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Johnny Cash
Nascido no Arkansas filho de fazendeiros, Johnny Cash, conhecido pelos fãs como “O Homem de Preto” foi um dos grandes representantes do country americano.
Com uma carreira de quase cinco décadas Johnny passou por momentos desastrosos durante a vida, como o vício em anfetaminas, que forçou seu isolamento dos palcos, e momentos felizes, como seu grande amor June Carter que teve um papel importante ao ajudá-lo a se livrar das drogas.
A parceria com June alavancou novamente a carreira de Johnny. Logo após sua recuperação dois álbuns de grande sucesso nasceram “Johnny Cash at Folsom Prison”e “Johnny Cash at San Quentin”.
Conhecido pela fama de durão e fora-da-lei Johnny voluntariamente cantava em cadeias e penitenciarias e até passou algumas noites na prisão devido a pequenos delitos.
Morreu em 2003, quatro meses após a morte de June, devido a diabetes com 71 anos.
A Legacy Recordins organizou, com os 16 maiores sucessos do rebelde e canastrão Johnny Cash, um LP memorável “Johnny Cash – 16 Biggest Hits“.
“I Walk The Line“, “Ring Of Fire“, “Folsom Prison Blues“, “Man In Black” e “A Boy Named Sue” são algumas das músicas que fazem parte da seleta. Tudo isso na qualidade de som que apenas o vinil pode passar. Um presente para qualquer fã do “Man in Black”.
Influenciados por Sonic Youth e Pixies, Spoon mistura a tudo isso ao mais refinado do folk com batidas dançantes, piano e instrumentos de corda, além das primorosas composições de Britt Daniel.
Banda de indie rock Texana que lança o primeiro single do caloroso último disco“Transference“.
Com as faixas “Written In Reverse” e a B-side exclusiva “Mean Red Spider“, tudo numa versão limitada em vinil rosa.
O disco mais explosivo do cantor britânico Elvis Costello, “This Year’s Model” foi relançado em vinil 180 gramas e remasterizado direto das master tapes originais.
O disco de 1978 foi um marco na carreira do cantor/guitarrista. Foi o disco que marcou sua estreia com a banda The Attractions consagrando o álbum por ser ser o responsável pela união entre os músicos de sua banda, Steve Nieve tecladista, o baixista Bruce Thomas e o baterista Pete Thomas, culminado numa das mais talentosas bandas de rock de todos os tempos.
O disco mais “nervoso” de sua carreira trata de assuntos como decepções e negações com uma forte energia selvagem, que seria impossível sem os The Attracions.
O disco vem com as 11 faixas gravadas em estúdio. E como já falamos aqui, Costello fez um apresentação com sua banda, em terras americanas, no auditório da Hollywood High School, nesta mesma época, que rendeu um CD.
Segue o tracklist:
1. “No Action”
2. “This Year’s Girl”
3. “The Beat” 4. “Pump it Up”
5.”Little Triggers” 6. “You Belong To Me”
7. “Hand in Hand”
8. “Lip Service”
9. “Living In Paradise”
10. “Lipstick Vogue”
11. “Radio, Radio”
O grande Bruce Springsteen, ou o famoso The Boss, lança essa semana seu mais novo registro fonográfico e dessa vez trata-se de um DVD duplo gravado no Hyde Park, em Londres. “London Calling: Live In Hyde Park” foi gravado há quase um ano atrás, em 28 de Junho de 2009 no festival Hard Rock Calling e traz números e características impressionantes.
São 163 minutos de vídeo em HD, 26 faixas, e um belo visual de um público gigantesco que acompanha o belo show começando durante o dia, passando por um belo pôr do sol e acabando à noite.
Além de clássicos de Springsteen o DVD ainda conta com covers de “London Calling” do The Clash, que abre o show, de “Trapped” do Jimmy Cliff, “Good Lovin’” do Young Rascals e “Raise Your Hand” de Eddie Floyd.
