Plastic Fire
 
Ouça o novo single da Majur!

Conheça a Trajetória do Plastic Fire

Em março, os amantes de hardcore serão presenteados com o split e a mini-tour Chumbo, que, fazendo jus ao seu título, reunirá bandas que contribuem cada vez mais para que o estilo seja propagado e que tenha cada vez mais qualidade. São elas: Zander, Plastic Fire, Bullet Bane e Fire Driven.

O TMDQA! é um dos parceiros desse projeto de peso e, portanto, está fazendo posts especiais para que você, caro leitor, possa descobrir ou redescobrir os excelentes trabalhos de cada uma das bandas que nele estão envolvidas.

Continuando a série, que estreou na segunda-feira (20) com o Fire Driven, hoje escrevemos sobre a trajetória dos divertidos cariocas do Plastic Fire.

O quarteto, atualmente formado por Reynaldo (voz), Daniel (guitarra), Felipe (bateria) e Marcelo (baixo), surgiu há cerca de 7 anos, no subúrbio carioca, no famoso bairro de Madureira.

Com pouco tempo de vida, o grupo já excursionou por diversos estados brasileiros e tem atraido cada vez mais fãs e a atenção da mídia, por conta de seus shows enérgicos; da perfeita comunicação público-banda e, claro, dos seus registros.

Com o seu álbum de estreia, E.xistência P.arcial, lançado em 2008, o grupo mostrou que teria muito o que contribuir para o hardcore melódico brasileiro, com suas letras bem escritas, reflexivas, honestas, e com músicas cativantes, como “Negativo“, que de maneira alguma pode faltar no setlist dos shows do quarteto.

Em 2010, foi lançada a curtíssima e impactante canção “O Preço de Ser Impessoal“, apresentando um trabalho mais encorpado e dando uma prévia aos fãs do que poderiam esperar para ouvir no segundo álbum de estúdio do grupo.

A Última Cidade Livre, álbum gravado no estúdio Superfuzz; produzido por Gabriel Zander e com arte realizada por Flavio Flock (do Jason), chegou em 2011, colecionando muitos elogios e rendendo uma extensa turnê.

Ainda em 2011, o Plastic Fire adicionou ao seu currículo duas grandes realizações (ambas ocorridas no Rio de Janeiro): A histórica performance no desejado palco do Circo Voador (na mesma noite em que o Dead Fish comemorava 20 anos de estrada) e a gravação do seu primeiro DVD ao vivo, na veterana Audio Rebel.

Atualmente, pode-se dizer, sem dúvida, que o Plastic Fire vem se consolidando cada vez mais na cena underground do Brasil e que é uma das principais influências de muita molecada por aí.
Isso serve para confirmar que ainda há pessoas que se importam com a arte; que não a deixam morrer; que são reconhecidas por seus trabalhos; que persistem e que, acima de tudo, a fazem com e por amor. Basta “Crer e Observar”.

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Para saber todos os detalhes sobre a mini-tour Chumbo, que acontecerá no Rio de Janeiro, em Santos, em São Paulo e em Curitiba, clique aqui.