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Entrevista na Idealshop
Felipe Eterno me entrevistou para o blog da maior loja underground do país, a Idealshop, e perguntou sobre tudo relacionado a Vinil, novidades no TMDQA!, Florianópolis e até Fita K7!
O resultado ficou bem legal e você pode conferir todas as minhas respostas aqui.
Na Vitrola com Stephen Egerton (Descendents)
Hoje estreia aqui no TMDQA! uma nova seção do site, chamada “Na Vitrola”.
A ideia é que eu, Angélica e Guilherme possamos trazer matérias sobre um determinado disco que a gente está ouvindo demais, seja novo ou velho, de qualquer estilo e que a gente sente que precisa compartilhar com o resto do mundo.
Além disso, ainda traremos convidados especiais falando sobre o que estão ouvindo no momento, acho que vai ficar bem legal.
Eu começo hoje com o disco que basicamente fez com que eu criasse essa seção:
Stephen Egerton – The Seven Degrees Of Stephen Egerton
Stephen Egerton é o lendário guitarrista de uma das bandas mais importantes para a história do punk e pop-punk, o Descendents. Além disso, quando Milo deixou os vocais da banda e ela virou ALL, era Stephen também o responsável pelas guitarras do novo grupo.
O cara tem um jeito muito característico de tocar o tal dos 3 acordes e é impressionante como o timbre da guitarra dele permanece o mesmo ao longo de tanto tempo. Ele é daqueles artisstas que quando você ouve qualquer coisa, 5 segundos de música, já sabe quem é.
Quando foi anunciado o disco solo dele e eu postei aqui no TMDQA! há um tempo atrás, eu fiquei extremamente ansioso, surpreso, e feliz em saber que ele tá na ativa e melhor de tudo, gravando com gente mais que importante.
Egerton recrutou nada mais nada menos do que 16 vocalistas diferentes para emprestar suas vozes às 16 faixas que compõem “The Seven Degrees Of Stephen Egerton”, onde ele gravou todo o resto do instrumental: guitarra, baixo e bateria.
E como se não fosse algo diferente, animador e principalmente trabalhoso reunir 16 pessoas em um mesmo disco, ele o fez com nomes que são referências na cena independente/punk rock americana.
Entre os mais conhecidos estão Dan Andriano do Alkaline Trio, Chris DeMakes do Less Than Jake, Mike Herrera do MxPx, Joey Cape do Lagwagon, Tim McIlrath do Rise Against, Milo do Descendents, Chad Price do ALL e Scott Reynolds também do ALL.
Apesar dos 16 vocais, o álbum é bastante conciso, muito pelo fato de Stephen ter gravado todos os instrumentos e mantido seu modo de tocar guitarra característico.
Logo na primeira faixa “Flip”, já fica claro o que nos espera ao longo do disco, com belas melodias, refrão grudento e a guitarra falando mais alto que todo mundo. “Fire’s On” e “Abundance Of Fluff” vêm na sequência e são 2 das melhores do disco, assim como “Our Last Song”, “She’s Got Everything” e “Cut Me Down To Size”.
O álbum poderia acabar com a excelente “Print On Paper”, com participação de Chris do Less Than Jake, e talvez esse seja o único pecado do disco, que poderia ser menor, mas eu entendo que seria miuto difícil cortar 3 músicas com convidados especiais em todas elas.
Esse disco tem 45 minutos, mas passa como se fossem apenas 5. É daqueles deliciosos de ouvir, que passam rapidinho e você quer mais. Você não terá como errar baixando/comprando a sua cópia.
Pra finalizar, eu me dei ao trabalho de fazer um especial sobre cada um dos vocalistas, já que alguns são desconhecidos e quase todos me surpreenderam positivamente com seu trabalho. Aproveita:
01- John Speck (“Flip”)
John Speck é o vocalista/guitarrista da banda The Fags, trio que flutua entre o indie, garage rock e power pop, e as músicas dos caras são barulhentas mas ao mesmo tempo melódicas e guiadas pelo belo vocal de Speck.
02- Jon Snodgrass (“Fire’s On”)
Jon Snodgrass ganhou notoriedade sendo guitarrista e vocalista do influente trio de punk/emo/indie Armchair Martian, nos anos 90.
Quando a banda acabou, Jon partiu para um novo projeto de alt-country chamado Drag The River e também gravou várias faixas como artista solo, no esquema voz+violão, onde se dá muito bem, já que sua voz rouca característica combina com o country e o violão.
É um baita artista, e na minha opinião gravou uma das melhores faixas do disco.
03 – John Moreland (“Abundance Of Fluff”)
Vocalista de peso (#piadapronta), John Moreland toca na John Moreland & The Black Gold Band, quarteto de rock um tanto quanto desconhecido que tem feitos shows pelo circuito alternativo/punk lá nos EUA.
Aqui gravou uma das melhores músicas do disco, “Abundance Of Fluff”.
04 – Tim McIlrath (“South For The Winter”)
Um dos grandes nomes convidados para esse disco, Tim McIlrath é o vocalista do Rise Against, banda de hardcore melódico que já ultrapassou os limites do underground e é banda de gravadora grande, além de ser referência no estilo e ter uma legião de fãs devotos.
Confesso que esperava bastante da faixa dele, “South For The Winter”, mas achei uma das mais fracas do disco.
05 – Chad Price (“Funny Face”)
Chad Price foi um dos vocalistas a passar pelo ALL, banda que representava 3/4 do Descendents, incluindo Egerton no lineup.
Além disso, ele também tocou no Drag The River, junto com Jon Snodgrass e também embarcou em carreira solo com seu violão. Gravou “Funny Face” para esse disco.
06 – Bill McShane (“Never Again”)
Bill McShane era o vocalista e guitarrista de uma banda de indie/power-pop chamada Ultimate Fakebook, que durou de 1994 a 2003.
Sinceramente, “Never Again” é uma das músicas que mais surpreendeu no disco, ficou boa demais.
Fui obrigado a ir atrás do catálogo do Ultimate Fakebook, e recomendo! Odeio descobrir boas bandas depois que elas acabam, mas paciência.
07 – Jesse Cole (“On The Avenue”)
Jesse Cole é vocalista e guitarrista da banda de pop-punk In Stereo, cujo último disco tem um nome bem interessante: “Death Before Emo”. Além disso, também toca no Le Fang, banda mais orientada a indie do que pop-punk, cuja música “City In Peril” é muito parecida com a faixa “On The Avenue”, gravada no disco de Egerton.
O Le Fang, aliás, tem sido uma espécie de banda de apoio de Egerton em shows de divulgação desse disco, com Jesse Cole cantando faixas gravadas originalmente por outros vocalistas no álbum.
08 – Dan Andriano (“Our Last Song”)
Muito provavelmente você sabe que Dan Andriano é um dos vocalistas e baixista do gigante Alkaline Trio.
O que você não sabe é que Dan tem um passado de várias outras bandas muito interessantes, e vou contar um pouco sobre todas aqui.
