quinta-feira, 19 de julho de 2018

Jethro Tull e Cássia Eller: “All Star”, hit de Nando Reis, completa 20 anos

All Star é um tipo de tênis que é sensação em todo o mundo. Sempre classificado como um calçado jovem, ele caracterizou movimentos musicais como o punk e o grunge. Mas também passou a ser associado, no final da década de 90, a uma brilhante canção.

Não, não vamos falar de Smash Mouth aqui, mas, sim, de “All Star“, um dos maiores sucessos da carreira do ex-Titãs Nando Reis. Mesmo 20 anos após o seu lançamento, a música continua sendo uma das maiores pérolas da música brasileira moderna.

Cássia Eller, Jethro Tull e uma bela história

Uma fã, ao perguntar no ano passado para Nando via Facebook sobre a cor do All Star de que tanto gosta, surpreendeu a internet ao ser respondida. O cantor explicou que era azul claro e não azul marinho. Pouco tempo depois, Nando postou um vídeo em seu canal no YouTube, explicando a quem não sabia a história por trás da canção (você confere o vídeo no final da matéria).

Seu interesse pelo modelo All Star surgiu durante a sua adolescência, por conta da banda inglesa Jethro Tull. Um dos lançamentos do grupo, a semi-coletânea Living in the Past, continha uma foto que mostrava o vocalista Ian Anderson usando um All Star preto de cano alto. Na época, a mãe de Nando viajaria para os Estados Unidos, o que foi a deixa perfeita para conseguir um tênis semelhante. Ele viria a usar o seu próprio “preto de cano alto” durante algum tempo, mas o deixou guardado por ter se acostumado com o uso de sapatos.

Certo tempo depois, Nando e Cássia Eller passariam a trabalhar juntos. Mas, enquanto o então baixista do Titãs estava acostumado a usar sapatos, Cássia sempre foi adepta ao uso de tênis. Ela sempre usava seus modelos All Star, mas um deles despertou o carinho e a atenção do cantor: o azul de cano baixo. Em uma vez, durante uma turnê de sua banda, Nando apareceu com seu antigo All Star preto e Cássia, acostumada a ver o amigo de sapato, adorou.

Esse foi, de acordo com Nando, o “mote” para a composição de “All Star”. A metáfora da música, além de retratar a bela amizade entre os dois, é pintada em várias cores. O azul do tênis de Cássia junto a seu cabelo (na época pintado da mesma cor), o tênis preto de Nando, o fato de Nando ser ruivo, o bairro carioca das Laranjeiras (onde a cantora morava)…

Após a morte de Cássia, sua família deu a Nando um de seus All Star. Ele era azul, mas não era o favorito de Nando. Era um azul escuro com cano alto.

Será que ele já descobriu o tal endereço?

Uma outra dúvida que fãs possuem diz respeito ao espaço retratado na música. É dito que o eu-lirico não sabe o endereço da “dona do All Star azul”. Mas, ao mesmo tempo, o refrão da música conta a localização com precisão (o décimo-segundo andar de algum edifício no bairro de Laranjeiras).

Nando Reis, paulista, estava brevemente no Rio enquanto produzia o disco Com Você Meu Mundo Ficaria Completo, de Cássia. Portanto, ele frequentava sua casa, sim, mas sempre fazia o percurso de táxi. Um dia, quando Nando quis escrever uma carta para Cássia, ele se tocou que não sabia o endereço exato. Uma vez que isso seria necessário para enviar a carta, ele precisou conferir com a própria. Essas cartas são guardadas pelo compositor até hoje, disponibilizadas pela companheira de Eller, Maria Eugênia Vieira. A primeira das cartas enviadas por Nando tinha uma sugestão de música para ser interpretada por Cássia: “Woman Is The Nigger Of The World“, parceria entre John Lennon e Yoko Ono.

Esta e outras histórias estão explicadas em outro vídeo divulgado por Nando em seu canal oficial.

Aniversário de 20 anos

Nem parece que tem tanto tempo assim que a música foi lançada. Talvez sua recorrência no cancioneiro popular, tal como a execução ainda constante dela em rádios, tenha feito nós pensarmos de maneira diferente.

Em comemoração aos 20 anos do lançamento desse atemporal hit, Nando postou em sua conta no Instagram fotos que mostram a evolução da letra de “All Star“. Ao longo da composição da música, alguns versos foram alterados de forma a caber melhor na melodia. “Estranho seria se eu não me apaixonasse por você”, por exemplo, foi escrito originalmente como “Estranho é estar tão apaixonado por você”. A versão final, de acordo com a postagem, foi redigida oficialmente entre os dias 16, 17 e 18 de Julho de 1998.

Na postagem abaixo você confere a evolução da letra, com a letra do próprio Nando Reis.

Filme do Coringa com Joaquin Phoenix ganha título e data de estreia

Joaquin Phoenix em 2018
Foto de Joaquin Phoenix via Shutterstock

Agora já dá para saber por quanto tempo ficaremos ansiosos para ver Joaquin Phoenix na pele de um dos vilões mais legais da DC.

O recém anunciado filme do Coringa acaba de ganhar uma data de lançamento, além de ter também seu nome revelado. O longa se chamará Joker (Coringa, em português) e chegará aos cinemas no dia 4 de Outubro de 2019. O anúncio foi feito pela Warner Bros. e a produtora Village Roadshow.

O filme será dirigido por Todd Phillips (Se Beber, Não Case!) e produzido pelo icônico Martin Scorsese, e promete ser bem mais sombrio do que os outros projetos da DC. O longa faz parte do universo estendido da companhia, e contará com um investimento bem modesto de 200 milhões de reais (U$ 55 mi).

Apesar da animação com o anúncio, já foi confirmado que o filme com Jared Leto voltando a interpretar o Coringa continua de pé. O ator e cantor viveu o vilão no completamente horrível Esquadrão Suicida (2016), e ao que tudo indica, deve continuar no papel por mais um bom tempo.

Enquanto isso, a DC se prepara para lançar Aquaman em Dezembro deste ano, seguido por Shazam! em Abril de 2019 e Mulher-Maravilha 1984 em Novembro de 2019.

LEIA TAMBÉM: Heath Ledger tinha planos de interpretar o Coringa novamente

“Caricaturas grotescas”: baixista do Blur critica Led Zeppelin e Rolling Stones

Foto: Wikimedia Commons

Enquanto tem gente que daria um braço por uma reunião do Led Zeppelin, o baixista do Blur parecer nem querer que isso aconteça.

