domingo, 4 de dezembro de 2016

Oasis: essa é a melhor versão de “Wonderwall” que você já ouviu

Jon Sudano toca Oasis

Jon Sudano ataca novamente!

O cara é conhecido por ter um canal do YouTube onde canta a letra de “All Star”, do Smash Mouth, em cima das mais diversas canções, e já fez isso com Radiohead, Adele e mais.

Agora foi a vez do cara não apenas cantar em cima do instrumental, como pegar o violão e mandar vem na sua versão bastante própria de “Wonderwall”, a balada do Oasis que se transformou no grande hit da banda.

Ouça abaixo.

Stone Temple Pilots presta homenagem tocante a Scott Weiland

Scott Weiland por Jamie Weiland

Há exatamente um ano, em 03 de Dezembro de 2015, o mundo perdia o talento de Scott Weiland.

Há alguns minutos os seus colegas de Stone Temple Pilots utilizaram a página oficial no Facebook para publicar uma foto do eterno vocalista e um texto a seu respeito:

Aqui estamos. Um ano se passou desde a sua morte.
Sempre pensamos em você e somos lembrados todos os dias de você com muitas memórias.
Além disso há a música que nós quatro construímos nos permitindo que a gente ouça e sinta como você era brilhante.
Houve um período em que nós procurávamos inspiração uns nos outros. Cada um querendo a aprovação do próximo.
As músicas que escrevemos tinham que ter impacto completo em nós para que pudessem brilhar.
Quando isso acontecia… era de outro mundo. Talvez você esteja em um lugar agora onde é possível descrever tudo isso de melhor forma.

Sentimos a sua falta Scott.

Deep Purple está preparando sua despedida com disco e turnê

Deep Purple anuncia turnê no Reino Unido

A banda Deep Purple divulgou datas de nova turnê no Reino Unido e tudo indica que será a última.

A turnê carrega o nome “Long Goodbye Tour” e terá início em Novembro de 2017 com uma provável continuação em 2018, ano que marca os 50 anos da banda.

A conversa sobre o final da banda começou a aparecer quando o baterista Ian Paice sofreu um pequeno derrame no ano passado o forçando a perder alguns shows com a banda. Apesar da situação do baterista e do nome da turnê, tudo é especulação até agora.

Porém se essa turnê for realmente a última, a banda estará encerrando com chave de ouro a carreira: seu vigésimo álbum Infinite está programado para ser lançado no começo no ano que vem.

O primeiro single do novo álbum será divulgado no dia 20 de Janeiro e as expectativas são altas.

Sucessor de Now What?! de 2013, o disco conta com a produção de Bob Erin, famoso pelo seu trabalho com Alice Cooper, Lou Reed e Pink Floyd, entre outros.

Inferno Club, em São Paulo, anuncia o fim de suas atividades

Inferno Club

O Inferno Club, conhecida casa de shows e eventos que fica na Rua Augusta, em São Paulo, anunciou que fechará as portas ao fim deste ano.

Em nota oficial publicada no perfil oficial da casa no Facebook, é dito que o espaço agora será utilizado para outro empreendimento e há o agradecimento pelos 10 anos de festas, shows e tudo o que rolou por lá.

Várias bandas nacionais e internacionais já tocaram no Inferno (sem trocadilhos), além das inúmeras festas. Festas essas, como GlamNation, Rebel_Rebel e Avada Kedavra, que continuarão a serem produzidas, mas em outros clubes e cidades. Confira abaixo o pronunciamento completo sobre o fechamento da casa.

Como 2016 não tá fácil pra ninguém, essa já é a segunda notícia desse tipo. No final de Outubro, o tradicional Hangar 110 também anunciou que encerrará as atividades. Leia o comunicado.

 

Aos amigos e clientes do Inferno Club,

Primeiramente gostaríamos de agradecer a todos, pelos 10 anos em que fizemos…

Publicado por Inferno Club em Quinta, 1 de dezembro de 2016

Há exatamente um ano, perdíamos o talento de Scott Weiland

Scott Weiland

03 de Dezembro. Esse dia está sendo muito triste para nós brasileiros em 2016, já que estamos desde cedo acompanhando a chegada dos corpos dos jogadores da Chapecoense até Chapecó após a tragédia na Colômbia, e o dia seguirá com o cortejo fúnebre e o velório no estádio.

03 de Dezembro. Em 2015, há exatamente um ano, outra notícia triste abalou o mundo da música quando ficamos sabendo que Scott Weiland havia sido encontrado morto em seu ônibus de turnê, quando excursionava com o Wildabouts.

O eterno vocalista do Stone Temple Pilots e a voz de bandas como o Velvet Revolver nos deixou cedo demais, aos 48 anos de idade, após uma série de problemas que vinha enfrentando com remédios, álcool e drogas.

2016 foi um dos anos mais terríveis de nossas vidas. Ainda assim, quando paramos pra pensar que já faz um ano desde a morte de Scott Weiland, percebemos que ele também passou voando, assim como a vida que passa tão rápido, nos prega peças e muitas vezes é minimizada por nós por conta de problemas e discussões das mais banais.

Que aproveitemos a vida, as pessoas que nos cercam e o amor que damos e recebemos. A raiva que dominou o ano de 2016 não irá nos levar a lugar algum.

