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Paramore, Deftones, Trilha sonora The Runaways, Entrevista EXCLUSIVA Jai Al-Attas (Documentário “1994″)

04 Mar/10 10 comentários | Arquivado em Entrevistas, Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Paramore

A Fueled By Ramen e o Paramore estão lançando um kit de vinil que contém o último disco da banda, “brand new eyes” em LP de 140 gramas, com apenas 5000 cópias feitas no mundo todo e o single de “Brick By Boring Brick” em um Picture Disc que contém uma imagem do encarte do disco no Lado A e uma imagem com a letra da música escrita pelas mãos da própria vocalista Hayley Williams no Lado B.

Para encontrar o kit o link é esse aqui.


Deftones

O Deftones liberou a track listing do seu novo disco, “Diamond Eyes”, que sai no dia 18 de Maio. Dá uma olhada:

Royal
Diamond Eyes
You’ve Seen the Butcher
CMND/CTRL
Beauty School
Prince
Rocket Skates
Sextape
Risk
976-EVIL
This Place Is Death

Os viciados em LOST devem ficar emocionados com  “This Place Is Death”, já que esse é o nome de um episódio da quinta temporada da série.

O que ainda não saiu foi a capa do disco, mas assim que estivermos com ela, a postaremos aqui.


Trilha Sonora The Runaways

Outra tracklisting divulgada foi a da trilha sonora do filme que retrata a história de uma das primeiras e mais importantes bandas femininas de rock, o The Runaways.
O filme ganhou ares de super-produção, e não ficou pra trás ao escalar os artistas para a trilha sonora. Dá uma olhada:

“Roxy Roller” – Nick Gilder
“The Wild One” – Suzi Quatro
“It’s A Man’s Man’s Man’s World” – MC5
“Rebel Rebel” – David Bowie
“Cherry Bomb” – Dakota Fanning
“Hollywood” – The Runaways
“California Paradise” – Dakota Fanning
“You Drive Me Wild” – The Runaways
“Queens Of Noise” – Dakota Fanning & Kristen Stewart
“Dead End Justice” – Kristen Stewart & Dakota Fanning
“I Wanna Be Your Dog” – The Stooges
“I Wanna Be Where The Boys Are (Live)” – The Runaways
“Pretty Vacant” – Sex Pistols
“Don’t Abuse Me” – Joan Jett

O disco sai em CD e formato digital no dia 23 de Março. Não encontrei uma versão em vinil, mas qualquer novidade será postada por aqui!

Entrevista com Jai Al-Attas

(fonte da foto: billsilvaentertainment.com)

Imagine-se cara a cara com um de seus ídolos, entrevistando-o. Agora imagine-se na frente de todos os seus ídolos, entrevistando-os e gravando um documentário sobre uma das épocas mais marcantes música: o punk rock dos anos 90.
Se você não consegue imaginar tal feito, o australiano Jai Al-Attas imaginou-se nesse contexto e em 2006 saiu de Sidney e foi para Los Angeles realizar esta façanha. “- O resultado disso?” “- O documentário One Nine Nine Four!”

Em 1994, morreu aquele que fez com que cena musical underground fosse posta no mainstream: Kurt Cobain. Com sua morte, o grunge se foi e o punk rock passou a ser o estilo musical presente no cenário daquela época. No mesmo ano, um trio, não muito conhecido, do norte da Califórnia chamado Green Day lançara o disco “Dookie”, alcançando mais de 19 milhões de cópias vendidas. Ainda na mesma época, o Offspring lançou o “Smash”, disco que alcançou o status de maior vendagem de um selo independente, o Epitaph.

Fat Mike (NOFX), Tim Armstrong (Rancid), Billie Joe (Green Day), Mark Hoppus (Blink-182), Tom DeLonge (Blink-182), Greg Graffin (Bad Religion), Dexter Holland (The Offspring), Kevin Lyman (Warped Tour) foram algumas das pessoas com quem Jai pode conversar e extrair informações preciosas dessa época tão movimentada na música que era feita nos Estados Unidos.

E quem melhor para narrar toda essa história? Tony Hawk, a maior lenda viva do skate mundial.
One Nine Nine Four descreve como o punk rock dos anos 90, oriundo da obscura cena de meados dos anos 80, ressurgiu na costa leste dos Estados Unidos agregando o movimento do surf e skate do Sul da Califórnia que culminou no início de um dos principais eventos da música alternativa independente que dura até hoje: a Warped Tour.

Jai Al-Attas conversou quase duas horas conosco do TenhoMaisDiscosQueAmigos.com e com Bruno Bld e Colombia182 do Action182.com, e falou sobre como surgiu a idéia de fazer este documentário, sobre a experiência de participar de algo que influenciou sua vida pessoal e profissional, de estar cara a cara com seus principais ídolos e sobre as dificuldades de realizar um projeto como este.
Falou ainda sobre o mundo da música atual, sobre Green Day, Blink-182, NOFX, Lagwagon, sobre o mercado discos de vinil, entre tantas outras coisas.
Confira abaixo a primeira parte dessa entrevista exclusiva com o cara!

