Visite a nossa loja para encontrar essa e outras estampas lindonas, além de caneca, adesivo e vinil!
Novo projeto de Alessandro Cortini, Ex Nine Inch Nails
Trent Reznor, o cara por trás do Nine Inch Nails acabou de postar no Twitter o link para ouvir o material do novo projeto de Alessandro Cortini, ex tecladista do NIN e, de acordo com o próprio Trent, ainda colaborador da banda. O projeto chama-se Sonoio e, como já se podia perceber pela atuação de Alessandro Cortini no NIN e em seu outro projeto, o ModWheelMood, as faixas são dotadas de alta qualidade em termos de composição e produção.
Não perca tempo, escute as músicas no player logo abaixo!
Veja o Vídeo dos bastidores do show do Sepultura
Os brasileiros do Sepultura gravaram um vídeo com os bastidores de um show que fizeram em Hamburg na Alemanha que pode ser visto logo abaixo.
Atualmente, a banda está em turnê tocando seu último álbum de estúdio, o ótimo “A-lex” que foi escrito inspirado pelo livro “A Laranja Mecânica” de Anthony Burgess.
Eles também anunciaram recentemente datas para shows na Califórnia em janeiro de 2011! O Sepultura de juntará a banda de Heavy Metal melódico Angra para esses shows:
13 de Janeiro Anaheim, CA – House Of Blues
14 de Janeiro Hollywood, CA – House Of Blues
A Sepultura assinou recentemente com a gravadora Nuclear Blast e já avisou que está compondo material novo.
Eels lança Vídeo de Novo Single e Inicia a Pré-venda de Novo Álbum
A banda norte-americana de rock Eels acaba de lançar o vídeo de “Spectacular Girl“, a primeira música a ser divulgada de seu novo álbum de estúdio que está com data de lançamento prevista para o dia 24 de agosto. “Tomorrow Morning” é o último álbum da trilogia iniciada em 2009 com o álbum “Hombre Lobo” e seguido pelo álbum “End Times“, de janeiro deste ano.
Juntamente com a notícia do lançamento de “Tomorrow Morning” a Eels também divulgou a nova turnê (a última da banda foi em 2007).
“Tomorrow Morning” já está em pré-venda aqui e terá as seguintes versões disponíveis para compra:
- CD simples + download
– CD de luxo duplo + download (com camisa opcional)
– Vinil 12 polegadas + EP em 7 polegadas + download (com camisa opcional)
– CD de luxo duplo + Vinil 12 polegadas + EP 7 polegadas + camisa + Pôster em edição limitada e numerada
Todos que efetuarem a compra do novo álbum na pré-venda terão a sua disposição o download imediato da faixa “Spectacular Girl” cujo vídeo pode ser visto logo abaixo.
Enslaved e Sahg se juntam a turnê européia do Dimmu Borgir
A banda norueguesa de Black/Viking Metal Enslaved e a também norueguesa banda de metal Sahg se juntaram a banda que é um dos maiores ícones do black metal sinfônico da atualidade, Dimmu Borgir, para uma série de shows na Europa que será iniciada em setembro. Veja as datas a seguir:
20 de Setembro Paris, FRA – Bataclan
21 de Setembro London, UK – Forum
7 de Outubro Warsaw, POL – Progresja
8 de Outubro Krakow, POL – Studio
9 de Outubro Prague, CZE – KD Vltavaska
11 de OutubroCopenhagen, DEN – Vega
12 de Outubro Stockholm, SWE – Arenan
14 de Outubro Tampere, FIN – Pakkahoune
15 de Outubro Helsinki, FIN – House Of Culture
17 de Outubro Gothenburg, SWE – Tragarn
18 de Outubro Olso, NOR – Sentrum Scene
O novo álbum dos noruegueses do Dimmu Borgir, “Abrahadabra” está com data de lançamento prevista para 12 de outubro e será lançado pela Nuclear Blast.
Saiba como ganhar uma cópia do LP de “Yellow Submarine” dos Beatles!! Clique aqui.
Vespas Mandarinas
Há algum tempo que a gente tem avisado: “Beeware”! E se você não se preparou devidamente meu amigo, então pode ter certeza que irá ser surpreendido de forma intensa.
Vespas Mandarinas é a nova banda deChuck Hipolitho (Love Bazukas, ex Forgotten Boys), que conta também com Thadeu Meneghini (Banzé, Conjunto Vazio), Mauro Motoki (Ludov) e Michel Vontobel (ex Video Hits).
No mês passado eles lançaram o viciante EP “Da Doo Ron Ron“, disponível para download gratuito no myspace da banda e no portal Nagulha (clique aqui para fazer o seu download) e depois de Chuck Hipolitho ter postado um “Anti-clipe” da música “Sem Nome” no Youtube, eles finalmente lançaram o video oficial, que já está concorrendo na categoria mais pimposa do VMB 2010: “Clipe do Ano”! Para votar, clique aqui.
“Sem Nome” foi gravado em São Paulo, na Casa Das Caldeiras, foi dirigido por Chuck Hipolitho e Thomas Hale, produzido por Chuck, Sabrina Feijó e Manoel Rocha. O video também traz uma brincadeira [muito bem bolada por Chuck] com os câmeras Otavio Sousa, Cesinha Ovalle, Eduardo Orelha e Thomas Hale, além de Stian Olsen substituindo Michel Vontobel na bateria na ocasião. Assista ao resultado logo abaixo!
