Visite a nossa loja para encontrar essa e outras estampas lindonas, além de caneca, adesivo e vinil!
Sick Of It All
O Sick Of It All se apresentou recentemente no programa The Daily Habit da Fuel TV. A banda fez uma apresentação de peso tocando a música “Take the Night Off” do disco “Death to Tyrants” de 2006.
O Sick Of It All em Outubro fará uma tour pela Europa junto com o Madball, chamada “New York United”. E depois tocarão ao lado do Sepultura em Dezembro, na Alemanha.
Sundowner
Sundowner, o projeto paralelo de Chris McCaughan, guitarrista do Lawrence Arms, já está com o seu novo disco “We Chase The Waves”, a venda no site da Asian Man Records, nas versões CD e LP. Quem quiser garantir o seu, basta entrar aqui.
Segue a track-list do disco:
“In The Flicker”
“Araby”
“Whales And Sharks”
“As The Crow Flies”
“Baseball’s Sad Lexicon”
“All Prologue”
“Mouth Of A Tiger”
“Second Hand”
“Jewel Of The Midwest”
“What Beadie Said”
McCaughan apresentou recentemente algumas músicas para o site Switchboard Sessions, além de contar um pouco sobre como desenvolvimento do novo disco. As músicas apresentadas para o site foram “The Flicker” que faz parte do novo disco do Sundowner, e “The Slowest Drink At The Saddest Bar On The Snowiest Day In The Greatest City” do Lawrence Arms, que saiu no EP “Buttsweat and Tears” de 2009. Dêem uma ouvida.
Algumas semanas atrás, falamos aqui sobre a trilha sonora do filme Scott Pilgrim Vs The World, no qual Beck, Metric, Broken Social Scene e Frank Black deram vida as bandas dos personagens que aparecem nos quadrinhos que inspiraram o filme.
Para surpresas de alguns, a trilha será lançada em uma versão limitada em LP na cor vermelha, e será lançado oficialmente dia 08 de Outubro, mas já pode ser adquirido aqui.
Veja a track-list, depois ouça “Black Sheep” da banda fictícia The Clash at Demonhead, que na verdade é o Metric.
Sex Bob-Omb: “We Are Sex Bob-Omb”
Plumtree: “Scott Pilgrim”
Frank Black: “I Heard Ramona Sing”
Beachwood Sparks: “By Your Side”
Black Lips: “O Katrina!”
Crash and the Boys: “I’m So Sad, So Very, Very Sad”
Crash and the Boys: “We Hate You Please Die”
Sex Bob-Omb: “Garbage Truck”
T. Rex: “Teenage Dream”
The Bluetones: “Sleazy Bed Track”
Blood Red Shoes: “It’s Getting Boring by the Sea”
Metric: “Black Sheep”
Sex Bob-Omb: “Threshold”
Broken Social Scene: “Anthems for a Seventeen-Year-Old Girl”
The Rolling Stones: “Under My Thumb”
Beck: “Ramona (Acoustic)”
Beck: “Ramona”
Sex Bob-Omb: “Summertime”
Brian LeBarton: “Threshold 8 Bit”
The Swellers
Para finalizar o post, o The Swellers durante um show no último domingo em Minneapolis tocou a clássica “May 16” do Lagwagon. E como a Internet é rápida em tudo, o vídeo já caiu no Youtube.
O The Swellers, que lançou seu último trabalho, “Ups and Downsizing” em 2009, agora está fazendo a “The All I Have Left To Offer Is This Tour”, junto com o Fireworks, Man Overboard e Transit!
Clique aqui para saber como fazer parte da equipe do seu site favorito de notícias musicais!
Entrevista na Idealshop
Felipe Eterno me entrevistou para o blog da maior loja underground do país, a Idealshop, e perguntou sobre tudo relacionado a Vinil, novidades no TMDQA!, Florianópolis e até Fita K7!
O resultado ficou bem legal e você pode conferir todas as minhas respostas aqui.
Na Vitrola com Stephen Egerton (Descendents)
Hoje estreia aqui no TMDQA! uma nova seção do site, chamada “Na Vitrola”.
A ideia é que eu, Angélica e Guilherme possamos trazer matérias sobre um determinado disco que a gente está ouvindo demais, seja novo ou velho, de qualquer estilo e que a gente sente que precisa compartilhar com o resto do mundo.
Além disso, ainda traremos convidados especiais falando sobre o que estão ouvindo no momento, acho que vai ficar bem legal.
Eu começo hoje com o disco que basicamente fez com que eu criasse essa seção:
Stephen Egerton – The Seven Degrees Of Stephen Egerton
Stephen Egerton é o lendário guitarrista de uma das bandas mais importantes para a história do punk e pop-punk, o Descendents. Além disso, quando Milo deixou os vocais da banda e ela virou ALL, era Stephen também o responsável pelas guitarras do novo grupo.
O cara tem um jeito muito característico de tocar o tal dos 3 acordes e é impressionante como o timbre da guitarra dele permanece o mesmo ao longo de tanto tempo. Ele é daqueles artisstas que quando você ouve qualquer coisa, 5 segundos de música, já sabe quem é.
Quando foi anunciado o disco solo dele e eu postei aqui no TMDQA! há um tempo atrás, eu fiquei extremamente ansioso, surpreso, e feliz em saber que ele tá na ativa e melhor de tudo, gravando com gente mais que importante.
Egerton recrutou nada mais nada menos do que 16 vocalistas diferentes para emprestar suas vozes às 16 faixas que compõem “The Seven Degrees Of Stephen Egerton”, onde ele gravou todo o resto do instrumental: guitarra, baixo e bateria.
E como se não fosse algo diferente, animador e principalmente trabalhoso reunir 16 pessoas em um mesmo disco, ele o fez com nomes que são referências na cena independente/punk rock americana.
Entre os mais conhecidos estão Dan Andriano do Alkaline Trio, Chris DeMakes do Less Than Jake, Mike Herrera do MxPx, Joey Cape do Lagwagon, Tim McIlrath do Rise Against, Milo do Descendents, Chad Price do ALL e Scott Reynolds também do ALL.
Apesar dos 16 vocais, o álbum é bastante conciso, muito pelo fato de Stephen ter gravado todos os instrumentos e mantido seu modo de tocar guitarra característico.
Logo na primeira faixa “Flip”, já fica claro o que nos espera ao longo do disco, com belas melodias, refrão grudento e a guitarra falando mais alto que todo mundo. “Fire’s On” e “Abundance Of Fluff” vêm na sequência e são 2 das melhores do disco, assim como “Our Last Song”, “She’s Got Everything” e “Cut Me Down To Size”.
O álbum poderia acabar com a excelente “Print On Paper”, com participação de Chris do Less Than Jake, e talvez esse seja o único pecado do disco, que poderia ser menor, mas eu entendo que seria miuto difícil cortar 3 músicas com convidados especiais em todas elas.
Esse disco tem 45 minutos, mas passa como se fossem apenas 5. É daqueles deliciosos de ouvir, que passam rapidinho e você quer mais. Você não terá como errar baixando/comprando a sua cópia.
Pra finalizar, eu me dei ao trabalho de fazer um especial sobre cada um dos vocalistas, já que alguns são desconhecidos e quase todos me surpreenderam positivamente com seu trabalho. Aproveita:
01- John Speck (“Flip”)
John Speck é o vocalista/guitarrista da banda The Fags, trio que flutua entre o indie, garage rock e power pop, e as músicas dos caras são barulhentas mas ao mesmo tempo melódicas e guiadas pelo belo vocal de Speck.
02- Jon Snodgrass (“Fire’s On”)
Jon Snodgrass ganhou notoriedade sendo guitarrista e vocalista do influente trio de punk/emo/indie Armchair Martian, nos anos 90.
Quando a banda acabou, Jon partiu para um novo projeto de alt-country chamado Drag The River e também gravou várias faixas como artista solo, no esquema voz+violão, onde se dá muito bem, já que sua voz rouca característica combina com o country e o violão.
É um baita artista, e na minha opinião gravou uma das melhores faixas do disco.
03 – John Moreland (“Abundance Of Fluff”)
Vocalista de peso (#piadapronta), John Moreland toca na John Moreland & The Black Gold Band, quarteto de rock um tanto quanto desconhecido que tem feitos shows pelo circuito alternativo/punk lá nos EUA.
Aqui gravou uma das melhores músicas do disco, “Abundance Of Fluff”.
04 – Tim McIlrath (“South For The Winter”)
Um dos grandes nomes convidados para esse disco, Tim McIlrath é o vocalista do Rise Against, banda de hardcore melódico que já ultrapassou os limites do underground e é banda de gravadora grande, além de ser referência no estilo e ter uma legião de fãs devotos.
Confesso que esperava bastante da faixa dele, “South For The Winter”, mas achei uma das mais fracas do disco.
05 – Chad Price (“Funny Face”)
Chad Price foi um dos vocalistas a passar pelo ALL, banda que representava 3/4 do Descendents, incluindo Egerton no lineup.
Além disso, ele também tocou no Drag The River, junto com Jon Snodgrass e também embarcou em carreira solo com seu violão. Gravou “Funny Face” para esse disco.
06 – Bill McShane (“Never Again”)
Bill McShane era o vocalista e guitarrista de uma banda de indie/power-pop chamada Ultimate Fakebook, que durou de 1994 a 2003.
Sinceramente, “Never Again” é uma das músicas que mais surpreendeu no disco, ficou boa demais.
Fui obrigado a ir atrás do catálogo do Ultimate Fakebook, e recomendo! Odeio descobrir boas bandas depois que elas acabam, mas paciência.
07 – Jesse Cole (“On The Avenue”)
Jesse Cole é vocalista e guitarrista da banda de pop-punk In Stereo, cujo último disco tem um nome bem interessante: “Death Before Emo”. Além disso, também toca no Le Fang, banda mais orientada a indie do que pop-punk, cuja música “City In Peril” é muito parecida com a faixa “On The Avenue”, gravada no disco de Egerton.
O Le Fang, aliás, tem sido uma espécie de banda de apoio de Egerton em shows de divulgação desse disco, com Jesse Cole cantando faixas gravadas originalmente por outros vocalistas no álbum.
08 – Dan Andriano (“Our Last Song”)
Muito provavelmente você sabe que Dan Andriano é um dos vocalistas e baixista do gigante Alkaline Trio.
O que você não sabe é que Dan tem um passado de várias outras bandas muito interessantes, e vou contar um pouco sobre todas aqui.
Dan Andriano era baixista da banda de ska Slapstick, de onde também sairam membros do The Lawrence Arms. Quando a banda acabou, Andriano formou o Tuesday, banda de emo dos anos 90, aos moldes de Sunny Day Real Estate, com ele assumindo os vocais de todas as músicas.
Nesse meio tempo ele formou o Alkaline Trio com Matt Skiba e a banda tornou-se uma das maiores de emo/punk de todos os tempos, e grande nome do estilo até hoje, chegando a ter lançado disco por major label e tudo mais.
Outro projeto recente de Dan foi o The Falcon, onde tocava baixo e dividia os palcos com Brendan Kelly do Lawrence Arms, responsável pelas guitarras e vocal.
Por último, chegou a fazer uma turnê como artista solo com o nome de Emergency Room.
Ufa!
Nesse disco, gravou “Our Last Song”, primeira música do disco a ser divulgada antes dele sair.
09 – Milo Aukerman (“She’s Got Everything”)
Milo é eterno frontman de uma das bandas punk mais importantes da história, e talvez os pioneiros do tão famoso pop-punk, o Descendents.
Musicalmente ele basicamente só fez isso e algumas participações especiais e backing vocals em músicas do ALL, mas fora da música o cara é nada mais na menos do que PhD em bioquímica. Motivo esse que o fez inclusive abandonar o Descendents (o disco “Milo Goes To College” não tem esse nome à toa).
Gravou “She’s Got Everything” e obviamente a faixa tem cara e jeito de andar do Descendents.
10 – Mike Herrera (“Cut Me Down To Size”)
Mike Herrera é conhecido como baixista e vocalista do trio de pop-punk MxPx, que é um dos maiores nomes no estilo e como postamos há algum tempo atrás, influência até para membros de bandas gigantes de gosto duvidoso como o Jonas Brothers.
Além do MxPx, também teve 2 outras bandas chamadas Arthur e The Cootees, ambas muito parecidas com MxPx, e mais recentemente iniciou o Tumbledown, projeto bem interessante de alt-country.
A faixa dele no disco,“Cut Me Down To Size” é uma das melhores.
11 – Scott Reynolds (Sunny Disposition)
Scott Reynolds foi um dos vocalistas do ALL, além de Dave Smalley e Chad Price.
Depois que saiu da banda, teve alguns outros projetos, mas nenhum teve atenção e notoriedade, até que há pouco tempo atrás ele se juntou ao próprio Stephen Egerton em uma banda chamada 40Engine, que aliás é responsável por algumas das faixas desse disco de Egerton, incluindo “Sunny Disposition” gravada com Reynolds.
12 – Joey Cape (“When They Roam”)
Joey Cape ganhou notoriedade na cena com sua primeira banda, o Lagwagon, grande nome do hardcore melódico dos anos 90 que era para sua época o que o emo é para os dias de hoje, o estilo preferido da molecada do underground/independente.