Descanse em paz, Scott Weiland. Descansem em paz, heróis da Chapecoense. E que a música nos dê algum tipo de conforto nesses tempos tão difíceis.

Josh Homme é fã de The Walking Dead e vai participar do Talking Dead

Josh Homme é fã de The Walking Dead

Hoje é bem difícil encontrar alguém que não assista à série The Walking Dead.

Mas o que talvez não tínhamos pensado é que o sucesso da série tenha atingido os famosos também.

Apesar de ter seu tempo dividido entre Queens of the Stone Age, Eagles of Death Metal, The Desert Sessions e Them Crooked Vultures (menos do que gostaríamos), o músico Josh Homme é um fã assíduo dos zumbis.

Seu interesse pela série foi reconhecido quando o programa “Talking Dead” o convidou para fazer parte da edição deste domingo (4 de Dezembro).

O programa passa logo depois do episódio e conta com a apresentação de Chris Hardwick, porém ele não faz todo o trabalho sozinho; toda semana ele traz convidados que trabalham na série ou são apenas fãs.

Essa semana, o programa vai contar com Chandler Riggs, conhecido como Carl Grimes, além do músico.

No México, Guns N’ Roses e fãs destroem Donald Trump em show; vídeo

Guns N Roses destroem Donald Trump

Desde a vitória de Donald Trump nas urnas dos Estados Unidos durante as eleições para presidente, diversos artistas já expressaram seu descontentamento com o resultado.

Um deles é Axl Rose, que além de realizar algumas críticas ao político durante um dos shows do Guns N’ Roses no Brasil, também já soltou poucas e boas sobre algumas decisões de Trump através de seu Twitter.

E, ao que tudo indica, a banda não vai se esquecer de tudo tão cedo. Ao encerrar seu último show na Cidade do México, o grupo colocou uma piñata gigante do político no palco e chamou alguns fãs para destruí-la. Ou, nas palavras de Axl: “Expressar os seus sentimentos!”

Assista a um vídeo do momento logo abaixo.

Run the Jewels lança RTJ3 gratuitamente em Janeiro; ouça Legend Has It

run the jewels lança seu terceiro disco em 2017

Finalmente! Killer Mike e El-P anunciaram que o terceiro álbum de estúdio do Run the Jewels, intitulado RTJ3, será lançado em 2017. Dia 13 de Janeiro é o lançamento digital (com direito a download gratuito no site oficial), já o físico ficou para o dia 20 de Janeiro.

O disco tem participações de Tunde Adebimpe (TV on the Radio), Boots, Trina, Danny Brown, entre outros.

Sobre a capa, a dupla e o colaborador Timothy Saccenti falaram sobre as três capas de discos até então, todas mostrando duas mãos:

Para nós, as mãos do RTJ1 eram sobre ‘pegar o que é seu’ – seu mundo, sua vida, sua atitude. As mãos do RTJ2 estavam enroladas em faixas, significando machucados e cura, que, para a gente, representava o crescimento das ideias e O tom daquele álbum. Para o RTJ3 as faixas saíram, a corrente sumiu e as mãos foram transformadas em ouro. Pra gente representa a ideia de que não há nada para pegar que exista fora de si mesmo. Você é a joia.”

Além do anúncio oficial do disco, os rapazes também liberaram a música “Legend Has It“. As músicas que já foram lançadas anteriormente – “2100“, “Talk to Me” e “Panther Like a Panther (I’m the Shit)” também estarão presentes no álbum.

Confira capa, tracklisting e ouça a música abaixo!

capa do novo disco do run the jewels, "RTJ3"

1. Down (feat. Joi Gilliam)
2. Talk to Me
3. Legend Has It
4. Call Ticketron
5. Hey Kids (Bumaye) (feat. Danny Brown)
6. Stay Gold
7. Don’t Get Captured
8. Thieves! (Screamed the Ghost) (feat. Tunde Adebimpe)
9. 2100 [ft. Boots]
10. Panther Like a Panther (Miracle Mix) (feat. Trina)
11. Everybody Stay Calm
12. Oh Mama
13. Thursday in the Danger Room (feat. Kamasi Washington)
14. Report to the Shareholders/Kill Your Masters

Ride deve lançar o seu primeiro disco em 20 anos

Ride

Uma boa notícia aos fãs de shoegaze: o Ride está em estúdio trabalhando em um novo álbum!

A influente banda britânica iniciou a carreira no fim dos anos 1980 e em 1996 lançou seu último álbum, Tarantula.

Após cada integrante seguir seu caminho, com talvez o mais importante sendo Andy Bell (vocal, guitarra), que entrou para o Oasis, onde ficou de 2000 a 2009 e depois no Beady Eye entre 2009 e 2014, a banda voltou em 2015 para uma série de shows.

A informação do novo trabalho vem de publicações em redes sociais, onde é possível ver a banda em estúdio com o DJ londrino Erol Alkan, que já trabalhou com o Franz Ferdinand.

Ainda não há uma data precisa de quando esse novo disco pode sair, mas vamos aguardar!

Currently in the studio with Ride producing their forthcoming album @rideox4official #rideband

Uma foto publicada por Erol Alkan (@erolalkan) em Dez 1, 2016 às 8:00 PST

NavesHarris: veja clipe de projeto de Jair Naves e Britt Harris

NavesHarris: veja clipe de projeto de Jair Naves e Britt Harris

Jair Naves conheceu a admirável norte-americana Britt Harris na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de 2015. Daí surgiu a NavesHarris, empreitada musical que uniu o talento de ambos os artistas.

