O Queens Of The Stone Age vai relançar o seu segundo álbum de estúdio, “Rated R” (de 2000), em uma edição dupla e especial neste ano, conforme já havíamos postado aqui com aquela riqueza de detalhes que já é de costume. E ontem, detalhes finais foram revelados.
A versão deluxe de “Rated R”, intitulada “Rated RX” será lançada no dia 3 de agosto via Interscope, em CD duplo. O primeiro disco – logicamentte – trará a tracklisting original do álbum e já o segundo disco trará B-sides e faixas ao vivo da apresentação da banda no Reading Festival 2000.
Tracklisting:
Disco 1
01. “Feel Good Hit Of The Summer”
02. “Lost Art Of Keeping A Secret”
03. “Leg Of Lamb”
04. “Auto Pilot”
05. “Better Living Through Chemistry”
06. “Monsters In The Parasol”
07. “Quick And To The Pointless”
08. “In The Fade”
09. “Tension Head”
10. “Lightning Song”
11. “I Think I Lost My Headache”
Disco 2
01. “Ode To Clarissa” (B-side)
02. “You’re So Vague” (B-side)
03. “Never Say Never” (B-side)
04. “Who’ll Be The Next In Line” (B-side)
05. “Born To Hula” (B-side)
06. “Monster In The Parasol” (Reading Festival 2000)
07. “Feel Good Hit Of The Summer” (Reading Festival 2000)
08. “Regular John” (Reading Festival 2000)
09. “Avon” (Reading Festival 2000)
10. “Quick And To The Pointless” (Reading Festival 2000)
11. “Better Living Through Chemistry” (Reading Festival 2000)
12. “Ode To Clarissa” (Reading Festival 2000)
13. “The Lost Art Of Keeping A Secret” (Reading Festival 2000)
14. “You Can’t Quit Me, Baby” (Reading Festival 2000)
15. “Millionaire” (Reading Festival 2000)
O álbum já está disponível na pré-venda no site Amazon. Clique aqui para garantir a sua cópia.
No facebook do Queens of the Stone Age, foi postada a seguinte imagem da arte do álbum, mostrando que de fato o lançamento ocorrerá:
Enquanto isso, nenhuma informação sobre o relançamento do disco homônimo [esperado há dois anos] e do novo DVD ao vivo gravado na Europa (veja o lindo trailer aqui).
Assista ao vídeo de “Lost Art Of Keeping A Secret”, um dos singles do “Rated R”.
DEVO
Conforme prometido, o DEVO dá sequência ao seu reality show e posta o vídeo dois da série “DEVO Makes Something For Everybody”, que mostra como surgiu toda a ideia do seu novo álbum, “Something For Everybody” (veja detalhes aqui).
E claro, nós do Tenho Mais Discos Que Amigos! vamos sempre divulgar os vídeos para vocês e para que também o site BR PRESS possa copiar a matéria, mas das próximas vezesdando os devidos créditos, já que o fato não ocorreu com o post a seguir:
O primeiro vídeo mostra que gravadora quer trazer o Devo para o nosso século XXI, alegando que a banda está fora da mídia em geral. Nele, ainda é revelado o motivo das máscaras cinzas adotadas pelo DEVO. Para assistir ao primeiro capítulo, clique aqui.
O segundo vídeo mostra os primeiros passos dados pela gravadora Warner Bros. e pelo DEVO Inc. (empresa fictícia liderada por Greg Scholl) para fazer com que a banda comece a ficar na mídia. Mostra também como surgiu a ideia de contratar o consultor de pesquisas da Mother LA, Jacob (aquele loirinho do Song Study), para ajudar a empresa entender o que as pessoas gostam e para ajudar atrair mais fãs para o DEVO. É só clicar na imagem para assistir.
Mastodon
Após o lançamento do elogiadíssimo “Crack The Skye”, no ano passado, o Mastodon vai lançar um EP com músicas escritas especialmente para a trilha sonora do filme Jonah Hex. É a primeira vez que a banda participa desse tipo de projeto. A ideia foi sugerida pelo diretor do filme, Jimmy Hayward, que é tão fã da banda que escreveu o roteiro do filme ouvindo o segundo álbum dos caras, “Blood Mountain”, de 2006. O EP vai sair com quatro músicas inéditas, e duas versões alternativas para duas delas:
1. Death March (film version)
02. Clayton Boys (film version)
03. Indian Theme (film version)
04. Train Assault (film version)
05. Death March (alternate version)
06. Clayton Boys (alternate version)
A trilha sonora será lançada na próxima terça-feira, dia 29 de junho, mas Jonah Hex só estreia no Brasil no dia 20 de agosto.
Big Four (Metallica, Slayer, Anthrax e Megadeth)
Quatro das maiores bandas de metal do mundo tiveram uma bela ideia: reunir-se para shows gigantescos, em lugares lotados, cheios de metaleiros ensandecidos com um dos maiores espetáculos que eles podem oferecer.
Metallica, Anthrax, Slayer e Megadeth embarcaram nessa turnê e o primeiro show acabou de acontecer na Polônia, para um público de 81.000 pessoas e o baixista do Megadeth, David Ellefson disponibilizou algumas fotos e deu depoimento para o site da Roadrunner Records.
Ellefson disse que o Anthrax soou bem demais com a volta de Joey Belladona nos vocais, que o Slayer fez o de sempre e aniquilou o lugar e que o Metallica e seu público de quase 100.000 pessoas (na verdade eram 81.000) fizeram com que estar ali fosse uma experiência espetacular.
Além disso, ele ainda confessou que esse é um sonho das 4 bandas se tornando realidade.
O próximo show da série será na Suíça e você pode encontrar mais detalhes e fotos aqui.
Pra completar, no vídeo abaixo você vê as 4 bandas juntas tocando “Am I Evil?” do Diamond Head, e segundo o próprio vocalista do Metallica, James Hetfield, diz no vídeo, a história está sendo escrita.
Assista:
NOFX
A Fat Wreck Chords acabou de anunciar o mais novo lançamento da maior banda de seu catálogo, o NOFX.
Trata-se de “The Longest EP”, coletânea que trará 30 músicas presentes em EPs da banda, raridades e sobras.
A capa do disco faz uma clara menção a um desses EPs, o “The Longest Line”, só que dessa vez com vários personagens da história da banda, ao invés de figuras importantes, todos desenhados pelo mesmo cara que fez a capa do EP citado.
Se liga na tracklisting:
1. The Death of John Smith
2. The Longest Line
3. Stranded
4. Remnants
5. Kill All the White Man
6. I Wanna Be an Alcoholic
7. Perverted
8. My Name Is Bud
9. Hardcore 84
10. War on Errorism Commercial
11. 13 Stitches (Acoustic)
12. Glass War
13. Jaw Knee Music
14. Concerns of a GOP Neo-phyte
15. Golden Boys
16. You’re Wrong
17. Everything in Moderation (Especially Moderation)
18. I’m Going to Hell for This One
19. I’ve Become a Cliché
20. Cokie the Clown
21. Straight Outta Massachusetts
22. Fermented and Flailing
23. Codependence Day
24. My Orphan Year (Acoustic)
25. S&M Airlines (7” version)
26. Dueling Retards
27. On the Rag
28. A200 Club
29. Shut Up Already
30. The Punk Song
O disco sai dia 17 de Agosto em CD e LP duplo.
O aviso do lançamento talvez tenha sido adiantado, já que Fat Mike, baixista e vocalista da banda, acabou de criar uma conta no twitter e colocou como pano de fundo justamente a capa do disco.
Uma informação importante dada pela Fat Wreck é que todos os EPs que estão sendo resgatados nesse lançamento serão colocados fora de catálogo, ou seja, se você não possui o “The Longest Line”, “Bottles To The Ground”, “The P.M.R.C. Can Suck On This”, entre outros, corra porque eles não serão mais fabricados.
