ZAZ

Com três shows no Brasil nessa semana (19/03 em BH, 20/03 no Rio e 22/03 em São Paulo), a inventiva cantora francesa Zaz chega ao Brasil com o show do disco Recto Verso no meio da Jornada Mundial da Francofonia. O disco ficou em primeiro lugar por semanas na França e alavancou a menina que você conheceu no YouTube com o clipe de “Je Veux” ao status de estrela mundial.

Antes de embarcar para esses shows, Zaz conversou com o TMDQA! sobre música, criação e sobre a pressão de fazer algo de sucesso.

TMDQA!: Seu trabalho é multicultural e no meio disso, traz alguns traços da cultura brasileira. Como que vai ser trazer isso para cá? Você planeja algo especial para os shows?

ZAZ: Sim, claro! Vai haver algumas surpresas, mas não vou falar delas! Você vai ter que ir no show!

TMDQA!: É complicado colocar seus álbuns em um estilo ou categoria. Como você definiria a sua música?

ZAZ: Uma mistura de coisas diferentes… Algo… ZAZ. Das “chansons” ao rock, indo ao pop, algo mais dançante, meio cigano, meio anos 80. Tudo isso junto é ZAZ.

TMDQA!: Você já trabalhou com muitas formas diferentes de arte. Isso afeta seu modo de criar?

ZAZ: Acho que tudo que me toca, de algum modo, acaba virando parte de mim. E é essa parte de mim que transformo em música.

TMDQA!: “Recto Verso” é um álbum ao mesmo tempo pop e experimental. Como surgem essas músicas? O experimento fica pop ou o pop fica experimento?

ZAZ: Rola tudo junto. Sem muita regra.

TMDQA!: E como você vê o sucesso do disco? Coloca algum tipo de pressão no que você vai fazer daqui pra frente?

ZAZ: Não, quase o oposto. Encaro como um privilégio. Uma chance para continuar fazer o que amo: tocar e viajar. Espero que possa continuar criando coisas, ajudando outros artistas… Mas agora tenho que pensar um pouco em mim, curtir também.

TMDQA!: Você tem mais discos que amigos?

ZAZ: Tenho muitos discos, mas tenho a honra de ter muitos amigos. Bons e verdadeiros.

Ouça o novo disco do The Who!    
 
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