A segunda parte já está no ar, aqui no Action182, é só clicar!

MUITO legal, não perca:


Colombia-ACTION182:
Como você teve a ideia de fazer o “One Nine Nine Four” e qual é o seu maior objetivo?
Jai: A ideia para o filme veio quando eu assisti “Dogtown and Z Boys” (documentário de skate) um dia. Eu achei que era o documentário mais legal que eu já tinha visto e ele me inspirou a querer fazer meu próprio filme. Quando eu comecei a pensar em assuntos que eu tinha paixão, o punk rock dos anos 90 instantaneamente surgiu na minha cabeça, aí eu pensei “espera um pouco, ninguém fez um filme se concentrando nessa era da música”. Então eu basicamente escrevi um rascunho e decidi que se ninguém havia feito, eu teria que fazê-lo por conta própria. O principal objetivo do filme é basciamente contar a história desses artistas e de como eles saíram de relativa obscuridade para se tornar a linha de frente da música mainstream mundial, e o que significou pra cada um deles, e quais tendências foram fatores decisivos para que isso acontecesse numa escala tão larga como aconteceu com eles.

Bruno-ACTION182: Lendo sobre o documentário em suas fontes oficiais, a gente viu que você cresceu ouvindo várias das bandas que acabou entrevistando. Como você se sentiu estando cara a cara com seus ídolos e os tendo como parte do projeto?
Jai: É, foi muito legal, sabe. Há uma regra geral que você nunca deveria conhecer seus herois porque você só irá se desapontar, mas isso não aconteceu comigo. Todo mundo que a gente entrevistou foi super legal com a gente, e nos levou a sério, mesmo que nós fossemos apenas “crianças” da Austrália que eram bebês quando a maioria das bandas deles haviam começado. No começo eu fiquei um pouco intimidado, eu acho, mas depois das primeiras entrevistas eu fiquei bem à vontade com o fato e tentei fazer meu trabalho da melhor maneira possível.

Tony-TMDQA!: Que legal! Ficar desapontado com seus ídolos deve ser muito ruim.
Jai: Não aconteceu comigo ainda, bate na madeira.

Tony-TMDQA!: Como você conseguiu trazer tantas pessoas importantes para o mesmo filme? Todas elas aceitaram quando você os convidou pela primeira vez ou alguém recusou a ideia de fazer parte do projeto?
Jai: Levou um tempo, na verdade. Primeiro a gente tinha 2 pessoas dizendo que fariam, e todas as bandas grandes tipo os Green Days da vida não respondiam nossas ligações. Perceba que a gente estava ligando pra eles direto. Mas como a coisa foi evoluindo, a gente construiu essa energia onde a gente conseguiu entrevistar tipo o Joey Cape (Lagwagon) e ele dizia “porra, vocês já falaram com o Fat Mike (NOFX)?” e eu disse que não, e aí ele nos colocou em contato com o Fat Mike. Então a gente continuou tocando desse jeito, e eventualmente 3 meses depois todo mundo estava a bordo menos o Billie Joe do Green Day. A gente já havia aceitado o fato de que não conseguiria ele e voltou pra Austrália. No dia que eu cheguei na Austrália, o empresário deles Pat, que hoje em dia é um grande amigo meu me mandou um e-mail dizendo “Ah, sim, o Billie quer fazer a entrevista agora”. Mas isso acabou sendo atrasado ou deixado de lado, aí 6 meses depois eu estava em Los Angeles por outros motivos e mostrei ao Pat um trailer que a gente tinha feito sem o Billie. Ele ligou pro Billie falando tipo “você TEM que fazer isso”. Uma semana depois a gente estava no estúdio do Green Day entrevistando o Billie Joe e essa foi a última entrevista que fizemos para o filme. Estávamos muito empolgados.


Colombia-ACTION182: Então os artistas que se envolveram com o projeto aceitaram fazê-lo de primeira?
Jai: Ah sim, basicamente sim.A gente ficou 3 meses em Los Angeles, mas sempre com pressa. A gente teve que ir a Maui para entrevistar Dexter Holland (Offspring). Foi muito legal, mas o Havaí é caro, cara..

Bruno-ACTION182: Continuando no assunto, qual é a parte mais difícil de fazer um documentário tão grande, com tanta gente importante envolvida?
Jai: Tentar fazer o correto com cada uma delas e fazer com que as suas histórias fiquem coesas. Algumas pessoas têm opiniões diferentes em certos assuntos, e como um diretor de filmes você está tentando contar uma certa estória mas por outro lado você não quer tirar os créditos dos envolvidos. O lance é encontrar o balanço perfeito entre tantas personalidades. Dinheiro foi difícil também, a produção foi barata, mas a pós-produção é muito cara.

Tony-TMDQA!: Como você arrecadou fundos para o documentário? Você teve ajuda de alguma empresa privada ou uma pessoa em específico?
Jai: Nenhuma empresa se envolveu. Meu produtor Matt Wardle tem laços no mundo financeiro e pessoas com dinheiro, e ele conseguiu arrecadar os fundos iniciais que a gente precisava pra ir até lá e gravar. Aí eu consegui arrecadar mais um pouco com pessoas que eu conhecia para começar a fase de pós-produção. E agora a gente está tentando arrecadar mais ainda pra pagar por direitos musicas e terminar isso… finalmente.

Bruno-ACTION182: Essa seria nossa próxima pergunta. A gente leu sobre alguns leilões e outros tipos de ações que você está fazendo para arrecadar fundos e terminar o documentário. Que tipos de problema você tem engrentado e como essas ações têm funcionado até agora? Jai: É basicamente a música. Ninguém (distribuidores) vai tocar seu filme até que tudo esteja “limpo” e se tratando de um documentário musical, isso pode se tornar bem caro.
Bruno-ACTION182: São os royalties?
Jai: Sim, exatamente. Mas é mais pras gravadoras e editores (publishers). São eles que ficam com a grana. E porque ninguém mais compra CDs e o modelo de negócio deles está falhando, eles procuram outras fontes de renda que infelizmente para mim e outros diretores de documentários se resume a licenciamento de músicas. Eles não vêem como um filme histórico sobre o legado que seus artistas fazem parte, eles apenas vêem como um dia de pagamento que vai manter as luzes no seu prédio ligadas um pouquinho mais.

Tony-TMDQA!: Isso é muito ruim. A gente ia te perguntar outras coisas, mas como o assunto veio à tona, vou mudar um pouco. Eu tava lendo no encarte da “Wrecktrospective” (coletânea da história da gravadora Fat Wreck Chords) que desde 2005, quando baixar MP3 virou algo natural, a Fat Wreck começou a ter problemas com dinheiro e teve que cortar gastos. O que você acha desse novo modelo musical, com as MP3 e outros tipos de lançamento digital? Jai: Eu acho que o modelo antigo está morrendo muito rapidamente, se é que já não está morto. Eu acho que as pessoas têm tanto acesso à música hoje em dia, e de graça, que o lance agora é tratar o consumidor de forma igualitária, ao invés de trazê-los pra baixo toda hora. As pessoas ainda querem ajudar os artistas, mas é necessário mais incentivo agora para fazê-lo porque o poder está nas mãos do consumidor. A indústria de discos pode estar morrendo mas a música definitivamente não está. Obviamente mais pessoas estão ouvindo música porque agora é mais acessível.

Bruno-ACTION182: Você acredita na venda de MP3 online? Porque aqui no Brasil isso está andando muito devagar…
Jai: Sim, eu acredito que é bacana e você sabe que as pessoas as estão comprando mais do que músicas sozinhas. Não vai preencher o buraco da quantidade que os CDs vendiam porque as gravadoras tinham margens de lucro gigantescas com eles. Mas se você é esperto ainda há maneiras de fazer dinheiro explorando música, enquanto haja respeito mútuo entre o dono e o consumidor.

Tony-TMDQA!: E você acha que discos de vinil podem preencher o buraco deixado pela falta de um formato físico, inerente aos arquivos MP3?
Jai: Eu acho que o vinil está voltando em uma espécie de nicho pós-moderno. No último ano 2 milhões de discos de vinil foram vendidos nos Estados Unidos. Não chega nem perto dos 900 milhões de CDs que já foram vendidos em um ano há algum tempo atrás. O que eu quero dizer é que o vinil não vai tapar o buraco por conta própria, mas como uma das várias coisas que estão acontecendo hoje em dia: mp3s, vinil, encartes, DVDs, etc. Todos eles são parte de uma figura maior no que diz respeito ao consumo de música.

Tony-TMDQA!: Eu sou um grande fã do vinil, mas não acho que ele irá voltar com tanta força nos meios mais populares. É uma coisa mais para fãs de música, audiófilos.
Jai: É, não vai ser como o CD. A gente quer que a nossa música seja pequena, quase invisível e portátil. A gente quer poder ouvi-la quando a gente bem entender e onde a gente bem entender.


Bruno-ACTION182: Qual foi a importância da música dos anos 90 no mundo todo? Você acha que a morte do Kurt Cobain marcou o fim do grunge e que isso foi crucial para a explosão do punk rock ou você acha que o punk rock já estava se tornando grande o suficiente para ultrapassar o grunge e tomar seu lugar de qualquer jeito?
Jai: Eu acho que a sua morte teve muito a ver com ajudar o punk rock a ter sua vez. Tipo, quando o Green Day e o Offspring apareceram, na Austrália eles eram tratados como bandas parecidas com o Nirvana. Era a mesma atitude, mas com um olhar mais rápido e refrescante. Era super pop então também podia ser tocada no rádio e TV. Mas ainda era legal o suficiente para fãs de música “Alternativa”.

