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Mostre ao mundo todo que você também tem mais discos que amigos!
Podcast #23
Está no ar o Podcast #23 do Tenho Mais Discos Que Amigos! no Portal da MTV!
Nesse novo episódio nosso grande colaborador Thiago Corrêa fez uma edição bem melhor do que as que eu fazia e agora temos até sensacionais vinhetas! Ouça porque eu prometo que está bem legal!
Tenho certeza que será 1 hora de música boa pra você relembrar e conhecer, e vai fazer teu tempo passar voando.
Para ouvir, acesse nosso blog no Portal da MTV clicando aqui.
Trilha Sonora:
Sublime – Sublime
Tracklisting:
Sublime – What I Got
The Distillers – Drain The Blood
Samiam – Full On
Mumford And Sons – The Cave
Maps & Atlases – Banished Be Cavalier
Sundowner – Steal Your Words
Travie McCoy feat. Bruno Mars – Billionaire
Refused – The Deadly Rhythm
Broadway Calls – Suffer The Kids
Holly TREE – Feeling Sad
Off With Their Heads – Drive
Misfits – Last Caress (Ripado do Vinil)
Vivendo do Ócio – Dilema (Ripado do Vinil)
The Name – Let The Things Go (Ripado do Vinil)
Ultraje A Rigor – Nós Vamos Invadir Sua Praia (Ripado do Vinil)
Ultraje A Rigor – Independente Futebol Clube (Ripado do Vinil)
Espero que gostem!!
SWU
O SWU está mostrando a cada nova iniciativa que é muito mais do que um festival de música, e sim um movimento em torno da sustentabilidade.
Em uma ação com o portal Recicleiros, a organização do festival distribuiu 2.500 porta-bitucas ou “bota bitucas” em São Paulo, para que os fumantes não descartem o resto de seus cigarros no chão.
Veja no vídeo abaixo como foi essa ação contra as bitucas de cigarro descartadas no meio ambiente.
O post oficial no site do SWU é esse aqui e você pode conhecer o trabalho dos Recicleiros clicando aqui.
Veja tudo que já postamos a respeito do festival, incluindo atrações e um bate papo com os organizadores aqui.
Visite a nossa loja para encontrar essa e outras estampas lindonas, além de caneca, adesivo e vinil!
Chegou!
Hoje é dia de mais uma seção Chegou!, com fotos exclusivas do novo disco do Against Me! em vinil vermelho, da edição deluxe do clássico “Shape Of Punk To Come” do Refused em vinil duplo azul e de 2 LPs do Dillinger Four e do Lawrence Arms.
Não perca, porque em especial a matéria do Refused está bem completinha, com várias curiosidades.
Against Me!
“White crosses on the church lawn / I want to smash them all”.
Esse refrão me pegou desde o primeiro momento que eu ouvi “White Crosses”, o novo disco do Against Me!
Na minha opinião esse é um dos melhores discos lançados em 2010 e não à toa eu o escolhi para trilha do novo podcast do TMDQA!, que voltou na semana passada no Portal da Mtv.
Os fãs mais antigos da banda estão odiando esse disco, e eu entendo perfeitamente porque.
O Against Me! era uma banda de folk-punk, daquelas com uma baita influência de Irish punk, que consistia basicamente de guitarras sujas, vocal extremamente rouco e alguns violões.
Em “New Wave” de 2007, a banda começou a tomar outros rumos com seu primeiro disco em uma major, a ponto do disco ser escolhidos um dos melhores daquele ano.
Em 2010, novamente com a produção do grande Butch Vig (Garbage, Smashing Pumpkins, Nirvana, Green Day), os caras ficaram ainda mais “limpinhos”, com um disco mega bem produzido, guitarras mais bem gravadas e colocadas, e músicas muito bem construídas.
É fato, o Against Me! virou uma banda de rock, e das melhores que existem, então pra quem gosta de rótulos e quer imaginá-los apenas e tão somente como uma banda de folk/punk, esqueça. Esse é um dos melhores discos do ano, e de uma banda de rock que tem tudo pra ficar cada vez maior.
O disco é lindão, em vinil vermelho com alguns pontos pretos. Se a descrição dessa cor fosse “vermelho-morango”, não ficaria mais perfeita.
O encarte tem todas as letras, uma foto da banda, e o melhor de tudo, a frase “I WANT TO SMASH THEM ALL” gigantesca no verso. Abri um sorriso largo quando vi o encarte pela primeira vez, porque como disse no começo da matéria, essa foi justamente a frase que me chamou mais atenção na faixa título, que abre o álbum, e que eu toquei no nosso novo podcast.
Por último, um cartão de download plastificado que além de liberar todas as músicas do disco ainda disponibiliza 4 b-sides. Destaque para a bônus “Bob Dylan Dream”, onde Tom Gabel canta sobre como sonhou ser amigo de Bob Dylan.
Tive alguns problemas para baixar as músicas porque o sistema da Sire/Warner me dizia que meu código já havia sido utilizado, mas após 2 ou 3 e-mails, ficou tudo certo.
Clique nas fotos para ampliá-las.
Refused
Existe algo de curioso em pessoas geniais, que também se aplica a bandas geniais.
O Refused era uma banda da Suécia que lançou em 1998 um dos discos mais importantes da história mais recente do rock, e pouco tempo após esse álbum resolveu encerrar suas atividades.
O adesivo na embalagem “The Shape Of Punk To Come” já avisa: Esse pode ser o disco de hardcore mais influente de todos os tempos. E eu não duvido.
A obra de arte dos suecos do Refused foi lançada há 12 anos atrás e foi responsável por influenciar 9 em cada 10 bandas de post-hardcore, tornar-se referência para bandas de rock ao redor do mundo, e acertar na mosca ao dizer que esse som era o que o punk se tornaria.
Kirk Hammet de um tal de Metallica disse: “O puro intelecto que saía dessa banda, musical e político, até quanto aos arranjos, eles eram muito sofisticados. (O disco) Ainda soa fresco, contemporâneo e novo.”
Com credenciais assim, eu nem preciso falar que se você não ouviu esse disco está perdendo tempo.
A Epitaph Records sabendo de toda a importância do disco (e de seu potencial financeiro, claro), resolveu relançá-lo em uma edição Deluxe em 2010, e eu lhes trago aqui fotos exclusivas do pacote.
O kit veio com uma cópia do LP em disco duplo azul, o DVD “Refused Are Fucking Dead”, que conta tudo que levou a banda a seu fim, além de performances ao vivo e videoclipes, e uma camiseta,que como vocês verão ao final, foi o que me decepcionou no pacote.
Além disso tudo, um cartão de download para baixar o disco em qualidade absurda, e ainda ganhar também as músicas do CD ao vivo que acompanha a versão digital.
Separei cada item do kit para a resenha, então lá vai!
LPs
A caixa, que antes era simples, agora ganhou aspecto gatefold, abrindo como um livro e feita de um material bem resistente, para abrigar os 2 LPs.
Anteriormente, o próprio envelope que acolhia o único LP desse disco era o encarte, com letras e fotos. Nessa nova edição há 2 encartes, 1 acompanhando cada disco, e com isso fotos inéditas.
Fotos, todas as letras, textos, nada faltou.
Os LPs são lindos demais. Enquanto o primeiro é azul escuro com vários traços em preto, o segundo é em um azul bem mais claro/transparente, e acabou resultando em belas fotos.
Clique nas fotos para ampliá-las
DVD
“Refused Are Fucking Dead”. Precisa dizer mais alguma coisa?
Esse é o nome de uma faixa do disco, e também do documentário feito pelo baterista David Sandström sobre o fim de sua própria banda. É muito interessante ver tudo que aconteceu sob a visão de alguém que estava no olho do furacão.
Além do documentário o DVD traz os videoclipes de “Rather Be Dead” (do segundo disco da banda, o “Songs To Fan The Flames Of Discontent”) e a maravilha que é o video de “New Noise”.