Confira também o making of para entender toda a ideia; concepção de arte do video.
Weezer
Depois de ter lançado o elogiado “Raditude” em 2009, o Weezer declarou que o seu novo e oitavo álbum será lançado ainda neste ano, no dia 13 de setembro.
Ainda sem nome, tracklisting, capa e detalhes similares divulgados, o frontman do grupo, Rivers Cuomo, comentou sobre o novo registro: “Eu passei uma manhã inteira tentando pensar em um nome para o disco. Será que ‘Heavy Mental’ soa bem? Esse álbum definitivamente trará uma energia mais crua do rock“.
Até agora sabe-se que esse álbum trará uma parceria com o Ryan Adams, que também tocará guitarra na música.
Rivers há algum tempinho chegou a declarar em uma entrevista para a MTV: “Escrevi uma música com Ryan Adams. Ela é bem agitada, poderosa e emocional“. “Foi bastante inspirador trabalhar com Ryan. Ele tem uma energia louca e selvagem“.
Blacklist Royals
O Blacklist Royals, banda de punk ‘n’ roll de Nashville que já tocou com The Queers, The Riot Before e Pennywise, lançou no dia 25 de maio deste ano via Paper + Plastick o seu elogiado primeiro álbum completo de estúdio.
“Semper Liberi” foi lançado em versão digital, CD, vinil doze polegadas e sucede o EP “Six Strings“, lançado em 2008.
Tracklisting:
01 “No Looking Back”
02 “Rock And Roll”
03 “Howling At The Moonlight”
04 “White Line Fever”
05 “American Hearts”
06 “California”
07 “Tennessee Blues”
08 “Drive On”
09 “Love In The Backseat”
10 “Jolie Blonde”
11 “Things They Say”
12 “The Promised Land”
13 “Church Bells Are Ringing”*
“Meet Me in the Basement“, nona faixa do “Forgiveness Rock Record“, o novo álbum do Broken Social Scene, é o novo videoclipe do grupo canadense de indie rock.
O vídeo político foi criado para ser uma resposta para o protesto violento que aconteceu em Toronto, em junho deste ano, por conta do G-20. O clipe foi enviado para a banda por um fã, que prefere manter o anonimato.
Ele traz flashes de fotos e videos de Justin Bieber,Os Simpsons, Lady Gaga, jogos violentos de videogame, Barack Obama e muitas outras coisas que podem ser interpretadas como “distrações”.
O líder do Broken Social Scene, Kevin Drew, comentou sobre: “As pessoas estão sendo vendidas à histórias bestas e o Obama será o único a mostrar que você não poderá fazer coisa alguma quanto a isso. Eu não quero totalmente cético, mas no momento é um pouco problemático“.
Jota Quest, Capital Inicial e Cavalera Conspiracy (banda dos irmãos Max Cavalera e Igor Cavalera, ambos ex Sepultura) são os novos integrantes do lineup que já conta com Incubus, Linkin Park, Regina Spektor, Kings Of Leon, Dave Matthews Band, Sublime With Rome, Pixies, DJ Erol Alkan e DJ Sharam.
A venda dos ingressos começou no dia 13 deste mês e com preços promocionais até o dia 30 do mesmo. Para maiores informações, clique aqui.
No twitter, foi postado que o camping será vendido separadamente dos ingressos e que o pacote para os três dias de festival será vendido a partir do dia 30 de julho. Além disso, uma das grandes dúvidas também foi esclarecida: Professores da rede estadual de ensino também pagam meia entrada.
Para ver a nossa cobertura completa sobre todos os detalhes do evento, clique aqui.
Segue o resultado com os vencedores da promoção que deu 2 ingressos VIP para o festival A Grande Roubada no Rio de Janeiro:
Ingresso do dia 25: @erickrjhc (link do sorteio: http://sorteie.me/w2D)
Ingresso do dia 26: @_rainha (link do sorteio: http://sorteie.me/wyF)
Parabéns! Erick levou ingresso VIP pros shows de ontem e @_rainha entrará hoje na faixa.
Não deixe de participar das nossas promoções!
Delaney & Bonnie
A Rhino Records está relançando em grande estilo um dos maiores registros históricos do rock mundial, o “On Tour With Eric Clapton” de Delaney & Bonnie. Explico.
Delaney Bramlett & Bonnie Bramlett eram marido e mulher e no final dos anos 60 iniciaram uma banda de rock, sob seus respectivos nomes, e contando com um line-up de dar inveja a qualquer músico até hoje.
Em sua “banda de apoio” eles contaram com ninguém menos que Eric Clapton, Duane e Gregg Allman (The Allman Brothers), George Harrison (um tal de Beatles), Leon Russell (Beach Boys, Jerry Lee Lewis, Willie Nelson), o famoso baterista Jim Gordon e vários outros nomes importantes do rock até hoje.
Em 1970 eles lançaram “On Tour With Eric Clapton”, terceiro da carreira e primeiro ao vivo, além de ter se tornado o álbum de maior sucesso da banda, tanto em relação à crítica quanto ao número de cópias vendidas.
