Hoje tem mais uma edição da seção chegou com discos que chamam a atenção pelas cores de seu vinil.
Tem uma coletânea ao Johnny Cash em vinil marrom, split de duas bandas alt-country em vinil meio marrom meio caramelo, EP do Kudrow em vinil marrom com manchas e um dos discos mais bonitos da minha coleção, o “Versus God” do Dillinger Four em vinil cinza com manchas pretas.
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All Aboard – A Tribute To Johnny Cash
Confesso que eu tenho um certo receio quando o assunto é coletânea, principalmente se for tributo a alguma banda/artista que eu gosto, porque aí corro o risco de ficar totalmente decepcionado, como é o caso do tributo ao Operation Ivy por exemplo.
Quando eu li sobre o “All Aboard” a primeira vez, me chamou a atenção a quantidade de nomes bons e importantes da cena que estavam participando, como o Gaslight Anthem, MxPx, Bouncing Souls, sem contar os artistas solo Chuck Ragan (Hot Water Music) e Joe McMahon (Smoke Or Fire) por exemplo.
Esse disco ainda estava na minha lista de pendências pra ouvir quando a Vinyl Collective resolveu vendê-lo por metade do preço nas loucuras do fim do ano passado que praticamente toda loja fez, aí fui obrigado a comprar, ainda mais levando em consideração que o vinil é marrom.
Resumo: não me decepcionei. Praticamente todas as faixas fazem jus ao grande Johnny Cash e há interpretações lindíssimas como a de Chuck Ragan para “Wreck Of The Old 97″, divertidas como “Hey Porter” pelo MxPx e mais sóbrias, como “God’s Gonna Cut You Down” do Gaslight Anthem. Dos artistas que eu não conhecia todos me surpreenderam positivamente, e o disco passa rapidinho, como todo bom álbum deve ser.
O vinil é marrom combinando bem demais com a arte que traz uma foto envelhecida de um trem e várias “sujeiras” na arte fazendo com que a capa do disco pareça daquelas bem velhas, mal tratadas pelo tempo.
O disco vem dentro de um envelope que de um lado tem uma arte parecida com a da capa em preto e branco e do outro tem todos os detalhes sobre as bandas que participaram do projeto com depoimentos de seus integrantes sobre Mr. Cash e um texto explicativo sobre a ONG beneficiada com a arrecadação da venda desse álbum.
É bom pra quem quer conhecer Johnny Cash, alguma das bandas participantes, ou pra quem é fã, já que agrada a todos.
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Split Tumbledown / Yesterday’s Ring
Dois projetos paralelos: O Tumbledown é a banda alt-country de Mike Herrera do MxPx e o Yesterday’s Ring é a banda alt-country do pessoal do Sainte Catherines. Não sabia o que esperar, e felizmente fiquei feliz com a surpresa.
A gravadora desse disco é a mesma do tributo acima, a Anchorless Records, fazendo com que ele também estivesse por metade do preço, quando vi que ele era marrom/preto decidi arriscar.
No Lado A temos o Tumbledown com a própria “Homeward Bound”, uma excelente canção alt-country com o vocal pop de Mike Herrera que resultou em uma faixa bem gostosa de se ouvir, principalmente no vinil. A segunda faixa é uma cover da clássica “On The Road Again” do Willie Nelson. Classe!
No Lado B as músicas do Yesterday’s Ring fazem a única parte desse split que poderia ter ressalvas. Achei as faixas apenas razoáveis, e logo acabei virando o disco denovo para ouvir o Tumbledown de Mike Herrera mais uma vez.
A arte é linda. Duas belas fotos, uma de um campo de trigo e a outra com algo “folhas de outono” e o vinil é espetacular. Metade preto, metade caramelo ele combinou bem demais principalmente com a capa do lado B e é um dos 7″ mais bonitos da minha coleção.
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Kudrow
Esse é o primeiro e único lançamento do projeto paralelo de Jeff Rosenstock do Bomb The Music Industry!, o trio indie Kudrow. “Lando” traz 3 faixas no Lado A e uma no Lado B, algumas mais orientadas ao indie e outras mais orientadas ao rock. Se você ainda não viu, clique aqui e leia tudo que Jeff falou sobre esse trabalho e sobre a faixa “Blink-182 Reunion” na entrevista exclusiva que o TMQDA! fez com ele.