O Rufio anunciou o nome, a data de lançamento e a capa do novo álbum da banda. “Anybody Out There” vai ser lançado em 27 de julho, e é o primeiro álbum do grupo desde “The Comfort Of Home”, de 2005. A arte do disco é essa que você vê na peça promocional acima.
O último material inédito da banda, que havia anunciado o término em 2007, foi o EP “The Loneliest”, em janeiro deste ano.
AC4
AC4 é o mais novo projeto de Dennis Lyxzén e David Sandström, mais conhecidos como vocalista e baterista do grande Refused, respectivamente.
A banda toca hardcore old school e conta com a sempre entusiasmada performance de Lyxzén em seus shows, talvez por isso exista tão grande expectativa sobre esse disco.
“AC4″ está sendo lançado via Deranged Records apenas e tão somente em discos de vinil, e conta com 15 faixas. Repare em nomes como “Fuck The Pigs”, “Coptown” e “Pigs Lose” que a raiva está presente no coração do quarteto sueco.
Em uma notícia relacionada, Dennis Lyxzén conversou com a revista Exclaim sobre o relançamento Deluxe de “The Shape Of Punk To Come” do Refused, e falou sobre porque o Refused nunca irá voltar e como a ideia de relançar o disco foi se moldando.
Entre outras coisas, Lyxzén diz que não há chances do Refused voltar porque há muitos aspectos envolvidos em um possível retorno, e até compara sua ex-banda ao Minor Threat, que nunca voltou, dizendo que “às vezes a lenda é melhor que a coisa de verdade”.
Sobre o relançamento do disco, ele diz que quando a Epitaph se propôs a fazê-lo, ele fez questão de adicionar material bônus ao lançamento, para que valesse mais a pena e as pessoas realmente tivessem vontade de comprá-lo, e que se o disco não fosse relançado em vinil, nem era para fazê-lo.
O Rise Against foi a 15ª banda a participar do projeto A.V. Club Undercover, que apresenta 25 bandas fazendo 25 covers de diversos sucessos do pop e do rock. As versões são escolhidas pelas bandas a partir de uma lista definida pelo A.V. Club, e o Rise Against fez bonito: escolheu “Sliver”, do Nirvana. Assista ao cover abaixo:
Assim de nome você pode até não reconhecer Samwell. Mas provavelmente já deve ter escutado o mega hit “What What (In the Butt)” ou visto algum emoticon com o seu rosto no MSN Messenger. Se não, preste bem atenção no vídeo abaixo pois os próximos segundos mudarão a sua vida. E antes de mais nada, deixamos claro que o Tenho Mais Discos Que Amigos! não irá se responsabilizar pelos leitores que sofrem algum trauma com isso.
Ironias à parte, parece que o chefão Homme quis demonstrar toda essa “admiração” que sua família sente pelo incrível Samwell e resolveu gravar um dueto acústico desta harmoniosa, belíssima e cativante canção no programa “Tosh.0“.
O resultado, que foi televisionado no dia 16 de junho e que conta também com a participação especial do apresentador do programa, Daniel Tosh, dando um brilho a mais na performance da música, você confere a seguir.
Dead Fish / Mukeka Di Rato
A volta da Polysom no Brasil, que marca o reinício da era de fabricação de discos de vinil no país contou com títulos de Pitty, Cachorro Grande, Fernanda Takai, Nação Zumbi, entre outros.
O primeiro compacto em 7 polegadas dessa nova safra é das bandas capixabas de hardcore Dead Fish e Mukeka Di Rato.
O split conta com 2 faixas de cada banda, e arte toda inspirada em artistas bregas dos anos 70, como você viu aqui no TMDQA!, feita por ninguém menos que o prolífico Fabio Mozine, o baixista do Mukeka, líder do Merda, dono da Laja Records entre outras atividades que não mencionaremos aqui.
A arte do disquinho ficou realmente legal, já que retrata bem a fonte de inspiração tomada como base e ficou com cara de disco velho. Gostei também do selo central do disco, que também me lembrou lançamentos tradicionais no formato.
O lado negativo é que não há encarte algum, nem mesmo uma folhinha simples com as letras e informações técnicas, que já faria diferença e agregaria valor ao produto final.
As faixas do Dead Fish são sobras de estúdio das sessões de “Zero E Um” e “Um Homem Só”, e já haviam sido lançadas anteriormente em coletâneas virtuais da Deck, mas aqui ganham o primeiro lançamento em formato físico, enquanto as 2 músicas do Mukeka Di Rato ficaram de fora do disco “Carne” e foram lançados apenas como bônus na versão japonesa do álbum, sendo também inéditas aqui em terras brasileiras.
Fique ligado que em breve vai pintar uma promoção bem bacana com essas bandas por aqui.
Clique nas fotos para ampliá-las
Há algum tempo atrás eu tive a oportunidade de conhecer um dos mais interessantes nomes do Black Metal Nacional, a Vinterthron, que lançou em 2008 o seu álbum “Reign Ov Opposittes” em CD digipack de luxo e em LP 12” e 180 gramas. Leia na entrevista a seguir com M. que nos fala de temas como a composição do álbum, as letras da banda e os próximos lançamentos.
Tenho Mais Discos Que Amigos – A Vinterthron iniciou seus trabalhos em 2004 com vários membros oriundos de importantes bandas do cenário metal nacional. Como foi o nascimento do grupo e a escolha pelo Raw Black Metal?
M - Na realidade o nome Vinterthron foi criado em 2007 que foi o ano de seu nascimento como banda de verdade, pois antes levava o nome ANCIENTBLOOD (2001), onde era apenas um projeto no qual eu gravava todos os instrumentos sozinho e lançava materiais sem qualquer compromisso ou contrato com selos e distribuidoras. Esse Black Metal direto, simples e minimalista sempre fez parte dos meus trabalhos como uma espécie de diretriz, porém obviamente não foram em todas as bandas que tive a oportunidade de ter um foco tão grande nessa linha de composição. Foi uma escolha natural! Com o Ancientblood/Vinterthron sendo algo mais descompromissado, fiquei extremamente livre e encorajado para fazer o tipo de som que eu realmente queria! Underground, crú, sujo e com aquele clima de “má-produção” presente nas gravações das bandas de Black Metal da escandinávia do início dos anos 90.
TMDQA – Quais são as principais influências de vocês? Li críticas que os comparam ao Darkthrone antigo, vocês concordam com isso?
M – Tenho bastante influência do velho e bom Darkthrone e Burzum, então devo concordar com o que as críticas dizem. Essas são nossas principais influências eu diria, mas eu poderia ainda citar bandas como o Bathory, Mayhem e Immortal, além também de alguma influência que vem do nosso gosto pelo Thrash Metal alemão e americano dos anos 80.
TMDQA – Porque o nome Vinterthron?
M – Como já disse no começo da entrevista, o nome anterior era ANCIENTBLOOD, que significa “sangue antigo” – uma referência explícita e direta aos primórdios do Black Metal escandinávo. Porém muitas pessoas estavam ligando o nome a uma conotação racista, além de termos encontrado outras bandas com o mesmo nome lá fora. Tudo isso acaba dificultando um pouco o trabalho, então quando houve a possibilidade de tornar este projeto uma banda de verdade, acabamos optando por também fazer a mudança de nome. VINTERTHRON é um nome germânico e significa “Trono Invernal”. Optamos por este nome pois todos da banda estão muito ligados ao clima invernal passado pelas antigas bandas de Black Metal, como também por termos algumas raízes germânicas em nossas famílias. Então dentre a lista foi o que melhor soou e se encaixou na proposta.
