terça-feira, 27 de setembro de 2016

Ao som de Tame Impala, Snapchat anuncia óculos e novo nome

Snapchat Spectacles

O Snapchat é um dos aplicativos mais populares do planeta, e agora os caras estão saindo do mundo virtual para entrarem no mundo físico.

A empresa responsável pelo app revelou que agora passa a se chamar Snap Inc., e aproveitou a ocasião também para apresentar um novo produto chamado Spectacles.

Trata-se de um par de óculos de Sol que conta com câmeras para fotos e vídeos em 115 graus.

As imagens são armazenadas na seção de memórias com a conta do aplicativo que está sincronizada com os óculos e elas podem ser reproduzidas tanto em formato circular quanto em tela cheia.

Apesar de apresentar um novo nome para o mercado, a Snap Inc. diz que o aplicativo deve continuar se chamando Snapchat. Assim, a empresa se diferencia do seu principal produto.

Assista ao vídeo que apresenta os óculos, a custarem 130 dólares e disponíveis em diversas cores, ao som de “The Less I Know The Better”, do Tame Impala.

Novas músicas: Temples, Red Fang e The Dillinger Escape Plan

ouça as novas músicas do temples, red fang e the dillinger escape plan

Temples

O Temples, que lançou o elogiado disco de estreia, Sun Structures, em 2014, liberou a primeira música de seu novo álbum, que ainda não tem título divulgado, mas deve sair no início de 2017.

Ouça “Certaintyclicando aqui!

 

 

Red Fang

red fang lança mais uma música inédita, "not for you"

 

 

 

 

 

 

 

 

Como noticiamos em Julho, o Red Fang irá lançar seu novo trabalho de inéditas, Only Ghosts, no dia 14 de Outubro deste ano.

Os caras já haviam disponibilizado o primeiro single, intitulado “Flies” e agora liberou “Not for You“. Ouça!

The Dillinger Escape Plan

"sympton of terminal illness" é a nova música do the dillinger escape plan

 

 

 

 

 

 

 

Também no dia 14 de Outubro, o The Dillinger Escape Plan deve lançar o último disco da carreira, Dissociation. Para divulgar o álbum, a banda lançou “Limerent Death” e agora foi a vez de “Symptom of Terminal Illness“.

Ouça a música abaixo e confira também capa e tracklisting do Dissociation.

capa do disco "dissociation" do the dillinger escape plan

1. Limerent Death
2. Symptom of Terminal Illness
3. Wanting Not So Much as To
4. Fugue
5. Low Feels Blvd
6. Surrogate
7. Honeysuckle
8. Manufacturing Discontent
9. Apologies Not Included
10. Nothing to Forget
11. Dissociation

TOOL: novo disco sai “muito em breve”, diz apresentador

TOOL

Há 10 anos o TOOL brinca com o pobre coração de seus fãs pois não lança um novo disco de estúdio.

O sucessor de 10,000 Days, porém, está cada vez mais próximo, e hoje temos mais um motivo para acreditar nisso.

Danny Carey, baterista da banda, está como músico residente essa semana na banda do programa de Seth Meyers, e ao apresentá-lo, o âncora disse que as pessoas podem esperar por um novo disco do TOOL “muito em breve”.

O baterista não desmentiu a informação e naturalmente os fãs estão celebrando e aguardando por esse momento.

O vídeo do programa não está disponível para o Brasil.

AC/DC: em vídeos, compare vocais de Axl Rose, Brian Johnson e Bon Scott

AC/DC com Axl Rose, Brian Johnson e Bon Scott

Desde que Axl Rose assumiu o posto de vocalista da banda australiana AC/DC, as comparações têm sido inevitáveis.

Vários fãs da banda o relacionaram com a voz mais recente do grupo, Brian Johnson, e outros foram mais longe, até Bon Scott.

Nos dois vídeos abaixo, performances dos três vocalistas foram colocadas em sequência para efeito de comparação e você pode tirar suas conclusões.

 

AC/DC

Vale lembrar que recentemente o grupo sofreu mais uma baixa já que o baixista Cliff Williams anunciou de forma oficial sua saída.

Dessa forma, apenas o guitarrista Angus Young, da formação clássica, permanece no grupo.

Rumores dão conta de que ele irá seguir em frente com o vocalista do Guns N’ Roses nos vocais.

Rock No Vale: festival no interior paulista investe na diversidade

Scalene

O Festival Rock no Vale, que acontece na cidade de Arujá, no interior de São Paulo, segue investindo na diversidade de sons e no discurso de sustentabilidade em seu line-up.

Com o slogan “Música – Reino – Sustentabilidade”, o festival acontece pelo terceiro ano seguido, e conta com bons nomes da música em sua história, como O Teatro Mágico, Tiago Iorc, A Banda Mais Bonita da Cidade e Supercombo, e nomes da música gospel como Oficina G3 e Resgate.


Para o edição 2016, foram confirmadas as bandas Resgate, Mauro Loop Session (projeto solo de Mauro Henrique, vocalista da banda Oficina G3), Estevão Queiroga, Tiago Arrais, Zimbra, Scalene e Supercombo. Os palestrantes ainda não foram divulgados.

A proposta do festival lembra o saudoso SWU, com estrutura de alojamento, e acontece nos dias 9, 10 e 11 de Dezembro de 2016.

Os ingressos já estão no segundo lote e podem ser adquiridos aqui.

Como em Show de Truman: conheça a artista Tássia Holsback

Tássia Holsback

Tássia Holsback: guarde esse nome pois você ainda irá ouvir falar bastante dele.

A artista está trabalhando em um EP onde irá mostrar todo o poder de sua voz e canções voltadas ao Pop, MPB, R&B e PopHop. e para documentar o processo todo, vem gravando vídeos diariamente em um projeto que acompanha os 180 dias de trabalho chamado #Tassia180.

No último dia 22 foi ao ar o episódio de número 100, onde a equipe de Tássia Holsback a surpreendeu apresentando trechos de todos os outros vídeos já divulgados e a moça se emocionou com o que passou até agora e se empolgou com as possibilidades e a liberdade do que está por vir.

O EP está sendo produzido por Dudu Borges, produtor renomado da música brasileira, e no vídeo você já pode ter uma ideia do que vem por aí no trabalho.

Conheça!

Episódio #100de180[EPISÓDIO ESPECIAL] Hoje acontece o marco #100 desse projeto foda que tô vivendo!
Cara, queria agradecer a cada um de vocês por me acompanharem diariamente 👊 Muita coisa boa vindo por aí😝 #100de180 #tassia180

Publicado por Tássia Holsback em Quinta, 22 de setembro de 2016

 

Pete Doherty anuncia novo disco solo

Pete Doherty anuncia novo disco solo

Após o bem-sucedido retorno do The Libertines, Pete Doherty está focado em sua carreira solo. O artista anunciou nesta terça-feira (27) o lançamento de Hamburg Demonstrations, seu segundo álbum longe da banda.

O trabalho, que foi produzido por Johann Scheerer, foi todo concebido na cidade alemã de Hamburgo. Doherty morou no local por seis meses e gravou o registro no estúdio Clouds Hill Recordings.

Junto com o anúncio do disco o músico também divulgou a faixa inédita “I Don’t Love Anyone (But You’re Not Just Anyone)”, que pode ser ouvida ao fim desta publicação. O álbum também vai contar com uma nova gravação da canção que Pete fez para homenagear Amy Winehouse.

Hamburg Demonstrations chega oficialmente às lojas no dia 2 de Dezembro, mas já está disponível em pré-venda. Logo abaixo é possível visualizar a lista de músicas do trabalho:

01 Kolly Kibber
02 Down For The Outing
03 Birdcage
04 Hell To Pay At The Gates Of Heaven
05 Flags From The Old Regime
06 I Don’t Love Anyone (But You’re Not Just Anyone) V2
07 A Spy In The House Of Love
08 Oily Boker
09 I Don’t Love Anyone (But You’re Not Just Anyone)
10 The Whole World Is Our Playground
11 She is Far

The Libertines no Brasil

Os fãs brasileiros de Pete Doherty tem muito o que comemorar. Além do novo disco, vai ser possível ver um show do Libertines! O grupo toca no Popload Festival em São Paulo em Outubro, e você pode ler mais informações por aqui.

O Teatro Mágico volta ao palco do Vivo Rio com turnê “Allehop”

Teatro Mágico no Rio de Janeiro

Fotos por Caio Mainenti

Na sexta-feira passada (23), o Teatro Mágico retornou ao palco do Vivo Rio, na Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro, em turnê de divulgação de seu mais recente álbum, Allehop, lançado em abril deste ano.

Liderada por Fernando Anitelli (voz e violão), a trupe musical iniciou sua apresentação com meia hora de atraso, às 22h30, quando a casa de shows já apresentava um bom público. Ao lado do fundador do projeto que mistura circo, arte e poesia também estavam em cena os músicos e artistas Zeca Loureiro (guitarra e violão), Sérgio Carvalho (baixo), Rafael dos Santos (bateria), Ricardo Braga (percussão), Guilherme Ribeiro (teclados), Andrea Barbour e Nô Stopa.

Para abrir a noite, o Teatro Mágico escolheu a faixa “Um Filme”, presente no novo disco. Pouco depois, Anitelli fez o primeiro contato com a plateia. “Boa noite, Rio de Janeiro! Muita gente questiona a mudança do novo trabalho, dizendo que a gente perdeu a essência. Mas nós continuamos os mesmos,” disse, se referindo ao som mais eletrônico do disco atual, cheio de elementos oitentistas. Na sequência, o TM executou a faixa “Quando se Distrai”, que no estúdio contou com a participação de Lucas Silveira, da Fresno, nas guitarras.