Além do Lagwagon, Joey formou o Bad Astronaut, toca no supergrupo de covers Me First And The GimmeGimmes (que contém ainda membros de Foo Fighters, NOFX e Swingin’ Utters), gravou e excursionou com amigos do Sugarcult sob o nome de The Playing Favorites (você viu o lindo disco deles aqui) e agora grava e toca ao redor dos EUA em carreira solo, com voz+violão.
“When They Roam” combinou demais com a voz de Joey.
13 – Chris DeMakes (“Print On Paper”)
Chris é vocalista e guitarrista de uma das bandas de ska da terceira onda mais importantes e influentes, o Less Than Jake. Gravou “Print On Paper”, uma das minhas preferidas do disco.
14 – Frank Daly (“Falling Out”)
Frank Daly era o vocalista da banda Big Drill Car, que viveu entre o final dos anos 80 e começo dos anos 90 e foi um dos grandes nomes da cena pop-punk californiana da época, influenciando o próprio ALL de Stephen Egerton.
Nesse disco gravou “Falling Out”.
15 – Mark Vecchiarelli (“Silencer”)
Mark era o vocalista e guitarrista do trio de rock alternativo (no mais puro sentido do gênero) Shades Apart, que chegou a ter relativo sucesso com a música “Valentine” e participou da trilha sonora oficial do filme American Pie.
Encerrou as atividades em 2003 e chegou a fazer alguns shows de reunião após isso, mas não está em atividade.
16 – Abe Brennan
Abe Brennan é vocalista das bandas My Name e Wretch Like Me.
Gravou a última faixa do disco, “Willie Wicked”, que é a que mais destoa do resto do álbum, e uma das que poderia ter ficado de fora.
Você pode comprar o disco em 3 cores diferentes de vinil na Interpunk, ou pode claro baixá-lo na Internet, porque já vazou faz tempo. Você sabe onde procurar, certo? ;D
Espero que tenham gostado dessa primeira edição do “Na Vitrola” porque eu fiz com muita vontade de compartilhar o algo que estou gostando demais no momento com a maior riqueza de detalhes possível.
A novidade de agora é que a Asian Man Records está relançado os três primeiros álbuns do projeto, em vinil 12 polegadas!
“Album Minus Band” (2005), “To Leave Or Die In L.I” (2005) e “Goodbye Cool World!” (2006), estão sendo vendidos juntos, por apenas US$25,00! Confira detalhes abaixo:
“Album Minus Band“
Álbum de estreia do Bomb The Music Industry!, lançado em janeiro de 2005, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records (selo independente do Jeff Rosenstock).
Tracklisting:
01. “Blow Your Brains Out On Live TV!!!”
02. “Does Your Face Hurt? No? ‘Cause It’s Killing Me!!!”
03. “It Ceases To Be “Whining” If You’re Still “Shitting” Blood”
04. “Big Plans of Sleeping In”
05. “I’m A Panic Bomb, Baby!”
06. “Sweet Home Cananada”
07. “Funcoland vs. the Southern Electorate”
08. “Ready… Set… No!!!”
09. “I’m Too Cooooooooool For Music”
10. “Pike St. – Park Slope (Harvey Danger)”
11. “FRRREEEEEEEEE BIIIIIIIRRRRRRD!!! FRRRREEEEEEEEEEEEEE BIIIIIIIIIRRRD!!!!”
12. “Future 86″
“To Leave Or Die In Long Island“
Lançado em dezembro de 2005, em vinil, via Asbestos Records e versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records.
O álbum traz samplers do filme do Bob Sponja, da versão britânica de “The Office” e do filme “Can’t Hardly Wait”.
Tracklisting:
01. “Happy Anterrabae Day!!!”
02. “Congratulations, John, On Joining Every Time I Die.”
03. “Showerbeers!”
04. “Stand There ‘Til You’re Sober”
05. “Dude, Get With The Program”
06. “Bomb The Music Industry! (and Action Action) (and Refused) (and Born Against) Are Fucking Dead.”
07. “Brian Wilson Says SMiLE aka My Beard of Defiance”
08. “Syke! Life Is Awesome!”
“Goodbye Cool World!“
Foi lançado em junho de 2006, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records e em edição limitadíssima em vinil, pela Asbestos Records.
O título original do álbum era “Clap Your Hands Say Shut the Fuck Up”, uma paródia feita para “homenagear” a banda de indie rock britânica Clap Your Hands Say Yeah.
Tracklisting:
01. “Old and Unprofessional”
02. “King of Minneapolis, Pts. I & II”
03. “Even Winning Feels Bad”
04. “Side Projects are Never Successful”
05. “5 Funerals”
06. “My Response To An Article In Alternative Press”
07. “Sorry, Brooklyn. Dancing Won’t Solve Anything.”
08. “It’s Official! We’re Borrrrring!”
09. “From Martyrdom To Startyrdom”
10. “All Alone In My Big Empty Apartment”
11. “Fuck The Fans”
12. “Grudge Report”
13. “King of Minneapolis, Pts. III & IV”
14. “Anywhere I Lay My Head” (Tom Waits Cover)
Há também outra promoção rolando, pra quem quiser ter mais discos do BTMI! e causar inveja nos amigos. Você pode comprar cinco álbuns - “Album Minus Band” (2005), “To Leave Or Die In L.I” (2005), “Goodbye Cool World” (2006) + “Get Warmer” (2007) e “Scrambles” (2009) – por apenas US$40,00!
A tracklisting de “Get Warmer” e “Scrambles” (2009) pode ser vista abaixo.
“Get Warmer“
Foi lançado em julho de 2007, em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records, em CD e vinil via Asian Man Records/Banquet Records e conta com a participação de vinte músicos.
Tracklisting:
01. “Jobs Schmobs” – 1:58
02. “493 Ruth” – 2:44
03. “Bike Test 1 2 3″ – 2:37
04. “Unlimited Breadsticks, Soup and Salad Days” – 2:32
05. “No Rest for the Whiny” – 3:26
06. “25 Hour Goddamn Telethon” – 2:20
07. “Depression is No Fun” – 2:49
08. “I Don’t Love You Anymore” – 4:42
09. “Pizza Claus is Comin’ to Town” – 3:11
10. “Never Trust a Man Without a Horribly Embarrassing Secret” – 3:55
11. “Get Warmer” – 6:50
12. “The Last Party (Foul)” – 1:17
“Scrambles“
Foi lançado em fevereiro de 2009 em versão digital e gratuita (clique aqui para fazer o download) via Quote Unquote Records e em vinil via Asian Man Records. A versão física é surpreendente! Vale a pena conferir as fotos (link no final do post).
