(ilustração: Henrique Codonho)

Lorde, uma das cantoras mais celebradas do mundo, levou quatro anos para nos trazer Melodrama, sucessor de Pure Heroine, disco que revolucionou o mercado.

Mesmo tempo que Katy Perry, uma das estrelas pop mais amadas do mundo, demorou entre PRISM, de 2013, e Witness, disco novo.

No podcast do Dia do Rock, vamos falar sobre o tempo de que as divas internacionais dispõe pra tentar trazer algo novo.

Qual o tamanho da pressão que sofrem das gravadoras e produtores? É possível fazer um disco pop conceitual nos dias de hoje? Que influência tiveram Beyoncé e Lady Gaga, que lançaram discos ótimos em 2016? E Max Martin e Jack Antonoff, os “superprodutores” por trás das obras?

Também demos notas pro Melodrama e pro Witness. Ouça e veja se concorda com a gente!

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Ficha técnica

Duração: 1h0’48”
Apresentação e edição: Rafael Teixeira
Debatedores: Guilherme Guedes, Daniel Pandeló Corrêa e Matheus Anderle
Vinhetas: Natália André
Ilustrações: Henrique Codonho

Links

Faixa Título entrevista Little Quail 
Lorde já fala sobre o terceiro disco 
O trabalho de Max Martin nos anos 2000 
Tove Lo sobre Max Martin 
Polêmica entre Lorde e Max Martin 

Músicas (em ordem)

“Forget About It”, do Square People
“Green Light”, “Supercut”, “Sober” e “Liability”, da Lorde
“I Gotta Feeling”, The Black Eyed Peas
“Witness”, “Swish Swish” e “Save As Draft”, da Katy Perry
“…Baby One More Time”, da Britney Spears
“Cool Girl Audio”, da Tove Lo
“A-YO”, da Lady Gaga
“My Name Is Thunder”, do Jet e The Bloody Beetroots
“Paraguay”, do Iggy Pop