Em Maio deste ano, a dupla lançou um curto EP com duas faixas e fez uma série de shows. Algumas cenas dessas apresentações foram aproveitadas para o clipe da bela “En Route to Rio (for You, The Moon)“. O vídeo, que saiu dia 10 de Novembro e mostra também cenas de Jair e Britt se divertindo muito, foi todo feito em Super-8.

Você pode ver o take final, que tem direção de Daniel Barosa e José Menezes, no fim da publicação. No Bandcamp, você pode encontrar mais canções do projeto.

Novidades de NavesHarris, Jair Naves e Ludovic

2017 promete ser um ano agitado para Jair Naves. Além do álbum de estreia da NavesHarris, o músico pretende lançar seu terceiro disco solo. A banda Ludovic, liderada por ele, planeja da mesma forma divulgar composições inéditas em breve.

Car Seat Headrest toca com o The Roots no Tonight Show; assista

Car Seat Headrest no programa de Jimmy Fallon

Nessa quarta-feira (30), o Car Seat Headrest foi a atração musical do The Tonight Show Starring Jimmy Fallon.

O quarteto indie contou com o reforço dos metais e teclados do The Roots, banda oficial do programa, para fazer uma versão bem legal de “Drunk Drivers/Killer Whales”, single do celebrado Teens of Denial, lançado em Maio desse ano.

Veja como foi.

Biffy Clyro lança clipe para a canção “Re-arrange”; assista

Biffy Clyro - Re-Arrange

O Biffy Clyro, grupo escocês de rock alternativo, lançou em Julho deste ano Ellipsis, seu sétimo álbum de estúdio.

Recebendo elogios da crítica e chegando ao topo das paradas no Reino Unido, o grupo está cada vez mais conquistando seu espaço como um dos grandes nomes do mainstream. E eles não demonstram sinais de querer parar: em uma entrevista para a DYI, os caras inclusive comentaram que pretendem voltar ao estúdio já no começo de 2017.

Aproveitando o embalo de seus últimos shows marcados para o final do ano, o grupo resolveu lançar mais um single oficial. A faixa “Re-arrange”, do último disco, recebeu um clipe bem legal que pode ser conferido logo abaixo.

Pinegrove leva um dos melhores discos do ano ao Tiny Desk, da NPR

Pinegrove no Tiny Desk, da NPR

Após lançar vários singles e EPs, no começo desse ano o Pinegrove mostrou sua verdadeira cara com Cardinal, primeiro disco de estúdio. A gente já falou por aqui, mas vale a pena reforçar: o álbum é incrível.

Arranjos criativos, letras emocionais e uma ótima sinergia entre membros são as maiores forças do grupo, que toca com uma sinceridade muito marcante.

Por enquanto, o grupo está terminando uma turnê extensa pela América do Norte, e deve ir para a Europa no começo de 2017. Enquanto isso, o grupo aproveitou para passar pelo Tiny Desk, programa da NPR onde bandas tocam versões acústicas de suas músicas.

A ótima apresentação contou com performances de algumas faixas do Cardinal, assim como também alguns sucessos anteriores deles.

Você pode assistir a tudo na íntegra logo abaixo.

Setlist:

1. “Need”
2. “Angelina”
3. “Old Friends”
4. “Waveform”

O dia em que Johnny Cash e Joe Strummer uniram forças para cantar Bob Marley

Joe Strummer (The Clash) e Johnny Cash

2002 e 2003 não foram anos fáceis para quem é fã de dois verdadeiros líderes de estilos e movimentos dos quais participaram.

Em 22 de Dezembro do primeiro ano, Joe Strummer morreu aos 50 anos de idade por conta de um problema no coração, e nos deixou cedo demais, tendo produzido um legado impecável com o influente The Clash.

Menos de 365 dias depois, em 12 de Setembro de 2003, quem morreu foi Johnny Cash, um dos nomes mais importantes da história da música country, se não for o maior, que flertou com o rock and roll ao final da carreira quando se juntou ao produtor Rick Rubin e gravou músicas de Soundgarden, Nine Inch Nails e mais.

Foi justamente há 14 anos que Johnny Cash gravou o disco American IV: The Man Comes Around, e nele está a clássica versão de “Hurt”, de Trent Reznor, que tornou o seu último e emocionante grande hino.

Acontece que durante as sessões de gravação do álbum com Rick Rubin em Los Angeles, quem estava de férias por lá era justamente Joe Strummer, que segundo o produtor, ia praticamente todos os dias ao estúdio para visitar Johnny Cash, seu ídolo.

Rubin gravou então os dois músicos cantando o verdadeiro hino que é “Redemption Song”, de Bob Marley, tanto de forma individual como um dueto, que foi lançado em Unearthed em 2003.

A caixa especialíssima traz várias raridades gravadas durante as sessões desse disco e de outros produzidos por Rick Rubin, como American Recordings, Unchained e American III: Solitary Man.

Estão no lançamento cinco discos, raridades e uma imensidão de participações especiais como as de John Frusciante, Fiona Apple, Nick Cave, Flea, Carl Perkins e mais.