Alex James foi bem sincero ao falar sobre bandas de rock que estão na estrada há muito tempo, citando também o Rolling Stones. Em conversa com o The Mirror, o músico chegou a chamar os veteranos de “criaturas grotescas”.

Há rumores do Led Zeppelin estar se reunindo de novo e ninguém realmente quer escutar um álbum novo deles, não é? Eles querem escutar ‘Stairway to Heaven’. Quantos anos eles tinham quando fizeram ‘Stairway to Heaven’? Tipo uns 20? E quantos anos eles têm agora, eles têm 70. É insano.

James também se comparou com as lendas do rock, dizendo que pelo menos as pessoas ainda querem provar seu queijo — além de baixista, ele também produz queijos — e “escutar ao Parklife“.

Eu acho que é muito bom eu ter algo a mais para falar sobre. Você precisa fazer isso, ou vai virar essa caricatura grotesca e estranho de você mesmo quando ficar velho igual o Mick Jagger. Eu estive escutando os Rolling Stones recentemente, mas eu não iria a um show deles, que merda. Você não pode ser o ‘Jumping Jack’ quando tem 78 anos.

Pesado.

Enquanto o Rolling Stones nunca parou e nem dá sinais de que fará isso muito cedo, o Led Zeppelin está inativo desde 2007. Neste ano, a banda está sendo uma das mais cotadas para ser headliner do festival Glastonbury.

Será que rola?

Bryan Cranston e Aaron Paul voltam ao trailer de Breaking Bad em vídeo hilário

Foto: Divulgação

Breaking Bad acabou há 5 anos e, até hoje, ainda é difícil aceitar que essa série tão incrível chegou ao fim. Bem, parece que Bryan Cranston e Aaron Paul nos entendem perfeitamente.

Em um vídeo hilário para uma campanha da Omaze, os intérpretes de Walter White e Jesse Pinkman se reúnem novamente no famoso trailer da série. Por lá, Paul descobre que Cranston está na verdade morando no veículo, comendo frango frito e fazendo suas necessidades em um balde — que fica bem ao lado do troféu do Emmy que recebeu pelo seriado.

Bryan chega a ficar animado com um retorno de Breaking Bad, até que Aaron conta que, na verdade, ele está ali para avisar a galera sobre a campanha que vai auxiliar financeiramente a Kind Campaign, instituição contra o bullying, e o Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e Exploradas. O concurso cultural vai premiar um fã bem sortudo, que terá a oportunidade de dar uma volta no trailer ao lado dos dois astros e cozinhar metanfetamina (ou apenas café da manhã).

Ao fim do vídeo, descobre-se que Aaron Paul também “não conseguiu” seguir em frente, e está na verdade trabalhando nos estúdios da Sony e liderando tours sobre a série.

Brincadeiras à parte, você pode conferir todas as informações sobre a campanha clicando aqui e assistir ao vídeo logo abaixo.

Vale lembrar que o elenco de Breaking Bad se reuniu recentemente para celebrar os 10 anos da série, e estará na Comic-Con de San Diego, que começa nesta semana.

LEIA TAMBÉM: Jonathan Banks, o durão Mike de Breaking Bad, chora em reunião do elenco

“Kurt não apoiaria isso”: Frances Bean Cobain fala sobre o “tabu” do vício em drogas nos EUA

Frances Bean Cobain em 2016
Foto via Shutterstock

Frances Bean Cobain relembrou o pai e ainda falou sobre saúde mental, vício em drogas e muito mais na última terça-feira (17).

A filha de Kurt Cobain e Courtney Love esteve presente no lançamento da exposição Growing Up Kurt Cobain, na Irlanda, ao lado da avó Wendy O’Connor e da tia Kim. A mostra exibe itens pessoais do lendário líder do Nirvana.

Ao conversar com a imprensa, Frances deu sua opinião sobre como os Estados Unidos lidam com o vício em drogas e problemas de saúde mental.

Há uma associação de que isso é vergonhoso e não deveria ser [assim]. É um tabu… apesar do fato de estar presente na nossa sociedade todo santo dia. Eu acho que na Europa é um pouco menos tabu. Acho que na América [ainda] é muito desaprovado.

A artista plástica ainda disse acreditar que Kurt “não apoiaria” a política atual da nação americana.

A violação de direitos humanos básicos que parece ser algo prevalente no nosso país neste momento — eu quero acreditar que Kurt não teria apoiado ou aceitado isso.

No começo deste ano, Frances Cobain abriu o jogo sobre seu próprio vício em drogas. Em Fevereiro, ela comemorou dois anos de sobriedade, e ainda usou a frase que encerra a carta de suicídio de Kurt, “paz, amor e empatia”. À época, Frances declarou que se apropriou da frase para transformá-la em algo “cheio de esperança e bondade e saúde”. Durante o evento de lançamento da exposição, ela voltou a reforçar isso.

Peça ajuda

Vale sempre lembrar que aqui no Brasil nós temos o Centro de Valorização da Vida.

Se você está passando por momentos difíceis, pode encontrar ajuda 24 horas por dia, por telefone (com ligações gratuitas a partir de todo país), e-mail, chat e voip com total sigilo. Para encontrar mais informações é só clicar aqui.

Novo documentário irá explorar primeiros anos da carreira de David Bowie

David Bowie
Foto: Divulgação

Um novo documentário sobre David Bowie está em andamento.

Assim como The Last Five Years, produção da HBO de 2017 sobre os últimos anos de vida e carreira do músico britânico, The First Five Years mostrará o início da trajetória do jovem Bowie na música.

De acordo com o site David Bowie News, o filme está sendo produzido pela BBC e será exibido em 2019. Podemos esperar por imagens nunca antes vistas de um dos maiores ícones da música.

As duas produções fecham o ciclo iniciado com Five Years, documentário de 2013 sobre os anos de maior destaque de Bowie. O cantor faleceu no início de 2016, deixando um vasto legado na música e uma extensa discografia.

Baixista do Pearl Jam dá boas notícias sobre o novo disco do grupo

Pearl Jam
Foto por Danny Clinchlow

Boas notícias para os lados do Pearl Jam!

Jeff Ament, baixista da banda, deu uma breve atualização sobre o andamento do novo disco. O músico revelou que o grupo deve voltar ao estúdio muito em breve, e que tem uma “tonelada” de canções escritas.

Em entrevista à Kerrang, Ament revelou:

Já escrevemos uma tonelada de faixas, mas além de ter finalizado ‘Can’t Deny Me’, isso vai demandar que todos nós estejamos em um estúdio juntos por uns dois meses para gravar tudo. Esperamos ter algum tempo nesse Outono [entre Setembro e Dezembro nos Estados Unidos] para voltar a trabalhar nisso.

