A Fueled By Ramen e o Paramore estão lançando um kit de vinil que contém o último disco da banda, “brand new eyes” em LP de 140 gramas, com apenas 5000 cópias feitas no mundo todo e o single de “Brick By Boring Brick” em um Picture Disc que contém uma imagem do encarte do disco no Lado A e uma imagem com a letra da música escrita pelas mãos da própria vocalista Hayley Williams no Lado B.
O Deftones liberou a track listing do seu novo disco, “Diamond Eyes”, que sai no dia 18 de Maio. Dá uma olhada:
Royal
Diamond Eyes
You’ve Seen the Butcher
CMND/CTRL
Beauty School
Prince
Rocket Skates
Sextape
Risk
976-EVIL
This Place Is Death
Os viciados em LOST devem ficar emocionados com “This Place Is Death”, já que esse é o nome de um episódio da quinta temporada da série.
O que ainda não saiu foi a capa do disco, mas assim que estivermos com ela, a postaremos aqui.
Trilha Sonora The Runaways
Outra tracklisting divulgada foi a da trilha sonora do filme que retrata a história de uma das primeiras e mais importantes bandas femininas de rock, o The Runaways.
O filme ganhou ares de super-produção, e não ficou pra trás ao escalar os artistas para a trilha sonora. Dá uma olhada:
“Roxy Roller” – Nick Gilder
“The Wild One” – Suzi Quatro
“It’s A Man’s Man’s Man’s World” – MC5
“Rebel Rebel” – David Bowie
“Cherry Bomb” – Dakota Fanning
“Hollywood” – The Runaways
“California Paradise” – Dakota Fanning
“You Drive Me Wild” – The Runaways
“Queens Of Noise” – Dakota Fanning & Kristen Stewart
“Dead End Justice” – Kristen Stewart & Dakota Fanning
“I Wanna Be Your Dog” – The Stooges
“I Wanna Be Where The Boys Are (Live)” – The Runaways
“Pretty Vacant” – Sex Pistols
“Don’t Abuse Me” – Joan Jett
O disco sai em CD e formato digital no dia 23 de Março. Não encontrei uma versão em vinil, mas qualquer novidade será postada por aqui!
Entrevista com Jai Al-Attas
(fonte da foto: billsilvaentertainment.com)
Imagine-se cara a cara com um de seus ídolos, entrevistando-o. Agora imagine-se na frente de todos os seus ídolos, entrevistando-os e gravando um documentário sobre uma das épocas mais marcantes música: o punk rock dos anos 90.
Se você não consegue imaginar tal feito, o australiano Jai Al-Attas imaginou-se nesse contexto e em 2006 saiu de Sidney e foi para Los Angeles realizar esta façanha. “- O resultado disso?” “- O documentário One Nine Nine Four!”
Em 1994, morreu aquele que fez com que cena musical underground fosse posta no mainstream: Kurt Cobain. Com sua morte, o grunge se foi e o punk rock passou a ser o estilo musical presente no cenário daquela época. No mesmo ano, um trio, não muito conhecido, do norte da Califórnia chamado Green Day lançara o disco “Dookie”, alcançando mais de 19 milhões de cópias vendidas. Ainda na mesma época, o Offspring lançou o “Smash”, disco que alcançou o status de maior vendagem de um selo independente, o Epitaph.
Fat Mike (NOFX), Tim Armstrong (Rancid), Billie Joe (Green Day), Mark Hoppus (Blink-182), Tom DeLonge (Blink-182), Greg Graffin (Bad Religion), Dexter Holland (The Offspring), Kevin Lyman (Warped Tour) foram algumas das pessoas com quem Jai pode conversar e extrair informações preciosas dessa época tão movimentada na música que era feita nos Estados Unidos.
E quem melhor para narrar toda essa história? Tony Hawk, a maior lenda viva do skate mundial. One Nine Nine Four descreve como o punk rock dos anos 90, oriundo da obscura cena de meados dos anos 80, ressurgiu na costa leste dos Estados Unidos agregando o movimento do surf e skate do Sul da Califórnia que culminou no início de um dos principais eventos da música alternativa independente que dura até hoje: a Warped Tour.