Dan Andriano era baixista da banda de ska Slapstick, de onde também sairam membros do The Lawrence Arms. Quando a banda acabou, Andriano formou o Tuesday, banda de emo dos anos 90, aos moldes de Sunny Day Real Estate, com ele assumindo os vocais de todas as músicas.
Nesse meio tempo ele formou o Alkaline Trio com Matt Skiba e a banda tornou-se uma das maiores de emo/punk de todos os tempos, e grande nome do estilo até hoje, chegando a ter lançado disco por major label e tudo mais.
Outro projeto recente de Dan foi o The Falcon, onde tocava baixo e dividia os palcos com Brendan Kelly do Lawrence Arms, responsável pelas guitarras e vocal.
Por último, chegou a fazer uma turnê como artista solo com o nome de Emergency Room.
Ufa!
Nesse disco, gravou “Our Last Song”, primeira música do disco a ser divulgada antes dele sair.
09 – Milo Aukerman (“She’s Got Everything”)
Milo é eterno frontman de uma das bandas punk mais importantes da história, e talvez os pioneiros do tão famoso pop-punk, o Descendents.
Musicalmente ele basicamente só fez isso e algumas participações especiais e backing vocals em músicas do ALL, mas fora da música o cara é nada mais na menos do que PhD em bioquímica. Motivo esse que o fez inclusive abandonar o Descendents (o disco “Milo Goes To College” não tem esse nome à toa).
Gravou “She’s Got Everything” e obviamente a faixa tem cara e jeito de andar do Descendents.
10 – Mike Herrera (“Cut Me Down To Size”)
Mike Herrera é conhecido como baixista e vocalista do trio de pop-punk MxPx, que é um dos maiores nomes no estilo e como postamos há algum tempo atrás, influência até para membros de bandas gigantes de gosto duvidoso como o Jonas Brothers.
Além do MxPx, também teve 2 outras bandas chamadas Arthur e The Cootees, ambas muito parecidas com MxPx, e mais recentemente iniciou o Tumbledown, projeto bem interessante de alt-country.
A faixa dele no disco,“Cut Me Down To Size” é uma das melhores.
11 – Scott Reynolds (Sunny Disposition)
Scott Reynolds foi um dos vocalistas do ALL, além de Dave Smalley e Chad Price.
Depois que saiu da banda, teve alguns outros projetos, mas nenhum teve atenção e notoriedade, até que há pouco tempo atrás ele se juntou ao próprio Stephen Egerton em uma banda chamada 40Engine, que aliás é responsável por algumas das faixas desse disco de Egerton, incluindo “Sunny Disposition” gravada com Reynolds.
12 – Joey Cape (“When They Roam”)
Joey Cape ganhou notoriedade na cena com sua primeira banda, o Lagwagon, grande nome do hardcore melódico dos anos 90 que era para sua época o que o emo é para os dias de hoje, o estilo preferido da molecada do underground/independente.
Além do Lagwagon, Joey formou o Bad Astronaut, toca no supergrupo de covers Me First And The GimmeGimmes (que contém ainda membros de Foo Fighters, NOFX e Swingin’ Utters), gravou e excursionou com amigos do Sugarcult sob o nome de The Playing Favorites (você viu o lindo disco deles aqui) e agora grava e toca ao redor dos EUA em carreira solo, com voz+violão.
“When They Roam” combinou demais com a voz de Joey.
13 – Chris DeMakes (“Print On Paper”)
Chris é vocalista e guitarrista de uma das bandas de ska da terceira onda mais importantes e influentes, o Less Than Jake. Gravou “Print On Paper”, uma das minhas preferidas do disco.
14 – Frank Daly (“Falling Out”)
Frank Daly era o vocalista da banda Big Drill Car, que viveu entre o final dos anos 80 e começo dos anos 90 e foi um dos grandes nomes da cena pop-punk californiana da época, influenciando o próprio ALL de Stephen Egerton.
Nesse disco gravou “Falling Out”.
15 – Mark Vecchiarelli (“Silencer”)
Mark era o vocalista e guitarrista do trio de rock alternativo (no mais puro sentido do gênero) Shades Apart, que chegou a ter relativo sucesso com a música “Valentine” e participou da trilha sonora oficial do filme American Pie.
Encerrou as atividades em 2003 e chegou a fazer alguns shows de reunião após isso, mas não está em atividade.
16 – Abe Brennan
Abe Brennan é vocalista das bandas My Name e Wretch Like Me.
Gravou a última faixa do disco, “Willie Wicked”, que é a que mais destoa do resto do álbum, e uma das que poderia ter ficado de fora.
Você pode comprar o disco em 3 cores diferentes de vinil na Interpunk, ou pode claro baixá-lo na Internet, porque já vazou faz tempo. Você sabe onde procurar, certo? ;D
Espero que tenham gostado dessa primeira edição do “Na Vitrola” porque eu fiz com muita vontade de compartilhar o algo que estou gostando demais no momento com a maior riqueza de detalhes possível.
O Arcade Fire anunciou há poucos dias, através de um cartão postal destinado à Internet e ao público em geral que está terminando de prensar um novo disco de 12 polegadas (simplificando, um LP) e que este deve chegar às lojas nas próximas semanas.
Pois bem, ontem circulou a notícia de que algumas das músicas do disco já vazaram pela Internet e o site One Thirty BPM disponibilizou duas delas em qualidade de estúdio, para baixar em MP3.
As músicas se chamam “The Suburbs” e “Month Of May” e você pode ouvi-las nos vídeos abaixo, ou baixá-las aqui.
Apparatjik
Estou com a impressão que montar supergrupos está na moda, já que depois de nomes como Them Crooked Vultures e Mt. Desolation, agora é a vez do Apparatjik lançar seu primeiro disco.
O nome bizarro é a versão em Sueco para “Apparatchik”, palavra russa usada para descrever “pessoas que causam gargalos burocráticos em organizações que seriam eficientes”. Qualquer semelhança com os nossos queridos Aspones é mera coincidência.
Indo direto ao que importa, a banda é formada por Guy Berryman, do Coldplay, Jonas Bjerre do Mew, Magne Furuholmen do A-Ha e o produtor Martin Terefe, e irá lançar no dia 15 de Junho o disco de estreia chamado “We Are Here”, que tem essa capa aí de cima.
Boa parte das músicas já está disponível no MySpace da banda, e você pode ouvir logo abaixo. Além disso, também é possível baixar um EP de graça, mediante cadastro, nesse site aqui.
Ouça e tire suas próprias conclusões.
Hot Hot Heat
A banda canadense de indie Hot Hot Heat está lançando seu mais novo disco de estúdio e ele se chamará “Future Breeds”.
O disco será lançado no dia 08 de Junho, via Dangerbird Records e Dine Alone Records, e tem a seguinte tracklisting:
1. “YVR”
2. “21@12″
3. “Times A Thousand”
4. “Implosionatic”
5. “Goddess on the Prairie”
6. “Zero Results”
7. “Future Breeds”
8. “JFK’s LSD”
9. “Jedidiah”
10. “Buzinezz Az Uzual”
11. “What Is Rational?”