A faixa “Can’t Deny Me” é, até agora, o único gostinho que temos do sucessor de Lightning Bolt (2013). A canção foi lançada em Março, pouco antes da passagem da banda pelo Brasil no Lollapalooza, e manda uma mensagem quase que direta a Donald Trump.

Na mesma entrevista, Ament também revelou sobre quando Eddie Vedder apresentou a canção ao grupo:

É uma música pesada e com uma incrível performance do Ed. Nesses tempos, é bom ter uma canção assim para tirar isso do nosso peito. Essa é uma das melhores partes dessa banda. Nós meio que ganhamos essa plataforma para falar sobre as coisas que vemos como verdades e para representar as pessoas a nossa volta.

O Pearl Jam acaba de finalizar uma turnê pela Europa e volta aos Estados Unidos para mais algumas datas, que vão até Setembro. Eddie Vedder também dois shows solos marcados para a mesma época.

Ao que tudo indica, o décimo primeiro disco do grupo deve chegar no primeiro semestre de 2019.

Começo de tudo: vídeo exibe alguns dos primeiros shows do Twenty One Pilots

Foto: Reprodução/YouTube

É muito provável que você tenha conhecido o Twenty One Pilots apenas em meados de 2016, quando o duo estourou com o disco Blurryface (2015) e já tocava para multidões ao redor do mundo.

Por incrível que pareça, o projeto encabeçado pelo prolífico Tyler Joseph já está na estrada desde 2009, e passou por algumas grandes mutações ao longo dos anos. Aproveitando o hype que antecede o lançamento do quinto álbum dos caras, um fã dedicado resolveu relembrar e celebrar o início da jornada deste novo fenômeno da música.

Um usuário do YouTube que atende por Mr. Taco Bell reuniu alguns vídeos de apresentações do TOP lá no começo da carreira. Nas imagens, a banda toca em lojas de eletrônicos, espaços abertos, garagens, e tudo isso para um público infinitamente menor do que estão acostumados hoje.

A compilação, inclusive, traz vídeos do grupo enquanto ainda era um trio, e sem o bateria Josh Dun — o músico entrou para a banda apenas em 2011. Neste mesmo ano, Chris Salih (bateria) e Nick Thomas (baixo e piano) deixaram a banda.

Assista no player ao fim da publicação!

Twenty One Pilots

Com quatro discos na bagagem, o duo está se preparando para lançar Trench no dia 5 de Outubro.

Na última semana, o TOP lançou os singles “Jumpsuit” e “Nico and the Niners, que você pode ouvir clicando aqui.

Kali Uchis alcança a profundidade sem deixar de ser pop em “Isolation”

Kali Uchis - Isolation

Resenha por Lucas Lima Oliveira

Como se tivesse acabado de acordar, Kali Uchis, com sua voz meiga e preguiçosa, introduz Isolation, seu álbum de estreia. A canção que abre o registro é “Body Language”, faixa calcada na bossa nova e na suavidade. A suavidade, aliás, reina por todo o disco, embora as canções apresentem influências diversas (vamos falar sobre isto mais adiante). O mergulho começa, justamente, com a bossa. A colombiana, em trecho da canção inicial, solta a pergunta: “Can you feel me now” (você pode me sentir agora?). Pois bem, ainda que a introdução seja mais suave do que o disco como um todo, é possível sentir a atmosfera tropical de Isolation logo na primeira faixa.

Kali Uchis é uma mulher inteiramente imersa no cenário musical. Não é de agora que a cantora faz participações em diversos lançamentos de outros artistas. Um dos parceiros de maior destaque é o rapper Tyler, The Creator, presente também no dito disco de estreia da cantora. Transitar tão bem entre tantos lançamentos talvez justifique que Isolation venha com um número de participações considerável. BIA, Steve Lacy, Jorja Smith e Reykon emprestam suas vozes em “Miami”, “Just a Stranger”, “Tyrant” e “Nuestro Planeta”, respectivamente. O álbum ainda teve interferência de Thundercat, Damon Albarn, Sam Smith, Jessie Ware e Two Inch Punch, que trabalharam na produção de algumas faixas.

Como apontado inicialmente, o disco, visto de cima, é singular. Mas se colocarmos a lupa em cada faixa, o passeio de Kali Uchis por diversas influências é grande, embora o registro tenha como base o jazz e o R&B. Durante as 15 músicas, a colombiana usa traços do rap em “Miami”; mergulha no soul, cheio de groove, em “Just a Stranger”; se baseia no blues em “Flight 22”, canção onde a cantora ecoa com mais dureza a sua voz; usa de ritmos latinos na hiper pop “Nuestro Planeta” e bebe da fonte do indie pop em “In My Dreams”.

Diante de tremenda tempestade de ritmos, não é difícil descobrir os pontos de conexão entre as faixas. Praticamente em todas as canções, Kali Uchis deixa em evidência um refrão marcante, o chamado refrão chiclete, e, assim, dá uma roupagem comercial para as canções. E ela faz muito bem isto.

“What do I do it for/I’ve been working so hard just to give you more
/Gotta get right/What do you do it for/When the rest of the world is falling through the floor/You gotta get right” (O que preciso fazer?/Tenho trabalhado duro só para te dar mais/Tenho que acertar/O que você precisa fazer?/Quando o resto do mundo está caindo pelo chão/Você tem que acertar), diz trecho de destaque da funkeada “Your Teeth In My Neck”.

Outro ponto de destaque é que as músicas ou apresentam sonoridade dançante ou delicada, no caso das baladas. A voz de Kali Uchis, embora entoada com mais força nos refrães, com o apoio de backing vocals, aparece sempre com uma sonolência característica, que além de deixar uma marca, soa extremamente agradável e deliciosa aos ouvidos. A quebra desta suavidade vem justamente nas canções com parcerias, como, por exemplo, em “After The Storm”, em que Tyler, The Creator marca presença.

A narrativa também garante o disco como um pacote. As letras tratam, basicamente, sobre paixões, desilusões e sentimentos que Kali Uchis colocam à flor da pele para que possamos sentir. E, diante deste doce furacão, é possível sentir.

Isolation, ao mesmo tempo que consegue ser profundo por sua imensidade de ritmos, garante ao catálogo de Kali Uchis uma lista grande de hits. Praticamente todas as canções têm potencial para o sucesso em massa.

Após passos pequenos em participações e o lançamento do EP Por Vida, em 2015, a cantora colombiana, enfim, se colocou com um trabalho contundente para o cenário da música mundial.

