Documentários para Entender o Rock - Anos 50 e 60
 

BOB DYLAN – NO DIRECTION HOME

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Dirigido por Martin Scorsese, No Direction Home traça a vida de Bob Dylan e seu impacto na música popular americana e na cultura do século XX. Apesar de não cobrir toda a carreira de Dylan, o foco em seu começo e ascensão na década de 1960 dá um direcionamento sobre o cenário da época.

O músico começou sua carreira em bandas de rock ao lado de Little Richard e Buddy Holly, por exemplo. Foi dessa experiência que nasceu um dos maiores cantores e compositores da música folk, gênero que também influencia o rock até hoje.

THE ROLLING STONES – SYMPHATHY FOR THE DEVIL

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“Sympathy For The Devil” é uma das músicas mais famosas dos Rolling Stones. A canção virou documentário através dos olhos do diretor francês Jean-Luc Godard em 1968. O cineasta analisa outras influências da banda, o papel da mídia, a sociedade tecnocrata, a liberação feminina e a força da linguagem. Revela aspectos importantes que marcaram uma geração. Um dos filmes mais importantes para o entendimento da contracultura dos anos 1960.

GIMME SHELTER

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A faixa principal do disco Lei It Bleed dos Rolling Stones acabou virando um dos documentários mais importantes sobre a banda. Gimme Shelter foi lançado em 1970 sob a direção de Albert e David Maysles e Charlotte Zwerin e narra as últimas semanas da turnê do disco que o grupo fez pelos Estados Unidos.

Um dos concertos, realizado em Altamont é o mote do filme, dado tamanho desastre, quando inclusive um homem foi assassinado por integrantes do Hell’s Angels, contratados para fazer a segurança do evento.

WOODSTOCK – 3 DIAS DE PAZ, AMOR E MÚSICA

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Em celebração dos 40 anos do Festival, a Warner recuperou imagens do festival e do documentário de Michael Wadleigh e montou um novo filme. O documentário conta o que aconteceu em agosto de 1969, no evento que reuniu meio milhão de pessoas durante três dias de música.

No auge do movimento hippie, o Woodstock foi um marco histórico do rock como fenômeno musical e social, em que resume boa parte do espírito jovem dos anos 1960. O evento contou com apresentações antológicas de Jimmy Hendrix, The Who, Janis Joplin, Santana. O filme tem muita música, drogas e confusão, além de um excelente trecho de Jimmi Hendrix ao vivo.

TROPICÁLIA

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Para entender os reflexos do rock no Brasil, a Tropicália é um ponto importante. Sob preceitos como inovação, música popular brasileira, romper barreiras, liberdade sexual, a Tropicália se posicionou de uma forma diferente em relação ao que o Brasil vivia, principalmente nos anos da Ditadura Militar.

Em um momento em que pipocavam temas como a Guerra do Vietnã, o Maio de 68, a psicodelia do rock’n’roll e a introdução da guitarra na música brasileira passaram a fazer parte da nossa música, mesmo que a contragosto no início.

A tropicália foi um movimento artístico cultural de ruptura que sacudiu o ambiente da música popular e da cultura brasileira entre 1967 e 1968, e que aglutinou um grande grupo de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Rogério Duprat, José Carlos Capinan e Torquato Neto para romper com padrões. Um pouco disso tudo pode ser visto no longa-metragem de Marcelo Machado, Tropicália.

UMA NOITE EM 67

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Com imagens de arquivo da Rede Record, Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, conta a história da final do “3º Festival da Música Popular Brasileira”.

Entre os candidatos que disputavam os principais prêmios figuravam Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil com Os Mutantes, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo, protagonista da célebre quebra da viola no palco e lançado para a plateia, depois das vaias para “Beto Bom de Bola”.

Com imagens de arquivo e apresentações de músicas como “Roda Viva”, “Alegria Alegria”, “Domingo no Parque” e “Ponteio”, o filme registra o momento do tropicalismo, os rachas artísticos e políticos na época da ditadura e a consagração de nomes que se tornaram ídolos até hoje no cenário musical brasileiro.