12. “Nobody’s Accusing You (Of Having A Good Time)”
13. “No Applause Allowed”
O mais legal disso tudo é que o disco com essa capa lindona será lançada em LP de 180 gramas e conterá um pôster exclusivo e também cartão de download para baixar o álbum completinho em arquivos digitais de alta qualidade.
Você pode encontrar o disco à venda nessa edição especialíssima aqui.
Music 4 Cancer
A organização não-governamental canadense Music 4 Cancer está organizando uma coletânea que leva o seu nome, para recolher fundos e ajudar a Canadian Cancer Society, instituição que trabalha em todos os aspectos que envolvem a doença e as pessoas que sofrem dela.
O tracklisting final ainda não está fechado, mas os caras já confirmaram alguns nomes, pra ir criando expectativa, e as bandas já confirmadas são:
Ten Foot Pole
Good Riddance
NOFX
Nikola Sarcevic (Millencolin)
The Sainte Catherines
The Hot Showers
Kvoteringen (com Fredrik, do Millencolin)
Franky Lee (com Mathias Farm do Millencolin)
Everything Against Them
Teen Idols
Tom Petta (Bigwig)
Frank Turner
Les Vulgairs Machins
Pour Habit
The Donots
Less Than Jake
Jon Snodgrass
Pulley
The Old Wives
Overdose de Millencolin e suas bandas paralelas é pouco né? Aliás, fãs de Millencolin, aguardem, bons ventos estão em sua direção!
Na página oficial dos caras no Facebook é possível acompanhar mais fotos, atualizações e novas bandas e artistas que estão sendo adicionados ao projeto. Recomendadíssimo!
O link é esse aqui.
Kevin Jonas
Ok, eu juro que se alguém me falasse “Tony, você vai postar uma notícia sobre um membro do Jonas Brothers no seu site” eu daria muita risada dessa pessoa, que perderia uns 1000 pontos de crédito comigo. Mas…
Kevin Jonas, do Jonas Brothers, admitiu em entrevista recente que uma das bandas que mais o influenciou como músico foi os pop-punkers que muitos de nós adoramos (eu inclusive), o MxPx!
Sim, Kevin disse que quando ele tinha 17 anos, seu tio o levou a um show do MxPx, que foi o primeiro de sua vida. Pra completar, ele ainda falou que mesmo que o som da sua multi-milionária e mainstream banda Jonas Brothers não tenha nada a ver com o pop-punk do MxPx, o trio de Bremerton o influenciou demais enquanto guitarrista.
Você pode ver o vídeo no site da Mtv, clicando aqui.
É muita maldade dizer que a culpa do nascimento do Jonas Brothers foi do MxPx?
Hanson
Vamos chutar o balde então.
A outrora mega-sensação-teen e hoje banda indie que atende pelo nome de Hanson está lançando disco novo, inclusive em uma edição especialíssima em vinil que vem até com vitrola USB e fones de ouvido personalizados, como você viu aqui no TMDQA! há pouco tempo atrás.
Essa semana eles disponibilizaram o download da faixa “Waiting For This” em seu site oficial, mediante cadastro de e-mail/twitter.
O link é esse aqui, e logo após o cadastro o download da música é instantâneo.
A novidade de agora é que a Asian Man Records está relançado os três primeiros álbuns do projeto, em vinil 12 polegadas!
“Album Minus Band” (2005), “To Leave Or Die In L.I” (2005) e “Goodbye Cool World!” (2006), estão sendo vendidos juntos, por apenas US$25,00! Confira detalhes abaixo:
“Album Minus Band“
Álbum de estreia do Bomb The Music Industry!, lançado em janeiro de 2005, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records (selo independente do Jeff Rosenstock).
Tracklisting:
01. “Blow Your Brains Out On Live TV!!!”
02. “Does Your Face Hurt? No? ‘Cause It’s Killing Me!!!”
03. “It Ceases To Be “Whining” If You’re Still “Shitting” Blood”
04. “Big Plans of Sleeping In”
05. “I’m A Panic Bomb, Baby!”
06. “Sweet Home Cananada”
07. “Funcoland vs. the Southern Electorate”
08. “Ready… Set… No!!!”
09. “I’m Too Cooooooooool For Music”
10. “Pike St. – Park Slope (Harvey Danger)”
11. “FRRREEEEEEEEE BIIIIIIIRRRRRRD!!! FRRRREEEEEEEEEEEEEE BIIIIIIIIIRRRD!!!!”
12. “Future 86″
“To Leave Or Die In Long Island“
Lançado em dezembro de 2005, em vinil, via Asbestos Records e versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records.
O álbum traz samplers do filme do Bob Sponja, da versão britânica de “The Office” e do filme “Can’t Hardly Wait”.
Tracklisting:
01. “Happy Anterrabae Day!!!”
02. “Congratulations, John, On Joining Every Time I Die.”
03. “Showerbeers!”
04. “Stand There ‘Til You’re Sober”
05. “Dude, Get With The Program”
06. “Bomb The Music Industry! (and Action Action) (and Refused) (and Born Against) Are Fucking Dead.”
07. “Brian Wilson Says SMiLE aka My Beard of Defiance”
08. “Syke! Life Is Awesome!”
“Goodbye Cool World!“
Foi lançado em junho de 2006, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records e em edição limitadíssima em vinil, pela Asbestos Records.
O título original do álbum era “Clap Your Hands Say Shut the Fuck Up”, uma paródia feita para “homenagear” a banda de indie rock britânica Clap Your Hands Say Yeah.
Tracklisting:
01. “Old and Unprofessional”
02. “King of Minneapolis, Pts. I & II”
03. “Even Winning Feels Bad”
04. “Side Projects are Never Successful”
05. “5 Funerals”
06. “My Response To An Article In Alternative Press”
07. “Sorry, Brooklyn. Dancing Won’t Solve Anything.”
08. “It’s Official! We’re Borrrrring!”
09. “From Martyrdom To Startyrdom”
10. “All Alone In My Big Empty Apartment”
11. “Fuck The Fans”
12. “Grudge Report”
13. “King of Minneapolis, Pts. III & IV”
14. “Anywhere I Lay My Head” (Tom Waits Cover)
Há também outra promoção rolando, pra quem quiser ter mais discos do BTMI! e causar inveja nos amigos. Você pode comprar cinco álbuns - “Album Minus Band” (2005), “To Leave Or Die In L.I” (2005), “Goodbye Cool World” (2006) + “Get Warmer” (2007) e “Scrambles” (2009) – por apenas US$40,00!
A tracklisting de “Get Warmer” e “Scrambles” (2009) pode ser vista abaixo.
“Get Warmer“
Foi lançado em julho de 2007, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records, em CD e vinil via Asian Man Records/Banquet Records e conta com a participação de vinte músicos.
