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Paramore, Deftones, Trilha sonora The Runaways, Entrevista EXCLUSIVA Jai Al-Attas (Documentário “1994″)

04 Mar/10 10 comentários | Arquivado em Entrevistas, Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Paramore

A Fueled By Ramen e o Paramore estão lançando um kit de vinil que contém o último disco da banda, “brand new eyes” em LP de 140 gramas, com apenas 5000 cópias feitas no mundo todo e o single de “Brick By Boring Brick” em um Picture Disc que contém uma imagem do encarte do disco no Lado A e uma imagem com a letra da música escrita pelas mãos da própria vocalista Hayley Williams no Lado B.

Para encontrar o kit o link é esse aqui.


Deftones

O Deftones liberou a track listing do seu novo disco, “Diamond Eyes”, que sai no dia 18 de Maio. Dá uma olhada:

Royal
Diamond Eyes
You’ve Seen the Butcher
CMND/CTRL
Beauty School
Prince
Rocket Skates
Sextape
Risk
976-EVIL
This Place Is Death

Os viciados em LOST devem ficar emocionados com  “This Place Is Death”, já que esse é o nome de um episódio da quinta temporada da série.

O que ainda não saiu foi a capa do disco, mas assim que estivermos com ela, a postaremos aqui.


Trilha Sonora The Runaways

Outra tracklisting divulgada foi a da trilha sonora do filme que retrata a história de uma das primeiras e mais importantes bandas femininas de rock, o The Runaways.
O filme ganhou ares de super-produção, e não ficou pra trás ao escalar os artistas para a trilha sonora. Dá uma olhada:

“Roxy Roller” – Nick Gilder
“The Wild One” – Suzi Quatro
“It’s A Man’s Man’s Man’s World” – MC5
“Rebel Rebel” – David Bowie
“Cherry Bomb” – Dakota Fanning
“Hollywood” – The Runaways
“California Paradise” – Dakota Fanning
“You Drive Me Wild” – The Runaways
“Queens Of Noise” – Dakota Fanning & Kristen Stewart
“Dead End Justice” – Kristen Stewart & Dakota Fanning
“I Wanna Be Your Dog” – The Stooges
“I Wanna Be Where The Boys Are (Live)” – The Runaways
“Pretty Vacant” – Sex Pistols
“Don’t Abuse Me” – Joan Jett

O disco sai em CD e formato digital no dia 23 de Março. Não encontrei uma versão em vinil, mas qualquer novidade será postada por aqui!

Entrevista com Jai Al-Attas

(fonte da foto: billsilvaentertainment.com)

Imagine-se cara a cara com um de seus ídolos, entrevistando-o. Agora imagine-se na frente de todos os seus ídolos, entrevistando-os e gravando um documentário sobre uma das épocas mais marcantes música: o punk rock dos anos 90.
Se você não consegue imaginar tal feito, o australiano Jai Al-Attas imaginou-se nesse contexto e em 2006 saiu de Sidney e foi para Los Angeles realizar esta façanha. “- O resultado disso?” “- O documentário One Nine Nine Four!”

Em 1994, morreu aquele que fez com que cena musical underground fosse posta no mainstream: Kurt Cobain. Com sua morte, o grunge se foi e o punk rock passou a ser o estilo musical presente no cenário daquela época. No mesmo ano, um trio, não muito conhecido, do norte da Califórnia chamado Green Day lançara o disco “Dookie”, alcançando mais de 19 milhões de cópias vendidas. Ainda na mesma época, o Offspring lançou o “Smash”, disco que alcançou o status de maior vendagem de um selo independente, o Epitaph.

Fat Mike (NOFX), Tim Armstrong (Rancid), Billie Joe (Green Day), Mark Hoppus (Blink-182), Tom DeLonge (Blink-182), Greg Graffin (Bad Religion), Dexter Holland (The Offspring), Kevin Lyman (Warped Tour) foram algumas das pessoas com quem Jai pode conversar e extrair informações preciosas dessa época tão movimentada na música que era feita nos Estados Unidos.

E quem melhor para narrar toda essa história? Tony Hawk, a maior lenda viva do skate mundial.
One Nine Nine Four descreve como o punk rock dos anos 90, oriundo da obscura cena de meados dos anos 80, ressurgiu na costa leste dos Estados Unidos agregando o movimento do surf e skate do Sul da Califórnia que culminou no início de um dos principais eventos da música alternativa independente que dura até hoje: a Warped Tour.

Jai Al-Attas conversou quase duas horas conosco do TenhoMaisDiscosQueAmigos.com e com Bruno Bld e Colombia182 do Action182.com, e falou sobre como surgiu a idéia de fazer este documentário, sobre a experiência de participar de algo que influenciou sua vida pessoal e profissional, de estar cara a cara com seus principais ídolos e sobre as dificuldades de realizar um projeto como este.
Falou ainda sobre o mundo da música atual, sobre Green Day, Blink-182, NOFX, Lagwagon, sobre o mercado discos de vinil, entre tantas outras coisas.
Confira abaixo a primeira parte dessa entrevista exclusiva com o cara!

A segunda parte já está no ar, aqui no Action182, é só clicar!