Nesse disco, a banda contava com o seguinte line-up: Delaney, Bonnie, Eric Clapton, Jim Gordon, Carl Radle, Bobby Whitlock, Leon Russell, Dave Mason e George Harrison sob o pseudônimo de L’Angelo Misterioso.
Segundo diz a lenda, a capa original do disco foi tirada pelo empresário da banda, Barry Feinstein, enquanto esse servia de fotógrafo em uma turnê de Bob Dylan, e os pés pendurados na janela desse carro aí seriam de Dylan.
Um disco cheio de história não poderia ter qualquer tratamento, e a Rhino caprichou.
A gravadora fez uma caixinha, imitando os cases de instrumentos e equipamentos de turnê, contendo 4 discos e 52 faixas. Além das músicas originais de “On Tour With Eric Clapton”, ainda estão disponíveis os shows gravados no London’s Royal Albert Hall e Colston Hall em Bristol, todos no Reino Unido.
Você pode encontrar esse belo registro histórico aqui.
Soulfly
O Soulfly esteve fazendo shows recentemente em terras polonesas e um vídeo gravado de cima do palco foi disponibilizado dos caras tocando “Eye For An Eye”, do primeiro disco da banda, e “Roots Bloody Roots” daquela outra ex-banda de Max Cavalera, o Sepultura.
Assista o vídeo abaixo.
Pitty
A cantora Pitty lançou recentemente o videoclipe oficial do novo single de seu último álbum “Chiaroscuro”, a faixa “Fracasso”.
Você pode conferir o trabalho logo abaixo, e ler a nossa resenha com dezenas de fotos exclusivas desse vinil aqui.
Na minha opinião, “Fracasso” é uma das melhores faixas desse álbum, e quem participou da promoção que fizemos com esse LP pôde conferir uma versão ripada direto do vinil.
Spinal Tap
O Spinal Tap é uma banda de heavy metal que começou como uma grande piada, mas acabou dando muito certo.
A primeira aparição dos caras foi em um programa humorístico de TV, mas ao levar a brincadeira a sério, os caras acabaram gravando 3 discos de estúdio, realizando grandes shows e turnês e contando com o apoio de músicos de bandas como Fleetwood Mac, Go Go’s e Jane’s Addiction.
O caráter humorístico ainda acompanhou a banda durante toda a carreira, e mesmo com nome estabelecido como banda “de verdade”, os caras continuaram fazendo paródias, piadas e gracinhas com suas músicas e discos.
“Break Like The Wind” é o segundo disco dos caras, lançado originalmente em 1992 e que agora está ganhando nova versão com a Universal Records em Picture Disc.
A tracklisting original do álbum foi mantida, e a divisão entre os 2 lados do disco ficou assim:
Lado A
1. Bitch School (2:50)
2. The Majesty Of Rock (3:55)
3. Diva Fever (3:06)
4. Just Begin Again (4:52)
5. Cash On Delivery (3:03)
6. The Sun Never Sweats (4:23)
7. Rainy Day Sun (3:42)
Lado B
1. Break Like the Wind (4:35)
2. Stinkin’ Up The Great Outdoors (2:50)
3. Springtime (4:02)
4. Clam Caravan (3:37)
5. Christmas With The Devil (4:33)
6. Now Leaving On Track 13 (2:08)
7. All The Way Home (2:07)
Você pode encontrar todos os detalhes e saber onde comprar o disco aqui.
Reel Big Fish
O Reel Big Fish, uma das únicas bandas de ska terceira onda a continuar tocando ska está relançando uma coletânea de hits entitulada “A Best Of Us For The Rest Of Us”, que sairá no dia 20 de Julho em disco duplo.
A banda já conta com uma coletânea desse disco, mas que foi lançada pela Jive Records, a major label que comprou a Mojo, gravadora que contratou meio mundo do ska quando o estilo explodiu nos anos 90 com nomes como Sublime, No Doubt, Goldfinger e o próprio RBF.
O problema é que a banda não teve nenhuma participação nessa primeira coletânea, não pôde escolher as faixas e segundo eles mesmo dizem, não recebem um centavo por cópia vendida.
Talvez por isso eles tenham resolvido fazer uma coletânea por conta própria e pedem para seus fãs que não comprem a da Jive, pois é uma grande falcatrua.
Polêmicas à parte, esse novo disco tem 22 faixas que vão desde o primeiro grande disco da banda, “Turn The Radio Off” até o mais recente, de covers, “Fame, Fortune And Fornication”, e além disso traz um disco extra chamado de “Skacoustic”, porque como você já deve ter deduzido, só tem versões acústicas do grande peixe.
Na minha opinião, você deveria ficar de olho nessa coletânea, porque o Reel Big Fish é uma das bandas mais divertidas que eu já ouvi, e um apanhado da carreira dos caras será muito bem vindo.