Antes de “Refúgio”, Anitelli aproveitou o coro de “Fora, Temer”, puxado por parte do público, para falar sobre o cenário político brasileiro. O ator e instrumentista lembrou que, ao nos dividirmos diante da polarização vista pelas ruas e nas redes sociais, é preciso olhar o outro com mais amor. Segundo o vocalista, é possível tomar partido sem ofender ou agredir o próximo. Os fãs, na maioria, concordaram com a mensagem do músico e aplaudiram com entusiasmo seu discurso.

Já a parte acústica da apresentação teve “Ana e o Mar”, do disco de estreia Entrada para Raros (2003), e “Sonho de uma Flauta”, do álbum Segundo Ato (2008), ambas acompanhadas em coro pelo público. O show seguiu então misturando canções novas do Teatro Mágico, como “Vim te Buscar”, “Deixa Ser”, “Tudo o que Faço pra Ser” e “Cada Caso”, e faixas consagradas da carreira do grupo, como “Amanhã…Será?”, “Pena”, “Nosso Pequeno Castelo” e “O Anjo Mais Velho”, esta última rearranjada em ritmo mais acelerado, quase como um rockabilly abrasileirado.

Depois de “Palavra”, o Teatro Mágico recebeu os seus convidados no palco, entre eles o rapper Jota Erre, que cantou “Mais Amor” com a trupe. Quando o relógio passava da 00h, Anitelli, de brincadeira, anunciou que o show estava chegando ao fim. Os fãs, claro, protestaram. Era chegada a hora do malabarista Toicinho brilhar. O simpático artista, que sempre conquista a atenção da plateia com seus números bem humorados, divertiu a galera, fazendo piadas (inclusive com o “Fora, Temer) e mostrando sua “impressionante” habilidade na manipulação de objetos no ar.

Passado o momento descontraído, a apresentação do Teatro Mágico foi retomada com “Camarada D´água”, pouco antes do encerramento do show, às 00h33. Era a hora das cortinas se fecharem para o respeitável público, enquanto os fãs presentes no Vivo Rio davam, com sorriso no rosto, sua derradeira saraivada de palmas.

 

Novo disco do Metallica terá tributo a Lemmy, do Motorhead

Hardwired…To Self-Destruct, novo disco do Metallica, fica cada vez mais interessante.

Depois de anunciar que a edição deluxe terá até cover de Iron Maiden, agora o grupo avisou que uma das faixas do álbum é um tributo a Lemmy Kilmister, do Motorhead, morto ao final de 2015.

“Murder One” é o nome da faixa que presta homenagem a como o músico chamava seu amplificador de baixo e terá, em suas letras, referências a diversas canções do Motorhead.

James Hetfield, vocalista e guitarrista da banda, falou:

O Motorhead tem muito a ver com o fato do Metallica estar aqui até hoje. E Lemmy como uma entidade, uma figura paterna, nos ajudou demais. Ele não tinha medo. E ele era um personagem. E ao mesmo tempo era ele mesmo. A gente respeitava muito isso. Ele fez seu lance até o último segundo de vida. Não importa quem você seja, como pode não se inspirar com isso?

Vale lembrar que em 1981 o baterista Lars Ulrich, fã da banda, conseguiu acompanhá-la em turnê e teve acesso até ao backstage por conta de Lemmy. Foi isso que motivou o início do Metallica no mesmo ano quando ele convidou James para estar na banda.

Global Citizen

Metallica no Global CitizenNo último final de semana aconteceu o festival Global Citizen e além da parceria entre Eddie Vedder e Chris Martin, o Metallica também se apresentou.

Você pode ver uma série de vídeos logo abaixo.

Setlist from tonight! #metallica #metatglobalcitizen #gcfestival

A photo posted by Metallica (@metallica) on

 

Howard Stern

Divulgando a todo vapor o disco que sai em Novembro, a banda também esteve no programa de Howard Stern e você pode ver a performance logo abaixo.

5 bandas internacionais que você deveria conhecer em Setembro

The Arcs

Acorda o Billie Joe porque Setembro tá acabando!

Como é de costume, separamos 5 bandas/artistas internacionais para que você conheça no mês e se apaixone por suas novas músicas favoritas.

Divirta-se!

 

1Julien Baker

A norte-americana de apenas 21 anos de idade é um talento absurdo.

Julien Baker toca em uma banda chamada Forrister, mas em 2015 lançou um disco solo chamado Sprained Ankle e encantou o mundo com suas canções.

Ela também o fez com covers que não apenas mostram como ela manda bem, mas também as ótimas referências que tem ao compor suas músicas próprias, e de Jawbreaker e Death Cab For Cutie a Bruce Springsteen, essa garota é sensacional.

2Deafheaven

Se você procurar pelo Deafheaven na Wikipedia irá encontrar o primeiro estilo do grupo como black metal.

Acontece que os caras vão bem além dessa definição e apesar do vocal de George Clarke ser realmente rasgadíssimo e assustador, o instrumental está longe do metal mais pesado, se aproximando mais do rock alternativo e shoegaze do que qualquer outra coisa.

O resultado é bastante particular e belíssimo, rendendo discos como Sunbather, um dos álbuns mais comentados de 2013, e o recente New Bermuda, de 2015.

 

3Sleater-Kinney

A banda da região de Seattle foi formada em 1994 e faz uma mistura interessantíssima de punk rock e indie apenas com guitarras, voz e bateria.

Em 2006 as garotas decidiram dar um tempo na carreira e voltaram em 2014, lançando um disco em 2015 chamado No Cities To Love.

O álbum foi um dos maiores retornos do ano e entrou para uma discografia que já tem títulos sensacionais como Dig Me Out (1997), All Hands On The Bad One (2000) e The Woods (2005).

 

4The Arcs

Há um apelo enorme para o “público em geral” no The Arcs: a banda é liderada por Dan Auerbach, do The Black Keys.

Acontece que essa moeda tem outro lado e muita gente esnobou o projeto pois queria mais lançamentos da banda original do cara.

Yours, Dreamily, disco lançado em Setembro de 2015 é um baita álbum e vai do rock de garagem ao psicodélico passando pelo soul em poucos instantes.

Recomendamos muito a audição caso ele tenha passado batido por aí.

 

5Mild High Club

Se você gosta do indie/lo-fi/zoeira/simpático de Mac DeMarco, definitivamente irá gostar também do Mild High Club.

Em Setembro de 2015 o grupo lançou seu disco de estreia, Timeline, lá fora, e em Abril de 2016 o álbum veio ao Brasil via Balaclava.

O projeto é liderado pelo músico Alex Brettin, que já trabalhou com nomes como Ariel Pink.

 

Bandas internacionais

Angel Olsen

Leia os outros posts com as bandas internacionais do mês clicando nos links abaixo.

Amoeba Music ganha direito de vender maconha em uma de suas lojas

Amoeba Music em Berkeley

A rede de lojas de discos Amoeba Music, da Califórnia, é conhecida em todo planeta.

Há alguns dias publicamos aqui que a loja de Los Angeles está com o futuro incerto por conta da venda do terreno onde fica, mas a loja de Berkeley, na região de San Francisco, está expandindo seus negócios.

A filial acaba de ganhar o direito de se tornar uma “dispensary”, ou um local onde a maconha pode ser vendida legalmente.

O estado da Califórnia prevê que esses locais comercializem a droga legalmente para indicações médicas, e há vários espalhados pelas cidades de lá.

Em Novembro de 2016, quando os Estados Unidos forem às urnas para escolher seu novo presidente, a Califórnia também irá votar se aprova a legalização do uso recreativo da droga para maiores de 21 anos de idade.

Se o projeto for aprovado, você já sabe aonde ir na próxima viagem à Califórnia caso queria consumir maconha e ouvir/comprar boa música ao mesmo tempo.

Festival MADA mostra pluralidade em sua 18ª edição

Festival MADA mostra pluralidade em sua 18ª edição

Em sua 18° edição o Festival MADA – Música Alimento da Alma, que acontece anualmente na capital potiguar, está mais do que consagrado. O evento, que ocorreu nos dias 23 e 24 deste mês, já é uma instituição no cenário da música independente nacional e neste ano de 2016 só reafirmou isso.

Deixando de lado as atrações óbvias, o festival acertou em cheio ao apostar em nomes que ainda não estão exatamente no mainstream e chamam atenção pela qualidade de seu trabalho, não por estar sempre na TV. Isso deu um novo ânimo e muito fôlego para (tomara!) as muitas edições que ainda estão por vir. Além disso, vários estilos foram contemplados, desde o eletro de Jaloo até o reggae do Natiruts.

Outro fator que ajudou no sucesso do MADA foi a representatividade. Artistas com o poder da vivência para, de fato, falar sobre e às minorias. Emicida, Karol Conká e Liniker são alguns dos nomes que em suas apresentações provam que é possível sim que um evento seja diverso e evidencie aqueles que estão marginalizados. Seja pelo discurso ou ou até só pela ocupação de espaços, a presença desses músicos um passo gigante na desconstrução da hegemonia.

