quinta-feira, 30 de março de 2017

22 anos depois, Rancid recria capa de disco icônico em foto de baterista

Rancid - ...And Out Come The Wolves

Em 22 de Agosto de 1995 o Rancid lançou um dos discos mais importantes e influentes para o punk rock dos anos 90.

…And Out Come The Wolves tem hits como “Time Bomb”, “Ruby Soho”, “Roots Radicals” e mais, e ao lado de bandas como Green Day, NOFX e The Offspring, ajudou a popularizar o gênero que explodiu nos anos seguintes cruzando as barreiras do underground e invadindo o mainstream.

Além do seu conteúdo musical, a capa do disco também entrou para a história e traz o guitarrista/vocalista Lars Frederiksen em uma foto que lembra outra arte importante para o Punk, a do EP Minor Threat (1981), lançado pelo Minor Threat.

Minor Threat

Hoje em suas redes sociais, o baterista do Rancid, Branden Steineckert publicou uma foto de Lars onde recriou a capa de …And Out Come The Wolves e ainda cravou:

Tirei essa foto do Lars ontem para recriar a lendária capa de …And Out Come The Wolves. O mesmo cara, mais de 20 anos depois. Ainda mandando ver!

Vale lembrar que Branden não é o baterista original do Rancid; ele entrou na banda em 2006 no lugar de Brett Reed, vindo do The Used, e sempre disse que era fã do grupo onde toca hoje em dia quando era jovem.

Rancid no Brasil

No último final de semana o Rancid finalmente tocou no Brasil pela primeira vez na carreira que já tem mais de 25 anos.

Foi um show como parte do Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, e a gente falou por aqui sobre a apresentação.

Você pode assistir ao show do Rancid no Lollapalooza Brasil na íntegra clicando aqui.

Glastonbury não sabe brincar: veja o sensacional line-up parcial do festival

Glastonbury 2017

O festival de Glastonbury, na Inglaterra, é um dos mais conhecidos e mais importantes do planeta.

Não à toa, o evento esgota todos os seus ingressos com meses de antecedência e já se tornou praticamente patrimônio do país quando o assunto é música de qualidade.

Hoje mais cedo a organização do evento anunciou o seu line-up parcial com headliners como Radiohead, Foo Fighters e Ed Sheeran, além de mais dezenas de grandes nomes como The XX, Biffy Clyro, Katy Perry, Royal Blood, Lorde, Mark Lanegan, Run The Jewels, Laura Marling, Father John Misty, Warpaint, BADBADNOTGOOD e muito mais.

Esse é só um pedaço da escalação do evento que terá mais de 100 (!) palcos, e o resto das atrações deve ser anunciado nos próximos dias.

O Glastonbury 2017 irá acontecer entre os dias 21 e 25 de Junho na vila de Pilton, em Somerset.

Cartaz do festival de Glastonbury 2017

Lemmy Kilmister: álbum solo do músico deverá ser lançado ainda em 2017

Lemmy Kilmister, do Motorhead

Antes de nos deixar, em 2015, Lemmy Kilmister estava compondo músicas para um álbum solo. E, ao que tudo indica, esse material poderá ser lançado muito em breve.

Durante uma conversa no programa Steve Göldby Talks Metal via TotalRock, Jim Voxx, do Skew Siskin, revelou que estava trabalhando com Lemmy no projeto e, no momento, o disco está sendo planejado para lançamento no final de 2017.

Nós também estamos nos estágios finais do álbum solo do Lemmy. Eu ainda não sei quando ele será lançado porque isso está nas mãos dos empresários do Motörhead e demorou um tempo mas, tipo, Lemmy tinha tantas coisas sobrando. Existem tantas gravações e eles tiveram que vasculhar tudo para saber como proceder e não existe uma verdadeira pressa pra lançar esse álbum então eu acho que deve acontecer mais para o final do ano.

As músicas foram compostas por Lemmy, e quando ele começou a trabalhar comigo nisso, lá por 2003, ele não tinha uma ideia real do que estaria no trabalho então ele veio falar comigo e me pediu para trabalhar com ele nisso por que eu poderia dar a ele o tempo no estúdio que ele precisava por que, como você sabe, durante o verão o Motörhead sempre fazia turnês em festivais na Europa e ele usava Berlim como um trampolim, então ele tinha um tempo no verão para estar aqui e trabalhar nas faixas. Ele também gravava algumas delas nos Estados Unidos com Dave Grohl ou Reverend Horton Heat, e em Londres ele trabalhava com o The Damned, e todas essas faixas vinham para mim em Berlim, por que eu sou o produtor do disco, e nós continuávamos trabalhando nisso.

Ao explicar sobre como o projeto tomou vida, o músico continuou:

Nós começamos com duas músicas do Skew Siskin e o que mais estava por ali, naquela hora ele não sabia o que queria, por que ele estava de boa, ele queria tomar seu tempo. Era o oposto de trabalhar com o Motörhead por que ele precisava fazer isso durante seu tempo livre entre os projetos do Motörhead. Mas eu dei a ele a possibilidade de sempre voltar aqui e trabalhar no estúdio sempre que precisasse e passo a passo nós conseguimos compor as músicas e nós temos dez prontas, e nós achávamos que seria lançado há muito tempo atrás mas quando o Lemmy ficou doente, nós paramos de trabalhar nisso, mas as gravações estão todas prontas.

No final das contas, o projeto parece ser bem interessante e muito diferente dos famosos discos póstumos “caça-níqueis” que são lançados com frequência.