Tracklisting:
A Best of Us for the Rest of Us:
1. Sell Out 3:53
2. Take on Me 3:18
3. Beer 3:51
4. She Has a Girlfriend Now 3:07
5. Everything Sucks 2:53
6. Trendy 2:38
7. I Want Your Girlfriend to be My Girlfriend Too 2:48
8. In the Pit 2:43
9. The Set Up (you need this) 4:19
10. Somebody Hates Me 3:24
11. You Don’t Know 3:15
12. Suckers (this one’s for you) 3:39
13. Where Have You Been 4:00
14. Good Thing 3:24
15. Ban the Tube Top 3:03
16. Don’t Start a Band 3:18
17. Your Guts (I hate ‘em) 2:01
18. Another F.U. Song 1:03
19. New Version of You (new version) 3:20
20. Party Down 4:07
21. Slow Down (single version) 4:20
22. Brown Eyed Girl 3:02
Bonus Skacoustic:
1. Sell Out (skacoustic) 3:56
2. Take on Me (skacoustic) 3:14
3. Beer (skacoustic) 3:51
4. She Has a Girlfriend Now (skacoustic) 3:04
5. Another F.U. Song (skacoustic) 1:03
6. Your Guts (i hate ‘em) (skacoustic) 1:55
7. Suckers (skacoustic) 3:39
8. Where have you been (skacoustic) 4:01
9. Don’t Start a Band (skacoustic) 3:17
10. S.R. (skacoustic) 1:37
11. 241 (skacoustic) 2:41
12. the Kids Don’t Like it (skacoustic) 3:24
13. Scott’s a Dork (skacoustic) 3:04
14. Nothin’ (skacoustic) 2:06
Arrisco-me a dizer que fomos os primeiros a noticiar o nome desse disco, há algum tempo atrás, quando sem querer encontrei menção a ele no site da Rock Ridge Music.
AC4
AC4 é o mais novo projeto de Dennis Lyxzén e David Sandström, mais conhecidos como vocalista e baterista do grande Refused, respectivamente.
A banda toca hardcore old school e conta com a sempre entusiasmada performance de Lyxzén em seus shows, talvez por isso exista tão grande expectativa sobre esse disco.
“AC4″ está sendo lançado via Deranged Records apenas e tão somente em discos de vinil, e conta com 15 faixas. Repare em nomes como “Fuck The Pigs”, “Coptown” e “Pigs Lose” que a raiva está presente no coração do quarteto sueco.
Em uma notícia relacionada, Dennis Lyxzén conversou com a revista Exclaim sobre o relançamento Deluxe de “The Shape Of Punk To Come” do Refused, e falou sobre porque o Refused nunca irá voltar e como a ideia de relançar o disco foi se moldando.
Entre outras coisas, Lyxzén diz que não há chances do Refused voltar porque há muitos aspectos envolvidos em um possível retorno, e até compara sua ex-banda ao Minor Threat, que nunca voltou, dizendo que “às vezes a lenda é melhor que a coisa de verdade”.
Sobre o relançamento do disco, ele diz que quando a Epitaph se propôs a fazê-lo, ele fez questão de adicionar material bônus ao lançamento, para que valesse mais a pena e as pessoas realmente tivessem vontade de comprá-lo, e que se o disco não fosse relançado em vinil, nem era para fazê-lo.
O baixista do Trivium, Paolo Gregoletto, editou um vídeo para o cover de Sepultura que a banda tem feito nas últimas turnês. O clipe, de “Slave New World”, originalmente de “Chaos A.D.” (1993), tem cenas de shows e bastidores gravadas pelos integrantes do Trivium. O resultado ficou bem legal. Veja:
A título de curiosidade, a versão original do Sepultura é essa aqui:
Girl Talk
Um fã dos mashups de Greg Gillis, mais conhecido pelo pseudônimo Girl Talk, montou um site em que é possível identificar e ouvir trechos de praticamente todos os samples utilizados por Greg em cada uma das faixas de seu quarto disco, “Feed The Animals”. Tem de tudo um pouco – rock, pop, electro, eurodance, hair metal dos anos 80, muita coisa dos anos 90 e, claro, hip-hop por cima de tudo. O site, montado por Edd Hannay, é esse:
http://www.gingerninja.org/feedtheanimals/
Em 2008, a gravadora independente Illegal Art disponibilizou “Feed The Animals”, quarto álbum do Girl Talk, no esquema “pague quanto quiser”. Era só entrar no site deles e baixar o disco em diversas opções de formato, e decidir o quanto você estava disposto a pagar. No momento, o site da gravadora estea fora do ar, mas você pode comprar “Feed The Animals” (com preço definido) aqui.
Um outro fã, tão dedicado quanto Edd, montou clipes para todas músicas do álbum há algum tempo atrás. Veja o clipe para a faixa que abre o álbum, “Play Your Part (Pt. 1)”:
Tegan & Sara
A dupla canadense Tegan & Sara resolveu inovar no lançamento do single “Alligator”, do último álbum delas, “Sainthood”, lançado no ano passado. No dia 22 de junho, elas lançam o single em um LP duplo de 12″, com 10 remixes da faixa – por nomes como Holy Fuck!, Passion Pit e Dave Sitek, do TV On The Radio – além da demo original da música, gravada por Sara. O tracklist ficou assim:
Se você se interessou pelo álbum, pode encomendá-lo aqui.