O norte do país é uma região muito rica de cultura, isso inclui a excelente cena musical independente que vem se desenvolvendo lá. Bandas como Vinyl Laranja, The Baudelaires, Molho Negro, Blocked Bones e tantas outras só provam como talento, inspiração e profissionalismo não estão obrigatoriamente associados aos grandes centros. E foi isso que podemos confirmar com o show de Jaloo, sem dúvidas um dos melhores momentos do festival. Com segurança e muito carisma, o paraense transformou o palco em balada e o público em seus amigos de festa. Músicas como “Insight”, “A Cidade” e “Chuva” colocaram todo mundo pra dançar.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

É preciso também destacar a valorização da música potiguar no MADA. Apesar desse não ser o foco principal do evento, neste ano vimos grandes nomes como Plutão Já Foi Planeta, Luiz Gadelha e Os SuculentosLuísa e os Alquimistas, Fukai e Jubarte Ataca como atrações. São essas bandas que constroem a tão bem falada cena independente potiguar e nada mais justo que seu devido espaço no evento. O destaque aqui é a prata da casa Far From Alaska, que apresentou seu show competente de sempre aliado à animação de tocar em casa. Em determinado momento a banda também comentou sobre como a cena local é boa e ressaltou a importância de que o público a valorize.

Outro ponto alto foi o show do Emicida. Em seus dois trabalhos o rapper tem um discurso do empoderamento do negro e na apresentação no MADA não foi diferente. Com muita força e empatia do público, o artista passeou no reportório dos disco com faixas como “Boa Esperança”, “BANG!”, “Passarinhos”, “Passarinhos”, “Mufete”, “Mãe” e até um trechinho do icônico “Rap da Felicidade”. Tudo isso acompanhado da multidão, o que arrancou sorrisos do músico e uma promessa de não demorar tanto para voltar em Natal.

Se você nunca tivesse ouvido falar sobre Liniker e os Caramelows e acabasse chegando sem querer no show deles, com certeza pensaria estar em frente a um dos maiores nomes da música brasileira atual. Com um belíssimo disco lançado há menos pouco mais de uma semana, o público acompanhou a banda em todas as músicas, desde a já famosa “Zero” até a novíssima “Você Fez Merda”. Isso enquanto não entoava um coro espontâneo de “FORA TEMER!”. Em uma apresentação bela e empoderada, a Liniker bate o pé para dizer que veio pra ficar. E que bom, Liniker. Muito obrigado!

Festival MADA mostra pluralidade em sua 18ª edição
Foto: Ranyere Damasceno

Por falar em empoderamento, Karol Conká é teu primeiro nome. E ela não precisa de muito para prender nossa atenção. Só ela e um DJ já mostram a força da mulher negra, esteja ela onde estiver. Aliado a isso, ela ainda usa o palco para falar sobre a importância da quebra dos padrões. O público, claro, adora e nesse momento já está totalmente ganho. Sucessos como “Gueto ao Luxo”, “Sandália”, “Lista Vip” e “Tombei” dão o tom ao animado show. A surpresa maior ficou para o fim de sua apresentação quando ela fez um belo cover do já clássico “Back to Black”, de Amy Winehouse.

É claro que grandes eventos sempre trazem consigo alguns problemas. Filas bem maiores do que a paciência permite aguardar, pouca segurança que desencadeou vários furtos dentro do local e um equívoco no dimensionamento que deixou a área vip praticamente intransitável no primeiro dia foram alguns dos que aconteceram no MADA. Porém, isso não tira o brilho e a importância desse festival que já é um dos mais relevantes no mapa da música independente do Brasil. Torcemos para que a curadoria continue vendo o que o seu nicho aprecia, não somente o que nos dizem que é comercial. Talvez esse seja o segredo de mais 18 anos da música alimentando a nossa alma.

Joey Belladonna (Anthrax) mostra como se deve cantar o hino americano

Para nossa alegria, os eventos esportivos americanos adoram chamar grandes estrelas da música para executar o hino nacional. E eles dão um show à parte, fazendo sempre versões exclusivas, divertidas ou emocionantes.

Foi o caso com o Metallica, Carlos Santana, St. Vincent e Lady Gaga, por exemplo.

Agora, Joey Belladonna, o eterno vocalista do Anthrax, foi quem demonstrou seu talento cantando o hino dos Estados Unidos.

A banda está realizando uma turnê pelo país ao lado do Slayer e do Death Angel para divulgar seu disco mais recente, For All Kings, lançado em fevereiro.

Entre um show e outro, na semana passada, Joey Belladonna achou tempo para parar no Wrigley Field, estádio do time de baseball Chicago Cubs, e prestigiar o time da casa, que ainda venceu a partida.

Convenhamos, perto de completar 56 anos, o cara ainda canta demais. Assista abaixo:

Lançamentos Nacionais: Hazamat, Aderiva, TucA, Montenegro, Bruno Atkinson, Lorranna Santos, Mariano Marovatto

Hazamat

Hazamat

Os paraibanos da banda Hazamat lançaram recentemente um videoclipe para a faixa “Estorvo“, que faz parte do disco mais recente do grupo, II. Com referências diversas, que vão desde o heavy metal até a música popular brasileira, as faixas da banda apresentam uma sonoridade pesada, mas com espaço para arranjos refinados.

Assista:

Aderiva

aderiva

A banda de hardcore Aderiva é de Fortaleza e o lançamento mais recente do grupo é o EP Vida Longa e Próspera com cinco faixas que apresentam composições do início da banda e outras músicas mais recentes, mesclando o hardcore ao heavy metal.

Ouça:

 

TucA

tuca

O mineiro Dellani Lima (TucA) lançou há algum tempo seu quarto álbum solo, apresentando um projeto ainda mais eletrônico, minimalista e íntimo. As letras são críticas ao mundo contemporâneo, como pequenas crônicas, prosas e poemas que compõem o álbum.

Ouça clicando aqui.

 

Montenegro

foto-promo-montenegro-color

Reunindo diversos músicos com grande bagagem musical da cena carioca, a banda Montenegro divulgou recentemente seu primeiro EP, que leva o mesmo nome da banda e apresenta 6 faixas potentes.

Ouça:

Bruno Atkinson

brunoatkinson_2

O músico paulista Bruno Atkinson lançou há algum tempo seu primeiro álbum, Slivers of Light, que carrega uma sonoridade pop/rock. Com seis faixas inéditas, o disco reúne composições intensas.

Ouça abaixo o disco completo e assista aqui o videoclipe de “Road to Coronado“.

Lorranna Santos

lorranna-santos

A goiana Lorranna Santos lançou há algum tempo um vídeo para a faixa “Puta!“.

Gravado em formato de live durante um ensaio, o vídeo foi produzido e editado pelos próprios integrantes da banda. A faixa chama a atenção pela letra com personalidade e instrumental igualmente forte.

Assista:

Mariano Marovatto

mariano-marovatto

O músico Mariano Marovatto lançou há algum tempo o disco Selvagem, que é composto por canções folclóricas brasileiras e portuguesas.

Ouça:

30 anos sem Cliff Burton: a triste história do baixista do Metallica

27 de Setembro de 1986: há exatos 30 anos um acidente de ônibus matava Cliff Burton, baixista do Metallica, e a data entrava para a história como um dos dias mais tristes para o rock and roll.

Antes de chegarmos ao fatídico dia, vamos relembrar um pouco sobre como Cliff tornou-se um respeitado músico no mundo tão exigente do heavy metal.

 

Início da carreira

Cliff Burton jovemCliff nasceu na Califórnia e tinha dois irmãos, Scott e Connie, e um pai que lhe apresentou música clássica levando até a matrícula em aulas de piano.

O cara começou a tocar baixo aos 13 anos de idade e antes do heavy metal, se apaixonou por estilos como jazz, rock and roll, country e blues, o que lhe tornou um músico não apenas extremamente talentoso como também com muito conhecimento técnico.

O incentivo para tocar baixo já veio de uma tragédia familiar, e após a morte do irmão, Burton disse que “seria o melhor baixista de todos em sua honra”.

A promessa foi cumprida e os ídolos vieram na forma de nomes como Lemmy Kilmister, Geezer Butler e Geddy Lee.

 

Los Angeles e Metallica

Cliff Burton toca com o TraumaNo início dos anos 80 a cena de rock and roll em Los Angeles estava começando a pegar fogo, e Burton já havia se envolvido com vários projetos em outras regiões da Caifórnia.

No ensino médio, na Castro Valley High School, ele esteve em uma banda chamada EZ-Street que ainda tinha “Big” Jim Martin (Faith No More) e Mike Bordin (Faith No More, Ozzy Osbourne).

Uma outra banda chamada Agents of Misfortune (ou, ironicamente, Agentes do Infortúnio) surgiu a partir desse grupo e ao participar de uma batalha de bandas, Cliff já mostrou riffs que se tornariam partes de música do Metallica, como “Anesthesia (Pulling Teeth)” e “For Whom The Bell Tolls”.

Em 1982 Cliff entrou na maior banda onde já havia tocado, o Trauma, e o grupo foi se apresentar em Los Angeles.

Por lá, tocou no lendário Whisky A Go Go e quem estava na plateia assistindo eram James Hetfield e Lars Ulrich, fundadores do Metallica, formado um ano antes.

Diz a lenda que os dois ouviram um solo espetacular e foram procurar o guitarrista que havia tocado aquilo no palco. Ao descobrirem que se tratava de uma linha de baixo, convidaram Cliff na hora para substituir o ex-baixista Ron McGovney, e ele teria concordado por achar que o Trauma estava virando “uma banda comercial”.