Name The Band está de volta com clipe para a ótima “I Wonder”

Name The Band - I Wonder
Foto: Reprodução / YouTube

Name The Band é uma banda brasileira que há algum tempo está fazendo seu nome na Califórnia.

Com uma mistura de rock alternativo, indie e traços do punk rock o grupo tem dois discos na bagagem Just Add Sugar (2012) e Summer Lush (2016) e agora se prepara para um novo EP a ser lançado em 20 de Julho.

Como forma de iniciar a divulgação, os caras disponibilizaram o single “I Wonder” com um clipe oficial, e nós conversamos com a banda a respeito.

Logo abaixo você pode ler a entrevista bem como ver o novo clipe da Name The Band. Divirta-se!

TMDQA!: Vocês já estão há algum tempo nos EUA! Isso invariavelmente faz com que os lançamentos mais recentes tenham muito mais a cara do dia a dia de vocês na Califórnia do que as vivências que tiveram no Brasil. Como foi o processo de composição do EP e onde vocês sentiram o peso da influência do novo país nas composições?

Name The Band: O novo EP SPARK a princípio era para ser um disco, com 11 sons. Mas decidimos escolher as quatro melhores músicas e focar nelas. Trabalhamos os arranjos com o nosso produtor Al Sgro, que já tinha gravado o nosso segundo disco Summer Lush. Gravamos a bateria e o baixo no lendário estúdio Boulevard Recordings e as guitarras e vocais no estúdio Chalet. Em relação às composições, estávamos querendo “voltar às raízes” e fazer algo mais na linha do nosso primeiro disco, o Just Add Sugar. O Summer Lush foi um disco em que experimentamos mais, fugimos um pouco do som que estávamos acostumados a tocar, o que foi muito legal. Com certeza os 4 anos que estamos aqui, as pessoas que conhecemos, as horas dentro da van cruzando o deserto pra fazer show e as histórias que estamos vivendo aqui influenciaram e influenciam muito na composição. Principalmente nas letras. Estamos bastante felizes com as músicas do SPARK. Achamos que está pop sem estar bobo.

TMDQA!: O primeiro single, “I Wonder”, está ganhando um clipe oficial. Por que a escolha por essa música e como surgiu a ideia para o clipe?

Name The Band: Escolhemos “I Wonder” para ser o single porque ela representa/resume bem o SPARK. Tive a ideia do vídeo num daqueles momentos em que você está quase dormindo e sua cabeça começa a pensar sem parar. “I Wonder” fala sobre desapego e a dificuldade de você conseguir deixar as coisas, pessoas, ideias irem embora. O clipe é a representação visual disso. Eu não gosto muito quando o clipe é muito literal, mas nesse caso ficou lindo. O clipe foi dirigido pela diretora colombiana residente em Los Angeles, Natalia Hermida e está de deixar sem ar.

TMDQA!: Há muitas bandas aqui no Brasil que cantam em Inglês e boa parte delas tem o sonho de “se dar bem” lá fora. Agora é a hora de dar a real pra gente: quais são as vantagens e quais são as dificuldades de uma banda brasileira rodando pelos EUA como vocês já têm feito há mais de dois anos?

Name The Band: Na verdade já estamos nessa empreitada há quatro anos. A principal vantagem é que aqui nos EUA as pessoas consomem música, existe um mercado de shows, merchandising, promoções envolvendo bandas, publicidade, TV, filme, seriados, enfim, tudo isso pode acabar gerando um ganho pra banda, tanto financeiro como promocional.

Com certeza a principal fonte de renda das bandas acaba sendo turnês, vendendo ingressos de shows e merchandising, e no final da história é o que mantém as bandas vivas. E isso existe aqui, as casas de shows existem em todas as cidades e muitas delas não são nada mais, nada menos que apenas casas dedicadas a shows, e não apenas um bar que tem bandas tocando (esses existem aqui também, é claro), então é possível montar uma turnê e fazer acontecer.

Pelo outro lado pra você conseguir marcar uma turnê legal, tu vai precisar de contato. Com bandas amigas, bookers, manter uma relação com casas de show quando passar pela cidade. É um processo lento e árduo.

A maior dificuldade com certeza é a adaptação, não com a cidade ou o país e sim a adaptação com o mercado musical, como ele funciona, entender como a cabeça do público e pessoas trabalhando nesse mundo da música pensam e agem. Fazer amigos, conhecer gente que compartilha do mesmo sonho e que está no mesmo barco, fazendo musica independente ou não. E claro, monetária.

E por final, tem MUITA banda aqui, MUITA! E a maioria delas são MUITO FODAS, com músicos excepcionais e muito profissionais, profissionais que eu digo no sentido de trabalhar com música e não somente tocar o instrumento. Enfim, se quer vir, se prepare. É tipo guerra.

 

TMDQA!: Após o lançamento do EP, quais são os próximos planos? Há ideia de vir ao Brasil?

Name The Band: Com o lançamento do EP Spark, estaremos completando seis anos de banda sendo dois no Brasil e quatro nos Estados Unidos. A vontade de ir visitar o país é sempre maior. Estamos encaminhando uma nova tour nos Estados Unidos para o lançamento, o que nos deixará “preso” por aqui por enquanto. Mas a ideia é de, sim, marcar uma tour em breve no Brasil e rever nossas famílias e amigos.

 

Você pode ouvir a música na playlist oficial do TMDQA! logo abaixo, bem como assistir ao clipe na sequência.

Em clima de protesto, Pussy Riot lança clipe para a dançante “Track About Good Cop”

Clipe de
Foto: Reprodução / Youtube

Pussy Riot ganhou visibilidade internacional de grandes veículos com o episódio da final da Copa do Mundo. Em protesto contra a polícia russa, quatro pessoas ligadas ao grupo invadiram o campo.

Acontece que, muito mais do que uma banda punk, o Pussy Riot se tornou um movimento social e político. Entre suas principais causas estão o feminismo e a luta contra a brutalidade policial.

E se você achou que a banda ficaria calada diante do episódio, você se enganou. Isso porque o Pussy Riot acaba de lançar a nova “‘Track About Good Cop“, que, obviamente, critica o comportamento das autoridades. A nova música, na forma de um dançante euro-pop, versa sobre a diferença entre policiais justos e policiais abusivos, aludindo à motivação do protesto da Copa.

Além disso, o dia do lançamento do clipe coincidentemente foi o mesmo em que o tribunal europeu condenou a Rússia pela pena imposta às quatro pessoas. O conselho afirmou que a pena imposta foi “excepcionalmente severa”.

 

“Nós queremos a liberdade dos ativistas que foram presos”

O clipe contém uma edição frenética e é protagonizado por um grupo de policiais. Ele dançam e se divertem nas ruas. Mas a semelhança com o episódio da grande final entre França e Croácia fica ainda mais claro com a descrição da postagem oficial do vídeo.