Tracklisting:
01. “Cold Chillin’ Cold Chillin’” – 1:45
02. “Stuff That I Like” – 2:53
03. “It Shits!!!” – 2:42
04. “Fresh Attitude, Young Body” – 3:38
05. “Wednesday Night Drinkball” – 2:30
06. “25!” – 2:47
07. “$2,400,000″ – 5:58
08. “Gang of Four Meets the Stooges (but Boring)” – 1:11
09. “9/11 Fever!!!” – 1:43
10. “(Shut) Up the Punx!!!” – 2:34
11. “Can I Pay My Rent in Fun?” – 3:01
12. “Saddr Weirdr” – 2:38
13. “Sort of Like Being Pumped” – 4:29
Clique aqui para conferir fotos EXCLUSIVAS de vinis do Bomb The Music Industry!, clicadas pelo fundador deste site supimpa, o Tony Aiex.
Bomb The Music Industry! é obra prima. Pode ir sem medo e com toda pompa, porque com certeza não irá se arrepender de ter conhecido o projeto.
A Death to False Hope Records, cujo lema é “Make Art Not Money [Faça Arte e Não Dinheiro]” reuniu trinta e três faixas e fez uma coletânea sensacional com o melhor do pop punk, punk rock e rock alternativo da independente Norte Americana.
A compilação foi lançada no dia 11 deste mês e traz as bandas/artistas Direct Hit!, Let Me Run, Random Orbits, Black Sails, Western Shores, Mixtapes, Bouncing Souls, Micha Schabel, Copper Bones, Think Big, American Aquarium, The Please & Thank You’s, Anchor Arms, Plain States, The Dirty Little Heaters, Over Stars and Gutters, White Tiger and the Bed Of Roses, Madison Bloodbath, Why I Hate, Joey Cape, Stereotyperider, Sour Boy, Bitter Girl, The Fresh Kills, Look Mexico, Jazz Hands, Jay Heart Montreal, 10-4 Eleanor, Jon Snodgrass, Robot Spells Hell, Hold Tight!, Beat Noir, The Dry Heathens, The Sandwiches, Johnny Rev, Mourning Is for Suckers.
Tracklisting:
01. Direct Hit! – “Snickers of Reece’s(Pick Up the Pieces)”
02. Let Me Run – “CSJ”*
03. Random Orbits – “In the Dreams I Can Remember”*
04. Black Sails, Western Shores – “Hangover Radio”
05. Mixtapes – “Morning Sex and AM Radio”*
06. Bouncing Souls – “Ghosts on the Boardwalk(Acoustic)”*
07. Micha Schabel – “American Static”
08. Copper Bones – “Feel Alive ( Ex members of My Hotel Year)”*
09. Think Big – Since When”
10. American Aquarium – “Nothing to Lose”
11. The Please & Thank You’s – “Fucking Honestly”
12. Anchor Arms- “1516″*
13. Plain States – “Libby Montana (Members of Red City Radio)”*
14. The Dirty Little Heaters – “City Square”
15. Over Stars and Gutters – “Anthem on Sheridan”
16. White Tiger and the Bed Of Roses – “El Salvador Sex Riot”
17. Madison Bloodbath – “Me and Lonesome George”
18. Why I Hate – “These Four WAlls Are Yellow, Ms. Rigby”*
19. Joey Cape – “Angry Days”*
20. Stereotyperider – “Crush Us All (Seaweed Cover)”
21. Sour Boy, Bitter Girl – “Blood on Your Hands”*
22. The Fresh Kills – “Before the Storm”
23. Look Mexico – “Take it Upstairs, Einstein(Acoustic @ Havest for Hope)”*
24. Jazz Hands – “Balloon Boyz”
25. Jay Heart Montreal – “The Sandwiches Got Our Back”
26. 10-4 Eleanor W/Jon Snodgrass – “Austin’s Song (Sour Boy, Bitter Girl Cover)”*
27. Robot Spells Hell – “Youngstown Tune-Up”*
28. Hold Tight! – “My Favorite Songs”
29. Beat Noir – “Postponed”
30. The Dry Heathens – “Splendid Little War”
31. The Sandwiches – “Bad Sandwiches and a Head Smashed on a Table”*
32. Johnny Rev – “Last December”
33. Mourning Is for Suckers – “If I’m Wrong”*
*Faixas raras/nunca antes lançadas
E o melhor: Essa lindeza está disponível para download gratuito! Então não fique aí babando: Clique aqui para fazer o download da compilação!
Além desta coletânea, o selo ainda disponibilizou outros álbuns para download gratuito em seu site. Mas doações são sempre bem-vindas. Portanto, se você puder ajudar, clique aqui e saiba como.
Entrevista com Nick Woods, do Direct Hit!
Já que Direct Hit! esteve presente no assunto anterior, nada mais válido do que postar a entrevista feita com Nick Woods, não? =)
Direct Hit! é uma banda de pop punk de Milwaukee, Wisconsin, EUA.
Eu a conheci através do twitter, quando o Nick Woods – fundador, guitarrista, vocalista e letrista do Direct Hit! – começou a me seguir do nada lá por lá.
Depois de alguns poucos meses ouvindo o EP “#3″ da incrível banda dele e trocando algumas figurinhas, resolvi convidá-lo para conceder uma entrevista para nós.
Então se você gosta de Bomb The Music Industry!, The Lillingtons, Teenage Bottlerocket, Green Day, Blink-182 e bandas nessa linha e que falem sobre zumbis, aliens e coisas divertidas, recomendo que conheça o Direct Hit!.
E baixe o mais recente EP, “#4″, gratuitamente ou com alguma doação, clicando aqui.
Leia a entrevista que fiz com o Nick, no dia 5 de março, onde a gente conversou sobre vários assuntos, como: Ídolos, inspirações, contrato com a Death to False Hope, planos para o futuro, vinil, zumbis, ETs, Brasil e claro, That ’70s Show.
Angélica (TMDQA!): Primeiramente, gostaria de saber como a banda começou, quando isso aconteceu e quantos EPs vocês já lançaram (foram quatro, estou certa?).
Nick Woods (Direct Hit): Direct Hit! começou enquanto eu ainda estava tocando com a minha antiga banda, The Box Social. Eu tinha poucas músicas escritas que eram um pouco barulhentas e rápidas comparadas com o resto do nosso material. Aí o Brian (nosso baterista) e eu começamos a tocá-las por uns tempos, só por diversão, com um amigo nosso, o Jackson, tocando baixo. Inclusive, foi o Brian que surgiu com a ideia do nome da banda, em 2007 ou por volta disso. Desde então, nós tivemos uma rotação constante de diferentes membros (Brian e Jackson não estão mais na banda) e nós não tínhamos realmente um lineup consistente até poucos meses atrás, mas conseguimos gravar e disponibilizar quatro EPs on-line, que nós os vendemos por doações.