TMDQA – Quando pessoas não ligadas ao meio Black Metal tem algum contato com músicas desse gênero, costumam pensar que todos são idólatras do Satanismo. Por favor, fale um pouco sobre as letras do Vinterthron e também da relação do satanismo com a música de vocês.
M – Não considero o Vinterthron uma banda satânica. Temos sim em nossas letras elementos calcados na base do satanismo moderno, no qual a palavra “Satã” representa revolta e oposição! Temos uma visão bastante pessoal sobre isso e acreditamos que a palavra “Satã” represente apenas uma linha de pensamento na qual nos motiva a se opor contra qualquer dogma do cristianismo ou religião falida equivalente. Somos uma banda exclusivamente anticristã tentando alertar as mentes mais abertas a terem suas próprias escolhas sem se ajoelhar a qualquer entidade religiosa. Nossas letras falam disso através de uma atmosfera apocalíptica de guerra, terror e aniquilação do vaticano!!!
TMDQA – O álbum “Reign Ov Opposites” impressiona pela qualidade e maturidade de suas composições. A sonoridade crua e as vezes depressiva das músicas chama a atenção. Como foi o processo de composição do disco?
M – Sempre procuro fazer tudo “ao vivo”. Gosto de ter essa liberdade na hora de gravar e é geralmente como é feito! Entro em estúdio com algumas idéias de bases e batidas, faço todos os experimentos e procuro sempre manter o mais simples e direto possível, sem colocar obstáculos na criatividade. 80% das músicas nascem no estúdio na hora de gravar! É quase como um improviso e soa bastante natural, o que é importante pra mim. Então tudo isso varia de acordo com meu estado de espírito e claro, influências de bandas que eu esteja ouvindo naquele período. A única coisa que temos realmente 100% finalizado antes de entrar no estúdio são as letras.
TMDQA – Quanto tempo o álbum levou pra ser gravado? Fale-nos um pouco do processo de Gravação.
M – Geralmente o processo já no estúdio é bem rápido. Em torno de 30h divididas em 3 ou 4 dias de gravação, sem contar com a parte de mixagem e masterização que é feita a parte disso.
TMDQA – “Reign Ov Opposites” saiu em CD digipack e em Vinil 12″ 180 gramas com uma arte gráfica muito bonita e ainda com um poster. Todo o material impressiona pela qualidade e esmero. Vocês lançaram o álbum nesses formatos pensando nos audiófilos?
M – Sinceramente não lançamos música para essa nova era de consumo via Itunes. Claro que entendo que é uma “evolução” e também tem seus pontos positivos, principalmente para as bandas e público no quesito “promoção” e “divulgação”, mas nosso foco sempre foi fazer material físico, de grande qualidade, e nos dias de hoje tentando chamar a atenção oferencendo um material diversificado. Temos nosso álbum sendo vendido no Itunes e outras lojas virtuais de mp3, não vejo problema nisso visto que nos EUA e Europa realmente esse mercado tem tido retorno. Não sendo download ilegal já está muito bom!
Mas o que você fala na pergunta é uma grande verdade. Fazemos isso para quem realmente aprecia ter o material em mãos, colecionar, sentir o cheiro e tudo mais. Eu sou doente e certamente como o título do blog também tenho mais LPs do que amigos. Sou daqueles que tem 6 versões diferentes de um mesmo álbum e que preza pela qualidade do material, seja ele em CD ou Vinil. Por sorte tivemos uma grande parceria com a Ashen Productions e a Novus Ordo Diabolum, ambas da Austria, que nos proporcionou esse lançamento nesses diferentes formatos com grande qualidade. Aqui no Brasil infelizmente é muito improvável de se conseguir uma qualidade desse tipo em um lançamento underground e esse inclusive é um dos maiores motivos por estarmos assinados com um selo do exterior. Prefiro não ter uma boa distribuição do álbum no meu próprio país, do que te-la num formato monótono e sem qualidade.
TMDQA – Em que países “Reign Ov Opposites” foi lançado? Quais selos/gravadoras estão trabalhando com vocês nesse momento?
M – Foi lançado apenas na Europa em CD, Digipack e LP. Com distribuição nos EUA e no Brasil através da Höllehammer. Atualmente nosso selo principal é a Ashen Productions da Austria.
TMDQA – Vemos que a venda da música em formatos físicos tem caído constantemente, principalmente por conta da transferência de arquivos pela internet. Porém, a impressão que tenho é que fãs de metal continuam comprando os formatos físicos dos álbums. Vocês percebem isso também?
M – Tenho a impressão de que já foi pior, mas obviamente ainda é enorme o número de pessoas que fazem o download ilegal de material pela internet. Posso estar enganado, mas sinto que a cada ano mais e mais fãs de metal tem se conscientizado em relação a isso e priorizado a compra de material físico e legalizado. Claro que existe uma parcela de pessoas que nunca deixou de comprar, que é o meu caso e imagino que também o seu, e é isso que faz do Metal um gênero de música tão interessante, principalmente quando se trata de metal extremo no meio underground. Existe realmente uma valorização maior pelo material físico, pelas raridades, cópias limitadas e especiais… É um público fiel e isso é muito bom! Eu vejo certo tipo de pessoa se gabando por ter 3 HDs de 1TB cada cheios de Mp3 ou aquelas que até gostam de ter o físico, mas pirata, aquele queimado em CD-R, feito na gráfica da esquina, feio, de mau gosto, com vida útil de 10 tocadas. Eu simplesmente não entendo essa gente! Uma outra coisa que é importante deixar clara… Eu estaria sendo hipócrita de dizer que eu não baixo material na internet, claro que eu baixo. Mas pra conhecer e saber se eu realmente gostaria de ter tal material. Quando gosto a primeira coisa que faço é reservar um dinheiro para a compra do mesmo quando possível. Visto desta forma, a internet nos ajuda e muito. Quantos de nós, alguns 15 anos atrás, já não investiu em um LP sem conhecer o som e se decepcionou com o material? Muitos!!! Resumindo… Existem os pontos positivos e negativos de toda essa “revolução” musical na era da internet, mas o verdadeiro Metal está sempre acima de todas as barreiras, moda ou qualquer tipo de ditadura musical nos dias de hoje.
TMDQA – Vocês disponibilizaram um material especial em Fita-K7. Sei que no Black Metal é comum ocorrerem lançamentos nesse formato. A procura por esse tipo de material ainda é grande?
M – Na realidade esse material em K7 ainda não foi lançado, mas existem planos da própria Ashen Productions fazer o lançamento daqui alguns meses. Também como o viníl, apesar de estar retornando, a procura de K7 infelizmente é muito pequena, principalmente aqui no Brasil. Lá fora o LP e K7 no meio underground metal nunca deixou de existir, esteve sempre presente todos esses anos!
TMDQA – Como estão as vendas de “Reign Ov Opposites” até o momento?
M – Aparentemente muito boas! Aqui no Brasil já se encontra esgotado, a não ser camisetas e o LP que ainda tem algumas cópias disponível. Não temos muito controle sobre o que acontece fora do Brasil, mas segundo os selos o material tem recebido ótimas críticas e está sempre saindo.
TMDQA – E as tours. Algo agendado? Como estão sendo os shows? Já tocaram fora do Brasil?
M – Não somos uma banda que toca ao vivo. Cada um de nós tem sua própria vida profissional estabilizada, família, além de estarmos separados entre estados, então uma reunião para ensaios, pensando em ser uma banda ativa, é quase nula.
TMDQA – Alguma idéia para o lançamento do próximo álbum?
M – Estamos com 80% das idéias para o próximo álbum em andamento, mas creio que só para 2011 é que teremos condição de entrar em estúdio. O nome será “Devilution Heritage” e sairá novamente pela Ashen Productions.
TMDQA – O que mais podemos esperar da Vinterthron?