Pra completar o disquinho recheado, algumas apresentações de músicas do “Shape Of Punk To Come” ao vivo, e caro leitor, se havia uma banda extremamente técnica, essa banda era o Refused.
É impressionante como os caras se entendiam ao vivo (musicalmente, porque o clima parecia ser dos piores, com todo mundo se olhando de cara feia), e como os 2 guitarristas, o baixista e o baterista pareciam ter nascido tocando juntos, com os vocais de Dennis Lyxzén completando tudo por cima.
Alguns vídeos mostram mais de perto David Sandström, o baterista da banda, e é uma aula de como tocar esse instrumento. Além disso, no vídeo ao vivo de “New Noise”, ele literalmente dá um soco em um dos tons ao final da música, além de cabeçadas e baquetadas com as duas mãos.
No vídeo ao vivo de “The Shape Of Punk To Come” (a música), a banda está calma e tranquila conversando em sueco no camarim, enquanto um playback da música começa a tocar no palco. Em menos de 5 segundos, você pisca o olho e os caras já estão destruindo o lugar. Assista.
É assim que toda banda de rock deveria ser. Forte, presente, emocionada com o que está fazendo e raivosa. Difícil ficar muito melhor que isso.
Clique nas fotos para ampliá-las.
Cartão de Download
Como faleiantes, o cartão de download dá direito ao disco em mp3 de 320 Kbps, e também do disco ao vivo que acompanha a versão em CD. Achei muito legal, porque como vocês viram, o Refused ao vivo era algo extraordinário.
Camiseta
Agora a parte ruim do kit todo, a camiseta.
Confesso que eu estava muito afim de usar essa camiseta, porque achei a estampa com os berros de “THE NEW BEAT!!!!!!!!!!!!!!!!!!!” presentes no final de “New Noise” geniais, mas tive uma péssima surpresa.
Quando tirei a camiseta do pacote, já vi que ela não deve ter custado 1 real pra ser feita. Um tecido MUITO ruim, fino, fraquinho, com a estampa mal impressa. Nota zero pra Epitaph.
Se um dia você for a Honduras, não compre camisetas da Bay Island, fica a dica.
Dillinger Four
Não tem como errar com Dillinger Four.
Uma das bandas de punk rock, daqueles de 3 acordes com o baixo bem alto e músicas rápidas mais cult da cena americana, os caras acertam disco após disco e com suas letras inteligentes, refrões pegajosos e sacadas engraçadinhas são uma baita pedida pra quem adora falar que “não existem bandas boas”.
“Situationist Comedy” é o terceiro disco da banda, de 2002, e o primeiro lançado pela Fat Wreck Chords. A ligação da banda com Fat Mike do NOFX não para por aí.
A faixa “Seeing Double At The Triple Rock”, NOFX, não tem esse nome à toa, já que Triple Rock é o nome da casa de shows de Paddy, baixista e um dos vocalistas do Dillinger Four. Além disso, quando Fat Mike canta “How Much Art Can You Take?”, ele está falando sobre a frase tatuada no peito de Paddy.
De volta ao disco, a arte toda dele é simples, mas interessante, com a máscara de gorila marcando presença em várias partes do lançamento, desde a capa até o selo central do disco. Na parte de trás a foto de uma bela criancinha segurando um bolo com uma arma em cima.
O encarte traz todas as letras, fotos, agradecimentos e toda a informação necessária. Simples, mas excelente.
Clique nas fotos para ampliá-las.
The Lawrence Arms
Outro disco da Fat Wreck, “Apathy And Exhaustion” é o terceiro da carreira do trio de Chicago que atende pelo nome de Lawrence Arms e que é mestre em misturar punk rock com melodias suaves.
Eu amo essa banda, com certeza um dos nomes mais subestimados da cena norte-americana, e que lançou seu último disco de estúdio em 2006, chamado “Oh! Calcutta!”.
Se você gosta de Alkaline Trio, “Apathy And Exhaustion” seria o “Goddamnit”. Você irá gostar!
A arte do disco é toda desenhada, com umas artes bizarras mas muito bonitas, e o selo central do disco também é assim, indicando que não há lado A e lado B, mas sim “Apathy Side” e “Exhaustion Side”.
Como a maioria dos discos da Fat, o encarte é uma folha em preto e branco com todas as letras, fotos e informações, bem parecido com o disco do Dillinger Four acima.
Clique nas fotos para ampliá-las.
The pure intellect that was pouring out of this band – musical intellect, political intellect…even when it comes to arrangement, they were very sophisticated. It still sounds fresh, it still sounds contemporary and new”
O Queens Of The Stone Age vai relançar o seu segundo álbum de estúdio, “Rated R” (de 2000), em uma edição dupla e especial neste ano, conforme já havíamos postado aqui com aquela riqueza de detalhes que já é de costume. E ontem, detalhes finais foram revelados.
A versão deluxe de “Rated R”, intitulada “Rated RX” será lançada no dia 3 de agosto via Interscope, em CD duplo. O primeiro disco – logicamentte – trará a tracklisting original do álbum e já o segundo disco trará B-sides e faixas ao vivo da apresentação da banda no Reading Festival 2000.
Tracklisting:
Disco 1
01. “Feel Good Hit Of The Summer”
02. “Lost Art Of Keeping A Secret”
03. “Leg Of Lamb”
04. “Auto Pilot”
05. “Better Living Through Chemistry”
06. “Monsters In The Parasol”
07. “Quick And To The Pointless”
08. “In The Fade”
09. “Tension Head”
10. “Lightning Song”
11. “I Think I Lost My Headache”
Disco 2
01. “Ode To Clarissa” (B-side)
02. “You’re So Vague” (B-side)
03. “Never Say Never” (B-side)
04. “Who’ll Be The Next In Line” (B-side)
05. “Born To Hula” (B-side)
06. “Monster In The Parasol” (Reading Festival 2000)
07. “Feel Good Hit Of The Summer” (Reading Festival 2000)
08. “Regular John” (Reading Festival 2000)
09. “Avon” (Reading Festival 2000)
10. “Quick And To The Pointless” (Reading Festival 2000)
11. “Better Living Through Chemistry” (Reading Festival 2000)
12. “Ode To Clarissa” (Reading Festival 2000)
13. “The Lost Art Of Keeping A Secret” (Reading Festival 2000)
14. “You Can’t Quit Me, Baby” (Reading Festival 2000)
15. “Millionaire” (Reading Festival 2000)
O álbum já está disponível na pré-venda no site Amazon. Clique aqui para garantir a sua cópia.
No facebook do Queens of the Stone Age, foi postada a seguinte imagem da arte do álbum, mostrando que de fato o lançamento ocorrerá:
Enquanto isso, nenhuma informação sobre o relançamento do disco homônimo [esperado há dois anos] e do novo DVD ao vivo gravado na Europa (veja o lindo trailer aqui).
Assista ao vídeo de “Lost Art Of Keeping A Secret”, um dos singles do “Rated R”.
DEVO
Conforme prometido, o DEVO dá sequência ao seu reality show e posta o vídeo dois da série “DEVO Makes Something For Everybody”, que mostra como surgiu toda a ideia do seu novo álbum, “Something For Everybody” (veja detalhes aqui).
E claro, nós do Tenho Mais Discos Que Amigos! vamos sempre divulgar os vídeos para vocês e para que também o site BR PRESS possa copiar a matéria, mas das próximas vezesdando os devidos créditos, já que o fato não ocorreu com o post a seguir:
O primeiro vídeo mostra que gravadora quer trazer o Devo para o nosso século XXI, alegando que a banda está fora da mídia em geral. Nele, ainda é revelado o motivo das máscaras cinzas adotadas pelo DEVO. Para assistir ao primeiro capítulo, clique aqui.
