Norm Stamper é um ex chefe do Departamento de Polícia da cidade de Seattle, por onde ficou no cargo entre os anos de 1994 e 2000.

Logo no início do período quando ocupou o posto, ele teve que lidar com um caso e tanto: a morte de Kurt Cobain, vocalista e guitarrista de uma das maiores bandas de rock da história, o Nirvana.

Stamper foi entrevistado para o novo documentário Soaked In Bleach, que tem sido divulgado e deve ser lançado em breve, mostrando uma teoria que aborda como Kurt não teria se matado, mas sim sido assassinado, possivelmente a mando da sua viúva, Courtney Love.

Ao falar a respeito do caso, ele diz que o mesmo deveria ser reaberto por “honra”:

Deveríamos ter tomado passos para estudar padrões envolvidos no comportamento de indivíduos chave que tinham uma motivação: ver Kurt Cobain morto.

Se Kurt Cobain foi assassinado, ao contrário de ter cometido suicídio, e era possível saber disso, a culpa é nossa de não ter resolvido. Isso era nossa responsabilidade.

[Reabrir o caso] tem relação com o certo e o errado, tem a ver com honra, ética. Se não acertamos da primeira vez, é melhor que a gente acerte na segunda, e eu vou te dizer agora mesmo que se eu fosse o Chefe de Polícia, reabriria a investigação.

É completamente possível que nossos oficiais, por mais que fossem treinados, deixassem escapar algum item em particular.

Vale lembrar que em 2014 a Polícia de Seattle chegou a reabrir o caso “como forma de mostrar que estava certa”, e liberou fotos inéditas do local do suicídio e do corpo de Kurt Cobain.

O músico foi encontrado morto em sua residência de Seattle no dia 08 de Abril de 1994.

Fonte: Alternative Nation

 

Courtney Love

Há alguns dias, como você viu por aqui, Courtney Love acionou sua equipe jurídica para que enviasse uma carta de desistência a cinemas com a intenção de mostrar o documentário Soaked In Bleach.

Dali pra frente, o documentário passou a ser divulgado como “o filme que eles não querem que você veja,” e na prática nenhuma exibição foi cancelada até agora.