The Gaslight Anthem
Brian Fallon, guitarrista e vocalista do The Gaslight Anthem, foi recentemente à rádio americana KEXP FM e tocou versões acústicas de quatro faixas do novo álbum da banda, “American Slang”, que vai ser lançado em 15 de junho. Brian tocou o primeiro single do disco, “American Slang”, a recém-liberada “Boxer”, além de “Antonia Jane” e “The Queen Of Lower Chelsea”.
Para encomendar o álbum, clique aqui. Vale lembrar que “American Slang” encontrou o caminho da internet ainda em Abril, quase dois meses antes do lançamento oficial.
Exatos 30 anos após seu primeiro disco de estúdio, Ozzy Osbourne está de volta com seu décimo trabalho solo, previsto para o próxima dia 15 de Junho e que ganhou essa capa aí, divulgada na semana passada.
“Scream” é o primeiro disco de Ozzy desde “The Ultimate Sin” em 1986 que não terá Zakk Wylde nas guitarras e Mike Bordin na bateria, substituídos respectivamente por Gus G. do Firewind e Tommy Clufetos do Rob Zombie.
Como você viu aqui no TMDQA!, a faixa “Let Me Hear You Scream” foi trilha sonora de um episódio da série de TV CSI: NY no dia 14 de Abril e será o primeiro single desse novo disco.
Infelizmente a pré-venda do álbum ainda não começou, e informações sobre versões do discão ainda são escassas, mas na página oficial do cara é possível cadastrar-se em uma lista de e-mails que promete deixar todo mundo informado sobre os detalhes da pré-venda. É só clicar aqui.
Logo abaixo você pode ver um vídeo promocional de CSI com imagens de Ozzy tocando a faixa ao vivo. O vídeo ficou muito legal.
Mt. Desolation
E mais um supergrupo vai se formando no meio musical.
Além de nomes como Them Crooked Vultures (Foo Fighters, Queens Of The Stone Age, Led Zeppelin) e The Dead Weather (White Stripes, The Kills, Queens Of The Stone Age) agora é a vez de ganhar vida a banda Mt Desolation.
O projeto envolve Ronnie Vannucci do The Killers, Tom Hobden do Noah And The Whale, Winston Marhsall do Mumford And Sons e Tim Rice-Oxley do Keane, e promete um disco com maioria de músicas country ainda para esse ano.
Pra finalizar, o grupo já marcou um show para o dia 4 de Junho em Londres.
A “página oficial”, que na verdade é um blog da banda, pode ser encontrada aqui, com várias fotos e atualizações sobre o processo de gravação do disco acima, e você encontra matéria completa sobre a banda, em Inglês, aqui.
Sepultura
O Sepultura esteve em terras europeias durante os últimos dias e começaram a aparecer na Internet alguns vídeos dessas apresentações.
Três deles foram gravados em alta definição, em um show que acontecu na cidade de Arlon, Bélgica por fãs que estavam na platéia.
Confira os vídeos logo abaixo:
“Ratamahatta”
“Refuse/Resist”
“Roots Bloody Roots”
Vale lembrar também que há algum tempo o canal oficial da banda no YouTube disponibilizou vídeos da banda tocando no estádio do Morumbi em São Paulo, gravados no próprio palco. Confere:
“Intro / Moloko Mesto / Refuse/Resist”
Against Me!
Começou a pré-venda do excelente novo disco do Against Me!, chamado “White Crosses”.
As primeiras unidades do discão foram disponibilizadas ontem, exclusivamente na loja Interpunk em vinil vermelho de 140 gramas, limitados a 1.000 cópias e muito provavelmente esgotarão-se rapidamente.
Vale lembrar que o disco já vazou há um bom tempo na Internet, e que como você viu aqui no TMDQA!, o líder da banda Tom Gabel disse sobre o vazamento do disco: “Não tem problema. Pra quem quiser, estão aqui as letras”, postando todas as letras das faixas em seu blog oficial.
Já tive a oportunidade de ouvir “White Crosses” e recomendo demais. Candidato sério a melhor disco do ano.
Para garantir sua cópia, o link é esse aqui.
Cobra Starship
O Cobra Starship, banda de synthpop/electro/whatever que parece agradar a gregos e troianos lançou um novo clipe em seu site oficial, para a música “Living In The Sky With Diamonds”.
A faixa está presente em “Hot Mess”, último disco do grupo que saiu em Agosto do ano passado via Fueled By Ramen/Decaydance nos EUA e Columbia no Reino Unido.
Sim, você já sabe que hoje é o Record Store Day, porque aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos! a gente não para de falar disso, mas entenda, pra nós é como se hoje fosse Natal, Aniversário, Dia das Crianças!
Além de todas as matérias bacanas que já fizemos, resolvi perguntar para os amigos, colegas, parceiros e leitores do site sobre suas histórias em lojas de disco.
Basicamente, pedi para que dessem um depoimento respondendo 2 perguntas:
“Qual a importância das lojas de discos pra você e qual foi o primeiro álbum que você comprou?”
O resultado tá aí embaixo e ficou bem legal. Aproveite e deixe seu depoimento nos comentários!
Loja de discos na minha época de jovem curioso era a fonte de informações mais precisa e completa da galera, no rio tinha a hard n’ heavy, bone yard, spider… nessas lojas comprei minhas primeiras demos, descobri bandas e discos que estão na minha vida até hoje, e isso tudo antes do resto do mundo ver o clipe na mtv.
