Pense duas vezes antes de relacionar o Slipknot com Donald Trump.

Após ler em um artigo que os eleitores jovens do candidato à presidência americana são “brancos, cheios de ódio e escutam Slipknot”, o frontman Corey Taylor saiu em defesa de sua banda e do metal no geral. Mostrando claro descontentamento com a afirmação, o vocalista declarou:

A mensagem de Trump é tão anti-Slipknot que não é nem engraçado, porque sempre tentamos fazer com que as pessoas fiquem juntas, e tudo que ele faz é muito divisivo.Tentar fazer com que as pessoas igualem os muçulmanos a terroristas é apenas tentar controlar e manipular mais um grupo de gente. Suas posições sobre os muçulmanos e latinos e seu silêncio absoluto sobre o movimento Black Lives Matter provam que ele não está preparado para unir as pessoas. Ele está preparado para separá-las e controlá-las.

Ainda na mesma entrevista à Spin, Corey declarou que sabe que alguns de seus amigos da indústria musical apoiam Trump, mas prefere não conversar sobre isso com eles. Segundo o cara, “quando você sabe que alguém está baseando o seu raciocínio em uma pesquisa mal feita ou outros recursos que distorcem o que é certo e criam seus próprios números, não há nenhuma maneira de você ganhar um argumento.”

O vocalista do Slipknot ainda fez questão de desassociar o heavy metal de pessoas como o político, pois o gênero sempre serviu para acolher os desajustados e pessoas de todas as minorias. Falou bonito, não?

Corey Taylor

Te contamos recentemente que o frontman passou por uma cirurgia bem séria no pescoço, fazendo inclusive com que cancelasse alguns shows. Agora, o cara resolveu dar mais alguns detalhes sobre o incidente.

Segundo ele, a fratura foi “20 vezes pior do que meu médico viu em lutadores de UFC”. Apesar do contratempo, Taylor já voltou aos palcos com o Slipknot e segue em turnê.