Outro ponto alto do show foi quando Brian Fallon, do Gaslight Anthem, foi ovacionado pela plateia e pelo próprio Bruce ao ser convidado para cantar “No Surrender” com a banda. A gente comentou sobre isso aqui no TMDQA! e você pode ver o vídeo aqui.
Por fim, o segundo DVD inclui alguns bônus como “The River” tocada em Glastonbury e “Wrecking Ball” ao vivo no estádio do New Jersey Giants.
A rede de TV norte-americana NBC fez uma matéria sobre discos de vinil e a volta do formato, cujas vendas cresceram 89% por lá no aúltimo ano e ao citar vários nomes como Radiohead e Pink Floyd, eles foram atrás de um curto depoimento do Green Day, já que a banda relançou todo seu catálogo em (caros e simples) discos de vinil.
Billie Joe, vocalista e guitarrista da banda, chega a dizer que os discos de vinil fazem parte do estilo de vida deles.
Veja a matéria completa logo abaixo.
Nine Inch Nails
“The Downward Spiral”, terceiro disco do Nine Inch Nails, foi lançado originalmente em 1994 e é um álbum-conceito sobre a decadência de um homem, sua espiral de queda e o fim com uma tentativa de suicídio.
Esse disco foi um grande sucesso comercial para Trent Reznor e seu NiN, que emplacou grandes hits como “Closer” com seu videoclipe controverso e “Hurt”, que anos depois ficaria muito famosa com a voz de Johnny Cash, em um de seus últimos trabalhos antes de morrer.
Pois bem, esse disco está sendo relançado pela Universal em uma edição limitada de vinil duplo, ao que parece em picture disc, com toda a arte impressa direto nos discos.
Infelizmente a página oficial do lançamento no site da Back To Black Records não dá muitos detalhes sobre o relançamento e até confunde um pouco, ao mostrar um tracklisting com apenas 2 lados.
De qualquer forma, pelo que dá pra perceber das fotos do disco, a tracklisting ficou assim:
Disco 1, Lado A
Mr. Self Destruct
Piggy
Heresy
March Of The Pigs
Disco 1, Lado B
Closer
Ruiner
The Becoming
Disco 2, Lado A
I Do Not Want This
Big Man With A Gun
A Warm Place
Eraser (Vinyl Version)
Disco 2, Lado B
Reptile (Vinyl Version)
The Downward Spiral
Hurt
A página oficial do lançamento com detalhes e links para compra é essa aqui.
Rancid
Como vocês já sabem o Rancid tem liberado um videoclipe inédito a cada semana, todos de músicas antigas e que por algum motivo nunca haviam sido lançados antes.
Essa semana o clipe é de “Rattlesnake”, do disco “Rancid” de 2000 e pode ser visto logo abaixo.
Para ver os outros 2 novos vídeos já lançados, clique aqui.
Entrevista com Tom Delonge
Brendan Kelly, baixista e vocalista do excelente The Lawrence Arms, tem um programa de TV junto com Toby, figurão do underground dos EUA e dono da Red Scare Records na rede JBTV, em Chicago.
Como parte do último episódio desse programa eles entrevistaram Tom Delonge, guitarrista e vocalista de Blink-182, Angels And Airwaves e Boxcar Racer.
Assista o vídeo clicando aqui , a parte do AvA começa em +- 6 minutos, e traz Tom conversando sobre os ideais da banda, o filme “LOVE”, que está sendo feito pela banda e outros assuntos pertinentes.
E se você não leu a respeito, o Boxcar Racer irá relançar seu primeiro e único disco em uma edição especialíssima de vinil. Veja todos os detalhes aqui.
Sundowner
Falando em The Lawrence Arms, o outro vocalista da banda Chris McCaughan tem um excelente projeto solo de folk chamado Sundowner que anunciou capa e nome do seu segundo disco, a ser lançado em 10 de Agosto desse ano.
“We Chase The Waves” sairá via Asian Man Records e o próprio dono do selo, Mike Park, já disse que é para nos preparamos porque ouviremos o melhor disco de todos os tempos.