MUITO legal, não perca:


Colombia-ACTION182:
Como você teve a ideia de fazer o “One Nine Nine Four” e qual é o seu maior objetivo?
Jai: A ideia para o filme veio quando eu assisti “Dogtown and Z Boys” (documentário de skate) um dia. Eu achei que era o documentário mais legal que eu já tinha visto e ele me inspirou a querer fazer meu próprio filme. Quando eu comecei a pensar em assuntos que eu tinha paixão, o punk rock dos anos 90 instantaneamente surgiu na minha cabeça, aí eu pensei “espera um pouco, ninguém fez um filme se concentrando nessa era da música”. Então eu basicamente escrevi um rascunho e decidi que se ninguém havia feito, eu teria que fazê-lo por conta própria. O principal objetivo do filme é basciamente contar a história desses artistas e de como eles saíram de relativa obscuridade para se tornar a linha de frente da música mainstream mundial, e o que significou pra cada um deles, e quais tendências foram fatores decisivos para que isso acontecesse numa escala tão larga como aconteceu com eles.

Bruno-ACTION182: Lendo sobre o documentário em suas fontes oficiais, a gente viu que você cresceu ouvindo várias das bandas que acabou entrevistando. Como você se sentiu estando cara a cara com seus ídolos e os tendo como parte do projeto?
Jai: É, foi muito legal, sabe. Há uma regra geral que você nunca deveria conhecer seus herois porque você só irá se desapontar, mas isso não aconteceu comigo. Todo mundo que a gente entrevistou foi super legal com a gente, e nos levou a sério, mesmo que nós fossemos apenas “crianças” da Austrália que eram bebês quando a maioria das bandas deles haviam começado. No começo eu fiquei um pouco intimidado, eu acho, mas depois das primeiras entrevistas eu fiquei bem à vontade com o fato e tentei fazer meu trabalho da melhor maneira possível.

Tony-TMDQA!: Que legal! Ficar desapontado com seus ídolos deve ser muito ruim.
Jai: Não aconteceu comigo ainda, bate na madeira.

Tony-TMDQA!: Como você conseguiu trazer tantas pessoas importantes para o mesmo filme? Todas elas aceitaram quando você os convidou pela primeira vez ou alguém recusou a ideia de fazer parte do projeto?
Jai: Levou um tempo, na verdade. Primeiro a gente tinha 2 pessoas dizendo que fariam, e todas as bandas grandes tipo os Green Days da vida não respondiam nossas ligações. Perceba que a gente estava ligando pra eles direto. Mas como a coisa foi evoluindo, a gente construiu essa energia onde a gente conseguiu entrevistar tipo o Joey Cape (Lagwagon) e ele dizia “porra, vocês já falaram com o Fat Mike (NOFX)?” e eu disse que não, e aí ele nos colocou em contato com o Fat Mike. Então a gente continuou tocando desse jeito, e eventualmente 3 meses depois todo mundo estava a bordo menos o Billie Joe do Green Day. A gente já havia aceitado o fato de que não conseguiria ele e voltou pra Austrália. No dia que eu cheguei na Austrália, o empresário deles Pat, que hoje em dia é um grande amigo meu me mandou um e-mail dizendo “Ah, sim, o Billie quer fazer a entrevista agora”. Mas isso acabou sendo atrasado ou deixado de lado, aí 6 meses depois eu estava em Los Angeles por outros motivos e mostrei ao Pat um trailer que a gente tinha feito sem o Billie. Ele ligou pro Billie falando tipo “você TEM que fazer isso”. Uma semana depois a gente estava no estúdio do Green Day entrevistando o Billie Joe e essa foi a última entrevista que fizemos para o filme. Estávamos muito empolgados.


Colombia-ACTION182: Então os artistas que se envolveram com o projeto aceitaram fazê-lo de primeira?
Jai: Ah sim, basicamente sim.A gente ficou 3 meses em Los Angeles, mas sempre com pressa. A gente teve que ir a Maui para entrevistar Dexter Holland (Offspring). Foi muito legal, mas o Havaí é caro, cara..

Bruno-ACTION182: Continuando no assunto, qual é a parte mais difícil de fazer um documentário tão grande, com tanta gente importante envolvida?
Jai: Tentar fazer o correto com cada uma delas e fazer com que as suas histórias fiquem coesas. Algumas pessoas têm opiniões diferentes em certos assuntos, e como um diretor de filmes você está tentando contar uma certa estória mas por outro lado você não quer tirar os créditos dos envolvidos. O lance é encontrar o balanço perfeito entre tantas personalidades. Dinheiro foi difícil também, a produção foi barata, mas a pós-produção é muito cara.

Tony-TMDQA!: Como você arrecadou fundos para o documentário? Você teve ajuda de alguma empresa privada ou uma pessoa em específico?
Jai: Nenhuma empresa se envolveu. Meu produtor Matt Wardle tem laços no mundo financeiro e pessoas com dinheiro, e ele conseguiu arrecadar os fundos iniciais que a gente precisava pra ir até lá e gravar. Aí eu consegui arrecadar mais um pouco com pessoas que eu conhecia para começar a fase de pós-produção. E agora a gente está tentando arrecadar mais ainda pra pagar por direitos musicas e terminar isso… finalmente.

Bruno-ACTION182: Essa seria nossa próxima pergunta. A gente leu sobre alguns leilões e outros tipos de ações que você está fazendo para arrecadar fundos e terminar o documentário. Que tipos de problema você tem engrentado e como essas ações têm funcionado até agora? Jai: É basicamente a música. Ninguém (distribuidores) vai tocar seu filme até que tudo esteja “limpo” e se tratando de um documentário musical, isso pode se tornar bem caro.
Bruno-ACTION182: São os royalties?
Jai: Sim, exatamente. Mas é mais pras gravadoras e editores (publishers). São eles que ficam com a grana. E porque ninguém mais compra CDs e o modelo de negócio deles está falhando, eles procuram outras fontes de renda que infelizmente para mim e outros diretores de documentários se resume a licenciamento de músicas. Eles não vêem como um filme histórico sobre o legado que seus artistas fazem parte, eles apenas vêem como um dia de pagamento que vai manter as luzes no seu prédio ligadas um pouquinho mais.