Tony-TMDQA!: Você acha que o fato de grandes gravadoras terem contratado bandas independentes como o Green Day e o Offspring foi marcante para o pop-punk conseguir tanta visibilidade e sucesso no mainstream?
Jai: Bom, o Green Day talvez, mas o Offspring lançou o “Smash” pela Epitaph que é uma gravadora independente. E eu acredito que esse álbum tenha batido o recorde de vendas em uma gravadora independente de todos os tempos. Definitivamente iria acontecer, as bandas estavam construindo e seguindo nessa direção. Eu acho que a morte do Kurt foi tipo um catalisador para o movimento de trocar o foco um pouco e colocar a atenção em bandas como o Green Day e Offspring e seus amigos que vieram depois.

Tony-TMDQA!: Falando nisso, qual foi a importância para a cena do Green Day tocar o Woodstock, com o Mike Dirnt usando uma camiseta do Screeching Weasel, por exemplo? Além disso o Tré Cool também fez algo parecido quando filmou o clipe de “Longview” com uma camiseta do Tilt. Você acha que esse tipo de camaradagem entre as bandas era algo normal no punk rock dos anos 90? A ajuda que eles conseguiram através disso é inegável.
Jai: Sim, definitivamente. Eu acho que as bandas tinham orgulho de fazer parte daquela cena e ter o sentimento de pertencer a alaguma coisa. Tantos artistas aparecem e lançam discos de muito sucesso mas não são parte de nada, e com essas bandas de pop punk, eles eram partes dessa cena excitante e eles eram amigos de todo mundo e quando alguma dessas bandas conseguia atingir uma platéia maior, era natural que eles ajudassem as outras bandas da maneira que podiam. O melhor exemplo disso foi o movimento de gravadoras independentes. Brett (do Bad Religion) abriu a Epitaph, Fat Mike (NOFX) abriu a Fat Wreck, Dexter (Offspring) abriu a Nitro, Joe (Vandals) abriu a Kung Fu. É um modelo perfeito para apresentar novas bandas ao mundo através da popularidade da sua banda.

Tony-TMDQA!:
E a Lookout! Records? Eles também conseguiram muita atenção nessa época, já que bandas de seu catálogo estavam sendo vistas em veículos da grande mídia. Por que você acha que a gravadora acabou perdendo o direito de seus maiores lançamentos (Green Day, Operation Ivy, Screeching Weasel) e quase falindo? Pergunto isso porque a Lookout! foi extremamente importante para a cena punk rock dos anos 90 e seu dono, Larry Livermore aparece no documentário.
Jai: Bom, eu falei com o Larry sobre isso e ele não era mais parte da gravadora quando tudo aconteceu, ele já tinha saído. Mas eu acho que ele estava triste pelo fato de que algo que ele construiu do zero eventualmente se tornou o que se tornou. Não sei dizer mais do que isso, porque eu não sei detalhes dos problemas financeiros deles.


NÃO PERCA a segunda parte dessa excelente entrevista no Action182


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Weezer, Four Year Strong, Amon Amarth, Streetlight Manifesto, And Then There Was You, Cannabis Corpse, Elvis Costello And The Attractions

22 Feb/10 1 comentário | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Ouça o single “Carnaval” do FISTT e concorra a  3 kits da banda com camisetas, buttons e adesivos.
Clique aqui para participar!!!

Weezer

Em Janeiro desse ano a Geffen Records lançou “Weezer – Rarities Edition”, uma nova versão do excelente primeiro álbum da banda indie/alternativa só com b-sides e raridades.
Quem é fã do Weezer com certeza já ouviu essas músicas em outros lugares antes, e muito provavelmente já baixou todas elas também, então me parece que a gravadora pode ter dado um tiro na água quando resolveu lançar essa compilação de raridades que podem não ser tão raras assim.

De qualquer forma, são 14 faixas em um CD que pode ser encontrado aqui.


Four Year Strong

O primeiro disco do Four Year Strong por uma major será lançado no próximo dia 9 de Março via Universal em parceria com a Decaydance (gravadora de Pete Wentz).
O álbum se chama “Enemy Of The World” e a banda fez questão de registrar um domínio .com utilizando o nome do primeiro single “It Must Really Suck To Be Four Year Strong Right Now” que cai numa página só com as opções de pré venda do disco, que são as seguintes:

  • CD + camiseta + pôster
  • CD + camiseta
  • MP3s de todo álbum
  • CD Autografado
  • CD + Pôster autografado
  • CD com pôster em edição limitada

Todas elas estão no site mencionado acima, é só clicar aqui.
Um último detalhe, quando eu vi o thumbnail da capa achei que ela seria muito bonita, mas vendo em tamanho maior preciso dizer que ela já concorre a uma das mais bregas do ano eim? O que acham?

Amon Amarth

Os metaleiros do Amon Amarth estão relançando dois discos de seu catálogo lançados no começo dos anos 2000.
“Versus The World” de 2002 ganhou versão em LP duplo de 180 gramas em vinil branco e “The Crusher”, originalmente lançado em 2001 não ficou por menos com lançamento em LP duplo também de 180 gramas em discos de vinil vermelhos.

