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Volta do Podcast + Portal MTV Brasil
Senhoras e Senhores, é com muito prazer que eu anuncio a volta do podcast do Tenho Mais Discos Que Amigos! .
Após 20 episódios gravados no ano passado e um hiato de mais de 6 meses, o Podcast está de volta, e com novidades muito especiais!
Antes de tudo, eu diminuí a duração de cada episódio. A ideia é que eles tenham entre 50 e 70 minutos cada um. Assim fica mais fácil de gravar, de editar, e menos sacal de ouvir, além de deixar um gosto de quero mais.
Além disso, nosso podcast agora será hospedado em uma espécie de segunda casa do TMDQA!, nosso novíssimo blog dentro do portal da MTV Brasil!
Sim! Agora o Tenho Mais Discos Que Amigos! tem um pedacinho no Portal de blogs da MTV Brasil, e lá iremos colocar todos os próximos podcasts, notícias retiradas aqui do blog e outras ideias malucas que a gente queira testar por lá.
Gostaria de agradecer publicamente ao Rafael Morettini, que fez o convite ao TMDQA! e disponibilizou o espaço.
Sem mais delongas, pra ouvir o Podcast #21 do TMDQA!, é só clicar aqui.
Se liga na tracklisting:
Against Me! – White Crosses
The Gaslight Anthem – Boxer
Look Mexico – I Live My Life A Quarter Mile At A Time
Deftones – Sextape
Jawbreaker – Oyster
Alkaline Trio – Dine, Dine, My Darling
Walter Schreifels – Arthur Lee’s Lullaby
Ted Leo And The Pharmacists – Me And Mia
The Flatliners – He Was A Jazzman
Alexisonfire – Old Crows (ripada do vinil)
Pitty – Fracasso (ripada do vinil)
Dead Fish – Michel Oghata (ripada do vinil)
The Beatles – Can’t Buy Me Love (ripada do vinil)
The Beatles – Yesterday (ripada do vinil)
Espero que gostem!
Estou voltando a gravar agora , então to pegando as manhas novamente e alguma coisa pode ter ficado fora de lugar. Dêem suas sugestões e façam pedidos de bandas! Atenderei assim que for possível e colocarei no podcast.
A novidade de agora é que a Asian Man Records está relançado os três primeiros álbuns do projeto, em vinil 12 polegadas!
“Album Minus Band” (2005), “To Leave Or Die In L.I” (2005) e “Goodbye Cool World!” (2006), estão sendo vendidos juntos, por apenas US$25,00! Confira detalhes abaixo:
“Album Minus Band“
Álbum de estreia do Bomb The Music Industry!, lançado em janeiro de 2005, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records (selo independente do Jeff Rosenstock).
Tracklisting:
01. “Blow Your Brains Out On Live TV!!!”
02. “Does Your Face Hurt? No? ‘Cause It’s Killing Me!!!”
03. “It Ceases To Be “Whining” If You’re Still “Shitting” Blood”
04. “Big Plans of Sleeping In”
05. “I’m A Panic Bomb, Baby!”
06. “Sweet Home Cananada”
07. “Funcoland vs. the Southern Electorate”
08. “Ready… Set… No!!!”
09. “I’m Too Cooooooooool For Music”
10. “Pike St. – Park Slope (Harvey Danger)”
11. “FRRREEEEEEEEE BIIIIIIIRRRRRRD!!! FRRRREEEEEEEEEEEEEE BIIIIIIIIIRRRD!!!!”
12. “Future 86″
“To Leave Or Die In Long Island“
Lançado em dezembro de 2005, em vinil, via Asbestos Records e versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records.
O álbum traz samplers do filme do Bob Sponja, da versão britânica de “The Office” e do filme “Can’t Hardly Wait”.
Tracklisting:
01. “Happy Anterrabae Day!!!”
02. “Congratulations, John, On Joining Every Time I Die.”
03. “Showerbeers!”
04. “Stand There ‘Til You’re Sober”
05. “Dude, Get With The Program”
06. “Bomb The Music Industry! (and Action Action) (and Refused) (and Born Against) Are Fucking Dead.”
07. “Brian Wilson Says SMiLE aka My Beard of Defiance”
08. “Syke! Life Is Awesome!”
“Goodbye Cool World!“
Foi lançado em junho de 2006, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records e em edição limitadíssima em vinil, pela Asbestos Records.
O título original do álbum era “Clap Your Hands Say Shut the Fuck Up”, uma paródia feita para “homenagear” a banda de indie rock britânica Clap Your Hands Say Yeah.
Tracklisting:
01. “Old and Unprofessional”
02. “King of Minneapolis, Pts. I & II”
03. “Even Winning Feels Bad”
04. “Side Projects are Never Successful”
05. “5 Funerals”
06. “My Response To An Article In Alternative Press”
07. “Sorry, Brooklyn. Dancing Won’t Solve Anything.”
08. “It’s Official! We’re Borrrrring!”
09. “From Martyrdom To Startyrdom”
10. “All Alone In My Big Empty Apartment”
11. “Fuck The Fans”
12. “Grudge Report”
13. “King of Minneapolis, Pts. III & IV”
14. “Anywhere I Lay My Head” (Tom Waits Cover)
Há também outra promoção rolando, pra quem quiser ter mais discos do BTMI! e causar inveja nos amigos. Você pode comprar cinco álbuns - “Album Minus Band” (2005), “To Leave Or Die In L.I” (2005), “Goodbye Cool World” (2006) + “Get Warmer” (2007) e “Scrambles” (2009) – por apenas US$40,00!
A tracklisting de “Get Warmer” e “Scrambles” (2009) pode ser vista abaixo.
“Get Warmer“
Foi lançado em julho de 2007, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records, em CD e vinil via Asian Man Records/Banquet Records e conta com a participação de vinte músicos.
Tracklisting:
01. “Jobs Schmobs” – 1:58
02. “493 Ruth” – 2:44
03. “Bike Test 1 2 3″ – 2:37
04. “Unlimited Breadsticks, Soup and Salad Days” – 2:32
05. “No Rest for the Whiny” – 3:26
06. “25 Hour Goddamn Telethon” – 2:20
07. “Depression is No Fun” – 2:49
08. “I Don’t Love You Anymore” – 4:42
09. “Pizza Claus is Comin’ to Town” – 3:11
10. “Never Trust a Man Without a Horribly Embarrassing Secret” – 3:55
11. “Get Warmer” – 6:50
12. “The Last Party (Foul)” – 1:17
“Scrambles“
Foi lançado em fevereiro de 2009 em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records e em vinil via Asian Man Records. A versão física é surpreendente! Vale a pena conferir as fotos (link no final do post).
Tracklisting:
01. “Cold Chillin’ Cold Chillin’” – 1:45
02. “Stuff That I Like” – 2:53
03. “It Shits!!!” – 2:42
04. “Fresh Attitude, Young Body” – 3:38
05. “Wednesday Night Drinkball” – 2:30
06. “25!” – 2:47
07. “$2,400,000″ – 5:58
08. “Gang of Four Meets the Stooges (but Boring)” – 1:11
09. “9/11 Fever!!!” – 1:43
10. “(Shut) Up the Punx!!!” – 2:34
11. “Can I Pay My Rent in Fun?” – 3:01
12. “Saddr Weirdr” – 2:38
13. “Sort of Like Being Pumped” – 4:29
Clique aqui para conferir fotos EXCLUSIVAS de vinis do Bomb The Music Industry!, clicadas pelo fundador deste site supimpa, o Tony Aiex.
Bomb The Music Industry! é obra prima. Pode ir sem medo e com toda pompa, porque com certeza não irá se arrepender de ter conhecido o projeto.
A Death to False Hope Records, cujo lema é “Make Art Not Money [Faça Arte e Não Dinheiro]” reuniu trinta e três faixas e fez uma coletânea sensacional com o melhor do pop punk, punk rock e rock alternativo da independente Norte Americana.
A compilação foi lançada no dia 11 deste mês e traz as bandas/artistas Direct Hit!, Let Me Run, Random Orbits, Black Sails, Western Shores, Mixtapes, Bouncing Souls, Micha Schabel, Copper Bones, Think Big, American Aquarium, The Please & Thank You’s, Anchor Arms, Plain States, The Dirty Little Heaters, Over Stars and Gutters, White Tiger and the Bed Of Roses, Madison Bloodbath, Why I Hate, Joey Cape, Stereotyperider, Sour Boy, Bitter Girl, The Fresh Kills, Look Mexico, Jazz Hands, Jay Heart Montreal, 10-4 Eleanor, Jon Snodgrass, Robot Spells Hell, Hold Tight!, Beat Noir, The Dry Heathens, The Sandwiches, Johnny Rev, Mourning Is for Suckers.
Tracklisting:
01. Direct Hit! – “Snickers of Reece’s(Pick Up the Pieces)”
02. Let Me Run – “CSJ”*
03. Random Orbits – “In the Dreams I Can Remember”*
04. Black Sails, Western Shores – “Hangover Radio”
05. Mixtapes – “Morning Sex and AM Radio”*
06. Bouncing Souls – “Ghosts on the Boardwalk(Acoustic)”*
07. Micha Schabel – “American Static”
08. Copper Bones – “Feel Alive ( Ex members of My Hotel Year)”*
09. Think Big – Since When”
10. American Aquarium – “Nothing to Lose”
11. The Please & Thank You’s – “Fucking Honestly”
12. Anchor Arms- “1516″*
13. Plain States – “Libby Montana (Members of Red City Radio)”*
14. The Dirty Little Heaters – “City Square”
15. Over Stars and Gutters – “Anthem on Sheridan”
16. White Tiger and the Bed Of Roses – “El Salvador Sex Riot”
17. Madison Bloodbath – “Me and Lonesome George”
18. Why I Hate – “These Four WAlls Are Yellow, Ms. Rigby”*
19. Joey Cape – “Angry Days”*
20. Stereotyperider – “Crush Us All (Seaweed Cover)”
21. Sour Boy, Bitter Girl – “Blood on Your Hands”*
22. The Fresh Kills – “Before the Storm”
23. Look Mexico – “Take it Upstairs, Einstein(Acoustic @ Havest for Hope)”*
24. Jazz Hands – “Balloon Boyz”
25. Jay Heart Montreal – “The Sandwiches Got Our Back”
26. 10-4 Eleanor W/Jon Snodgrass – “Austin’s Song (Sour Boy, Bitter Girl Cover)”*
27. Robot Spells Hell – “Youngstown Tune-Up”*
28. Hold Tight! – “My Favorite Songs”
29. Beat Noir – “Postponed”
30. The Dry Heathens – “Splendid Little War”
31. The Sandwiches – “Bad Sandwiches and a Head Smashed on a Table”*
32. Johnny Rev – “Last December”
33. Mourning Is for Suckers – “If I’m Wrong”*
*Faixas raras/nunca antes lançadas
E o melhor: Essa lindeza está disponível para download gratuito! Então não fique aí babando: Clique aqui para fazer o download da compilação!
Além desta coletânea, o selo ainda disponibilizou outros álbuns para download gratuito em seu site. Mas doações são sempre bem-vindas. Portanto, se você puder ajudar, clique aqui e saiba como.
Entrevista com Nick Woods, do Direct Hit!
Já que Direct Hit! esteve presente no assunto anterior, nada mais válido do que postar a entrevista feita com Nick Woods, não? =)
Direct Hit! é uma banda de pop punk de Milwaukee, Wisconsin, EUA.
Eu a conheci através do twitter, quando o Nick Woods – fundador, guitarrista, vocalista e letrista do Direct Hit! – começou a me seguir do nada lá por lá.
Depois de alguns poucos meses ouvindo o EP “#3″ da incrível banda dele e trocando algumas figurinhas, resolvi convidá-lo para conceder uma entrevista para nós.
Então se você gosta de Bomb The Music Industry!, The Lillingtons, Teenage Bottlerocket, Green Day, Blink-182 e bandas nessa linha e que falem sobre zumbis, aliens e coisas divertidas, recomendo que conheça o Direct Hit!.
E baixe o mais recente EP, “#4″, gratuitamente ou com alguma doação, clicando aqui.