Tracklisting:
01. “Jobs Schmobs” – 1:58
02. “493 Ruth” – 2:44
03. “Bike Test 1 2 3″ – 2:37
04. “Unlimited Breadsticks, Soup and Salad Days” – 2:32
05. “No Rest for the Whiny” – 3:26
06. “25 Hour Goddamn Telethon” – 2:20
07. “Depression is No Fun” – 2:49
08. “I Don’t Love You Anymore” – 4:42
09. “Pizza Claus is Comin’ to Town” – 3:11
10. “Never Trust a Man Without a Horribly Embarrassing Secret” – 3:55
11. “Get Warmer” – 6:50
12. “The Last Party (Foul)” – 1:17
“Scrambles“
Foi lançado em fevereiro de 2009 em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records e em vinil via Asian Man Records. A versão física é surpreendente! Vale a pena conferir as fotos (link no final do post).
Tracklisting:
01. “Cold Chillin’ Cold Chillin’” – 1:45
02. “Stuff That I Like” – 2:53
03. “It Shits!!!” – 2:42
04. “Fresh Attitude, Young Body” – 3:38
05. “Wednesday Night Drinkball” – 2:30
06. “25!” – 2:47
07. “$2,400,000″ – 5:58
08. “Gang of Four Meets the Stooges (but Boring)” – 1:11
09. “9/11 Fever!!!” – 1:43
10. “(Shut) Up the Punx!!!” – 2:34
11. “Can I Pay My Rent in Fun?” – 3:01
12. “Saddr Weirdr” – 2:38
13. “Sort of Like Being Pumped” – 4:29
Clique aqui para conferir fotos EXCLUSIVAS de vinis do Bomb The Music Industry!, clicadas pelo fundador deste site supimpa, o Tony Aiex.
Bomb The Music Industry! é obra prima. Pode ir sem medo e com toda pompa, porque com certeza não irá se arrepender de ter conhecido o projeto.
A Death to False Hope Records, cujo lema é “Make Art Not Money [Faça Arte e Não Dinheiro]” reuniu trinta e três faixas e fez uma coletânea sensacional com o melhor do pop punk, punk rock e rock alternativo da independente Norte Americana.
A compilação foi lançada no dia 11 deste mês e traz as bandas/artistas Direct Hit!, Let Me Run, Random Orbits, Black Sails, Western Shores, Mixtapes, Bouncing Souls, Micha Schabel, Copper Bones, Think Big, American Aquarium, The Please & Thank You’s, Anchor Arms, Plain States, The Dirty Little Heaters, Over Stars and Gutters, White Tiger and the Bed Of Roses, Madison Bloodbath, Why I Hate, Joey Cape, Stereotyperider, Sour Boy, Bitter Girl, The Fresh Kills, Look Mexico, Jazz Hands, Jay Heart Montreal, 10-4 Eleanor, Jon Snodgrass, Robot Spells Hell, Hold Tight!, Beat Noir, The Dry Heathens, The Sandwiches, Johnny Rev, Mourning Is for Suckers.
Tracklisting:
01. Direct Hit! – “Snickers of Reece’s(Pick Up the Pieces)”
02. Let Me Run – “CSJ”*
03. Random Orbits – “In the Dreams I Can Remember”*
04. Black Sails, Western Shores – “Hangover Radio”
05. Mixtapes – “Morning Sex and AM Radio”*
06. Bouncing Souls – “Ghosts on the Boardwalk(Acoustic)”*
07. Micha Schabel – “American Static”
08. Copper Bones – “Feel Alive ( Ex members of My Hotel Year)”*
09. Think Big – Since When”
10. American Aquarium – “Nothing to Lose”
11. The Please & Thank You’s – “Fucking Honestly”
12. Anchor Arms- “1516″*
13. Plain States – “Libby Montana (Members of Red City Radio)”*
14. The Dirty Little Heaters – “City Square”
15. Over Stars and Gutters – “Anthem on Sheridan”
16. White Tiger and the Bed Of Roses – “El Salvador Sex Riot”
17. Madison Bloodbath – “Me and Lonesome George”
18. Why I Hate – “These Four WAlls Are Yellow, Ms. Rigby”*
19. Joey Cape – “Angry Days”*
20. Stereotyperider – “Crush Us All (Seaweed Cover)”
21. Sour Boy, Bitter Girl – “Blood on Your Hands”*
22. The Fresh Kills – “Before the Storm”
23. Look Mexico – “Take it Upstairs, Einstein(Acoustic @ Havest for Hope)”*
24. Jazz Hands – “Balloon Boyz”
25. Jay Heart Montreal – “The Sandwiches Got Our Back”
26. 10-4 Eleanor W/Jon Snodgrass – “Austin’s Song (Sour Boy, Bitter Girl Cover)”*
27. Robot Spells Hell – “Youngstown Tune-Up”*
28. Hold Tight! – “My Favorite Songs”
29. Beat Noir – “Postponed”
30. The Dry Heathens – “Splendid Little War”
31. The Sandwiches – “Bad Sandwiches and a Head Smashed on a Table”*
32. Johnny Rev – “Last December”
33. Mourning Is for Suckers – “If I’m Wrong”*
*Faixas raras/nunca antes lançadas
E o melhor: Essa lindeza está disponível para download gratuito! Então não fique aí babando: Clique aqui para fazer o download da compilação!
Além desta coletânea, o selo ainda disponibilizou outros álbuns para download gratuito em seu site. Mas doações são sempre bem-vindas. Portanto, se você puder ajudar, clique aqui e saiba como.
Entrevista com Nick Woods, do Direct Hit!
Já que Direct Hit! esteve presente no assunto anterior, nada mais válido do que postar a entrevista feita com Nick Woods, não? =)
Direct Hit! é uma banda de pop punk de Milwaukee, Wisconsin, EUA.
Eu a conheci através do twitter, quando o Nick Woods – fundador, guitarrista, vocalista e letrista do Direct Hit! – começou a me seguir do nada lá por lá.
Depois de alguns poucos meses ouvindo o EP “#3″ da incrível banda dele e trocando algumas figurinhas, resolvi convidá-lo para conceder uma entrevista para nós.
Então se você gosta de Bomb The Music Industry!, The Lillingtons, Teenage Bottlerocket, Green Day, Blink-182 e bandas nessa linha e que falem sobre zumbis, aliens e coisas divertidas, recomendo que conheça o Direct Hit!.
E baixe o mais recente EP, “#4″, gratuitamente ou com alguma doação, clicando aqui.
Leia a entrevista que fiz com o Nick, no dia 5 de março, onde a gente conversou sobre vários assuntos, como: Ídolos, inspirações, contrato com a Death to False Hope, planos para o futuro, vinil, zumbis, ETs, Brasil e claro, That ’70s Show.
Angélica (TMDQA!): Primeiramente, gostaria de saber como a banda começou, quando isso aconteceu e quantos EPs vocês já lançaram (foram quatro, estou certa?).