Logo abaixo você fica com a versão espetacular e histórica de “Redemption Song”, com um dueto de Johnny Cash e Joe Strummer, ídolo e fã, que arrastaram tantas multidões pelo planeta e acabaram nos deixando em períodos bastante parecidos.

Bring Me The Horizon, uma orquestra e um coral tocam “Happy Song” em novo vídeo

Bring Me The Horizon no Royal Albert Hall

O Bring Me The Horizon lança hoje o DVD/Blu-Ray Live At The Royal Albert Hall, que traz performances da banda gravadas na lendária casa de shows em Londres.

Para celebrar a data, a banda disponibilizou um novo vídeo de “Happy Song”, que conta com orquestra e coral apresentando a canção que aparece no disco That’s The Spirit, lançado em 2015.

The Weeknd quebra o recorde de streamings diários no Spotify

The Weeknd

Nenhum artista foi mais ouvido no Spotify em apenas um dia do que The Weeknd.

O serviço de streaming divulgou que a marca estabelecida por Justin Bieber, com 36 milhões de execuções em 13 de Novembro de 2015, foi quebrada na última semana. Não foi revelado o número exato do músico.

O feito veio no embalo do lançamento de Starboy, terceiro disco do The Weeknd, lançado na semana passada. O trabalho conta com a participação de muita gente boa, como Daft Punk, Lana Del Rey, Kendrick Lamar, entre outros.

Há alguns meses o Spotify também comunicou que outro recorde de Justin Bieber fora quebrado – Drake assumiu a posição de artista mais tocado na plataforma. O rapper canadense também tem a música mais tocada, ”One Dance”, seguida de “Lean On”, parceria do Major Lazer, DJ Snake e .

Resenha: Rolling Stones se renova e envelhece no ótimo Blue & Lonesome

The Rolling Stones - Blue and Lonesome

O blues é o pai do rock e o sofrimento é o pai do blues. Nascido dos cantos dos escravos, ele incomodou, mexeu e emocionou pessoas de diversas raças, etnias e gerações. Entre eles, certos garotos ingleses com fama de transgressores: os Rolling Stones. Agora com mais de 50 anos de carreira, eles voltam ao gênero em um impactante novo disco.

“Sou apenas seu tolo, não posso evitar” canta um melancólico Mick Jagger nos primeiros segundos de Blue & Lonesome, primeiro lançamento dos Stones em mais de 10 anos. O álbum começa num susto, num pulo, como se tivesse uma urgência em registrar o que se passava ali dentro daquele estúdio.

O resultado surpreende quando se pensa que aquilo é um disco de covers: um registro cru, forte, guitarreiro e com muito potencial para se tornar um favorito dos fãs na discografia dos Stones. Com 12 canções clássicas do gênero, o disco traz uma emoção que não era sentida há anos na música da banda.

Desde o começo da carreira, o blues é uma das partes mais fortes de seu som. Seja com versões que eles sempre tocam nos shows, seja em clássicos como Let It Bleed, essa raiz do rock sempre foi parte da identidade da banda. Agora, com a produção de Don Was e The Glimmer Twins, os Rolling Stones trazem uma vitalidade enquanto revisitam canções que tocavam na juventude.

Mick Jagger e Keith Richards

As guitarras de Keith Richards e Ron Wood choram em riffs belíssimos cavalgando sobre a cozinha sempre elegante de Charlie Watts. Pensando em primor musical, talvez esse seja um dos registros mais elaborados dos Stones. Eric Clapton surge brilhante nas faixas “Everybody Knows About My Good Thing” e “I Can’t Quit You Baby”.

A voz de Jagger, desgastada pelo tempo, acaba mudando o sentido que as frases tinham. De sofridos relatos de amor, muitas delas soam como vivas canções de experiência. De como o tempo traz autoconhecimento.

Blue & Lonesome é disco essencial para se ouvir e guardar na coleção. O único problema é a sensação de já estar ouvindo essas canções na voz dos Stones desde sempre, não como se fosse uma novidade, e não ter aquele gostinho de imaginar como seria ouvir novas canções autorais dos Stones, como o ótimo single “Doom & Gloom”, de 2012.

Onze anos após A Bigger Bang, ouvimos Mick cantar: “não posso te largar, baby. Então, vou te deixar de lado por um tempo”. Tomara que não seja por mais tanto tempo.

Ouça o disco na íntegra, em sua plataforma favorita, clicando aqui.

 

E agora o Black Sabbath prestou sua homenagem à Chapecoense

Black Sabbath presta homenagem à Chapecoense

As homenagens às vítimas e famílias dos jogadores que se envolveram no trágico acidente da Chapecoense na Colômbia continuam acontecendo.

Após Dave Mustaine, Slash e o Guns N’ Roses (duas vezes) terem demonstrado carinho em relação ao time brasileiro, agora foi o Black Sabbath que o fez.

Uma foto foi publicada na página oficial da banda no Facebook e no Instagram há alguns minutos e mostra a bateria montada do grupo junto com uma bandeira da Associação Chapecoense de Futebol.

A publicação foi marcada com a geolocalização que diz apenas “Brasil”, mas a foto muito provavelmente foi clicada no Rio de Janeiro, onde o Black Sabbath se apresenta para os cariocas pela última vez em sua carreira hoje à noite.

Junto da foto veio a curta mensagem que diz “Respeito e Condolências aos nossos amigos brasileiros”.

Black Sabbath

A turnê do Black Sabbath no Brasil começou por Porto Alegre, e o TMDQA! esteve por lá para contar para você como foi.

Respect & Condolences to our Brazilian friends.

A photo posted by Black Sabbath (@blacksabbath) on

Scalene lança vídeo de bastidores de show com o Guns N’ Roses

Scalene

A banda Scalene lançou um vídeo com imagens dos bastidores, passagem de som e do show de abertura que fez com o Guns N’ Roses.

A apresentação, realizada em Porto Alegre, foi a único da banda na turnê do Guns, já que nas outras cidades, a abertura ficou com a Plebe Rude.

 

O Scalene segue com a turnê de divulgação do disco Éter, que recentemente ganhou o Grammy Latino de Melhor Disco de Rock em Língua Portuguesa (ao lado de Ian Ramil), e no próximo dia 09 no Rock no Vale em Arujá-SP ao lado das bandas 5 a Seco e Resgate.

23 anos depois, Nitro volta à ativa com Chris Adler, do Lamb of God

Nitro com Chris Adler

O grupo de glam metal Nitro está de volta após 23 anos longe dos palcos.

Michael Angelo Batio e Jim Gillette resolveram reformar a banda e chamaram Chris Adler, do Lamb of God, para tomar conta das baquetas.

Ao comentar sobre a oportunidade, Adler soa bem animado:

Eu não sei quem que continua dando meu número de celular para os músicos mais talentosos do planeta, mas eu não poderia estar mais animado.

Eu sempre me perguntei como uma banda de metal soaria com todos os ‘códigos de trapaça’ destravados e, bem, eu não me pergunto mais. Eu estou deslumbrado com o som moderno e o ‘gingado’ no material novo. O caos foi aproveitado e é incrivelmente pesado.

O Nitro possui dois álbuns de estúdio, O.F.R. e Nitro II: H.W.D.W.S., lançados em 1989 e 1991 respectivamente.

O grupo agora está compondo o seu terceiro disco com a ajuda do produtor Josh Wilbur. A banda deve entrar em estúdio para gravar o novo material em Janeiro e o disco deve ser lançado até o fim do primeiro semestre de 2017.

Megadeth

Vale lembrar que em 2016 Chris Adler gravou as baterias do disco Dystopia, lançado pelo Megadeth e que também conta com o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro.

Novos vídeos: Killswitch Engage, Taylor Hawkins e Avenged Sevenfold

Killswitch Engage

O Killswitch Engage acaba de compartilhar um novo vídeo para a faixa “Cut Me Loose”, presente no seu último álbum de estúdio. Assista logo abaixo.

Incarnate foi lançado em Março desse ano pela Roadrunner Records.

Taylor Hawkins

Taylor Hawkins

O baterista Taylor Hawkins lançou recentemente o KOTA, um novo mini-álbum solo. Uma das faixas do disco, “Range Rover Bitch”, recebeu um clipe bem… vintage. Assista!

Avenged Sevenfold

Avenged Sevenfold

O Avenged Sevenfold lançou, no fim de Outubro, o The Stage, seu sétimo álbum. O disco conceitual contou com várias inovações nas composições do grupo, e recentemente a banda veio mostrando isso em primeira mão liberando vários vídeos de sessões de estúdio tocando as faixas do álbum.

O clipe mais recente é de “Sunny Disposition”, que você pode assistir logo abaixo.

Conversamos com o Haroldo Ferretti do Skank e o cara é o dono do acervo da banda

Haroldo Ferretti

Skank está comemorando os 20 anos do lançamento do disco, O Samba Poconé, um dos mais premiados de sua carreira, com uma série de ações.

A primeira foi o anúncio de uma turnê comemorativa que começou com 3 shows e já tem uma série de apresentações agendadas, inclusive para o ano que vem, em que a banda tocará algumas músicas do disquinho. Em seguida, o grupo lançou CD triplo também comemorativo, dividido da seguinte forma: o primeiro CD com as faixas originais; o segundo CD com versões inéditas – entre demos e ensaios – dos arquivos do baterista Haroldo Ferretti e o terceiro com arquivos de Dudu Marote – produtor da banda – e versões de estúdio e mixagens diferentes, faixas instrumentais, remixes, além da inédita versão de “Minas com Bahia”, gravada apenas por Samuel Rosa (na época do lançamento do disco, Samuel e Daniela Mercury gravaram a canção para o disco Feijão com Arroz da baiana.

Depois da apresentação da turnê no último sábado, que a nossa equipe acompanhou de perto (relembre aqui), conversamos por telefone com Haroldo Ferretti, o responsável pelos arquivos do estúdio e “dono do acervo oficial da banda”. Acompanhe!

TMDQA: Já se passaram 20 anos de O Samba Poconé e de lá pra cá, muita coisa aconteceu. Como você avalia a história do Skank de 1996 para cá?

Haroldo: Nossa… foi uma longa história. Na época do Poconé, em 96, talvez fosse a época que o Skank sofreu a maior pressão da sua carreira. A gente estava vindo de um álbum (o Calango, de 1994) que já tinha sido um sucesso enorme de vendas, tinha gravadora, imprensa, nós mesmos nos cobrando e tal. Foi um álbum que de certa forma foi meio tenso, mas foi um álbum que deu certo. Depois daquilo tudo passou a ser um pouco mais prazeroso, sabe? No Siderado (de 1998) a gente já teve a coragem, a liberdade de começar com um single totalmente diferente (Resposta, a primeira canção de amor single do Skank). Eu acho que isso foi muito pontual, muito da época, a gente foi desenvolvendo essa sensação de melhorar. Mas muita água já passou debaixo dessa ponte, né?