O segundo vídeo mostra os primeiros passos dados pela gravadora Warner Bros. e pelo DEVO Inc. (empresa fictícia liderada por Greg Scholl) para fazer com que a banda comece a ficar na mídia. Mostra também como surgiu a ideia de contratar o consultor de pesquisas da Mother LA, Jacob (aquele loirinho do Song Study), para ajudar a empresa entender o que as pessoas gostam e para ajudar atrair mais fãs para o DEVO. É só clicar na imagem para assistir.
Mastodon
Após o lançamento do elogiadíssimo “Crack The Skye”, no ano passado, o Mastodon vai lançar um EP com músicas escritas especialmente para a trilha sonora do filme Jonah Hex. É a primeira vez que a banda participa desse tipo de projeto. A ideia foi sugerida pelo diretor do filme, Jimmy Hayward, que é tão fã da banda que escreveu o roteiro do filme ouvindo o segundo álbum dos caras, “Blood Mountain”, de 2006. O EP vai sair com quatro músicas inéditas, e duas versões alternativas para duas delas:
1. Death March (film version)
02. Clayton Boys (film version)
03. Indian Theme (film version)
04. Train Assault (film version)
05. Death March (alternate version)
06. Clayton Boys (alternate version)
A trilha sonora será lançada na próxima terça-feira, dia 29 de junho, mas Jonah Hex só estreia no Brasil no dia 20 de agosto.
Big Four (Metallica, Slayer, Anthrax e Megadeth)
Quatro das maiores bandas de metal do mundo tiveram uma bela ideia: reunir-se para shows gigantescos, em lugares lotados, cheios de metaleiros ensandecidos com um dos maiores espetáculos que eles podem oferecer.
Metallica, Anthrax, Slayer e Megadeth embarcaram nessa turnê e o primeiro show acabou de acontecer na Polônia, para um público de 81.000 pessoas e o baixista do Megadeth, David Ellefson disponibilizou algumas fotos e deu depoimento para o site da Roadrunner Records.
Ellefson disse que o Anthrax soou bem demais com a volta de Joey Belladona nos vocais, que o Slayer fez o de sempre e aniquilou o lugar e que o Metallica e seu público de quase 100.000 pessoas (na verdade eram 81.000) fizeram com que estar ali fosse uma experiência espetacular.
Além disso, ele ainda confessou que esse é um sonho das 4 bandas se tornando realidade.
O próximo show da série será na Suíça e você pode encontrar mais detalhes e fotos aqui.
Pra completar, no vídeo abaixo você vê as 4 bandas juntas tocando “Am I Evil?” do Diamond Head, e segundo o próprio vocalista do Metallica, James Hetfield, diz no vídeo, a história está sendo escrita.
Assista:
NOFX
A Fat Wreck Chords acabou de anunciar o mais novo lançamento da maior banda de seu catálogo, o NOFX.
Trata-se de “The Longest EP”, coletânea que trará 30 músicas presentes em EPs da banda, raridades e sobras.
A capa do disco faz uma clara menção a um desses EPs, o “The Longest Line”, só que dessa vez com vários personagens da história da banda, ao invés de figuras importantes, todos desenhados pelo mesmo cara que fez a capa do EP citado.
Se liga na tracklisting:
1. The Death of John Smith
2. The Longest Line
3. Stranded
4. Remnants
5. Kill All the White Man
6. I Wanna Be an Alcoholic
7. Perverted
8. My Name Is Bud
9. Hardcore 84
10. War on Errorism Commercial
11. 13 Stitches (Acoustic)
12. Glass War
13. Jaw Knee Music
14. Concerns of a GOP Neo-phyte
15. Golden Boys
16. You’re Wrong
17. Everything in Moderation (Especially Moderation)
18. I’m Going to Hell for This One
19. I’ve Become a Cliché
20. Cokie the Clown
21. Straight Outta Massachusetts
22. Fermented and Flailing
23. Codependence Day
24. My Orphan Year (Acoustic)
25. S&M Airlines (7” version)
26. Dueling Retards
27. On the Rag
28. A200 Club
29. Shut Up Already
30. The Punk Song
O disco sai dia 17 de Agosto em CD e LP duplo.
O aviso do lançamento talvez tenha sido adiantado, já que Fat Mike, baixista e vocalista da banda, acabou de criar uma conta no twitter e colocou como pano de fundo justamente a capa do disco.
Uma informação importante dada pela Fat Wreck é que todos os EPs que estão sendo resgatados nesse lançamento serão colocados fora de catálogo, ou seja, se você não possui o “The Longest Line”, “Bottles To The Ground”, “The P.M.R.C. Can Suck On This”, entre outros, corra porque eles não serão mais fabricados.
O Rufio anunciou o nome, a data de lançamento e a capa do novo álbum da banda. “Anybody Out There” vai ser lançado em 27 de julho, e é o primeiro álbum do grupo desde “The Comfort Of Home”, de 2005. A arte do disco é essa que você vê na peça promocional acima.
O último material inédito da banda, que havia anunciado o término em 2007, foi o EP “The Loneliest”, em janeiro deste ano.
AC4
AC4 é o mais novo projeto de Dennis Lyxzén e David Sandström, mais conhecidos como vocalista e baterista do grande Refused, respectivamente.
A banda toca hardcore old school e conta com a sempre entusiasmada performance de Lyxzén em seus shows, talvez por isso exista tão grande expectativa sobre esse disco.
“AC4″ está sendo lançado via Deranged Records apenas e tão somente em discos de vinil, e conta com 15 faixas. Repare em nomes como “Fuck The Pigs”, “Coptown” e “Pigs Lose” que a raiva está presente no coração do quarteto sueco.
Em uma notícia relacionada, Dennis Lyxzén conversou com a revista Exclaim sobre o relançamento Deluxe de “The Shape Of Punk To Come” do Refused, e falou sobre porque o Refused nunca irá voltar e como a ideia de relançar o disco foi se moldando.
Entre outras coisas, Lyxzén diz que não há chances do Refused voltar porque há muitos aspectos envolvidos em um possível retorno, e até compara sua ex-banda ao Minor Threat, que nunca voltou, dizendo que “às vezes a lenda é melhor que a coisa de verdade”.
Sobre o relançamento do disco, ele diz que quando a Epitaph se propôs a fazê-lo, ele fez questão de adicionar material bônus ao lançamento, para que valesse mais a pena e as pessoas realmente tivessem vontade de comprá-lo, e que se o disco não fosse relançado em vinil, nem era para fazê-lo.
O Rise Against foi a 15ª banda a participar do projeto A.V. Club Undercover, que apresenta 25 bandas fazendo 25 covers de diversos sucessos do pop e do rock. As versões são escolhidas pelas bandas a partir de uma lista definida pelo A.V. Club, e o Rise Against fez bonito: escolheu “Sliver”, do Nirvana. Assista ao cover abaixo:
Assim de nome você pode até não reconhecer Samwell. Mas provavelmente já deve ter escutado o mega hit “What What (In the Butt)” ou visto algum emoticon com o seu rosto no MSN Messenger. Se não, preste bem atenção no vídeo abaixo pois os próximos segundos mudarão a sua vida. E antes de mais nada, deixamos claro que o Tenho Mais Discos Que Amigos! não irá se responsabilizar pelos leitores que sofrem algum trauma com isso.
Ironias à parte, parece que o chefão Homme quis demonstrar toda essa “admiração” que sua família sente pelo incrível Samwell e resolveu gravar um dueto acústico desta harmoniosa, belíssima e cativante canção no programa “Tosh.0“.
O resultado, que foi televisionado no dia 16 de junho e que conta também com a participação especial do apresentador do programa, Daniel Tosh, dando um brilho a mais na performance da música, você confere a seguir.
Dead Fish / Mukeka Di Rato
A volta da Polysom no Brasil, que marca o reinício da era de fabricação de discos de vinil no país contou com títulos de Pitty, Cachorro Grande, Fernanda Takai, Nação Zumbi, entre outros.
O primeiro compacto em 7 polegadas dessa nova safra é das bandas capixabas de hardcore Dead Fish e Mukeka Di Rato.
