Dingo Bells fala sobre mudanças pessoais em novo disco
Foto: Rodrigo Marroni / Divulgação
 

Todo Mundo Vai Mudar, segundo disco da Dingo Bells, aborda as mudanças pelas quais uma pessoa passa. Essas transformações podem ser físicas, geográficas, imaginárias ou espirituais. O projeto foi selecionado pelo edital Natura Musical 2016 com apoio da Lei Pró-Cultura/RS

Entre janeiro e fevereiro de 2017, Diogo Brochmann (guitarra e voz), Felipe Kautz (baixo e voz) e Rodrigo Fischmann (voz e bateria), além do guitarrista e arranjador parceiro do grupo Fabricio Gambogi, ficaram isolados no Estúdio Pedra Redonda, na zona sul de Porto Alegre (RS) e trocaram referências, divagações e sentimentos sobre a vida para dar o pontapé inicial do álbum.

O registro traz como novidade a influência da soul music brasileira, da MPB e do neo soul norte-americano. O grupo aposta no pop, mas sem deixar de lado as experimentações. “Sinto que é um disco que se permite dar mergulhos mais profundos, explorando mais as seções instrumentais e uma entrega mais íntima por parte das letras. Chegamos a um resultado mais pop, Brasil e groove”, conta Felipe Kautz.

Fortalecendo esse conceitos de mudança, através de uma ferramenta interativa, a banda propõe ao público a possibilidade de remixar a faixa título do álbum, alterando a relação de volume entre os instrumentos. Dá para para brincar de produtor da Dingo Bells no mixer abaixo.