Jai Al-Attas conversou quase duas horas conosco do TenhoMaisDiscosQueAmigos.com e comBruno Bld e Colombia182 do Action182.com, e falou sobre como surgiu a idéia de fazer este documentário, sobre a experiência de participar de algo que influenciou sua vida pessoal e profissional, de estar cara a cara com seus principais ídolos e sobre as dificuldades de realizar um projeto como este.
Falou ainda sobre o mundo da música atual, sobre Green Day, Blink-182, NOFX, Lagwagon, sobre o mercado discos de vinil, entre tantas outras coisas.
Confira abaixo a primeira parte dessa entrevista exclusiva com o cara!
Colombia-ACTION182: Como você teve a ideia de fazer o “One Nine Nine Four” e qual é o seu maior objetivo? Jai: A ideia para o filme veio quando eu assisti “Dogtown and Z Boys” (documentário de skate) um dia. Eu achei que era o documentário mais legal que eu já tinha visto e ele me inspirou a querer fazer meu próprio filme. Quando eu comecei a pensar em assuntos que eu tinha paixão, o punk rock dos anos 90 instantaneamente surgiu na minha cabeça, aí eu pensei “espera um pouco, ninguém fez um filme se concentrando nessa era da música”. Então eu basicamente escrevi um rascunho e decidi que se ninguém havia feito, eu teria que fazê-lo por conta própria. O principal objetivo do filme é basciamente contar a história desses artistas e de como eles saíram de relativa obscuridade para se tornar a linha de frente da música mainstream mundial, e o que significou pra cada um deles, e quais tendências foram fatores decisivos para que isso acontecesse numa escala tão larga como aconteceu com eles.
Bruno-ACTION182: Lendo sobre o documentário em suas fontes oficiais, a gente viu que você cresceu ouvindo várias das bandas que acabou entrevistando. Como você se sentiu estando cara a cara com seus ídolos e os tendo como parte do projeto? Jai: É, foi muito legal, sabe. Há uma regra geral que você nunca deveria conhecer seus herois porque você só irá se desapontar, mas isso não aconteceu comigo. Todo mundo que a gente entrevistou foi super legal com a gente, e nos levou a sério, mesmo que nós fossemos apenas “crianças” da Austrália que eram bebês quando a maioria das bandas deles haviam começado. No começo eu fiquei um pouco intimidado, eu acho, mas depois das primeiras entrevistas eu fiquei bem à vontade com o fato e tentei fazer meu trabalho da melhor maneira possível.
Tony-TMDQA!: Que legal! Ficar desapontado com seus ídolos deve ser muito ruim. Jai: Não aconteceu comigo ainda, bate na madeira.
Tony-TMDQA!: Como você conseguiu trazer tantas pessoas importantes para o mesmo filme? Todas elas aceitaram quando você os convidou pela primeira vez ou alguém recusou a ideia de fazer parte do projeto? Jai: Levou um tempo, na verdade. Primeiro a gente tinha 2 pessoas dizendo que fariam, e todas as bandas grandes tipo os Green Days da vida não respondiam nossas ligações. Perceba que a gente estava ligando pra eles direto. Mas como a coisa foi evoluindo, a gente construiu essa energia onde a gente conseguiu entrevistar tipo o Joey Cape (Lagwagon) e ele dizia “porra, vocês já falaram com o Fat Mike (NOFX)?” e eu disse que não, e aí ele nos colocou em contato com o Fat Mike. Então a gente continuou tocando desse jeito, e eventualmente 3 meses depois todo mundo estava a bordo menos o Billie Joe do Green Day. A gente já havia aceitado o fato de que não conseguiria ele e voltou pra Austrália. No dia que eu cheguei na Austrália, o empresário deles Pat, que hoje em dia é um grande amigo meu me mandou um e-mail dizendo “Ah, sim, o Billie quer fazer a entrevista agora”. Mas isso acabou sendo atrasado ou deixado de lado, aí 6 meses depois eu estava em Los Angeles por outros motivos e mostrei ao Pat um trailer que a gente tinha feito sem o Billie. Ele ligou pro Billie falando tipo “você TEM que fazer isso”. Uma semana depois a gente estava no estúdio do Green Day entrevistando o Billie Joe e essa foi a última entrevista que fizemos para o filme. Estávamos muito empolgados.
