Posts sobre Dillinger Four

Chegou! Com Tributo a Johnny Cash, Tumbledown de Mike Herrera, Yesterday’s Ring, Kudrow e Dillinger Four, “We Are The World” versão punk

27 Feb/10 Nenhum comentário | Arquivado em Chegou!, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Chegou!

Hoje tem mais uma edição da seção chegou com discos que chamam a atenção pelas cores de seu vinil.
Tem uma coletânea ao Johnny Cash em vinil marrom, split de duas bandas alt-country em vinil meio marrom meio caramelo, EP do Kudrow em vinil marrom com manchas e um dos discos mais bonitos da minha coleção, o “Versus God” do Dillinger Four em vinil cinza com manchas pretas.

Clique nas fotos para ampliá-las e aprecie sem moderação!

All Aboard – A Tribute To Johnny Cash

Confesso que eu tenho um certo receio quando o assunto é coletânea, principalmente se for tributo a alguma banda/artista que eu gosto, porque aí corro o risco de ficar totalmente decepcionado, como é o caso do tributo ao Operation Ivy por exemplo.

Quando eu li sobre o “All Aboard” a primeira vez, me chamou a atenção a quantidade de nomes bons e importantes da cena que estavam participando, como o Gaslight Anthem, MxPx, Bouncing Souls, sem contar os artistas solo Chuck Ragan (Hot Water Music) e Joe McMahon (Smoke Or Fire) por exemplo.

Esse disco ainda estava na minha lista de pendências pra ouvir quando a Vinyl Collective resolveu vendê-lo por metade do preço nas loucuras do fim do ano passado que praticamente toda loja fez, aí fui obrigado a comprar, ainda mais levando em consideração que o vinil é marrom.

Resumo: não me decepcionei. Praticamente todas as faixas fazem jus ao grande Johnny Cash e há interpretações lindíssimas como a de Chuck Ragan para “Wreck Of The Old 97″, divertidas como “Hey Porter” pelo MxPx e mais sóbrias, como “God’s Gonna Cut You Down” do Gaslight Anthem. Dos artistas que eu não conhecia todos me surpreenderam positivamente, e o disco passa rapidinho, como todo bom álbum deve ser.

O vinil é marrom combinando bem demais com a arte que traz uma foto envelhecida de um trem e várias “sujeiras” na arte fazendo com que a capa do disco pareça daquelas bem velhas, mal tratadas pelo tempo.

O disco vem dentro de um envelope que de um lado tem uma arte parecida com a da capa em preto e branco e do outro tem todos os detalhes sobre as bandas que participaram do projeto com depoimentos de seus integrantes sobre Mr. Cash e um texto explicativo sobre a ONG beneficiada com a arrecadação da venda desse álbum.

É bom pra quem quer conhecer Johnny Cash, alguma das bandas participantes, ou pra quem é fã, já que agrada a todos.

Clique nas fotos para ampliá-las.



Split Tumbledown / Yesterday’s Ring

Dois projetos paralelos: O Tumbledown é a banda alt-country de Mike Herrera do MxPx e o Yesterday’s Ring é a banda alt-country do pessoal do Sainte Catherines. Não sabia o que esperar, e felizmente fiquei feliz com a surpresa.
A gravadora desse disco é a mesma do tributo acima, a Anchorless Records, fazendo com que ele também estivesse por metade do preço, quando vi que ele era marrom/preto decidi arriscar.

No Lado A temos o Tumbledown com a própria “Homeward Bound”, uma excelente canção alt-country com o vocal pop de Mike Herrera que resultou em uma faixa bem gostosa de se ouvir, principalmente no vinil. A segunda faixa é uma cover da clássica “On The Road Again” do Willie Nelson. Classe!

No Lado B as músicas do Yesterday’s Ring fazem a única parte desse split que poderia ter ressalvas. Achei as faixas apenas razoáveis, e logo acabei virando o disco denovo para ouvir o Tumbledown de Mike Herrera mais uma vez.

A arte é linda. Duas belas fotos, uma de um campo de trigo e a outra com algo “folhas de outono” e o vinil é espetacular. Metade preto, metade caramelo ele combinou bem demais principalmente com a capa do lado B e é um dos 7″ mais bonitos da minha coleção.

Clique nas fotos para ampliá-las.

