Bruce Dickinson com o Iron Maiden na Argentina
Foto: Reprodução / YouTube

A lendária banda britânica Iron Maiden está fazendo render a sua passagem pela América do Sul.

Excursionando com a turnê “Legacy Of The Beast”, o grupo tocou no Rock In Rio, chamou a apresentação de “showzinho” em São Paulo e na capital paulista esteve em um Clube de Tiro participando de uma “reunião armamentista”.

Em Buenos Aires, os caras foram homenageados pela Câmara dos Deputados da Argentina após iniciativa da legisladora Victoria Donda, e receberam o título de “Visitantes de Honra”.

Iron Maiden na Argentina

Ao receber a homenagem, o vocalista Bruce Dickinson fez uma série de elogios ao país que é nosso vizinho e abriu dizendo que a distância entre Londres e a Argentina é muito grande, mas que parece minúscula.

Além disso, falou que todos estão conectados, não importa o que aconteça ou a situação política, e completou:

Nós amamos a Argentina. Amamos a música, amamos sua comida, amamos seus jogadores de futebol – talvez com a exceção de um! Amamos os seus times de rugby, eu sou um grande fã de rugby – e um grande fã dos Pumas [seleção Argentina de rugby, a melhor das Américas e uma das melhores do mundo].

Há tanta coisa que nos conecta que é tão mais importante do que qualquer coisa que possa nos separar, e o Heavy Metal, a música e o Iron Maiden são coisas em que todos podemos concordar e eu acho que deveríamos celebrar isso.

Nós temos um show sold out em Buenos Aires, o que é uma pena porque gostaríamos de tomar para mais pessoas e mais locais na Argentina e já estamos ansiosos pelo retorno – e vamos tocar em algum lugar, talvez o estádio River Plate da próxima faz.

Obrigado por nos dar essa honra fantástica. Meu coração está com vocês na Argentina.

La Mano de Dios?

Ao brincar que não gosta de “talvez um” jogador de futebol, Bruce poderia estar se referindo a Diego Maradona, que nas quartas-de-final da Copa do Mundo de 1986 marcou um gol com a mão em partida contra a Inglaterra e eliminou o país de Dickinson do torneio.

A partida terminou 2×1 e a história ficou conhecida como “La Mano de Dios”, pois ao sair do campo, Maradona disse que tinha feito o gol “um pouco com a cabeça e um pouco com a Mão de Deus”.

 
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