Colombia-ACTION182: Então os artistas que se envolveram com o projeto aceitaram fazê-lo de primeira? Jai: Ah sim, basicamente sim.A gente ficou 3 meses em Los Angeles, mas sempre com pressa. A gente teve que ir a Maui para entrevistar Dexter Holland (Offspring). Foi muito legal, mas o Havaí é caro, cara..
Bruno-ACTION182: Continuando no assunto, qual é a parte mais difícil de fazer um documentário tão grande, com tanta gente importante envolvida? Jai: Tentar fazer o correto com cada uma delas e fazer com que as suas histórias fiquem coesas. Algumas pessoas têm opiniões diferentes em certos assuntos, e como um diretor de filmes você está tentando contar uma certa estória mas por outro lado você não quer tirar os créditos dos envolvidos. O lance é encontrar o balanço perfeito entre tantas personalidades. Dinheiro foi difícil também, a produção foi barata, mas a pós-produção é muito cara.
Tony-TMDQA!: Como você arrecadou fundos para o documentário? Você teve ajuda de alguma empresa privada ou uma pessoa em específico? Jai: Nenhuma empresa se envolveu. Meu produtor Matt Wardle tem laços no mundo financeiro e pessoas com dinheiro, e ele conseguiu arrecadar os fundos iniciais que a gente precisava pra ir até lá e gravar. Aí eu consegui arrecadar mais um pouco com pessoas que eu conhecia para começar a fase de pós-produção. E agora a gente está tentando arrecadar mais ainda pra pagar por direitos musicas e terminar isso… finalmente.
Bruno-ACTION182: Essa seria nossa próxima pergunta. A gente leu sobre alguns leilões e outros tipos de ações que você está fazendo para arrecadar fundos e terminar o documentário. Que tipos de problema você tem engrentado e como essas ações têm funcionado até agora? Jai: É basicamente a música. Ninguém (distribuidores) vai tocar seu filme até que tudo esteja “limpo” e se tratando de um documentário musical, isso pode se tornar bem caro. Bruno-ACTION182: São os royalties? Jai: Sim, exatamente. Mas é mais pras gravadoras e editores (publishers). São eles que ficam com a grana. E porque ninguém mais compra CDs e o modelo de negócio deles está falhando, eles procuram outras fontes de renda que infelizmente para mim e outros diretores de documentários se resume a licenciamento de músicas. Eles não vêem como um filme histórico sobre o legado que seus artistas fazem parte, eles apenas vêem como um dia de pagamento que vai manter as luzes no seu prédio ligadas um pouquinho mais.
Tony-TMDQA!: Isso é muito ruim. A gente ia te perguntar outras coisas, mas como o assunto veio à tona, vou mudar um pouco. Eu tava lendo no encarte da “Wrecktrospective” (coletânea da história da gravadora Fat Wreck Chords) que desde 2005, quando baixar MP3 virou algo natural, a Fat Wreck começou a ter problemas com dinheiro e teve que cortar gastos. O que você acha desse novo modelo musical, com as MP3 e outros tipos de lançamento digital? Jai: Eu acho que o modelo antigo está morrendo muito rapidamente, se é que já não está morto. Eu acho que as pessoas têm tanto acesso à música hoje em dia, e de graça, que o lance agora é tratar o consumidor de forma igualitária, ao invés de trazê-los pra baixo toda hora. As pessoas ainda querem ajudar os artistas, mas é necessário mais incentivo agora para fazê-lo porque o poder está nas mãos do consumidor. A indústria de discos pode estar morrendo mas a música definitivamente não está. Obviamente mais pessoas estão ouvindo música porque agora é mais acessível.
Bruno-ACTION182: Você acredita na venda de MP3 online? Porque aqui no Brasil isso está andando muito devagar… Jai: Sim, eu acredito que é bacana e você sabe que as pessoas as estão comprando mais do que músicas sozinhas. Não vai preencher o buraco da quantidade que os CDs vendiam porque as gravadoras tinham margens de lucro gigantescas com eles. Mas se você é esperto ainda há maneiras de fazer dinheiro explorando música, enquanto haja respeito mútuo entre o dono e o consumidor.
Tony-TMDQA!: E você acha que discos de vinil podem preencher o buraco deixado pela falta de um formato físico, inerente aos arquivos MP3? Jai: Eu acho que o vinil está voltando em uma espécie de nicho pós-moderno. No último ano 2 milhões de discos de vinil foram vendidos nos Estados Unidos. Não chega nem perto dos 900 milhões de CDs que já foram vendidos em um ano há algum tempo atrás. O que eu quero dizer é que o vinil não vai tapar o buraco por conta própria, mas como uma das várias coisas que estão acontecendo hoje em dia: mp3s, vinil, encartes, DVDs, etc. Todos eles são parte de uma figura maior no que diz respeito ao consumo de música.
Tony-TMDQA!: Eu sou um grande fã do vinil, mas não acho que ele irá voltar com tanta força nos meios mais populares. É uma coisa mais para fãs de música, audiófilos. Jai: É, não vai ser como o CD. A gente quer que a nossa música seja pequena, quase invisível e portátil. A gente quer poder ouvi-la quando a gente bem entender e onde a gente bem entender.
Bruno-ACTION182: Qual foi a importância da música dos anos 90 no mundo todo? Você acha que a morte do Kurt Cobain marcou o fim do grunge e que isso foi crucial para a explosão do punk rock ou você acha que o punk rock já estava se tornando grande o suficiente para ultrapassar o grunge e tomar seu lugar de qualquer jeito? Jai: Eu acho que a sua morte teve muito a ver com ajudar o punk rock a ter sua vez. Tipo, quando o Green Day e o Offspring apareceram, na Austrália eles eram tratados como bandas parecidas com o Nirvana. Era a mesma atitude, mas com um olhar mais rápido e refrescante. Era super pop então também podia ser tocada no rádio e TV. Mas ainda era legal o suficiente para fãs de música “Alternativa”.
Tony-TMDQA!: Você acha que o fato de grandes gravadoras terem contratado bandas independentes como o Green Day e o Offspring foi marcante para o pop-punk conseguir tanta visibilidade e sucesso no mainstream? Jai: Bom, o Green Day talvez, mas o Offspring lançou o “Smash” pela Epitaph que é uma gravadora independente. E eu acredito que esse álbum tenha batido o recorde de vendas em uma gravadora independente de todos os tempos. Definitivamente iria acontecer, as bandas estavam construindo e seguindo nessa direção. Eu acho que a morte do Kurt foi tipo um catalisador para o movimento de trocar o foco um pouco e colocar a atenção em bandas como o Green Day e Offspring e seus amigos que vieram depois.
Tony-TMDQA!: Falando nisso, qual foi a importância para a cena do Green Day tocar o Woodstock, com o Mike Dirnt usando uma camiseta do Screeching Weasel, por exemplo? Além disso o Tré Cool também fez algo parecido quando filmou o clipe de “Longview” com uma camiseta do Tilt. Você acha que esse tipo de camaradagem entre as bandas era algo normal no punk rock dos anos 90? A ajuda que eles conseguiram através disso é inegável. Jai: Sim, definitivamente. Eu acho que as bandas tinham orgulho de fazer parte daquela cena e ter o sentimento de pertencer a alaguma coisa. Tantos artistas aparecem e lançam discos de muito sucesso mas não são parte de nada, e com essas bandas de pop punk, eles eram partes dessa cena excitante e eles eram amigos de todo mundo e quando alguma dessas bandas conseguia atingir uma platéia maior, era natural que eles ajudassem as outras bandas da maneira que podiam. O melhor exemplo disso foi o movimento de gravadoras independentes. Brett (do Bad Religion) abriu a Epitaph, Fat Mike (NOFX) abriu a Fat Wreck, Dexter (Offspring) abriu a Nitro, Joe (Vandals) abriu a Kung Fu. É um modelo perfeito para apresentar novas bandas ao mundo através da popularidade da sua banda.
Tony-TMDQA!: E a Lookout! Records? Eles também conseguiram muita atenção nessa época, já que bandas de seu catálogo estavam sendo vistas em veículos da grande mídia. Por que você acha que a gravadora acabou perdendo o direito de seus maiores lançamentos (Green Day, Operation Ivy, Screeching Weasel) e quase falindo? Pergunto isso porque a Lookout! foi extremamente importante para a cena punk rock dos anos 90 e seu dono, Larry Livermore aparece no documentário. Jai: Bom, eu falei com o Larry sobre isso e ele não era mais parte da gravadora quando tudo aconteceu, ele já tinha saído. Mas eu acho que ele estava triste pelo fato de que algo que ele construiu do zero eventualmente se tornou o que se tornou. Não sei dizer mais do que isso, porque eu não sei detalhes dos problemas financeiros deles.
NÃO PERCA a segunda parte dessa excelente entrevista no Action182…
Como a gente havia antecipado há algum tempo atrás, Dead Fish e Mukeka Di Rato, 2 dos maiores nomes do hardcore nacional estão lançando um Split em vinil pela nossa parceira Deckdisc.
O lançamento do EP será feito no dia 26 de Março quando o Dead Fish toca no Circo Voador no Rio de Janeiro e cada banda contribuiu com 2 faixas que nunca saíram em formato físico anteriormente. “Michel Oghata” e “Múmia” do Dead Fish só estavam presentes nas coletâneas digitais da Deckdisc enquanto “Umbigo” e “Sonho Corrompido” saíram na versão japonesa do CD do Mukeka Di Rato.
O mais legal de tudo isso (como se todo o resto já não fosse muito bom) é que a arte foi feita pelo nosso parceiraço Mozine (Baixista do Mukeka Di Rato/Guitarrista e vocalista do Merda/Dono do império do mal Laja Records) inspirada em discos do cantor de MPB Taiguara, como esse aqui:
Ainda não há previsão de preço para o disco, mas assim que isso for definido junto com os pontos de venda, pode deixar que eu avisarei por aqui.
Promoção caricaturas Green Day
O nosso site parceiro TheNimrods.com está fazendo uma promoção que irá sortear 3 belíssimas caricaturas do Green Day feitas pelo desenhista Cialla.
A promoção tem curadoria do Tenho Mais Discos Que Amigos! e do Eu Resenho Shows. Para saber como participar, clica aqui! Vale muito a pena!
Resultado da Promoção com o FISTT
Finalmente o resultado da promoção do FISTT que irá dar 3 kits da banda com camiseta, button e adesivos está no ar!
Foram 537 participações em uma semana, coloquei pra sortear números no Random.org e o resultado ficou assim:
- Primeiro prêmio:
- Segundo prêmio:
PARABÉNS! Entrarei em contato com vocês para enviar os prêmios.
Havia também um terceiro kit para quem mandasse a melhor foto de Carnaval, com fantasia e tudo.
A foto vencedora foi essa do Tio Chico!
PARABÉNS!! Entrarei em contato com você também para enviar os kits.
Sim!!! O Tenho Mais Discos Que Amigos! Quer VOCÊ!
Quando eu comecei o TMDQA! há pouco mais de 6 meses, eu nem imaginava que graças a um baita esforço e pessoas geniais que conheci pelo caminho ele chegaria ao tamanho que está hoje, e também não imaginava que sozinho não daria conta de tudo que há pra ser feito no site.
Por esse motivo, e pela vontade de aumentar a família trazendo gente talentosa pra esse barco, eu estou abrindo o concurso “O Tenho Mais Discos Que Amigos! Quer VOCÊ!!”, pra selecionar duas pessoas que irão trabalhar com a gente, se divertir, conhecer atividades e pessoas novas, e fazer parte de um dos blogs de música que mais cresce no país.
O concurso irá funcionar assim:
Cada candidato deverá escrever um post sobre 2 discos que eu irei determinar logo abaixo
Nesse mesmo post, o candidato pode adicionar até mais 3 discos de sua preferência e discorrer sobre eles
Um segundo post deve ser feito contendo alguma novidade bacana que envolva o mundo da música, principalmente discos de vinil e/ou lançamentos fonográficos. O tema é livre
Os posts podem ser montados em qualquer editor, devem conter o texto do autor, imagens, videos do YouTube, etc etc etc. Deixem a imaginação fluir. Eu sugiro até criar uma conta em algum serviço de graça (Wordpress, blogger, tumblr, etc) pra fazer os posts e me enviar o link, mas se você preferir mandar de outra maneira, vá em frente!
Eu irei julgar todos os posts que forem enviados, e junto com uma comissão julgadora formada por parceiros, colaboradores e amigos, iremos escolher os 2 mais relevantes para que esses tornem-se membros fixos do Tenho Mais Discos Que Amigos!
ATENÇÃO!!!! Só participe se você REALMENTE deseja perder boas horas do seu dia escrevendo sobre música, prezando pela qualidade dos posts e das informações. Aqui no TMDQA! a gente faz de tudo pra passar as novidades aos leitores da maneira mais completa e fiel possível. Se você está disposto a fazer disso um hobby e separar umas horinhas diárias pra caçar informações, postar, e divulgar o blog, vá em frente!