Angélica (TMDQA!): Quais são os membros da banda? E eles são seus amigos de infância ou de escola/faculdade?
Nick Woods (Direct Hit!): Direct Hit é Nick Woods, Danny Walkowiak, Mike Esser, Robbie Schroeder e Alex Hill. A banda já teve um montão de outros membros, então explicar como que chegamos até essa formação atual, é um pouco complicado… Eu conheci o Danny numa apresentação do Direct Hit, que fizemos com uma banda amiga, a Bust!, enquanto acontecia um tipo de entra e sai de bateristas. Mas eu já o conhecia há bastante tempo, assim como a antiga banda do Robbie, The Accidents. Então Danny fez um teste para tocar bateria e entrou para a banda pouco tempo depois disso. E quando nosso baixista nessa época deixou a banda, Robbie passou a assumir os graves do Direct Hit. Durante esse meio tempo, eu estava procurando um outro guitarrista para fazer as coisas soarem com mais clareza ao vivo e aí conheci Mike, através de um amigo nosso. Tocamos com essa formação – quatro membros – durante um tempo. Então eu resolvi chamar a Alex para tocar teclado, quem eu conheço desde quando comecei a frequentar shows de pop punk, quando eu tinha 15 ou 16 anos. Todas essas peças levaram bastante tempo até ficarem juntas, mas as coisas tem estado bem firmes por agora.
Angélica (TMDQA!): Quero aproveitar que estamos conversando, para falar que o EP “#3″ é viciante e sensacional! E é ótimo para ouvir em diversas ocasiões. “They Came For Me” é uma das melhores músicas que eu já ouvi nesses últimos anos e eu fiquei muito feliz em ter descoberto a banda por causa desse EP. Aliás, com que frequência vocês pretendem lançar os EPs? E eles sempre terão títulos numéricos?
Nick Woods (Direct Hit!) Valeu! Todos os EPs que fizemos tiveram pessoas diferentes tocando os instrumentos, então eu acho que vamos dar um tempo depois do lançamento do EP “#5″, que provavelmente sairá durante esse verão [hemisfério Norte, ou seja, final de junho aqui no Brasil].
Eu realmente quero regravar todas essas músicas que já lançamos, com esse lineup atual. Principalmente porque eu sou um puta narcisista e quero ouvir as gravações com os melhores músicos com os quais eu já toquei. Uma vez feito isso, eu espero que a gente possa lançar um álbum completo com as melhores músicas e lançar o resto em vinil. E inclusive, esses próximos lançamentos terão nomes de verdade, sem números. Nós também vamos lançar um split 7″ com os nossos amigos The Transgressions e também estamos trabalhando em outro split 7″ com um outro grupo de amigos nossos, lá de Illinois. Então, respondendo a sua pergunta – Nossos lançamentos nem sempre terão números nos títulos, mas nós provavelmente voltaremos a fazer isso uma vez que começar a ficar chato e tivermos que escrever novas músicas de novo.
Angélica (TMDQA!): Recentemente – sendo mais precisa, no dia 2 de março – vocês lançaram o EP “#4″ (que inclui a música “Monster In The Closet”, que é incrível. É a minha favorita desse novo EP). Quais são os planos para esse lançamento?
Nick Woods (TMDQA!): Sinceramente, não temos planos para nenhum de nossos lançamentos. Fazer e executar planos, dá um trabalhão e nós queremos nos distanciar de qualquer coisa que pareça como um trabalho. Se divertir é o primeiro objetivo do Direct Hit, então nós meio que gravamos as coisas quando temos tempo e dinheiro e aí, colocamos na internet para quem quiser ouvir. Foi assim que lançamos o “#4″ e eu tenho ficado surpreso em ver como a resposta tem sido positiva. É estranho o quanto você tem que forçar as pessoas para ouvirem novas músicas atualmente… Há tantas bandas em comparação com quando nós estávamos aprendendo a tocar nossos instrumentos e todas elas querem atenção. Eu acho que já superei isso com a minha banda anterior, por isso que eu fiz um esforço de me preocupar o mínimo possível com Direct Hit além de escrever canções cativantes e ter bas gravações delas, para ouví-las quando eu estiver velho e chato.
Angélica (TMDQA!): Como foi que surgiu essa parceria com a Death to False Hope Records e como você vê o futuro da banda agora?
Nick Woods (Direct Hit!): Um dos caras que comandam o selo, me mandou um e-mail do nada dizendo o quanto ele havia gostado dos EPs “#3″ e “#4″ e aí me perguntou se ele poderia ajudar a fazer com que eles [os EPs, obviamente] entrassem também no cérebro de algumas outras pessoas. Nós não disponibilizamos os nossos materiais antigos para as pessoas fazerem download por um monte de razões diferentes, então eles acabaram oferecendo ajuda só para o EP “#4″, já que ele é o mais novo.
Já em relação a segunda parte da sua pergunta, de proprósito, eu não tento enxergar o futuro da banda. Tentar conseguir algum tipo de objetivo a longo prazo, tornaria o Direct Hit um trabalho e eu já tenho um desses, então não preciso de outro. É muito mais fácil para nós, escrevermos as músicas quando não estivermos estressados por não ter conseguido atingir um certo ponto de nossas “carreiras”, num determinado tempo. Eu aprendi isso por um caminho mais difícil, ao ver que pensar na música desse jeito, faz com que ela seja totalmente chata.
Angélica (TMDQA!): Quais são as suas inspirações para as letras?
Nick Woods (Direct Hit!): Acho que fazer essa pergunta pra mim é a mesma coisa que perguntar para o Jerry Bruckheimer ou Michael Bay, como que surgem as ideias para os seus filmes. Eu acho os filmes deles desastrosos, mas eu posso simpatizar com algo escrito apenas para ter o valor absoluto de entreter, porque é assim que eu faço as letras. Eu propositalmente não tento fazer uma declaração sobre qualquer tipo de filosofia ou sobre a verdade mais profunda, porque eu sempre escutava música para escapar desse tipo de pensamento. Enquanto eu não souber a verdadeira inspiração por trás de suas músicas, quase posso garantir que Glen Danzig [Misfits] ou não estava tentando fazer algum tipo de afirmação sociopolítica tão grande quando ele ou quem quer que seja que escreveu “Teenagers From Mars”. Eu venho dessa mesma escola, por sinal – é muito mais divertido e empolgante ouvir um música sobre zumbis ou aliens ou assassinato ou festas, do que ouvir algum idiota falando sobre a guerra no Iraque. Essas são questões importantes, eu acho, mas eu posso ouvir essa merda no canal CNN. Eu não preciso ouví-las enquanto eu estiver tentando ficar extasiado antes de um jogo dos Brewers [equipe profissional de baseball, de Milwaukee] ou algo do tipo.