Não lembro do primeiro disco que comprei, falei um outro dia mas descobri que não tinha sido esse….
Lembro de comprar na área de discos da falecida Mesbla o “Motorhead – 1916″ em vinil.
Juntei dinheiro um bom tempo… a capa me encantava e ainda tinha uma música chamada “Going To Brazil” e outra “R.A.M.O.N.E.S.”, encantador.
Bom, sempre rola um saudosismo falar em vinil, mesmo porque quando comecei a me interessar realmente por música, era só isso que existia… vinil e fita-cassete. Lembro até hoje que o primeiro disco de rock que eu ganhei, foi em meados de 1985, quando eu tinha exatos 5 anos, uma tia-avó minha me presenteou com o “Rádio Pirata – Ao Vivo” do RPM. Agora pense em uma criança de 5 anos ouvindo RPM na sala de casa em um volume ALTO, bem alto… mesmo porque no próprio disco vinha escrito “escute alto” – e é claro que uma criança obedecia isso facilmente.
Os anos foram passando e me lembro de ter comprado vários outros… O Blesq Blom dos Titãs, Psicoacústica do IRA! (que vinha até com o óculos 3D pra vc ver a capa “se mexer”) e por aí foi. Uns anos mais tarde entrei naquelas do heavy/thrash metal, e então vieram os discos do Slayer (Season in the Abyss), Sepultura (Bestial Devastation) e etc (sem contar com os de death metal do tipo Pungent Stench, Deicide, Defecation e outros). Eram épocas que o normal era comprar vinil, já que não se tinha outra mídia (tirando a fita-cassete).
Nessa mesma época, tive contato com os clássicos “Apetite for Destruction” do Guns n Roses, “Nevermind” do Nirvana, “Vulgar Display of Power” do Pantera, “Ten” do Pearl Jam e todos do Metallica até o black album… dali pra frente a coisa mudou, veio a era do CD e matou as bolachas, quase que definitivamente.
Ainda tenho todos esses discos em casa, mas foram anos e anos sem ao menos me interessar mais em comprar alguns vinis, o CD realmente tinha tomado conta de tudo.
Tempos pra cá comecei a reavaliar os conceitos todos, tanto sonoro quanto estético e de valor sentimental, e percebi que nada mais valioso do que um belo vinil, com seu charme todo rodando na vitrola e com a sua arte algumas boas vezes ampliadas, tanto para os seus olhos quanto para as suas mãos.
Nessa reviravolta do vinil, de uns anos pra cá, a minha primeira aquisição foi um grande clássico pra mim que conheci em CD, o “Dial In Sounds” do Brandtson, em edição limitada na cor branca… pronto, foi dado novamente o chute inicial, e daí pra frente, prometi pra mim mesmo que todos os clássicos que eu conheci em CD eu teria em versão de vinil – caso saíssem suas edições comemorativas, especiais e tudo mais… e hoje tamos aí, colecionando uma por uma, e posso dizer que o prazer é muito maior do que de comprar um CD… e te juro que isso não é apenas saudosismo da minha parte. Quem compra, sabe.
As lojas de discos foram os estabelecimentos que mudaram minha vida. O primeiro disco que eu mesmo comprei, ainda criança foi o Ultraje a Rigor – Crescendo. Aquela musica “Filha da Puta” bombava e eu, uma criança de 9 anos, adorava cantar aquilo alto pra irritar a minha mãe.
Mas foi particularmente em 1991, eu com 11 anos, fiquei apaixonado pelo Guns n´Roses quando vieram no Rock in Rio II e havia uma loja de discos do outro lado da rua de minha casa. Mas nao era qualquer loja, era BEM alternativa (incrível isso numa cidade do interior há tempos atrás).
Foi lá que indo atrás de Guns, com o tempo, descobri o Metallica, Motorhead, Slayer, Sepultura e um dia os Ramones. A loja ja tinha me levado pro lado da música, mas foi aquele vinil dos Ramones – Ramones Mania, que me levou pro punkrock e deixei de ser cabeludo de preto metaleiro infantil (rs.) pra punkrocker skate cabelo verde e alfinete na orelha.
Foi nessa loja também que eu e o Léo Kobbaz nos conhecemos e foi de lá que surgiu o Street Bulldogs.
Uma única lojinha de discos alternativa, numa cidadezinha de interior, num pontinho comercial de 4×4m, há 20 anos atrás, não só mudou a minha vida, como a de muita gente daqui, o que se criou uma cena ao redor dessa loja e dos showzinhos que fomos começando a organizar. Ali foi o ponto inicial de tudo o que eu vivo hoje.
Sinceramente, eu acho que “eu não seria eu” se não fosse essa loja e o dono na época, o saudoso Cabral (in memorian) meu guru metaleiro que deu o primeiro empurrão pra essa vida.
O primeiro disco comprado que me lembre foi o Ramones “Brain Drain”, a capa do disco me dava medo, acho que foi isso que instigou comprar, ouvi demais essa porra. Mas a impôrtancia das lojas antigamente é que eram o nosso google de hoje, saca? Lembro de sempre perguntar aos vendedores se tinha algo parecido com nirvana, ramones ou beatles, era um lugar de buscar não só disco como conhecimento.