Tony-TMDQA!: Isso é muito ruim. A gente ia te perguntar outras coisas, mas como o assunto veio à tona, vou mudar um pouco. Eu tava lendo no encarte da “Wrecktrospective” (coletânea da história da gravadora Fat Wreck Chords) que desde 2005, quando baixar MP3 virou algo natural, a Fat Wreck começou a ter problemas com dinheiro e teve que cortar gastos. O que você acha desse novo modelo musical, com as MP3 e outros tipos de lançamento digital? Jai: Eu acho que o modelo antigo está morrendo muito rapidamente, se é que já não está morto. Eu acho que as pessoas têm tanto acesso à música hoje em dia, e de graça, que o lance agora é tratar o consumidor de forma igualitária, ao invés de trazê-los pra baixo toda hora. As pessoas ainda querem ajudar os artistas, mas é necessário mais incentivo agora para fazê-lo porque o poder está nas mãos do consumidor. A indústria de discos pode estar morrendo mas a música definitivamente não está. Obviamente mais pessoas estão ouvindo música porque agora é mais acessível.

Bruno-ACTION182: Você acredita na venda de MP3 online? Porque aqui no Brasil isso está andando muito devagar…
Jai: Sim, eu acredito que é bacana e você sabe que as pessoas as estão comprando mais do que músicas sozinhas. Não vai preencher o buraco da quantidade que os CDs vendiam porque as gravadoras tinham margens de lucro gigantescas com eles. Mas se você é esperto ainda há maneiras de fazer dinheiro explorando música, enquanto haja respeito mútuo entre o dono e o consumidor.

Tony-TMDQA!: E você acha que discos de vinil podem preencher o buraco deixado pela falta de um formato físico, inerente aos arquivos MP3?
Jai: Eu acho que o vinil está voltando em uma espécie de nicho pós-moderno. No último ano 2 milhões de discos de vinil foram vendidos nos Estados Unidos. Não chega nem perto dos 900 milhões de CDs que já foram vendidos em um ano há algum tempo atrás. O que eu quero dizer é que o vinil não vai tapar o buraco por conta própria, mas como uma das várias coisas que estão acontecendo hoje em dia: mp3s, vinil, encartes, DVDs, etc. Todos eles são parte de uma figura maior no que diz respeito ao consumo de música.

Tony-TMDQA!: Eu sou um grande fã do vinil, mas não acho que ele irá voltar com tanta força nos meios mais populares. É uma coisa mais para fãs de música, audiófilos.
Jai: É, não vai ser como o CD. A gente quer que a nossa música seja pequena, quase invisível e portátil. A gente quer poder ouvi-la quando a gente bem entender e onde a gente bem entender.


Bruno-ACTION182: Qual foi a importância da música dos anos 90 no mundo todo? Você acha que a morte do Kurt Cobain marcou o fim do grunge e que isso foi crucial para a explosão do punk rock ou você acha que o punk rock já estava se tornando grande o suficiente para ultrapassar o grunge e tomar seu lugar de qualquer jeito?
Jai: Eu acho que a sua morte teve muito a ver com ajudar o punk rock a ter sua vez. Tipo, quando o Green Day e o Offspring apareceram, na Austrália eles eram tratados como bandas parecidas com o Nirvana. Era a mesma atitude, mas com um olhar mais rápido e refrescante. Era super pop então também podia ser tocada no rádio e TV. Mas ainda era legal o suficiente para fãs de música “Alternativa”.

Tony-TMDQA!: Você acha que o fato de grandes gravadoras terem contratado bandas independentes como o Green Day e o Offspring foi marcante para o pop-punk conseguir tanta visibilidade e sucesso no mainstream?
Jai: Bom, o Green Day talvez, mas o Offspring lançou o “Smash” pela Epitaph que é uma gravadora independente. E eu acredito que esse álbum tenha batido o recorde de vendas em uma gravadora independente de todos os tempos. Definitivamente iria acontecer, as bandas estavam construindo e seguindo nessa direção. Eu acho que a morte do Kurt foi tipo um catalisador para o movimento de trocar o foco um pouco e colocar a atenção em bandas como o Green Day e Offspring e seus amigos que vieram depois.

Tony-TMDQA!: Falando nisso, qual foi a importância para a cena do Green Day tocar o Woodstock, com o Mike Dirnt usando uma camiseta do Screeching Weasel, por exemplo? Além disso o Tré Cool também fez algo parecido quando filmou o clipe de “Longview” com uma camiseta do Tilt. Você acha que esse tipo de camaradagem entre as bandas era algo normal no punk rock dos anos 90? A ajuda que eles conseguiram através disso é inegável.
Jai: Sim, definitivamente. Eu acho que as bandas tinham orgulho de fazer parte daquela cena e ter o sentimento de pertencer a alaguma coisa. Tantos artistas aparecem e lançam discos de muito sucesso mas não são parte de nada, e com essas bandas de pop punk, eles eram partes dessa cena excitante e eles eram amigos de todo mundo e quando alguma dessas bandas conseguia atingir uma platéia maior, era natural que eles ajudassem as outras bandas da maneira que podiam. O melhor exemplo disso foi o movimento de gravadoras independentes. Brett (do Bad Religion) abriu a Epitaph, Fat Mike (NOFX) abriu a Fat Wreck, Dexter (Offspring) abriu a Nitro, Joe (Vandals) abriu a Kung Fu. É um modelo perfeito para apresentar novas bandas ao mundo através da popularidade da sua banda.