“Hotline Bling”: Hugh Grant dança Drake na sequência de “Simplesmente Amor”

Hugh Grant

Recriando uma das cenas mais icônicas do filme Simplesmente Amor (2003), o ator Hugh Grant deu um show no Red Nose Day, uma espécie de Teleton do Reino Unido.

Com um curta exibido na última sexta-feira (25), Grant aparece fazendo uma engraçada performance de “Hotline Bling”, de Drake, na sequência do filme.

Na cena original, o ator, que interpreta o primeiro-ministro britânico, dança ao som de “Jump (For My Love)”, do The Pointer Sisters.

A sequência traz parte do elenco original, quatorze anos depois, e foi exibida em primeira mão no dia da campanha, mas o curta-metragem só chega nos EUA pela NBC em Maio.

Simplesmente Amor é uma comédia romântica de 2003, dirigida por Richard Curtis, que entrelaça histórias e trata de diferentes tipo de amor na capital inglesa.

Taylor Hawkins lista alguns dos “melhores discos de todos os tempos”

Chevy Metal (Foo Fighters) no Riot Fest 2016

Nessa semana, nós publicamos por aqui um divertido trecho de entrevista onde Taylor Hawkins, o baterista do Foo Fighters, entra em detalhes sobre suas opiniões a respeito do hit “We Will Rock You”, do Queen.

A declaração foi feita para um artigo da Rolling Stone onde o músico listava cinco músicas que gostaria de ter composto. E outra faixa que estava presente nela é “So Real”, do icônico cantor Jeff Buckley.

Eu gostaria de poder cantar [‘So Real’] como ele. Eu amo a voz daquele cara. Esse era meu CD de ‘agora é pra valer’ durante a turnê com Alanis Morissette [em 1995, quando Hawkins era baterista da cantora]. Eu colocaria aquele CD pra tocar e engrenava. Eu gosto quando ele sussurra, ‘I love you, but I’m afraid to love you’ [‘Eu te amo, mas estou com medo de te amar’] nessa canção.

Que droga que ele morreu. Cara, aquele cara teria feito muitas músicas boas se estivesse vivo. Eu acho que ele realmente estava procurando pelo seu próximo passo. Aquele primeiro disco, Grace, ninguém sabia dele. Demorou tanto tempo. Agora todo mundo está tipo, ‘Ah, eu sou um grande fã do Jeff Buckley’. As pessoas realmente começaram a curtir seu som depois que ele morreu. Se eu não me engano, o Page e o Plant [do Led Zeppelin] estavam em turnê e fizeram alguns shows com ele. Esses caras não têm medo de ninguém. Eu ouvi que ele abriu os shows deles uma vez e o Robert Plant estava tipo, ‘Eu não vou subir naquela porra de palco’.

Algumas pessoas não estão destinadas a ficar por aqui por um longo tempo, talvez. Foi estranho, por que ele era a continuação de seu pai, mas ouso dizer, melhor. Algumas pessoas vão ficar bem chateadas comigo por ter dito isso, como fãs do Tim Buckley. Eu escutei o trabalho dele e não consigo me relacionar da mesma forma que com Jeff Buckley. O Grace é uma obra-prima. É um dos 10 melhores discos de todos os tempos, lá em cima junto de Ok Computer [Radiohead], Nevermind [Nirvana] e Ritual de lo Habitual [Jane’s Addiction]. É um dos dez maiores discos dos anos 90.

Grandes palavras, não?

Lista de Lily lança novo clipe para a hipnótica “Dinheiro”; assista

Lista de Lily

Lista de Lily é uma banda brasiliense de rock psicodélico formada em 2014 por Adolfo “Dolfits” Neto (synth/voz), Tynkato (guitarra/voz), Danilo Abreu (bateria) e Lucas Lima (baixo).

Apesar de ainda não ter nenhum álbum de estúdio na bagagem, a banda lançou recentemente o EP Como Caetano, que contou com cinco faixas. E agora, o grupo compartilhou um clipe para seu novo single “Dinheiro”, dirigido por Mateus Silva e estrelado por Stephane de Souza.

Embora a gente ainda não tenha mais informações sobre se a faixa fará parte de algum disco ou não, o que temos certeza é: vem coisa boa por aí. Recentemente, a banda tocou no famoso festival norte-americano SXSW juntamente de outros grupos brasileiros como Boogarins, Autoramas, Maglore e outros.

Vale lembrar que no dia 8 de Abril eles se apresentarão no primeiro Festival do TMDQA!, que acontecerá em Brasília no Estádio Mané Garrincha. Você pode conferir mais informações sobre o evento clicando aqui.

Supersonic: documentário sobre Oasis pode ganhar sequência em breve

Oasis

A banda britânica Oasis pode ganhar mais um filme sobre a sua trajetória, após o sucesso do documentário Supersonic em 2016.

O filme levou o prêmio de Melhor Documentário no Empire Awards no último dia 20, e o diretor Mat Whitecross estava lá para recebê-lo em mãos.

Ao agradecer pelo prêmio, Whitecross demonstrou interesse em continuar contando a história da banda dos irmãos Noel e Liam Gallagher.

“Liam disse que ele quer fazer uma sequência. Eu não sei se ele estava brincando ou não. Na verdade, depois que cortamos em Knebworth, Liam e Noel disseram que queriam continuar”, conta o diretor.

Sobre a colaboração dos irmãos com o projeto, Whitecross diz: “Liam e Noel Gallagher foram realmente generosos. Tudo que pedimos eles nos deram.”