O split conta com 2 faixas de cada banda, e arte toda inspirada em artistas bregas dos anos 70, como você viu aqui no TMDQA!, feita por ninguém menos que o prolífico Fabio Mozine, o baixista do Mukeka, líder do Merda, dono da Laja Records entre outras atividades que não mencionaremos aqui.
A arte do disquinho ficou realmente legal, já que retrata bem a fonte de inspiração tomada como base e ficou com cara de disco velho. Gostei também do selo central do disco, que também me lembrou lançamentos tradicionais no formato.
O lado negativo é que não há encarte algum, nem mesmo uma folhinha simples com as letras e informações técnicas, que já faria diferença e agregaria valor ao produto final.
As faixas do Dead Fish são sobras de estúdio das sessões de “Zero E Um” e “Um Homem Só”, e já haviam sido lançadas anteriormente em coletâneas virtuais da Deck, mas aqui ganham o primeiro lançamento em formato físico, enquanto as 2 músicas do Mukeka Di Rato ficaram de fora do disco “Carne” e foram lançados apenas como bônus na versão japonesa do álbum, sendo também inéditas aqui em terras brasileiras.
Fique ligado que em breve vai pintar uma promoção bem bacana com essas bandas por aqui.
Clique nas fotos para ampliá-las
Há algum tempo atrás eu tive a oportunidade de conhecer um dos mais interessantes nomes do Black Metal Nacional, a Vinterthron, que lançou em 2008 o seu álbum “Reign Ov Opposittes” em CD digipack de luxo e em LP 12” e 180 gramas. Leia na entrevista a seguir com M. que nos fala de temas como a composição do álbum, as letras da banda e os próximos lançamentos.
Tenho Mais Discos Que Amigos – A Vinterthron iniciou seus trabalhos em 2004 com vários membros oriundos de importantes bandas do cenário metal nacional. Como foi o nascimento do grupo e a escolha pelo Raw Black Metal?
M - Na realidade o nome Vinterthron foi criado em 2007 que foi o ano de seu nascimento como banda de verdade, pois antes levava o nome ANCIENTBLOOD (2001), onde era apenas um projeto no qual eu gravava todos os instrumentos sozinho e lançava materiais sem qualquer compromisso ou contrato com selos e distribuidoras. Esse Black Metal direto, simples e minimalista sempre fez parte dos meus trabalhos como uma espécie de diretriz, porém obviamente não foram em todas as bandas que tive a oportunidade de ter um foco tão grande nessa linha de composição. Foi uma escolha natural! Com o Ancientblood/Vinterthron sendo algo mais descompromissado, fiquei extremamente livre e encorajado para fazer o tipo de som que eu realmente queria! Underground, crú, sujo e com aquele clima de “má-produção” presente nas gravações das bandas de Black Metal da escandinávia do início dos anos 90.
TMDQA – Quais são as principais influências de vocês? Li críticas que os comparam ao Darkthrone antigo, vocês concordam com isso?
M – Tenho bastante influência do velho e bom Darkthrone e Burzum, então devo concordar com o que as críticas dizem. Essas são nossas principais influências eu diria, mas eu poderia ainda citar bandas como o Bathory, Mayhem e Immortal, além também de alguma influência que vem do nosso gosto pelo Thrash Metal alemão e americano dos anos 80.
TMDQA – Porque o nome Vinterthron?
M – Como já disse no começo da entrevista, o nome anterior era ANCIENTBLOOD, que significa “sangue antigo” – uma referência explícita e direta aos primórdios do Black Metal escandinávo. Porém muitas pessoas estavam ligando o nome a uma conotação racista, além de termos encontrado outras bandas com o mesmo nome lá fora. Tudo isso acaba dificultando um pouco o trabalho, então quando houve a possibilidade de tornar este projeto uma banda de verdade, acabamos optando por também fazer a mudança de nome. VINTERTHRON é um nome germânico e significa “Trono Invernal”. Optamos por este nome pois todos da banda estão muito ligados ao clima invernal passado pelas antigas bandas de Black Metal, como também por termos algumas raízes germânicas em nossas famílias. Então dentre a lista foi o que melhor soou e se encaixou na proposta.
TMDQA – Quando pessoas não ligadas ao meio Black Metal tem algum contato com músicas desse gênero, costumam pensar que todos são idólatras do Satanismo. Por favor, fale um pouco sobre as letras do Vinterthron e também da relação do satanismo com a música de vocês.
M – Não considero o Vinterthron uma banda satânica. Temos sim em nossas letras elementos calcados na base do satanismo moderno, no qual a palavra “Satã” representa revolta e oposição! Temos uma visão bastante pessoal sobre isso e acreditamos que a palavra “Satã” represente apenas uma linha de pensamento na qual nos motiva a se opor contra qualquer dogma do cristianismo ou religião falida equivalente. Somos uma banda exclusivamente anticristã tentando alertar as mentes mais abertas a terem suas próprias escolhas sem se ajoelhar a qualquer entidade religiosa. Nossas letras falam disso através de uma atmosfera apocalíptica de guerra, terror e aniquilação do vaticano!!!
TMDQA – O álbum “Reign Ov Opposites” impressiona pela qualidade e maturidade de suas composições. A sonoridade crua e as vezes depressiva das músicas chama a atenção. Como foi o processo de composição do disco?
M – Sempre procuro fazer tudo “ao vivo”. Gosto de ter essa liberdade na hora de gravar e é geralmente como é feito! Entro em estúdio com algumas idéias de bases e batidas, faço todos os experimentos e procuro sempre manter o mais simples e direto possível, sem colocar obstáculos na criatividade. 80% das músicas nascem no estúdio na hora de gravar! É quase como um improviso e soa bastante natural, o que é importante pra mim. Então tudo isso varia de acordo com meu estado de espírito e claro, influências de bandas que eu esteja ouvindo naquele período. A única coisa que temos realmente 100% finalizado antes de entrar no estúdio são as letras.
TMDQA – Quanto tempo o álbum levou pra ser gravado? Fale-nos um pouco do processo de Gravação.
M – Geralmente o processo já no estúdio é bem rápido. Em torno de 30h divididas em 3 ou 4 dias de gravação, sem contar com a parte de mixagem e masterização que é feita a parte disso.
TMDQA – “Reign Ov Opposites” saiu em CD digipack e em Vinil 12″ 180 gramas com uma arte gráfica muito bonita e ainda com um poster. Todo o material impressiona pela qualidade e esmero. Vocês lançaram o álbum nesses formatos pensando nos audiófilos?
M – Sinceramente não lançamos música para essa nova era de consumo via Itunes. Claro que entendo que é uma “evolução” e também tem seus pontos positivos, principalmente para as bandas e público no quesito “promoção” e “divulgação”, mas nosso foco sempre foi fazer material físico, de grande qualidade, e nos dias de hoje tentando chamar a atenção oferencendo um material diversificado. Temos nosso álbum sendo vendido no Itunes e outras lojas virtuais de mp3, não vejo problema nisso visto que nos EUA e Europa realmente esse mercado tem tido retorno. Não sendo download ilegal já está muito bom!
Mas o que você fala na pergunta é uma grande verdade. Fazemos isso para quem realmente aprecia ter o material em mãos, colecionar, sentir o cheiro e tudo mais. Eu sou doente e certamente como o título do blog também tenho mais LPs do que amigos. Sou daqueles que tem 6 versões diferentes de um mesmo álbum e que preza pela qualidade do material, seja ele em CD ou Vinil. Por sorte tivemos uma grande parceria com a Ashen Productions e a Novus Ordo Diabolum, ambas da Austria, que nos proporcionou esse lançamento nesses diferentes formatos com grande qualidade. Aqui no Brasil infelizmente é muito improvável de se conseguir uma qualidade desse tipo em um lançamento underground e esse inclusive é um dos maiores motivos por estarmos assinados com um selo do exterior. Prefiro não ter uma boa distribuição do álbum no meu próprio país, do que te-la num formato monótono e sem qualidade.