Exageros à parte, ao julgar pelo primeiro trabalho do cara, “Four One Five Two”, vem coisa muito boa por aí, já que é um dos discos acústicos mais bacanas que eu já ouvi.
No site da Amazon já está disponível a pré-venda do disco em MP3 (ugh) e você pode ouvir 20 segundos de cada música aqui.
Da nossa parte, o Sundowner é recomendadíssimo.
Tire suas próprias conclusões com o clipe de “This War Is Noise”, logo abaixo.
Nova seção Chegou! com dezenas de fotos exclusivas de discos muito legais! Tem Green Day, Alexisonfire, Ninja Gun e Brendan Kelly. Clique em todas as fotos para ampliá-las, e deixe os vídeos rolando enquanto as vê para conhecer as bandas.
Aproveite!
Green Day
Se você acompanha esse blog há mais tempo, com certeza viu o especial que fiz com a caixa de singles do Green Day que saiu ano passado, nela vinha o single de “Know Your Enemy”, e talvez você esteja pensando “que diabos ele tá fazendo com um disco repetido?”.
Bom, você também deve ter lido que eu critiquei a Reprise por alterar a tracklisting da maioria dos disquinhos na singles box, tirando b-sides e colocando singles dos álbuns do trio, em uma atitude totalmente comercial e equivocada, já que single a gente ouve nos discos de estúdio né?
Esse é o single de “Know Your Enemy” que ao invés de “21 Guns” conta com o b-side “Hearts Collide”, uma das músicas que não estão no álbum “21st Century Breakdown”, e essa é a graça de ter EPs/Singles, as músicas até então inéditas.
Graficamente o EP leva todo o ar de “21st Century Breakdown”, com uma capa muito mais bonita e bem feita do que a estranha arte “estourada” da caixa de singles.
Atrás dele a letra de “Know Your Enemy” e uma numeração que imagino ser o número de cópias. Nada de muito especial, mas bem mais legal que a versão da Singles Box.
Clique nas fotos para ampliá-las
Alexisonfire
Se você já tem um pré conceito estabelecido sobre Alexisonfire, esqueça já.
Até ano passado, pra mim, o quinteto canadense era só “uma banda emo lá” que eu não tinha me dado ao trabalho de ouvir e já achava que não gostava.
Aí eu vi a belíssima capa desse novo disco no site da Vagrant e já comecei a prestar atenção, até que no final do ano passado meu amigo Gustavo Pelogia sugeriu que eu visse o clipe de “Young Cardinals” porque valia a pena. Obrigado Pelogia!
“Old Crows/Young Cardinals” é excelente, traz os berros de George Pettit, o lindo vocal de Dallas Green, muito peso e letras bem feitas. É post-hardcore, é punk, é emo, é bom demais! Foi uma pena ter ouvido o disco tão tarde, senão ele teria entrado facilmente na minha lista de 10 melhores de 2009.
A versão em LP é um show, um exemplo de como combinar nome do disco/temática com a arte e a parte gráfica.
Já que estamos falando de velhos corvos e jovens cardinais, nada melhor do que a parte de fora ser toda avermelhada, combinando com o cardinal da capa, e a parte interior toda cinza, como o belo corvo desenhado por lá.
Além disso, o disco é duplo, e cada LP também representa um dos pássaros, com o primeiro sendo cinza cheio de manchas pretas e o segundo vermelho com algumas manchas pretas. Lindo!
Pra finalizar, um pôster com colagens de símbolos e textos de jornais, que no verso traz todas as letras do disco. Simples, barato e totalmente funcional.
Parabéns Alexisonfire pela bela obra de arte que é “Old Crows/Young Cardinals”.
P.S.: Quando eu estava editando as fotos para esse post, percebi que há inscrições ao redor do selo central dos discos, com algumas frases em francês, dá uma olhada:
Como eu entendo tanto Francês quanto Russo, fiz uma tradução no Google Translate e ficou assim, mas se alguém souber como isso faria mais sentido, por favor não hesite em falar!