Leia a entrevista que fiz com o Nick, no dia 5 de março, onde a gente conversou sobre vários assuntos, como: Ídolos, inspirações, contrato com a Death to False Hope, planos para o futuro, vinil, zumbis, ETs, Brasil e claro, That ’70s Show.
Angélica (TMDQA!): Primeiramente, gostaria de saber como a banda começou, quando isso aconteceu e quantos EPs vocês já lançaram (foram quatro, estou certa?).
Nick Woods (Direct Hit): Direct Hit! começou enquanto eu ainda estava tocando com a minha antiga banda, The Box Social. Eu tinha poucas músicas escritas que eram um pouco barulhentas e rápidas comparadas com o resto do nosso material. Aí o Brian (nosso baterista) e eu começamos a tocá-las por uns tempos, só por diversão, com um amigo nosso, o Jackson, tocando baixo. Inclusive, foi o Brian que surgiu com a ideia do nome da banda, em 2007 ou por volta disso. Desde então, nós tivemos uma rotação constante de diferentes membros (Brian e Jackson não estão mais na banda) e nós não tínhamos realmente um lineup consistente até poucos meses atrás, mas conseguimos gravar e disponibilizar quatro EPs on-line, que nós os vendemos por doações.
Angélica (TMDQA!): Quais são os membros da banda? E eles são seus amigos de infância ou de escola/faculdade?
Nick Woods (Direct Hit!): Direct Hit é Nick Woods, Danny Walkowiak, Mike Esser, Robbie Schroeder e Alex Hill. A banda já teve um montão de outros membros, então explicar como que chegamos até essa formação atual, é um pouco complicado… Eu conheci o Danny numa apresentação do Direct Hit, que fizemos com uma banda amiga, a Bust!, enquanto acontecia um tipo de entra e sai de bateristas. Mas eu já o conhecia há bastante tempo, assim como a antiga banda do Robbie, The Accidents. Então Danny fez um teste para tocar bateria e entrou para a banda pouco tempo depois disso. E quando nosso baixista nessa época deixou a banda, Robbie passou a assumir os graves do Direct Hit. Durante esse meio tempo, eu estava procurando um outro guitarrista para fazer as coisas soarem com mais clareza ao vivo e aí conheci Mike, através de um amigo nosso. Tocamos com essa formação – quatro membros – durante um tempo. Então eu resolvi chamar a Alex para tocar teclado, quem eu conheço desde quando comecei a frequentar shows de pop punk, quando eu tinha 15 ou 16 anos. Todas essas peças levaram bastante tempo até ficarem juntas, mas as coisas tem estado bem firmes por agora.
Angélica (TMDQA!): Quero aproveitar que estamos conversando, para falar que o EP “#3″ é viciante e sensacional! E é ótimo para ouvir em diversas ocasiões. “They Came For Me” é uma das melhores músicas que eu já ouvi nesses últimos anos e eu fiquei muito feliz em ter descoberto a banda por causa desse EP. Aliás, com que frequência vocês pretendem lançar os EPs? E eles sempre terão títulos numéricos?
Nick Woods (Direct Hit!) Valeu! Todos os EPs que fizemos tiveram pessoas diferentes tocando os instrumentos, então eu acho que vamos dar um tempo depois do lançamento do EP “#5″, que provavelmente sairá durante esse verão [hemisfério Norte, ou seja, final de junho aqui no Brasil].
Eu realmente quero regravar todas essas músicas que já lançamos, com esse lineup atual. Principalmente porque eu sou um puta narcisista e quero ouvir as gravações com os melhores músicos com os quais eu já toquei. Uma vez feito isso, eu espero que a gente possa lançar um álbum completo com as melhores músicas e lançar o resto em vinil. E inclusive, esses próximos lançamentos terão nomes de verdade, sem números. Nós também vamos lançar um split 7″ com os nossos amigos The Transgressions e também estamos trabalhando em outro split 7″ com um outro grupo de amigos nossos, lá de Illinois. Então, respondendo a sua pergunta – Nossos lançamentos nem sempre terão números nos títulos, mas nós provavelmente voltaremos a fazer isso uma vez que começar a ficar chato e tivermos que escrever novas músicas de novo.
Angélica (TMDQA!): Recentemente – sendo mais precisa, no dia 2 de março – vocês lançaram o EP “#4″ (que inclui a música “Monster In The Closet”, que é incrível. É a minha favorita desse novo EP). Quais são os planos para esse lançamento?
Nick Woods (TMDQA!): Sinceramente, não temos planos para nenhum de nossos lançamentos. Fazer e executar planos, dá um trabalhão e nós queremos nos distanciar de qualquer coisa que pareça como um trabalho. Se divertir é o primeiro objetivo do Direct Hit, então nós meio que gravamos as coisas quando temos tempo e dinheiro e aí, colocamos na internet para quem quiser ouvir. Foi assim que lançamos o “#4″ e eu tenho ficado surpreso em ver como a resposta tem sido positiva. É estranho o quanto você tem que forçar as pessoas para ouvirem novas músicas atualmente… Há tantas bandas em comparação com quando nós estávamos aprendendo a tocar nossos instrumentos e todas elas querem atenção. Eu acho que já superei isso com a minha banda anterior, por isso que eu fiz um esforço de me preocupar o mínimo possível com Direct Hit além de escrever canções cativantes e ter bas gravações delas, para ouví-las quando eu estiver velho e chato.
Angélica (TMDQA!): Como foi que surgiu essa parceria com a Death to False Hope Records e como você vê o futuro da banda agora?
Nick Woods (Direct Hit!): Um dos caras que comandam o selo, me mandou um e-mail do nada dizendo o quanto ele havia gostado dos EPs “#3″ e “#4″ e aí me perguntou se ele poderia ajudar a fazer com que eles [os EPs, obviamente] entrassem também no cérebro de algumas outras pessoas. Nós não disponibilizamos os nossos materiais antigos para as pessoas fazerem download por um monte de razões diferentes, então eles acabaram oferecendo ajuda só para o EP “#4″, já que ele é o mais novo.