TMDQA – Em que países “Reign Ov Opposites” foi lançado? Quais selos/gravadoras estão trabalhando com vocês nesse momento?
M – Foi lançado apenas na Europa em CD, Digipack e LP. Com distribuição nos EUA e no Brasil através da Höllehammer. Atualmente nosso selo principal é a Ashen Productions da Austria.
TMDQA – Vemos que a venda da música em formatos físicos tem caído constantemente, principalmente por conta da transferência de arquivos pela internet. Porém, a impressão que tenho é que fãs de metal continuam comprando os formatos físicos dos álbums. Vocês percebem isso também?
M – Tenho a impressão de que já foi pior, mas obviamente ainda é enorme o número de pessoas que fazem o download ilegal de material pela internet. Posso estar enganado, mas sinto que a cada ano mais e mais fãs de metal tem se conscientizado em relação a isso e priorizado a compra de material físico e legalizado. Claro que existe uma parcela de pessoas que nunca deixou de comprar, que é o meu caso e imagino que também o seu, e é isso que faz do Metal um gênero de música tão interessante, principalmente quando se trata de metal extremo no meio underground. Existe realmente uma valorização maior pelo material físico, pelas raridades, cópias limitadas e especiais… É um público fiel e isso é muito bom! Eu vejo certo tipo de pessoa se gabando por ter 3 HDs de 1TB cada cheios de Mp3 ou aquelas que até gostam de ter o físico, mas pirata, aquele queimado em CD-R, feito na gráfica da esquina, feio, de mau gosto, com vida útil de 10 tocadas. Eu simplesmente não entendo essa gente! Uma outra coisa que é importante deixar clara… Eu estaria sendo hipócrita de dizer que eu não baixo material na internet, claro que eu baixo. Mas pra conhecer e saber se eu realmente gostaria de ter tal material. Quando gosto a primeira coisa que faço é reservar um dinheiro para a compra do mesmo quando possível. Visto desta forma, a internet nos ajuda e muito. Quantos de nós, alguns 15 anos atrás, já não investiu em um LP sem conhecer o som e se decepcionou com o material? Muitos!!! Resumindo… Existem os pontos positivos e negativos de toda essa “revolução” musical na era da internet, mas o verdadeiro Metal está sempre acima de todas as barreiras, moda ou qualquer tipo de ditadura musical nos dias de hoje.
TMDQA – Vocês disponibilizaram um material especial em Fita-K7. Sei que no Black Metal é comum ocorrerem lançamentos nesse formato. A procura por esse tipo de material ainda é grande?
M – Na realidade esse material em K7 ainda não foi lançado, mas existem planos da própria Ashen Productions fazer o lançamento daqui alguns meses. Também como o viníl, apesar de estar retornando, a procura de K7 infelizmente é muito pequena, principalmente aqui no Brasil. Lá fora o LP e K7 no meio underground metal nunca deixou de existir, esteve sempre presente todos esses anos!
TMDQA – Como estão as vendas de “Reign Ov Opposites” até o momento?
M – Aparentemente muito boas! Aqui no Brasil já se encontra esgotado, a não ser camisetas e o LP que ainda tem algumas cópias disponível. Não temos muito controle sobre o que acontece fora do Brasil, mas segundo os selos o material tem recebido ótimas críticas e está sempre saindo.
TMDQA – E as tours. Algo agendado? Como estão sendo os shows? Já tocaram fora do Brasil?
M – Não somos uma banda que toca ao vivo. Cada um de nós tem sua própria vida profissional estabilizada, família, além de estarmos separados entre estados, então uma reunião para ensaios, pensando em ser uma banda ativa, é quase nula.
TMDQA – Alguma idéia para o lançamento do próximo álbum?
M – Estamos com 80% das idéias para o próximo álbum em andamento, mas creio que só para 2011 é que teremos condição de entrar em estúdio. O nome será “Devilution Heritage” e sairá novamente pela Ashen Productions.
TMDQA – O que mais podemos esperar da Vinterthron?
M – Temos um material “raro” retirado de gravações de ensaios ao vivo, pré-produções e músicas não usadas guardadas desde a época do Ancientblood. Algo direcionado as pessoas que realmente gostam da banda, pois é um material que não terá uma grande qualidade de produção, propositalmente. Esse material está sendo editado em CD pela Ashen Productions e tem previsão de lançamento no outono europeu, por volta de setembro/outubro aqui no Brasil.
TMDQA – Quero agradecer por essa entrevista e dizer que admiro muito o trabalho de vocês. Espero que a Vinterthron tenha vida longa e que nos brinde ainda com muitos lançamentos.
M – Eu que agradeço pelo espaço, suas palavras e apoio a música do Vinterthron. Muito obrigado!
Segue o resultado com os vencedores da promoção que deu 2 ingressos VIP para o festival A Grande Roubada no Rio de Janeiro:
Ingresso do dia 25: @erickrjhc (link do sorteio: http://sorteie.me/w2D)
Ingresso do dia 26: @_rainha (link do sorteio: http://sorteie.me/wyF)
Parabéns! Erick levou ingresso VIP pros shows de ontem e @_rainha entrará hoje na faixa.
Não deixe de participar das nossas promoções!
Delaney & Bonnie
A Rhino Records está relançando em grande estilo um dos maiores registros históricos do rock mundial, o “On Tour With Eric Clapton” de Delaney & Bonnie. Explico.
Delaney Bramlett & Bonnie Bramlett eram marido e mulher e no final dos anos 60 iniciaram uma banda de rock, sob seus respectivos nomes, e contando com um line-up de dar inveja a qualquer músico até hoje.
Em sua “banda de apoio” eles contaram com ninguém menos que Eric Clapton, Duane e Gregg Allman (The Allman Brothers), George Harrison (um tal de Beatles), Leon Russell (Beach Boys, Jerry Lee Lewis, Willie Nelson), o famoso baterista Jim Gordon e vários outros nomes importantes do rock até hoje.
Em 1970 eles lançaram “On Tour With Eric Clapton”, terceiro da carreira e primeiro ao vivo, além de ter se tornado o álbum de maior sucesso da banda, tanto em relação à crítica quanto ao número de cópias vendidas.
Nesse disco, a banda contava com o seguinte line-up: Delaney, Bonnie, Eric Clapton, Jim Gordon, Carl Radle, Bobby Whitlock, Leon Russell, Dave Mason e George Harrison sob o pseudônimo de L’Angelo Misterioso.
Segundo diz a lenda, a capa original do disco foi tirada pelo empresário da banda, Barry Feinstein, enquanto esse servia de fotógrafo em uma turnê de Bob Dylan, e os pés pendurados na janela desse carro aí seriam de Dylan.
Um disco cheio de história não poderia ter qualquer tratamento, e a Rhino caprichou.
A gravadora fez uma caixinha, imitando os cases de instrumentos e equipamentos de turnê, contendo 4 discos e 52 faixas. Além das músicas originais de “On Tour With Eric Clapton”, ainda estão disponíveis os shows gravados no London’s Royal Albert Hall e Colston Hall em Bristol, todos no Reino Unido.
Você pode encontrar esse belo registro histórico aqui.
Soulfly
O Soulfly esteve fazendo shows recentemente em terras polonesas e um vídeo gravado de cima do palco foi disponibilizado dos caras tocando “Eye For An Eye”, do primeiro disco da banda, e “Roots Bloody Roots” daquela outra ex-banda de Max Cavalera, o Sepultura.
Assista o vídeo abaixo.
Pitty
A cantora Pitty lançou recentemente o videoclipe oficial do novo single de seu último álbum “Chiaroscuro”, a faixa “Fracasso”.
Você pode conferir o trabalho logo abaixo, e ler a nossa resenha com dezenas de fotos exclusivas desse vinil aqui.