O disquinho é bem legal, com belas fotos e um disco marrom com algumas manchas de outras cores. O encarte tem uma folhinha, como é normal em 99% dos EPs, com todas as letras (ponto positivíssimo) e os devidos créditos.
Lembrando sempre que você pode baixar esse disco de graça no site da gravadora Quote Unquote Records.
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Dillinger Four
Sou suspeito pra falar, porque acho Dillinger Four uma das melhores bandas de punk rock/pop-punk de todos os tempos. Os caras são reis em fazer boas músicas, alternar os vocais entre o baixista Paddy e o guitarrista Erik e escrever letras inteligentes. “Versus God” saiu em 2000, é o segundo disco de estúdio dos caras e saiu pela Hopeless Records após o elogiadíssimo disco de estreia “Midwestern Songs Of The Americas”, não repetindo o sucesso mas chamando a atenção o suficiente para que a Fat Wreck Chords os contratasse pouco tempo depois.
A arte desse vinil é sem dúvida uma das mais bonitas da minha coleção. O discão cinza/prateado/cheio de manchas pretas combinou DEMAIS com a capa, que por sinal combinou DEMAIS com o título do álbum e me agradou em cheio.
Fora isso, o encarte traz várias fotos bacanas da banda, e mais uma vez é possível ver a tatuagem de Paddy, o baixista, que ostenta no peito em letras garrafais “How Much Art Can You Take?”, frase que inspirou Fat Mike na letra de “Seeing Double At The Triple Rock” do NOFX. Aliás, Triple Rock é a casa de shows em Minneapolis cujo dono é Paddy, onde a estória da música se passa e onde o clipe foi gravado. Ufa!
Se você ainda não ouviu o Dillinger Four, faça esse favor a si mesmo.
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We Are The World com punks suíços
Nossos parceiros do Collector’s Room só pra variar fizeram um post interessantíssimo com um vídeo de bandas punks suíças fazendo uma versão da clássica “We Are The World”, hino beneficente reeditado esse ano para as vítimas do Haiti.
Gosta de escrever sobre música e quer um espaço para fazê-lo??
Chegou a hora!!
O Tenho Mais Discos Que Amigos! está recrutando 2 pessoas para integrar sua equipe e escrever sobre música, discos, lançamentos, novidades e tudo mais que envolve o dia-a-dia do TMDQA!
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Promoção Laja Records + Crackinho + Me First And The Gimme Gimmes
Chegou a primeira promoção do ano no Tenho Mais Discos Que Amigos! , e pra variar tem um monte de prêmio bacana pra vocês!!
Nosso querido parceiro Mozine, da Laja Records disponibilizou algumas bugigangas muito legais da sua gravadora pra gente sortear aqui, aí eu resolvi montar um kit com (quase) tudo que ele mandou e organizar a Promoção Pacotão Laja Records + Crackinho + Me First And The Gimme Gimmes.
Dá uma olhada em tudo que vem no kit:
CD “Os Pedrero – Sou Feio Mas Tenho Banda!”
CD split “Merda/D.F.C. – O Ludo De Satã”
Livro “Guitarra e Ossos Quebrados” de Quique Brown
Marcador de páginas “Guitarra e Ossos Quebrados”
Munhequeira (eles ainda fazem isso?) do Merda
CD split “Leptospirose/Merda – lecker!”
Buttons Mukeka di Rato, Laja Records e Quique Brown
Pôster do Merda “Tour 2005″
São DEZ prêmios de uma das gravadoras independentes que mais trabalha no país e só com item muito bom!
O último CD d’Os Pedrero é demais, com participação do pessoal do Dead Fish e Matanza.
O split do Merda com o D.F.C. tem um dos melhores encartes que eu já vi! É literalmente um tabuleiro para jogar “O Ludo De Satã”, postarei mais fotos ainda essa semana em outro post.
O livro do Quique Brown conta a história da turnê europeia do Leptospirose com o Merda, e como tudo acabou em (desculpe o trocadilho infame) merda, quando um acidente interrompeu a viagem antes do previsto.
Além disso, o Mozine também falou que vai disponibilizar chaveiros do seu filho/mascote/menor-aprendiz-da-laja-records, o muito simpático Crackinho.