Em duas horas, o documentário remonta os primeiros anos, o lançamento dos aclamados álbuns Definitely Maybe e (What’s The Story) Morning Glory?, e deixa um gancho ao finalizar com a apresentação lendária da banda em Knebworth, de 1996.

Lançado em Outubro de 2016, Supersonic teve boa recepção da crítica e, principalmente, dos fãs. O filme teve uma exibição única em São Paulo em Dezembro passado.

Com quase vinte anos de trajetória, é certeza que o Oasis tem histórias suficientes para mais de um filme. E, enquanto não há confirmação de uma sequência – ou da volta definitiva da banda -, nos resta aguardar os lançamentos dos irmãos Gallagher para 2017. Tanto Noel quanto Liam disponibilizarão novos trabalhos solo esse ano.

LEIA TAMBÉM: Liam Gallagher revela nome de seu primeiro álbum solo

End of Pipe: banda brasileira prepara-se para turnê pelos EUA

End Of Pipe

A banda de punk rock End Of Pipe, de Santa Catarina, fará em abril a sua primeira turnê internacional. O grupo desembarcará nos Estados Unidos para uma série de shows passando por 16 cidades.

O End Of Pipe já dividiu palco com bandas como Face to Face, No Use for a Name e Less Than Jake. O grupo possui dois EPs e um split em parceria com a banda Down By Law.

Entre as cidades por onde a turnê passará estão Los Angeles, São Francisco, Seattle, Las Vegas e Orlando. O primeiro show acontece no dia 5 de abril. Veja os detalhes abaixo:

end-of-pipe-eua

 

Ex-Móveis Coloniais de Acaju, Esdras Nogueira faz turnê com disco solo

Esdras Nogueira

Esdras Nogueiras está percorrendo o Brasil com a turnê para o seu segundo disco solo, NaBarriguda. Esdras, ex-saxofonista do Móveis Coloniais de Acaju, passará até o mês de Maio por Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Taguatinga, Planaltina, Brasília, Goiânia e Ceilândia.

Os primeiros shows da turnê aconteceram em São Paulo e o próximo da turnê acontece no Rio de Janeiro. Para se preparar para seus shows, o músico mandou com exclusividade uma seleção de 5 canções instrumentais que para ele são essenciais e um pouquinho de como ele se sente com elas, além de responder às nossas perguntas sobre o novo trabalho solo. Acompanhe:

TMDQA – O NaBarriguda foi inspirado em músicas do Norte do país. Você pode contar pra gente um pouco de como funciona a sua relação com esse tipo de música?

Esdras: A música do Nordeste sempre esteve presente na minha vida desde cedo em casa. Meu pai é piauiense e minha mãe do Maranhão, então Dominguinhos, Quinteto Violado, Elba Ramalho, Luiz Gonzaga tocavam muito na vitrola deles. Eu herdei vários desses discos. O Norte do Brasil eu conheci viajando com o Móveis, tocamos muito por lá e me encantei com Belém, pela música, pela comida e pelas pessoas.

A Barriguda é uma pequena fazenda da minha família no interior do Piauí, era do meu avô e hj do meu pai, passei muitas férias na infância por lá convivendo com toda a realidade inclusive a musical. Voltei no ano passado pra compor as músicas, sem internet, telefone, nada pra atrapalhar. Engraçado que quando comecei o disco na fazenda, queria fazer um disco de choro, mas o resultado foi outro, e adorei.

TMDQA – Você nos indicou 5 músicas instrumentais essenciais para você. O que elas significam para você?

Esdras: Essas músicas são essenciais para mim porque fazem parte da minha formação. São músicas de estilos bem diferentes e que me ajudam a pensar a música que faço hoje.

Dá o play aí:

Giant Steps – John Coltrane

Esdras: Essa música mudou o jazz, a harmonia e a forma de improvisar do Coltrane impressionam e essa música foi uma virada de página na história do jazz, e é bonito demais de escutar, ele sempre tocou com muita paixão.

Paulo Moura e Raphael Rabelo – 1 x 0 

Esdras: Esse disco é uma aula de música brasileira, clarinete e violão na sua melhor forma. Essa versão de 1×0 do Pixinguinha é linda, o virtuosismo que parece fácil de tocar, a música do mestre Pixinguinha ajuda também. Assisti vários shows do Paulo Moura no Clube do Choro em Brasília, a musicalidade contagia. Ele tocou até os últimos dias de vida… um dia a gente chega lá!

Kenny Garrett – Sing a Song of Song

Esdras: Essa música foi a primeira gravação do primeiro disco que ganhei desse saxofonista incrível. Depois disso, comprei muitos outros e até hoje acompanho a carreira dele. É um som bonito demais desse saxofone, ele tocou em uma das últimas, se não for a última formação do Miles Davis, e está aí até hoje. Vale a pena conhecer esse cara!.

Astor Piazzola & Gerry Mulligan – Años de Soledad

Esdras: Esse disco é incrível. Depois de um dia pesado, parar tudo, tomar uma e escutar esse disco, é uma boa pedida. A dupla barítono e acordeom foi inspirada…

Tokyo Ska Paradise Orchestra – Skaravan

Esdras: Conheci essa banda por um amigo que me mostrou uns vídeos, na época isso mudou a forma de pensar o show do Móveis, a gente ficou fissurado nesses caras… Como assim esses caras tocando ska, correndo pra uma multidão no Japão? Até hoje escuto com muito carinho esse som. Ano passado fui ao primeiro show deles no Brasil e foi muito bom ver ao vivo uma banda tão importante pra gente.

TMDQA: Além de músicas próprias, o NaBarrigada também tem versões suas para canções do Cartola, Egberto Gismonti e Hamilton de Holanda. Como foi a seleção dessas canções dar a sua cara para cada uma delas?