Angélica (TMDQA!): Quando você começou a tocar guitarra e quem foi que te influenciou a fazer isso?
Nick Woods (Direct Hit!): Eu acho que eu tinha uns 12 anos – Minha mãe comprou uma guitarra pra mim, porque ela achava que poderia me manter longe das drogas e também porque eu escutava muito Metallica.
Angélica (TMDQA!): Quais são as suas maiores influências e de que forma você as trouxe para o som da banda?
Nick Woods (Direct Hit!): Andrew WK, The Ramones, Bruce Springsteen e Green Day são realmente quatro artistas/bandas que eu gostaria de fazer com que o Direct Hit se parecesse no começo. Mas para te falar a verdade, as partes que eu escrevo são mais influenciadas pelo Top 40 [um portal musical da internet, que tem 49 paradas musicais de 25 paises e mais de 26.000 musicas registradas] do que outra coisa. Mas eu não posso falar pelo resto da banda – eu vou ensaiar com uma estrutura de uma canção escrita, mas todo mundo escreve as suas próprias partes e rascunhos a partir de um conjunto completamente diferente de influências do meu. Robbie gosta mais de coisas técnicas e músicas estranhas como Lightning Bolt e Daughters, considerando que eu acho que o Mike tende a ser influenciado mais pelo pop-punk moderno. Danny e Alex tem seus favoritos também que provavelmente são muito diferentes dos meus. E tenho certeza que isso influencia o modo como eles vêm com suas partes de músicas, mas aí você teria que perguntar pra eles. Só posso falar por mim. Posso dizer que todos nós temos um respeito por melodias cativantes, tocadas bem. O compromisso entre nós sobre o que isso significa, é exatamente o que faz o nosso som.
Angélica (TMDQA!): Você gostaria de dividir o palco com quem? E como é dividir o palco com bandas como Black For a Second e The Manix?
Nick Woods: Eu ficaria extremamente feliz se tocasse com o Slayer. Ou o Jay-Z. Um dos dois. Embora isso provavelmente nunca vá acontecer. Mas é muito mais legal fazer shows com os nossos amigo, como esses dois grupos que você citou. Você pode se dar ao luxo de ter um apagão antes de tocar, sem se sentir como um total e completo perdedor, quando você acordar com todo o mobiliário da sala de estar empilhado em cima de seu corpo desmaiado.
Angélica (TMDQA!): Antes do Direct Hit você teve quais bandas? Eu sei que você toca guitarra com The Saltshakers (que também é sensacional), mas eu não sei quem nasceu primeiro. E além desses dois, você tem outros projetos?
Nick Woods (Direct Hit!): Todos nós temos projetos paralelos ao Direct Hit. Danny e Robbie tocam juntos, só bateria e baixo, num grupo que eles chamam de Johnny’s Goin Heavy. Danny também toca bateria com o Bust! às vezes. Robbie e eu temos feito uma brincadeira por aí, com dois baixistas e um baterista e chamamos de La Tenia. Alex tem um projeto solo que inclusive, ela vem trabalhando nele há um bom tempo. Mike tem outra banda chamada The Latchkey Kid. E como você disse, eu toco guitarra com um grupo chamado The Saltshakers. Eu acho que todos nós iríamos pirar se só pudessemos tocar em uma banda por vez. Eu já fiz isso por cinco anos com meu outro grupo e tem sido incrível não me limitar a um só projeto.
Angélica (TMDQA!): Espero poder ver um show do Direct Hit algum dia. Mas até esse dia chegar, me conte como são os shows. Vocês fazem algum cover, alguma versão ou só mesmo tocam o trabalho autoral?
Nick Woods (Direct Hit!): Nada além de coisas próprias. Aprender as músicas dos outros é mais difícil do que fazer as suas próprias.
Angélica (TMDQA!): O que você sabe sobre o Brasil? Suponho que quase nada, né? hahaha
Nick Woods (Direct Hit!): Sei porra nenhuma do Brasil, com execão de que nós temos algumas pessoas mandando recados dizendo o quão incrível o seu país é. Compre passagens de avião pra nós e estaremos chegando aí amanhã.
Angélica (TMDQA!): E por último, eu preciso perguntar isso: Você é de Wisconsin… Você assistiu That ’70s Show? Digo, você gosta? Porque na minha opinião, foi o melhor programa de TV que eu já vi!
Nick Woods (Direct Hit!): hehe, Eu assisti até a reprise. A Mila Kunis é gostosa demais.
“Live At Shea Stadium” é o mais recente álbum ao vivo do Clash lançado de forma oficial.
O show aconteceu em 1982, em uma turnê norte-americana onde os caras abriram shows para o The Who no lendário Shea Stadium. Tocando para um público totalmente eufórico e que contava com tantos fãs de Clash quanto fãs de Who, os caras fizeram uma performance histórica que foi capturada do começo ao fim e pode ser ouvida nesse lançamento.
O melhor de tudo é que agora a gravação está disponível em disco de vinil duplo e pode ser encontrada com todas suas 16 faixas aqui.
John Mayer
O mais novo álbum de John Mayer, “Battle Studies”, saiu no final do ano passado, em Novembro, e já ganhou uma versão mais que especial para os amantes do vinil.
O disco vem em LP de 180 gramas, com caixa gatefold para guardá-lo e alta qualidade de áudio.
Nas lojas online americanas como a Amazon é possível encontrar o disco, é só clicar aqui.
Serj Tankian
Serj Tankian, líder do System Of A Down está lançando a gravação de um show que ele fez junto com a Orquestra Filarmônica de Auckland, na Nova Zelândia, com músicas do seu primeiro trabalho solo que recebeu o nome de “Elect The Dead”. “Elect The Dead Symphony” é o primeiro registro dessa parceria que pode render mais alguns shows, e ganhou edições de gala para seu lançamento. Dá uma olhada:
CD + DVD + Ilustração exclusiva e numerada à mão para os 1.500 compradores
Disco de vinil duplo incluindo 2 faixas extras
O link para ver todos os detalhes e comprar LPs ou CDs e DVDs é esse aqui.
Tony Sly / Joey Cape
Tony Sly do No Use For A Name e Joey Cape do Lagwagon estão lançando um novo split via Fat Wreck Records em disco de vinil de 7 polegadas.
O EP tem 1 faixa de cada artista e o detalhe mais interessante é que cada um desenhou a capa do outro e como pode-se perceber pelas imagens acima, como desenhistas eles são ótimos cantores.
Joey gravou uma versão acústica de “Resolve” do Lagwagon, enquanto meu xará resolveu gravar uma música solo inédita para o projeto. Ambas as canções são exclusivas desse split e não sairão em outro lugar.
Fechando a série de kits LP colorido + camiseta que já contou com Guns N’ Roses, Rolling Stones e No Doubt, quem também ganhou uma dessas foi Michael Jackson. “The Early Years” vem em um LP amarelo contendo 10 faixas da carreira de Michael tanto com o Jackson 5 quanto no começo da vida solo e ainda acompanha uma camiseta exclusiva com a arte do disco.
O kit é exclusivo da Hot Topic e pode ser encontrado aqui.
The Vandals
O Vandals é uma das bundas de punk rock mais clássicas que continua na atividade até hoje.
Os caras tocam desde 1980 e foram precursores do punk/pop-punk californiano, colocando o nome de Huntington Beach, sua cidade, no mapa das grandes bandas do gênero.
Suas duas primeiras gravações, o EP “Peace Thru Vandalism” e o LP “When In Rome Do As The Vandals” foram relançados no final do ano passado em LP e CD, fazendo jus a 2 discos que saíram por selo independente e alcançaram marcas similares a bandas do mainstream nos anos 80.
O EP pode ser encontrado aqui, e o LP está a venda aqui.
Em primeira mão, lhes trago a capa do primeiro single do novo disco do Alkaline Trio, “This Addiction”.
O single tem o mesmo nome, e essa arte aí de cima. Ele já está disponível em pré-venda no site da Amazon Alemã, e lá é possível ouvir um trecho de quase 30 segundos da música.
A data de lançamento oficial é 15 de Janeiro de 2010 e o link é esse aqui.
E falando no trio Alkalino, o “Crimson”, penúltimo disco de estúdio dos caras está ganhando relançamento em vinil duplo com várias opções de cores.
Além das versões azul, verde e branco, é possível encontrar uma versão “colorida” onde qualquer uma dessas cores ou ainda uma quarta diferente pode aparecer. Apesar de meio caros, os discos valem muito a pena pra quem é fã.
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6 – Broadway Calls – Good Views, Bad News
O mais novo trio pop-punk sensação da cena americana lançou seu novo disco esse ano via SideOneDummy e com certeza era um dos mais esperados por toda a crítica especializada. Na minha opinião deixou um pouquinho a desejar e poderia ter colocado mais umas 2 ou 3 músicas no disco, mas mesmo assim fez algo que ninguém fazia há muito tempo: um bom disco de pop-punk.
“Good Views, Bad News” mostra o que a banda tem de melhor, com melodias pegajosas, guitarras marcantes e boas linhas de baixo, além da alternância entre os 2 vocalistas da banda. Se você é orfão das antigas fases de Alkaline Trio, Green Day, New Found Glory e congêneres, esse disco pode servir como uma luva pra você.
Green Day
Dando continuidade ao relançamento de toda a discografia do Green Day em vinil, a Reprise lançou no último dia 15 o disco ao vivo “Bullet In A Bible” em vinil duplo, de 140 gramas.
Além do fato de vir com 2 discos, o pacote contém todas as faixas disponíveis no CD/DVD originais e encarte.
Três dos quatro primeiros discos do excelente Red Hot Chilli Peppers estão ganhando versão limitada e exclusiva em discos de vinil. “Freaky Styley”, “Uplift Mofo Party Plan” e “Mother’s Milk” foram todos lançados no final dos anos 80 e agora estão recebendo o devido tratamento em vinil de alta qualidade em edição limitada, caixas especiais e encartes em todos eles.
Os lançamentos fazem parte da iniciativa “From The Capitol Vaults”, da gravadora Capitol que tem como objetivo relançar clássicos de seu catálogo em discos de vinil de alta qualidade. Os links são esse, esse e esse.
New Found Glory
Um dos marcos na história do pop-punk e com certeza um dos melhores discos do gênero até hoje fará 10 anos de aniversário em 2010. “New Found Glory”, da banda de mesmo nome, foi lançado em 2000 e logo de cara fez com que milhares de fãs começassem a gostar dessa banda, que apesar de ser vista por muitos como “pop demais”, pra mim é uma das que faz de forma mais brilhante a boa mistura entre pop, punk, hardcore e rock.
Pra comemorar o aniversário, os caras já anunciaram uma edição Deluxe do álbum (a exemplo do que fez o Get Up Kids com “Something To Write Home About”) e uma turnê de 42 shows onde eles tocarão o álbum de cabo a rabo em todas as noites.
Assim que mais detalhes e links de venda do disco aparecerem, tenha certeza que eles estarão aqui no TMDQA!
Detournement
O Detournement é uma banda de hardcore/punk rock que tem membros de nomes consagrados como Lifetime, Bigwig, Ensign e Worthless United, e que desde a sua formação tem lançado alguns EPs para divulgar o som.
O mais novo deles se chama “Awaken With Millions, From One Heart!” e tem esse formato de coração aí em cima, que é sempre muito legal.
Iniciativas assim devem sempre ser levadas em consideração, porque o vinil permite que artista e gravadora façam muitas coisas diferentes, e é legal ver gente aproveitando essa oportunidade, como fizeram Detournement e a Pirates Press.
Um dos últimos trabalhos a ser lançado pela gravadora sensação do momento, a Paper+Plastick, se chama “In What Way” da banda Failures’ Union.
Os caras tocam algo entre o indie, o folk e o rock, e têm recebido várias oportunidades em festivais norte-americanos e shows com outras bandas grandes do estilo.
No site da Punknews é possível ouvir o disco inteiro em streaming e aqui é possível comprá-lo em várias opções:
Vinil preto com capa amarela
Vinil preto com capa azul
Vinil branco
Vinil transparente com 3 pontos
Vinil metade preto, metade cinza
CD
Você pode ouvir o disco e depois comprá-lo em qualquer um desses formatos bem legais. Pessoalmente fiquei muito curioso pra ver esse transparente com 3 pontos. Se você gostar do álbum, vale a pena porque está bem barato.
The Playing Favorites
Esse não é exatamente um lançamento, mas é um disco que fiquei conhecendo há pouco tempo e achei muito bacana, então vale a pena o registro. “I Remember When I Was Pretty” é o primeiro e único álbum do The Playing Favorites, banda que pode ser considerada um supergrupo, já que seus membros são os seguintes:
Marko DeSantis (Sugarcult, Bad Astronaut, Popsicko)
Mick Flowers (The Rentals, The Lapdancers, Popsicko)
Tim Cullen (Summercamp, Popsicko)
Luke Tierney (Penfifteen Club)
O estilão do álbum alterna entre o indie, o alternativo e o emo, e algo que me chamou bastante a atenção é que todos vários membros da banda assumem os vocais em cada uma das músicas, então parece que você está ouvindo vários trabalhos diferentes no mesmo disco, com vocalistas diferentes.