M – Temos um material “raro” retirado de gravações de ensaios ao vivo, pré-produções e músicas não usadas guardadas desde a época do Ancientblood. Algo direcionado as pessoas que realmente gostam da banda, pois é um material que não terá uma grande qualidade de produção, propositalmente. Esse material está sendo editado em CD pela Ashen Productions e tem previsão de lançamento no outono europeu, por volta de setembro/outubro aqui no Brasil.
TMDQA – Quero agradecer por essa entrevista e dizer que admiro muito o trabalho de vocês. Espero que a Vinterthron tenha vida longa e que nos brinde ainda com muitos lançamentos.
M – Eu que agradeço pelo espaço, suas palavras e apoio a música do Vinterthron. Muito obrigado!
Sim, é verdade! Fãs de Hot Water Music, comecem a chorar de emoção. Chuck Ragan, líder de um dos quartetos mais influentes do post-hardcore/emo de todos os tempos e o resto da banda confirmaram que eles estão se reunindo para gravar um novo disco, o primeiro desde 2004 quando foi lançado “The New What Next” via Epitaph Records.
Em 2008 a banda havia retomado as atividades e pouco a pouco estava dando sinais de que voltaria, ao tocar em alguns shows pelos EUA e até mesmo lançar um compacto de 7 polegadas no Record Store Day desse ano.
Enquanto novas informações sobre o disco não surgem, você pode comemorar essa bela notícia ouvindo os outros trabalhos dos membros da banda. Enquanto Chuck Ragan tem uma carreira solo invejável com suas músicas folk, o baterista da banda George Rebelo acabou de gravar um dos melhores discos do ano com o Against Me!, o “White Crosses”.
Assim que tivermos novos detalhes, eles serão postados aqui, sem dúvidas.
Rise Against, Tom Morello, Public Enemy
O Public Enemy, nome importante da história da música politizada está arrecadando fundos através do site sellaband.com para gravar seu próximo disco.
A ideia é conseguir $75.000 e eles já estão com quase 60 mil, através de doações de 2225 pessoas. Vou confessar que não conhecia o site e achei essa ideia excelente, e uma bela alternativa para o modelo tradicional das gravadoras.
Outra notícia relacionada a esse lançamento é que o Rise Against e Tom Morello, do Rage Against The Machine (quanto against!) irão participar desse novo trabalho.
Por último, os caras gravaram uma música criticando o derramamento de óleo causado pela BP nos Estados Unidos, e você pode ouvi-la aqui.
Só pra lembrar, o Rise Against acaba de gravar uma cover de “Sliver” do Nirvana, e de reunir membros do Refused e Bad Religion para uma cover de Minor Threat na Suécia.
Big Four (Metallica, Slayer, Anthrax e Megadeth)
Quatro das maiores bandas de metal do mundo tiveram uma bela ideia: reunir-se para shows gigantescos, em lugares lotados, cheios de metaleiros ensandecidos com um dos maiores espetáculos que eles podem oferecer.
Metallica, Anthrax, Slayer e Megadeth embarcaram nessa turnê e o primeiro show acabou de acontecer na Polônia, para um público de 81.000 pessoas e o baixista do Megadeth, David Ellefson disponibilizou algumas fotos e deu depoimento para o site da Roadrunner Records.
Ellefson disse que o Anthrax soou bem demais com a volta de Joey Belladona nos vocais, que o Slayer fez o de sempre e aniquilou o lugar e que o Metallica e seu público de quase 100.000 pessoas (na verdade eram 81.000) fizeram com que estar ali fosse uma experiência espetacular.
Além disso, ele ainda confessou que esse é um sonho das 4 bandas se tornando realidade.
O próximo show da série será na Suíça e você pode encontrar mais detalhes e fotos aqui.
Pra completar, no vídeo abaixo você vê as 4 bandas juntas tocando “Am I Evil?” do Diamond Head, e segundo o próprio vocalista do Metallica, James Hetfield, diz no vídeo, a história está sendo escrita.
Assista:
Trilha Sonora Scott Pilgrim Vs. The World
O rei das comédias românticas adolescentes, descoladas e indie Michael Cera está de volta.
Após arrebatar os corações de 9 em cada 10 meninas alternativas com suas performances em Juno e Nick And Norah’s Infinite Playlist ele interpreta Scott Pilgrim, em “Scott Pilgrim Vs. The World” na adaptação aos cinemas desse personagem dos quadrinhos.
Como quase todo filme que ele participa tem um caráter totalmente indie envolvido, a trilha sonora não poderia ser diferente, e como aconteceu com “Juno”, que tem Belle & Sebastian, Sonic Youth, Cat Power, entre outros, a trilha desse novo trabalho foi divulgada e não fica atrás, com nomes como Metric, Broken Social Scene, Frank Black e T. Rex.
Dá uma olhada na tracklisting:
1. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘We Are SEX BOB-OMB’
2. Plumtree – ‘Scott Pilgrim’
3. Frank Black – ‘I Heard Ramona Sing’
4. Beachwood Sparks – ‘By Your Side’
5. Black Lips – ‘O Katrina!’
6. Crash And The Boys (Broken Social Scene) – ‘I’m So Sad, So Very, Very Sad’
7. Crash And The Boys (Broken Social Scene) – ‘We Hate You Please Die’
8. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘Garbage Truck’
9. T. Rex – ‘Teenage Dream’
10. The Bluetones – ‘Sleazy Bed Track’
11. Blood Red Shoes – ‘It’s Getting Boring by the Sea’
12. Metric – ‘Black Sheep’
13. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘Threshold’
14. Broken Social Scene – ‘Anthems for a Seventeen-Year-Old Girl’
15. The Rolling Stones – ‘Under My Thumb’
16. Beck – ‘Ramona (Acoustic)’
17. Beck – ‘Ramona’
18. SEX BOB-OMB (Beck) – ‘Summertime’
19. Brian LeBarton – ‘Threshold 8 Bit’
O CD sairá no dia 10 de Agosto e já pode ser encontrado em pré-venda aqui.
Polar Bear Club
O site AlexIsLegend, especializado em disponibilizar shows completos de bandas independentes acaba de subir os vídeos de um show inteirinho do Polar Bear Club em Providence, Estados Unidos.
Nesse link aqui você pode assistir o show completo do quinteto de post-hardcore/emo que tem sido uma das bandas mais elogiadas do estilo e tem lançado discos apreciadíssimos por público e crítica.
Participe agora da promoção que irá te dar um LP da Pitty e veja 30 fotos exclusivas do discão. O link é esse aqui!
Regina Spektor
Para ajudar as vítimas dos recentes terremotos que atingiram o Haiti e o Chile, a cantora, pianista e compositora Regina Spektor regravou “No Surprises”, do Radiohead. Ficou assim:
Toda a renda obtida com a venda do cover vai ser direcionado para a ONG Médicos Sem Fronteiras, para auxiliar no tratamento de vítimas dos terremotos e apoio ao trabalho da organização. Para ajudar, é só clicar aqui. Infelizmente, pelo menos por enquanto, a música só está à venda na iTunes Store, ou seja, é preciso ter uma conta iTunes americana para adquirir o arquivo digital da faixa.
“No Suprises” está, originalmente, no terceiro álbum do Radiohead, “Ok Computer” (1997), frequentemente listado em várias e várias listas de melhores álbuns ( dos últimos anos, décadas, de todos os tempos…). A versão original é essa aqui:
E aí? O que você achou do cover de Regina Spektor? Melhor ou pior que a original? A versão em vinil de “Far” (2009), último álbum dela, está à venda aqui.