Tony-TMDQA!:
E a Lookout! Records? Eles também conseguiram muita atenção nessa época, já que bandas de seu catálogo estavam sendo vistas em veículos da grande mídia. Por que você acha que a gravadora acabou perdendo o direito de seus maiores lançamentos (Green Day, Operation Ivy, Screeching Weasel) e quase falindo? Pergunto isso porque a Lookout! foi extremamente importante para a cena punk rock dos anos 90 e seu dono, Larry Livermore aparece no documentário.
Jai: Bom, eu falei com o Larry sobre isso e ele não era mais parte da gravadora quando tudo aconteceu, ele já tinha saído. Mas eu acho que ele estava triste pelo fato de que algo que ele construiu do zero eventualmente se tornou o que se tornou. Não sei dizer mais do que isso, porque eu não sei detalhes dos problemas financeiros deles.


NÃO PERCA a segunda parte dessa excelente entrevista no Action182


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Chegou! com Wrecktrospective (NOFX, Fat Wreck Chords), NOFX e The Lawrence Arms

19 Jan/10 1 comentário | Arquivado em Chegou!, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Chegou!

Estou voltando de férias e finalmente colocando as coisas em ordem. Uma delas é tirar e editar fotos de vários discos que eu tenho adquirido pra colocar aqui na seção Chegou!.
Hoje tem a coletânea da Fat Wreck Chords, a Wrecktrospective, um EP raro do NOFX e o último disco do excelente Lawrence Arms.
Espero que gostem das fotos, e cliquem nelas para ampliá-las!

Wrecktrospective

“Wrecktrospective” é a coletânea/retrospectiva da Fat Wreck Chords, gravadora capitaneada por Fat Mike do NOFX e que em seus vinte anos de existência lançou muita, mas muita música boa.
A coletânea vem com 3 CDs. O primeiro é o “Fattest Hits”, uma espécie de “Greatest Hits” com as bandas e as músicas que foram lançadas pela gravadora e mais fizeram sucesso.
O segundo só tem Demos (não à toa ele é chamado “Demos”) e versões raras de bandas do catálogo dos caras. Destaque pra versão demo de “It’s My Job To Keep Punk Rock Elite” do NOFX que mostra um Fat Mike mais desafinado do que nunca. Digamos que é.. interessante!
Por último, o terceiro CD, que contém o “Fat Club” todinho. O Fat Club foi uma iniciativa da gravadora que lançou um programa de assinaturas, e todos que pagassem uma taxa e aderissem ao clube, receberiam um EP de 7″ por mês durante um ano. Foram discos de NOFX, MxPx, Lawrence Arms, Vandals, Randy, e mais.
Esses EPs estão esgotados e fora de catálogo há um bom tempo, e pela primeira vez ganham a luz do dia em CD.

A arte é um show à parte. Vários desenhos bacanas e pôsters de shows que me fizeram chorar, como a performance de divulgação do Rock Against Bush que contava “só” com NOFX, Alkaline Trio, Lawrence Arms, Dillinger Four e Against Me!. Se UMA banda dessas vem ao Brasil eu já surto, imagina todas na mesma noite.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o Fat Mike contando a história da gravadora e como a partir de 2005, quando baixar MP3 de graça tornou-se algo corriqueiro ele teve que demitir gente, parar de contratar bandas e reduzir todo e qualquer tipo de custo para não ficar no prejuízo. É a primeira vez que eu vejo uma declaração honesta e não-chorona sobre o assunto, e confesso que gostei bastante, além de ter ficado pensando sobre a indústria da música.

Por último, um pôster duplo, de um lado com as capas de todos os lançamentos da FAT até hoje, desde o EP “The P.M.R.C. Can Suck On This” do NOFX até a própria Wrecktrospective e de outro lado depoimentos de membros de algumas bandas que passaram pela FAT como o Lagwagon, Strung Out, MxPx, Less Than Jake, Rise Against e Screeching Weasel sobre como foi estabelecido o contato entre banda e gravadora e como seus discos foram lançados.

É tudo muito bacana, e resume muito bem uma grande parcela da história do punk rock/independente nos últimos anos. Vale a pena! Tudo que eu falei aí em cima pode ser visto nas fotos, é só clicar e ampliar.


Don’t Call Me White

Esse EP do NOFX foi lançado em 1994 e desde então quando suas cópias acabaram ele nunca mais foi relançado e está fora de catálogo. Nem preciso dizer que foi um trabalho árduo consegui-lo, mas ele tá aqui!
Os quase 16 anos de idade ficam claros em alguns lugares como o selo no meio do vinil que deveria ser branco e já está amarelado, mas isso é normal. A capa é sensacional, combina demais com o nome da música, que é um dos hinos do NOFX.
O lado negativo fica pelo lado B, que não é inédito, mas sim uma música que saiu no “Punk in Drublic”, a inteligente “Punk Guy”.


Oh! Calcutta!