A única condição era que o grupo se mudasse de Los Angeles para a região de San Francisco, e o Metallica aceitou ao deslocar sua base para El Cerrito, na região da Bay Area.

O resto é história: juntos, Cliff Burton e Metallica gravaram os clássicos Kill ‘Em All (1983), Ride the Lightning (1984) e Master of Puppets (1986), até que quando o Metallica estava no melhor momento de sua carreira, um desastre aconteceu.

Morte

Ônibus do Metallica após acidente

Em 26 de Setembro de 1986 o Metallica tocou em Estocolmo, na Suécia, naquele que seria o último show com o baixista.

Enquanto a turnê pela Europa acontecia, os integrantes reclamavam dos pequenos espaços onde dormiam no ônibus, e havia uma espécie de sorteio constante para saber quem dormiria em qual.

A história conta que na noite de 26 de Setembro, Cliff ganhou nas cartas com um ás de espadas (alô, Motorhead) e escolheu o espaço de Kirk Hammett, dizendo que dormiria por ali.

O guitarrista aceitou a derrota e foi dormir na parte da frente do veículo, que pouco antes das 7 da manhã do dia 27 de Setembro saiu da pista e capotou, com Burton sendo arremessado para fora pela janela.

O ônibus caiu em cima do baixista e o matou, e o músico que havia começado a carreira nas quatro cordas como uma forma de homenagear o irmão morto, deixava o mundo cedo demais aos 24 anos de idade.

O motorista do ônibus disse que o que causou o acidente foi gelo na pista, e integrantes da banda rejeitaram a teoria, pois garantiram que andaram pela estrada após o acidente e não viram gelo nela.

Eles alegaram que o cara havia dormido ou teria bebido antes de dirigir, mas o profissional declarou, em julgamento, que estava completamente descansado pois repousara em todo dia anterior.

Outro motorista de ônibus que transportava o equipamento da banda confirmou essa informação e a versão do gelo na pista e o motorista não foi responsabilizado pelo acidente judicialmente.

Influência e legado

Cliff BurtonApós a morte de Cliff Burton, o Metallica escreveu uma canção chamada “To Live Is To Die” em sua homenagem.

A banda recrutou Jason Newsted, do Flotsam and Jetsam, para o posto em que ele esteve até 2001 quando saiu da banda e foi substituído por Robert Trujillo.

No disco …And Justice For All, de 1988, Cliff é creditado como autor de partes da letra e de riffs da canção em sua homenagem e em 2009 o cara entrou para o Hall da Fama do Rock And Roll junto com a banda.

Seu pai, Ray Burton, aceitou o prêmio e disse que a mãe do músico era a maior fã do Metallica.

Por sua formação clássica e talento impressionante com o baixo, Cliff Burton era sempre comparado a grande nomes da história da música, e é um baixa exercício de imaginação pensar onde e como o Metallica e o próprio gênero musical estariam hoje se ele não tivesse morrido.

Há exatos 30 anos, essa pergunta ficou sem uma resposta.

Sejam bem-vindos! Green Day volta aos palcos em show com 25 músicas

Green Day faz primeiro show para divulgar Revolution Radio

Havia um bom tempo que o Green Day não fazia um show completo como parte de turnê.

Após o colapso de Billie Joe Armstrong no palco no show do iHeartRadio a banda se apresentou pouco (apesar de terem sido performances históricas) e ontem à noite isso mudou.

O trio verde embarcou em uma série de shows que começam a divulgar seu novo álbum, Revolution Radio, a ser lançado em Outubro, e a primeira apresentação aconteceu no Newport Music Hall, em Columbus, Estados Unidos.

Foram 25 músicas e a festa que a banda sempre proporciona, como quando chamou um fã mirim para pular do palco em “Know Your Enemy” ou apresentou um medley com covers de “Shout”, “(I Can’t Get No) Satisfaction” e “Hey Jude” após a sempre divertida “King For A Day”.

Você pode ver o setlist do show logo abaixo, bem como vídeos da apresentação e um vídeo com boa parte da transmissão.

  1. Bang Bang (estreia ao vivo)
  2. Revolution Radio (estreia ao vivo)
  3. Know Your Enemy
  4. Holiday
  5. Letterbomb
  6. Longview
  7. 2000 Light Years Away
  8. Welcome to Paradise
  9. Christie Road (Parcial)
  10. Burnout
  11. Scattered (Billie Joe cantou uma parte de Nuclear Family no meio)
  12. Hitchin’ a Ride
  13. Waiting
  14. Are We the Waiting
  15. St. Jimmy
  16. When I Come Around
  17. She
  18. Basket Case
  19. King for a Day
  20. Shout / (I Can’t Get No) Satisfaction / Hey Jude
  21. Minority
    Bis:
  22. American Idiot
  23. Jesus of Suburbia
    Bis acústico:
  24. Ordinary World (estreia com a banda)
  25. Good Riddance (Time of Your Life)

 

This sums up the Green Day show last night. Insane concert. #revradcolumbus #GreenDay

A video posted by Ryan Nixon (@nixon_ryan) on

Dale Crover, do Melvins, lançou um disco com 12 lados – vídeo

Dale Crover e o disco de 12 lados

Jack White que preste atenção nessa notícia.

Dale Crover, baterista da influente banda de punk/grunge Melvins lançou um disco de vinil pra lá de esquisito e que, segundo ele, tem 12 lados.

O álbum se chama Skins, o disco tem seis buracos diferentes para serem encaixados na vitrola, e você pode assistir a um vídeo dele em ação logo abaixo.

Identidade da nova baixista do Ghost é revelada por motivo curioso

Há alguns dias publicamos aqui que a banda sueca Ghost está com uma nova baixista em sua formação, e havia duas possibilidades para sua identidade.

Pois bem, ao que tudo indica, a nova integrante mascarada não é nenhuma das duas pessoas que haviam sido cogitadas.

Um leitor do site Metal Sucks enviou fotos comparando a nova baixista a Megan Thomas, integrante de uma banda feminina cover de Led Zeppelin chamada Lez Zeppelin.

Megan Thomas, a nova baixista do GhostAlém das duas usarem um mesmo anel com uma pedra vermelha em seus shows, ambas têm uma tatuagem em forma de “X” em um dos dedos e Megan não tem tocado no Lez Zeppelin.

É um tanto quanto difícil manter identidades secretas quando se tem uma tatuagem nos dedos, não é mesmo?

Ghost

Ghost - Popestar

A banda está em turnê pela América do Norte e para acompanhar a viagem lançou um EP chamado Popestar.

Nele aparece a inédita “Square Hammer” e uma série de covers:

1 –”Square Hammer”
2 – “Nocturnal Me” – Echo & The Bunnymen
3 – “I Believe” – Simian Mobile Disco
4– “Missionary Man” – Eurythmics
5– “Bible” – Imperiet

 

Com recorde, orquestra de baterias toca em praça de Florianópolis

Orquestra de baterias de Florianópolis

Foto por Daniel Queiroz / Notícias do Dia

Virou tradição: todo ano centenas de bateristas se juntam no centro histórico de Florianópolis, em frente à Catedral Metropolitana, e mandam ver em clássicos do rock and roll.

No ano passado publicamos aqui que 107 bateristas tocaram para um público de 2.500 pessoas e em 2016 esse número cresceu: foram 211 músicos que bateram o recorde sul americano para uma banda de grande porte.

Você pode ver alguns vídeos da quarta edição da Orquestra de baterias de Florianópolis tocando The White Stripes e Metallica logo abaixo.

Te cuida, Rockin’ 1000!

Orquestra de Baterias de FlorianópolisOntem rolou o quarto encontro da Orquestra de Baterias de Florianópolis. Com 211 músicos, o evento bateu o recorde latino americano no centro histórico da capital de Santa Catarina. Com o ensaio realizado online, o repertório contemplou 10 músicas. No vídeo, “Enter Sandman”, do Metallica. \m/

Publicado por Billboard Brasil em Segunda, 26 de setembro de 2016

Kim Gordon (ex-Sonic Youth) vem ao Brasil com seu projeto Body/Head

Kim Gordon (ex-Sonic Youth) vem ao Brasil com seu projeto Body/Head

A ex-baixista e vocalista do Sonic Youth, Kim Gordon, se apresenta em São Paulo com o projeto musical Body/Head, formado em parceria com seu amigo Bill Nace.

Serão duas apresentações no Sesc Pinheiros, dias 21 e 22 de Outubro, às 21h, com entrada a R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia/estudante).

A data para o início da venda de ingressos ainda não foi anunciada, mas deve ocorrer entre 11 e 13 de Outubro.

A última passagem de Gordon pelo Brasil foi em 2011, no festival SWU, quando o Sonic Youth fez sua despedida. A passagem é, inclusive, o cenário que abre o livro autobiográfico de Kim Gordon “A Garota da Banda” (Girl in a band), lançado no ano passado.

O Body/Head é um projeto experimental da dupla de amigos iniciado em 2012. O disco de estréia, Coming Apart, foi lançado em 2013, pela Matador Records.

O duo tem ainda outros dois EPS: Body/Head, lançado meses antes de Coming Apart, também em 2013; e The Show Is Over, de 2014.

PROJETOS DE KIM GORDON

Após sua saída do Sonic Youth por ter se separado do vocalista e guitarrista da banda, Thurston Moore, Kim Gordon se dedicou a outros projetos como por exemplo o livro “A Garota da banda”. Seu trabalho mais recente é a música “Murdered Out”, que lançou em carreira solo numa parceria com a baterista do Warpaint, Stella Mozgawa.
Além disso, Gordon participou do curta “The Realest Real”, da atriz e guitarrista do Sleater-Kinney, Carrie Brownstein, sobre a relação fã/artista; e participa da banda Glitterbust.