Na minha opinião, “Fracasso” é uma das melhores faixas desse álbum, e quem participou da promoção que fizemos com esse LP pôde conferir uma versão ripada direto do vinil.
Spinal Tap
O Spinal Tap é uma banda de heavy metal que começou como uma grande piada, mas acabou dando muito certo.
A primeira aparição dos caras foi em um programa humorístico de TV, mas ao levar a brincadeira a sério, os caras acabaram gravando 3 discos de estúdio, realizando grandes shows e turnês e contando com o apoio de músicos de bandas como Fleetwood Mac, Go Go’s e Jane’s Addiction.
O caráter humorístico ainda acompanhou a banda durante toda a carreira, e mesmo com nome estabelecido como banda “de verdade”, os caras continuaram fazendo paródias, piadas e gracinhas com suas músicas e discos.
“Break Like The Wind” é o segundo disco dos caras, lançado originalmente em 1992 e que agora está ganhando nova versão com a Universal Records em Picture Disc.
A tracklisting original do álbum foi mantida, e a divisão entre os 2 lados do disco ficou assim:
Lado A
1. Bitch School (2:50)
2. The Majesty Of Rock (3:55)
3. Diva Fever (3:06)
4. Just Begin Again (4:52)
5. Cash On Delivery (3:03)
6. The Sun Never Sweats (4:23)
7. Rainy Day Sun (3:42)
Lado B
1. Break Like the Wind (4:35)
2. Stinkin’ Up The Great Outdoors (2:50)
3. Springtime (4:02)
4. Clam Caravan (3:37)
5. Christmas With The Devil (4:33)
6. Now Leaving On Track 13 (2:08)
7. All The Way Home (2:07)
Você pode encontrar todos os detalhes e saber onde comprar o disco aqui.
Reel Big Fish
O Reel Big Fish, uma das únicas bandas de ska terceira onda a continuar tocando ska está relançando uma coletânea de hits entitulada “A Best Of Us For The Rest Of Us”, que sairá no dia 20 de Julho em disco duplo.
A banda já conta com uma coletânea desse disco, mas que foi lançada pela Jive Records, a major label que comprou a Mojo, gravadora que contratou meio mundo do ska quando o estilo explodiu nos anos 90 com nomes como Sublime, No Doubt, Goldfinger e o próprio RBF.
O problema é que a banda não teve nenhuma participação nessa primeira coletânea, não pôde escolher as faixas e segundo eles mesmo dizem, não recebem um centavo por cópia vendida.
Talvez por isso eles tenham resolvido fazer uma coletânea por conta própria e pedem para seus fãs que não comprem a da Jive, pois é uma grande falcatrua.
Polêmicas à parte, esse novo disco tem 22 faixas que vão desde o primeiro grande disco da banda, “Turn The Radio Off” até o mais recente, de covers, “Fame, Fortune And Fornication”, e além disso traz um disco extra chamado de “Skacoustic”, porque como você já deve ter deduzido, só tem versões acústicas do grande peixe.
Na minha opinião, você deveria ficar de olho nessa coletânea, porque o Reel Big Fish é uma das bandas mais divertidas que eu já ouvi, e um apanhado da carreira dos caras será muito bem vindo.
Tracklisting:
A Best of Us for the Rest of Us:
1. Sell Out 3:53
2. Take on Me 3:18
3. Beer 3:51
4. She Has a Girlfriend Now 3:07
5. Everything Sucks 2:53
6. Trendy 2:38
7. I Want Your Girlfriend to be My Girlfriend Too 2:48
8. In the Pit 2:43
9. The Set Up (you need this) 4:19
10. Somebody Hates Me 3:24
11. You Don’t Know 3:15
12. Suckers (this one’s for you) 3:39
13. Where Have You Been 4:00
14. Good Thing 3:24
15. Ban the Tube Top 3:03
16. Don’t Start a Band 3:18
17. Your Guts (I hate ‘em) 2:01
18. Another F.U. Song 1:03
19. New Version of You (new version) 3:20
20. Party Down 4:07
21. Slow Down (single version) 4:20
22. Brown Eyed Girl 3:02
Bonus Skacoustic:
1. Sell Out (skacoustic) 3:56
2. Take on Me (skacoustic) 3:14
3. Beer (skacoustic) 3:51
4. She Has a Girlfriend Now (skacoustic) 3:04
5. Another F.U. Song (skacoustic) 1:03
6. Your Guts (i hate ‘em) (skacoustic) 1:55
7. Suckers (skacoustic) 3:39
8. Where have you been (skacoustic) 4:01
9. Don’t Start a Band (skacoustic) 3:17
10. S.R. (skacoustic) 1:37
11. 241 (skacoustic) 2:41
12. the Kids Don’t Like it (skacoustic) 3:24
13. Scott’s a Dork (skacoustic) 3:04
14. Nothin’ (skacoustic) 2:06
Arrisco-me a dizer que fomos os primeiros a noticiar o nome desse disco, há algum tempo atrás, quando sem querer encontrei menção a ele no site da Rock Ridge Music.
AC4
AC4 é o mais novo projeto de Dennis Lyxzén e David Sandström, mais conhecidos como vocalista e baterista do grande Refused, respectivamente.
A banda toca hardcore old school e conta com a sempre entusiasmada performance de Lyxzén em seus shows, talvez por isso exista tão grande expectativa sobre esse disco.
“AC4″ está sendo lançado via Deranged Records apenas e tão somente em discos de vinil, e conta com 15 faixas. Repare em nomes como “Fuck The Pigs”, “Coptown” e “Pigs Lose” que a raiva está presente no coração do quarteto sueco.
Em uma notícia relacionada, Dennis Lyxzén conversou com a revista Exclaim sobre o relançamento Deluxe de “The Shape Of Punk To Come” do Refused, e falou sobre porque o Refused nunca irá voltar e como a ideia de relançar o disco foi se moldando.
Entre outras coisas, Lyxzén diz que não há chances do Refused voltar porque há muitos aspectos envolvidos em um possível retorno, e até compara sua ex-banda ao Minor Threat, que nunca voltou, dizendo que “às vezes a lenda é melhor que a coisa de verdade”.
Sobre o relançamento do disco, ele diz que quando a Epitaph se propôs a fazê-lo, ele fez questão de adicionar material bônus ao lançamento, para que valesse mais a pena e as pessoas realmente tivessem vontade de comprá-lo, e que se o disco não fosse relançado em vinil, nem era para fazê-lo.
A Fat Wreck Chords acabou de anunciar o mais novo lançamento da maior banda de seu catálogo, o NOFX.
Trata-se de “The Longest EP”, coletânea que trará 30 músicas presentes em EPs da banda, raridades e sobras.
A capa do disco faz uma clara menção a um desses EPs, o “The Longest Line”, só que dessa vez com vários personagens da história da banda, ao invés de figuras importantes, todos desenhados pelo mesmo cara que fez a capa do EP citado.
Se liga na tracklisting:
1. The Death of John Smith
2. The Longest Line
3. Stranded
4. Remnants
5. Kill All the White Man
6. I Wanna Be an Alcoholic
7. Perverted
8. My Name Is Bud
9. Hardcore 84
10. War on Errorism Commercial
11. 13 Stitches (Acoustic)
12. Glass War
13. Jaw Knee Music
14. Concerns of a GOP Neo-phyte
15. Golden Boys
16. You’re Wrong
17. Everything in Moderation (Especially Moderation)
18. I’m Going to Hell for This One
19. I’ve Become a Cliché
20. Cokie the Clown
21. Straight Outta Massachusetts
22. Fermented and Flailing
23. Codependence Day
24. My Orphan Year (Acoustic)
25. S&M Airlines (7” version)
26. Dueling Retards
27. On the Rag
28. A200 Club
29. Shut Up Already
30. The Punk Song
O disco sai dia 17 de Agosto em CD e LP duplo.
O aviso do lançamento talvez tenha sido adiantado, já que Fat Mike, baixista e vocalista da banda, acabou de criar uma conta no twitter e colocou como pano de fundo justamente a capa do disco.
Uma informação importante dada pela Fat Wreck é que todos os EPs que estão sendo resgatados nesse lançamento serão colocados fora de catálogo, ou seja, se você não possui o “The Longest Line”, “Bottles To The Ground”, “The P.M.R.C. Can Suck On This”, entre outros, corra porque eles não serão mais fabricados.
Rancid
Nem preciso dizer né?
O Rancid lançou mais um videoclipe inédito, de uma música antiga, e novamente com filtro preto e branco.
Dessa vez a faixa é “Rwanda”, do disco “Rancid”, de 2000 e o clipe está logo abaixo.
Para ver todos os outros vídeos inéditos que a banda tem lançado nos últimos dias, clique aqui.
The Hives
Lembram do Hives? Aquela bomba musical sueca que tomou conta do mundo e parecia ser uma das salvações do rock, em tempos onde um novo hype era construído a cada semana?
Poisé, os caras deram uma sumida porque tiveram sérios problemas com sua antiga gravadora independente, a Burning Heart Records e a major, já que assinaram um novo contrato enquanto outro ainda estava vigente, e um caos jurídico se instaurou.
Fato é que os caras fazem rock de primeira e estão de volta, anunciando um EP chamado “Tarred And Feathered”, que será lançado ainda em Julho desse ano.
O EP terá 3 músicas, e todas são covers, gravadas “ao vivo”, direto para as fitas em estúdio. As músicas são:
“Civilization’s Dying” do Zero Boys
“Early Morning Wake Up Call” do Flash And The Pan
“Nasty Secretary” de Joy Ryder & Avis Davis
Assim que saírem mais detalhes a respeito do disco, postaremos por aqui, mas já é certo que haverá versão em vinil.
Weezer
O pessoal do Weezer é tão fã de futebol que recentemente lançou uma espécie de hino não-oficial para a seleção dos Estados Unidos que está jogando uma tal de Copa do Mundo, na África Do Sul.
A música se chama “Represent”, e para comemorar a vitória do time por 1×0 em cima da Algéria ontem, aos 45 do segundo tempo, que rendeu aos EUA o primeiro lugar de seu grupo e vaga nas semi-finais (tenho mais jogos que amigos) a banda resolveu lançar um vídeo para a faixa, que você pode assistir logo abaixo.
A música não saiu oficialmente em nenhum disco, mas está à venda no iTunes.
Rise Against, Refused, Bad Religion, Minor Threat
História foi feita na última passagem do Rise Against pela Suécia, em sua turnê oficial.
Os caras convidaram nada mais nada menos que o nativo Dennis Lyxzén (Refused, The International Noise Conspiracy, AC4) e o lendário Brian Baker (Minor Threat, Dag Nasty, Bad Religion) para uma versão do clássico “Minor Threat”, de um dos nomes mais importantes da história do hardcore, o Minor Threat.
Vale lembrar que Dennis gravou com seu Refused um dos discos mais influentes de todos os tempos, o “The Shape Of Punk To Come”, e Brian Baker é membro fundador do Minor Threat, além de ter tocado em grandes nomes do punk e hardcore, e ser membro do Bad Religion desde os anos 90.
O vídeo dessa lendária apresentação você vê logo abaixo.
Clique aqui para saber como fazer parte da equipe do seu site favorito de notícias musicais!
ZEBRA ZEBRA
O excelente quarteto de São Vicente/SP, Zebra Zebra, está estreando seu mais novo clipe, para a faixa de “O Bicho E O Diamante”.
A música é retirada do disco “Cabeças Novas Também Mofam”, que escolhi ano passado como um dos melhores do ano, e é o segundo single do álbum a ganhar videoclipe, assim como foi feito com o premiado “Já Dizia Minha Vó”.
Cachorro Grande
E se você ainda está triste por não ter levado os prêmios do Zebra Zebra, fique mais motivado para participar das próximas. Para ajudar, nosso leitor Jaisson, que foi o vencedor da promoção do LP Cachorro Grande nos mandou várias fotos do pacotão que a gente mandou pra ele com o vinil de “Cinema” e mais vários brindes.
Dá uma olhada:
Agradecemos ao Jaisson pelas fotos e convidamos todo mundo a participar de nossas promoções!
Agora trazemos duas novidades bem bacanas.
A primeira é que o show de lançamento do “Um Quarto Escuro” (que aconteceu no dia 25 de maio) está disponível na íntegra no canal do Oi Novo Som no Youtube. Para conferir, clique aqui.
E se quiser seguir o setlist na ordem, não tem problema. O Tenho Mais Discos Que Amigos! vai liberá-lo para você:
“A Nova Música”
“O Tempo Todo”
“Mais Cedo”
“Onde Vai”
“Desculpas”
“Amanhã”
“Planos”
“Marcela e Fernanda”
“Nina, Nina”
“Oito Meses”
“Nove Horas”
“Nada Demais”
“Antes Que Eu Fuja”
“Pra cá”
“Futuro”
“Imperfeito”
“Tóquio”
E a segunda novidade é que a edição limitada do álbum (recomendadíssimo!) já está na lojinha online da Columbia.
Se você quiser adquirir sua cópia, mande um e-mail para lojinha@columbianet.com.br
John Bonham
Após o falecimento de John Bonham, em 1982, o rock n’ roll nunca mais foi o mesmo. Não somente por sua morte ter levado o Led Zeppelin ao fim, mas porque o mundo nunca mais viu um baterista capaz de provocar o impacto causado por Bonham. Ao combinar levadas de funk, blues e soul com as guitarras distorcidas de Jimmy Page, Bonham recriou a forma de se tocar e ouvir rock n’ roll.
Isso fica ainda mais nítido no documentário “The John Bonham Story”, produzido pela rádio BBC 6 da Inglaterra. Com uma hora de duração, o programa traça a biografia do baterista desde o início de sua carreira musical, até os anos após seu falecimento, ressaltando o legado deixado pelo baterista nas décadas seguintes.
Além das participações dos outros três membros do Zeppelin e de muitos outros grandes nomes da música, o programa é narrado por Dave Grohl. O baterista sempre foi uma grande referência para Grohl, que chegou a fazer tatuagens em homenagem a John Bonham, e a convidar o guitarrista Jimmy Page e o baixista John Paul Jones a participar de um show do Foo Fighters – o que levou à formação do grupo Them Crooked Vultures, com o baixista do Led Zeppelin.
Para ouvir o documentário na íntegra, clique aqui.
A seguir, um trecho de “Moby Dick”, com um solo espetacular de Bonham:
E abaixo, o dia em Dave Grohl vestiu a pele do ídolo e tocou “Rock N’ Roll” com Jimmy Page e John Paul Jones:
Black Drawing Chalks
Foto por: Luiz Maximiano
Bem depois do Black Drawing Chalks ter postado fotos no seu twitter oficial para que os seus seguidores tentassem adivinhar qual era a novidade que a banda tinha para contar, finalmente o mistério foi revelado.
O excelente quarteto de Goiânia, que mistura stoner rock de primeira com uma pitada de Eagles of Death Metal e que mesmo assim faz um som único, está de videoclipe novo.
“Don’t Take My Beer”, faixa que compõe o maravilhoso e bem recebido “Life Is A Big Holiday For Us” – segundo álbum da banda, lançado em 2009 pela Monstro Discos – foi a música escolhida.
o vídeo (onde os integrantes da banda são os únicos homens presentes) é em 3D (!), foi produzido por Nitrocorpz e dirigido por Marck Al.
Confira o resultado!
Eminem
Contamos aqui que o sétimo álbum de estúdio do rapper/ator/produtor Eminem, sofreu uma mudança de nome (de “Relapse 2″ para “Recovery”), postamos aguns comentários do próprio Eminem sobre esse lançamento e divulgamos que uma de suas faixas (“Not Afraid”) havia vazado.
