Kastrup
Foto: Reprodução / Facebook
 

Entendendo o caos como o fim de uma ordem e o início de outra, que já está em curso, Kastrup faz essa metáfora em Ponto de Mutação, seu novo álbum.

Na obra, o artista pretende instigar a reflexão sobre o colapso político, econômico e social vivido pela humanidade e as reações provocadas por essa realidade.

Pedimos ao próprio Kastrup para definir o conceito rebuscado do álbum em um faixa a faixa:

Parte do caos de nossos dias para uma virada da nova era. O início é a constatação do colapso do ideal capitalista e no estímulo a reação pelas palavras sampleadas dos pensadores Noam Chomsky e Malcom X, em “Reaction”, respondida na faixa “Ação & Liberdade”, que fala sobre o princípio da ação a partir de uma ideia, com samples de Elza Soares; em “Ponto de Exu” pede licença aos orixás, na voz de Alessandra Leão, para que se abram os caminhos;  faz a curva para a ascendência de uma nova civilização em “Ponto de Mutação”, que conta com o “batalhão” feminino, formado por Ná Ozzetti, Lenna Bahule e Alessandra Leão, questiona e sugere um caminho, em “Por Onde” e passa por ingredientes necessários a essa transformação, em “Hibridação”, “Transmutação” e “Mídia Deshipinoise”,  desembocando finalmente em “Bola pra Frente, com Coragem.

O trabalho, bem como todo o material para se aprofundar em seu conceito, pode ser acessado através deste site. O álbum também está disponível nas plataformas de streaming.