Meus pais sempre foram bem “musicais”, então desde cedo eu e meu irmão tivemos contato com música. Apesar disso, a gente não tinha vitrola, era na base do K7. Quando meu pai enfim comprou um aparelho de som, meu irmão, que é mais velho, iniciou sua coleção de discos e eu ia ouvindo por tabela, Ultraje, Paralamas, Engenheiros, Camisa de Vênus, Titãs, enfim o rock brasileiro dos anos 80… Na virada pros 90, fomos crescendo, nossos cabelos também, e a música foi ficando mais pesada… Assim, o primeiro vinil que comprei, que usei um dinheirinho meu mesmo pra isso, foi o “Anarkophobia”, do Ratos de Porão, no Carrefour da Vila Maria! Como saiu pela Eldorado ele foi parar nas prateleiras de uma grande magazine, que bom pra mim!
Depois disso, ia à Galeria do Rock, quando ela era feia, suja, as escadas rolantes não funcionavam e se fugia de carecas e (ironia) punks, ou ainda na lendária Woodstock, ali na saída da Estação Anhangabau… Hoje as pessoas têm rinite e sociofobia, então recorrem à plasticidade disfarçada de praticidade das lojas online… Sad but true, diria o Metallica! Ácaro é vida, literalmente!
Kennedy Lui, guitarrista e vocalista da banda Zebra Zebra
As lojas de discos e os departamentos de cds/dvds/livros sempre foram as lojas ou seções que mais me atrairam na adolescência. Ainda hoje quando vou na Fnac, Saraiva e etc é fácil “perder” horas por lá. Atualmente não compro tantos cds como antigamente, mas ainda deixo minhas “verdinhas” quando sai um disco indispensável. Há mais ou menos um ano eu voltei a comprar LPs e agora me divirto nos Sebos.
O primeiro cd que comprei com o meu dinheiro pra ouvir no meu primeiro Micro-System foi “Raimundos – Lavô tá novo”. Na mesma semana eu e meus irmãos ganhamos: “Ramones – Acid Eaters” , e as coletâneas de dance “Top Surprise” e “Hit Parade”.
Meu primeiro LP foi uma coletânea do Jorge Ben.
Loja de discos é aquele tipo de loja que você pode passar 10 minutos ou 1 hora que você não vai notar o tempo passar, e quando se trata de uma loja de discos independente, você tem a oportunidade de encontrar cada raridade que nunca imaginou encontrar por aí numa loja convencional.
Confesso que não sou um bom comprador de discos, mas adoro passar o tempo nas lojas olhando suas capas e vendo a diversidade delas.
Meu primeiro disco deve ter sido com uns 13 anos, que no caso eu não comprei e sim ganhei: Toxicity do System Of A Down… depois disso comecei a comprar uns albuns, mas até hoje não virou costume pelo preço elevado mesmo.
As primeiras coisas boas que tive (CD) foi o primeiro da Legião e ‘the best of the beast’, do iron.
Em LP mesmo, só guardei o do simpsons! Haha
Se fosse pra comprar um disco no Record Store Day, seria o lançamento do Wilco.
Posso ficar ouvindo os solos do Nels Cline por horas!
As lojas de discos (e/ou CDs) sempre estiveram presentes em minha curta existência. Lembro-me de passar dias inteiros pelas lojas da Galeria do Rock aqui em SP, onde adquiri inúmeros títulos e onde também me desfiz de vários outros.
O primeiro disco que eu me lembro de ter comprado, DE FATO, na verdade não foi somente um, mas dois! Os dois primeiros álbuns que eu comprei com a minha grana foram o “Bowling Bowling Bowling Parking Parking”, excelente bootleg do Green Day e o “Recipe For Hate” do Bad Religion. Ambos foram adquiridos na época em que eu arriscava os meus primeiros acordes na guitarra e me acompanham até hoje!
Fernanda Parisi, webdesigner do Tenho Mais Discos Que Amigos!
O primeiro vinil que tive foi um da Turma da Mônica, que sério, acho que escutei até arranhar. Meu pai comemorou o dia que ele não tocava mais porque aparentemente eu o escutava com muita frequência. E acho que se eu o visse à venda hoje comprava sem pensar. Outros que me marcaram bastante foi um do Golden Boys cantando músicas dos anos 60, o do Seu Boneco, da TV Colosso e o Jive Bunny and the Mastermixers (todo mundo falando de música séria e eu com minhas pérolas). Eles tomavam lugar de destaque no meu quarto, no meio do Lego e das Barbies (tinha o que, uns 6 anos, por aí). Sempre fui fascinada pelas artes das capas, então ir em loja de discos pra mim quando criança era tão bacana quanto ir numa loja de brinquedos. Hoje em dia, quando o Tony começou a colecionar vinis, a primeira coisa que eu fiz foi ir atrás de uma maneira de colocá-los pendurados na parede.