Os 2 discos que OBRIGATORIAMENTE devem constar no seu post são: Gorillaz – Plastic Beach
Relançamento do primeiro álbum do Specials em LP: link
Bom, é isso!
O concurso vai até o dia 28/02, quando fecharei as inscrições e começarei a análise dos inscritos.
Mande seu material/link/sejaláoquefor para tony27@gmail.com com o título “E EU QUERO O TMDQA!!!”, okay?
Boa sorte a todos!
Lou Reed
“Satellite Of Love” é um dos singles mais conhecidos da carreira solo de Lou Reed. A música foi originalmente gravada pela sua antiga banda, o Velvet Underground, mas nunca lançada pelo grupo. Reed resolveu gravá-la e colocar no disco “Transformer” de ‘72.
O fato é que esse single nunca foi lançado nos Estados Unidos, e várias décadas depois ganha o devido tratamento. Serão 1000 cópias em vinil de 7 polegadas desse disco que traz a faixa título no Lado A e “Vicious” no Lado B. A cereja em cima do bolo é que os backing vocals e a produção do disco ficaram a cargo de ninguém menos do que David Bowie.
O quarto disco do cultuado quinteto indie Hot Chip será lançado no próximo dia 8 de Fevereiro, e dessa vez eles capricharam na versão Deluxe do álbum, chamado “One Life Stand“. Junto com a Vinyl Factory, os caras produziram uma edição em LP duplo feita especialmente para audiófilos, já que traz discos de altíssima qualidade e alguns itens para fãs. Dá uma olhada:
2 LPs de 200 gramas cada um, super-pesados, com as 10 faixas de estúdio do novo álbum
Edição limitada a 1.000 cópias numeradas à mão
Impresso exclusivo com arte do novo disco, feito em material de alta qualidade
Caixa em formato gatefold, com material resistente e mais pesado, contendo arte impressa nos 2 lados
É uma caixa de respeito! E o preço é bem salgado, então vai ter fã esvaziando os bolsos pra comprar esse item de colecionador. O link para a pré-venda é esse aqui.
Pinhead Gunpowder
Finalmente!
Conforme prometido pela Recess Records no ano passado, após lançar uma coletânea de hits do Pinhead Gunpowder (banda paralela de Billie Joe Armstrong do Green Day e Jason White, segunda guitarra nos shows do trio verde) a mesma resolveu relançar os discos da banda em LPs coloridos da melhor qualidade.
São 3 variações de cor em cada um dos discões, e tem pra todos os gostos, dá só uma olhada:
“Jump Salty” – LP em vinil Dourado, Branco ou Transparente
Isso é uma sacanagem com nós colecionadores! Lançar tudo assim, com tantas opções, de uma só vez, é fazer o bolso até chorar de dor!
Sou fã do PG e digo que esses são 5 grandes discos da história do punk rock/pop-punk, e se você quer conhecer a banda, comece por “Jump Salty” e “Shoot The Moon”.
Death Cab For Cutie
Os indies adorados do Death Cab For Cutie lançaram o EP “The Open Door” em 2009, em formato digital e CD, mas a Barsuk Records resolveu lançá-lo em vinil esse ano, e está fazendo em grande estilo.
O disco terá 5 faixas e vinil de 180 gramas, o que garante melhor qualidade e acabamento ao disco. Ainda não há data confirmada para o lançamento, mas no site da Barsuk é possível entrar em uma espécie de “lista de espera” para adquirir o mesmo, basta clicar aqui.
Venda Beneficente Fat Wreck
A mais nova gravadora a fazer uma ação beneficente em prol do Haiti é a Fat Wreck Chords.
Os caras colocaram a venda cópias raríssima e esgotadas de discos de vinil coloridos do seu catálogo de bandas como Dead To Me, Teenage Bottlerocket, Bullet Treatment, Dillinger Four, Lagwagon, American Steel e Strung Out.
Meu destaque fica para o “C I V I L W A R” do Dillinger Four, que além de ser um puta disco, tem uma versão colorida linda, como postei há algum tempo aqui na seção Chegou! :
Além disso também está a venda um kit de “copinhos de cachaça” do Me First And The Gimme Gimmes.