Se esse disco tivesse saído em 2009, ele seria disparado o melhor do ano pra mim. Mas ele saiu em 2007 e eu só conheci agora, então pra reparar o erro tive que conseguir rapidinho uma versão lindona dele em vinil.
Esse é um daqueles exemplos que, na minha opinião, deixa bem claro a preferência por discos de vinil.

A capa é linda, uma releitura da bandeira de Chicago com o logotipo do Lawrence Arms, e é quase obrigatório pendurá-la na parede. Além disso, todo o resto da arte segue a mesma linha e conta com ilustrações belíssimas e fotos muito legais do trio formado por Chris, Brendan e Neil.
Por último, aonde mais você poderia ter um encarte gigantesco, que na verdade é um poster, com fotos, todas as letras, agradecimentos e notinhas a mais? Só em uma caixa de disco de vinil.

Se você ainda não conhece, vá atrás, porque o “Oh! Calcutta!” é um dos melhores discos independentes dos últimos 5 anos, fácil.



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Caixa de Vinil War Child: Heroes Vol. 1, Thrice, Jon Cougar Concentration Camp, Bjork, Bloc Party, Peaches

10 Dec/09 Nenhum comentário | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

MEGA PROMOÇÃO DE NATAL



Mega-promoção - Toca-Discos Mega-promoção - Compactos de 7" CAMISETA Tenho Mais Discos Que Amigos! Blink-182 - They Came To Conquer... Uranus

Mega-promoção - Quadro do Green Day Mega Promoção - Laja Records Funeral-For-A-Friend-BR---Promoção1 Gustavo-Macaco


Está no ar a MEGA-PROMOÇÃO DE NATAL do Tenho Mais Discos Que Amigos!
Participe e concorra a um dos kits acima! Tem toca-discos, Vinil nacional, Vinil importado do NOFX e Blink-182, camiseta, CD Importado do Funeral For A Friend, Quadro do Green Day, Pen drive de 2GB com um montão de música do Gustavo Macaco e muito mais!!!

Clique aqui para ver o post e como participar dessa mega promoção.

Mega Promoção - Melhor Disco de 2009!

E MAIS! Se a gente levar o prêmio de Melhor Blog (http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com) ou Personalidade do Ano (Tony Aiex) no BEST OF ZONAPUNK 2009, eu sortearei a TODOS que participaram da promoção o melhor disco escolhido por vocês!!!
Então corre e vota!!! É só clicar aqui.

War Child: Heroes Vol. 1

War Child Heroes Vol. 1 War Child Heroes Vol. 1 - Box Set

A “War Child” é uma organização não governamental fundada em 1993 que tem como objetivo dar amparo a crianças nascidas em áreas que estão em conflito ou que tenham saído de conflito recentemente.
Em Fevereiro desse ano os caras fizeram uma coletânea chamada “Heroes Vol. 1″ que reúne vários artistas bacanas fazendo cover de outros vários artistas bacanas.

Dá uma olhada na tracklist:

  1. Beck – “Leopard-Skin Pill-Box Hat” (Bob Dylan)
  2. Scissor Sisters – “Do the Strand” (Roxy Music)
  3. Lily Allen and Mick Jones – “Straight to Hell” (The Clash)
  4. Duffy – “Live and Let Die” (Sir Paul McCartney and Wings)
  5. Elbow – “Running to Stand Still” (U2)
  6. TV on the Radio – “Heroes” (David Bowie)
  7. Hot Chip – “Transmission” (Joy Division)
  8. The Kooks – “Victoria” (The Kinks)
  9. Estelle – “Superstition” (Stevie Wonder)
  10. Rufus Wainwright – “Wonderful/Song For Children” (Brian Wilson)
  11. Peaches – “Search and Destroy” (The Stooges)
  12. The Hold Steady – “Atlantic City” (Bruce Springsteen)
  13. The Like – “You Belong to Me” (Elvis Costello)
  14. Yeah Yeah Yeahs – “Sheena Is a Punk Rocker” (The Ramones)
  15. Franz Ferdinand – “Call Me” (Live) (Blondie)

São covers pra fã de boa música nenhum botar defeito, e eu destaco a cover da Lily Allen pra “Straight To Hell” do The Clash que conta com backing vocals do próprio Mick Jones. Foda!
Mais foda ainda foi a caixa de singles que o pessoal lançou pra essa puta compilação.

Ao todo, 15 discos de 7 polegadas estão dentro da caixinha, sendo que o Lado A de cada disco tem a cover e o Lado B tem a versão original da música! Ou seja, é só colocar na vitrola pra ouvir uma versão, virar o disco e comparar com a outra. Genial.

Achei a caixinha à venda na Amazon Inglesa e o preço é um tanto quanto salgado por estar em Libras. Pra quem quiser dar uma conferida, o link é esse aqui.


Thrice

Thrice - Beggars

A Vagrant Records liberou a pré-venda do mais novo álbum do Thrice, “Beggars”, que saiu em Agosto e em pouco tempo as 2.000 cópias do disco esgotaram-se na loja online da gravadora.
O LP vem com um encarte colorido de 24 páginas em 11″x11″ e autografado pela banda. Não é à toa que acabou rapidinho. Além disso, o disco é acompanhado de um cartão de download, para ter o álbum em forma digital.

Não sei se haverá mais cópias disponíveis, mas o link oficial do lançamento é esse aqui.