Nessa primeira etapa sairá 1 chaveiro para o ganhador do kit e mais DOIS para quem ficar em segundo e terceiro, mas a ideia é fazer sorteios frequentes no twitter do TMDQA! e no da Laja.
E como eu não poderia deixar de colocar a minha participação na parada, quem ganhar o kit ainda leva um pôster importado e oficial do Me First And The Gimme Gimmes e um CD importado da banda de ska japonesa Potshot, o “’til I Die”.
São 13 prêmios no total, entre 3 CDs, 2 pôsters, 1 livro e muito mais coisas bacanas! Corre e participa.
Para participar, a galera do twitter tem que obrigatoriamente seguir os usuários @crackinho , @lajarex e @mdiscosqamigos, e pode escrever até 5 vezes CADA UMA das mensagens abaixo:
“Mais viciante que o @crackinho só o @mdiscosqamigos e a @lajarex !! Que delícia!!!! http://ow.ly/14Qxg”
“Queria tanto ganhar esses 13 prêmios do @mdiscosqamigos , @lajarex e @crackinho ! http://ow.ly/14Qxg”
“Nem quero saber desses 13 prêmios de Merda do @mdiscosqamigos , @lajarex e @crackinho ! http://ow.ly/14Qxg”
Quem entrar na nossa comunidade do Orkut e postar uma frase com Crackinho, Discos e Laja Records (até 5 frases por dia) também vai concorrer! Poste a frase no tópico “PROMOÇÃO PACOTÃO LAJA RECORDS”.
A promoção vai até o Domingo de Carnaval (Ê-LA-IÁ) e cada twittada vale um cupom para o sorteio final.
Boa sorte a todos!!!
Evelyn Evelyn (Dresden Dolls, Nirvana, My Chemical Romance, Andrew W.K.)
O Evelyn Evelyn é um projeto paralelo de Amanda Palmer, a integrante feminina do dueto de punk-cabaré Dresden Dolls.
Ela chamou o multi-instrumentista Jason Webley e após um EP em vinil de 7 polegadas em 2007, eles estão lançando agora em 2010 seu primeiro álbum de estúdio , chamado “Evelyn Evelyn” .
O disco será lançado em 30 de Março e o que mais chamou a atenção foi uma declaração da banda essa semana dizendo que haverá participações de dezenas de figurões da música americana nesse disco. Frances Cobain (filha de Kurt Cobain), Gerard Way do My Chemical Romance, Andrew W.K., Franz Nicolay do Hold Steady, Reverend Peyton, Tegan And Sara e até mesmo Weird Al Yankovic, além de vários músicos de outras bandas gravaram vocais para esse disco e fizeram com que o mundo todo ficasse sabendo do projeto.
No MySpace da banda é possível acompanhar o trabalho e ficar de olho em quando a pré-venda será disponibilizada. Saindo versões em vinil, postarei aqui.
Suicidal Tendencies
Há um tempo atrás eu postei sobre o relançamento de “Suicidal Tendencies”, da clássica banda de mesmo nome em vinil colorido, mas não tinha informações das cores do LP. A nossa querida e atenciosa leitora Angélica Albuquerque me passou, via twitter, o link da PunkVinyl que tem essa foto lindona aí do disco em vinil roxo.
Devo dizer que essa cor está muito legal, uma das mais bonitas que já vi até hoje.
Além dessa versão, também achei o discão em um LP metade cinza e metade vermelho, como na foto aí acima. O link para a loja é esse aqui.
Pixies
Foi reprensada a coletânea “Pixies”, obviamente do Pixies, lançada originalmente em 2002.
O disco traz 9 faixas que apareciam na primeira fita demo dos caras, chamada de “Purple Tape” pelos fãs. Versões originais do clássico “Here Comes Your Man”, e de faixas como “Down The Well” e “Build High” estão nesse álbum.
A nova prensagem está limitada a 1.500 cópias, sendo 500 em vinil roxo, 500 em vinil verde e 500 em vinil laranjado. Pra finalizar o vinil é de 180 grama, qualidade de primeira. O link é esse aqui.
Cult Of Luna
A Earache Records é mais uma que adere ao vinil e começou a campanha “First Time On Vinyl”, onde irá relançar clássicos do seu catálogo que nunca tiveram versão em vinil anteriormente nesse formato e em várias edições especiais.