É um álbum que nos deu isso também, a possibilidade de mostrar a nossa música em outros cantos do mundo

O Samba Poconé é um álbum que nos levou pra o mundo inteiro, “Garota Nacional” quando foi lançada, não fez tanto sucesso no Brasil no começo, mas depois começou a tocar muito em outros países em uma época em que não tinha nem Internet e que as gravadoras tinham uma força grande nesse aspecto. Dentro da Sony, tinha um departamento praticamente de comércio exterior, que lançou o disco em vários países o mundo, então, esse é um álbum que nos deu isso também, a possibilidade de mostrar a nossa música em outros cantos do mundo.

TMDQA: Aproveitando que você falou em “Garota Nacional”, essa é uma música que além de ter uma batida diferente, também carrega uma letra, digamos, “politicamente incorreta”, quando diz “eu quero te provar” e com o clipe provocador, entre outras coisas. A gente vê essa mesma temática em outras músicas ao longo da carreira do Skank, que não trazem a história de amor sempre com o final feliz, como “Formato Mínimo”, “Garrafas”, “Escravo” e “A Noite”, do Velocia, que traz essa história do “queremos nos divertir, sem nos preocupar com o amanhã”.  Qual você acha que foi o segredo da Garota Nacional para o sucesso? Ter essa temática nas letras do Skank é proposital? 

Haroldo: Eu acho que a gente não pensa em falar de um assunto ou de outro propositalmente. Vez ou outra o Samuel sugere aos parceiros de letra escrever sobre um assunto ou outro, mas normalmente são letras que vêm e que a gente gosta. Não é nada muito proposital de ter esse politicamente incorreto.

E também essa questão do politicamente incorreto é engraçado. Claro que não dá pra comparar com outras coisas que tocam no Brasil hoje em dia, seja do funk, seja dessa música chamada sertaneja, tem coisas muito mais explicitas, muito mais agressivas até do que o Skank já fez, não vejo muito dessa forma.

O clipe foi censurado em vários países, ou então tinha uma tarja preta quando uma das atrizes mostrava o peito, tinha umas coisas assim…

Falar de uma fórmula é difícil. Acho que tem a questão da batida, que quando a música começa, ela já chama a pessoa pra dançar, pra sacudir o corpo… Tem o refrão que não tem letra, não tem língua, que funciona bem em qualquer lugar, todo mundo no mundo vai conseguir falar Beat it laun, daun daun. Talvez o clipe tenha contribuído muito, foi um clipe cheio de atrizes… mas foi uma ideia do Andrucha (Waddington, um dos diretores do vídeo), e quem conseguiu as atrizes também foi ele. A gente topou, faríamos se elas topassem, porque não tinha cachê. Imagina você pagar cachê para aquelas atrizes lá todas? Mas foi uma coisa que acabou funcionando. Agora, fora do Brasil o clipe foi censurado em vários países, ou então tinha uma tarja preta quando uma das atrizes mostrava o peito, tinha umas coisas assim… De certa forma, causou essa estranheza em certos lugares. Mas acho que prevalece a música, o conjunto da obra.

TMDQA: Vocês fizeram o lançamento do disco triplo, com B-sides e gravações exclusivas do seu acervo pessoal. Você é um colecionador de raridades do próprio trabalho?

Haroldo: Pois é… outras coisas ficaram de fora por exemplo, do Samba Poconé: a primeira versão das músicas que o Mano Chao participou não entraram porque faltou prazo pra liberação editorial, então assim… Olha, eu acho que eu sou um pouco acumulador! (risos).

Tô brincando, não é isso não! O negócio é o seguinte: o estúdio era na casa dos meus pais, onde eu morava. Eu era o cara que montava microfone, posicionava microfone, apertava o REC e saía tocando. Eu sempre tive essa relação próxima com esse lado técnico de estúdio, então eu ia guardando as coisas do Skank, ia organizando, guardando… não tinha porque apagar. Acabou que uma coisa que a gente não sabia quanto tempo ia durar, a gente vai fazendo 25 anos de história e vários desses materiais se tornam relíquias mesmo, a ponto de serem lançados num álbum. Era a minha forma de organizar no estúdio que fazia a gente ir tendo essa história.

TMDQA: E a gente tem mais amostras desse acervo. Já tivemos o lançamento do Skank 91, do Calango, agora do Poconé… 

Haroldo: Exatamente! E tem dos outros álbuns que vieram depois, todos eles têm alguma coisa. Tem música que não entrou, tem música que a gente nem gravou de verdade no estúdio, que a gente fez só a demo. Agora, interessante é que na época que o Fernando falou (Fernando Furtado, empresário da banda), sobre a ideia de lançar o Poconé, foi bacana por que eu fui escutar o que eu tinha, porque eu não lembrava o que eu tinha gravado. O que mais me chamou a atenção foi uma constatação que eu fiz. Na época que a gente fez a pré-produção, lá em 1996, esquecendo o que foi lançado agora, a gente levou aquilo ali pra gravadora. Apresentamos como sendo o CD que a gente gravou: “Olha, é isso aqui, são 11 músicas, tá aqui o repertório, foi isso que a gente compôs e tal”. Aí o Jorge Davidson, o produtor do álbum, disse que o disco estava pronto e que não precisava gravar nada não. A gente entrou naquela de “Não, não… imagina! Isso é só uma fita demo! Vamos gravar sim, que vai ficar melhor…”. De fato ficou muito melhor, ficou melhor gravado, porque eu não sou engenheiro de som. Eu quebrava um galho. Mas, escutando agora e lembrando a crítica do Jorge, que falou que a gente estava louco de gastar dinheiro em estúdio e não sei o que mais, agora eu entendi o Jorge. Essas demos estão muito boas. Claro, precisava gravar uma voz melhor, uma mixagem melhor… mas se fosse o caso de imprimir e mixar, por mim daria certo! Naquela época a gente foi meio “CDF”.

TMDQA: E não é a toa também que o Máquina virou um grande estúdio, gravou muitas bandas de BH e de todo o Brasil também, não é? 

Haroldo: É… a gente sempre gostou dali, sempre foi muito bom. Mas você sabe que nós vendemos o Máquina né?

TMDQA: Soube sim. Pessoalmente, fiquei muito triste… 

Haroldo: Pois é, eu também! Mas estava chato pra gente administrar. Quando a gente está gravando é a melhor coisa do mundo, mas quando a gente não está, é complicado administrar uma casa daquela, com aquela estrutura, com segurança e tantas outras coisas. Mas acabou que quem comprou foi para fazer uma coisa muito legal, reformar o estúdio, ampliar, mantendo a mesma estrutura, então eu acho que deu certo. Eu também tenho um pouco de saudade mas fica sempre aquela Lei de Murphy: nós entrávamos no estúdio, estragava o computador. Aí entope o vaso sanitário. Aí queima a luz. Aí vou eu lá sento na bateria, levanto pra ligar pra eletricista, pra encanador… então encheu o saco. Acho que passou aquela fase. Foi lindo, maravilhoso, mas a vida segue.

TMDQA: Mas aproveitando que você falou que tem coisas guardadas dos outros discos da banda, a gente pode ter esperança de ter outras edições comemorativas de outros álbuns?  

Haroldo: Sim, olha… eu acho que para o Siderado a gente não planeja algo assim, mas já falou-se do Cosmotron… igual aconteceu com o Poconé, a gente vai dar uma garimpada nos outros álbuns, tem coisas de outros discos.

TMDQA: Então é um Siderado talvez não, mas talvez um Maquinarama, um Cosmotron…

Haroldo: Isso… não sei… o Fernando fala muito do Cosmotron, mas vamos ver o que tem, talvez pra fazer assim um bootleg assim de tudo, né? De tudo o que sobrou ou do que faltou (risos). Quem sabe? A gente está super feliz com O Samba Poconé e é engraçado né? Ali tem coisas muito legais, é muito do que a gente estava no estúdio mesmo e é um material para o fã de verdade, que tem curiosidade de escutar. Não tem grandes pretensões de vendas, mas foi algo muito divertido.

Pela primeira vez, eu me senti Los Hermanos (risos). Sabe aquela banda que o cara dá o primeiro acorde e que a galera canta
do início ao fim?

Ah! E o show… foi engraçado, porque a gente fez Rio, BH e São Paulo esse final de semana agora. E aí, é bem engraçado eu falar, mas no show eu me senti pela primeira vez, eu me senti Los Hermanos (risos). Sabe aquela banda que o cara dá o primeiro acorde e que a galera canta do início ao fim? E aí as músicas do Samba Poconé, três são conhecidas, só que tinha um público ali que sabia o Samba Poconé, que queria cantar O Samba Poconé, foi engraçado. Até onde eu enxergava a plateia tinha muita gente cantando o Poconé, e vibrando, de olho vidrado… foi uma sensação tão boa, a gente se divertiu muito, sabe? No dia seguinte, no nosso grupo de WhatsApp, todo mundo se declarando um pro outro, todo mundo “Pow, tô feliz demais, essa banda…” e tal. É por essas e outras que a gente é uma banda que existe aí há tantos anos, né?

TMDQA: É verdade! Mas me conta… Depois de 20 anos de lançamento do disco, vocês já foram a Poconé? 

Haroldo: (risos) Nossa! Na verdade nós passamos em Poconé antes de fazer o disco, mas o nome inspirou o Chico (Amaral, compositor parceiro de Samuel Rosa) a escrever a música “Poconé” e o nome do disco veio depois da música.

TMDQA: Vocês já disseram que têm o projeto de gravar um DVD celebrando esse disco, no Circo Voador. Essa gravação já tem data? 

Haroldo: O Fernando está resolvendo essa data com o Circo Voador, mas ainda não tem nada marcado, pelo menos que eu saiba não.

TMDQA: A gente trabalha com muitas bandas independentes aqui no TMDQA! que têm o Skank como uma inspiração. Que recado você daria pra essa galera?

Haroldo: Fazemos o que gostamos, trabalhamos muito e fazemos com amor. O grande segredo para o sucesso talvez seja esse, buscar sempre ser fiel ao que somos e estarmos felizes, ser fiéis ao nosso público.

TMDQA:  E como somos o “Tenho Mais Discos Que Amigos”, preciso perguntar: vocês vão relançar o Poconé também em vinil?