Não é leilão! Todos os itens estão à venda normalmente, mas a preços bem mais altos para ajudar o Haiti. O link é esse aqui.
Ben Harper
No ano passado a Capitol Records lançou como parte da sua série “From The Capitol Vaults” praticamente toda a discografia do guitarrista/cantor/compositor Ben Harper em discos de vinil de alta qualidade.
A série tem como objetivo relançar títulos de seus artistas em vinil, e sempre fazendo da melhor forma possível. Os discos de Harper foram os seguintes:
Você encontra cada um deles nos respectivos links acima, e toda a série da Capitol que inclui outros artistas como Coldplay e Radiohead nesse link aqui.
Rufio
Após anunciar que a banda havia acabado em 2007, o Rufio decidiu voltar atrás em 2009 e está a todo vapor.
Além de já ter anunciado que está gravando um disco de estúdio para ser lançado ainda esse ano, a banda lançou digitalmente o EP chamado “The Loneliest”, que contém 2 faixas inéditas e 2 versões acústicas para essas mesmas faixas.
É possível ouvir faixas desse EP no MySpace oficial da banda.
Depois da Punknews organizar um leilão de raridades com a Paper+Plastick, quem também está ajudando as vítimas do terremoto no Haiti é a Adeline Records, gravadora de Billie Joe Armstrong do Green Day.
Os caras estão fazendo uma série de leilões no site eBay, contendo desde discos de vinil raros, prensagens de teste, pôsters, camisetas autografadas e acessórios para o videogame Wii.
São itens do Green Day, AFI, The Frustrators, Broadway Calls, Foxboro Hot Tubs, The Living End e mais.
O link direto para todos os produtos que estão à venda é esse aqui.
White Stripes
O White Stripes está lançando um documentário chamado “Under Great White Northern Lights”, que mostra como foi a turnê que a dupla fez em 2007 atravessando o Canadá, por isso o nome sugestivo do mesmo.
Acontece que não satisfeitos em lançar o documentário apenas em DVD, eles resolveram também lançar uma trilha sonora. E não satisfeitos em lançar a trilha sonora (que na verdade é um álbum ao vivo) somente, eles resolveram lançar uma caixa gigante com vários itens de colecionador muito muito legais dentro.
Dá uma olhada em tudo que vem nessa caixa:
1 DVD do documentário “Under Great White Northern Lights”
1 DVD do show comemorativo de 10 anos “Under Nova Scotian Lights”
LP Duplo em vinil de 180 gramas com caixa gatefold com 16 faixas ao vivo
CD com 16 faixas ao vivo
EP de 7 polegadas em vinil colorido, exclusivo para essa caixa
Impresso em silkscreen exclusivo da caixa
Livro de capa dura com, prepare-se, 208 páginas de fotos da turnê
Caixa para acomodar o CD/DVDs que vem com um encarte de 24 páginas
Ufa! Devo dizer que essa é provavelmente a melhor caixa que vi ser lançada nos últimos tempo. Só o livro de fotos com mais de 200 páginas já é algo que impõe muito respeito.
O documentário deve ser lançado oficialmente em Março, mas a pré-venda já começou, e você pode encontrar a caixa aqui.
Bouncing Souls
Em 2009 o Bouncing Souls comemorou 20 anos ao melhor estilo possível. Todo dia primeiro do mês era lançada uma música nova em formato digital, e a cada 3 meses essas 3 músicas eram lançadas em discos de vinil de 7 polegadas que juntos formavam um mosaico com o logotipo da banda.
Agora para satisfazer quem não pôde comprar os EPs e/ou as músicas separadas, a banda lança “Ghosts On The Boardwalk”, CD que reúne as 12 faixas em questão e um vídeo contendo um programa especial sobre os 20 anos da banda que foi ao ar na TV.
O link para o CD na gravadora dos caras é esse aqui.
Alexisonfire
Lembram quando eu anunciei o lançamento do novo disco do Alexisonfire? Só tinha capa em tamanho pequeno, e eu ainda xinguei os caras e a Vagrant por não terem feito uma versão em vinil para uma capa tão bonita.
Pois bem, desculpe-me Alexisonfire, vocês mandaram bem, e no dia 23 de Fevereiro será lançada uma edição de “Old Crows/Young Cardinals” em disco de vinil duplo, mas pela Dine Records, e não pela Vagrant.