Nick Woods (Direct Hit): Direct Hit! começou enquanto eu ainda estava tocando com a minha antiga banda, The Box Social. Eu tinha poucas músicas escritas que eram um pouco barulhentas e rápidas comparadas com o resto do nosso material. Aí o Brian (nosso baterista) e eu começamos a tocá-las por uns tempos, só por diversão, com um amigo nosso, o Jackson, tocando baixo. Inclusive, foi o Brian que surgiu com a ideia do nome da banda, em 2007 ou por volta disso. Desde então, nós tivemos uma rotação constante de diferentes membros (Brian e Jackson não estão mais na banda) e nós não tínhamos realmente um lineup consistente até poucos meses atrás, mas conseguimos gravar e disponibilizar quatro EPs on-line, que nós os vendemos por doações.
Angélica (TMDQA!): Quais são os membros da banda? E eles são seus amigos de infância ou de escola/faculdade?
Nick Woods (Direct Hit!): Direct Hit é Nick Woods, Danny Walkowiak, Mike Esser, Robbie Schroeder e Alex Hill. A banda já teve um montão de outros membros, então explicar como que chegamos até essa formação atual, é um pouco complicado… Eu conheci o Danny numa apresentação do Direct Hit, que fizemos com uma banda amiga, a Bust!, enquanto acontecia um tipo de entra e sai de bateristas. Mas eu já o conhecia há bastante tempo, assim como a antiga banda do Robbie, The Accidents. Então Danny fez um teste para tocar bateria e entrou para a banda pouco tempo depois disso. E quando nosso baixista nessa época deixou a banda, Robbie passou a assumir os graves do Direct Hit. Durante esse meio tempo, eu estava procurando um outro guitarrista para fazer as coisas soarem com mais clareza ao vivo e aí conheci Mike, através de um amigo nosso. Tocamos com essa formação – quatro membros – durante um tempo. Então eu resolvi chamar a Alex para tocar teclado, quem eu conheço desde quando comecei a frequentar shows de pop punk, quando eu tinha 15 ou 16 anos. Todas essas peças levaram bastante tempo até ficarem juntas, mas as coisas tem estado bem firmes por agora.
Angélica (TMDQA!): Quero aproveitar que estamos conversando, para falar que o EP “#3″ é viciante e sensacional! E é ótimo para ouvir em diversas ocasiões. “They Came For Me” é uma das melhores músicas que eu já ouvi nesses últimos anos e eu fiquei muito feliz em ter descoberto a banda por causa desse EP. Aliás, com que frequência vocês pretendem lançar os EPs? E eles sempre terão títulos numéricos?
Nick Woods (Direct Hit!) Valeu! Todos os EPs que fizemos tiveram pessoas diferentes tocando os instrumentos, então eu acho que vamos dar um tempo depois do lançamento do EP “#5″, que provavelmente sairá durante esse verão [hemisfério Norte, ou seja, final de junho aqui no Brasil].
Eu realmente quero regravar todas essas músicas que já lançamos, com esse lineup atual. Principalmente porque eu sou um puta narcisista e quero ouvir as gravações com os melhores músicos com os quais eu já toquei. Uma vez feito isso, eu espero que a gente possa lançar um álbum completo com as melhores músicas e lançar o resto em vinil. E inclusive, esses próximos lançamentos terão nomes de verdade, sem números. Nós também vamos lançar um split 7″ com os nossos amigos The Transgressions e também estamos trabalhando em outro split 7″ com um outro grupo de amigos nossos, lá de Illinois. Então, respondendo a sua pergunta – Nossos lançamentos nem sempre terão números nos títulos, mas nós provavelmente voltaremos a fazer isso uma vez que começar a ficar chato e tivermos que escrever novas músicas de novo.
Angélica (TMDQA!): Recentemente – sendo mais precisa, no dia 2 de março – vocês lançaram o EP “#4″ (que inclui a música “Monster In The Closet”, que é incrível. É a minha favorita desse novo EP). Quais são os planos para esse lançamento?
Nick Woods (TMDQA!): Sinceramente, não temos planos para nenhum de nossos lançamentos. Fazer e executar planos, dá um trabalhão e nós queremos nos distanciar de qualquer coisa que pareça como um trabalho. Se divertir é o primeiro objetivo do Direct Hit, então nós meio que gravamos as coisas quando temos tempo e dinheiro e aí, colocamos na internet para quem quiser ouvir. Foi assim que lançamos o “#4″ e eu tenho ficado surpreso em ver como a resposta tem sido positiva. É estranho o quanto você tem que forçar as pessoas para ouvirem novas músicas atualmente… Há tantas bandas em comparação com quando nós estávamos aprendendo a tocar nossos instrumentos e todas elas querem atenção. Eu acho que já superei isso com a minha banda anterior, por isso que eu fiz um esforço de me preocupar o mínimo possível com Direct Hit além de escrever canções cativantes e ter bas gravações delas, para ouví-las quando eu estiver velho e chato.
Angélica (TMDQA!): Como foi que surgiu essa parceria com a Death to False Hope Records e como você vê o futuro da banda agora?
Nick Woods (Direct Hit!): Um dos caras que comandam o selo, me mandou um e-mail do nada dizendo o quanto ele havia gostado dos EPs “#3″ e “#4″ e aí me perguntou se ele poderia ajudar a fazer com que eles [os EPs, obviamente] entrassem também no cérebro de algumas outras pessoas. Nós não disponibilizamos os nossos materiais antigos para as pessoas fazerem download por um monte de razões diferentes, então eles acabaram oferecendo ajuda só para o EP “#4″, já que ele é o mais novo.
Já em relação a segunda parte da sua pergunta, de proprósito, eu não tento enxergar o futuro da banda. Tentar conseguir algum tipo de objetivo a longo prazo, tornaria o Direct Hit um trabalho e eu já tenho um desses, então não preciso de outro. É muito mais fácil para nós, escrevermos as músicas quando não estivermos estressados por não ter conseguido atingir um certo ponto de nossas “carreiras”, num determinado tempo. Eu aprendi isso por um caminho mais difícil, ao ver que pensar na música desse jeito, faz com que ela seja totalmente chata.
Angélica (TMDQA!): Quais são as suas inspirações para as letras?
Nick Woods (Direct Hit!): Acho que fazer essa pergunta pra mim é a mesma coisa que perguntar para o Jerry Bruckheimer ou Michael Bay, como que surgem as ideias para os seus filmes. Eu acho os filmes deles desastrosos, mas eu posso simpatizar com algo escrito apenas para ter o valor absoluto de entreter, porque é assim que eu faço as letras. Eu propositalmente não tento fazer uma declaração sobre qualquer tipo de filosofia ou sobre a verdade mais profunda, porque eu sempre escutava música para escapar desse tipo de pensamento. Enquanto eu não souber a verdadeira inspiração por trás de suas músicas, quase posso garantir que Glen Danzig [Misfits] ou não estava tentando fazer algum tipo de afirmação sociopolítica tão grande quando ele ou quem quer que seja que escreveu “Teenagers From Mars”. Eu venho dessa mesma escola, por sinal – é muito mais divertido e empolgante ouvir um música sobre zumbis ou aliens ou assassinato ou festas, do que ouvir algum idiota falando sobre a guerra no Iraque. Essas são questões importantes, eu acho, mas eu posso ouvir essa merda no canal CNN. Eu não preciso ouví-las enquanto eu estiver tentando ficar extasiado antes de um jogo dos Brewers [equipe profissional de baseball, de Milwaukee] ou algo do tipo.
