Lançamentos Nacionais: Ailum, Huey, Marco Leodoro, Francisco Okabe

Bandas e artistas nacionais trazem ao mundo seus trabalhos recentes

Ailum
 

O projeto solo do músico paranaense Marano, intitulado Ailum, estreia ao mundo com o disco Quem Me Salvará Sou Eu.

Após trabalhar com Roy Cicala e Carlos Trilha, o também baixista d’A Banda Mais Bonita Da Cidade expõe uma ode ao respeito, à liberdade e claro, ao amor. As 11 faixas são uma síntese de diversidade étnica sonora: as composições ousam na mistura de brass band com baião, dub com música indígena e batidas eletrônicas com canção de raiz.

Com produção assinada por Du GomideQMSSE conta com a participação de músicos como Taká Owê Fulni-ô e Thaydjo Owê Fulni-ô, Uyara Torrente (A Banda Mais Bonita da Cidade), Lilian e Layane Soares (Tuyo).

Ouça:

Huey

Huey
Foto: Amanda Mont’Alvão

O grupo instrumental paulista Hueyband divulgou o single “Pei”.

O instrumental é progressivo, vem carregado de groove, com passagens introspectivas que mesclam também com batidas eletrônicas. A proposta da canção é reforçada pela banda ao mesclar diferentes sonoridades, mas sempre densas e impactantes.

A música faz parte do próximo disco da banda, intitulado Ma e foi gravado no Family Mob, em São Paulo, por Steve Evetts e Hugo Silva, e masterizado por Alan Douches. Ouça:

Marco Leodoro

Marco Leodoro
Foto: Dyego Martins

O músico curitibano Marko Leo traz ao mundo o EP Speargrass Flat / Lower Shotover Road.

As quatro faixas que compõem o trabalho de estreia são um retrato intrínseco do artista, inspirado pela terra-média e as novas experiências em morar longe do lugar e das pessoas que criaram suas memórias afetivas.

Produzido e gravado pelo próprio cantor, o EP traz referências de estilos variados, como o grunge e o heavy metal em sua melhor forma. Ouça na íntegra:

Francisco Okabe

Francisco Okabe
Foto: Divulgação

O cantor Francisco Okabe divulgou seu segundo trabalho, intitulado Vital.

Em suas 12 faixas, o álbum mistura instrumentais e canções escritas pelo músico, tendo como inspiração a pluralidade da música brasileira e a mistura de ritmos e sonoridades presentes em todo o álbum e um ode à obra de Waltel Branco.

A produção, mixagem e masterização ficaram por conta de Leonardo Lima, e a arte da capa assinada por Victoria Françóia. A parceria mais importante para a realização do álbum foi de sua esposa e musicista Dayane Battisti, que participou da maioria das músicas tocando violão, cavaquinho e violoncelo.

Ouça:

 

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