Haroldo: Por enquanto ainda não pensamos nisso. O disco é triplo, tá bem completo e cheio de versões que os fãs nunca ouviram. Vamos curtir esse lançamento!

TMDQA: Para finalizar: você tem mais discos que amigos?

Haroldo: Tenho mais discos, mais arquivos, mais MP3 e mais fitas K7 que amigos!

(várias boas risadas aconteceram após conhecermos essa resposta!)

Skank continua em turnê divulgando seu mais recente disco, Velocia, incluindo as 8 canções do especial O Samba Poconé em algumas apresentações. Para saber se a banda vai passar pela sua cidade nos próximos meses, consulte a agenda oficial.

Kanye West recebe alta de hospital e já está em casa

Kanye West

Sites especializados em celebridades, como o TMZ e a revista People, dão conta de que Kanye West teve alta do hospital em que estava internado há 10 dias, na Califórnia.

Depois de uma série de “surtos” em público, o rapper americano foi internado compulsoriamente no dia 22 de novembro. Inicialmente, o motivo não foi muito claro. Dias depois, descobrimos que ele estaria sofrendo de paranoia.

Agora, felizmente, West recebeu alta e já está em casa com os filhos e com a esposa, Kim Kardashian, que foi buscá-lo no hospital no dia da alta.

De acordo com o site TMZ, no entanto, Kanye não está totalmente curado, e vai precisar de remédios e acompanhamento psicológico. Ainda segundo o portal, o aniversário da morte da mãe do cantor teria influenciado no quadro, bem como o ritmo de turnê.

Apoio de Gaga

Lady Gaga

Recentemente, Lady Gaga pediu para que as pessoas parassem de fazer graça com a situação de Kanye West. A cantora usou o Twitter para dizer que piadas sobre pessoas com possíveis problemas mentais não são legais.

Em tempo: Gaga e West são responsáveis por dois dos melhores discos do ano, Joanne e The Life of Pablo. Então, respeito. E melhoras.

Novos vídeos: Justice, ANOHNI e Foxing

Justice e Susan Sarandon

A dupla Justice acaba de compartilhar um clipe para “Fire” estrelando a atriz Susan Sarandon. A faixa faz parte do último álbum lançado pelo grupo, Woman.

O vídeo foi dirigido por Pascal Teixeira.

ANOHNI

Anohni

A cantora ANOHNI lançou no começo desse ano o emocionalmente pesado Hopelessness, seu primeiro álbum solo. Desde então, os clipes lançados por ela são bem minimalistas: para cada música, uma mulher interpreta as letras da canção diretamente para uma câmera.

Para o vídeo de “Marrow”, a artista Lorraine O’Grady fez uma performance bem comovente da canção, que é uma crítica ao modo de como o meio ambiente é destratado pelos governos.

Foxing

No ano passado o Foxing lançou Dealer, seu segundo álbum de estúdio. Essa semana, o grupo compartilhou um novo vídeo para a linda faixa “Indica”, presente no disco.

Quatro bandas nacionais para você ouvir nesse fim de semana

Irenne, Morenas Azuis , Rec On Mute, Pitu

1IRENNE

Cheia de influencias do bom rock alternativo dos anos 1990 destiladas em muita criatividade e competência, a Irenne vem trabalhando desde 2012 em um sublime material autoral.

É muito comum sentir nostalgia quando se ouve “Ibli’s Bond” com seus violões que quase remetem a um grunge, e com as linhas vocais extremamente bem executadas por Letícia Scandiani. Aqui há claros momentos em que bandas como Stone Temple Pilots, Alice In Chains e Smashing Pumpkins são citadas de maneira indireta. E toda essa bagagem musical é construída, acima de tudo, com o desenvolvimento autoral da própria banda, que soa como ela mesma, fator importantíssimo nos dias de hoje.

Irenne tem alma própria e a usa para visitar a sonoridade de vinte anos atrás, trazendo isso para o século XXI com tamanha perfeição que até o estilo de sua mixagem nos mostra de onde eles vieram.







 

2MORENAS AZUIS

Os catarinenses da Morenas Azuis fazem um som que empolga qualquer um. Sonoridade redonda, bons vocais, letras legais e muita influência de punk rock e algumas pitadas de Ska.

O power trio envolve rapidamente qualquer um com o seu som direto cheio de overdrives!

Assista logo abaixo ao seu mais recente clipe e não deixe de ver os outros dois mais antigos que estão em seu canal do Youtube!

 

3REC ON MUTE

Shoegaze com fortes influencias de Sonic Youth, Explosions in The Sky e Mogwai. Essa é uma frase curta que tenta definir o som da Rec On Mute, simplesmente um mergulho em uma sonoridade experimental e empolgante que não pode ser traduzida em palavras.

A banda de Jaraguá do Sul, SC, está lançando o seu segundo EP pelo selo Aquagreen Records e ele pode ser ouvido na íntegra logo abaixo:

 

4PITU

Depois de anos tocando na noite paulistana como intérprete, Pitu resolveu se lançar na composição de seu trabalho solo. Com uma mistura de rock, soul, pop e também com influências de percussão brasileira e muito de folk, o álbum O tempo das coisas traz ainda ótimas letras que guiam todas as suas bonitas melodias.

Ouça o disco completo a seguir:

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