Lançamentos nacionais: Thiago Pethit, China, Victor Cronos
Foto: Divulgação
 

Personagens apaixonados e obcecados, envoltos por um sentimento de autodestruição. Essa é a premissa de “Me Destrói”, novo clipe de Thiago Pethit. A canção faz parte de Mal dos Trópicos (Queda e Ascensão de Orfeu da Consolação), lançado em Março.

Com direção de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, o vídeo tem inspirações em obras de Hitchcock e Caravaggio. Nesse contexto, a obra traz referências do cinema noir e de filmes de suspense. “As obsessões amorosas dos personagens foram nosso fio condutor para encontrar essas imagens e situações”, explicam os diretores.

No elenco estão reunidos alguns nomes da nova cena de atores, como Shico Menegat. O ator é estrela de Tinta Bruta, filme também dirigido pela dupla de diretores. No vídeo, ele atua como o personagem obcecado por Thiago Pethit.

China

Lançamentos nacionais: Thiago Pethit, China, Victor Cronos
Foto: Pamella Gachido

Manual de Sobrevivência para Dias Mortos, quarto disco de China, traduz o Brasil de hoje tanto nas letras como no sonoridade.

A origem punk do artista e a cultura pernambucana são a alma desse novo trabalho que fala sobre toda a conjuntura social e política atual. “A realidade em que vivemos anda bem dura de ser digerida. É impossível observar o que acontece no Brasil e no mundo e não ter um olhar crítico sobre as mazelas e retrocessos”, explica.

A trinca que se formou para as gravações do disco é composta por China — que além de cantar, se aventura na programação dos beats, toca baixo, órgão e seleciona samples —, pelo produtor do álbum Yuri Queiroga, no toca violão, guitarra, baixo, micromoog, além das programações e samples, e pelo percussionista Lucas do Prazeres.

O registro está em pré-venda, mas sai oficialmente em todos os streamings nesta sexta-feira (31).

Victor Cronos

Lançamentos nacionais: Thiago Pethit, China, Victor Cronos
Foto: Lufre / Divulgação

Em “Underground”, novo clipe de Victor Cronos, o artista quis dar vida à música filmando em lugares que viveu sua infância e adolescência.

Nascido no interior do Rio Grande do Norte, em Ceará-Mirim, ele quis mostrar sua lugar de origem no novo trabalho. Para que a obra ficasse o mais fiel possível as suas ideias, Cronos fez questão de idealizar e assinar, além do roteiro, a direção artística, fotografia e figurino.

A música foi escrita após Victor conhecer um grupo de amigos hippies nas ruas de São Paulo. Neste encontro, falaram sobre política, cultura e movimentos liderados por jovens. A canção ressalta o preconceito e como encará-lo de frente, sem ter medo.