Clique nas fotos para ampliá-las:
Ninja Gun
Eu adoro esse disco do Ninja Gun.
Em “Restless Rubes” os caras misturam folk, indie e rock de uma maneira agradabilíssima, com guitarras suaves, belos vocais, violões e até sons de pássaros no campo. Pra mim os caras são uma das promessas indie/folk para os próximos anos e merecem muito sucesso.
Esse disco já estava na minha mira, quando a Suburban Home promoveu uma venda para limpar estoque e baixou seu preço para 6 dólares. Comprei sem hesitar, mas confesso que fiquei desapontado com o que chegou na minha caixa de correio.
Capa original
A capa original do disco é diferente, e apesar dessa ser muito parecida com a original (que é linda, e um dos pontos que eu mais gosto no disco) , não tem a mesma qualidade.
Essa versão parece ser uma prensagem lo-fi bem mais barata que a Suburban Home fez por algum motivo, mas deveria ter avisado em seu site quando a colocou a venda, o que não fez.
Não há caixa, é um papel que se desdobra e guarda o LP, e também não há encarte, apenas um pedaço de papel com o código para baixar o disco em MP3.
O LP é bonito, em verde/transparente com selo da arte do disco no meio e as representações de lados A e B.
Ainda acho esse disco bom demais, mas é um exemplo do lo-fi que não ficou legal.
Brendan Kelly / Joe McMahon
Não é segredo pra ninguém que o Lawrence Arms é uma das minhas banda preferidas.
Quando a Anchorless Records anunciou que Brendan Kelly, baixista e vocalista da banda, lançaria um split só com músicas solo, fiquei muito ansioso pra saber como seria o trabalho, quais seriam as faixas, e com quem ele dividiria o disco.
Pois bem, o disco é dividido com Joe McMahon, vocalista do Smoke Or Fire, e Brendan gravou 7 faixas em um “estúdio” totalmente caseiro. Basicamente ele pegou um violão, ligou o microfone e saiu gravando. Como ele mesmo diz no encarte, se o resultado final soasse com algo que ele não reclamasse muito, já estava valendo.
São 6 faixas do Lawrence Arms, destaque para “Like A Record Player” e “Quincentuple Your Money”, além de “There’s No Place Like A Stranger’s Floor”, que na versão do Larry Arms é cantada por Chris, o outro vocalista do trio e aqui ganha interpretação na voz característica de Brendan.
Por último, uma linda cover de “Kiss The Bottle” do Jawbreaker.
Do lado de Joe McMahon não posso falar muito, porque mal conheço o trabalho do cara e ouvi muito pouco o Lado B desse disco, que veio com um defeito já devidamente avisado à Anchorless que irá mandar outra cópia.
O único destaque fica por “Let The Train Blow The Whistle”, cover de Johnny Cash aqui presente, que saiu originalmente na coletânea/tributo “All Aboard”.
A capa do disco é linda, fiz questão de pendurá-lo na minha parede, e o LP, todo branco, combina com o ar da arte que é toda creme/branco.
No encarte, uma folha só, e basta. Nela Brendan e Joe contam tudo sobre como a ideia do split surgiu, como foram as gravações, porque escolheram as músicas. Só não tem as letras, mas é só ir atrás da discografia de Lawrence Arms e Smoke Or Fire para descobri-las.
Pra mim o título “Wasted Potential” resume bem a situação dos artistas envolvidos: 2 talentosíssimos músicos que sofrem (Brendan trabalha em bares e Joe conta no encarte que nem sabia de onde tirar dinheiro para por gasolina na van da sua banda) pra divulgar sua arte ao mundo em tempos de mp3, bandas coloridas e tudo mais.
Participação do Leitor
Nosso leitor Emilio Brun Jr., de Ervália-MG, seguiu a dica dada aqui no Tenho Mais Discos Que Amigos! e comprou 2 EPs que foram lançados exclusivamente para o Record Store Day lá na gringa.