Jon Cougar Concentration Camp

Jon Cougar Concentration Camp - My Hair Hurts

O Jon Cougar Concentration Camp é uma banda de punk rock que esteve ativa do meio para o final dos anos 90 e há 10 anos não lançava nada, desde “Too Tough To Die” e “Hot Shit”. O nome do penúltimo não é mera coincidência, é um disco de covers do disco do Ramones de mesmo nome.

E é com outro disco completo de covers que o JCCC está de volta em 2009.
“My Hair Hurts” é um LP de 12″ que trás a banda tocando o clássico do Screeching Weasel “My Brain Hurts” de ponta a ponta. Nada mais justo, já que os próprios membros da banda já disseram que começaram como um grupo de covers do Screeching Weasel em 1994.

Ainda não ouvi o álbum, mas confesso que estou bastante curioso, já que esse é um dos melhors discos da carreira das fuinhas. O link é esse aqui.


Bjork

Bjork - Náttúra

No ano passado a Islandesa mais conhecida do mundo da música, Bjork, lançou um single digital chamado “Náttúra”, que tinha como objetivo chamar a atenção para questões ambientais da sua terra natal. Pra isso, ela chamou ninguém menos que Thom Yorke do Radiohead para fazer alguns vocais e conseguiu alcançar seu objetivo.
Esse ano o single saiu em formato físico, e uma das versões disponíveis é um vinil de 12 polegadas que trás um remix da música no Lado A e a faixa original no Lado B.

O link para o disco é esse aqui.


Bloc Party

Bloc Party - Signs Bloc Party - One Month Off

Quem também atacou esse ano com singles de vinil e remixes foi o Bloc Party.
“Signs” e “One Month Off” saíram respectivamente em discos de 12 e 7 polegadas, e trazem versões remixadas dos singles de mesmo nome.
Confesso que não sou muito fã de discos com várias versões da mesma música, mas pra quem gosta a dica está aí! Os links são esse e esse.


Peaches

Peaches - Talk To Me

E a última artista de hoje a lançar single em Vinil é a Peaches, pioneira e símbolo do tal electroclash, que já esteve algumas vezes aqui no Brasil.
Seu último álbum, lançado esse ano se chama “I Feel Cream”, e foi justamente desse álbum que ela tirou o single “Talk To Me”, que em seu disquinho de 7 polegadas tem essa música no Lado A e o Lado B “More”.
O link é esse aqui.



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Slipknot, Hatebreed, The Riptides, Bullets And Octane, Converge

27 Nov/09 3 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , ,

Slipknot

Slipknot - Ten Year Anniversary 1999-2009 Slipknot - Vol. 3 (The Subliminal Verses) Slipknot - All Hope Is Gone

Boas notícias para os fãs da banda mais mascarada do planeta! Ok, prometo não usar esse trocadilho nunca mais.
Para comemorar 10 anos do lançamento do disco de estreia, o Slipknot, junto com a Roadrunner, está presenteando seus fãs com algumas edições especiais de álbuns de sua carreira. Dá uma olhada:

  • “Slipknot” – CD com 25 faixas, DVD bônus com documentário inédito de 1999, e show inédito de 2000, video clipes e extras. Tudo isso em uma caixa de metal exclusiva e acompanhado de uma camiseta, um patch, um stêncil, um gorro, chaveiro, e cartões de colecionador
  • “Vol. 3″ -  Álbum todo em Disco de Vinil
  • “All Hope Is Gone” – Álbum todo em Disco de Vinil

Os links estão todos aí em cima e quem é fã não pode deixar de aproveitar essa oportunidade!

Hatebreed

Hatebreed - Hatebreed Hatebreed - Hatebreed (Special Edition)

Após lançar “For The Lions”, disco só de covers que presta homenagem a todas as bandas que lhes influenciaram, o pessoal mais-que-hardcore do Hatebreed vem com outro disco ainda em 2009.
“Hatebreed” foi lançado no último dia 29 de Setembro e saiu com várias edições especiais. Dá uma olhada:

  • Edição à venda no Best Buy – 2 faixas bônus ao vivo
  • Edição à venda no Wal-Mart – 2 músicas bônus de estúdio
  • Edição exclusiva do iTunes – 2 músicas do EP “Under The Knife” regravadas
  • Special Edition – DVD exclusivo com show ao vivo, making of do álbum e videoclipes

Os 3 primeiros você só encontra nas respectivas lojas, mas o CD normal está à venda aqui e a edição especial aqui.



The Riptides

The Riptides - Tales From Planet Earth

Essa é pra todos os fãs de pop-punk e bubblegum por aí, como os nossos amigos do BubblegumAttack.
O Riptides é uma banda canadense do estilo 3 acordes que existe desde 1998, mas foi ano passado quando o baterista Dan Lumley entrou na banda que as coisas começaram a tomar um rumo maior e eles fecharam contrato com a Asian Man Records.
Isso tudo porque Lumley é um dos bateristas mais conhecidos no meio do punk rock e já gravou com gente como Screeching Weasel, Riverdales, Common Rider, Squirtgun e Rise Against. Sem contar que é ele o responsável pelas baquetas no Torture The Artist, banda all-star que conta com o sobrinho do presidente do Panamá sobre a qual eu falei esses dias.

O mais novo disco dos caras acabou de sair e se chama “Tales From Planet Earth”, foi produzido por um também Screeching Weasel, o Mass Giorgini, e promete agradar em cheio aos fãs do gênero.

CD e LP podem ser encontrados aqui.