E agora o fato se repete. A nova música que brotou na internet recebeu o título de “Won’t Back Down” e trata-se de uma participação de Eminem com a Pink. Ouça:
Eminem aproveitou o momento e falou sobre essa colaboração da P!nk:
“Quando fizemos a faixa, pude ouví-la cantando e sabia que ela iria arrebentar“. Eminem completou dizendo que sempre admirou P!nk como artista.
Além da P!nk, outros grandes nomes (Kobe, Lil Wayne e Rihanna) colaboraram para este álbum, conforme pode ser visto na tracklisting oficial recentemente divulgada:
01. “Cold Wind Blows”
02. “Talkin’ 2 Myself” (Feat. Kobe)
03. “On Fire”
04. “Won’t Back Down” (feat. P!nk)
05. “W.T.P.”
06. “Going Through Chances”
07. “Not Afraid”
08. “Seduction”
09. “No Love” (Lil Wayne)
10. “Space Bound”
11. “Cinderella Man”
12. “25 To Life”
13. “So Bad”
14. “Almost Famous”
15. “Love The Way You Lie” (feat. Rihanna)
16. “You’re Never Over”
Eminem contou que a participação da Rihanna na faixa “Love The Way You Lie” foi “a mesma coisa que a P!nk. Ficaria mais especial com ela.”
“Recovery” será lançado no dia 18 de junho deste ano na Europa, 21 de junho no Reino Unido e 22 de junho nos Estados Unidos, via Aftermath Entertainment/Interscope Records/Polydor Records e também pelo selo de Eminem, Shady Records.
O álbum encontra-se em pré venda e em duas edições (e com capas diferentes): A explícita e a editada.
Para comprar o álbum em CD na versão explícita, clique aqui.
Para comprar o álbum em CD na versão editada, clique aqui.
No dia 6 de julho o registro também será lançado em vinil duplo. A pré venda começa no dia 23 de junho neste site.
Outra notícia é que a premier do video de “Not Afraid” – faixa que havia vazado no começo de abril – aconteceu ontem, dia 6 de junho.
Phil Selway, baterista do Radiohead, lançará o seu álbum solo de estreia neste ano e revelou detalhes do registro, que conta com participações muito especiais.
“Familial” será lançado no dia 30 de agosto, via Bella Union e foi produzido por Ian Davenport no estúdio Courtyard Studios (em Oxfordshire, onde o Radiohead grava os seus discos).
A cantora e composira Lisa Germano, o baixista Sebastian Steinberg (ex Soul Coughing) – ambos trabalharam com Phil no projeto 7 Worlds Collide, em 2001 – o baterista Glenn Kotche (Wilco) e o multi-instrumentista Patrick Sansone, contribuiram na realização do álbum.
A tracklisting também já foi divulgada:
01 “By Some Miracle”
02 “Beyond Reason”
03 “A Simple Life”
04 “All Eyes On You”
05 “The Ties That Bind Us”
06 “Patron Saint”
07 “Falling”
08 “Broken Promises”
09 “Don’t Look Down”
10 “The Witching Hour”
E algumas datas de shows em setembro também:
10, 11, 12 de setembro – Road Festival, Dorset, UK
14 de setembro – Royal Festival Hall, London, UK*
15 de setembro – Academy, Newcastle, UK*
16 de setembro – Barrowlands, Glasgow, UK*
*Abrindo para o Wilco
Phil Selway vem trabalhando na sua carreira solo desde 2001, quando participou do projeto criado por Neil Finn, o 7 Worlds Collide. Inclusive, duas faixas presentes no álbum solo de Phil, são desse projeto. São elas: “The Ties That Bind Us” e “The Witching Hour”.
Sobre o Radiohead, a banda está trabalhando no sucessor de “In Rainbows” (de 2007) em Los Angeles.
Korn
Como você já leu aqui no TMQDA!, o novo álbum do Korn, “Korn III – Remember Who You Are”, sai dia 13 de Julho. Enquanto o disco não vem, dá para acalmar a ansiedade com o clipe de “Oildale (Leave Me Alone)”, primeiro single do álbum. O vídeo, publicado na internet no último domingo, ficou assim:
Peter Frampton
O músico inglês Peter Frampton – ex guitarrista do The Herd e conhecido mundialmente por conta do hit “Show Me the Way” – lançou o novo álbum de estúdio da sua carreira solo.
“Thank You Mr Churchill” foi produzido por Chris Kimsey, co-produzido por Frampton e lançado no dia 27 de abril deste ano pela New Door Records, em CD, versão digital e LP (duplo, embalagem gatefold).
No site oficial do músico, ele explicou um pouco sobre o conceito do álbum:
“Esse álbum é muito autobiográfico. Ele começa com o meu nascimento, onde eu agradeço o Sr. Churchill por trazer o meu pai de volta da II Guerra Mundial“.
“Eu acordei numa manhã e me perguntei o que teria acontecido se Winston Churchill não estivesse no governo britânico naquela época e se nós e nossos aliados não tivéssemos vencido. Será que meu pai voltaria para casa? Será que eu estaria aqui? Provavelmente não“.
O álbum – que foi gravado no estúdio caseiro de Frampton, em Cincinnati – conta com a participação de Matt Cameron (baterista do Pearl Jam) e marca a primeira parceria registrada de Peter com o seu filho Julian Frampton.
Tracklisting:
01. “Thank You Mr. Churchill”
02. “Solution”
03. “Road to the Sun”
04. “I’m Due a You”
05. “Vaudeville Nanna and the Banjolele”
06. “Asleep at the Wheel”
07. “Suite Liberte”
08. “Restraint”
09. “I Want it Back”
10. “Invisible Man”
11. “Black Ice”
Abaixo um vídeo da apresentação recente que Peter Frampton fez no programa Jimmy Kimmel Live.
Rancid
Um dos ícones da volta do punk em 1994, o Rancid, anunciou via seu twitter oficial que irá disponibilizar um novo video a cada Segunda-Feira, alguns novos e alguns velhos, mas todos inéditos até então.
O primeiro deles é da música “Poison”, do disco “Rancid” lançado no ano 2000 e que é com certeza o trabalho mais pesado da carreira dos caras, deixando o ska e o pop-punk de lado e adicionando muito mais características do hardcore ao seu som.
O clipe está aí embaixo, e fica aqui uma dica que eu sempre fiz questão de falar pra todo mundo.
O disco “Rancid” de 2000, foi lançado em versão nacional aqui em terras brasileiras, via Sum Records, e justamente nessa música, “Poison”, há um erro de prensagem grotesco e a faixa tem um (d)efeito bizarro. Ela toca normalmente, volta alguns segundos, depois toca onde deveria tocar denovo.
Para efeito comparativo, eu ripei a mp3 do CD nacional e coloquei aí embaixo:
Tudo acontece entre 0:52 e 0:57 segundos da música. Preste bem atenção e você perceberá que a música “pula” e depois volta ao normal abruptamente.
Se ainda ficar na dúvida, é só comparar com o clipe, logo abaixo.
Refused
O Refused disponibilizou, em seu MySpace oficial, o CD ao vivo, na íntegra, que vai acompanhar o relançamento do clássico absoluto “The Shape Of Punk To Come”, de 1998. Para ouvir, clique aqui.
Como você já leu aqui no TMDQA!, a reedição está disponível em vários formatos, com destaque para um LP duplo, e o álbum em DVD áudio, ou seja, remixado em 5.1, com qualidade espetacular. Todos os pacotes vêm com opções em download digital, desde o mp3 mais regular até arquivos “lossless”, sem perda nenhuma de qualidade. E uma outra opção é a edição em CD, com disco ao vivo supracitado e o DVD “Refused Are Fucking Dead”, documentário sobre a banda.
Infelizmente a edição em vinil azul, que você vê ali em cima, se esgotou. Mas você pode encomendar os outros formatos aqui.