Além dos créditos da equipe responsável pelo vídeo, o grupo reivindica nove pontos, traduzidos abaixo:

  1. Libertar os membros do Pussy Riot Olga Pahtusova, Olga Kuracheva, Nika Nikulshina e Peter Verzilov, que estão presos por 15 dias por sua ação “Policiais Entram No Jogo”, durante a Copa do Mundo;
  2. Libertar Oleg Sentsov (um cineasta ucraniano preso em regime russo) e outros prisioneiros políticos;
  3. Não colocar pessoas na prisão por curtidas e reportagens;
  4. Parar com prisões em massa em comícios políticos;
  5. Parar de foder com Navalny (um político que se posiciona contra Putin)
  6. Parar de prender tantas pessoas por delitos de drogas (o 228º artigo do Código Penal russo)
  7. Cancelar o extremismo (282º artigo do Código Penal russo, um dos principais artigos políticos criminais)
  8. Liberdade de expressão e de discurso na Rússia
  9. Dar um canal de TV federal para a mídia ativista “MediaZona

Confira abaixo o clipe e a publicação original da banda no Facebook:

! NEWwe're releasing TRACK ABOUT GOOD COP and demanding the release of Pussy Riot activists arrested for 15 days.https://youtu.be/q1v7u1GacSU

Posted by PussyRiot on Tuesday, July 17, 2018

A nova turnê do The Smashing Pumpkins tem uma ajudinha do vocalista do Sugar Ray

Mark McGrath em show do Smashing Pumpkins
Foto: Reprodução / Youtube

Foram anos e anos de espera, mas os shows de reunião da banda The Smashing Pumpkins estão finalmente acontecendo. Intitulada Shiny and Oh So Bright, a turnê teve início no último dia 12, e tem datas marcadas até o mês de Outubro.

Na nova série de shows, Billy Corgan, James Iha e Jimmy Chamberlin sobem ao palco despertando a nostalgia do rock alternativo dos anos 90. Além disso, estão surpreendendo o público com covers de clássicos de outros artistas. No show de estreia no Arizona, por exemplo, o grupo tocou “Space Oddity” e “Stairway To Heaven“.

Para a parte visual do show, no entanto, a banda teve uma ajudinha pra lá de especial. Alguns vídeos contam a aparição de Mark McGrath, vocalista do grupo Sugar Ray. Assim como a banda de Corgan, o Sugar Ray foi outro grupo importante para a cena do rock norte-americano da década de 90.

Esses vídeos antecedem músicas a serem tocadas e o público teve a oportunidade de ver McGrath no telão antes do hit “1979“, além de uma introdução à versão de James Iha para “Blew Away“.

Você pode conferir os vídeos nos players abaixo:

Novos vídeos: Plain White T’s, Good Charlotte, Bully e Decapitated

Plain White T’s
Crédito: Divulgação

O Plain White T’s divulgou o clipe para “Bonnie I Want You”, segundo single do novo disco de estúdio Parallel Universe, com lançamento marcado para o dia 24 de Agosto.

Com participação de Amanda Marie, a estética do clipe carrega uma atmosfera retro-punk inspirada nos filmes de terror dos anos 1980, apresentando o visual que a banda adotou para o sucessor de American Nights (2015).

 

Good Charlotte

Good Charlotte
Foto: Reprodução / Facebook

Buscando expor a tristeza e o sofrimento diário que carregamos, o Good Charlotte divulgou o clipe de “Shadowboxer”, segundo single do novo disco Generation RX.

Nele, eles exploram o estigma de saúde mental enquanto apresentam o novo trabalho. Previsto para sair no dia 14 de Setembro, o álbum é o primeiro a ser lançado pela parceria da BMG e do selo próprio MDDN.

 

Bully

Bully
Foto: Divulgação

O grupo Bully divulgou um esquisito clipe com um caracol como protagonista para o single “Guess There” do disco Losing, lançado em Outubro do ano passado.

No vídeo, nós acompanhamos o caracol vivendo uma vida solitária e humana, relembrando bons momentos que passaram. É hipnotizante.

 

Decapitated

Decapitated
Crédito: Reprodução / Facebook

A banda polonesa Decapitated retornou ao mundo musical após terem sido acusados de sequestro e estupro coletivo de uma mulher nos Estados Unidos.

O clipe “Kill The Cult” serve como uma espécie de tentativa de reconquistar os fãs e atrair novos. A faixa faz parte do do último álbum da banda, Anticult, que foi lançado em Julho de 2017.

Tá chegando! Festival CoMA anuncia line-up completo da edição 2018

Foto por Aline Krupkoski

Agora falta pouco! A organização do Festival CoMA acaba de anunciar seu line-up completo para a edição de 2018.

Junto dos já anunciados Elza Soares, Céu, Flora Matos, Supercombo e mais, agora o incrível Rincon Sapiência também integra o timaço junto de várias outras bandas e artistas.

A divisão de palcos também foi anunciada, e serão quatro estruturas para abrigar as 50 (!) atrações do evento: palcos externos, Planetário, Clube do Choro e Tenda Conexões.

Vale lembrar que a parte de conferências ainda traz diversos painéis, palestras e workshops sobre os mais diversos aspectos da música, e quem está na equipe de curadoria é Tony Aiex, editor-chefe do Tenho Mais Discos Que Amigos!

O CoMA acontece em Brasília entre os dias 10 e 12 de Agosto. Os ingressos estão à venda no site oficial do festival.

Roteiro perdido de Stanley Kubrick é encontrado por pesquisador

Stanley Kubrick

O lendário Stanley Kubrick faleceu em 1999, mas seu baú de preciosidades do cinema não para de render bons frutos.

Um roteiro de um filme não realizado pelo cineasta foi encontra por um pesquisador britânico. Nathan Abrams, professor de cinema da Universidade de Bangor, estava a procura de mais detalhes sobre a produção de De Olhos Bem Fechados (1998), último filme dirigido por Kubrick, quando “encontrou” o item. De acordo com Abrams, o roteiro foi um “presente” do filho de um dos antigos colaboradores de Kubrick. O professor está escrevendo um livro justamente sobre De Olhos Bem Fechados, que deve ser lançado no ano que vem.

O projeto intitulado de Burning Secret é uma adaptação do livro homônimo do escritor austríaco Stefan Zweig — que escreveu o livro Brasil, país do futuro (1941), e que inclusive faleceu durante seu exílio no Rio de Janeiro. O item traz um carimbo da MGM datado de 24 de outubro de 1956.