Aí ele tirou uma foto bacana, mandou pra gente, e tá aí!
Eu não sou o maior fã de picture discs, mas esse do Them Crooked Vultures tá lindo demais, não? Ainda mais com essa capa vermelha.
E o do Soundgarden em laranjado/transparente também ficou bem bacana. Disco de 7″ com uma bela foto na capa.
Quem também mandou fotos foi nosso leitor Flávio de Farias, que comprou o “Dehumanizer” do Black Sabbath, ficou todo orgulhoso do novo filhão e nos mandou pra postar aqui.
Faça como o Emilio e o Flavio, mande suas fotos para assessoria@tenhomaisdiscosqueamigos.com, postaremos aqui com certeza!
O quarto álbum dos ingleses do 65daysofstatic está quase, quase saindo. Bom, na verdade, nesses tempos de internet, se já está online, é porque já saiu, não é mesmo? E hoje a banda liberou “We Were Exploding Anyway” na íntegra no MySpace deles. Escute o álbum aqui.
Quem já conhece o som da banda vai estranhar um pouco; em vez das guitarras, pianos e baterias pulsantes com toques de post rock, o 65DOS partiu de vez para a música eletrônica, estilo com o qual flerta desde o início da carreira. Se você gostou, pode encomendar aqui (em CD, LP, MP3 e com um pacote especial com uma camiseta). Se não, fique com “Retreat! Retreat!”, do primeiro full length deles, “The Fall Of Math” (2003).
Willie Nelson
E Willie Nelson, ícone do folk e country americano, lança amanhã “Country Music”, 81º álbum da carreira. Não, você não leu errado, são 81 álbuns, sem contar discos ao vivo, coletâneas, e os três dele com o The Highwaymen, grupo que acabou em 1995 e que contava com Johnny Cash na formação. Como o título já sugere, nesse álbum Willie vai direto ao ponto, e desta vez com muitas influências de bluegrass. A capa é essa aqui:
O tracklist completo, com trechos das músicas e opção de encomenda do álbum você encontra aqui.
Megadeth
O álbum de estreia do Megadeth, “Killing Is My Business… and Business Is Good!”, vai ser relançado em vinil de alta qualidade (180 gramas) pela série Back On Black, que tem relançado ótimos álbuns em ótima qualidade. A edição vem com o áudio remasterizado, mas com a capa e o tracklist originais, diferente do que aconteceu no relançamento em CD de 2002 – com capa diferente e três faixas bônus. Para encomendar esse verdadeiro clássico, clique aqui.
Em tempo: a turnê brasileira do Megadeth começa amanhã (20) em Recife, e depois segue para Brasília (22), São Paulo (24) e Porto Alegre (26). Além de divulgar o último álbum, “Endgame”, de 2009, a banda comemora os 20 anos de “Rust In Peace”, de 1990, e vai tocar o álbum na íntegra em todas as datas. Precisa dizer que vale muito a pena?
Golden Triangle / The Fresh & Onlys
O pessoal do Golden Triangle e do The Fresh & Onlys acabaram de lançar um split de 7″, com edição limitada em 1.000 cópias – das quais 300 saíram em vinil verde. Cada banda entrou com duas músicas inéditas:
Lado A (Golden Triangle)
1. Cold Bones
2. Jungle Jim
Lado B (The Fresh & Onlys)
1. Head Of Steam
2. I’m Not Myself Today
O single pode ser encomendado aqui no site da Hardly Art, responsável pelo lançamento.
3OH!3
Essa é a – nada discreta – capa de “Streets Of Gold”, novo álbum do 3OH!3. A imagem foi divulgada hoje na internet, mas ainda não há muitas informações sobre o álbum, nem links para pré-venda. O (esquisito) clipe do primeiro single do disco, “House Party”, é esse:
O sucessor de “Want” (de 2008, e que já vendeu mais de 1 milhão e meio de cópias) sai nos Estados Unidos no dia 29 de junho. Entre as participações, está confirmada a de Ke$ha, aquela de “TiK ToK”, que vai cantar na música “First Kiss”. O álbum será o terceiro da carreira da dupla.