Bullets And Octane

Bullets And Octane - Laughing In The Face Of Failure

Outra banda que começou em 1998 e está de disco novo é o Bullets And Octane.
Depois de lançar disco homônimo no começo do ano, o produtivo quinteto de roqueiros doidões resolveu juntar seu penúltimo álbum, “Song For The Underdog”, de 2007 e “Bullets And Octane” em um lançamento só.
O resultado é “Laughing In The Face Of Failure”, que contém os 2 discos e mais 3 b-sides.

Pra quem gosta de algo que anda entre o hard rock, o punk e o bom rock ‘n’ roll essa é uma boa pedida.
Aqui você encontra esse lançamento à venda e ainda leva um patch de graça.


Converge

Converge - Axe To Fall

Quando eu postei sobre o mais novo lançamento do Converge, fiquei devendo a versão em vinil de “Axe To Fall”.
Então aqui vai: o LP em vinil azul já está à venda e pode ser encontrado aqui.

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Chegou! Refused, Short Music For Short People, Rancid, The Lawrence Arms

25 Nov/09 1 comentário | Arquivado em Chegou!, , , , , , , , , , , ,

Entrevista + Promoção RELESPÚBLICA

Veja a segunda parte da entrevista com a banda Relespública e ainda saiba como concorrer a um EP raro da banda! É só clicar aqui e ir direto pro post.

Relespública MOD MOD DETALHE DISCO MOD ENCARTE E DISCO

 

Podcast #19 NO AR!!

Com The Offspring, Social Distortion, Queens Of The Stone Age, The Lawrence Arms, Billy Talent, No Fun At All, The Ergs!, Fall Out Boy, NOFX, Pulley, Rumbora, Sleater-Kinney, Especial Misfits com The Network, Guns ‘N Roses e My Chemical Romance, Pedidos da Audiência, The Killers, Refused, The Mighty Mighty Bosstones, Small Brown Bike, Especial covers Tony Hawk’s American Wasteland com Dropkick Murphys, Senses Fail, Taking Back Sunday e Thursday.

Clique aqui e ouça em streaming ou baixe em mp3!

Refused – The Shape Of Punk To Come

Por algum motivo que eu não sei explicar, eu não tinha esse excelente disco clássico nem em CD. Falha grave, já que o mesmo foi lançado em versão nacional pela Highlight Sounds.
De qualquer forma pra me redimir eu comprei a versão em vinil desse álbum que é simplesmente perfeito, e ainda hoje, mesmo após 11 anos, é um dos melhores e mais relevantes discos de rock feitos no planeta.

O encarte na verdade é a “bolsa” do vinil, que vem dentro dele em disco simples.
As fotos da capa são muito legais, e a parte de dentro também, só não gostei muito da parte de trás que parece que foi feita às pressas, tendo até erro de Inglês no nome de algumas músicas. De qualquer forma esse discão é essencial para o amante de boa música!

Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come

Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come

Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come

Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come Refused - The Shape Of Punk To Come

Coletânea Short Music For Short People

Essa coletânea é uma das mais legais que já saiu em todos os tempos.
101 bandas tocando músicas de no máximo 30 segundos. Tem de tudo, Offspring, Rancid, Green Day, Blink-182, Screeching Weasel, AFI, Less Than Jake, NOFX, Dillinger Four, The Lawrence Arms, Swingin’ Utters e por aí vai…
Essa edição é exclusivíssima, porque a Fat Wreck lançou só 220 cópias em vinil colorido, e uma é minha!

O vinil é lindão, além de ser vermelho com algumas manchas pretas, vem com um encarte quase do tamanho de um disco de 7″ com fotos de TODAS as 101 bandas. E tem fotos bastante curiosas, como o Green Day nos primórdios, o Ben Weasel com cabelo, o Paddy do Dillinger Four peladão e o Blink-182 na época mainstream.

Eu tinha essa coletânea em CD, e vocês sabem o que eu fiz com ela né? Sorteei aqui no site. =D

Coletânea Short Music For Short People Coletânea Short Music For Short People

Coletânea Short Music For Short People Coletânea Short Music For Short People Coletânea Short Music For Short People Coletânea Short Music For Short People

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Rancid – Let’s Go

Esse chegou e já foi direto pro topo da lista como um dos discos mais legais da minha coleção.
O “Let’s Go” foi o primeiro CD original do Rancid que eu tive, talvez por isso eu sempre tenha nutrido um carinho especial por ele.

Agora tenho essa versão lindíssima, com caixa abrindo tipo livro, em formato gatefold, disco duplo em vinil branco, e o melhor de tudo, é meu primeiro disco de 10″.
O disco é menor que um normal, mas não chega a ser do tamanho de um compacto, então é muito foda, fica tipo um livrão mesmo, e a parte de dentro é clássica, com vários pôsters de showzaços que o Rancid fez no começo da carreira.

Ao final do post coloquei um comparativo entre 3 discos de 12, 10 e 7 polegadas, que vão pro Dicionário do Vinil, e vale pela curiosidade. Nota 10 pra Epitaph e pro Rancid!

Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go

Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go

Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go

Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go

Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go

Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go

Rancid - Let's Go Rancid - Let's Go


The Lawrence Arms – Buttsweat And Tears

Notícia postada com todas as informações do lançamento originalmente nesse link.

“Suor de bunda e Lágrimas” é o nome do mais novo EP do The Lawrence Arms, a minha mais nova banda preferida.
Esse EP tem 4 faixas e é EXCELENTE. Quando eu vi a notícia sobre ele, ainda não conhecia a banda, e fiquei curioso com o nome do compacto, então fui atrás e acabei descobrindo uma excelente banda.