Enquanto já era de conhecimento geral que o diretor chegou a trabalhar neste romance, não se sabia que o roteiro foi de fato finalizado. O projeto foi escrito em parceria com Calder Willingham, e a história acompanha uma mãe e seu filho que encontram um homem misterioso.

Segundo Abrams, uma das razões pelas quais o projeto de filmar Burning Secret não foi pra frente era pela ousadia da história, que falava sobre adultério e a sedução de uma criança por um adulto. Pesado, não? O professor também disse que espera que o projeto ainda seja filmado, já que o roteiro está finalizado.

Tomara que sim!

LEIA TAMBÉM: Entrevista rara mostra Stanley Kubrick explicando o final de “2001: Uma Odisseia no Espaço”

Scars On Broadway (Daron Malakian) lança a inédita “Guns Are Loaded”; ouça

Scars On Broadway - Lives
Foto: Reprodução / YouTube

Falta bem pouco para o lançamento do novo disco do Scars on Broadway, e a banda acaba de lançar uma faixa nova para nos dar um gosto do que vem por aí.

Trata-se de “Guns Are Loaded”, canção que estará presente em Dictator. O álbum chega às lojas e às plataformas de streaming nesta sexta-feira (20). Esta é a terceira música do trabalho divulgada. A banda de Daron Malakian já lançou a faixa título e também “Lives”, com um baita clipe que te mostramos por aqui.

Sobre a sonoridade do disco, Malakian chegou a dizer que lembra muito mais a sonoridade do System Of A Down do que o lançamento anterior de sua banda, Scars On Broadway, lançado em 2008.

Já o SOAD mesmo… O guitarrista declarou na última semana que o responsável pelo grupo não gravar mais um disco novo é Serj Tankian, que peitou as acusações e assumiu tudo. Já o baterista John Dolmayan discordou, dizendo que todos são culpados.

Ouça “Guns Are Loaded” na playlist oficial do TMDQA!, logo abaixo:

Mike Shinoda lança clipe com Chino Moreno (Deftones) e Machine Gun Kelly; assista

Foto: Reprodução/YouTube

Mike Shinoda acaba de divulgar o clipe para “Lift Off”, parceria com Chino Moreno (Deftones) e Machine Gun Kelly.

As imagens em preto e branco mostram o trio no estúdio escrevendo partes da canção, gravando vocais e mixando a música.

“Lift Off” faz parte de Post Traumatic, disco de estreia da carreira solo de Shinoda. O álbum lida com o luto do músico após a morte de Chester Bennington, vocalista do Linkin Park. Na próxima quinta-feira (20), completa-se 1 ano desde que o frontman nos deixou.

Vale lembrar que Mike Shinoda acabou de ser confirmado como atração do Dia de Los Deftones, primeiro festival organizado pela banda.

LEIA TAMBÉM: “Não há resposta”: Mike Shinoda fala sobre futuro do Linkin Park

Exibição sobre David Bowie que veio ao Brasil ganhará versão em Realidade Virtual

David Bowie
Foto: Divulgação

No início de 2014 uma exposição sobre o icônico David Bowie tomou conta do MIS (Museu da Imagem e do Som) em São Paulo. Caso você tenha perdido a oportunidade de visitar, seus problemas acabaram!

A mostra David Bowie Is, que passou por outras 11 cidades ao redor do mundo e chegou ao fim neste mês no Brooklyn, Nova York, vai ganhar uma versão digital. E o melhor disso tudo é que a exibição terá Realidade Virtual e Aumentada, com tudo em 3D para conferir cada detalhe.

O projeto está sendo concebido em uma parceria entre a Sony Music, a entidade David Bowie Archives e o museu inglês Victoria and Albert Museum. De acordo com o comunicado no site oficial do músico, a novidade chegará aos smartphones no Outono do hemisfério Norte, entre Setembro e Dezembro deste ano.

Essa experiência digital, a primeira deste tipo, vai mostrar uma sequência surpreendente, mas habilmente conectada, de espaços audiovisuais através dos quais o trabalho e os artefatos da vida de Bowie podem ser vistos. Scans em 3D vão preservar e apresentar seus modelitos fabulosos e objetos preciosos em detalhes meticuloso. A experiência deve, inclusive, permitir que o espectador experimente virtualmente uma das roupas de Bowie, e possa ser ver nela.

Interessante, não?

O site da experiência já está no ar, e você pode cadastrar seu e-mail para receber novidades sobre o lançamento.

DAVID BOWIE IS VIRTUAL

DAVID BOWIE IS VIRTUAL – PRESS RELEASE“Welcome to virtual reality…”After touring the globe for the past six years, the phenomenally successful ‘David Bowie is’ exhibition has come to an end. But the show must go on! This fall, Sony Music Entertainment (Japan) Inc., in collaboration with the David Bowie Archive, Planeta, and V&A, will release a digital recreation of the exhibition on smartphones as an augmented reality experience. In the spring, a redesigned ‘David Bowie is’ will arrive on all major virtual reality platforms. These new digital versions of ‘David Bowie is’ will add unprecedented depth and intimacy to the exhibition experience, allowing the viewer to engage with the work of one of the world’s most popular and influential artists as never before. The David Bowie Archive will donate a portion of the profits to the V&A and Brooklyn Museum.Go here for the full press release and to sign up for updates: http://smarturl.it/DBisVirtualPR #DBisVirtual

Posted by David Bowie on Monday, July 16, 2018

Surreal: com app de bateria, produtor transforma hit do Scalene em forró

Scalene no Festival TMDQA!
Foto por Stephanie Hahne

Goste ou não de forró, você precisa admitir que essa versão de “Surreal”, do Scalene, é… bem, surreal!

O produtor musical Ayrton da Viola chamou o baterista virtual (sim, isso existe) Diêgo Serracena para criar uma versão incrível do hit da banda brasiliense. Usando os vocais originais de Gustavo Bertoni, a dupla criou o instrumental usando o Real Drums, app que simula uma bateria (!!), além de outros instrumentos.

O fato de que os caras conseguiram transformar a canção em um forró de qualidade por si só já é incrível, mas o que impressiona mesmo aqui é a habilidade de Diêgo com aplicativo. Olha a agilidade deste rapaz com os dedos! ( ͡° ͜ʖ ͡°)

O próprio Scalene comentou a versão no Twitter, exaltando a dupla.

Confira abaixo!

Você precisa ouvir esse mashup entre Metallica e “Macarena” agora

James Hetfield, do Metallica
Foto via Shutterstock

Uma das melhores coisas que a internet tem a nos oferecer é a febre dos mashups.

