Chester Bennington: autópsia indica consumo de ecstasy e álcool

Site revela resultado de exame toxicológico feito no vocalista do Linkin Park

Chester Bennington, do Linkin Park
Foto via Shutterstock
 

Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, nos deixou no dia 20 de Julho de 2017, aos 41 anos de idade, quando foi encontrado morto em casa.

O músico cometeu suicídio ao se enforcar e agora, quase cinco meses depois da morte de Chester, o resultado da sua autópsia foi revelado pelo site TMZ.

De acordo com eles, os resultados obtidos mostram que havia uma pequena quantidade de álcool e MDMA (ecstasy) em sua corrente sanguínea quando o músico morreu.

Além disso, o TMZ ainda revela que no local havia um frasco do remédio Zolpidem (usado para dormir) e garrafas de cerveja.

A polícia ainda encontrou pedaços de unha embaixo do iPhone de Chester e em uma mesa no seu quarto, e a viúva Talinda Bennington revelou aos policiais que ele roía as unhas quando estava ansioso.

Talinda também disse que Chester tinha um histórico de depressão e tentativas de suicídio, sendo que em 2006 saiu de sua casa com uma arma na mão após ingerir diversas bebidas alcoólicas.

No local não havia uma carta de despedida, mas o TMZ também informou que a polícia encontrou uma “aparente biografia” escrita à mão.

Linkin Park

Desde a morte de Chester Bennington, o Linkin Park organizou um show que durou três horas para homenageá-lo.

Na ocasião a banda contou com nomes como System Of A Down, Blink-182, Alanis Morissette, Avenged Sevenfold e mais para tocar seus hits.

No dia 15 de Dezembro o grupo irá lançar um disco ao vivo chamado One More Light Live que terá registros de apresentações do Linkin Park ainda com Chester nos vocais. Um vídeo emocionante para “Crawling” já foi lançado.

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