A barulhenta Cult Of Luna está participando dessa iniciativa e dois discos da banda estão ganhando novas versões.
“Cult Of Luna” originalmente de 2001 tem versões em LP duplo com vinil vermelho, laranjado ou marrom/transparente. Honestamente achei essa versão em vinil marrom muito legal, combinando demais com a capa.
Além disso, a arte do disco é exclusiva a esse lançamento, diferente da original, e a caixa é em formato gatefold.
“The Beyond”, o segundo álbum da banda, lançado em 2003 também ganhou versão especial nos mesmos moldes.
São LPs duplos em vinil amarelo, cinza ou transparente, com arte também exclusiva e caixa gatefold.
O link para esses presentões aos fãs são esse aqui e esse aqui.
Mariachi El Bronx
Bandas paralelas existem aos montes, mas normalmente se tratam de trabalhos isolados de um ou outro integrante da banda que está meio de saco cheio e quer fazer um som diferente.
O pessoal do The Bronx, que normalmente toca hardcore resolveu gravar um disco totalmente diferente, ao melhor estilo Mariachi, como se fosse um álbum normal da banda, com seus membros originais e tudo mais.
A “única” coisa que eles fizeram foi mudar o nome da banda para Mariachi El Bronx, para dessa maneira divulgar o disco homônimo do Bronx versão mariachi.
O disco saiu no final do ano passado em CD e LP, e o link é esse aqui.
Ontem falei de Johnny Cash no post dos Gimme Gimmes e acabei me lembrando dessa coletânea que saiu em Outubro do ano passado via Anchorless Records. Que praticamente 9 em cada 10 punk rockers gostam de Johnny Cash não é novidade, o que estava faltando era uma coletânea que reunisse tanta gente boa só tocando covers do cara.
As músicas estão mescladas entre faixas com bandas inteira, como Bouncing Souls, Gaslight Anthem, Loved Ones e Mxpx e faixas acústicas com os vocalistas de bandas conhecidas, como Chuck Ragan (Hot Water Music), Russ Rankin (Good Riddance) e Joe McMahon (Smoke Or Fire).
Como toda coletânea que se preze, muita gente reclamou que faltou essa ou aquela música e os fãs de cada banda puxaram o saco de cada um dos seus ídolos, mas na média a compilação ficou bem legal.
Pra quem quiser, ainda está disponível a versão do disco em vinil marrom, ela custa $13.25 dólares e você compra aqui.
Dashboard Confessional
Ah, o Dashboard Confessional…
Quando Chris Carrabba saiu do Further Seems Forever para montar o Dashboard Confessional, acho que nem ele imaginava que o projeto acústico seria um sucesso tão grande como acabou sendo. Em 2000/2001 era impossível rodar pelos blogs (que estavam começando) do pessoal que gostava de punk rock / hardcore sem encontrar letras do DC postadas em itálico e fotos de Chris olhando para o horizonte.
Que atire a primeira pedra quem tem mais de 21 anos e não ouviu pelo menos uma musiquinha do Dashboard Confessional.
Pois bem, após lançar álbuns que ganharam status de disco de ouro, disco de platinae tudo mais, Chris e a Vagrant Records lançaram em 2007 o álbum “The Shade Of Poison Trees”.
O álbum é a última gravação de estúdio da banda, que está preparando outro álbum novo agora para 2009, e está disponível para venda em vinil no site da Vagrant.
Pra quem quiser aproveitar, o preço tá bem legal, apenas 10 dólares pra levar essa capa bonitona pra casa, além de 40 e poucos minutos de pura emoção. É só clicar aqui.
Lançamentos Lançamentos Rapidinhos Rapidinhos
Alexisonfire
Os canadenses Screamo/Emo do Alexisonfire estão com disco novo, via Vagrant.
O disco se chama “Old Crows / Young Cardinals” e pode ser encontrado na loja online da gravadora. Infelizmente até agora só saiu a versão em CD. Mancada dos caras, já que eles capricharam na capa e poderiam ter feito uma edição em vinil.
Chuck Ragan / Loved Ones
Chuck Ragan (Hot Water Music) e o pessoal do Loved Ones lançaram um split onde cada um toca uma cover do outro, via Ten Four Records, gravadora do próprio Chuck.
O EP custa $4.99 dólares e você compra aqui.