Pra tirar sua prova, você pode comprar o vinil azul com manchas brancas aqui, ou ouvir o álbum inteirinho no player abaixo. Eu recomendo!
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MELHORES DO ANO
De 15 a 24 de Dezembro farei minha lista de melhores discos do ano, com um disco por post. Hoje temos o de número nove. Confere aí!
9 – Lily Allen – It’s Not Me, It’s You
“It’s Not Me It’s You” marcou o retorno de Lily Allen, que tinha me conquistado com o excelente “Alright, Still” que misturava traços de ska, reggae, rock e pop, combinando tudo isso com letras excelentes.
Com o novo disco o som tomou um caminho ora mais eletrônico ora alternativo e ainda mostra uma escritora/cantora que sabe misturar muito bem os elementos de sua banda com sua voz suave e letras diretas. A primeira metade do álbum é sensacional, e não fosse pela segunda, que na minha opinião decai em relação ao todo, a posição de Lily Allen seria mais alta nessa lista.
De qualquer maneira, em tempos onde é difícil ler um bom texto, a maioria das letras desse disco é altamente recomendada.
P.S.: Até agora todos os singles desse álbum saíram em compactos de 7″. Dá uma fuçada que eu postei sobre eles aqui no site. ;D
Rage Against The Machine
Parece que os fãs do Rage Against The Machine podem começar a ficar empolgados com relançamentos da banda em novas versões.
Depois do disco de estréia, que foi relançado em vinil de alta qualidade e foi noticiado aqui no TMDQA!, agora é a vez do seu sucessor, o “Evil Empire” também ganhar edição em vinil.
O álbum pode ser encontrado em distribuidoras européias e foi lançado em versão para viciados em qualidade de áudio, com vinil de 180 gramas e alta qualidade de prensagem.
Um dos links onde o disco pode ser encontrado é esse aqui.
Willie Nelson
Um dos maiores e melhores nomes do Country de todos os tempos está tendo 2 títulos de sua vasta carreira relançados em vinil. Willie Nelson lançou “Shotgun Willie” e “Phases And Stages” originalmente em 1973 e 1974, e agora os 2 álbuns estão ganhando seus novos tratamentos em vinil de alta qualidade para que os fãs do cara possam ouvir esses clássicos em melhor qualidade de áudio.
O This Time Next Year é uma banda que jura de pé juntos saber muito bem o que é o bom pop-punk de verdade, que segundo eles era tocado por nomes como Blink-182, New Found Glory e The Movielife. O último inclusive foi influência direta no nome da banda, já que “This Time Next Year” é o título de um dos álbuns do Movielife.
Se eles representam o bom e velho pop-punk, você que pode decidir ouvindo o som deles. Fato é que o disco de estreia dos caras saiu em Outubro desse ano e se chama “Road Maps And Heart Attacks”.
Com esse álbum eles têm conseguido colocar seu nome no mapa acompanhando turnês de nomes já consolidados da cena como o Four Year Strong.
Antes do disco, eles lançaram um EP chamado “New Sensation” e os lançaram em disco de vinil branco, limitadíssimo a 500 cópias, vendido apenas em seus shows e na loja oficial da banda.
O link oficial para o grupo no site de sua gravadora é esse aqui.
Sounds Like Violence
Os suecos do Sounds Like Violence lançaram seu álbum de estréia em 2007, e em pouco tempo chamaram a atenção do mundo todo tendo seu disco relançado ao redor do globo e contrato com gravadoras europeias e norte-americanas.
O mais novo trabalho dos caras, “The Devil On Nobel Street”, saiu esse ano e pelo que eu andei lendo tem sido considerado uma evolução em relação ao primeiro disco que já teve ótima recepção de público e crítica.
O link oficial para o álbum na Burning Heart, a gravadora europeia que distribui o trabalho do trio, é esse aqui.
Protect 2
Protect é uma ONG que tem como maior objetivo auxiliar crianças que tenham sido exploradas ou abandonadas para que elas possam ter uma chance na vida.
Em 2005 alguns artistas independentes se reuniaram e lançaram uma coletânea para arrecadar fundos para a organização, e essa primeira versão contava com nomes como NOFX, Matt Skiba (Alkaline Trio), Joey Cape (Lagwagon), MxPx, Jawbreaker e outros.
Agora em 2009 irá sair a segunda versão da coletânea, com algumas bandas um pouco menos renomadas, mas algumas outras que têm se destacado na cena independente norte-americana como o Intro5pect, o Copyrights e o Yesterday’s Ring.
Dá uma olhada nas faixas:
Holding on To Sound – Song for the Earth (Ben Kirsten Mix)
Be My Doppelganger – I Need a Ride
Fiction Reform – Small Silhouette
Mall’d to Death – Blood for Gas Money
(Vlad and) The Impalers – Army Now (Live)
Introspect – Sustainable Yield (Live)
Friday Nights – Message in a Bottle
The Dopamines – Navigation Point (Acoustic)
Planet Trash – I’m Warning You
Splitzville – Walking Dead
Bent Left – Application for Federal Assistance
The Copyrights – Immovable Object
The Hotcakes – Tongue Tied
Last Great Hope – Your Black Heart
Nothing With Numbers – Karate Jesus
Stupid Flanders – All Grown Up
Greg Ginn and the Taylor Texas Corrugators – Tripvine
East Arcadia – Inner Anthem (Ultrasuede Demo)
Yesterday’s Ring – Punx Not Dead, It’s Just Sleeping
Anchor Down – Crass A Nova
Awshockkiss – More Perfect Truth
Sound & Shape – Our Hollow Reasons (Demo Version)
Jack Killed Jill – Maybe in Time
Scuba – Two Cars (feat. Jessica Lynn Kern)
Hit the Switch – Galactic Alchemy
Kill the Scientist – Computer (Malfunction?)
The Startover – 13 Ways to Be Better Than You (Acoustic)
O These Arms Are Snakes e o All The Saints fizeram uma turnê juntos esse ano nos Estatos Unidos, e para abrilhantá-la ainda mais, resolveram lançar um split em vinil de 7″ com uma faixa de cada uma das bandas.
O Lado A conta com “Host”, do All The Saints, enquanto o Lado B fica com “Washburn” do TAAS.
O link para comprar o disquinho de 7 polegadas é esse aqui.