Kudrow

Esse é o primeiro e único lançamento do projeto paralelo de Jeff Rosenstock do Bomb The Music Industry!, o trio indie Kudrow.
“Lando” traz 3 faixas no Lado A e uma no Lado B, algumas mais orientadas ao indie e outras mais orientadas ao rock. Se você ainda não viu, clique aqui e leia tudo que Jeff falou sobre esse trabalho e sobre a faixa “Blink-182 Reunion” na entrevista exclusiva que o TMQDA! fez com ele.

O disquinho é bem legal, com belas fotos e um disco marrom com algumas manchas de outras cores. O encarte tem uma folhinha, como é normal em 99% dos EPs, com todas as letras (ponto positivíssimo) e os devidos créditos.

Lembrando sempre que você pode baixar esse disco de graça no site da gravadora Quote Unquote Records.

Clique nas fotos para ampliá-las.


Dillinger Four

Sou suspeito pra falar, porque acho Dillinger Four uma das melhores bandas de punk rock/pop-punk de todos os tempos. Os caras são reis em fazer boas músicas, alternar os vocais entre o baixista Paddy e o guitarrista Erik e escrever letras inteligentes.
“Versus God” saiu em 2000, é o segundo disco de estúdio dos caras e saiu pela Hopeless Records após o elogiadíssimo disco de estreia “Midwestern Songs Of The Americas”, não repetindo o sucesso mas chamando a atenção o suficiente para que a Fat Wreck Chords os contratasse pouco tempo depois.

A arte desse vinil é sem dúvida uma das mais bonitas da minha coleção. O discão cinza/prateado/cheio de manchas pretas combinou DEMAIS com a capa, que por sinal combinou DEMAIS com o título do álbum e me agradou em cheio.

Fora isso, o encarte traz várias fotos bacanas da banda, e mais uma vez é possível ver a tatuagem de Paddy, o baixista, que ostenta no peito em letras garrafais “How Much Art Can You Take?”, frase que inspirou Fat Mike na letra de “Seeing Double At The Triple Rock” do NOFX. Aliás, Triple Rock é a casa de shows em Minneapolis cujo dono é Paddy, onde a estória da música se passa e onde o clipe foi gravado. Ufa!

Se você ainda não ouviu o Dillinger Four, faça esse favor a si mesmo.

Clique nas fotos para ampliá-las.


We Are The World com punks suíços

Nossos parceiros do Collector’s Room só pra variar fizeram um post interessantíssimo com um vídeo de bandas punks suíças fazendo uma versão da clássica “We Are The World”, hino beneficente reeditado esse ano para as vítimas do Haiti.

Clica na foto abaixo porque vale a pena!!


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O TMDQA! Quer Você!!, Lou Reed, Hot Chip, Pinhead Gunpowder (Green Day), Death Cab For Cutie, Venda Beneficente Fat Wreck, Ben Harper, Rufio

28 Jan/10 6 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , ,

O TMDQA! Quer Você!!

Sim!!! O Tenho Mais Discos Que Amigos! Quer VOCÊ!
Quando eu comecei o TMDQA! há pouco mais de 6 meses, eu nem imaginava que graças a um baita esforço e pessoas geniais que conheci pelo caminho ele chegaria ao tamanho que está hoje, e também não imaginava que sozinho não daria conta de tudo que há pra ser feito no site.

Por esse motivo, e pela vontade de aumentar a família trazendo gente talentosa pra esse barco, eu estou abrindo o concurso “O Tenho Mais Discos Que Amigos! Quer VOCÊ!!”, pra selecionar duas pessoas que irão trabalhar com a gente, se divertir, conhecer atividades e pessoas novas, e fazer parte de um dos blogs de música que mais cresce no país.