A responsável por esses lançamentos é a Back On Black Records, que tem feito o mesmo com vários nomes de rock/metal, conforme eu tenho noticiado aqui. O primeiro título foi lançado em Janeiro e pode ser encontrado aqui, já o segundo será lançado em Março e o link é esse aqui.


Streetlight Manifesto

O Streetlight Manifesto resolveu se aliar ao Bandits of the Acoustic Revolution, projeto paralelo folk/acústico de membros do próprio Streetlight, do Catch 22 e de vários outros artistas colaboradores para lançar “99 Songs Of Revolution”.

A ideia é lançar vários discos com covers que influenciaram todos os músicos envolvidos, seja como Streetlight ou como Bandits, não importa.
O primeiro volume foi anunciado para 16 de Março, tem essa linda capa aí em cima e será todo tocado como Streetlight Manifesto. Se liga na tracklisting e nas covers:

1. “Birds Flying Away” (Mason Jennings)
2. “Hell” (Squirrel Nut Zippers)
3. “Just” (Radiohead)
4. “Skyscraper” (Bad Religion)
5. “Punk Rock Girl” (The Dead Milkmen)
6. “Linoleum” (NOFX)
7. “Me and Julio Down by the Schoolyard” (Paul Simon)
8. “They Provide the Paint For the Picture Perfect Masterpiece That You Will Paint on the Inside of Your Eyelids” (Bandits of the Acoustic Revolution)
9. “Red Rubber Ball” (The Cyrkle)
10. “The Troubador” (Louis Jordan)
11. “Such Great Heights” (The Postal Service)

Dá pra ver que o negócio tá bem eclético, indo de NOFX a Radiohead passando por Postal Service e Paul Simon.
É uma pena que, pelo menos por enquanto, o disco só esteja sendo lançado em CD, porque eu penduraria essa capa na minha parede fácil, fácil.

O link oficial é esse aqui.


And Then There Was You

No final do ano passado a banda de pop-punk ao estilo Cartel e All Time Low que atende pelo nome de And Then There Was You lançou o disco “What Doesn’t Kill Us Makes Us Stronger”, após fazer uma série de shows bem sucedidos pelos Estados Unidos e chegar a tocar na famosa Warped Tour.

Quando eu estava fuçando minhas fontes esse disco me chamou a atenção pela capa, por isso resolvi noticiar aqui, já que dou crédito pra artistas que se preocupam com a parte visual de seu trabalho.

O link é esse aqui.


Cannabis Corpse

Há algum tempo atrás eu postei sobre o Cannabis Corpse, banda que faz homenagem ao death metal do Cannibal Corpse e ainda aproveita pra fazer vários trocadilhos sobre maconha.

O EP “The Weeding”, mencionado no post recebeu nova versão, agora um Picture Disc quadrado muito foda de oito polegadas (tamanho fora do comum) que pode ser encontrado aqui.

Além disso, a TankCrimes está vendendo um kit da banda que, além do EP de 8 polegadas inclui esses outros itens:

  • Pôster da banda
  • Adesivo em vinil
  • Encarte dupla face
  • Embalagem abre-fecha

O kit inteiro pode ser encontrado pelo ótimo preço de 15 dólares no site da loja, clicando aqui.


Elvis Costello And The Attractions

Em 4 de Junho de 1978 o excelente Elvis Costello fez com sua banda, o The Attractions, um show em terras norte-americanas em um lugar “pouco” importante para a época: o auditório da Hollywood High School.

Elvis já era razoavelmente conhecido na Inglaterra, sua terra natal, e ainda era uma incógnita nos Estados Unidos, onde ele tinha deixado uma forte impressão com a fatídica apresentação no Saturday Night Live, onde tocou “Radio, Radio”, quando os produtores do programa haviam sido categóricos em “proibi-lo” de executar essa faixa.

Pela primeira vez na história o registro das 20 músicas desse show está sendo lançado na totalidade em CD, com “Accidents Will Happen”, “Alison”, “Radio, Radio” e tantas outras boas músicas que Elvis fez no começo da carreira.

O link é esse aqui.

Veja abaixo o vídeo do SNL, onde ele começa a tocar uma música, para, diz que não há sentido em tocá-la ali e começa “Radio, Radio”. Por esse motivo ele foi banido do programa por vários e vários anos.


via videosift.com


Obviamente esse dia foi um marco para TV/música/censura norte-americanas, a ponto dos Beastie Boys serem “interrompidos” por Costello durante a execução de “Sabotage” no próprio SNL anos depois, rendendo uma bela versão de “Radio Radio”:



Pra finalizar o assunto, nosso brasileiro Blind Pigs gravou uma cover dessa música.