Desde misturas hilárias, como My Chemical Romance com The Office e “This Is America” com “Call Me Maybe”, até misturas incríveis, como por exemplo essa do Queens of the Stone Age com o Run The Jewels, tem vídeos e canções para todos os públicos.

Agora, a mais nova “vítima” é o Metallica e sua “Master of Puppets”. Um usuário do YouTube que atende por Petr Gorst achou uma ótima ideia misturar esse grande hino do heavy metal com a icônica “Macarena”, do Los del Rio.

Blasfêmia, alguns diriam. Eu digo que isso é maravilhoso e que vou tocar na minha próxima festa.

Ouça abaixo!

Vocalista do Kvelertak anuncia saída mas banda tem boas notícias

Kvelertak no Download Madrid 2017
Foto do Kvelertak via Shutterstock

Boas e más notícias vindas dos lados do Kvelertak.

A má é que o vocalista da banda, Erlend Hjelvik, anunciou sua saída do grupo em um comunicado nesta segunda-feira (16). O músico também revelou que não fará parte dos últimos quatro shows da banda em uma turnê na Noruega, país de origem dos membros.

Leia abaixo (via The PRP):

Ei, Erlend aqui, não há um jeito fácil de dizer isso, então vou direto ao ponto.

Eu preciso sair do Kvelertak.

A experiência de construir uma banda de sucesso tem sido divertida e recompensadora, mas também sempre foi igualmente intensa e desafiadora. Ao longo dos anos, isso exigiu seu preço. À medida que nos desenvolvemos pessoal e profissionalmente, nossos objetivos, necessidades e motivações individuais mudaram, nos levando a direções diferentes.

Embora seja uma decisão difícil deixar essa vida que eu tenho vivido e respirado na última década, me sinto feliz e animado para explorar novas possibilidades para o futuro.

Lamentavelmente, devido a circunstâncias fora do meu controle, não posso estar nos últimos quatro shows na Noruega neste verão. Peço desculpas aos organizadores do festival e aos fãs que vão a esses shows.

Eu gostaria de agradecer a Bjarte, Kjetil, Maciek, Marvin e Vidar, nossa equipe, as bandas com quem fizemos turnês e todos os outros que já trabalharam com o Kvelertak. E o mais importante, eu sou grato aos nossos fãs incríveis que tornaram tudo possível. Estou muito orgulhoso e agradecido por tudo que realizamos como Kvelertak. Eu sou genuinamente grato por tudo que passamos juntos e desejo à banda a melhor sorte e sucesso no futuro.

Um brinde!

Erlend Hjelvik

A boa notícia para os fãs é que o grupo decidiu continuar, e inclusive vai anunciar seu novo frontman muito em breve.

Em uma publicação no Facebook, o Kvelertak revelou que o novo integrante será apresentado em um show no dia 20 de Julho. A banda também disse que está trabalhando em um novo disco, com lançamento previsto para 2019.

PRESS ANNOUNCEMENTKVELERTAK WITH NEW VOCALIST, NEW ALBUM IN THE PIPELINE We have known for a while that Erlend has…

Posted by Kvelertak on Monday, July 16, 2018

Filha mais velha de Dave Grohl entra em turnê com o Foo Fighters; vídeos

Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Não está fácil pra ninguém mesmo… até Dave Grohl teve de colocar sua filha para trabalhar!

Brincadeiras à parte, acontece que agora Violet Grohl, de 12 anos, está em turnê junto com o Foo Fighters pela América do Norte. A menina integra o time de backing vocals que tem acompanhado a banda na divulgação de Concrete and Gold (2017), e já apareceu em quatro shows do grupo, inclusive no Canadá.

Durante uma apresentação em Toronto, Dave se mostrou todo orgulho ao declarar: “esse é meu bebê!”. Confira alguns vídeos logo abaixo!

Essa não é a primeira vez que Violet solta a sua incrível voz. Como te contamos por aqui, ela também já cantou um hit de Adele ao lado do pai, impressionando a audiência. Já a filha do meio de Grohl, Harper, está mostrando que quer seguir os passos de Dave na bateria.

Novas músicas: Happy, Senior Discount, Beak e Thin Lips

Happy
Foto: Divulgação

Os estreantes do Happy irão lançar seu primeiro álbum, Cult Classic, em Setembro. “I Call Shotgun” é o mais novo single da banda de pop punk, que começou 2018 com três novas faixas e a promessa de um divertido disco de estreia.

Ouça abaixo:

Senior Discount

Senior Discount
Foto: Divulgação

Os caras do Senior Discount estão na contagem regressiva para o lançamento de seu terceiro disco, The Best Revenge. Na última segunda-feira (9), a banda de punk rock divulgou o soturno e divertido single “Afterlife”. Confira:

Beak

Beak
Foto: Divulgação

Na última semana, o trio Beak anunciou o lançamento de seu novo álbum, >>>, primeiro trabalho de estúdio da banda desde 2012. O projeto de Geoff Barrow (Portishead) lançou o single “Allé Sauvage” em Junho, e agora divulga “Brean Down”.

O álbum será lançado em Setembro e você pode ouvir o novo single logo abaixo:

Thin Lips

Thin Lips
Foto: Divulgação

A Thin Lips anunciou (com um título divertidíssimo) “Gaslight Anthem (The Song Not The Band)” como o segundo single divulgado do novo disco da banda indie, que será lançado no fim de Julho. Chosen Family é o segundo disco de estúdio do quarteto norte-americano. Ouça:

Minus The Bear anuncia fim da banda, novo EP e turnê de despedida

Minus The Bear
Foto: Divulgação

Após 17 anos de carreira, com 6 interessantes discos de estúdio nas costas e mais uma série de EPs lançados, o quarteto de Indie/Math Rock Minus The Bear anunciou a sua despedida dos palcos através de um longo comunicado na sua página do Facebook nessa terça-feira (17 de Julho).

A banda de Seattle faz uma dedicatória especial aos fãs por terem permitido com que o Minus The Bear conquistasse palcos e experiências ao redor do mundo, anunciou a sua turnê de despedida e comunicou o lançamento de um último EP, intitulado Fair Enough.

O EP, que terá 4 músicas somente, será lançado no dia 19 de Outubro desse ano e teve a sua faixa título divulgada já. Você pode ouvir “Fair Enough” no fim da matéria.

Em entrevista ao site Stereogum, o guitarrista Dave Knudson falou sobre os motivos que levaram os quatro músicos a decidirem optar pelo fim da banda nesse momento:

Às vezes parece que se afastar é um passo natural, e é isso que estamos fazendo agora ao invés de continuar e talvez não ter a mesma motivação ou entusiasmo no futuro que nós tínhamos antes. Para todos os fãs que já nos viram e nos suportam, nós não vamos diminuir essa experiência para eles.

