Lançamentos nacionais: Alessandra Leão, snowe, Madame Javali
Foto: Beatriz Varella / Reprodução
 

Alessandra Leão celebra o sagrado e seus diferentes nomes e formas em Macumbas e Catimbós, seu novo disco.

Com 15 faixas, gravadas com percussão e voz, projeto tem repertório composto por músicas da artista e pontos tradicionais de Candomblé, Umbanda e Jurema. Apesar da temática, a artista explica que o álbum não é de “música religiosa”, mas um disco de música brasileira. “É um agradecimento ao povo de terreiro que veio antes e construiu o caminho em que pisamos hoje. É uma obra a partir desse universo, sonoro e estético, que tanto representa e fundamenta, social e culturalmente, o Brasil”, disse.

O trabalho de Alessandra Leão conta com participações de Lia de Itamaracá, Mateus Aleluia, Sapopemba, Luiz Quiguiriçá e Terreiro Recanto Quiguiriçá. Compondo os coros festivos, Lívia Mattos, Lenna Bahule, Karina Buhr, Isaar e Manu Maltez.

snowe

Lançamentos nacionais: Alessandra Leão, snowe, Madame Javali
Foto: Divulgação

Em Countdown, seu disco de estreia, a snowe fala sobre a evolução do ser humano e o conflito entre os sentimentos e a razão.

A banda foi formada em 2015 por Thales Suzuki e Álvaro Dalcin, na cidade paulista de São Carlos. Além deles, o trabalhou contou com Ricardo Finazzi nas linhas de baixo. Arthur Fonseca e Gabriel Magioni contribuíram com gravações de guitarra e teclado, respectivamente.

O grupo ressalta que escreve sobre o amor, o ódio, as dúvidas que permeiam a vida e seus momentos de tristeza e depressão. As letras retratam a mudança pelas quais as pessoas passam. “Do passado sombrio e conturbado de uma criança por vezes negligenciada, chegando ao seu presente, quando adulto, marcado por esperanças diluídas no caos dos dias que se seguem”, completam.

Madame Javali

Lançamentos nacionais: Alessandra Leão, snowe, Madame Javali
Foto: Blenda Santos / Divulgação

Grooves do afrobeat, beats de rap, samba, jazz e rock se misturam em Luz Dentro do Caos, disco de estreia da Madame Javali.

Em nota, o grupo explica que o trabalho questiona a fronteira entre a canção e a
poesia falada. “Tomam para si o embate que existe em distinguir o que é letra de
música e o que é poema”, completam.

A banda sergipana foi formada no final de 2016. Ela surge inicialmente a partir dos experimentos entre o poeta Allan Jonnes e o compositor e músico Fábio Barros (ex-Alunte). Em seguida, os músicos e compositores João Mário (El Presidente), Gabriel Perninha (The Baggios) e Luno Torres (Plástico Lunar) se juntaram ao projeto.