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Promoção FISTT, Cokie The Clown, The Get Up Kids, Overkill, 3, Greenland Is Melting

17 Feb/10 5 comentários | Arquivado em Notícias, Promoções, , , , , , , , , , , , , , , , ,

Promoção FISTT

Ah, o Carnaval…
Aquela época do ano onde todo mundo adora os 4 dias de folga, ,quando as mulheres mostram muito mais que a Geisy, quando os indies colocam “Todo Carnaval Tem Seu Fim” do Los Hermanos no repeat e quando nós, roqueiros, juramos de pé junto que odiamos a festança.

Enfim, aqui no TMDQA!  a gente não vai deixar o espírito carnavalesco cair, com a mais nova promoção de uma das melhores e mais longevas bandas de punk rock / hardcore melódico desse país, o FISTT!

O FISTT está lançando finalmente seu novo álbum “Como fazer inimigos…” (muitos de vocês já baixaram as MP3, mas agora é no formato físico finalmente) e o destaque do álbum nessa época do ano é para a música “CARNAVAL”.

A faixa é uma espécie de “Jesus Of Suburbia” da roça, ou ainda um “The Decline” do interiô, e traz 8 minutos e 43 segundos do que há de melhor no hardcore melódico brasileiro com letra sobre o Carnaval, e participações especialíssimas do Fabrizio Martinelli (ex-Hateen) e do Rodrigo do Dead Fish.

Já aperta o play agora e vai ouvindo o som enquanto você descobre como ganhar 3 KITS com Camiseta + Bottons + Adesivos da banda.

Get the Flash Player to see the wordTube Media Player.

Lembrando que o disco sai no comecinho de março via Blast / Sony (ok,  agora chamem os FISTTs de vendidos) e em breve teremos mais promoções por aqui!

Dois kits serão sorteados via Twitter, e o outro será em uma espécie de concurso cultural.
Para participar é o seguinte:

Via Twitter

Siga, obrigatoriamente, os usuários @mdiscosqamigos e @fistt , para que possamos contabilizar as participações.
Twitte até 3 vezes por dia cada uma das frases abaixo:

O CARNAVAL já acabou mas eu continuo curtindo com o @fistt e @mdiscosqamigos ! http://ow.ly/18eT6
Não gosta de CARNAVAL? O @mdiscosqamigos e @fistt vão te provar o contrário: http://ow.ly/18eT6
Escola de samba que nada! Nesse CARNAVAL só deu @fistt e @mdiscosqamigos ! http://ow.ly/18eT6


Concurso Cultural

Vai levar o outro kit quem mandar a foto mais legal com uma fantasia de Carnaval!
Pode ser véia, recente, de roqueiro, de axé, tanto faz! Só tem que ser uma foto sua, e a melhor será julgada por mim e pelo glorioso F. Nick do FISTT, ok?

Mande as fotos para tony27+fistt@gmail.com para participar.

A promoção vai até a Quarta-Feira que vem, então participe!!



Cokie The Clown

O South By Southwest é um festival que mistura música, filme e interatividade em Austin, Texas e acontece todo ano desde 1987. O festival é uma espécie de Virada Cultural, com vários eventos acontecendo ao mesmo tempo na cidade, e a Fat Wreck Chords vai estar lá marcando presença.

No site de notícias dos caras eles postaram esse flyer aí com os nomes das bandas que estarão no anexo do clube Emo’s fazendo seus shows. Riverboat Gamblers, Teenage Bottlerocket, Dead To Me, Smoke Or Fire, Tony Sly (No Use For A Name), Banner Pilot e Cobra Skulls eu conheço, mas Cokie The Clown?


Até onde sabemos Cokie The Clown é o personagem-palhaço de Fat Mike (Dono da Fat Wreck / NOFX), que até rendeu um EP de mesmo nome, o que será que Mike está aprontando dessa vez?

É esperar pra ver e procurar vídeos no YouTube quando esses aparecerem em Março.

The Get Up Kids

Essa semana o Get Up Kids anunciou o que nós fãs esperávamos, um novo EP com faixas inéditas para 2010!
O disco será chamado “Simple Science”, terá 4 faixas e sai em Abril, após 6 anos desde o último lançamento de novas da banda, o disco “Guilt Show”.

Pra alegria dos colecionadores, eles informaram que serão várias cores de vinil em 12 polegadas e ainda uma versão em CD.

Uma das faixas que deve fazer parte do EP é “Petty Pretty Things” (vídeo abaixo), nova música que eles gravaram para a Daytrotter Session e têm tocado em shows ao vivo por aí.

E como de notícia boa ninguém se cansa, dei uma fuçada e a banda twittou no final do ano passado o scan de uma página na Alternative Press onde a revista cita os lançamentos do Get Up Kids como uns dos mais antecipados de 2010. E eu digo no plural porque a revista traz o EP para a Primavera (no hemisfério norte, e como acabei de citar, essa parte tá cumprida) e ainda um Full-length no Outono (também no hemisfério norte, então seria nossa Primavera).

Viva o Get Up Kids!


Overkill

“Killbox 13″ é o décimo segundo disco de estúdio da banda de thrash metal Overkill, mas recebeu esse nome porque na contagem dos caras, esse é o décimo terceiro, se levarmos em consideração o EP “Overkill” de 84. Algo como a contagem de mil gols do Romário e a oficial, saca?

Fato é que esse disco foi lançado originalmente em 2003 e ganhou no ano passado nova roupagem em CD dourado, totalmente remasterizado. Além disso, uma capa com leves diferenças em relação à original também foi utilizada e o disco vem em uma caixinha Digipak.

Pra completar, foram feitas só 1000 dessas. O link oficial é esse aqui.

3

Eu aposto que o nome do 3, banda de rock/metal norte-americana já lhes deve ter causado uma série de problemas, já que não é nada chamativo e muitas vezes pode até parecer um erro de digitação ou algo do tipo.

O que me chamou a atenção foi o álbum “Revisions”, lançado no final do ano passado pela Metal Blade Records, como forma de encerramento de contrato com os caras, já que a grande Roadrunner Records os contratou para um disco novo já em 2010.

A posição oficial da banda é que esse disco faz uma releitura de várias músicas da carreira que eles nunca haviam gravado antes de forma oficial, e eles sentiram que elas precisavam ganhar vida em novas revisões. Fato é que ao invés de usar a manjada tática de disco de hits, eles foram pelo caminho do disco de b-sides, mas com mudanças em cada uma das músicas para encerrar o contrato com a Metal Blade. Achei interessante.

O link oficial para o disco é esse aqui.


Greenland Is Melting

Muitas vezes o punk, o folk e o country parecem andar de mãos dadas, apesar da aparente diferença sonora que trazem consigo. Desde ex-vocalistas de bandas punk fazendo carreira solo e se dando bem com o estilo (como Chuck Ragan, ex-Hot Water Music e Tim Barry, ex-Avail), até a adoração da maioria dos nomes da cena por Johnny Cash, há evidências claras de como os estilos se unem de forma harmoniosa.

O mais recente caso de amor entre esses gêneros atende por Greenland Is Melting, uma banda que só pra variar um pouquinho vem de Gainesville, Flórida e toca um folk/alt-country/bluegrass de primeira, aumentando seu nome a cada show que fazia em casas punk ao redor dos EUA.

E justamente por essa atenção que estava adquirindo a Paper+Plastick Records resolveu apostar nos caras e contratá-los para seu casting. No fim do ano passado foi anunciada a contratação da banda, e imediatamente o disco “Our Hearts Are Gold, Our Grass Is Blue” foi disponibilizado na página da gravadora para download.

Não há versão física (ainda) pois esse disco já havia sido lançado pela banda e não teria sentido trabalhar em cima dele, ao invés disso a banda está gravando novas músicas.

No site oficial dos caras é possível ouvir tudo em streaming ou baixar o disco em arquivos digitais de altíssima qualidade. E vale a pena! O link é esse aqui.

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Leilão Beneficente de Vinil para o Haiti, Take Action, Paramore, You Me At Six, David Bowie, Hot Snakes, Cute Lepers

20 Jan/10 Nenhum comentário | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Leilão Beneficente de Vinil para o Haiti

O portal de notícias Punknews.org e a gravadora Paper+Plastick se reuniram para organizar um leilão beneficente em prol das vítimas do terremoto no Haiti.
A maioria dos produtos sendo leiloados são prensagens de teste de álbuns muito bons do meio independente, mas também há alguns pôsters e versões “normais” de discos de vinil.

Só pra explicar, uma prensagem de teste é como se fosse o primeiro disco a ser prensado quando um álbum é lançado. É feita uma cópia, e a partir dela é conferido se as faixas estão ok, e caso esteja tudo certo, todas as outras cópias são prensadas. Normalmente o selo no meio da prensagem de teste é branco e vazio, fazendo com que seja comum as bandas autografarem essa parte do disco.

O leilão conta com produtos de nomes como Hot Water Music, Fall Out Boy, Pulley, Tim Barry, NOFX, Against Me!, Mike Park, Cute Lepers, Comadre, Foundation, Frank Turner, Cheap Girls, Panic At The Disco, Lifetime, The Stereo, Broadway Calls, The Sandwiches e vários outros.

O link para todos os produtos é esse aqui.


Take Action

Falando em ação beneficente, a Hopeless Records está lançando através de seu braço que não visa lucros, a Sub City, a nona edição da coletânea “Take Action”, que dessa vez conta com uma linda capa, 2 CDs e 35 faixas sendo muitas delas inéditas/exclusivas de bandas que estão se destacando no cenário independente internacional.