Esdras: Todos ídolos! Hamilton de Holanda é de Brasília e cresci o escutando no Clube do Choro, Egberto Gismonti é incrível, ainda quero um dia fazer um disco inteiro com músicas dele, e o Cartola foi uma forma de fechar o disco de forma bem contemplativa. “O Mundo é um moinho”, que música triste e linda de chorar.

TMDQA: Como bacharel em saxofone e ex-músico de uma das bandas independentes mais queridas do Brasil, quais são os seus principais aprendizados no caminho entre a música popular e música erudita? Como esses dois mundos se relacionam?

Esdras: Esses dois mundos sempre se relacionaram super bem, já toquei em banda de circo, banda de baile, de igreja, roda de choro, big band, sinfônica, gosto dessa confusão. Na Universidade aprendi muita técnica, estudei sonoridade, arranjo, e o Móveis me deu o baile, me ensinou que o show deve ser sempre bom, e que no show o mais importante é a troca no palco entre os músicos, e com o público. No final o que vale é se a música emociona ou não.

TMDQA: Como você preparou os shows da tour do NaBarriguda?

Esdras: Com muita vontade de apresentar esse trabalho, e que no show as pessoas tenham liberdade pra dançar, curtir, assim como a gente no palco. Tenho a sorte de tocar com músicos incríveis, e os shows que fizemos estão cada vez mais legais. A banda é composta pelo Léo Barbosa na percussão, Thiago Cunha na bateria, Marcus Moraes na guitarra e Rodrigo Balduino no baixo. O show está cada vez melhor e a intimidade no palco é importante demais.

TMDQA: Vamos ouvir músicas do Capivara também? E do Móveis?

Esdras: Algumas do Capivara sim, tem também outras músicas que colocamos no repertório, mas do Móveis ainda não… mas quem sabe num próximo trabalho entra alguma? Ia ficar legal uma versão instrumental de “Adeus”, por exemplo. Terminamos a banda tem muito pouco tempo e acho legal mudar um pouco o foco, pelo menos por agora.

TMDQA: Para finalizar, você tem mais discos que amigos?

Esdras: Com certeza! Já tentei me livrar deles, mas confesso que o apego é maior. Cada disco tem uma história pessoal que vai além da música. Fora que mesmo com esse mundo dos streamings, tem muita coisa que não tá lá.

Dá uma olhada na agenda dos próximos shows e fica ligado: quando ele passar na sua cidade, não dá para perder!

Turnê Esdras Nogueira – NaBarriguda

30 de Março – Rio de Janeiro (RJ)
Circo Voador – abrindo o Baile do Almeidinha, de Hamilton de Holanda
Endereço: Rua dos Arcos s/n – Lapa
Horário: 21h
Ingressos: a partir de R$ 20 neste link ou no evento no Facebook

31 de Março – Taguatinga (DF)
Isso Aqui é DF Cozinha bar
Endereço: Rua: CNF 1 lote 16 loja 1
Horário: 21h
Ingresso: gratuito – informações no evento no Facebook

21 de Abril – Belém
Festival Sonido

27-30 de Abril – Alemanha
Participação no Festival Jazzahead!

10 de Maio – Goiânia
Festival Bananada

17 de maio – Planaltina (DF)

24 de Maio – Ceilândia – DF
Local: Sesc Ceilândia (gravação de CD ao vivo)
Endereço: Rua VIA N3
Horário: 20h
Ingresso: gratuito – informações no evento no Facebook

Siga a página de Esdras Nogueira no Facebook para não perder nenhuma novidade da turnê. Ouça também o disco completo abaixo:

Ex-baterista do KoRn tem uma nova banda e ela é muito ruim (mesmo)

Core10, banda de David Silveria

David Silveria foi baterista do influente grupo de nu metal KoRn entre os anos de 1993 e 2006, e estava em alguns dos trabalhos mais importantes da banda como os discos Follow The Leader e Issues, por exemplo.

Após sair do grupo, tanto o lado dele quanto o da banda deram sinais de que a separação não foi amistosa, e David andou por alguns projetos como a banda INFINIKA, de onde saiu em 2015.

Pois bem, agora o cara está com um novo projeto chamado Core10, e um vídeo de ensaio dos caras foi disponibilizado como forma de divulgar o projeto.

Acontece que através do vídeo, é possível perceber que a banda resolveu juntar todos os clichês ruins do heavy metal e nu metal e colocar em um lugar só. Tem algumas rimas por um vocalista que não sabe rimar, piano cafona, encaradas na câmera, socos no ar, cabelos ao vento e até um cosplay de Chumlee no baixo.

Além disso, parece que David Silveria não vem mantendo a forma para alguém que quer tocar bateria em uma banda de rock pesado e o resultado é, bem… abaixo da média para dizer o mínimo.

Você pode assistir ao vídeo logo abaixo. Fora a introdução, a parte que começa em 2 minutos e 40 segundos é a minha favorita.

Resultado da promoção valendo discos de vinil do Depeche Mode

Depeche Mode

O Depeche Mode está lançando um novo disco de estúdio chamado Spirit, e para celebrar a marca, em parceria com a Sony Music Brasil, realizamos um concurso cultural valendo a discografia inteira dos caras em discos de vinil.