O concurso irá funcionar assim:

  • Cada candidato deverá escrever um post sobre 2 discos que eu irei determinar logo abaixo
  • Nesse mesmo post, o candidato pode adicionar até mais 3 discos de sua preferência e discorrer sobre eles
  • Um segundo post deve ser feito contendo alguma novidade bacana que envolva o mundo da música, principalmente discos de vinil e/ou lançamentos fonográficos. O tema é livre
  • Os posts podem ser montados em qualquer editor, devem conter o texto do autor, imagens, videos do YouTube, etc etc etc. Deixem a imaginação fluir. Eu sugiro até criar uma conta em algum serviço de graça (Wordpress, blogger, tumblr, etc) pra fazer os posts e me enviar o link, mas se você preferir mandar de outra maneira, vá em frente!
  • Eu irei julgar todos os posts que forem enviados, e junto com uma comissão julgadora formada por parceiros, colaboradores e amigos, iremos escolher os 2 mais relevantes para que esses tornem-se membros fixos do Tenho Mais Discos Que Amigos!
  • ATENÇÃO!!!! Só participe se você REALMENTE deseja perder boas horas do seu dia escrevendo sobre música,  prezando pela qualidade dos posts e das informações. Aqui no TMDQA! a gente faz de tudo pra passar as novidades aos leitores da maneira mais completa e fiel possível. Se você está disposto a fazer disso um hobby e separar umas horinhas diárias pra caçar informações, postar, e divulgar o blog, vá em frente!
  • Os 2 discos que OBRIGATORIAMENTE devem constar no seu post são:


    Gorillaz – Plastic Beach






    Relançamento do primeiro álbum do Specials em LP: link





Bom, é isso!
O concurso vai até o dia 28/02, quando fecharei as inscrições e começarei a análise dos inscritos.
Mande seu material/link/sejaláoquefor para tony27@gmail.com com o título “E EU QUERO O TMDQA!!!”, okay?

Boa sorte a todos!


Lou Reed

“Satellite Of Love” é um dos singles mais conhecidos da carreira solo de Lou Reed. A música foi originalmente gravada pela sua antiga banda, o Velvet Underground, mas nunca lançada pelo grupo. Reed resolveu gravá-la e colocar no disco “Transformer” de ‘72.
O fato é que esse single nunca foi lançado nos Estados Unidos, e várias décadas depois ganha o devido tratamento. Serão 1000 cópias em vinil de 7 polegadas desse disco que traz a faixa título no Lado A e “Vicious” no Lado B. A cereja em cima do bolo é que os backing vocals e a produção do disco ficaram a cargo de ninguém menos do que David Bowie.

O disco já pode ser encontrado em pré-venda aqui.


Hot Chip

O quarto disco do cultuado quinteto indie Hot Chip será lançado no próximo dia 8 de Fevereiro, e dessa vez eles capricharam na versão Deluxe do álbum, chamado “One Life Stand“. Junto com a Vinyl Factory, os caras produziram uma edição em LP duplo feita especialmente para audiófilos, já que traz discos de altíssima qualidade e alguns itens para fãs. Dá uma olhada:

  • 2 LPs de 200 gramas cada um, super-pesados, com as 10 faixas de estúdio do novo álbum
  • Edição limitada a 1.000 cópias numeradas à mão
  • Impresso exclusivo com arte do novo disco, feito em material de alta qualidade
  • Caixa em formato gatefold, com material resistente e mais pesado, contendo arte impressa nos 2 lados

É uma caixa de respeito! E o preço é bem salgado, então vai ter fã esvaziando os bolsos pra comprar esse item de colecionador. O link para a pré-venda é esse aqui.


Pinhead Gunpowder

Finalmente!
Conforme prometido pela Recess Records no ano passado, após lançar uma coletânea de hits do Pinhead Gunpowder (banda paralela de Billie Joe Armstrong do Green Day e Jason White, segunda guitarra nos shows do trio verde) a mesma resolveu relançar os discos da banda em LPs coloridos da melhor qualidade.
São 3 variações de cor em cada um dos discões, e tem pra todos os gostos, dá só uma olhada:

Isso é uma sacanagem com nós colecionadores! Lançar tudo assim, com tantas opções, de uma só vez, é fazer o bolso até chorar de dor!
Sou fã do PG e digo que esses são 5 grandes discos da história do punk rock/pop-punk, e se você quer conhecer a banda, comece por “Jump Salty” e “Shoot The Moon”.


Death Cab For Cutie

Os indies adorados do Death Cab For Cutie lançaram o EP “The Open Door” em 2009, em formato digital e CD, mas a Barsuk Records resolveu lançá-lo em vinil esse ano, e está fazendo em grande estilo.

O disco terá 5 faixas e vinil de 180 gramas, o que garante melhor qualidade e acabamento ao disco. Ainda não há data confirmada para o lançamento, mas no site da Barsuk é possível entrar em uma espécie de “lista de espera” para adquirir o mesmo, basta clicar aqui.