No Podcast #19 coloquei “Demons” pra tocar, música que está na versão digital desse EP e é das minhas preferidas. O disquinho é bem bacana, com uma capa sugestiva e uma parte de trás de dar água na boca. O encarte trás vários detalhes, informações e o mais legal: todas as letras.

Se você ainda não ouviu a banda, comece pelo podcast e depois ouça o álbum “Oh! Calcutta!”. Não se arrependerá!

The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears

The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears

The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears The Lawrence Arms - Buttsweat And Tears

Comparação entre 12″, 10″ e 7″

Como eu falei logo acima, o disco do Rancid é de 10″. Aí fiz uma comparação entre 3 discos de tamanhos diferentes pra colocar no Dicionário do Vinil. Ficou assim:

Dicionário do Vinil - Discos de 12", 10" e 7" Dicionário do Vinil - Discos de 12", 10" e 7"

Dicionário do Vinil - Discos de 12", 10" e 7"

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Black Sabbath, American Hardcore, Melvins, Torture The Artist

16 Nov/09 3 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

PROMOÇÃO VINIL DO MARCELINHO DA LUA/DECKDISC + NOFX

Promoção Deckdisc / Tenho Mais Discos Que Amigos!

Responda: “Qual disco nacional você gostaria de ver relançado em Vinil e por que?”, e concorra a 3 EPs de 7″ do Marcelinho da Lua, cortesia da Deckdisc + um Pôster do NOFX!!
Clique aqui e participe já!


PODCAST #18 NO AR!!

Com a segunda parte da entrevista com o Pelogia, muita informação, música boa, pedidos da audiência e um especial com uma música do The Ataris que envolve mais 5 bandas! Vai perder??
Ouça no player acima ou clique aqui para baixar em mp3 e colocar no seu iPod/MP3 Player.

Rhino Records

Hoje eu começo com 2 grandes lançamentos da Rhino Records que irão agradar Metaleiros e Punks. Dá uma olhada!

Black Sabbath

Black Sabbath - Paranoid

Após ter vários discos da carreira relançados em edições especiais de vinil, o Black Sabbath está de volta com aquele que talvez seja o disco mais “reconhecível” de todo o seu trabalho.
“Paranoid” saiu originalmente em 1970, e contava com Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward.
São 8 faixas no total, sendo que “Paranoid” e “Iron Man” se tornaram hinos do grupo Inglês e foram grandes responsáveis por captar o número gigantesco de fãs que a banda tem até hoje.

Nessa nova versão, o disco foi remasterizado a partir das fitas analógicas originais, prensado em vinil de alta qualidade com 180 gramas, e mantém a arte original em caixa gatefold.

Não dá pra perder essa barbada. Esse é um dos álbuns essenciais para qualquer bom roqueiro e agora ele sai em versão 180 gramas, com uma qualidade de áudio nunca obtida antes.

O link oficial para o disco é esse aqui.


American Hardcore

American Hardcore

“American Hardcore” foi um documentário que saiu via Sony Pictures em 2006.
O filme é baseado no livro de mesmo nome e conta como o hardcore americano surgiu e evoluiu entre os anos de 1980 e 1986, a ponto de criar bandas mais do que influentes como Bad Brains, Black Flag, D.O.A. e Minor Threat.

Não por acaso, bandas como essa influenciaram outras bandas gigantes como Nirvana, Red Hot Chilli Peppers, Green Day e companhia, por isso a importância da cena e por isso a realização do documentário.

A trilha sonora de “American Hardcore” conta com 26 faixas que acompanham o documentário de forma perfeita, trazendo nomes conhecidos como Circle Jerks, Adolescents e 7 Seconds e algum menos conhecidos mas tão importantes quanto, como Battalion Of Saints (o NOFX fez cover deles para a coletânea “Let Them Know”), Cro-Mags e Gang Green.

A Rhino disponibilizou esse registro histórico em vinil e está vendendo o mesmo em seu site oficial.
Vale a pena tanto pra quem é fã do estilo quanto pra quem tem curiosidade de saber como tudo começou.


Melvins

Melvins - Nude With Boots

Em 2008 o Melvins lançou um disco chamado “Nude With Boots”, com essa capa que você tá vendo aí em cima.
O disco saiu em CD nos EUA e na Europa e também foi disponibilizado na íntegra para audição no Myspace da banda.
No último dia 03 de Novembro os caras lançaram uma nova versão do álbum, em Vinil duplo vermelho e caixa gatefold que pode ser encontrada aqui .

Torture The Artist

Torture The Artist - Torture The Artist

O que o sobrinho do Presidente do Panamá, o Rise Against, o Screeching Weasel, o Common Rider e o Riverdales têm em comum? Uma banda chamada Torture The Artist.

Ex-membros de todas essas bandas aí se reuniram com Jorge Orillac (o sobrinho do chefão panamenho) para formar esse grupo, que está lançando o primeiro disco esse ano e promete agradar a fãs de punk rock com melodias que vão desde o pop-punk do Green Day, passando por hinos melódicos a la Alkaline Trio até influências psychobilly.
Rola até música cantada em Espanhol!

Confesso que ainda não ouvi o disco, mas estou muito curioso para fazê-lo, e pelo que eu tenho visto e lido, o som dos caras tá agradando em cheio lá na gringa.

“Torture The Artist” saiu apenas em CD e o link é esse aqui.


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