Rock In Rio
 

Essa notícia tem toda cara de filme de ficção científica, mas é real.

A Folha de São Paulo publicou uma matéria falando sobre um documento sigiloso chamado Cenários de Defesa 2040, criado pela “elite militar brasileira” e ao qual teve acesso.

Segundo a publicação, a minuta tem vários exercícios de imaginação a respeito de cenários possíveis para a política internacional no Brasil e coloca a França como um grande “inimigo” nos próximos 20 anos, podendo tornar-se ameaça estratégica principalmente por conta da Amazônia.

Idealizado pelo Ministério da Defesa a partir de 500 entrevistados que tiveram suas opiniões registradas em 11 reuniões no ano passado, o texto tem 45 páginas com “considerações geopolíticas realistas” e “hipóteses algo delirantes”. Tudo foi coletado em comandos militares, com organização da Escola Superior de Guerra.

Bastante diverso, o seu conteúdo vai desde a instalação de bases americanas no Brasil até exercícios de imaginação como um suposto ataque ao Rock In Rio em 2039 (!).

Tudo isso será usado como apoio para embasar uma revisão da Estratégia Nacional de Defesa que deve ser enviada ao Congresso até Junho.

Rock In Rio e Outras “Previsões”

Parte da imaginação dos militares brasileiros, o ataque aconteceria após o poder brasileiro irritar ultranacionalistas asiáticos que espalhariam o coronavírus pela área do festival na sua edição de 2039, no Rio de Janeiro.

Além do suposto ataque ao festival, o documento ainda prevê ataques com o bacilo antraz em envelopes enviados a autoridades e também um “atentado terrorista do grupo ambientalista Nature, em Belém, no ano de 2037 contra a empresa norueguesa que explora alumínio na região, levando à morte de dezenas de brasileiros”.

Na política, dois ministros do Supremo Tribunal Federal seriam presos por corrupção e o Ministério da Segurança Pública seria recriado em 2031.

Segundo a Folha, no Brasil quem costuma fazer esse tipo de estudo é o Exército, sendo a primeira vez que o Ministério da Defesa o conduz. Outro ponto importante é que não foram especificados métodos para chegar a todas essas teorias do que pode acontecer no Brasil em 20 anos.

Doideira, hein?!

   
 
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