Hoje aqui em Florianópolis são poucas as lojas que vendem música – exclusivamente mesmo são pouquíssimas. Acho que esse mercado tem que ser mais valorizado. Também gostaria que meus filhos pudessem ficar fascinados ao entrar num lugar desses
Desde pequeno, eu vagava por cada centro comercial, cada shopping, sem rumo pelas prateleiras das lojas de música. Com o surgimento da internet, vi praticamente todos esses estabelecimentos, grandes ou pequenos, fecharem as portas. No entanto, não vejo o Record Store Day como uma porta para o passado, mas como uma celebração da música de hoje e do futuro. A internet abriu sim, novos caminhos, mas não substituiu o prazer de segurar um disco em mãos, de analisá-lo e reanalisá-lo, e de ouvir a música viva pelos alto-falantes. Como músico e amante da música, é lindo saber que, em pelo menos um dia de cada ano, todo o suor, dedicação e disciplina inseridos em cada segundo dessas canções (e das capas maravilhosas) sejam celebrados como arte, e não como meia dúzia de megabytes, ou algumas dezenas de reais. Vida longa ao Record Store Day!
Meu primeiro vinil foi a versão brasileira da trilha sonora do seriado do Batman, aquele cheio de “SOC!”, “TUM!”, “POW!”, hahaha. Ainda guardo ele até hoje, com muito carinho.
As lojas de discos representam muito pra mim. É onde eu mais me encontro; onde eu poderia passar uma eternidade e só sair forçada. Cada visita a alguma delas, me traz boas lembranças e momentos de muita paz, conhecimento e euforia. É inexplicável.
Ah… O primeiro disco que comprei foi o “Cheshire Cat”, do Blink 182. Aliás, acho que principalmente no Brasil, Blink 182 é uma das bandas mais presentes na vida de qualquer pré-adolescente e adolescente, que os acompanhou ou não desde o começo da carreira.
O ambiente de uma loja de discos é transcedental. De repente, tens ao teu redor todos os teus ídolos (obviamente, todos aqueles que detestas também) e a vontade é de passar dias e dias ali, ouvindo um por um, viajando pelo tempo. Precisa mais alguma coisa? Pra mim é quase como uma biblioteca ou livraria (e veja, eu também sou bibliófila, então o negócio é sério).
Meu primeiro disco foi o homônimo do Black Sabbath, na época em que eu ainda era guria e só tinha as opções vinil e k7 em casa. Ganhei do meu pai e nem sei que rumo tomou: foi embora junto com o toca discos que tínhamos na época e julgamos não ser tão bom quanto um toca cds. Enganados, óbvio. Só depois ele trouxe a vitrola velha de volta pra casa. O disco não voltou, mas o amor pelo Sabbath ficou pra contar a história.
Disco é mais puro, disco é mais real, disco é mais legal! Acredito se acabar as lojas de discos, ainda assim não vai acabar esse movimento dos vinilmaníacos! Mas é de muuuita importância a loja! Tanto a loja via web, quanto a loja que tem lá no seu bairro, ou naquele endereço distante, que a gente anda tanto pra achar! E os sebos? Outra maravilha! Quem nunca achou aquele discão de suma importância para a sua vida, que só de pegar ele na mão dá arrepios? Aí você vai olhar o preço…uma bagatela!!! Aí pensa: “Quem foi o desesperado, e doente, que deixou esse tesouro aqui?” Sempre acontece!
Meu primeiro disco de vinil foi Back In Black do ACDC…eu, muleque na época, me emocionei…O último? Um split de 7 polegadas dos brasileiros do Violator com os estadunidenses do Hirax! Lindo!
O Vinil não vai morrer não…vai ter muito mais vida que o CD…pelo menos enquanto nós, amantes do formato, continuarmos com nossa cabeça dura, e repassarmos para os próximos amantes da boa música.
Então,
Acho lojas de discos lugares legais pra encontrar música diferente do seu habitual, especialmente pra quem gosta dos álbuns como obras completas, não só as músicas nele, mas as informações do encarte, o material gráfico e tudo mais que vem nas caixinhas.
Ontem mesmo estive em uma e tive gratas surpresas como boxes e mais boxes de tango, discos do era e do Information Society. O bom das lojas de disco é que as coisas estão na sua frente, mesmo as que dificilmente você
baixaria, então você pode se surpreender sempre.
O primeiro disco que eu comprei, se me lembro bem, foi o Debut do Gorillaz, o primeiro que tive foi o do Mamonas assassinas, mas foi um presente.
Lucas Silva, Leitor do Tenho Mais Discos Que Amigos!
Assim como é uma criança em uma loja de brinquedos, sou eu em uma loja de discos. Sempre tive aquela coisa de ficar indo na loja da minha cidade todas as semanas, só pra ver quais os novos discos de rock e outros estilos que eu gosto haviam chegado, e então ver toda aquela prateleira de discos novos esperando para serem ouvidos e aproveitados até o fim.
A minha vida mudou depois que fiquei mais ligado em relação a música, principalmente ouvindo bandas punks politizadas como Green Day, Bad Religion, NOFX, Offspring, graças aos meus amados discos. O primeiro disco que comprei foi American Idiot do Green Day, eu já havia ouvido o Dookie, porque a minha irmã o tem, mas American Idiot foi o álbum que fez com a minha vida mudasse, fez que eu me interessasse por política, por tocar um instrumento, escrever minhas próprias músicas, não ligar para o que os outros dizem, todas essas coisas. Sem este disco eu não seria quem eu sou.