Para concorrer ao prêmio, os participantes deveriam dizer qual era seu disco favorito do grupo e por qual motivo, e o vencedor foi Jean Mafra com a seguinte resposta:

Violator. Eu poderia tentar ser engraçado, divertido ou leve, mas não dá. Quando era um adolescente problemático e passei por períodos muito difíceis, quando o fato de ter passado a infância apanhando de um padrasto alcoólatra cobrou seu preço, me refugiei na música. Lá encontrei paz e pude me encontrar. Esse álbum foi, sem dúvida, um dos meus refúgios. Um disco que ainda me emociona. Há ainda um motivo extra: ano passado, quando perdi um dos meus melhores amigos, alguém com quem ao longo dos últimos 26 anos dividi alegrias, tristezas (aquele que foi um moleque pobre e apaixonado por música como eu), foi doloroso mas sobretudo reconfortante ouvir Violator novamente (ainda mais sabendo que esse era também um dos discos preferidos deste meu “irmão”). Desculpe pelo relato pessoal, sem firulas ou vergonhas, mas se é para dizer os meus “porquês”, não poderia trair o meu passado e o significado deste disco para mim.

Parabéns!

Entraremos em contato para envio do pacote.

Se você ainda não ouviu o aguardado novo disco do Depeche Mode, pode fazê-lo logo abaixo e se preparar para o show que a banda fará por aqui em 2018.

Ouça o primeiro disco da banda Watch Out For The Hounds, “XIII”

A banda curitibana Watch Out For The Hounds está lançando seu primeiro disco de estúdio, XIII. Formada por Sid Hound nos vocais, Niko Hound no violão e banjo, Will Hound no violão, bandolim e banjo, Caro Hound na bateria e percussão e Betchenka Hound no violino e gaita, a banda tem influências do folk cigano e americano, uma boa dose de brasilidade e um quê de música irlandesa / celta também.

Tudo isso aí misturado em inglês e português faz XIII chegar ao mundo em pleno 2017 e gerar curiosidade. O capricho do quinteto que vai de “Guia Para o Perdido” até “Tied in High Tied” construiu 13 canções cantaroláveis, prato cheio para os fãs de banjo e folk, que contam histórias de noitadas boêmias e aventuras noturnas sem fim.

O disco, lançado pelo selo inglês Rare Candy, teve captação de João Caserta e mixagem de Rodrigo Lemos (Lemoskine), uma das participações especiais e curitibanas do disco – que também traz Wonder Bettin da Naked Girls And Aeroplanes e Uyara Torrente D’A Banda Mais Bonita da Cidade. A partir de hoje, o trabalho é disponibilizado nas principais plataformas digitais. E olha que capa legal o trabalho ganhou:

Watch Out For The Hounds_XIII_capa

O primeiro single do disco, “Gasoline”, foi lançado no comecinho do mês e já ganhou até clipe. Dá uma olhada:

Ouça o disco completo abaixo e conta pra gente nos comentários o que você achou. E não esquece de seguir a banda no Facebook e acompanhar as novidades por lá!

Vídeo: Game Of Thrones ganha mais um teaser para nova temporada

Promo de Game Of Thrones

A HBO divulgou, há alguns minutos, um novo vídeo para divulgar a sétima temporada da série Game Of Thrones, uma das mais bem sucedidas de todos os tempos.

Ao som de uma versão de “Sit Down”, da banda britânica James, nomes importantes da nova temporada de Game Of Thrones aparecem sem dizer uma palavra, mas deixando todo mundo ansioso para o que vem aí nos próximos episódios de uma das produções que mais conquistaram fãs ao redor do planeta nos últimos anos.

A nova temporada começa em 16 de Julho, e você pode assistir ao vídeo logo abaixo.

#GoTS7 | Promo Oficial

16.Jul.17 #GoTS7

Posted by HBO Game of Thrones BR on Thursday, March 30, 2017

 

O dia em que Nine Inch Nails, QOTSA, Foo Fighters e Fleetwood Mac tocaram juntos

Queens Of The Stone Age, Nine Inch Nails, Foo Fighters e Fleetwood Mac

Em 2014 a cerimônia de entrega dos prêmios Grammy contou com um dos shows mais interessantes da história da premiação.

Subiram ao palco Lindsey Buckingham (Fleetwood Mac), Nine Inch Nails, Queens Of The Stone Age e Dave Grohl para encerrar a festa da indústria da música nos Estados Unidos com chave de ouro.

Por lá, esse time de estrelas tocou “Copy of A”, do disco Hesitation Marks (2013), do Nine Inch Nails, além de “My God Is The Sun”, do disco …Like Clockwork, lançado pelo Queens Of The Stone Age no mesmo ano.

Vale lembrar que a apresentação oficial acabou entrando para a história por dois motivos: primeiro pelo time de talentos no palco, segundo porque a transmissão foi cortada durante a performance, deixando Trent Reznor irritadíssimo na época.

Acontece que o ensaio para a performance foi gravado e no vídeo abaixo, em alta qualidade, pode ser visto na íntegra, da forma como a apresentação deveria ter ido ao ar como imaginaram os músicos envolvidos.

Divirta-se!

Guitarrista banca Lynyrd Skynyrd, ZZ Top e Deep Purple juntos no Brasil

ZZ Top em 2011
Foto do ZZ Top via Shutterstock

Foto do ZZ Top via Shutterstock

Para tudo porque parece que uma turnê com nomes dos mais importantes no rock and roll clássico irão vir ao Brasil em 2017.

Deep Purple, ZZ Top e Lynyrd Skynyrd viriam juntos ao país para uma turnê em Outubro e quem disse isso foi Rickey Medlock, guitarrista do Lynyrd, em sua conta oficial do Instagram.