Body/Head no Sesc Pinheiros
Dias 21 e 22/10, às 21h
Sesc Pinehiros: Rua Pais Leme, 195.
Ingresso: R$ 60

Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) fala sobre anos 90 e início do grunge

(créditos: youtube/Loudwire)

Sabe aquela sensação que nós (loucos por música) temos às vezes, de que não se faz mais rock como antigamente? De que não estão mais surgindo cenas e estilos diferentes, e de que a qualidade das músicas diminuiu consideravelmente?

Pois é, alguns dos músicos que participaram daqueles tempos ainda estão na ativa. E, infelizmente, eles também têm essa sensação.

Foi o que deixou claro em uma entrevista à Loudwire o baterista do Red Hot Chilli Peppers, Chad Smith. A ocasião: os 25 anos do lançamento do maravilhoso Blood Sugar Sex Magik, de 24 de setembro de 1991. Confira abaixo os principais trechos.

 

Red Hot mais entrosado do que nunca

Red Hot em 1991

Chad Smith lembrou o entrosamento que a banda tinha no início dos anos 90:

A gente morava juntos naquela época, então foi divertido e rápido. Fizemos o álbum inteiro em dois meses. Eu me lembro de ter pensado: ‘essa é a primeira vez que nosso som e nossa energia foi capturada em fita de forma natural e orgânica’. É provavelmente meu disco favorito da banda. E nos tornamos muito populares depois daquilo.

O baterista também falou sobre as participações que o mega-produtor Rick Rubin e o guitarrista John Frusciante tiveram no trabalho:

A banda estava em um momento maravilhoso. Foi a primeira vez que Rick Rubin trabalhou conosco. Tínhamos muitas músicas, e John, especialmente, estava se encontrando como um compositor e se sentindo muito confortável na banda. Eu e ele tínhamos entrado no Red Hot só no disco anterior, o Mother’s Milk.

 

O início da cena grunge

Flea e Kurt Cobain

Imagine que sonho. Estar no nascimento de um dos estilos mais importantes da história do rock n’ roll. O Red Hot não apenas estava lá, como fez parte disso:

O rock estava mudando. A cena de Seattle estava surgindo com Nirvana e Pearl Jam. Também fizemos uma turnê com o Smashing Pumpkins. Aliás, eu nem sabia que o Nevermind tinha sido lançado no mesmo dia do Blood Sugar! O Nirvana era incrível, uma banda maravilhosa. Eu lembro de assistir a um show em que eles tocaram ‘Teen Spirit’. Nossa… o público, o espaço… tudo sacudiu. Eu não consigo explicar a sensação. Foi… maravilhoso. Eu sabia que estava assistindo a algo especial.

Assista abaixo ao vídeo na íntegra, em inglês:

Estivemos no Riot Fest, o festival onde o que mais importa ainda é a música

Chino Moreno e Deftones no Riot Fest 2016

Todas as fotos por Aline Krupkoski

Coachella, Lollapalooza, Primavera: há um grande número de festivais pelo mundo que carregam uma baita grife com seus nomes, e há outros onde o nome não é tão “pesado” assim, mas arrastam multidões, e é o caso do Riot Fest que acontece em Denver e Chicago.

O TMDQA! já esteve nos eventos citados acima e é comum encontrar muita gente (mesmo) andando pelos ambientes dos festivais com roupas engraçadinhas, descoladas, fazendo piadas e se preocupando mais em tirar fotos com outras pessoas do festival porque estão vestidas de Pikachu.

No Riot de Chicago esse ano, entre as cerca de 50 mil pessoas de cada dia no Douglas Park, de diferente só vimos um cara vestido de Power Ranger, e ele era sacaneado a cada dois passos.

O clima todo era de um encontro de fãs de música. Fãs de bandas de punk, alternativo, metal, e é claro, a celebração do retorno do Misfits. Música, com “M” maiúsculo era a palavra chave.

PARA NAVEGAR ENTRE AS PÁGINAS, ARRASTE A TELA COM O MOUSE OU OS DEDOS E/OU UTILIZE OS BOTÕES “ANTERIOR” E “PRÓXIMO”

 

1. Riot Fest, a organização e as piadinhas

Além disso, a organização do festival é muito inteligente.

Ao invés daquelas ações forçadas de agências de publicidade que cuidam das contas de grandes eventos, a pessoa por trás das mídias sociais e do site do Riot é genial.

Piadas, trocadilhos e até e-mails oficiais de comunicação com textos como “falta uma semana para o festival, prepare-se e agora vá reclamar do line-up!” são vistos com frequência.

 

Douglas Park

Após crescer rapidamente de um evento de punk rock para um dos maiores festivais dos EUA, o Riot Fest passou vários anos no Humboldt Park, mas a edição de 2014 teve o azar de começar com chuva logo no primeiro dia, e os estragos ao parques foram enormes.

A vizinhança não quis mais o festival por ali e os organizadores encontraram uma nova casa no Douglas Park, com uma primeira edição, um tanto quanto tumultuada, em 2015.

2016 porém, foi diferente: três dias de Sol, uma estrutura onde a principal área era um grande círculo e os palcos estavam todos espalhados em suas “bordas”, e uma facilidade imensa de se locomover.

A maior distância de um palco para outro era de no máximo 5 minutos, e estamos acostumados a eventos onde esse tempo chega fácil a 15.

O Riot Fest 2016 foi o melhor de todos os que presenciamos e conversando com colegas da imprensa norte-americana a sensação era a mesma. Muitos disseram que foi a melhor edição desde que o festival saiu de casas de shows para 2 mil pessoas em Chicago e expandiu no formato outdoor.

A sala de imprensa, inclusive, foi outro destaque: os artistas passavam por ali para entrevistas agendadas com os veículos (falamos com Refused e Fitz And The Tantrums), havia cadeiras, internet, grandes mesas, banheiros e até happy hour.

Assim como visitar, trabalhar no Riot é muito bom!

Riot Fest 2016

Riot Fest Chicago 2016

O grande ponto de atenção do festival esse ano era a reunião da formação clássica do Misfits, com Jerry Only e Glenn Danzig tocando juntos pela segunda vez (a primeira foi 15 dias antes no Riot Fest Denver) em mais de 30 anos.

O show que aconteceu no Domingo levou multidões com suas camisetas, tatuagens, patches e blusas da banda, e o encerramento na noite do terceiro dia deixou claro que os fãs que vão ao festival são de música.

Riot Fest Chicago 2016

Se em outros festivais as bandas de abertura sofrem tocando ao meio dia para alguns poucos curiosos, aqui o número de fãs assistindo aos primeiros shows impressionava, e o desejo por novos sons motivava as migrações entre palcos e tardes e noites inesquecíveis, onde é fácil dizer, sem medo de errar, que muita gente descobriu novos artistas.

Além do Misfits teve muito mais, e nós iremos te contar um pouco a respeito nos próximos parágrafos.

Riot Fest Chicago 2016

PARTE 2PARTE 3 PARTE 4

 

2. Primeiro dia

O primeiro dia começou com algumas das bandas mais interessantes do rock alternativo independente dos Estados Unidos.

Logo de cara quem chegou ao Doulgas Park na sexta-feira pôde ver Tigers Jaw, Diarrhea Planet, Citizen, Touché Amoré e nomes mais “consagrados” como Fu Manchu e Dillinger Escape Plan.

O GWAR, presença garantida em praticamente todas as edições do Riot Fest, fez a festa com suas roupas bizarras e jatos de “sangue” na plateia, e o público fiel do pop-punk assistiu ao All Time Low de perto

Nos envolvemos com a entrevista do Refused (que irá ao ar em breve) durante a tarde, e acabamos assistindo aos shows próximos à apresentação da banda.

Jimmy Eat World

O Jimmy Eat World tocou as duas músicas que já disponibilizou de seu novo disco, Integrity Blues, abrindo a apresentação com “Get Right”, inclusive.

Depois vieram clássicos de toda a carreira como “Bleed American”, “A Praise Chorus”, “Work”, “Pain” e a dobradinha matadora para o final com “Sweetness” e “The Middle”.

Setlist

Get Right
Bleed American
I Will Steal You Back
Big Casino
A Praise Chorus
Futures
Work
Pain
My Best Theory
The Authority Song
Blister
Lucky Denver Mint
Sure & Certain
Sweetness
The Middle

 

Jimmy Eat World no Riot Fest 2016

Refused

Refused no Riot Fest 2016

O Refused voltou à ativa e agradecemos todos de pé.

Além de lançar um dos grandes álbuns de 2015 com Freedom, o show dos caras é um espetáculo.

Riffs certeiros e uma harmonia que lembra as construções musicais da banda de post-hardcore em estúdio, o show do grupo sueco ainda tem performances de cair o queixo do baterista David Sandstrom e do vocalista Dennis Lyxzén.

O final com “New Noise” é emblemático, mas o show inteiro hipnotiza antes da explosão ao final.

Em tempo, vale destacar que entre as músicas Dennis fazia questão de mostrar que estava preocupado com a situação do mundo e, particularmente, dos Estados Unidos.

Criticou as políticas de Donald Trump e também mostrou que fez a sua lição de casa ao dizer que apenas 14% das bandas do Riot Fest eram com mulheres.