Angélica (TMDQA!): Quando você começou a tocar guitarra e quem foi que te influenciou a fazer isso?
Nick Woods (Direct Hit!): Eu acho que eu tinha uns 12 anos – Minha mãe comprou uma guitarra pra mim, porque ela achava que poderia me manter longe das drogas e também porque eu escutava muito Metallica.
Angélica (TMDQA!): Quais são as suas maiores influências e de que forma você as trouxe para o som da banda?
Nick Woods (Direct Hit!): Andrew WK, The Ramones, Bruce Springsteen e Green Day são realmente quatro artistas/bandas que eu gostaria de fazer com que o Direct Hit se parecesse no começo. Mas para te falar a verdade, as partes que eu escrevo são mais influenciadas pelo Top 40 [um portal musical da internet, que tem 49 paradas musicais de 25 paises e mais de 26.000 musicas registradas] do que outra coisa. Mas eu não posso falar pelo resto da banda – eu vou ensaiar com uma estrutura de uma canção escrita, mas todo mundo escreve as suas próprias partes e rascunhos a partir de um conjunto completamente diferente de influências do meu. Robbie gosta mais de coisas técnicas e músicas estranhas como Lightning Bolt e Daughters, considerando que eu acho que o Mike tende a ser influenciado mais pelo pop-punk moderno. Danny e Alex tem seus favoritos também que provavelmente são muito diferentes dos meus. E tenho certeza que isso influencia o modo como eles vêm com suas partes de músicas, mas aí você teria que perguntar pra eles. Só posso falar por mim. Posso dizer que todos nós temos um respeito por melodias cativantes, tocadas bem. O compromisso entre nós sobre o que isso significa, é exatamente o que faz o nosso som.
Angélica (TMDQA!): Você gostaria de dividir o palco com quem? E como é dividir o palco com bandas como Black For a Second e The Manix?
Nick Woods: Eu ficaria extremamente feliz se tocasse com o Slayer. Ou o Jay-Z. Um dos dois. Embora isso provavelmente nunca vá acontecer. Mas é muito mais legal fazer shows com os nossos amigo, como esses dois grupos que você citou. Você pode se dar ao luxo de ter um apagão antes de tocar, sem se sentir como um total e completo perdedor, quando você acordar com todo o mobiliário da sala de estar empilhado em cima de seu corpo desmaiado.
Angélica (TMDQA!): Antes do Direct Hit você teve quais bandas? Eu sei que você toca guitarra com The Saltshakers (que também é sensacional), mas eu não sei quem nasceu primeiro. E além desses dois, você tem outros projetos?
Nick Woods (Direct Hit!): Todos nós temos projetos paralelos ao Direct Hit. Danny e Robbie tocam juntos, só bateria e baixo, num grupo que eles chamam de Johnny’s Goin Heavy. Danny também toca bateria com o Bust! às vezes. Robbie e eu temos feito uma brincadeira por aí, com dois baixistas e um baterista e chamamos de La Tenia. Alex tem um projeto solo que inclusive, ela vem trabalhando nele há um bom tempo. Mike tem outra banda chamada The Latchkey Kid. E como você disse, eu toco guitarra com um grupo chamado The Saltshakers. Eu acho que todos nós iríamos pirar se só pudessemos tocar em uma banda por vez. Eu já fiz isso por cinco anos com meu outro grupo e tem sido incrível não me limitar a um só projeto.
Angélica (TMDQA!): Espero poder ver um show do Direct Hit algum dia. Mas até esse dia chegar, me conte como são os shows. Vocês fazem algum cover, alguma versão ou só mesmo tocam o trabalho autoral?
Nick Woods (Direct Hit!): Nada além de coisas próprias. Aprender as músicas dos outros é mais difícil do que fazer as suas próprias.
Angélica (TMDQA!): O que você sabe sobre o Brasil? Suponho que quase nada, né? hahaha
Nick Woods (Direct Hit!): Sei porra nenhuma do Brasil, com execão de que nós temos algumas pessoas mandando recados dizendo o quão incrível o seu país é. Compre passagens de avião pra nós e estaremos chegando aí amanhã.
Angélica (TMDQA!): E por último, eu preciso perguntar isso: Você é de Wisconsin… Você assistiu That ’70s Show? Digo, você gosta? Porque na minha opinião, foi o melhor programa de TV que eu já vi!
Nick Woods (Direct Hit!): hehe, Eu assisti até a reprise. A Mila Kunis é gostosa demais.
Seção Chegou! especial com Cachorro Grande. Mais de 40 fotos do LP lindão dos caras, que a Deckdisc/Polysom prensou em edição premium de alta fidelidade. E você ainda pode levar uma cópia do disco pra casa – saiba como clicando aqui!
Brandon Flowers
Como você já viu aqui no TMDQA!, o vocalista da banda The Killers, Brandon Flowers, irá lançar um disco solo muito em breve, e assim que o lançamento vai se aproximando, mais notícias começam a aparecer em sites especializados.
Essa semana o site da revista Spin publicou uma entrevista com Brandon onde ele diz porque decidiu iniciar uma carreira solo e como escolheu uma das colaboradoras desse álbum, a vocalista da banda indie Rilo Kiley, Jenny Lewis.
Entre outras curiosidades, Brandon diz que sempre pensou no nome de Jenny quando tinha a ideia de adicionar vocais femininos às suas músicas, muito por ela ser uma conterrânea da banda, já que nasceu em Las Vegas, no mesmo hospital do baterista do Killers, Ronnie Vannucci Jr. , com algumas semanas de diferença.
Veja a entrevista completa no site da Spin, clicando aqui.
Korn
À medida que a data de lançamento do mais novo disco do Korn, “Korn III: Remember Who You Are” vai se aproximando, começam a aparecer mais detalhes sobre esse novo álbum.
O primeiro deles é a capa que foi liberada, e é essa que você vê aí em cima, na minha opinião bem fraquinha.
Segundo é que três faixas desse disco foram tocadas no programa “Octane” da rádio via satélite Sirius/XM, e obviamente tudo já foi parar na Internet, através de um vídeo do YouTube que você pode ver logo abaixo. A qualidade do áudio tá muito boa e é um bom preview do que vem por aí no disco.
Os nomes das faixas são “Pop A Pill”, “Let The Guilt Go” e “The Past”.
Por último, também foi divulgada a tracklisting do álbum, e é essa aqui:
1. UBER-TIME
2. OILDALE (LEAVE ME ALONE)
3. POP A PILL
4. FEAR IS A PLACE TO LIVE
5. MOVE ON
6. LEAD THE PARADE
7. LET THE GUILT GO
8. THE PAST
9. NEVER AROUND
10. ARE YOU READY TO LIVE ?
11. HOLDING ALL THESE LIES
O disco será lançado no dia 13 de Julho, via RoadRunner Records.
Liam Gallagher
Nenhum membro do Oasis fez questão de algum dia esconder todo seu amor pelos Beatles, e isso a gente já sabe muito bem.
O que a gente ainda não sabia, é que Liam Gallagher será o produtor de um documentário/biografia do quarteto mais famoso de toda a história (desculpa Liam, são os Beatles, não o Oasis) baseado em um livro de 1972 escrito por Richard DiLello, que conta o final da carreira dos caras e mostra bastidores de como funcionava a gravadora deles, a Apple Records.
O nome do livro não é facil de decorar : “The Longest Cocktail Party: An Insider’s Diary of the Beatles, Their Million Dollar Apple Empire and Its Wild Rise and Fall” , mas não deve emprestar o nome ao documentário, já que isso ainda não foi decidido, bem como elenco, diretor e roteirista, que ainda serão escolhidos.
Assim que saírem mais detalhes, postaremos por aqui, agora é só aguardar que deve vir coisa interessante por aí.
Vroom Vroom Vespa Tour
Nomes de turnês são coisas engraçadas.
Às vezes eles podem ser um fiasco e tornar uma turnê interessante em motivo de piada, e às vezes podem chamar a atenção de muita gente a uma turnê despretensiosa. É o caso do que irei falar aqui.
Além de já contar com todo o hype, carinho e devoção dos amantes da famosa moto Vespa, foi criada a “Vroom Vroom Vespa Tour”, que além do nome mais do que simpático ainda terá figurões da cena underground viajando para fazer shows ao estilo vocal e violão pelos Estados Unidos.
Participarão da turnê Greg Attonito (vocalista do Bouncing Souls), Kevin Seconds (7 Seconds), Shanti Wintergate (cantora, compositora, atriz e esposa de Greg) e Kepi Ghoulie (Groovie Ghoulies).
A turnê rola de 3 a 12 de Junho, tem esse cartaz bonitão e uma página oficial, onde você pode encontrar todos os detalhes, é só clicar aqui.
Stephen Egerton (Descendents)
Lembram de quando eu falei sobre o disco solo do guitarrista do Descendents, Stephen Egerton, e comentei que o disco prometia demais, já que o cara gravou todos os instrumentos do álbum e para assumir os vocais chamou um convidado especial para cada faixa, contando com vocalistas de Rise Against, Alkaline Trio, MxPx, Less Than Jake, ALL, Descendents, Armchair Martian e muito mais?
Poisé, agora todos nós já temos a chance de ouvir o discão na íntegra, já que a Spinner disponibilizou streaming de todas as faixas dele nesse site aqui.
Já tive a oportunidade de ouvir e vou te dizer que há tempos não ouvia um disco de pop-punk tão bem feito, interessante e coeso, apesar de contar com mais de 10 vocalistas diferentes.
Parabéns Stephen, você tem um belo círculo de amigos eim!
A Day To Remember
A Victory Records está lançando uma edição especial do EP “Attack Of The Killer B-sides” da banda de metalcore A Day To Remember.
O disco pode ser encontrado em um pacotão que conta com camiseta exclusiva contendo a arte do disco, e 2 cópias do vinil em 7 polegadas, uma em cor “fumaça branca” (só existem 200 cópias prensadas) e outro em “verde tóxico” (1.300 cópias prensadas).
O disco conta com as faixas “Right Where You Want Me To Be”, uma versão acústica de “Another Song About The Weekend” e as covers de “Since U Been Gone” da Kelly Clarkson e “Over My Head (Cable Car)” da banda The Fray.
Podcast #8 NO AR!! Assunto da semana: “Quem te viu, quem te vê!”. Comparações sobre fases antigas e fases mais recentes de bandas que passaram por profundas alterações em sua sonoridade. Além de muita informação, tem 2 faixas de cada banda lado a lado pra comparar. Tem Blink 182, Smash Mouth, The Ataris, The Distillers, No Doubt e Green Day.
Continuando…
Green Day
A saga de relançamentos do Green Day em vinil continua. Seguindo a ordem cronológica do catálogo da banda, agora é a coletânea de b-sides do trio que ganha versão em 12 polegadas. “Shenanigans” conta com 14 faixas, sendo 13 b-sides/covers e 1 música inédita, a “Ha Ha You’re Dead”. O disco não terá encarte nem faixas bônus e pode ser encontrado em pré-venda aqui.
Ao contrário do “International Super Hits”, estou ansioso para o relançamento de “Shenanigans”, primeiro por achar que as músicas são mais legais, mas principalmente porque a arte desse disco é bem mais bonita e vai ficar excelente na capa do discão.
Thom Yorke
Mark Mulcahy era o frontman da banda de rock alternativo Miracle Legion, que durou 10 anos e teve sucesso apenas moderado. Apesar disso, Mark conseguiu respeito absurdo de artistas muito influentes como Thom Yorke (do Radiohead), Michael Stipe (REM), Frank Black (Pixies) e está tendo total apoio desses amigos para lançar um tributo à sua mulher, que morreu esse ano.
“Ciao My Shining Star” é um lançamento apenas digital, de 21 faixas, mas a colaboração de Thom Yorke ganhou versão em disquinho de 7″, limitado a 2000 cópias que já está disponível para pré-venda aqui.
Thom Yorke gravou uma cover de “All For The Best” do Miracle Legion, enquanto Mark canta a faixa “Ciao My Shining Star”.
O álbum digital inteiro poderá ser comprado no site do cara quando for lançado, mas enquanto isso confira a tracklist, cheia de figurões da cena alternativa/indie:
Regina Spektor
Regina Spektor é uma artista nascida na Rússia que viu sua família ter de abandonar o país quando ela estava para completar 10 anos de idade. Estabelecendo-se em Nova York, ela alcançou enorme sucesso na cena indie local, se encaixando no estilo anti-folk e ganhando renome justamente pelos admiradores do estilo.
O reconhecimento veio de forma gradativa e entre 2003 e 2005 ela abriu shows de nomes conhecidos como The Strokes, Kings Of Leon e Keane. Sua voz suave, as letras bem compostas, o belo piano e seus arranjos “bonitinhos” conquistaram cada vez mais e mais fãs, até que ela lançou “Begin To Hope” em 2006.
O álbum colocou Regina definitivamente sob os holofotes e chamou atenção do mundo inteiro, alcançando posições de destaque em paradas de sucesso dos EUA, Austrália e praticamente toda a Europa.