Hoje tem mais uma edição da seção chegou com discos que chamam a atenção pelas cores de seu vinil.
Tem uma coletânea ao Johnny Cash em vinil marrom, split de duas bandas alt-country em vinil meio marrom meio caramelo, EP do Kudrow em vinil marrom com manchas e um dos discos mais bonitos da minha coleção, o “Versus God” do Dillinger Four em vinil cinza com manchas pretas.
Clique nas fotos para ampliá-las e aprecie sem moderação!
All Aboard – A Tribute To Johnny Cash
Confesso que eu tenho um certo receio quando o assunto é coletânea, principalmente se for tributo a alguma banda/artista que eu gosto, porque aí corro o risco de ficar totalmente decepcionado, como é o caso do tributo ao Operation Ivy por exemplo.
Quando eu li sobre o “All Aboard” a primeira vez, me chamou a atenção a quantidade de nomes bons e importantes da cena que estavam participando, como o Gaslight Anthem, MxPx, Bouncing Souls, sem contar os artistas solo Chuck Ragan (Hot Water Music) e Joe McMahon (Smoke Or Fire) por exemplo.
Esse disco ainda estava na minha lista de pendências pra ouvir quando a Vinyl Collective resolveu vendê-lo por metade do preço nas loucuras do fim do ano passado que praticamente toda loja fez, aí fui obrigado a comprar, ainda mais levando em consideração que o vinil é marrom.
Resumo: não me decepcionei. Praticamente todas as faixas fazem jus ao grande Johnny Cash e há interpretações lindíssimas como a de Chuck Ragan para “Wreck Of The Old 97″, divertidas como “Hey Porter” pelo MxPx e mais sóbrias, como “God’s Gonna Cut You Down” do Gaslight Anthem. Dos artistas que eu não conhecia todos me surpreenderam positivamente, e o disco passa rapidinho, como todo bom álbum deve ser.
O vinil é marrom combinando bem demais com a arte que traz uma foto envelhecida de um trem e várias “sujeiras” na arte fazendo com que a capa do disco pareça daquelas bem velhas, mal tratadas pelo tempo.
O disco vem dentro de um envelope que de um lado tem uma arte parecida com a da capa em preto e branco e do outro tem todos os detalhes sobre as bandas que participaram do projeto com depoimentos de seus integrantes sobre Mr. Cash e um texto explicativo sobre a ONG beneficiada com a arrecadação da venda desse álbum.
É bom pra quem quer conhecer Johnny Cash, alguma das bandas participantes, ou pra quem é fã, já que agrada a todos.
Clique nas fotos para ampliá-las.
Split Tumbledown / Yesterday’s Ring
Dois projetos paralelos: O Tumbledown é a banda alt-country de Mike Herrera do MxPx e o Yesterday’s Ring é a banda alt-country do pessoal do Sainte Catherines. Não sabia o que esperar, e felizmente fiquei feliz com a surpresa.
A gravadora desse disco é a mesma do tributo acima, a Anchorless Records, fazendo com que ele também estivesse por metade do preço, quando vi que ele era marrom/preto decidi arriscar.
No Lado A temos o Tumbledown com a própria “Homeward Bound”, uma excelente canção alt-country com o vocal pop de Mike Herrera que resultou em uma faixa bem gostosa de se ouvir, principalmente no vinil. A segunda faixa é uma cover da clássica “On The Road Again” do Willie Nelson. Classe!
No Lado B as músicas do Yesterday’s Ring fazem a única parte desse split que poderia ter ressalvas. Achei as faixas apenas razoáveis, e logo acabei virando o disco denovo para ouvir o Tumbledown de Mike Herrera mais uma vez.
A arte é linda. Duas belas fotos, uma de um campo de trigo e a outra com algo “folhas de outono” e o vinil é espetacular. Metade preto, metade caramelo ele combinou bem demais principalmente com a capa do lado B e é um dos 7″ mais bonitos da minha coleção.
