Foto: Fábio Escobar
 

Além do conceito de “deriva” definido como “se originar de algo “ou “mudar de rumo”, os brasilienses da stella integraram seus significados  – sem exceção – ao estrear e presentear a cena com o disco também intitulado deriva. 

O primeiro trabalho da banda, formada por Fernando Morais (voz e guitarra), Felipe Ernani (baixo) e Guilherme Maitelli (bateria), é uma síntese das perspectivas intrínsecas de cada um, trazendo assim conceitos muito bem explorados que nos remetem à solidez dos nossos próprios conflitos internos.

Com o objetivo de colocar a essência visceral e coletiva da banda, surgiu deriva. Entre intros e interlúdios, as letras concisas e as referências musicais, vindas de bandas como Brand New, The Neighbourhood, Pink Floyd e Ventre, são elementos precisos para as 11 faixas que compõem o disco, ao mostrar o mais sensível da sonoridade do trio.

Deriva contou com o renomado produtor Gustavo Vazquez, do estúdio Rocklab, em Goiânia, e participações de André Ribeiro, da banda paulista Alaska, e de Patrick Maciel e Eduardo Hoffman, membros do trio brasiliense Bolhazul.

De acordo com a banda, a opção de gravar um álbum completo como primeiro material de estúdio foi motivada pela vontade de fugir da tendência atual de lançamentos, normalmente protagonizados por EPs e singles. Contudo, antes do lançamento do disco, a banda disponibilizou o clipe para a canção “sangue”, que teve roteiro e direção assinados por Lucas Furtado (Scalene) e direção de fotografia assinada por Cadu Andrade. 

Você pode conferir logo abaixo, tanto o clipe quanto o disco na íntegra:

 
 
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