Dá uma olhada no track listing:

Disco 1
1. We The Kings – PSA
2. We The Kings – The Middle (Acoustic)
3. Mayday Parade – The Silence (Hurley Studio Acoustic)
4. There For Tomorrow – Backbone (Acoustic)
5. A Rocket To The Moon – Fool Everyone
6. The Ready Set – Drain Notes
7. We Are The In Crowd – Never Be What You Want
8. Every Avenue – Picture Perfect (featuring Tom Higgenson)
9. The Bigger Lights – Queen of Broken Hearts
10. This Providence – Keeping On Without You
11. The Friday Night Boys – Permanent Heartbreak (Acoustic)
12. Anarbor – Passion For Publication (Acoustic)
13. The Dangerous Summer – Surfaced (Acoustic)
14. Hit The Lights – Liars and Cheats
15. The Summer Set – Punch-Drunk Love (Acoustic)
16. The Swellers – Feet First (Acoustic)
17. Frank Turner – Rock and Roll Romance
18. Fake Problems – Mr. Rock and Roll

Disco 2
1. 3OH!3 – Don’t Trust Me (Casey Bates Remix)
2. Cobra Starship – Hot Mess (Innerpartysystem Remix)
3. Let’s Get It – Maps (Joey Sturgis Remix)
4. The Secret Handshake – TGIF
5. Lights – Saviour (Colin Munroe’s Unsung Mix)
6. VersaEmerge – Whisperer (Brian Southall Remix)
7. Bring Me The Horizon – Sleep With One Eye Open (Tek One Remix)
8. August Burns Red – Indonesia (Alternate Mix)
9. EATMEWHILEIMHOT! – xXBurritoXx
10. I Set My Friends On Fire – Things That Rhyme With Orange
11. Taking Back Sunday – Swing (Live in London)
12. All Time Low – Poison
13. The Downtown Fiction – I Just Wanna Run
14. The Almost – Birmingham
15. Set Your Goals – The Lost Boys
16. Take Notice – Northward Winds Were Bound To Happen
17. Broadway Calls – Jump At Shadows

O disco sai no próximo dia 9 de Fevereiro, e por apenas 12 dólares é possível comprar o kit do CD Duplo + uma bela camiseta nesse site aqui.

Paramore

Ok, isso não é um lançamento em LP ou CD, mas eu gosto bastante quando as bandas fazem material diferente do “comum” para seus fãs, e foi justamente isso que o Paramore e a Fueled By Ramen fizeram.
Trata-se de um kit daqueles bonecos que vão um dentro do outro, conhecidos como Matryoshka , com cada um deles representando um membro da banda.

Foram feitos apenas 1.000 desses, e aproximadamente 200 ainda estão disponíveis na loja oficial da Fueled By Ramen, aqui.

You Me At Six

A mais nova sensação pop-punk da Inglaterra, o You Me At Six lançou na semana passada seu segundo álbum de estúdio, e o primeiro por uma gravadora grande.
“Hold Me Down” tem 12 faixas, foi lançado pela Virgin e já estreou nas paradas do Reino Unido em quinto lugar. Nada mal.

Aparentemente o disco só saiu em CD, o que é uma pena porque a capa é bem bonita. Na página oficial dos caras é possível encontrar vários links de onde o álbum pode ser comprado, incluindo kits com camiseta.
Na Banquet Records, ao comprar o CD você ganha um pôster de graça imediatamente.


David Bowie

No final do ano passado foi lançada uma edição de colecionador de um dos mais notáveis álbuns da história, o “Space Oddity” de David Bowie.
Originalmente lançado em 1969 com o nome de “David Bowie”, o disco foi relançado em 1972 com uma música a menos e nova capa.
A versão de 2009 tem 2 variações para o LP e o CD, sendo as 2 com uma capa que mistura a arte do auto-entitulado de ‘69 com o nome de ‘72.

Na versão em Vinil, o disco é de 180 gramas, altíssima qualidade, ideal para fãs de música e contém as 9 faixas que saíram na edição de 1972, todas remasterizadas.
Já na versão em CD, são dois disquinhos, sendo que o primeiro tem as 9 faixas todas remasterizadas, e o segundo tem 15 faixas entre demos, versões alternativas e raridades.

Os links para cada uma das versões são esse e esse.


Hot Snakes

O Hot Snakes foi uma das várias boas bandas de John Reis, líder do Rocket From The Crypt, que junto com Rick Froberg, seu colega de Hot Snakes, tocou também no Pitchfork e no Drive Like Jehu. Todas elas alternam entre post-hardcore, alternativo e rock’n'roll, então confira sem medo.

O segundo disco dos caras está sendo relançado em disco de vinil em uma quantidade limitada de cópias. Se você quiser uma delas, o link é esse aqui.


Cute Lepers

O Cute Lepers é uma banda de power pop/punk rock criada como uma espécie de projeto paralelo de Stevie E. Nix, líder dos punks do The Briefs, que entraram em hiato há pouco tempo.

No final do ano passado a banda lançou um EP de 2 faixas chamado “You Don’t Have To Belong (To The Religious Right)” como uma espécie de aquecimento para seu mais novo disco de estúdio que sairá no dia 02 de Fevereiro e se chamará “Smart Accessories”.

O disco tem 13 faixas e ao comprá-lo na Interpunk, você pode optar por uma edição exclusivíssima em disco de vinil dourado, limitada a 200 cópias.

Os links são esse e esse, respectivamente.

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