Venda Beneficente Fat Wreck

A mais nova gravadora a fazer uma ação beneficente em prol do Haiti é a Fat Wreck Chords.
Os caras colocaram a venda cópias raríssima e esgotadas de discos de vinil coloridos do seu catálogo de bandas como Dead To Me, Teenage Bottlerocket, Bullet Treatment, Dillinger Four, Lagwagon, American Steel e Strung Out.
Meu destaque fica para o “C I V I L W A R” do Dillinger Four, que além de ser um puta disco, tem uma versão colorida linda, como postei há algum tempo aqui na seção Chegou! :

Além disso também está a venda um kit de “copinhos de cachaça” do Me First And The Gimme Gimmes.
Não é leilão! Todos os itens estão à venda normalmente, mas a preços bem mais altos para ajudar o Haiti. O link é esse aqui.


Ben Harper

No ano passado a Capitol Records lançou como parte da sua série “From The Capitol Vaults” praticamente toda a discografia do guitarrista/cantor/compositor Ben Harper em discos de vinil de alta qualidade.
A série tem como objetivo relançar títulos de seus artistas em vinil, e sempre fazendo da melhor forma possível. Os discos de Harper foram os seguintes:

Você encontra cada um deles nos respectivos links acima, e toda a série da Capitol que inclui outros artistas como Coldplay e Radiohead nesse link aqui.


Rufio

Após anunciar que a banda havia acabado em 2007, o Rufio decidiu voltar atrás em 2009 e está a todo vapor.
Além de já ter anunciado que está gravando um disco de estúdio para ser lançado ainda esse ano, a banda lançou digitalmente o EP chamado “The Loneliest”, que contém 2 faixas inéditas e 2 versões acústicas para essas mesmas faixas.

É possível ouvir faixas desse EP no MySpace oficial da banda.

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Chegou! com Wrecktrospective (NOFX, Fat Wreck Chords), NOFX e The Lawrence Arms

19 Jan/10 1 comentário | Arquivado em Chegou!, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Chegou!

Estou voltando de férias e finalmente colocando as coisas em ordem. Uma delas é tirar e editar fotos de vários discos que eu tenho adquirido pra colocar aqui na seção Chegou!.
Hoje tem a coletânea da Fat Wreck Chords, a Wrecktrospective, um EP raro do NOFX e o último disco do excelente Lawrence Arms.
Espero que gostem das fotos, e cliquem nelas para ampliá-las!

Wrecktrospective

“Wrecktrospective” é a coletânea/retrospectiva da Fat Wreck Chords, gravadora capitaneada por Fat Mike do NOFX e que em seus vinte anos de existência lançou muita, mas muita música boa.
A coletânea vem com 3 CDs. O primeiro é o “Fattest Hits”, uma espécie de “Greatest Hits” com as bandas e as músicas que foram lançadas pela gravadora e mais fizeram sucesso.
O segundo só tem Demos (não à toa ele é chamado “Demos”) e versões raras de bandas do catálogo dos caras. Destaque pra versão demo de “It’s My Job To Keep Punk Rock Elite” do NOFX que mostra um Fat Mike mais desafinado do que nunca. Digamos que é.. interessante!
Por último, o terceiro CD, que contém o “Fat Club” todinho. O Fat Club foi uma iniciativa da gravadora que lançou um programa de assinaturas, e todos que pagassem uma taxa e aderissem ao clube, receberiam um EP de 7″ por mês durante um ano. Foram discos de NOFX, MxPx, Lawrence Arms, Vandals, Randy, e mais.
Esses EPs estão esgotados e fora de catálogo há um bom tempo, e pela primeira vez ganham a luz do dia em CD.

A arte é um show à parte. Vários desenhos bacanas e pôsters de shows que me fizeram chorar, como a performance de divulgação do Rock Against Bush que contava “só” com NOFX, Alkaline Trio, Lawrence Arms, Dillinger Four e Against Me!. Se UMA banda dessas vem ao Brasil eu já surto, imagina todas na mesma noite.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o Fat Mike contando a história da gravadora e como a partir de 2005, quando baixar MP3 de graça tornou-se algo corriqueiro ele teve que demitir gente, parar de contratar bandas e reduzir todo e qualquer tipo de custo para não ficar no prejuízo. É a primeira vez que eu vejo uma declaração honesta e não-chorona sobre o assunto, e confesso que gostei bastante, além de ter ficado pensando sobre a indústria da música.