Ele pediu para que todos façam a sua parte e exijam da organização que esse número se aproxime, cada vez mais, do 50/50.

Setlist

Elektra
The Shape of Punk to Come
Rather Be Dead
Dawkins Christ
The Deadly Rhythm (com trecho de “Raining Blood” do Slayer)
Refused Are Fucking Dead
Thought Is Blood
Servants of Death
Summerholidays vs. Punkroutine
New Noise

Refused no Riot Fest 2016

NOFX

#NOFX ontem no primeiro dia de @riot_fest Foto por @alinekrupkoski #RiotFest #riotfestchicago #tmdqanoriotfest

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Os headliners do primeiro dia eram The Flaming Lips e NOFX, e lá fomos nós para mais um show da banda de punk rock.

Para quem já viu os caras, que voltam ao Brasil com certa frequência, não houve nada de novo além de algumas canções de First Ditch Effort, a ser lançado em Outubro.

As piadas, porém, são sempre um show à parte.

Fat Mike brincou dizendo que seus únicos dois amigos são de Chicago e não estavam lá no dia: Matt Skiba está excursionando com o Blink-182 e Brendan Kelly com o The Falcon, que tocou no festival no Domingo.

Ao ficar sem ar perto do microfone, ele tirou sarro de Danzig dizendo que se as pessoas achavam que aquilo ali era ficar sem ar, era pra esperar o show do Misfits no Domingo. Dito e feito, Glenn mal conseguia falar duas palavras entre cada canção do show, mas falaremos disso na sequência.

A diversão nunca tem fim em um show do NOFX e teve até crowdsurfing de um cadeirante, o que chamou a atenção da banda que celebrou a ocasião.

Teve até crowdsurfing de cadeirante ontem no show do @nofx

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No Riot Fest 2016 o NOFX passeou por toda discografia, com músicas de 11 lançamentos entre discos e EPs, e ainda sobrou espaço para a cover de “Radio”, do Rancid, e “Herojuana”, música favorita de Fat Mike que ele disse saber que “é ruim”.

Nota do editor: a música em sua versão de estúdio é uma das minhas favoritas da banda, mas ao vivo é realmente esquisita.

Setlist

60%
Stickin’ in My Eye
Fuck the Kids
Linoleum
Murder the Government
Franco Un-American
Eat the Meek
Six Years On Dope
72 Hookers
The Man I Killed
Idiots Are Taking Over
Bob
I Believe in Goddess
Radio (Rancid cover)
Oxymoronic
I’m Telling Tim
Instant Crassic
Can’t Get the Stink Out
Seeing Double at the Triple Rock
Herojuana
Theme from a NOFX Album

#FatMike do #NOFX foto por @alinekrupkoski #tmdqanoriotfest #riotfestchicago #RiotFest

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PARTE 1PARTE 3 PARTE 4

 

3. Segundo dia

O dia começou cedo com um show elogiadíssimo das lendas The Toasters e os canadenses do Fucked Up com uma performance pra deixar qualquer um com vontade de ir atrás da sua discografia.

Um dos shows mais esperados do dia, porém, deixou a desejar…

Motion City Soundtrack

Motion City Soundtrack no Riot Fest 2016A banda de pop/punk fez no Riot Fest 2016 o penúltimo show da carreira.

Os caras já haviam avisado que encerrariam as atividades e o último show foi dois dias depois, na casa de shows Metro, em Chicago mesmo.

Parece que como o último show já estava marcado, os caras nem fizeram questão de aparecer por ali.

Sem sal e sem falar praticamente nada com a plateia, algo estranho para uma data tão marcante, só deu show o público que estava próximo da grade, cantando e gritando alto os hits dos caras.

Setlist

Back To The Beat
Capital H
Her Words Destroyed My Planet
It Had to Be You
Make Out Kids
Time Turned Fragile
L.G. FUAD
Last Night
My Favorite Accident
This Is for Real
Attractive Today
When “You’re” Around
Broken Heart
Everything Is Alright
The Future Freaks Me Out

O #MotionCitySoundtrack vai se despedindo de Chicago aqui no #RiotFest #riotfestchicago #tmdqanoriotfest

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Bob Mould

Bob Mould no Riot Fest 2016A lenda de bandas como Husker Du e Sugar foi outro artista que carregou muita gente com camisetas de seus projetos para perto do palco.

O grande lance com Bob Mould, e não sabemos se isso é bom ou ruim, é que ele atrai multidões para seus shows e normalmente comentários do tipo “esse cara é foda”, “esse é uma lenda, não posso perder”, ao mesmo tempo que ninguém sabe cantar suas músicas.

Durante a maior parte do show, os espectadores parecem reverenciar o cara que usou uma imagem de um dos pontos turísticos de Chicago no telão, o “Cloud Gate”, mas não conhecem seu trabalho em carreira solo tão de perto.

Se o seu lance é power trio com um show cheio de energia, aos 55 anos de idade Bob Mould mostra que ainda é mestre nisso, mesmo ao Sol das quatro da tarde.

Setlist

Flip Your Wig (Hüsker Dü)
Hate Paper Doll (Hüsker Dü)
I Apologize (Hüsker Dü)
A Good Idea (Sugar)
Changes (Sugar)
The End of Things
The Descent
I Don’t Know You Anymore
You Say You
Hold On
If I Can’t Change Your Mind (Sugar)
Hey Mr. Grey
No Reservations (Hüsker Dü)
Tomorrow Morning
Losing Time
Something I Learned Today (Hüsker Dü)
Daddy’s Favorite
Black Confetti

#BobMould mestre sendo mestre.

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The Hives

The Hives no Riot Fest 2016Há shows e há shows do The Hives.

Os brasileiros já tiveram a oportunidade de vê-los de perto no Lollapalooza Brasil em São Paulo, e a energia impressionante continua a mesma.

Com uma cabeleira enorme, o vocalista Pelle Almqvist mudou o visual mas continua como um dos líderes de banda mais espetaculares do rock and roll atual.

A forma como ele conduz a plateia entre cada uma das canções da banda é bastante particular e não deixa ninguém sequer pensar em sair dali.

The Hives no Riot Fest 2016

Os outros integrantes não ficam longe e mostram que se divertem muito com o que estão fazendo, proporcionando um show no melhor sentido da palavra.

Pra completar, os roadies da banda continuam com seus trajes de ninja e é sempre bacana vê-los em ação.

O único lado negativo ficou com o set curto: a banda tinha 45 minutos e optou por usar mais de 10 para o final com “Tick Tick Boom”.

The Hives no Riot Fest 2016

Setlist

Come On!
Main Offender
Hate to Say I Told You So
Abra Cadaver
Die, All Right!
Go Right Ahead
Walk Idiot Walk
Tick Tick Boom

Show nem começou direito e o #TheHives já mostrou que ao vivo não têm pra ninguém. #tmdqanoriotfest #riotfest

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#TheHives, porra!!! #TMDQAnoRiotFest #RiotFest

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Brand New

Brand New no Riot Fest 2016

O primeiro grande conflito de horário chegou pra gente na forma de Brand New x Descendents.

Assistimos às três primeiras músicas de Milo e companhia, já que eles vêm ao Brasil esse ano, e depois pulamos para o Brand New.

O show da banda de post-hardcore/rock alternativo que nunca sabe se vai continuar ou acabar é belíssimo.

Flores enfeitam os pedestais dos integrantes, o clima é construído por cada uma das canções e as variações entre peso e melodia não soam forçadas.

É um show daqueles de se apreciar a arte do que está sendo apresentado.

Setlist

Sic Transit Gloria… Glory Fades
I Will Play My Game Beneath the Spin Light
Okay I Believe You, but My Tommy Gun Don’t
Mix Tape
Degausser
I Am a Nightmare
Gasoline
Millstone
At the Bottom
You Won’t Know
Jesus
Sowing Season

#BrandNew no #RiotFest Foto por @alinekrupkoski #riotfestchicago #tmdqanoriotfest

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Death Cab For Cutie

Death Cab For Cutie no Riot Fest 2016O show do DCFC é uma mistura do que foi o Brand New e Bob Mould.

Há arte, muita arte, e o espetáculo casou bem com o final de tarde e começo de noite em Chicago, mas muita gente acaba ficando ali perto do palco apenas porque ouviu dizer que a banda é talentosa.

Foram 12 músicas baseadas principalmente no disco Plans e Ben Gibbard empolgadíssimo ao ir do piano para o microfone e as guitarras.

#DeathCabForCutie no #RiotFest Foto por @alinekrupkoski #DCFC #riotfest2016 #tmdqanoriotfest #tmdqa

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Setlist

I Will Possess Your Heart
The New Year
Crooked Teeth
Doors Unlocked and Open
The Ghosts of Beverly Drive
Black Sun
Title and Registration
I Will Follow You Into the Dark
You Are a Tourist
Cath…
Soul Meets Body
Marching Bands of Manhattan

Death Cab For Cutie no Riot Fest 2016

 

White Lung

Os palcos menores eram bastante afetados pelas grandes atrações, principalmente do final de tarde para a noite, mas o que aconteceu com o White Lung foi crueldade.

A banda canadense lançou um dos melhores discos do ano em 2014 com Deep Fantasy, vai entrar nas listas de 2016 com Paradise e a performance da vocalista Mish-Way Barber ao vivo é um espetáculo.