Male Bonding
“Nothing Hurts” é o primeiro álbum dos ingleses do Male Bonding, e sai dia 11 de maio pela Sub Pop. A estreia deles pela gravadora foi no Record Store Day, em um single dividido com o pessoal do Dum Dum Girls, e o disquinho só fez crescer a antecipação para o full length. O som deles é uma versão mais punk e bem mais energética do indie-shoegaze que muitas bandas como Girls têm feito ultimamente.
“Nothing Hurts” é bem rápido e objetivo (13 músicas em 29 minutos!), e esse talvez seja seu ponto mais forte; se fosse mais longo, poderia cansar. Para mim, os destaques são o primeiro single, “Years Not Long”, com uma performance admirável do baterista Robin Christian (que gosta de citar Travis Barker, do blink-182, como uma de suas principais influências), “Weird Feelings”, que quebra o ritmo frenético sem deixar de rasgar, e a acústica “Worse To Come”, que fecha o álbum. O disco está disponível para encomenda, em CD e em vinil, no site da Sub Pop.
The Rolling Stones
Como você já tinha lido aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos!, os Rolling Stones lançaram a inédita “Plundered My Soul” em vinil, em comemoração ao Record Store Day (17/4). A música foi gravada nas sessões do excelente “Exile On Main Street” (1972), ainda com Mick Taylor – que saiu da banda em 74 – nas guitarras. No entanto, ficou de fora do tracklist oficial do álbum, e permaneceu guardada por quase 40 anos. Junto com o lançamento, saiu o clipe da faixa, com um trabalho muito bonito inspirado na capa de “Exile…”, mostrando várias imagens da banda nos anos 70. Veja:
O single, lançado em vinil de 7″, está à venda em vários sites de leilão, como o eBay. O TMDQA! lembra que a procedência dos produtos vendidos nesses sites nem sempre é garantida, e o risco da compra é totalmente seu.
Slayer & Megadeth
Dois álbuns clássicos do trash metal (e da música pesada em geral) completam 20 anos em 2010. Além de não deixarem a data passar em branco, Slayer e Megadeth vão se unir para celebrar os lançamentos. As duas bandas vão se unir em turnês pelo Canadá e pelos Estados Unidos, nas quais pretendem executar “Seasons In The Abyss” e “Rust In Peace” na íntegra.
O show do Megadeth é basicamente o mesmo que os caras acabaram de apresentar no Brasil semana passada, e levou as plateias ao delírio com “Holy Wars…(The Punishment Due)” e “Hangar 18″, só para citar as mais conhecidas.
Já o Slayer vai apresentar o quinto álbum da carreira, que mistura a velocidade brutal do clássico “Reign In Blood” (1986) com o peso concentrado de “South Of Heaven”, de 1988. A banda de abertura, em todas as datas, será o Testament.
Vale lembrar que esses shows vão acontecer depois da turnê europeia “The Big Four”, que vai reunir pela primeira vez Anthrax, Metallica, Slayer e Megadeth em um mesmo evento. Caso você vá ao exterior nos próximos meses, confira as datas das duas turnês no site oficial do Megadeth.
SPIN’s 125 Best Of The Past 25 Years
Seguindo o costume de fazer listas de melhores álbuns por todo e qualquer motivo, a SPIN, famosa revista musical americana, resolveu eleger os 125 melhores álbuns desde seu nascimento, em 1985. Tem de tudo um pouco: grunge, heavy metal, pop punk, new wave… Mas o destaque fica para o hip hop: OutKast e Jay-Z foram os artistas com mais álbuns na lista – três cada um. Os 10 primeiros foram, em ordem regressiva:
10 Nine Inch Nails – The Downward Spiral (1994)
09 Pavement – Slanted and Enchanted (1992)
08 PJ Harvey – Rid of Me (1993)
07 Guns N’ Roses – Appetite for Destruction (1987)
06 Public Enemy – It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back (1988)
05 Radiohead – OK Computer (1997)
04 Nirvana – Nevermind (1991)
03 The Smiths – The Queen is Dead (1986)
02 Prince – Sign O’ the Times (1987)
01 U2 – Achtung Baby (1991)
E para você? Qual o melhor álbum dos últimos 25 anos? A lista completa da SPIN pode ser conferida aqui.
Depois de uma longa e frutífera semana com foco total no Record Store Day, poderíamos supor que as coisas ficariam mais calmas por aqui nesta semana, mas não! Olha a quantiade de coisa legal que você viu por aqui desde o último dia 18:
The New Loud
The New Loud é uma banda de Milwaukee, Wisconsin, EUA, formada por Shane Olivo (vocal e guitarra), Jessi Nakles (programações, vocais e teclado) e Radish Beat (vocais e bateria), que toca synth pop, rock alternativo, dance, new wave e que recebe uma definição como sendo o seu sinônimo: Intenso.
Já nos primeiros segundos da faixa “Don’t Dance”, que abre com chave de ouro o sensacional EP “Can’t Stop Not Knowing” e que também foi a música escolhida para ser o primeiro single, podemos nitidamente notar essa intensidade já citada.
Aliás, acho que essa é a canção ideal para definir o New Loud. Melodia incrível, vocais impecáveis, um instrumental sensacional, com direito à slaps no baixo (merecidamente adicionados por sinal) e um final digno de “Wow!”.
Shane, Jessi e Radish são músicos tão sensacionais, que se eu já não soubesse que “2+2=5” originalmente é do Radiohed, iria acreditar que era sim do New Loud. A versão deles ficou tão genial, que posso dizer sem medo de ser feliz que realmente acho essa melhor do que a original. Ok, os fãs do Thom Yorke e companhia vão dizer “Ficou maluca?!” Mas não. Basta você ouvi-la para entender [e quiçá concordar com] o que estou falando.
Dando sequência às autorais, a terceira faixa, “Heaven” é uma das músicas que tenho certeza que fariam Dave Gahan e Martin L. Gore (Depeche Mode) se sentirem culpados por não terem composto primeiro. Os vocais do Shane estão mais emocionantes nesta faixa e sua guitarra tem uma suavidade agressiva ímpar. Os efeitos utilizados e as vocalizações doces feitas pela Jessi mais as batidas contagiantes de Radish, fazem jus à esta ter sido escolhida para ser o segundo single da banda.
[Particularmente, já me peguei cantarolando por diversas vezes essa música. E se eu já achava essa versão sensacional, quando ouvi a “Extended” então...]
O post completo, com mais detalhes do EP “Can’t Stop Knowing” e outros lançamentos do The New Loud, você vê aqui.
Megadeth
O álbum de estreia do Megadeth, “Killing Is My Business… and Business Is Good!”, vai ser relançado em vinil de alta qualidade (180 gramas) pela série Back On Black, que tem relançado ótimos álbuns em ótima qualidade. A edição vem com o áudio remasterizado, mas com a capa e o tracklist originais, diferente do que aconteceu no relançamento em CD de 2002 – com capa diferente e três faixas bônus. Para encomendar esse verdadeiro clássico, clique aqui.
E você que mora em Porto Alegre (ou está afim de encarar uma viagem até lá) ainda tem tempo par ver a última data brasileira da nova turnê do Megadeth pelo país. O show acontece amanhã, dia 26. Além de divulgar o último álbum, “Endgame”, de 2009, a banda comemora os 20 anos de “Rust In Peace”, de 1990, e vai tocar o álbum na íntegra. Precisa dizer que vale muito a pena?
O post completo, com outras notícias, você vê aqui.
Iggy And The Stooges
A Cleopatra Records está lançando uma coleção do Iggy And The Stooges em disco de vinil de 12 polegadas, limitada a 1.000 cópias e com o nome “Jesus Loves The Stooges”.