Já em relação a segunda parte da sua pergunta, de proprósito, eu não tento enxergar o futuro da banda. Tentar conseguir algum tipo de objetivo a longo prazo, tornaria o Direct Hit um trabalho e eu já tenho um desses, então não preciso de outro. É muito mais fácil para nós, escrevermos as músicas quando não estivermos estressados por não ter conseguido atingir um certo ponto de nossas “carreiras”, num determinado tempo. Eu aprendi isso por um caminho mais difícil, ao ver que pensar na música desse jeito, faz com que ela seja totalmente chata.
Angélica (TMDQA!): Quais são as suas inspirações para as letras?
Nick Woods (Direct Hit!): Acho que fazer essa pergunta pra mim é a mesma coisa que perguntar para o Jerry Bruckheimer ou Michael Bay, como que surgem as ideias para os seus filmes. Eu acho os filmes deles desastrosos, mas eu posso simpatizar com algo escrito apenas para ter o valor absoluto de entreter, porque é assim que eu faço as letras. Eu propositalmente não tento fazer uma declaração sobre qualquer tipo de filosofia ou sobre a verdade mais profunda, porque eu sempre escutava música para escapar desse tipo de pensamento. Enquanto eu não souber a verdadeira inspiração por trás de suas músicas, quase posso garantir que Glen Danzig [Misfits] ou não estava tentando fazer algum tipo de afirmação sociopolítica tão grande quando ele ou quem quer que seja que escreveu “Teenagers From Mars”. Eu venho dessa mesma escola, por sinal – é muito mais divertido e empolgante ouvir um música sobre zumbis ou aliens ou assassinato ou festas, do que ouvir algum idiota falando sobre a guerra no Iraque. Essas são questões importantes, eu acho, mas eu posso ouvir essa merda no canal CNN. Eu não preciso ouví-las enquanto eu estiver tentando ficar extasiado antes de um jogo dos Brewers [equipe profissional de baseball, de Milwaukee] ou algo do tipo.
Angélica (TMDQA!): Quando você começou a tocar guitarra e quem foi que te influenciou a fazer isso?
Nick Woods (Direct Hit!): Eu acho que eu tinha uns 12 anos – Minha mãe comprou uma guitarra pra mim, porque ela achava que poderia me manter longe das drogas e também porque eu escutava muito Metallica.
Angélica (TMDQA!): Quais são as suas maiores influências e de que forma você as trouxe para o som da banda?
Nick Woods (Direct Hit!): Andrew WK, The Ramones, Bruce Springsteen e Green Day são realmente quatro artistas/bandas que eu gostaria de fazer com que o Direct Hit se parecesse no começo. Mas para te falar a verdade, as partes que eu escrevo são mais influenciadas pelo Top 40 [um portal musical da internet, que tem 49 paradas musicais de 25 paises e mais de 26.000 musicas registradas] do que outra coisa. Mas eu não posso falar pelo resto da banda – eu vou ensaiar com uma estrutura de uma canção escrita, mas todo mundo escreve as suas próprias partes e rascunhos a partir de um conjunto completamente diferente de influências do meu. Robbie gosta mais de coisas técnicas e músicas estranhas como Lightning Bolt e Daughters, considerando que eu acho que o Mike tende a ser influenciado mais pelo pop-punk moderno. Danny e Alex tem seus favoritos também que provavelmente são muito diferentes dos meus. E tenho certeza que isso influencia o modo como eles vêm com suas partes de músicas, mas aí você teria que perguntar pra eles. Só posso falar por mim. Posso dizer que todos nós temos um respeito por melodias cativantes, tocadas bem. O compromisso entre nós sobre o que isso significa, é exatamente o que faz o nosso som.
Angélica (TMDQA!): Você gostaria de dividir o palco com quem? E como é dividir o palco com bandas como Black For a Second e The Manix?
Nick Woods: Eu ficaria extremamente feliz se tocasse com o Slayer. Ou o Jay-Z. Um dos dois. Embora isso provavelmente nunca vá acontecer. Mas é muito mais legal fazer shows com os nossos amigo, como esses dois grupos que você citou. Você pode se dar ao luxo de ter um apagão antes de tocar, sem se sentir como um total e completo perdedor, quando você acordar com todo o mobiliário da sala de estar empilhado em cima de seu corpo desmaiado.
Angélica (TMDQA!): Antes do Direct Hit você teve quais bandas? Eu sei que você toca guitarra com The Saltshakers (que também é sensacional), mas eu não sei quem nasceu primeiro. E além desses dois, você tem outros projetos?
Nick Woods (Direct Hit!): Todos nós temos projetos paralelos ao Direct Hit. Danny e Robbie tocam juntos, só bateria e baixo, num grupo que eles chamam de Johnny’s Goin Heavy. Danny também toca bateria com o Bust! às vezes. Robbie e eu temos feito uma brincadeira por aí, com dois baixistas e um baterista e chamamos de La Tenia. Alex tem um projeto solo que inclusive, ela vem trabalhando nele há um bom tempo. Mike tem outra banda chamada The Latchkey Kid. E como você disse, eu toco guitarra com um grupo chamado The Saltshakers. Eu acho que todos nós iríamos pirar se só pudessemos tocar em uma banda por vez. Eu já fiz isso por cinco anos com meu outro grupo e tem sido incrível não me limitar a um só projeto.
Angélica (TMDQA!): Espero poder ver um show do Direct Hit algum dia. Mas até esse dia chegar, me conte como são os shows. Vocês fazem algum cover, alguma versão ou só mesmo tocam o trabalho autoral?
Nick Woods (Direct Hit!): Nada além de coisas próprias. Aprender as músicas dos outros é mais difícil do que fazer as suas próprias.
Angélica (TMDQA!): O que você sabe sobre o Brasil? Suponho que quase nada, né? hahaha
Nick Woods (Direct Hit!): Sei porra nenhuma do Brasil, com execão de que nós temos algumas pessoas mandando recados dizendo o quão incrível o seu país é. Compre passagens de avião pra nós e estaremos chegando aí amanhã.
Angélica (TMDQA!): E por último, eu preciso perguntar isso: Você é de Wisconsin… Você assistiu That ’70s Show? Digo, você gosta? Porque na minha opinião, foi o melhor programa de TV que eu já vi!
Nick Woods (Direct Hit!): hehe, Eu assisti até a reprise. A Mila Kunis é gostosa demais.
Oceanic é uma nova banda carioca, que mistura a suavidade da bossa com os ritmos diversos do rock, em harpejos, linhas de baixo, batidas, melodias e letras extremamente cativantes e prazerosas de se ouvir.
Formada por Gab (vocal e guitarra), Henrique (baixo) e Makio (bateria), a banda recentemente fez o seu show de estreia (na Drinkeria Maldita, em Copacabana, Rio de Janeiro) e lançou no mês passado o EP “Calmaria” (mais uma cria do estúdio Superfuzz, de Gabriel Zander) em um myspace que tem uma das artes mais bonitas que eu já vi.
oceanic pode ser nova, mas já começou com o pé direito e com tudo. Ontem, domingo, a banda tocou em uma das casas mais adoradas e importantes do Rio de Janeiro, o Teatro Odisséia (Lapa), com as bandas Sugar Kane, Phone Trio, Skore e Triz.
Além disso, eles estão concorrendo na categoria “Novos Nomes Brasileiros”, no portal MTV. Para votar e ajudar, clique neste link e em seguida, em cima da foto dos sapecas da banda.
Para você se preparar para assistir ao show que a banda fará HOJE, ao vivo, às 19hs, no site da Oi, para o projeto “Oi Novo Som”, o Tenho Mais Discos Que Amigos! montou um especial para você.
Confira abaixo a conversa descontraída que tive durante uma madrugada desse final de semana, com o vocalista e guitarrista da banda, o Gab, onde – simpático como sempre – me respondeu sobre como a banda surgiu e além de explicar toda a concepção da arte do EP/myspace, detalhou também os longos dias das gravações, que contaram com participações mais do que especiais.
Angélica-TMDQA!: Eu vi que vocês gravaram com uma galera de peso lá do estúdio Superfuzz: Gabriel Arbex, Gabriel Zander, Leonardo Mitchell (os três do Zander), Malni (ex baixista do Noção de Nada e que está na ativa com o projeto Malni), Rodrigo Galha (Catch Side, 2r2 Produções) e Victor Hlebetz (Dandara). Conta um pouco como foi esse processo de gravação; como surgiu essa ideia.
Gab: Então, a história da gravação é grande, [risos]. Porque na época que começamos a gravar, não tínhamos baterista e então o Leo e o Galha gravaram as bateras pra gente. Aí curtimos essa onda da galera gravar com a gente; pessoal tem sempre uma visão diferente das musicas, aí decidimos chamar vários amigos pra gravar partes em cada música.
Angélica-TMDQA!: E a produção do EP? Foi o Bil (Gabriel Zander) que cuidou dessa parte?
Gab: O Bil e o Sanfona [Gabriel Arbex] cuidaram da produção toda desde o início e ainda mais nas músicas que gravaram com a gente. Demoramos um tempao pra concluir o EP. Foi tipo nove meses de produção e gravação até nascer. [risos]
Angélica-TMDQA!: [risos] Demorou, mas valeu a pena esperar. Ficou muito bom o resultado final! Ok que eu sou suspeita para falar sobre os trampos feitos no estúdio Superfuzz, mas de alguma forma, continuo me surpreendendo com os trabalhos que saem de lá.
Gab: Pois é, cara, ficou muito maneiro o trampo. Pô, galera bruta, só gente fina, amigões de terem topado fazer esse lance.
Angélica-TMDQA!: se a gente já se conhecesse na época, eu até invadia o estúdio para ajudar também [risos].
Gab: [risos] Mas então, provavelmente vamos continuar seguindo essa vibe, queremos fazer realmente uma mistureba, chamar galera pra gravar com a gente.
Angélica-TMDQA!: Eu acho uma baita ideia! Música é uma coisa surreal… E ver várias pessoas diferentes – completamente ou não – trancadas num estúdio, tendo ideias que você nunca pensaria em ter ou compartilhando as mesmas, é algo lindo e inexplicável.
Gab: É demais, cara! É muito maneiro ver quando alguém grava alguma coisa e, na maioria das vezes, muda completamente a música, sabe… Então quem está dentro do projeto muitas vezes acaba se viciando em certas formas da música. Assim realmente várias canções ficam com diferenciais.
Angélica-TMDQA!: O EP vai ser lançado fisicamente também?
Gab: Sim, mas só daqui a uns dois meses porque a grana tá curta agora [risos]. No meio do ano sai o físico. Em breve vamos ter um merch maneiro também e já para junho/julho devemos ter os CDs em mãos.
Angélica-TMDQA!: Opa! Meu aniversário é no começo de julho…
Gab: [risos] Tá vendo! Te dou um EP de presente.
Angélica-TMDQA!: Yay! Obrigada! Bem, você tinha falado que na época da gravação não tinham baterista. Mas agora, como o novo baterista se juntou ao grupo?
Gab: Então, depois de termos gravado, arrumamos um batera [o Makio] que topou entrar e toca absurdos. Fechou o ciclo bonito agora.
Angélica-TMDQA!: E quando que o projeto Oceanic surgiu?
Gab: A gente comecou a se reunir e fazer musica no final de 2008.
Angélica-TMDQA!: Gab, preciso dizer que o myspace de vocês é um dos mais lindos que já vi. Adorei o design, a ideia e principalmente as cores. Ficou muito profissional e muito bonito mesmo. Agora, quem fez a arte do EP e esse design delícia para o myspace?
Gab: A arte é do Joshua Mikel, da banda americana Look Mexico e o layout foi feito pelo Rapha Gimenez.
Angélica-TMDQA!: Wow! Que genial! E como que surgiu esse convite para o Josh [*a íntima*] fazer a arte?
Gab: cara, isso foi uma doidera nossa [risos]. A gente levou bolo de dois designers,
Angélica-TMDQA!: Ahhh, os designers… Tenho uma relação de amor e ódio com eles [risos].