Por último, um pôster duplo, de um lado com as capas de todos os lançamentos da FAT até hoje, desde o EP “The P.M.R.C. Can Suck On This” do NOFX até a própria Wrecktrospective e de outro lado depoimentos de membros de algumas bandas que passaram pela FAT como o Lagwagon, Strung Out, MxPx, Less Than Jake, Rise Against e Screeching Weasel sobre como foi estabelecido o contato entre banda e gravadora e como seus discos foram lançados.

É tudo muito bacana, e resume muito bem uma grande parcela da história do punk rock/independente nos últimos anos. Vale a pena! Tudo que eu falei aí em cima pode ser visto nas fotos, é só clicar e ampliar.


Don’t Call Me White

Esse EP do NOFX foi lançado em 1994 e desde então quando suas cópias acabaram ele nunca mais foi relançado e está fora de catálogo. Nem preciso dizer que foi um trabalho árduo consegui-lo, mas ele tá aqui!
Os quase 16 anos de idade ficam claros em alguns lugares como o selo no meio do vinil que deveria ser branco e já está amarelado, mas isso é normal. A capa é sensacional, combina demais com o nome da música, que é um dos hinos do NOFX.
O lado negativo fica pelo lado B, que não é inédito, mas sim uma música que saiu no “Punk in Drublic”, a inteligente “Punk Guy”.


Oh! Calcutta!

Se esse disco tivesse saído em 2009, ele seria disparado o melhor do ano pra mim. Mas ele saiu em 2007 e eu só conheci agora, então pra reparar o erro tive que conseguir rapidinho uma versão lindona dele em vinil.
Esse é um daqueles exemplos que, na minha opinião, deixa bem claro a preferência por discos de vinil.

A capa é linda, uma releitura da bandeira de Chicago com o logotipo do Lawrence Arms, e é quase obrigatório pendurá-la na parede. Além disso, todo o resto da arte segue a mesma linha e conta com ilustrações belíssimas e fotos muito legais do trio formado por Chris, Brendan e Neil.
Por último, aonde mais você poderia ter um encarte gigantesco, que na verdade é um poster, com fotos, todas as letras, agradecimentos e notinhas a mais? Só em uma caixa de disco de vinil.

Se você ainda não conhece, vá atrás, porque o “Oh! Calcutta!” é um dos melhores discos independentes dos últimos 5 anos, fácil.



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Mott The Hoople, Hopeless Records (All Time Low, Avenged Sevenfold, Thrice, Samiam) The Dwarves / Royce Cracker, Laura Stevenson And The Cans, This Is Hell

10 Jan/10 4 comentários | Arquivado em Notícias, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Mott The Hoople

O Mott The Hoople é uma banda que surgiu no começo dos anos 70 e que talvez não tivesse feito sucesso algum não fosse por um fã ilustre: David Bowie.

A banda nunca havia feito muito sucesso e estava prestes a acabar, quando um de seus membros comentou esse fato com Bowie e ele não só convenceu o grupo a continuar, como ofereceu várias músicas suas para que eles gravassem e alcançassem o sucesso.

Uma dessas músicas é “All The Young Dudes”, que foi gravada pelo Mott The Hoople e fez com que eles conhecessem sucesso e fama em um nível que jamais haviam atingido.

Os dois últimos discos da banda estão sendo relançados em CD de alta qualidade pela Iconoclassic Records.
“The Hoople” é o último álbum de estúdio, de 1974, e “Live” saiu no mesmo ano, com a gravação de um show da banda em 73 que foi tão bom que durou mais do que o previsto e os donos da casa de shows onde o espetáculo estava acontecendo baixaram as cortinas durante a apresentação, já que o horário combinado havia passado.

A nova versão desse disco contém 2 CDs, e o hit “All The Young Dudes” está presente. Já a nova versão de “The Hoople” conta com vários b-sides e músicas raras da banda.

Os links são esse aqui e esse aqui.


Hopeless Records: 15 Year Anniversary (Limited Edition)

A Hopeless Records é uma gravadora independente norte-americana que já contou/conta em seu catálogo com nomes como Avenged Sevenfold, Thrice, Samiam, Dillinger Four, Against All Authority, The Weakerthans e com a sensação pop-punk do momento, o All Time Low.

Em 2009 a gravadora comemorou 15 anos, e para marcar essa data lançou um conjunto de 32 páginas coloridas mais 2 CDs que contam como foi a aventura até agora e o que o futuro promete pra Hopeless.

Dá uma olhada no tracklist:

Disco 1
1. All Time Low – Damned If I Do Ya (Damned If I Don’t)
2. Anarbor – You And I
3. There For Tomorrow – A Little Faster
4. Nural – Stop Me When You’ve Had Enough
5. The Dangerous Summer – The Permanent Rain
6. The Human Abstract – Crossing The Rubicon
7. Ever We Fall – Schoolyard Crush
8. Amber Pacific – Gone So Young
9. Mêlée – The War
10. Kaddisfly – Campfire
11. Mike Park – On That Stage
12. Avenged Sevenfold – Unholy Confessions
13. Thrice – Betrayal Is A Symptom
14. Stairwell – Disaster
15. Common Rider – Small Pebble
16. Atom And His Package – (Lord It’s Hard To Be Happy When You’re Not) Using The Metric System
17. Scared Of Chaka – I’m Atomic, Baby
18. Selby Tigers – Droid
19. Samiam – Mud Hill

Disco 2
1. The Weakerthans – Watermark
2. The Queers – Everythings OK
3. Fifteen – Stolen Life
4. Dillinger Four – Doublewhiskeycokenoice
5. Against All Authority – All Fall Down
6. Mustard Plug – You
7. Heckle – Jokes On Me
8. Digger – I Want My Hat Back
9. Nobodys – Sick Of You
10. Falling Sickness – Too PC
11. 88 Fingers Louie – Outright Lies
12. Funeral Oration – Still In a Punk Band
13. Schlong – Maria
14. Guttermouth – Hopeless

São nomes de respeito, e pessoalmente eu gosto de muita coisa que está aí, então se você nunca ouviu bandas do catálogo dos caras, comece com essa coletânea e você não se arrependerá.

O link oficial para o livro+disco é esse aqui.

The Dwarves / Royce Cracker

O Dwarves é uma influente banda punk formada em Chicago formada nos anos 80 que é conhecida tanto pelo seu som quanto por suas performances ao vivo e capas de disco, normalmente envolvendo mulheres peladas e/ou bizarrices.

Os membros do Dwarves não atendem pelos seus nomes de batismo, e todos eles têm apelido, como é o caso de Rex Everything, que já saiu da banda, mas pode ser facilmente reconhecido como o ex-baixista do Queens Of The Stone Age, Nick Oliveri.

No ano passado os caras lançaram um split em vinil de 7 polegadas com o Royce Cracker, banda que segue a mesma linha do Dwarves e que nesse disco contou com participação de Nick em uma das músicas e com o vocalista do Dwarves em outra.

O link para a loja oficial dos caras, onde além desse split podem ser encontrados vários outros títulos da banda em vinil e CD é esse aqui.

Em 2010, será lançado mais um álbum de estúdio do Dwarves, o “The Dwarves Are Born Again”.

Laura Stevenson And The Cans

A talentosíssima Laura Stevenson lançou no final do ano passado, junto com sua banda de apoio, os Cans, mais um EP entitulado “Holy Ghost!”.

Se você gosta de folk/indie com belos vocais femininos, ouça o som de Laura Stevenson And The Cans, e confie no instrumental dos caras, que são músicos de bandas conceituadas como Latterman, Bomb The Music Industry! e the Brass.

O link para ouvir as 3 músicas do EP no site da Punknews é esse aqui.
Para comprar o vinil de 7 polegadas com essa linda capa, o link tá aqui.



This Is Hell

O This Is Hell, quarteto norte-americano de hardcore, lançou no ano passado via Think Fast! Records um EP em vinil de 7 polegadas chamado “Warbirds”.
O disco que é o quarto na carreira da banda nesse formato tem 5 faixas, incluindo uma cover de “Crazy But Not Insane” do Warzone e “Never Tear Us Apart” do INXS.

O disquinho saiu em vinil transparente e preto, e cada cópia vem com um cupom para baixá-lo em alta qualidade.
Seu link oficial é esse aqui.


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