Lançamentos nacionais: Barro, DOSSEL, Siamese
Foto: Reprodução / Youtube
 

VIDEOCLIPERS é uma série criada pelos filmmakers Diana Boccara e Leo Longo. No projeto, eles rodam o Brasil filmando clipes em plano sequência. Dessa vez o escolhido foi Barro, com o single “Cavalo Marinho”.

O cavalo-marinho é um folguedo pernambucano que pode ser compreendido como uma variação do bumba-meu-boi. O festejo é muito associado ao universo dos trabalhadores da cana-de-açúcar e envolve dança, teatro e música.

O novo vídeo de Barro tem a intenção de conectar essa tradição a um ambiente mais urbano. Sendo assim, a obra retrata a coreografia de um grupo de dançarinos tendo o coração da cidade de Recife como cenário.

DOSSEL

Lançamentos nacionais: Barro, DOSSEL, Siamese
Foto: Reprodução / Facebook

Em “Canoa Nova”, primeiro clipe de sua carreira, DOSSEL busca um reencontro consigo mesmo.

Dirigido por Sasha Lazarev, o vídeo traz o artista como um personagem que carrega certo misticismo e uma religiosidade própria, em busca de ascensão e paz interior. “A música trata de maneira quase direta sobre a necessidade do encontro consigo mesmo através de uma observação da vida e a passagem do tempo pela mudança das marés, e os ciclos naturais que cursam nossas vidas”, explica o cantor.

O álbum de estreia do músico será lançado ainda neste ano.

Siamese

Lançamentos nacionais: Barro, DOSSEL, Siamese
Foto: Reprodução / Youtube

Atuando como artista independente em Curitiba desde 2017, Siamese fala sobre a discriminação dentro da comunidade LGBTI+ em “Close de Bee”.

No vídeo, o cantor paranaense aborda o preconceito que há dentro da própria minoria. Pessoas LGBTI+ que não se encaixam em padrões estéticos —  afeminados, gordos, negros, entre outros — acabam se tornando vítimas em um local que deveria ser seguro para elas. “Afeminada ou discreta, a fluorescente quando quebra ela vai atingir o teu ser. Repense teu close”, versa o músico na canção.

O artista utiliza do simbolismo da lâmpada fluorescente, popularmente conhecida por ataques a pessoas da comunidade Queer, para gerar uma discussão. A ideia é refletir sobre o fato de que mesmo pessoas que se enquadram em um padrão estético mais aceitável pela sociedade tmbém são afetadas pela LGBTIfobia.

   
 
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