O álbum tem 10 faixas, incluindo covers de Bob Dylan e Jimi Hendrix, além da faixa-título, que anteriormente havia sido lançada apenas como um b-side e uma versão do clássico “I Wanna Be Your Dog”. Se liga na tracklisting:
1 Jesus Loves The Stooges
2 Delta Blues Shuffle
3 The Ballad Of Hollis Brown
4 Johanna
5 I’m So Glad
6 Purple Haze
7 Cry For Me
8 Head On
9 Wild Love
10 I Wanna Be Your Dog (Fast Version)
O disco sairá no dia 04 de Maio e você pode garantir uma cópia aqui.
“É uma pena que ao longo do tempo a coletânea tenha virado mais um “Emo goes…” ou “O-que-estiver-na-moda goes…” e as bandas escolhidas não tenham quase vínculo algum com o punk, como as primeiras edições tinham.”
Na última semana, a Fearless Records disponibilizou o álbum todo para streaming no MySpace oficial da coletânea. Confira:
E aí? Você acha que Mick Jagger, Steven Tyler, Gene Simmons e etc. ficarão felizes com o resultado? Se você gostou, pode encomendar sua cópia aqui. “Punk Goes Classic Rock” Será lançado oficialmente no dia 27 de abril.
The Dead Weather
“Sea Of Cowards”, novo álbum do The Dead Weather, também sai oficialmente no dia 11 de maio. Depois do lançamento do rimeiro single, “Die By The Drop”, agora é a vez de “Gasoline”, encontrar os caminhos públicos da internet, dessa vez pelo blog Stereogum (ouça aqui). De cara, dá para perceber que a música segue a linha do trabalho anterior, “Horehound” (2009). A bateria de Jack White continua pulsante (The White Stripes, The Raconteurs), e os vocais de Alisson Mosshart (The Kills), também seguem fortes. O que chama a atenção desta vez é o ótimo trabalho com órgãos que, aí sim, dá uma cara de novidade à faixa.
O tracklist completo do álbum é esse:
01 “Blue Blood Blues”
02. “Hustle and Cuss”
03. “The Difference Between Us”
04. “I’m Mad”
05. “Die by the Drop”
06. “I Can’t Hear You”
07. “Gasoline”
08. “No Horse”
09. “Looking at the Invisible Man”
10. “Jawbreaker”
11. “Old Mary”
A edição em vinil de “Sea Of Cowards”, que vai sair pelo selo Third Man Records, de Jack White, pode ser encomendada aqui.
Minus The Bear
Sobre “Omni”, quarto disco do Minus The Bear, você não leu aqui no TMDQA!, mas não se preocupe. A gente traz não somente várias informações sobre ele, como dá o link pra você ouví-lo na íntegra!
Em entrevista à rádio americana KCRW, a banda – que vem de Seattle – deixou claro que a intenção com o novo disco era capturar a energia das apresentações ao vivo. Muitas músicas ainda têm as melodias contagiantes e a fusão única que eles fazem de pop com progressivo, mas “Omni” traz um novo som à respeitada carreira da banda: as canções fluem mais soltas, com mais groove e guitarras com elementos de funk. Curioso? Então não perca tempo e ouça o álbum aqui.
Se gostar do que ouviu, você pode encomendar “Omni” aqui. A edição em CD é simples, sem firulas. Mas a versão em LP é demais:
– Vinil duplo de 180 gramas – um vermelho e um branco;
– Capa em embalagem gatefold;
– Adesivo especial;
– Código para download do disco na íntegra.
Motorhead
Fãs de Motorhead, é hora de abrir os bolsos.
A Devils Jukebox está vendendo uma série de relançamentos da banda em discos de vinil remasterizados e pra lá de especiais, com discos coloridos, nova arte, novo encarte. Enfim, cada um tem uma novidade diferente.
Dá uma olhada em todos os que estão disponíveis:
“1916″ – LP de 180 gramas, caixa gatefold, encarte alternativo com bandeira da França, apenas 150 cópias produzidas
“Motorhead” – LP roxo de 180 gramas, caixa gatefold e disco bônus com faixas do EP “Beer Drinkers” e “City Kids”
“Motorhead” – LP cinza de 180 gramas, caixa gatefold e disco bônus com faixas do EP “Beer Drinkers” e “City Kids”, apenas 100 cópias produzidas
“Motorhead” – LP transparente em Supr-Clr-X (Vinil deluxe) , apenas 666 cópias produzidas e elas são numeradas
“Over The Top” (Gravação com os caras do The Damned, com o nome Motordamn) – EP de 7 polegadas em vinil azul, 666 cópias produzidas
“Over The Top” (Gravação com os caras do The Damned, com o nome Motordamn) – EP de 7 polegadas em vinil vermelho, 666 cópias produzidas
“Over The Top” (Gravação com os caras do The Damned, com o nome Motordamn) – EP de 7 polegadas em vinil branco, 666 cópias produzidas
“Leaving Here / White Line Fever” – EP de 7 polegadas em vinil roxo, 100 cópias produzidas (tem 2 capas diferentes)
“Leaving Here / White Line Fever” – EP de 7 polegadas em vinil branco, 666 cópias produzidas (tem 3 capas diferentes)
Bom, é item pra fã nenhum botar defeito, todos ainda disponíveis apesar da quantidade pequenas de cópias produzidas, e é só clicar aqui pra chegar no site da gravadora e garantir as suas.
Bathory
Bathory, banda de black metal / thrash metal / viking metal formada em 1983 em Estocolmo, Suécia e que encerrou suas atividades em 2004, relançou metade da sua discografia de estúdio em vinil 180 gramas no dia 6 de abril, via Black Mark Records. Essas edições foram remasterizadas especialmente para esse relançamento. Confira detalhes!
“Bathory“:
É o álbum de estréia da banda, lançado em 1984. A nova edição vem com embalagem gatefold e vinil na cor cinza.
Em suas primeiras prensagens, a capa continha um bode amarelo, mas devido ao alto custo, o amarelo foi substituído pelo branco.
Tracklisting:
01 “Storm Of Damnation”
02 “Hades”
03 “Reaper”
04 “Necromancy”
05 “Sacrifice”
06 “In Conspiracy With Satan”
07 “Armageddon”
08 “Raise The Dead”
09 “War”
10 “Outro”
É o segundo álbum da banda, lançado em 1985. A nova edição vem com embalagem gatefold e vinil na cor marrom.
Tracklisting:
01 “Revelation Of Doom”
02 “Total Destruction”
03 “Born For Burning”
04 “The Wind Of Mayhem”
05 “Bestial Lust”
06 “Possessed”
07 “The Rite Of Darkness”
08 “Reap Of Evil”
09 “Son Of The Damned”
10 “Sadist”
11 “The Return Of The Darkness And Evil”
12 “Outro”
Para comprar “The Return Of Darkness And Evil” clique aqui.
Para ver o post completo com todos os relançamentos do Bathory, clique aqui.
Assista ao único videoclipe feito pelo Bathory.
Kingdom of Sorrow
Kingdom of Sorrow (conhecido também como KoS) é o projeto paralelo de sludge metal / metalcore de Kirk Windstein (vocalista e guitarrista do Crowbar, guitarrista do Down, Valume Nob, Shell Shock) e Jamey Jasta (vocalista do Hatebreed, Icepick, Jasta 14), que conta também com Charlie Bellmore (guitarrista também do Phantoms), Matthew Brunson (baixista também do Shedding Old Skin, Crowbar) e Nick Bellmore (baterista também do Toxic Holocaust, Phantoms), formado em 2005 nos Estados Unidos, em New Orleans.
No dia 19 de fevereiro de 2008 eles lançaram o seu álbum de estréia, “Kingdom of Sorrow”, via Relapse Records e agora em 2010, no dia 8 de junho (nos Estados Unidos) e no dia 14 (mundialmente), lançarão o seu segundo trabalho.
“Behind The Blackest Tears” será lançado em CD, LP gatefold, versão digital e versão deluxe (limitada – em CD e digital).