O vocalista/guitarrista Jake Snider complementou:

Faz muito tempo. Nós queremos manter o legado da banda intacto e sair de cena enquanto ainda estamos mandando bem. Existem muitas razões – querer tentar algo novo criativamente, possivelmente. É difícil estar em uma banda com tantas atitudes e formas de pensar diferentes ao longo de 17 anos. É uma época interessante, uma decisão difícil de ser tomada, porque significa muito para as pessoas que não estão na banda – os fãs. Não é uma decisão fácil, mas ela é necessária nesse ponto.

Os desafios de balancear a vida adulta em família com uma banda em constantes turnês ao redor do mundo também parece ter sido um ponto crucial na hora do Minus The Bear tomar a decisão pela separação, segundo Knudson:

Quando nós começamos a banda, tínhamos 23 ou 24 anos na época – alguns de nós talvez fossem até mais jovens. As coisas mudam, você se casa, tem filhos. Não é tão fácil seguir na estrada. E às vezes estar viajando em turnê pode ser mais difícil do que você esperava que fosse. Todo mundo tem essa visão idealizada de “Oh, você está em uma banda, você pode viajar em turnê e fazer o que quiser.

O entrevistador do Stereogum até levantou a possibilidade de uma reunião do Minus The Bear no futuro, dizendo que essas declarações de separação de bandas não colam mais. O vocalista Jake Snider deixa a questão em aberto: “Nós já começamos a marcar datas para a nossa turnê de reunião. [Risos] Isso é uma grande piada, obviamente.”

Realmente a ideia de uma reunião não parece estar no mapa da banda, vendo que os próprios consideram isso uma estratégia mal calculada para os artistas que decidiram seguir esse caminho após os seus términos: “Existem tantas reuniões acontecendo hoje em dia, e eu não sou muito fã do conceito. Eu vi algumas, e na maioria das vezes eu estava pensando ‘esses caras deviam ter deixado essa história no passado.’,” complementou Snider.

Knudson ainda adicionou seus pensamentos sobre o assunto, dizendo que o foco principal é no lançamento do EP e na turnê de despedida:

Nós ainda temos uma turnê incrível para tocar. Honestamente eu não penso em nada relacionado ao Minus The Bear após o nosso último show em Seattle. É isso que está acontecendo, e eu acho que todos nós temos outras coisas que queremos fazer. Assim que o último show em Seattle rolar, nós vamos partir para fazer essas coisas e seremos amigos. Eu não creio que ninguém esteja pensando em uma reunião já.

A turnê de despedida do Minus The Bear acontecerá do dia 9 de Outubro até o último show no dia 14 de Dezembro e infelizmente não passará pela América do Sul, ficando restrita a Estados Unidos e Canadá somente. O quarteto contará com shows de abertura de Caspians Tera Melos.

A última (e única) passagem da banda pelo Brasil aconteceu durante o festival Converse Rubber Tracks em 2014, onde eles fizeram um único show em São Paulo ao lado de Brand New Vespas Mandarinas. O último lançamento do grupo foi o disco VOIDSde 2017.

Confira abaixo o comunicado feito pela banda na sua página oficial no Facebook:

Amigos,

Após quase duas décadas compondo e viajando o mundo juntos, nós decidimos encerrar esse capítulo em nossas vidas como o Minus the Bear.

O que começou com uma piada interna besta dentro dos confins escuros e sujos do Cha Cha Lounge original em Seattle lá por volta de 2001 rapidamente evoluiu para uma bola de neve de anos de aventuras, criatividade e amizade. Nós jamais poderíamos ter previsto a jornada selvagem que estava a ponto de começar. Nós conquistamos tantas coisas nesses últimos 17 anos, e somos muito gratos pela experiência.

Sem dúvidas nós devemos todas essas aventuras a vocês, nossos fãs. Sem vocês, as memórias de viagens ao redor do mundo, explorando diferentes culturas e testemunhando o deleite em seus rostos maravilhosos cantando junto conosco não teriam sido possíveis. O suporte que vocês nos deram protegeram a gente ao longo de tempestades que facilmente poderiam ter naufragado a banda. Ao longo dos anos, foram vocês que nos fizeram continuar. Não podemos agradecer o suficiente.

Nesse outono nós iremos sair em direção a nossa última turnê para promover o nosso próximo EP de 4 músicas, intitulado ‘Fair Enough‘, cortesia da Suicide Squeeze Records. Vocês podem ouvir a faixa título e ler a nossa entrevista aqui: https://bit.ly/2utoQ1d

Esses shows finais serão uma celebração para a comunidade de fãs que nos deram tantas coisas ao longo desses anos de dedicação. Nós vamos explorar o catálogo do Minus The Bear à fundo e estamos honrados com a oportunidade de tocar os nossos corações para vocês por uma última vez.

Com amor,

Alex, Cory, Dave & Jake

Ouça “Fair Enough” na playlist oficial do TMDQA!, logo abaixo.

Friends,After almost two decades of writing and touring the world together, we have decided to close this chapter of…

Posted by Minus the Bear on Tuesday, July 17, 2018

 

Bands FC: músicos misturam logotipos de bandas e escudos de times

bands-fc
Crédito: NME

É amigos, foi bom enquanto durou. A Copa do Mundo está chegando ao fim e mesmo que a nossa seleção não tenha passado nem perto de ser campeã, o futebol mais uma vez foi centro das atenções do mundo durante um mês inteiro.

Tão apaixonados pelo esporte quanto nós brasileiros, os ingleses têm a tradição de colecionar e trocar cartões com fotos de jogadores e escudos de times, em algo equivalente ao nosso costume de completar álbuns de figurinha.

Pensando nisso, Tim Burgess, líder da banda britânica The Charlatans, resolveu criar a Bands F.C., uma coleção de cartões inspirados em times de futebol, incorporando logos de diferentes bandas em seus escudos.

Com a ajuda dos designers Mark Liptrott e Nick Fraser, foram criados escudos que misturam AC/DC com ArsenalBlack Flag com JuventusEcho and the Bunnymen com LiverpoolRadiohead com Oxford United e Red Hot Chlili Peppers com Bayern de Munique, entre tantos outros.

Alguns dos designs levaram em consideração os times pelos quais as bandas torcem ou de onde elas vêm, outros apenas a estética. Você pode ver tudo logo abaixo.

Tem mais lá no Twitter do projeto.

E aí, pra qual desses times você torceria?

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