.

O disco é bonitão, em caixa gatefold, com uma folha de encarte completa e com todas as letras. O único problema aparente é que a foto da parte de trás está estourada, se você ampliar uma delas aí irá perceber também. Não sei se na época eles não se preocuparam em ter uma cópia da foto em resolução grande e anos depois na hora de colocar em uma caixa de vinil tiveram que ampliar uma foto menor, perdendo um pouco da qualidade.

O LP é bonitão, todo transparente com algumas poucas manchas pretas pra dar o charme. Os selos do meio do disco alternam entre o vermelho-em-cima/azul-embaixo e o azul-em-cima/vermelho-embaixo, o que eu só percebi quando estava editando essas fotos aí.

Não tenho medo de afirmar que esse disco já é clássico, e um monte de gente bacana tocando cover dele por aí só prova isso.

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Matt Pryor

Enquanto o The Get Up Kids estava em seu hiato, o vocalista da banda Matt Pryor tocou seu excelente projeto paralelo de folk/rock, chamado The New Amsterdams, lançando uma série de álbuns de estúdio que o tornaram referência no gênero.

Como Matt não se cansou de compor, ele reuniu algumas músicas e decidiu gravar por conta própria ao invés de lançá-las com banda completa, e aí nasceu “Confidence Man”, seu primeiro e por enquanto único disco solo.

Esse disco tinha sido lançado apenas em CD pela Vagrant Records, mas esse ano alguém lá fora teve a ideia brilhante de prensá-lo em LP na cor verde-garrafa-de-coca-cola e vender 500 cópias do discão. Uma delas é minha.

“Confidence Man” tem 15 faixas ao melhor estilo voz e violão, e na minha opinião a voz de Matt é uma das mais interessantes no meio independente, então o resultado ficou demais. É música das boas pra se ouvir quando você quer dar aquela relaxada e apreciar coisas “bonitinhas”, sabe?

O LP é muito legal, eu sempre gostei dessa capa, ao melhor estilo “fim de semana no parque”, e a cor do vinil é uma das mais legais que já vi, ficando bem fiel ao seu nome “Coca Cola Bottle”. O único lado ruim é que os 2 lados têm a mesma arte no selo central do disco, o que faz com que eu tenha que olhar nos códigos de prensagem do disco pra saber qual é o Lado A e qual é o Lado B. Mancada.

Ouça Matt Pryor e seja feliz! Prometo.

Clique nas fotos para ampliá-las.

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Bomb The Music Industry! / O Pioneers!!!

Na minha discografia do Bomb The Music Industry! tava faltando esse split dos caras com o O Pioneers!!! . Não tá mais!!!! (4 exclamações pra homenagear os nomes das bandas)

Esse disco foi lançado 3 anos atrás em LP de 10 polegadas, conta com 4 faixas de cada banda e está fora de catálogo, então achá-lo foi meio chato/custoso. De qualquer forma, fiquei muito surpreso a hora que ele chegou, porque eu não sabia detalhe nenhum de cor, encarte, nada.

Toda a arte do álbum é preta e branca, com desenhos do talentoso Mitch Clem, o que com certeza dá um extra pro disco, porque praticamente tudo que o cara faz fica muito bom.
Pra completar, Team Science e Asbestos Records fizeram um belo trabalho na cor do disco, com um dos lados em vermelho/cereja com manchas brancas e o outro quase que metade branco metade vermelho/cereja.
No selo central do disco, pra identificar as bandas, a respectiva quantidade de pontos de exclamação no nome de cada uma. Genial!

Musicalmente, o Bomb The Music Industry! fez 3 músicas centradas no assunto EUA/Terrorismo/Guerra e as 2 primeiras, “Save The War” e “I’m Terrorfied!!!” são excelentes, enquanto “This Is A Singalong” é meio arrastada, e pra mim uma das mais fracas de toda a carreira da banda. A quarta faixa é uma cover de Regina Spektor para “Ghost Of Corporate Future”.

Eu juro que já fiz de tudo pra tentar gostar do O Pioneers!!! porque já li muitas coisas boas a respeito, muita gente comparando com o próprio BtMI!, e até o Last.FM me recomendando, mas vou confessar que a banda não me desce. É folk-punk, é engraçadinho, mas não sei, as músicas simplemente não me chamaram a atenção.
Em compensação, 2 coisas merecem destaque: a primeira faixa se chama “Punknews is stoked” e é uma “homenagem” aos nerds que ficam o dia inteiro comentando as notícias do site Punknews.org com mensagens inúteis como “XXXX is stoked” ou “first.”. Se liga na letra, aqui.
Por fim, o nome da quarta faixa dos caras é um trocadilho com a clássica “Bad Scene, Everyone’s Fault” do Jawbreaker, e se chama “Bad Scene, Aaron’s Fault”.

Só pra lembrar, o disco pode ser baixado todinho no site da gravadora de Jeff (do Bomb The Music Industry!), a Quote Unquote Records, aí se você achar que eles merecem pode doar dinheiro via PayPal.

O link é esse aqui.

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