Gab: [risos] Nossa, nem me fala. Aí um dia eu tava vendo se já tinham liberado música nova do Look Mexico (tinham, está no myspace por sinal). Então fui procurar o designer deles pra ver se o cara cobrava caro e tal. Mandei um e-mail pra ele, falando que a gente queria uma ilustração e tudo mais, aí depois ouvindo a música foi que eu vi que era o batera do Look Mexico! [risos]
Angélica-TMDQA!: [risos] Nossa, que doideira, meu! Mas e daí?
Gab: Aí ele respondeu, gente boa a vera o cara. Trocamos altas ideias e ele fechou com a gente, felizão, porque nunca tinha feito trampo para a América do Sul.
Angélica-TMDQA!: Que bacana isso! E sério mesmo, essa arte ficou coisa linda. Achei que tem tudo a ver com vocês. E eu adorei as cores.
Gab: Pô, que maneiro que você achou, eu gostei muito também, brigadão!!! Ele ainda vai fazer uma estampa de camisa pra gente, em breve. Agora nós vamos lançar a estampa com o polvo. Tem uma que o Malni fez tambem pra gente e vai rolar mais um do Joshua daqui a um tempinho também.
Angélica-TMDQA!: Ah, que animal! Mas ele que partiu com a ideia toda ou vocês deram alguns pitacos antes?
Gab: Ele fez dois desenhos antes desse. O primeiro desenho tinha um menino como esse, montado num bicho estranho [risos]. Já no segundo, ele fez um dragão do mar, algo assim. Aí a gente tentou misturar tudo e começou com os nossos simbolismos malucos.
Angélica-TMDQA!: [risos] Eu curto isso!
Gab: A fantasia de criança, é como se fosse um sonho de criança, né; vestido de pirata, montado num polvo, que tem oito braços, como se o polvo pudesse fazer mais do que ele, que só tem dois braços, tentando domar o bicho, entende? Como se tentasse abraçar o mundo.
Angélica-TMDQA!: Genial!
Gab: Foi um trabalho em conjunto, praticamente. Ele foi dando o caminho das pedras e a gente foi adequando.
Angélica-TMDQA!: Vamos falar sobre shows agora. Recentemente vocês fizeram o show de estreia lá na Drinkeria Maldita (Copacabana, RJ). Como foi a primeira experiência de vocês como OCEANIC, no palco? E a recepção do público?
Gab: O show da Drinkeria foi sensacional, completamente intimista e descontraído, o pessoal da casa falou muito bem da banda e os amigos melhor ainda. Foi um primeiro show perfeito, repleto de gente que gostamos, bem animado, saiu tudo perfeito!!! Até agora fica difÍcil de dizer exatamente da recepção do público, porque ninguém falou nada ruim, então fica aquele pé atrás né… [risos] Mas por enquanto, estamos felizes com tudo que tem acontecido. Em uma semana fomos indicados ao “MTV Novos Nomes Brasileiros” convidados para tocar no “Oi Novo Som”, recebemos mais de 1000 plays no primeiro dia de myspace no ar, enfim, essa foi uma semana bem cheia de novidades…
Angélica-TMDQA!: Falando ainda nesse show, ele contou com alguns músicos de apoio. Os próximos também serão assim? E quem são esses músicos?
Gab: O caminho deve ser de contar com participações sim, neste show da Drinkeria contamos com o Malni no trompete, Julio Raposo nas guitarras e flauta transversal e ainda com o Victor Hlebetz nas guitarras e backing vocal. Assim como no show no Odisséia, no Oi Novo Som o Julio Raposo também tocará com a gente.
Angélica-TMDQA!: Para o show de hoje no “Oi Novo Som”, vocês vão apresentar essas cinco músicas do EP e mais algumas outras? Aliás, vocês tem planos de ir lançando EP’s esporádicos – como o Zander faz – ou pensam em dar um tempo agora, focar mais em shows e num CDzão mesmo, mais pra frente?
Gab: No show do Oi Novo Som, devemos tocar algo em torno de 10 músicas. A ideia é tocar todo o setlist que tem 12 música, até então.
A ideia é fecharmos músicas esporadicamente, nem que sejam para EP’s, músicas bônus e tenho um projeto de fazer algumas músicas acústicas também, mas tudo vai depender um pouco da receptividade da banda.
Angélica-TMDQA!: E vocês preferem ser chamados de “o” Oceanic ou “a” Oceanic?
Gab: Olha, o nome da banda “Oceanic” foi exatamente pra não gerarmos um gênero fixo como oceanico ou oceanica, então chame como quiser, a ideia é a pessoa falar da forma que preferir mesmo. O nome da banda vem a partir da volutibilidade do oceano, das ressacas e calmarias e é um pouco como levamos a música, tem dias que o ânimo está de uma jeito e de outro. E claro, temos uma influência gigantesca de bossa nova, misturada com o rock, o que se tornou uma grande metáfora, oceanic-calmaria-ressaca-rock-bossa…
Para ouvir o EP “Calmaria”, acesse o tão comentando myspace oficial do Oceanic.
A capa e a traclisting do EP, que será lançado até julho em CD, você confere a seguir:
01. Atemporal
02. A Tua Bossa
03. Nada a Declarar
04. Valores
05. Promessa
Fotos do show na Drinkeria Maldita por: Pedro Paschoa / Raphael Martins
Look Mexico
Já que citamos a banda Look Mexico acima, durante a entrevista com o Gab, por que não contar as mais recentes novidades sobre a banda também, han?
Look Mexico é uma banda de indie rock, formada em 2004, Em Tallahassee, na Flórida. Eles já lançaram três EP, uma compilação e dois álbum de estúdio: “This Is Animal Music” (2007) e o mais recente, “To Bed To Battle”, no dia 23 de março deste ano, através da Suburban Home Records.
O álbum contém 10 faixas:
01. “You Stay. I Go. No Following”
02. “No Wonder I’m Still Awake”
03. “Take It Upstairs, Einstein”
04. “I Live My Life a Quarter Mile at a Time”
05. “Until the Lights Burn Out?”
06. “They Offered Me a Deal (I Said No, Naturally)”
07. “Get In There, Brother!”
08. “They Only Take the Backroads”
09. “Time for You to Go Do Your Own Thing”
10. “Just Like Old Times”
O site BuzzGrinder disponibilizou o álbum completo para audição. Confira!
