Lançamentos nacionais: Soledad, Diego Lucena, Max B.O.
Foto: Divulgação
 

Revoada, segundo álbum de Soledad, é um teste de novas sonoridades. O trabalho mostra uma cantora mais experimental e se arriscando ao tentar um timbre diferente.

Com produção musical de Fernando Catatau (Cidadão Instigado), ela traz para o estúdio instrumentos inusitados como uma mesa altec, um órgão minami, um echoplex e um microfone electro-voice Re 15 vintage. Tudo isso com o objetivo de criar uma sonoridade singular.

Soledad explica que o registro é sobre partir, seja sozinho ou acompanhado. Isso se mostra muito forte na vida da artista, que é cearense mas mora em São Paulo há 4 anos. “Esta cidade me colocou dentro de um espaço/tempo/desejo diferentes. Revoada é o coletivo de pássaro. É o voo desse bando. Esse disco fala sobre a minha arribação”, completa.

Diego Lucena

Lançamentos nacionais: Soledad, Diego Lucena, Max B.O.
Foto: Anie Barreto

Experimentalismo, shoegaze e até avant-garde metal se entrelaçam em O Submerso, primeiro álbum solo de Diego Lucena.

Pesquisador, professor, fotógrafo, criador filmes caseiros, o artista cearense redescobriu a guitarra no final de 2018. No trabalho, ele explora experiências pessoais e reflexões de forma muito visceral e honesta.

Produzido por Vitor Colares (2FUZZ, Fóssil, Daniel Groove, dronedeus, Missjane), o registro foi realizado de maneira totalmente independente. É um disco que conta com influências de nomes como Portishead, Pink Floyd e King Crimson até The Mars Volta e Melody’s Echo Chamber. Da música brasileira, traz na bagagem as influências de Cartola, Céu, Rodrigo Amarante e Cidadão Instigado.

Max B.O.

Lançamentos nacionais: Soledad, Diego Lucena, Max B.O.
Foto: Casa Florália

Um dia na vida de Daniel Crazy, atleta profissional de skate, é o destaque de “Içar Velas”, novo clipe de Max B.O.

Dirigido pelo próprio artista em parceria com o videomaker Mário Kreb, o vídeo conta com a participação de Dada Yute. As imagens gravadas em Porto Alegre foram inspiradas na rotina do atleta e a relação que existe entre a sua arte e família. “Escrevo roteiros da vida e esse é mais um. Nele, abordo o ciclo que existe entre o pai que traz caderno pra incentivar o desenho da filha. E a filha que desenha os caminhos que o pai percorre, incentivando ele também. A real é que um alimenta a arte do outro,” explica Max.

“Içar Velas” é a primeira amostra do novo álbum do rapper. O trabalho deve sair ainda em 2019.

   
 
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