O problema é que não apenas o público era MUITO menor do que eles mereciam (ponto negativo pra organização), os instrumentos estavam muito altos no palco e Mish reclamou durante a apresentação inteira.

Pela primeira vez em toda minha vida vi uma artista indo se apresentar no pit para que, assim, conseguisse ouvir o que cantava. Ela passou 3 músicas por lá, voltou ao palco e pediu desculpas pela performance dizendo que basicamente não fazia ideia de como estava cantando.

Ainda assim para o público, onde o áudio estava não apenas aceitável como muito bom, o show foi dos melhores: energia, guitarras, instrumentistas afiadíssimos e um visual que encanta. Eu gostei.

Setlist

Face Down
I Beg You
Narcoleptic
Below
Kiss Me When I Bleed
Take the Mirror
Paradise
Sister
Demented
Drown With the Monster

Show do #WhiteLung no #RiotFest foi bom demais! #tmdqanoriotfest #tmdqa #riotfestchicago #riotfest2016 @whitelungofficial

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Morrissey

Morrissey não permitiu fotos da imprensa e atrasou seu show em 45 minutos, então optamos por não cobri-lo.

A grande notícia da noite a respeito da apresentação foi sobre como todas as barracas de comida pararam de vender carne entre as 20 e 22 horas do Sábado para respeitar a luta do cantor pelos direitos dos animais.

Aviso de Morrissey no Riot Fest 2016

PARTE 1PARTE 2 PARTE 4

 

4. Terceiro dia

Chegamos bem cedo no ensolarado terceiro dia de Riot Fest 2016 e fomos brindados com apresentações brutais de The Bronx e Swingin’ Utters.

Quem abriu as atividades pra valer com ótima recepção dos fãs foi um supergrupo local.

The Falcon

A banda é formada por Dan Andriano (Alkaline Trio) e a dupla Brendan Kelly e Neil Hennessy, ambos do The Lawrence Arms.

As duas bandas de origem dos caras são de Chicago, e a formação mais recente ainda conta com Dave Hause, do The Loved Ones, e o quarteto tem excursionado para divulgar o álbum Gather Up The Chaps.

O público local aplaudiu bastante o punk rock da banda e Neil, considerado um dos nomes fortes da cena independente de Chicago por conta de casas de shows e diferentes projetos, tinha o nome gritado.

Na sonoridade aparece a mistura do Alkaline Trio com Lawrence Arms além de traços de rock and roll mais clássico.

The Falcon no Riot Fest Chicago 2016

Frnkiero and the Patience

Frnkiero and the Patience no Riot Fest 2016O ex-guitarrista do My Chemical Romance mudou o nome de sua banda de apoio e agora atende pelo nome de Frnkiero and the Patience.

Muita gente foi assistir ao show por conta da banda onde ele se consagrou e está em hiato, mas a performance tem uma sonoridade diferente do MCR.

Frnkiero and the Patience no Riot Fest 2016

Frank Iero é bastante empolgado e muitas vezes agressivo ao cantar e tocar guitarra, e fica bem aparente que ele gosta do que está fazendo agora.

Setlist

Tragician
All I Want Is Nothing
Neverenders
Weighted
She’s the Prettiest Girl at the Party, and She Can Prove it With a Solid Right Hook
Smoke Rings
Stitches
I’m a Mess
Joyriding

Frnkiero and the Patience no Riot Fest 2016

Leftover Crack

Leftover Crack no Riot Fest 2016

Punk pra caralho. O Leftover Crack é foda e faz algumas das letras mais desafiadoras da atualidade.

Misturando guitarras, teclados e vocais que alternam entre melodias suaves e berros, o punkão e ska do grupo de Nova York deram um baita show no começo da tarde de Domingo.

Mais uma vez, ligados pela música, fãs de moicano, jaquetas, patches e tatuagens se aproximaram do palco para entoar os hinos dos caras.

Setlist

Archaic Subjugation
Don’t Shoot
500 Channels (Choking Victim cover)
One Dead Cop
Life Is Pain
Bedbugs & Beyond
Corrupt Vision
The Lie of Luck
Gay Rude Boys Unite
Operation: M.O.V.E.
Crack Rocksteady (Choking Victim cover)
Rock The 40oz
Gang Control
Slave to the Throne

Leftover Crack no Riot Fest 2016

#LeftoverCrack no #RiotFest #Tmdqa #Tmdqanoriotfest #RiotFest2016

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Juliette Lewis and the Licks

Juliette Lewis no Riot Fest 2016

Todos sabem da reputação de Juliette Lewis e seus shows explosivos ao vivo.

A moça não para um segundo e um público enorme se aglomerou em frente ao palco para ver o rock and roll liderado pela modelo/atriz.

O show até começou bem com “Hot Kiss”, mas daí pra frente caiu muito. Pode ter sido o calor ou pode ter sido o fato de que esse era o último show da turnê de Juliette e seus colegas, mas mesmo quando ela se jogava no público, a coisa toda parecia bem fraca.

Por incrível que pareça, e eu achei que nunca escreveria isso, faltou energia.

#JulietteLewis no #RiotFest #riotfest2016 #tmdqanoriotfest #Tmdqa #julietteandthelicks

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Talento teve de sobra, já que na banda de Juliette estavam nomes como o baixista Juan Alderete, conhecido por seu trabalho com o Mars Volta.

Juliette Lewis no Riot Fest 2016

#JulietteLewis no #RiotFest #Tmdqa #tmdqanoriotfest #riotfest2016

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Chevy Metal

Chevy Metal (Foo Fighters) no Riot Fest 2016

No mesmo palco onde tocou Juliette Lewis, veio também o Chevy Metal.

O palco, aliás, contava com WiFi de imprensa a todo vapor e conseguimos transmitir um trecho do show ao vivo no Facebook.

A banda conta com Chris Shiflett e Taylor Hawkins, do Foo Fighters, e manda ver em uma série de covers de clássicos do rock.

Chevy Metal (Foo Fighters) no Riot Fest 2016Aproveitando a oportunidade, eles tocaram canções de Motley Crue, David Bowie e The Kinks, e contaram com as participações de outras atrações do Riot Fest.

A já citada Juliette Lewis cantou em “Ain’t Talkin’ ‘Bout Love”, do Van Halen, e Dee Snider participou das duas últimas canções: “Mississippi Queen”, do Mountain, e “Tie Your Mother Down”, do Queen.

Chevy Metal no Riot Fest Chicago 2016Chevy Metal no Riot Fest Chicago 2016

Setlist

Live Wire (Mötley Crüe cover)
Looks That Kill (Mötley Crüe cover)
Stay With Me (Faces cover)
Ain’t Talkin’ ‘Bout Love (Van Halen cover) (com Juliette Lewis)
Ziggy Stardust (David Bowie cover)
You Really Got Me (The Kinks cover)
Mississippi Queen (Mountain cover) (com Dee Snider)
Tie Your Mother Down (Queen cover) (com Dee Snider)

Olha aí a #JulietteLewis cantando com o #ChevyMetal #tmdqa #tmdqanoriotfest #riotfest #riotfest2016 @riot_fest @juliettelewis

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E agora a parceria do #ChevyMetal é com #DeeSnider #TwistedSister #Queen #tmdqa #riotfest #riotfest2016 #tmdqanoriotfest

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Chevy Metal no Riot Fest

Publicado por Tenho Mais Discos Que Amigos em Domingo, 18 de setembro de 2016

Bad Religion

Bad Religion no Riot Fest 2016O trocadilho é recorrente porque o vocalista Greg Graffin é professor, mas o Bad Religion deu aula mais uma vez.

Figura frequente em várias edições do Riot Fest, nada simboliza melhor a união de bandas do punk rock com os grandes festivais do que o grupo, que simplesmente não envelhece e mandou 13 músicas por lá: começaram com “Fuck You” e terminaram com “Fuck Armageddon… This Is Hell”.

Ao final o público deu muita risada quando Greg saiu do palco e anunciou: “obrigado, até a próxima e agora fiquem com o show… de alguém”.

Quem tocaria na sequência é a banda de metalcore Underoath, e muita gente entendeu isso como uma tiração de sarro por conta do estilo. Ou pode ter sido só falta de memória do Sr. Graffin também, não é mesmo?

Bad Religion no Riot Fest 2016

Setlist

Fuck You
Atomic Garden
Los Angeles Is Burning
21st Century (Digital Boy)
Stranger Than Fiction
Recipe for Hate
Against the Grain
Generator
Infected
You
Sorrow
American Jesus
Fuck Armageddon… This Is Hell

#BadReligion no #RiotFest Sempre foda, obviamente. #Tmdqa #tmdqanoriotfest #riotfest2016

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Jake Bugg

Jake Bugg no Riot Fest 2016Há algum tempo o Riot Fest tem expandido seus horizontes para tentar se distanciar do rótulo de “festival de punk rock”.

Isso tem acontecido com bastante sucesso na maioria das vezes mas claramente Jake Bugg foi uma exceção.

Sua escalação não fazia muito sentido, já que ele tem lançado discos não muito bem recebidos e já se declarou avesso a festivais, e o público foi o menor do dia no palco que teve Juliette Lewis e Chevy Metal antes.

Poucas músicas após o começo, esse público diminuiu ainda mais, pois os curiosos foram para outros cantos e Jake Bugg simplesmente passou pelo Riot Fest 2016.

Jake Bugg no Riot Fest 2016

 

Deftones

Chino Moreno e Deftones no Riot Fest 2016Dá só uma olhada na cara de Chino Moreno após a primeira música do Deftones no Riot Fest.

O show da banda no festival de Chicago foi mágico, não apenas pela bela luz natural do fim de tarde, mas também porque milhares de fãs do grupo se juntaram a outros tantos milhares que já esperavam pelo Misfits e se uniram para uma performance emblemática.

Chino Moreno e Deftones no Riot Fest 2016Chino se perdia olhando para o mar de gente entre as canções e durante elas pulava, cantava e até dançava como um moleque, assim como o baixista Sergio Vega com sua cabeleira rosa.

Vieram músicas do último disco, Gore, hits da carreira e um início de noite inesquecível para quem esteve por lá.

Setlist

Rocket Skates
Geometric Headdress
Be Quiet and Drive (Far Away)
Diamond Eyes
Swerve City
Rosemary
Gore
Kimdracula
Digital Bath
Knife Prty
Change (In the House of Flies)
My Own Summer (Shove It)
Headup

#Deftones no #RiotFest #Tmdqa #tmdqanoriotfest #riotfest2016 @deftones @riot_fest

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Sleater-Kinney

Sleater-Kinney no Riot Fest Chicago 2016Outro retorno celebrado no Riot Fest 2016 foi o das meninas do Sleater-Kinney.

A banda de Seattle mistura punk rock e indie como ninguém o faz no planeta, alternando dois vocais e muitas guitarras, sem baixo.

O fundo do palco das garotas era o mais legal de todo o festival, com tecidos que eram levados pelo vento e formavam um efeito incrível ao serem iluminados pelas mais diversas cores.

Sleater-Kinney no Riot Fest Chicago 2016

Em estúdio a gente já sabia que o Sleater-Kinney é dos melhores; ao vivo é impressionante.

Setlist

Far Away
Turn It On
Bury Our Friends
Jumpers
One More Hour
Oh!
Surface Envy
A New Wave
What’s Mine Is Yours
All Hands on the Bad One
Price Tag
Modern Girl
The Fox
Words and Guitar
Dig Me Out
Entertain

Sleater-Kinney no Riot Fest Chicago 2016

Misfits

Misfits no Riot Fest Chicago 2016

O Misfits também não permitiu que fotógrafos tirassem fotos de seus shows, o que foi resolvido por praticamente todos os veículos já que a área de imprensa dava de frente para o palco deles.

Isso, aliás, causou uma cena bastante emblemática, já que praticamente todos os profissionais que ali estavam pararam para assistir ao aguardado retorno de Glenn Danzig aos palcos ao lado de Jerry Only.

A reunião se deu com clássicos de discos como Walk Among Us, Static Age e Earth A.D., e Danzig falava bastante entre as canções.

Ele disse, inclusive, que pela primeira vez na carreira tocava com um palco todo enfeitado com abóboras gigantes e outros itens que lembram a parte assustadora da banda.

Segundo ele, quando ainda estava na banda, ninguém tinha dinheiro para isso.

E por falar em Danzig conversando com a plateia, Fat Mike estava certo: cada vez que ele pegava o microfone para se comunicar, estava sem ar, de uma forma que ecoava de forma absurda pelo parque.

As músicas do Misfits são bem curtas e poderiam formar um show cheio de energia, com várias na sequência, mas isso não aconteceu.

Havia um intervalo enorme entre todas elas, e visivelmente porque os integrantes precisavam descansar.

Dave Lombardo, ex-Slayer, foi um monstro na bateria e Doyle dava socos em sua guitarra quando tocava, com Jerry Only segurando a onda no baixo.

Foi histórico, foi divertido e serviu para unir gerações e gerações de fãs com camisetas do Misfits, mas a performance ficou longe de ser lendária.

Não se sabe o que será do futuro do Misfits, mas antes da última música Danzig disse que quem não viu os shows do Riot Fest em Denver e Chicago “vacilou”, enquanto Jerry já revelou que gostaria até de gravar um novo álbum.

Não dá pra saber, mas se a reunião seguir adiante, precisaremos de mais do que os novos (e divertidos) enfeites de palco.

Setlist

Death Comes Ripping
20 Eyes
I Turned Into a Martian
Where Eagles Dare
Mommy, Can I Go Out and Kill Tonight?
Vampira
All Hell Breaks Loose
Hybrid Moments
Teenagers From Mars
London Dungeon
Earth A.D.
Green Hell
Devilock
Horror Business
We Are 138
Hollywood Babylon
Who Killed Marilyn
Halloween
Die, Die My Darling
Astro Zombies
Skulls
Last Caress
BIS:

Bullet
Night of the Living Dead
She
Attitude

I turned into a Martian ohhhhhhhhhhhh #Misfits #riotfest2016 #tmdqanoriotfest #Tmdqa #RiotFest

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PARTE 1PARTE 2 PARTE 3

 

2 por 1: Oasis lança demo inédita e mais uma briga dos irmãos Gallagher

Oasis

A gente já te contou por aqui que o Oasis irá relançar seu terceiro álbum de estúdio, Be Here Now, cheio de raridades e tudo mais.

Além de “D’You Know What I Mean“, que ganhou até uma nova versão do videoclipe, e “Don’t Go Away“, agora foi a vez da música “Going Nowhere” ser disponibilizada na versão demo. A canção foi originalmente lançada como b-side do single “Stand By Me” e o download por ser feito aqui, pelo site WeTransfer.

O relançamento ocorre no dia 14 de Outubro.

Supersonic

Mas as notícias não param por aí… Também em Outubro, mas no dia 2, será lançado o documentário Supersonic, feito pelos mesmos criadores de Amy e conta história da banda, que encerrou as atividades em 2009.

Liam Gallagher estará presente na première e ficou furioso com seu irmão, pra variar, porque Noel Gallagher não irá comparecer no evento. O ex-vocalista usou o Twitter para expor sua indignação:

Então o Ronnie Corbett do rock n’ roll TAMBÉM CONHECIDO COMO Noel Gallagher não vai fazer coletiva e não vai à première do filme do Oasis. Duas palavras: Seu Merda.

Metallica lança a inédita “Moth Into Flame” – ouça agora

Metallica - Moth Into Flame

O Metallica está divulgando seu novo disco, Hardwired…To Self-Destruct, a todo vapor.

Uma nova música chamada “Moth Into Flame” foi disponibilizada hoje e pode ser ouvida logo abaixo, junto com a sua letra.

O aguardado décimo disco de estúdio da banda sairá em 18 de Novembro e é o primeiro desde Death Magnetic, de 2008. Nesse trabalho, o grupo aposta em uma volta à sonoridade dos seus primeiros discos.

Quem produziu Hardwired… foi o próprio Metallica ao lado de Greg Fidelman, que já havia trabalhado em estúdio com o grupo anteriormente.

A canção é a segunda do álbum, disponibilizada após o single “Hardwired”. Um clipe oficial pode ser visto aqui.

Letra

Blacked out
Pop queen, amphetamine
The screams crashed into silence

Tapped out
Doused in the gasoline
The high times going timeless

Decadence
Death of the innocence
The pathway starts to spiral

Infamy
All for publicity
Destruction going viral

Light it up
Ah, light it up
Another hit erases all the pain
Bulletproof
Ah, kill the truth
You’re falling, but you think you’re flying high
High again

Sold your soul
Built a higher wall
Yesterday
Now you’re thrown away

Same rise and fall
Who cares at all?
Seduced by fame
A moth into the flame

Twisted
Backstabbing wicked
The delusion absolution

Perjurer
Fame is the murderer
Seduce you into ruin

Light it up
Ah, light it up
Another hit erases all the pain
Bulletproof
Ah, tell the truth
You’re falling, but you think you’re flying high
High again

Sold your soul
Built the higher wall
Yesterday
Now you’re thrown away

Same rise and fall
Who cares at all?
Seduced by fame
A moth into the flame
Burn

Guarantee your name, you go and kill yourself
The vultures feast around you still
Overdose on shame and insecurity
If one won’t do that fistful will

Death scene
Black hearse the limousine
A grave filled with seduction

Vaccine
Fame does the murdering
She builds up for destruction

So light it up
Ah, light it up
Another hit erases all the pain
Bulletproof
Ah, no excuse
You’re falling, but you think you’re flying high
High again

Sold your soul
Built the higher wall
Yesterday
Now you’re thrown away

Same rise and fall
Who cares at all?
Seduced by fame
A moth into the flame

Addicted to the
Fame

Novos vídeos: Ghost, Jeff Rosenstock, The Coathangers e Capsize

Ghost - Square Hammer

Ghost

Caso você não tenha visto, o Ghost está de volta com um EP que contém quatro covers e uma original. A faixa autoral do trabalho, “Square Hammer”, teve um vídeo divulgado pela banda esse mês.

Você pode conferir mais informações sobre o EP da banda clicando aqui.

Jeff Rosenstock

Jeff Rosenstock

O talentoso músico Jeff Rosenstock divulgou um vídeo para a faixa “Planet Luxury”, que fará parte do seu próximo disco de estúdio.

WORRY. será lançado no dia 14 de Outubro pela SideOneDummy Records.

The Coathangers

the-coathangers

O grupo punk americano The Coathangers lançou um clipe para a faixa “Perfume”, pertencente ao seu último álbum de estúdio, Nosebleed Weekend, lançado em Abril.

Capsize

capsize-novos-videos

O Capsize compartilhou um vídeo para “The Same Pain”, faixa que faz parte do álbum A Reintroduction: The Essence of All That Surrounds Me, lançado esse ano.

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