Esse disco tem tido boa recepção mundo afora, e mostra um Alexisonfire muito diferente do que costumava fazer. Basta procurar alguns vídeos rapidamente no YouTube e comparar com o primeiro single do novo trabalho, no vídeo abaixo, e você pode até achar que são bandas diferentes.
Ah, o Ataris. Uma das mais importantes bandas do pop-punk dos anos 90 foi, sem dúvida nenhuma, papel fundamental na adolescência de muitos que me lêem, e na minha inclusive. Discos como o “Blue Skies, Broken Hearts… Next 12 Exits” e “End Is Forever” foram marcos no mercado independente, a ponto de chamar a atenção da major Columbia Records. E foi aí que tudo começou a degringolar..
O disco de estréia pela gravadora, “So Long, Astoria” foi um fracasso (pelo menos para os moldes comerciais de uma grande gravadora), membros deixaram a banda, e logo Kris Roe se viu praticamente sozinho e resolveu seguir em frente com novos músicos e um som que não lembra em nada o que o quarteto fazia nos tempos áureos.
O (por enquanto) único registro dessa nova fase do Ataris, “Welcome The Night”, saiu em 2007 em uma parceria entre a Sactuary e uma gravadora própria da banda, e também recebeu tratamento em disco de vinil.
Se você gostou da nova fase do Ataris, esse disco é um prato cheio e você pode encontrar o LP, com uma capa que eu acho muito bonita diga-se de passagem, aqui. Se você é fã antigo, pode guardar o dinheiro e comprar outros lançamentos da carreiar dos caras.
Black Flag
O primeiro disco da história da SST Records, e o primeiro registro do importantíssimo Black Flag se chama “Nervous Breakdown”, um EP de 4 faixas que saiu em 1978 e iniciou a trajetória da banda que viria a ser um dos mais importantes nomes no punk/hardcore de todos os tempos.
O disquinho foi reprensado pela SST e agora pode ser encontrado em CD e EP de 7 polegadas. Indispensável para quem gosta de boa música e quer conhecer um pouco mais da história do estilo, o álbum pode ser encontrado aqui.
Tim Barry (Avail)
Tim Barry, vocalista do Avail, partiu em carreira solo com seu violão e suas músicas folk já faz algum tempo, e esse ano ele está lançando seu terceiro disco solo, com o nome de “28th & Stonewall”.
O disco está sendo aguardadíssimo por sua legião de fãs, principalmente pelo respeito que Barry alcançou tanto com o Avail quanto com suas belas canções folk-punk, que fizeram grande sucesso nos 2 primeiros discos.
O disco sai dia 26 de Janeiro, e a pré-venda já começou. É possível encontrá-lo em CD e LP aqui, onde você ainda ganha um porta-latinhas de graça com a compra. E se você prestar atenção, verá que esse é o segundo CD mais vendido de toda Interpunk. Moral eim!
North Lincoln
O North Lincoln é uma banda do meio-oeste americano que toca o melhor do post-hardcore com algumas doses de punk rock. Se você gosta de bandas como Hot Water Music, Jawbreaker e Leatherface, o som deles irá lhe agradar em cheio.
Esse disco saiu em Junho do ano passado, mas só conheci agora e achei por bem recomendar aqui, com o link diretaço para o disco em LP e kits LP+CD, no site da No Idea Records, que raramente lança disco ruim.
Rehasher
Gainesville, Flórida, é uma cidade de pouco mais de 100.000 habitantes que produz música em um ritmo absurdo. Nomes como Hot Water Music, Against Me! e Less Than Jake vieram de lá, sem contar a gravadora No Idea Records e o mega-famoso festival The Fest.
O Rehasher é uma banda de punk rock de lá que conta justamente com o baixista do Less Than Jake, filho de brasileiros, Roger como front man. Aqui ele canta e toca guitarra, acompanhado de 3 outros colegas de banda.
O grupo já lançou dois discos, e o último deles (esse da capa aí acima) se chama “High Speed Access To My Brain”, lançado em Agosto do ano passado.
A versão em CD saiu pela No Idea, enquanto a versão em vinil ficou a cargo da Paper+Plastick.
Se você quer uma bela obra de arte para pendurar na sala, além de um ótimo disco, o link é esse aqui.