Brian May, do Queen, em 2017
Foto de Brian May via Shutterstock
 

Brian May, guitarrista do Queen, parece estar chateado com a parte financeira de Bohemian Rhapsody.

O filme sobre a carreira da banda e seu vocalista Freddie Mercury, que foi um dos principais lançamentos do cinema no último ano, ganhou prêmios e arrecadou fortunas em bilheteria, mas parece que pelo menos por enquanto, esse dinheiro ainda não parou nas contas dos integrantes remanescentes do grupo.

Ao falar a respeito do filme com Zoe Ball na BBC Radio 2 (via Louder Sound), May disse:

Foi um longo trabalho de amor – cerca de 12 anos de desenvolvimento. Nós achamos que ele teria sucesso ao final e nos sentimos bem a respeito, mas não percebemos que o desempenho do filme seria tão bom como foi. É incrível, ao redor do mundo todo. É um filme de um bilhão de dólares.

Eu tive que dar risada outro dia porque tem uma matéria no jornal dizendo que estávamos ficando ricos com esse filme. Se eles soubessem… Nós chamamos um contador outro dia e ainda não ganhamos um centavo do filme. Não é engraçado? Quanto sucesso um filme tem que fazer para que ele seja lucrativo?

Bilheteria

Como bem disse Brian May, o filme já arrecadou quase 1 bilhão de dólares em bilheteria pelo mundo todo, sendo que gastou entre 50 e 55 milhões para ser produzido.

Se as partes devidas aos integrantes não foram parar em suas contas, há um erro no processo, não é mesmo?

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Sucesso, fama e fortuna do Queen

Apesar disso, Brian May não deve estar se preocupando com os boletinhos pra pagar ao final do mês.

Na semana passada mesmo, uma lista do Sunday Times com as pessoas mais ricas do entretenimento cravou que ele, o baterista Roger Taylor e o ex-baixista do grupo, John Deacon, estão 25 milhões de libras (cerca de 125 milhões de reais) mais ricos do que no levantamento do ano passado.

Esse valor provavelmente irá aumentar já que o Queen voltou a ser um dos assuntos mais comentados do planeta e com certeza vai gerar valores maiores de royalties, mais oportunidades publicitárias, cachês melhores, etc.

Tá bom, né May?

       
 
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