Para reservar a sua cópia de “God’s Law in the Devil’s Land” em CD (versão standart), clique aqui.
Para reservar a sua cópia em CD (versão standart) + camisa (com a capa do álbum na versão standart), clique aqui.
Para reservar a sua cópia em CD (versão deluxe), clique aqui.
Para reservar a sua cópia em CD (versão deluxe) + camisa (com a capa do álbum na versão standart), clique aqui.
Para reservar a sua cópia em versão digital + camisa (com a capa do álbum na versão standart), clique aqui.
O vocalista Jasta comentou sobre esse lançamento: “Muito obrigado a todos, do fundo do meu coração, que apóiam o Kingdom of Sorrow. Seus apoios fizeram com que isso [o novo álbum] se tornasse possível para banda e espero que vocês curtam. Nós doamos o nosso sangue e o nosso suor em prol desse registro e ele nos forneceu grande liberdade artística e realização.“
Para saber todos os detalhes do novo álbum do Kingdom of Sorrow, clique aqui.
Angels And Airwaves
Após o Angels And Airwaves ter lançado mundialmente no dia 14 de fevereiro deste ano o terceiro álbum da sua carreira, “Love”, em versão digital para download gratuito (vale ressaltar que Tom DeLonge tirou do seu próprio bolso cerca de quinhentos mil dólares para custear os downloads gratuitos) e doações opcionais, a banda está preparando o lançamento do mesmo em vinil, também para este ano.
No site dos nossos queridos parceiros do Action182.com, foi postado um comentário da banda sobre o esse lançamento, seguido da foto do vinil:
“Nós estamos animados em dizer que estamos trabalhando com LOSERKIDS.COM para fornecer o vinil LP do ‘LOVE’. Fiquem ligados para mais informações. Em breve ”
tracklisting de “Love” é:
01. “Et Ducit Mundum Per Luce”
02. “The Flight of Apollo”
03. “Young London”
04. “Shove”
05. “Epic Holiday”
06. “Hallucinations”
07. “The Moon-Atomic (…Fragments and Fictions)”
08. “Clever Love”
09. “Soul Survivor (…2012)”
10. “Letters to God, Part II”
11. “Some Origins of Fire”
Para baixá-lo (gratuitamente ou doando qualquer quantia), clique aqui.
Mas as novidades para os fãs de Angels And Airwaves não acabam aí! A banda também irá lançar – até junho – um filme de ficção científica, que leva o mesmo nome do álbum citado e que foi escrito por eles e dirigido por William Eubank. Veja o trailer:
Sonic Youth
O Sonic Youth programou para este ano o relançamento dos seus primeiros discos (clássicos) em vinil 180 gramas – ou seja, com altíssima qualidade – via Original Recordings Group.
São eles: “Confusion is Sex” (fevereiro de 1983), “Bad Moon Rising” (março de 1985), “EVOL” (maio de 1986) e “Sister” (junho de 1987).
“Confusion is Sex” e “EVOL” foram lançados especialmente para o Record Store Day (que aconteceu no último dia 17), já “Bad Moon Rising” e “Sister” serão relançados até o inverno [Hemisfério Norte].
“Bad Moon Rising”, “EVOL” e “Sister” incluem as faixas bônus encontradas antes somente em suas edições em CD.
As novas edições foram masterizadas por John Goldenat Golden e suas prensagens – feitas pela Record Technology Incorporated – estarão disponíveis em várias edições coloridas e limitadas.
Abaixo, os primeiros relançamentos:
“Confusion is Sex“:
Originalmente lançado em 1983, via Neutral Records.
Formatos de lançamento: CD, LP e cassete.
É um dos álbuns mais importantes de toda história do pos punk e também o segundo registro do Sonic Youth.
Na verdade, para muitos, este é considerado como o o seu primeiro lançamento, mas a banda prefere dizer que o EP homônimo lançado em 1981 (no ano da formação da banda) é o seu álbum de estréia.
Portanto, vamos obedecer aos próprios e considerar “Confusion is Sex” como o segundo lançamento do Sonic Youth.
- Foi relançado especialmente para o Record Store Day, em vinil branco.
Tracklisting:
LADO A
01. “(She’s in a) Bad Mood”
02. “Protect Me You”
03. “Freezer Burn/I Wanna Be Your Dog”
04. “Shaking Hell”
LADO B
01. “In Human”
02. “The World Looks Red”
03. “Confusion Is Next”
04. “Making the Nature Scene”
05. “Lee Is Free”
Na maioria dos sites essa reedição encontra-se indisponível. Porém, como a gente tem aquela coisa brasileira de não desistir nunca, achamos um link onde há várias fontes para efetivar a compra. Clique aqui.
“Evol“:
Originalmente lançado em 1986, via SST Records.
Formatos de lançamento: CD, LP e cassete.
Relançado em vinil rosa especialmente para o Record Store Day (após essa data o álbum será vendido em vinil preto), “EVOL” é o quarto álbum de estúdio do Sonic Youth e aquele que marca a primeira participação de Steve Shelley na bateria.
Tracklisting da nova edição:
LADO A
01. “Tom Violence”
02. “Shadow of a Doubt”
03. “Star Power”
04. “In the Kingdom #19”
05. “Green Light”
LADO B
01. “Death to Our Friends”
02. “Secret Girl”
03. “Marilyn Moore”
04. “Expressway to Yr. Skull”
05. “Bubblegum”*
*Faixa bônus
Agora, como já virou costume, não poderia deixar de fazer uma surpresinha neste post também.
Abaixo, uma imagem raríssima do vinil rosa!
Na maioria dos sites essa reedição encontra-se indisponível. Porém, como a gente tem aquela coisa brasileira de não desistir nunca, achamos um link onde há várias fontes para efetivar a compra. Clique aqui.
Confira as outras duas edições a serem relançadas:
“Bad Moon Rising“:
Originalmente lançado em 1985, via Homestead.
Formatos de lançamento: CD, LP e cassete.
É o terceiro álbum e sucessor do single lançado em 1984, em vinil 7″, “Death Valley ‘69″, que traz demos das faixas “Death Valley” e “Brave Men Run”, encontradas no “Bad Moon Rising”.
Tracklisting da nova edição:
LADO A
01. “Intro”
02. “Brave Men Run (In My Family)”
03. “Society is a Hole”
04. “I Love Her All the Time”
05. “Ghost Bitch”
06. “I’m Insane”
LADO B
01. “Justice is Might”
02. “Death Valley ‘69”
03. “Satan is Boring”*
04. “Flower”*
05. “Halloween”*
06. “Echo Canyon”*
*Faixas bônus
“Sister“:
Originalmente lançado em 1987, via SST Records.
Formatos de lançamento: CD, LP e cassete.
É o quinto álbum da banda e o único que não teve um single apropriadamente lançado, embora o vídeo de “Beauty Lies In The Eye” tenha sido filmado.
Tracklisting da nova edição:
LADO A
1. “Schizophrenia”
2. “(I Got A) Catholic Block”
3. “Beauty Lies in the Eye”
4. “Stereo Sanctity”
5. “Pipeline/Kill Time”
6. “Tuff Gnarl”
LADO B
1. “Pacific Coast Highway”
2. “Hot Wire My Heart”
3. “Cotton Crown”
4. “White Cross”
5. “Master-Dik”*
*Faixa bônus
Abaixo um vídeo da banda “Death Valley ‘69″, no Planeta Terra Festival 2009:
O quarto álbum dos ingleses do 65daysofstatic está quase, quase saindo. Bom, na verdade, nesses tempos de internet, se já está online, é porque já saiu, não é mesmo? E hoje a banda liberou “We Were Exploding Anyway” na íntegra no MySpace deles. Escute o álbum aqui.
Quem já conhece o som da banda vai estranhar um pouco; em vez das guitarras, pianos e baterias pulsantes com toques de post rock, o 65DOS partiu de vez para a música eletrônica, estilo com o qual flerta desde o início da carreira. Se você gostou, pode encomendar aqui (em CD, LP, MP3 e com um pacote especial com uma camiseta). Se não, fique com “Retreat! Retreat!”, do primeiro full length deles, “The Fall Of Math” (2003).
Willie Nelson
E Willie Nelson, ícone do folk e country americano, lança amanhã “Country Music”, 81º álbum da carreira. Não, você não leu errado, são 81 álbuns, sem contar discos ao vivo, coletâneas, e os três dele com o The Highwaymen, grupo que acabou em 1995 e que contava com Johnny Cash na formação. Como o título já sugere, nesse álbum Willie vai direto ao ponto, e desta vez com muitas influências de bluegrass. A capa é essa aqui:
O tracklist completo, com trechos das músicas e opção de encomenda do álbum você encontra aqui.
Megadeth
O álbum de estreia do Megadeth, “Killing Is My Business… and Business Is Good!”, vai ser relançado em vinil de alta qualidade (180 gramas) pela série Back On Black, que tem relançado ótimos álbuns em ótima qualidade. A edição vem com o áudio remasterizado, mas com a capa e o tracklist originais, diferente do que aconteceu no relançamento em CD de 2002 – com capa diferente e três faixas bônus. Para encomendar esse verdadeiro clássico, clique aqui.
Em tempo: a turnê brasileira do Megadeth começa amanhã (20) em Recife, e depois segue para Brasília (22), São Paulo (24) e Porto Alegre (26). Além de divulgar o último álbum, “Endgame”, de 2009, a banda comemora os 20 anos de “Rust In Peace”, de 1990, e vai tocar o álbum na íntegra em todas as datas. Precisa dizer que vale muito a pena?
Golden Triangle / The Fresh & Onlys
O pessoal do Golden Triangle e do The Fresh & Onlys acabaram de lançar um split de 7″, com edição limitada em 1.000 cópias – das quais 300 saíram em vinil verde. Cada banda entrou com duas músicas inéditas:
Lado A (Golden Triangle)
1. Cold Bones
2. Jungle Jim
Lado B (The Fresh & Onlys)
1. Head Of Steam
2. I’m Not Myself Today
O single pode ser encomendado aqui no site da Hardly Art, responsável pelo lançamento.
3OH!3
Essa é a – nada discreta – capa de “Streets Of Gold”, novo álbum do 3OH!3. A imagem foi divulgada hoje na internet, mas ainda não há muitas informações sobre o álbum, nem links para pré-venda. O (esquisito) clipe do primeiro single do disco, “House Party”, é esse:
O sucessor de “Want” (de 2008, e que já vendeu mais de 1 milhão e meio de cópias) sai nos Estados Unidos no dia 29 de junho. Entre as participações, está confirmada a de Ke$ha, aquela de “TiK ToK”, que vai cantar na música “First Kiss”. O álbum será o terceiro da carreira da dupla.
A BecauseSoundMatters começou outra promoção que vai deixar fãs do Metal de cabeleira em pé mais uma vez.
Assim como já tinha feito com 9 discos raros do Metallica, dessa vez os caras resolveram presentear um fã sortudo da banda com 2 prensagens de teste em vinil de 180 gramas dos LPs “Black Sabbath” e “Master Of Reality”.
Prensagens de teste são discos de vinil muito raros, pois são utilizados pela fábrica para saberem se o processo está correto, as faixas adequadas e se o resultado final ficou satisfatório. Normalmente não são feitas mais que 5 cópias para cada disco, por isso são muito cobiçadas.
A BecauseSoundMatters é o braço de discos de vinil das gravadoras Nonesuch, Sire, Reprise e Warner, e nesse mês eles promoveram o “Março do Metal”, com uma série de relançamentos bacanas e limitados, além de promoções imperdíveis como essa e a do Metallica.
A revista canadense Exclaim! fez uma lista um tanto quanto inusitada.
Trata-se de um Top 10 “Speeding Song Tickets”, com uma tradução aproximada de “Músicas para ser multado por excesso de velocidade”. Segundo eles, a ideia era listar músicas que empolgam tanto e nos fazem perder qualquer senso da razão a ponto de enfiar o pé no acelerador e levar uma multa por excesso de velocidade.
Dá uma olhada na lista:
Dayglo Abortions – Drugged And Driving
Kreator – Betrayer
Megadeth – 502
Metallica – Motorbreath
Suicidal Tendencies – Institutionalized
Sacrifice – Reanimated
Ministry – Jesus Built My Hot Rod
Motorhead – Iron Fist
Misfits – All Hell Breaks Loose
Slayer – Angel Of Death
E aí? Concorda? Discorda?
Deixe seu comentário e veja na página dos caras o que eles disseram sobre a lista, com mais detalhes sobre cada faixa.
Ratt
Uma das maiores bandas de glam metal dos anos 70/80 está de volta.
Após 11 anos sem um lançamento de estúdio o Ratt já gravou e irá lançar “Infestation”, o sétimo álbum da banda, no próximo dia 20 de Abril pela Roadrunner Records.
O disco ainda marca a estreia em estúdio do guitarrista Carlos Cavazo, que tocava no Quiet Riot e se juntou a essa formação do quinteto de San Diego.
No site oficial da Roadrunner já é possível encontrar o disco em pré-venda em uma oferta especialíssima com encarte autografado pela banda e download instantâneo de uma das faixas do disco, a “Eat Me Up Alive”. É comprar a pré-venda e ganhar acesso ao download em alta qualidade.
Os roqueiros do Black Rebel Motorcycle Club lançaram no começo do mês seu sexto disco de estúdio, chamado “Beat The Devil’s Tattoo”.
É o segundo álbum do trio de San Francisco a sair pela gravadora própria dos caras, a Abstract Dragon, contando com ajuda da Vagrant e da Cooperative Music Group para distribuição.
O disco tem sido muito bem recebido e vendido, e nesse site aqui é possível encontrar à venda uma edição em CD com o encarte autografado pela banda.
Pra quem gosta de rock dos bons, fica aí uma bela dica.
Bleeding Through
O Bleeding Through é uma banda de metalcore da California que está na estrada desde 1999 e já lançou 5 discos de estúdio desde então.
No próximo dia 13 de Abril será lançado o sexto álbum da carreira da banda e o primeiro pela Rise Records, um dos nomes mais fortes do gênero, com o nome de “Bleeding Through”.
Uma curiosidade desse álbum é que ele marca a estréia do guitarrista Dave Nassie, que já tocou em grandes bandas de punk rock como o No Use For A Name e Suicidal Tendencies, além de fazer parte do projeto de funk metal Infectious Grooves, que contou com nomes como Robert Trujillo (ex-Suicidal Tendencies, Metallica) e Stephen Perkins (Jane’s Addiction).
Ingredientes não faltam para que esse seja um puta disco.
Na loja oficial dos caras é possível encontrar um pacotão com camiseta + CD + pôster, o link é esse aqui.
Cursed
O Cursed foi uma banda de hardcore/crust canadense que teve seu fim decretado em 2008 após confusões, roubos, perda de passaporte e vários outros tipos de problema em uma turnê europeia mal-sucedida.
A ironia é que enquanto eles ainda não sabiam que a turnê seria um desastre, eles gravaram 5 faixas ao vivo durante essa mesma turnê para lançar futuramente.
Essas gravações tornaram-se realidade e viraram o EP “Live”, que foi lançado em uma parceria das gravadoras No Idea e High Anxiety em vinil de 7 polegadas nas cores vermelho ou rosa.
O link para comprá-lo diretamente no site da No Idea é esse aqui.