No último dia 23 de Junho, Regina lançou o aguardado sucessor de “Begin To Hope” e obteve ainda mais êxito, chegando a estar no TOP 3 da parada americana. “Far” é o quinto álbum de estúdio da talentosa cantora e o terceiro via Warner Bros. (O primeiro foi um relançamento de “Soviet Kitsch”, que havia sido lançado por conta própria anteriormente).
A Warner Bros. é a mesma gravadora do Green Day, que está justamente promovendo o relançamento do catálogo de várias de suas bandas em vinil, e é isso que acontece com a talentosíssima Regina Spektor agora.
“Begin To Hope” e “Far” ganham suas versões em discão, assim como seus colegas de gravadora, e já estão disponíveis para compra aqui e aqui. Infelizmente, da mesma maneira que acontece com os álbuns do Green Day, o preço é bem salgado. São 21 dólares para cada álbum, sendo que nenhum deles contém material bônus.
Se você não conhece o trabalho da moça, esqueça o preconceito e vá atrás, porque é BEM legal.
Chad Price
Chad Price é conhecido como o terceiro vocalista da banda ALL (aquela que conta com todos os intrumentistas do Descendents + um vocalista, e que já teve nessa posição Dave Smalley e Scott Reynolds) e como membro de uma espécie de “Banda All-Star”, o Drag The River, que além de contar com Chad, ainda tem Jon Snodgrass, JJ Nobody, entre outros.
Dessa vez porém, o assunto é a carreira solo de Chad Price, que está iniciando agora com o disco “Smile Sweet Face”. Há poucos dias Chad anunciou o projeto, que será lançado em Vinil, CD e digitalmente, mas ainda não tem data prevista, e agora foi a vez de anunciar também o a capa, que você vê logo acima, e o track list com 10 faixas:
1. This Cross
2. Cursed
3. With Broken Hearts
4. With Bleeding Wrists
5. Peachy Tuscadero (killer song about Chad’s dog)
6. Your Voice Is Music
7. Your Paralyzing Wings
8. Static
9. This War
10. Going Away
Assim que a data de lançamento for confirmada, pode ter certeza que eu postarei por aqui, enquanto isso não acontece, ouça o excelente pop-punk do ALL e o tão excelente quanto alt-country do Drag The River.
Tem:
No Doubt tocando Clash
Bomb The Music Industry! tocando Tom Waits
The Get Up Kids tocando Motley Crue
Reel Big Fish tocando Phil Collins
NOFX tocando Minor Threat
Me First And The Gimme Gimmes tocando Willie Nelson e Misfits na mesma música!
Outra coisa, o blog BlocoSe7e postou uma matéria em 3 partes sobre o dia do rock, com entrevistas comigo, com Wlad do Zonapunk, Clids e Roger do Ultraje. Clique aqui e confira o que eu e o resto do pessoal dissemos sobre esse amigo tão querido que é o rock.
Agora sim, voltando ao normal:
Poisé!
Chegou a hora de conhecer quem vai levar os prêmios abaixo pra casa!
O CD não estava no pacote inicial, mas para comemorar que passamos de 200 participações, coloquei ele como bônus para um segundo ganhador. Quem tem twitter ficou sabendo primeiro! =D
Foram 271 participações, contando mensagens no twitter e e-mails enviados.
Fiz o mesmo esquema de sempre, gerando números randômicos no site random.org e associando os números a uma tabela que eu preenchi com todo mundo que participou da promoção.
E os resultados foram os seguintes:
1º Prêmio: Camiseta + Pôster
Parabéns Fernando! Você levou pra casa o primeiro prêmio, e logo entrarei em contato com você via e-mail.
O Fernando enviou um e-mail e depois fez um twitter, @Iktheavus para participar também. Ganhou com o e-mail.
2 º Prêmio: CD Plea For Peace
Parabéns Luca Moraes! O twitter dele é o @lucamoraes. Você ficou com o CD e logo entrarei em contato com você também!
Bom, é isso. A promoção acabou, mas você sabe que aqui no TMDQA! não fica sem prêmios, certo? Certo.
Começo agora então a promoção BOMB THE MUSIC INDUSTRY!
E do que se trata a promoção, você pergunta. E eu respondo:
São 3 prêmios, para 3 vencedores diferentes. São eles:
1 – VINIL AMARELO do disco “Album Minus Band.” do Bomb The Music Industry!
Ahm, não conhece? Não sabe do que eu to falando? Entre aqui e baixe o álbum todinho. Tenho certeza que você vai querer levar o discão pra casa. Além dele ser amarelo e ter uma capa bonitona pra por na parede! Raro de achar? Um pouco.
Clique nas fotos para ampliá-las.
2 – COLETÂNEA “MAILORDER FOR THE MASSES” da Asian Man Records em CD
Coletânea com Alkaline Trio, Lawrence Arms, Matt Skiba (do Alk3, mas em carreira solo), The Toasters, Tuesday (banda antiga do baixista do Alkaline Trio, Dan Andriano), King Apparatus, Chris Murray e muito mais. Lançada pela Asian Man Records com bandas do seu cast.
Clique nas fotos para ampliá-las.
3 – CD Sampler da gravadora SUBURBAN HOME
Sampler (CD de amostra) da gravadora Suburban Home.
Tem músicas do Joey Cape (Lagwagon), Useless ID, Two Cow Garage, Ninja Gun, Tim Barry, Jon Snodgrass, Jr. Juggernaut, LaGrecia (ex-Kid Dynamite), Ghost Buffalo, Armchair Martian, The Playing Favorites, Kay Kay And His Weathered Underground, Scott Reynolds e Drag The River.
Clique nas fotos para ampliá-las.
Ok Tony, você me convenceu. E o que eu devo fazer para participar da promoção?
REGRAS:
Entre na comunidade do TMDQA! no Orkut. Lá tem um tópico chamado “PROMOÇÃO BOMB THE MUSIC INDUSTRY!”. Dentro desse tópico poste uma frase que começa com “BOMBA EM..” ou “BOMBA NO..” ou “BOMBA NA..” sacaram né? Eu já deixei um exemplo por lá.
O ganhador do vinil do BtMI! será aquele que colocar a frase mais criativa, julgada por uma comissão analisadora formada por mim mesmo.
O segundo prêmio será o “Mailorder For The Masses”. TODO MUNDO que participar com uma mensagem na comunidade entrará no sorteio desse CD.
O terceiro prêmio é o Sampler da Suburban Home. Porém, contudo, todavia, entretanto, o sorteio desse CD está condicionado a ultrapassarmos 200 pessoas na comunidade. Ou seja, se chegar Domingo que vem e não tivermos 200 pessoas na comunidade, não haverá sorteio desse CD. Se passarmos de 200, TODAS AS PESSOAS que deixarem mensagem da promoção participarão do sorteio.
Certo então? Bole frases legais, frases idiotas, frases meia-boca. O que vale é a criatividade e também a quantidade de vezes que você irá postar.
Além disso, chame seus amigos para entrarem na comunidade, assim fica mais provável que role o sorteio do terceiro CD, e teremos 3 leitores do site premiados! \o/