A Ku Klux Klan, ou KKK, é uma organização de vários grupos racistas nos Estados Unidos que acreditam na supremacia branca e agem normalmente de maneira violenta para defender os princípios e a religião em que acreditam.

No passado o grupo chegou a ter milhões de adeptos, incluindo figuras importantes da sociedade americana e políticos eleitos, e hoje em dia estima-se que tenha de 5 a 8 mil integrantes de maneira organizada.

Com a onda de casos onde policiais agem com violência e chegam a matar jovens negros, como aconteceu com Michael Brown em Ferguson, o grupo de hacktivismo Anonymous resolveu trabalhar em ir atrás de informações a respeito quem faz parte da organização hoje em dia.

Foram 11 meses de coleta de informações e o grupo afirma que se esforçou e trabalhou bastante para confirmar a identidade dos nomes que ia encontrando pelo caminho.

Hoje, uma lista com 1.000 pessoas e seus perfis em redes sociais como Facebook e Google+ foi disponibilizada pelo Anonymous, e traz descrições de “cargos” de muitos deles dentro da organização bem como observações sobre suas atuações em público:

Consideramos essas informações uma forma de resistência contra a violência e as táticas de intimidação utilizadas contra o público por vários membros da Ku Klux Klan durante a história.

Esperamos que a Operação KKK irá, em parte, iniciar um diálogo construtivo sobre raça, racismo, terrorismo racial e liberdade de expressão. A realidade é que o racismo normalmente NÃO usa um capuz, mas permeia a nossa cultura em todos os níveis. Parte do motivo pelos quais tiramos os capuzes destes indivíduos não é por causa de suas identidades, mas por causa do que seus capuzes significam para nós em nossa sociedade ampla.

A lista pode ser vista aqui e, ironicamente o suficiente para nós da língua portuguesa, conta com um indivíduo chamado Tommy Bosta.

   
 
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