Clique nas fotos para ampliá-las.
Kudrow
Esse é o primeiro e único lançamento do projeto paralelo de Jeff Rosenstock do Bomb The Music Industry!, o trio indie Kudrow. “Lando” traz 3 faixas no Lado A e uma no Lado B, algumas mais orientadas ao indie e outras mais orientadas ao rock. Se você ainda não viu, clique aqui e leia tudo que Jeff falou sobre esse trabalho e sobre a faixa “Blink-182 Reunion” na entrevista exclusiva que o TMQDA! fez com ele.
O disquinho é bem legal, com belas fotos e um disco marrom com algumas manchas de outras cores. O encarte tem uma folhinha, como é normal em 99% dos EPs, com todas as letras (ponto positivíssimo) e os devidos créditos.
Lembrando sempre que você pode baixar esse disco de graça no site da gravadora Quote Unquote Records.
Clique nas fotos para ampliá-las.
Dillinger Four
Sou suspeito pra falar, porque acho Dillinger Four uma das melhores bandas de punk rock/pop-punk de todos os tempos. Os caras são reis em fazer boas músicas, alternar os vocais entre o baixista Paddy e o guitarrista Erik e escrever letras inteligentes. “Versus God” saiu em 2000, é o segundo disco de estúdio dos caras e saiu pela Hopeless Records após o elogiadíssimo disco de estreia “Midwestern Songs Of The Americas”, não repetindo o sucesso mas chamando a atenção o suficiente para que a Fat Wreck Chords os contratasse pouco tempo depois.
A arte desse vinil é sem dúvida uma das mais bonitas da minha coleção. O discão cinza/prateado/cheio de manchas pretas combinou DEMAIS com a capa, que por sinal combinou DEMAIS com o título do álbum e me agradou em cheio.
Fora isso, o encarte traz várias fotos bacanas da banda, e mais uma vez é possível ver a tatuagem de Paddy, o baixista, que ostenta no peito em letras garrafais “How Much Art Can You Take?”, frase que inspirou Fat Mike na letra de “Seeing Double At The Triple Rock” do NOFX. Aliás, Triple Rock é a casa de shows em Minneapolis cujo dono é Paddy, onde a estória da música se passa e onde o clipe foi gravado. Ufa!
Se você ainda não ouviu o Dillinger Four, faça esse favor a si mesmo.
Clique nas fotos para ampliá-las.
We Are The World com punks suíços
Nossos parceiros do Collector’s Room só pra variar fizeram um post interessantíssimo com um vídeo de bandas punks suíças fazendo uma versão da clássica “We Are The World”, hino beneficente reeditado esse ano para as vítimas do Haiti.
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Chegou a hora!!
O Tenho Mais Discos Que Amigos! está recrutando 2 pessoas para integrar sua equipe e escrever sobre música, discos, lançamentos, novidades e tudo mais que envolve o dia-a-dia do TMDQA!
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Johnny Cash
A série “American Recordings” de Johnny Cash, que contempla 9 discos lançados com músicas gravadas após os anos 90 chega ao fim, já que “American VI: Ain’t No Grave” é o nono disco e será lançado no próximo dia 23.
As maiores características dessa série são música mais suaves, covers diversas (“Hurt”, cover do Nine Inch Nails, está em “American IV: The Man Comes Around”, por exemplo) e participações especiais de vários artistas, o que não é diferente nessa nova edição.
Os rumores dizem que o disco terá 10 faixas e a track listing é essa aqui:
1. “Ain’t No Grave (Gonna Hold This Body Down)”
2. “Redemption Day”
3. “For the Good Times”
4. “First Corinthians, 15:55″
5. “Where I’m Bound”
6. “A Satisfied Mind”
7. “I Don’t Hurt Anymore”
8. “Cool Water”
9. “Last Night I Had the Strangest Dream”
10. “Aloha Oe”
Como não poderia deixar de ser, esse possível último disco de inéditas de um dos maiores nomes da história da música sairá em vinil, e o link é esse aqui.