E para comprar o álbum, disponível em CD e LP (na cor salmão/laranja), clique aqui.
Um mês antes, dia 23 de fevereiro, a banda havia lançado o primeiro single deste trabalho, “You Stay. I Go. No Following.” em vinil 7 polegadas, com quantidade limitada de cópias: Trezentas em vinil azul glacial e outras trezentas em vinil preto. As faixas são:
01 “You Stay. I Go. No Following.”
02 “They Only Take The Back Roads”
Esta última, é uma versão acústica e é exclusivamente encontrada nesse single.
Para comprá-lo em versão digital, em formato FLAC, clique aqui.
Para comprá-lo em versão digital, em formato MP3, clique aqui.
The Who, Pearl Jam e Kasabian
O Who recebeu dois convidados muito especiais quando foram apresentar o álbum opera rock, “Quadrophenia” (1973), na noite do dia 29 de março, em Londres, no Royal Albert Hall, fechando com chave de ouro a décima edição do evento Teenage Cancer Trust.
Essa foi a primeira performance ao vivo do álbum, com os membros remanescentes da formação original, Roger Daltrey e Pete Townshend, desde a sua turnê em 1990. Porém, Daltrey havia já deixado claro que essa seria a última vez que eles tocariam o álbum.
O Who subiu ao palco às nove horas da noite. Cenas em flash dos anos sessenta e da marinha, foram mostradas no telão atrás do palco, mais trechos de uma versão melhorada do filme “Quadrophenia”. Na música hino do mod, “The Real Me”, cenas do ator Phil Daniels no seu papel como Jimmy no filme já citado, foram também mostradas.
Então, na música “The Punk And The Godfather”, Eddie Vedder (Pearl Jam) se uniu ao Who. Um pouco depois, ele retornou ao palco para ajudar a banda a apresentar a música “I’ve Had Enough”. Tom Meighan (Kasabian) também participou dessa música, para adicionar alguns vocais.
Townshend fazia os seus movimentos característicos (rodando o braço direito antes e depois de tocar alguma nota – movimento esse que, segundo o próprio, ele “roubou” de Keith Richards, dos Rolling Stones), enquanto Vedder e Meighan retornavam ao palco para o segundo verso de “Sea And Sand”.
Townshend tocou “Drowned” em versão acústica, enquanto Daltrey voltava para cantando “Bell Boy”, com Meighan aparecendo na parte de trás do palco após o primeiro verso, para então cantar as partes de Keith Moon.
Depois daquele famoso “nós fomos, mas não fomos”, a banda voltou com os seus vocalistas convidados pela última vez, para agradecerem aos músicos e a pleteia.
Logicamente, o Who tocou o álbum Quadrophenia completo. A ordem da apresentação das faixas, foi:
01 “I Am The Sea”
02 “The Real Me”
03 “Quadrophenia”
04 “Cut My Hair”
05 “The Punk And The Godfather”
06 “I’m One”
07 “The Dirty Jobs”
08 “Helpless Dancer”
09 “Is It In My Head”
10 “I’ve Had Enough”
11 “5:15″
12 “Sea And Sand”
13 “Drowned”
14 “Bell Boy”
15 “Doctor Jimmy”
16 “The Rock”
17 “Love Reign O’er Me”
Agora a surpresinha que preparamos para vocês…
Tadãn! O show quaaase completo, em HD!!!
01-02 “I Am The Sea & The Real Me”
04 “Cut My Hair”
05 “The Punk And The Godfather”
06 “I’m One”
08 “Helpless Dancer”
10 “I’ve Had Enough”
11 “5:15″
12 “Sea And Sand”
14 “Bell Boy”
15 “Doctor Jimmy”
16 “The Rock”
17 “Love Reign O’er Me”
Oasis
Os fãs de Oasis receberam recentemente novidades da banda (que acabou no ano passado, após a saída angustiante de Noel Gallagher).
Celebrando o trabalho do Oasis do ínicia ao fim, será lançada a coleção completa de singles da banda, “Time Flies… 1994-2009″, no dia 14 de junho deste ano, pela Big Brother Recordings.
Segundo o site OasisNews, a versão deluxe será lançada em CD triplo e contará com 26 singles (23 foram “Top Dez”, including por oito vezes #1) e 36 videos (faixa a faixa feitos pela banda) e não mais o show do iTunes (acontecido no dia 21 de julho do ano passado, em Londres, no The Roundhouse) em vídeo, como primeiramente foi divulgado.
A tracklisting é:
CD 1
01. “Supersonic”
02. “Roll With It”
03. “Live Forever”
04. “Wonderwall”
05. “Stop Crying Your Heart Out”
06. “Cigarettes & Alcohol”
07. “Songbird”
08. “Don’t Look Back In Anger”
09. “The Hindu Times”
10. “Stand By Me”
11. “Lord Don’t Slow Me Down”
12. “Shakermaker”
13. “All Around The World”
CD 2
01. “Some Might Say”
02. “The Importance Of Being Idle”
03. “D’ You Know What I Mean?”
04. “Lyla”
05. “Let There Be Love”
06. “Go Let It Out”
07. “Who Feels Love?”
08. “Little By Little”
09. “The Shock Of The Lightning”
10. “She Is Love”
11. “Whatever”
12. “I’m Outta Time”
13. “Falling Down”
CD 3
(Live at The Roundhouse, London)
01. “Rock ‘n’ Roll Star”
02. “Lyla”
03. “Shock Of The Lightning”
04. “Cigarettes & Alcohol”
05. “Roll With It”
06. “The Masterplan”
07. “Songbird”
08. “Slide Away”
09. “Morning Glory”
10. “Half The World Away”
11. “I’m Outta Time”
12. “Wonderwall”
13. “Supersonic”
14. “Live Forever”
15. “Don’t Look Back In Anger”
16. “Champagne Supernova”
Para deixar essa novidade mais bonita e causar mais ataque do coração nos fãs, a banda preparou uma outra surpresa [essa até me arrepiou].
Celebrando os 15 anos de banda, eles pediram para que os fãs completassem um pequeno formulário, dizendo o que o Oasis e as suas significam para eles (fãs, logicamente).