Quando um fã pediu para que eles viessem ao Brasil, Rickey cravou:

Estaremos na América do Sul em Outubro junto com Deep Purple e ZZ Top, então nos vemos em breve!

Ainda não há nenhum tipo de confirmação oficial, mas se o cara está dizendo, quem somos nós para duvidar?

Assim que tivermos novidades, publicaremos por aqui.

Carreiras

O Deep Purple irá lançar seu vigésimo disco de estúdio, Infinite, no dia 07 de Abril, e tem falado publicamente que deve excursionar para divulgá-lo como uma espécie de “despedida”.

O Lynyrd Skynyrd veio ao Brasil em 2011 para tocar no saudoso festival SWU, já com uma formação bem diferente da original. Um ano depois, eles lançaram seu mais recente álbum, Last of a Dyin’ Breed.

Já o ZZ Top chega aos 48 (!) anos de carreira em 2017 como uma das bandas mais icônicas da história do blues/rock. Seu último álbum é La Futura, de 2012.

Pergunta ao Lynyrd Skynyrd

Comentário de Medlocke no Instagram

Metallica: assista a vídeo oficial de performance no Lollapalooza Brasil

Metallica no Lollapalooza Brasil 2017
Foto por Camila Cara/MRossi

No último final de semana, o Metallica esteve aqui no Brasil para tocar na edição de 2017 do Lollapalooza, que aconteceu no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

O show foi excelente. Como falamos por aqui, a banda parecia renovada, trazendo pela primeira vez os sucessos de seu novo álbum de estúdio, Hardwired …to Self-Destruct. E agora, o grupo compartilhou um vídeo para a performance ao vivo de “Halo On Fire” no festival, que você pode conferir logo abaixo.

Uma das coisas legais sobre o Metallica é o costume que o grupo tem de compartilhar vídeos oficiais de passagens dos seus shows. Recentemente, a banda liberou um vídeo tocando “Enter Sandman” em uma festa após o Grammy, e mês passado o grupo fez um cover do The Stooges com ninguém menos que Iggy Pop e tudo também foi registrado pelos caras.

Você pode conferir mais vídeos ao vivo da banda através do canal de YouTube deles.

Aquele console de “Dark Side Of The Moon” foi vendido por mais de 5 milhões de reais

Console de Abbey Road

Nós havíamos publicado por aqui recentemente que um lendário console do estúdio Abbey Road, utilizado para gravar o álbum Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, estava sendo colocado à venda.

O aparelho, que conta com 40 canais e já foi utilizado por artistas como Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr, The Cure e Kate Bush, foi construído por engenheiros da EMI especialmente para o estúdio.

Agora, o Reverb avisa que o console foi vendido pelo modesto valor de 5.5 milhões de reais. O item estava na posse do produtor Mike Hedges, que o comprou em 1983 após o estúdio fazer um “upgrade” nos seus equipamentos.

Alt-J lança mais uma música inédita: ouça “In Cold Blood”

Alt-J - Relaxer

A gente já te contou por aqui que o grupo de rock alternativo Alt-J irá lançar um novo disco de estúdio e disponibilizou a audição da canção “3WW” para divulgá-lo.

Pois bem, uma outra música chamada “In Cold Blood” foi disponibilizada pelo grupo britânico e pode ser ouvida logo abaixo para se ter uma ideia do que vem por aí em Relaxer, o novo álbum, sucessor de This Is All Yours, segundo disco do Alt-J, lançado em 2014.

O álbum será lançado em 02 de Junho.

Por causa do Limp Bizkit, o Slayer quase acabou há muito tempo

Slayer e Limp Bizkit

Um dos nomes mais importantes na história do heavy metal, o Slayer, poderia não estar mais na ativa hoje em dia.

A informação veio com o guitarrista Kerry King, em declaração ao UDiscoverMusic para um especial chamado An Oral History of Thrash Metal, que revelou de forma bastante contundente como ele realmente pensou em encerrar as atividades da banda por causa de um certo grupo que atende pelo nome de Limp Bizkit:

Eu estava de saco cheio no final dos Anos 90. Eu não conseguia entender como o Limp Bizkit poderia ser uma banda grande. Aquilo me afetou – eu não queria mais fazer músicas. Eu pensei, se é esse o caminho que a música está tomando, então foda-se, odeio tudo isso. É por isso que Jeff Hanneman escreveu boa parte do disco Diabolus In Musica, de 1998, que é muito ‘funky’ para mim.

Fato é que o Slayer continua firme e forte, mesmo após a perda do saudoso Jeff Hanneman, e seu último disco de estúdio é Repentless, de 2015.

O Limp Bizkit também segue na ativa, mas apenas excursionando pelo mundo com seus hits do passado. Seus dois últimos álbuns, Results May Vary (2003) e Gold Cobra (2011), foram muitíssimo mal recebidos.

LEIA TAMBÉM: Billy Corgan (Smashing Pumpkins) teve pensamentos suicidas após sucesso de Nirvana e Pearl Jam

Depeche Mode no Brasil: valores de ingressos e início das vendas

Depeche Mode

Recentemente anunciamos por aqui que, após 24 longos anos, o Depeche Mode estará de volta ao Brasil. O show acontece só no ano que vem, no dia 27 de Março de 2018, no Allianz Parque (em formato anfiteatro, para 12.000 pessoas), em São Paulo.

Os valores dos ingressos, setores disponíveis e início das vendas também já foram anunciados. Confira todos os detalhes abaixo!

Lote 1:

Budzone pista premium: R$620,00 inteira | R$310,00 meia-entrada
Pista comum: R$320,00 inteira | R$160,00 meia-entrada
Cadeira Nível 1: R$460,00 inteira | R$230,00 meia-entrada
Cadeira Superior: R$240,00 inteira | R$120,00 meia-entrada

O início das vendas será no dia 20 de Abril. Clientes Banco do Brasil Ourocard terão acesso a pré-venda exclusiva entre os dias 17 e 19 de Abril. Os ingressos podem ser adquiridos através do site da Livepass (livepass.com.br), que também conta com informações sobre pontos de venda físicos.

Depeche Mode

O Depeche Mode traz a Global Spirit Tour para o Brasil, após o lançamento de seu 14º disco de estúdio, o ótimo Spirit. Além do show, você também pode ganhar a discografia inteira dos caras em vinil! Veja como participar da nossa promoção aqui.

Papa Roach anuncia o lançamento de “Crooked Teeth”; veja detalhes

Papa Roach

Após dizer desde o ano passado que estava trabalhando em um novo álbum, o Papa Roach finalmente liberou os detalhes de seu nono disco de estúdio da carreira. Crooked Teeth será lançado no dia 19 de Maio e será produzido por Nicholas “Ras” Furlong e e Colin Brittain. Segundo o vocalista Jacoby Shaddix, ambos os produtores ouviram muito o Infest na adolescência e quiseram resgatar os elementos que fizeram a fama do Papa Roach e adicionar elementos mais modernos, como se fosse um rearranjo no som da banda.

Skylar Grey e Machine Gun Kelly fazem colaborações no Crooked Teeth, nas músicas “Periscope” e “Sunrise Trailer Park” respectivamente.

Antes mesmo do álbum ser lançado, duas músicas já haviam sido lançadas, a faixa título e mais recentemente “Help“. A pré-venda já está disponível na versão regular, com dez faixas, e a deluxe que, além das 10 músicas, vem com mais três extras e um disco ao vivo gravado em Detroit.

capa do disco "crooked teeth" do papa roach

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1. Break the Fall
2. Crooked Teeth
3. My Medication
4. Born for Greatness
5. American Dreams
6. Periscope (feat. Skylar Grey)
7. Help
8. Sunrise Trailer Park (feat. Machine Gun Kelly)
9. Traumatic
10. None of the Above

Kanye West usou uma camiseta do Cradle of Filth e os caras não curtiram nada

Cradle of Filth e Kanye West

A banda britânica de metal extremo Cradle of Filth não curtiu ver a imagem que circulou esses dias em que Kanye West aparece usando uma camiseta dos caras. Eles ficaram tão incomodados que isso foi motivo de uma postagem na página oficial da banda no Facebook.

Kanye West. Fã de Cradle of Filth. Felizmente não é um colaborador.

Kanye West. Cradle Of Filth fan.Fortunately not a collaborator.

Posted by Cradle of Filth on Wednesday, March 15, 2017

É interessante e até engraçado que artistas do mundo do pop e hip-hop estejam usando camisetas de bandas de heavy metal, sendo fãs ou não. De Lady Gaga com camisas do Iron Maiden, Anthrax e Metallica (incluindo aí até uma colaboração no Grammy), Chris Brown com jaqueta repleta de logos de banda de thrash metal e hardcore, até Justin Bieber e o rapper Lil Uzi Vert usando camisetas do Marilyn Manson, uma moda acabou sendo criada, por vezes contra a vontade dos artistas envolvidos.

E a camiseta usada por Kanye West é bastante controversa, principalmente por ele ser um cara religioso. É comum vindo do Cradle of Filth estampas que mostrem freiras de uma forma sexualizada e frases que insultem Deus ou a igreja.

O Cradle of Filth anunciou que irá lançar novo álbum este ano. É o primeiro desde Hammer of the Witches, de 2015. Já Kanye West lançou Life of Pablo no ano passado.

Demon Dayz: Noel Gallagher, Graham Coxon e mais estarão no festival do Gorillaz

Damon Albarn, Noel Gallagher, Graham Coxon

O Gorillaz voltou mesmo com tudo em 2017.

Durante o show surpresa que marcou o retorno da banda no fim de semana passado, Damon Albarn dividiu o palco com diversos artistas que participam das músicas do novo álbum da banda, e ele basicamente afirmou que todo mundo estará também no Demon Dayz Festival, que acontecerá em Junho.

De La Soul, Grace Jones, Noel Gallagher e Graham Coxon, alguns dos nomes que dividiram o palco com Albarn, estão confirmados no Demon Dayz, que vai rolar num parque de diversões durante o verão europeu, e ele cravou:

“Algumas pessoas não puderam estar aqui porque tinham outras coisas agendadas. Mas todos estarão quando tocarmos em Margate”, disse o frontman do Blur ao palco.

O Gorillaz divulgou quatro novas músicas na quinta-feira (23), diante do lançamento do álbum Humanz em 28 de Abril. O lineup do festival será divulgado em breve.

Tracklist – Humanz

Gorillaz - Humanz

01 – Ascension feat. Vince Staples
02 – Strobelite feat. Peven Everett
03 – Saturnz Barz feat. Popcaan
04 – Momentz feat. De La Soul
05 – Submission feat. Danny Brown and Kelela
06 – Charger feat. Grace Jones
07 – Andromeda feat. D.R.A.M.
08 – Busted and Blue
09 – Carnival feat. Anthony Hamilton
10 – Let Me Out feat. Mavis Staples and Pusha T
11 – Sex Murder Party feat. Jamie Principle and Zebra Katz
12 – She’s My Collar feat. Kali Uchis
13 – Hallelujah Money feat. Benjamin Clementine
14 – We Got The Power feat. Jehnny Beth

Deluxe edition bonus tracks:

15 – The Apprentice feat. Rag’n’ Bone Man, Zebra Katz, and RAY BLK
16 – Halfway To The Halfway House feat. Peven Everett
17 – Out Of Body feat. Kilo Kish, Zebra Katz, and Imani Vonshà
18 – Ticker Tape feat. Carly Simon and Kali Uchis
19 – Circle Of Friendz feat. Brandon Markell Holmes

LEIA TAMBÉM: Gorillaz cria seu próprio festival e volta aos palcos após 5 anos

Guitarrista do Pearl Jam fala sobre como tentou salvar Layne Staley

Mike McCready é um nome bastante influente no rock and roll e no grunge de Seattle, mais especificamente.

O cara que tem no Pearl Jam seu trabalho mais conhecido, também se envolveu com outros projetos como Temple Of The Dog e Mad Season, supergrupo que contava com o saudoso Layne Staley, do Alice In Chains nos vocais, composições de letras e até mesmo na parte gráfica.

Em uma nova entrevista, transcrita pelo site Alternative Nation, ele conta sobre como surgiu a ideia de formar o grupo e qual era a sua principal motivação para fazê-lo:

O nome do Mad Season surgiu quando estávamos mixando o primeiro disco do Pearl Jam em Surrey, na Inglaterra. As pessoas que trabalhavam no estúdio disseram ‘Ah, deve ser a temporada maluca’. Essa é a época em que todos os cogumelos alucinógenos aparecem em Surrey, na Inglaterra. Aí eu pensei ‘Vou guardar esse nome [mad season] para alguma coisa no futuro.’

Alguns anos depois, quando eu fiquei sóbrio no início dos anos 90, ou pelo menos estava tentando, voltei e pensei ‘Oh, tudo é novidade!’ Todo esse lance. ‘Vou ajudar todo mundo que eu conheço!’ Sabe, fui super inocente, mas a ideia por trás do projeto era essa. Eu pensei, hey, vou ajudar o Layne a sair dessa, ou meu amigo Baker [John Baker Sounds, baterista] que eu acabei de conhecer. Eu sempre quis tocar com o Barrett, não que ele fizesse parte disso, mas ele tocava com o Screaming Trees e era um baterista maravilhoso. Então foi assim que tudo surgiu.

Eu perguntei, ‘Layne, você quer compor algumas músicas junto?’ E ele respondeu que sim, então tudo aconteceu rapidamente e, de forma muito orgânica, gravamos músicas, um clipe e de repente tudo desmoronou, e infelizmente esses caras [Layne e Baker] morreram. Mas eu tenho muito orgulho disso, esse disco é muito importante para mim quanto ao aprendizado de como compor novas canções, amar e sentir falta desses caras.

Mad Season

Mad Season - Above

O único disco de estúdio lançado pela banda é Above, de 1995.

O álbum foi responsável por hits como “River of Deceit”, tornou-se um clássico dos anos 90 e chegou ao status de disco de ouro nos Estados Unidos. Quem fez a arte de capa do álbum foi o próprio Layne Staley.

LEIA TAMBÉM: A triste história do casamento de Layne Staley que nunca aconteceu

Tove Lo mostra que é a maior “Cool Girl” com chuva de hits e público nas mãos na Áudio Club

Tove Lo_foto por Tove Lo Brasil

Foto por Tove Lo Brasil

Pela primeira vez no Brasil e na véspera de seu show no Lollapalooza, a cantora sueca Tove Lo se apresentou na Audio Club, em São Paulo, para a primeira “Lolla Party” desse ano. Em tom de brincadeira, Tove subiu ao palco confortavelmente: a moça estava vestida com uma blusinha preta amarrada na altura da barriga e uma calça amarela, em que se lia bordado o nome do novo disco da garota Lady Wood, sempre que ela se virava de costas no palco.

Abrindo com “True Disaster”, Tove foi recebida por uma plateia que já sabia de cor o novo disco da cantora, lançado no final do ano passado. “Lady Wood”, faixa título do trabalho e “Influence” finalizaram a trinca de canções do segundo trabalho para “Moments” marcar o retorno a 2014, ano em que o Queen of the Clouds fez a moça ganhar o mundo.

Tove_Lo

Entre canções não tão aclamadas e grandes hits, Tove Lo conversou com a plateia, dançou, disse estar muito feliz em estar por aqui em sua primeira vez no país e claro, lacrou muito! Em “Talking Body” inclusive, a moça que já havia insinuado que poderia erguer sua blusinha, mostrou que estava bem à vontade e exibiu os seios por alguns segundos, para delírio da plateia. O gesto, já comum nas apresentações da musa ao redor do mundo, foi a deixa para uma rápida troca de figurino e fez a moça voltar ao palco com um maiô cinza espacial para finalizar sua apresentação.

Depois de “Keep It Simple”“Flashes” “Cool Girl”, Tove Lo fez outra pausa rápida. Era a hora do BIS, a apresentação já estava quase no final, o público pedia mais e ela veio: “Habits”, o maior hit da cantora, encerrou a apresentação com um coro cantando cada verso e gostinho de quero mais.

Setlist

1. True Disaster
2. Lady Wood
3. Influence
4. Moments
5. The Way That I Am
6. Not On Drugs
7. Thousand Miles
8. Vibes
9. Got Love
10. Talking Body
11. Keep It Simple
12. WTF Love Is
13. Flashes
14. Cool Girl
BIS:
15. What I Want for the Night (Bitches)
16. Habits (Stay High)

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