The Gaslight Anthem
O excelente Gaslight Anthem está disponibilizando o EP “Live At Park Ave.” inteiro para venda digital no site ThinkIndie.
As 6 faixas do EP foram gravadas ao vivo, dentro de uma loja , para que o disco fosse vendido como parte das comemorações do Record Store Day, iniciativa que tem se tornado importantíssima e clássica nos EUA, pois tem como objetivo ajudar e prestigiar as pequenas lojas de discos que ainda existem mundo afora.
O link para o disco na sua integridade é esse aqui, e se tratando de Gaslight Anthem, todo e qualquer material lançado é ouro!
The Dillinger Escape Plan
A prestigiada banda de mathcore/experimental The Dillinger Escape Plan lançará no próximo dia 23 de Março seu quarto disco, chamado “Option Paralysis”. O disco vem após 3 anos do último trabalho e é aguardado por seus fãs fervorosos que garantem ao quinteto um status de banda cult na cena.
O que me chamou mais a atenção, porém, foi o pacote Deluxe que a banda preparou para o lançamento e alguns dos itens que vem dentro dele. Dá uma olhada:
Caixa de CDs limitada a 2.000 cópias
“Combo disc” – um tipo de disco que de um lado é CD e do outro é Vinil, sendo que no lado do vinil está uma faixa bônus
Livro de fotos
Bandeira
Gorro
“TV-B-Gone” – um dispositivo que promete desligar qualquer TV do mundo
Adesivos para bagagens
Buttons
Ok, CD misturado com Vinil, dispositivo que desliga TVs e adesivos pra bagagens? Tá aí uma caixa que pode ser chamada, no mínimo, de diferente.
O Baroness lançou seu primeiro disco de estúdio em 2007, chamado “Red Album”, com essa capa aí em cima.
O disco, que mistura metal com hardcore pesado chegou a ser chamado de melhor álbum do ano de 2007 por alguns veículos de comunicação e definitivamente colocou esse quarteto de Georgia no mapa.
Pra comemorar um sucesso tão grande de um álbum lançado por gravadora independente, a banda resolveu relançá-lo em uma versão mais do que especial.
O disco ganhou edição com 2 LPs de 180 gramas, caixa gatefold e 3 opções de cor: vermelho, vermelho com manchas brancas e vermelho com mancha preta, todos em quantidades limitadíssimas de 500, 300 e 200 cópias.
O site oficial da Relapse Records, gravadora dos caras é esse aqui, e se você tiver sorte ainda há cópias disponíveis desse disco lindão.
Under The Influence Vol. 13
Em algunsoutros posts eu já falei da série “Under The Influence”, que na minha opinião é uma das iniciativas mais legais do universo do vinil hoje em dia.
Pra resumir: são lançados discos de vinil de 7 polegadas onde 2 bandas fazem cover de músicas que as influenciaram. A capa de cada um dos lados é um desenho da capa original do disco onde as músicas sairam, feito por ninguém menos que Mitch Clem, talentoso desenhista dono da tirinha underground “Nothing Nice To Say”.
A mais nova edição da série foi anunciada e trará o Fallen From The Sky tocando “This Is A Call” do glorioso Foo Fighters e o The Wonder Years tocando “Zip-Lock” do Lit.
O disquinho provavelmente sai em Março, e a página com todas as edições já lançadas da série é essa aqui.
Pavement
A Matador Records anunciou o lançamento de “Quarantine The Past: Greatest Hits 1989-1999″, que como o nome deixa bem claro é uma coletânea de hits de uma das bandas de indie mais cultuadas de todos os tempos, o Pavement.
O disco viaja por toda a discografia da banda, trazendo raridades do começo da carreira, até os últimos lançamentos em 1999 e cai como uma luva nesse momento, já que em 2010 a banda anunciou uma reunião.
Haverá versões em CD, LP Duplo e formato digital, e a página oficial desse disco na Matador é essa aqui.