O formulário sobre “O que Oasis significa para você?” e sobre “Qual é a sua música favorita?” deverá ser preenchido com 20 palavras ou menos (se ultrapassar, será desclassificado, então fique esperto).
As respostas podem ser enviadas via:
- Site oficial;
– Celular (Fãs do Reino Unido podem mandar uma SMS para o número 81088 com o assunto SINGLES e assim, seguir o passo-a-passo);
– Twitter;
O prazo de envio das mensagem será até o meio-dia (horário do Reino Unido) da quarta-feira, dia 7 de abril. Então sejam rápidos!
Os fãs que mandarem as melhores respostas, terão suas frases usadas na artwork do álbum “Time Flies… 1994-2009″ e receberão uma cópia rara e autografada do registro.
Acabou o suspense!
Como já noticiado aqui anteriormente, o primeiro lançamento em vinil da Deck Disc, fabricado pela Polysom, e que marca oficialmente o retorno do vinil fabricado em terras brasileiras, já está nas lojas. Trata-se de Chiaroscuro, da cantora baiana Pitty. O lançamento oficial aconteceu na sexta feira, em um show no Circo Voador, Rio de Janeiro.
O disco possui 11 faixas com destaque para “Medo” , “Desconstruindo Amélia” e “Me Adora” .
Abaixo segue o Track list do disco:
Lado A
1. 8 Ou 80
2. Me Adora
3. Medo
4. Agua Contida
5. So Agora
Lado B
1. Fracasso
2. Desconstruindo Amelia
3. Rato Na Roda
4. Trapezio
5. A Sombra
6. Todos Estao Mudos
Para quem estava ansioso quanto ao preço e quanto a data de lançamento, é só clicar aqui para comprar em pré-venda ou só para matar a curiosidade!
Zumbis do Espaço – Destructus Maximus
O Zumbis do Espaço é mais uma das bandas brasileiras que estão com lançamento em vinil. Rolou ontem em São Paulo, o show de lançamento do disco Destructus Maximus, último álbum da banda, que havia sido lançado somente em cd e agora é relançado em edição limitada, com acabamento “deluxe” e uma faixa inédita, exclusiva para a versão em vinil.
Ainda não temos informações sobre a venda do disco, mas em breve teremos mais notícias.
Look Mexico – To Bed To Battle
Fazendo uma busca por novas fontes de lançamentos em vinil, encontrei o Look Mexico, banda de Tallahassee, Flórida. De inicio a banda me cativou bastante e me fez lembrar uma banda não muito conhecida no Brasil, mas que eu gosto bastante, o Sherwood.
Guitarras cheias de harmonia, acompanhadas de um baixo detalhista, bateria cheia de quebradas, vocais bem trabalhados e teclados simples dão um toque especial às músicas. O Look Mexico existe desde 2004 e esse é o segundo álbum de estúdio lançado pela banda, que já lançou também outros 3 Eps. O som se alterna entre o Indie Rock e o Pop.
O disco foi lançado pela gravadora Suburban Home Records e pode ser encontrado em diferentes formatos, comprados em pré-venda nos links abaixo:
Mais uma banda que estará lançando um novo álbum agora em março é o Gorillaz. Plastic Beach é o terceiro disco da banda e contará com versões mais que especiais de Lou Reed, Mos Def, Mark E Smith, Snoop Dogg, Bobby Womack, De La Soul , Gruff Rhys do Super Furry Animals eMick Jones e Paul Simonon, do The Clash. O lançamento está previsto ainda para o início deste mês, mas pode ser comprado em pré-venda aqui.
Abaixo, segue o track List do disco:
Orchestral Intro
Welcome To The World Of The Plastic Beach (feat. Snoop Dogg)
White Flag (feat. Kano & Bashy)
Rhinestone Eyes
Stylo (feat. Bobby Womack and Mos Def)
Superfast Jellyfish(feat. Gruff Rhys and De La Soul)
Empire Ants (feat. Little Dragon)
Glitter Freeze (feat. Mark E Smith)
Some Kind Of Nature (feat. Lou Reed)
On Melancholy Hill
Broken
Sweepstakes (feat. Mos Def & Hypnotic Brass Ensemble)
Plastic Beach (feat. Mick Jones & Paul Simonon)
To Binge (feat. Little Dragon)
Cloud Of Unknowing’ (feat. Bobby Womack)
Pirate Jet
Pavement
Como já citado aqui anteriormente, o Pavement está de volta à ativa, e de quebra está lançando uma coletânea via Matador Records. Quarantine The Past: Greatest Hits 1989-1999 reune músicas remasterizadas lançadas entre os anos de 1989 à 1999. Essa compilação contará com 23 músicas que abrangem toda a carreira da banda.
Segue o track list do disco:
1. Gold Soundz (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
2. Frontwards (WATERY, DOMESTIC EP)
3. Mellow Jazz Docent (PERFECT SOUND FOREVER EP)
4. Stereo (BRIGHTEN THE CORNERS)
5. In The Mouth A Desert (SLANTED & ENCHANTED)
6. Two States (SLANTED & ENCHANTED)
7. Cut Your Hair (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
8. Shady Lane / J Vs. S (BRIGHTEN THE CORNERS)
9. Here (SLANTED & ENCHANTED)
10. Unfair (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
11. Grounded (WOWEE ZOWEE)
12. Summer Babe (Winter Version) (SLANTED & ENCHANTED)
13. Range Life (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
14. Date w/ IKEA (BRIGHTEN THE CORNERS)
15. Debris Slide (PERFECT SOUND FOREVER EP)
16. Shoot The Singer (1 Sick Verse) (WATERY, DOMESTIC EP)
17. Spit On A Stranger (TERROR TWILIGHT)
18. Heaven Is a Truck (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
19. Trigger Cut/Wounded-Kite At :17 (SLANTED & ENCHANTED)
20. Embassy Row (BRIGHTEN THE CORNERS)
21. Box Elder (SLAY TRACKS 1933-1969 EP)
22. Unseen Power Of The Picket Fence (NO ALTERNATIVE COMP)
23. Fight This Generation (WOWEE ZOWEE)
O disco pode ser comprado em pré-venda em 3 versões diferentes, nos links abaixo: