Natascha Falcão
 

Beleza, humor e sofisticação. A tríade perfeita para definir o primeiro EP da cantora pernabucana Natascha Falcão, o envolvente Kitsch Completo.

Cheio de personalidade nas interpretações, as quatro faixas reúnem o domínio dramático da artista, oriundo da carreira de atriz. São verdadeiras histórias travestidas de canções, ou vice-versa. A estética característica entre o glam e a glitch art não fica de fora, mas experimenta toda sua brasilidade junto ao projeto visual. O título brinca com o ambíguo e suas possibilidades, assim como a sonoridade, que vai do pop ao carimbó; do maracatu ao reggaeton, e por aí vai. Pelo rigor nos arranjos e execuções, essa mistura consegue consolidar a proposta de fato como ela é. Ouça:

The Cosmic Surfer

Cosmic Surfers
Foto: Helge Tscharn

Estreando com o disco Get Cosmic, o quarteto catarinense The Cosmic Surfer traz à tona sua inspiração mais latente: a ilha de Florianópolis e suas praias. Cada uma das 10 faixas do disco se remetem a uma praia em específico. Quem assina a produção de Get Cosmic é Marcio Pimenta, e a edição e masterização são de Rafael Pfleger. Ouça:

I See You

I see you
Foto: Jonatan Pitz

Mais outra banda catarinense dando as caras por aqui, e dessa vez é a banda I see you estreando com o EP Dope Generation. Mesclando peso, melodia e energia no que o próprio grupo convencionou chamar de Super Rock, o EP é uma junção das influências de seus integrantes, oriundos de diferentes experiências musicais. O quinteto rebusca, nas quatro faixas, influências que perpassam pelo rock dos anos 90 e 2000, como grunge, stoner e hardcore. Todo o processo de gravação, mixagem e masterização foi feito por Guilherme Kikuchi, no Estúdio J, em Itajaí. Ouça:

Hoovaranas

Hoovaranas
Foto: Divulgação

O trio paranaense Hoovaranas dá o ar de sua graça por aqui, em uma estreia bastante diferente. Lançando o conceitual e visual disco Poluição Sonora, que surge como retrato das jams que fazem em seus shows, a banda foge dos padrões do estúdio em suas oito faixas.

O Álbum foi gravado numa chácara, dentro de um galpão, sendo que em algumas delas surgem “barulhos urbanos” como o som do trânsito, pedestres, ambulâncias, vento nos
prédios e até mesmo a chuva, tudo para quem estiver ouvindo, mergulhar no conceito da poluição sonora e se imaginar numa cidade caótica.

Os vídeos foram gravados pelo produtor cultural, músico e fotógrafo, Danilo Gabriel, junto com a banda em diversas saídas pela cidade buscando os ângulos que mais se encaixassem no conceito da poluição sonora. Como resultado, foi registrado um ponto de vista alternativo do centro da cidade da cidade natal da banda, Ponta Grossa, com o intuito em eternizar a conexão com a mesma, e mostrar o que ela tem e é capaz de produzir.

Assista: