Resenha: Rammstein em São Paulo

Rammstein em São Paulo
 

Bruno Santana, leitor do site e amigo do nosso colaborador Lupa Charleaux foi até o show do Rammstein em São Paulo no último dia 30 e nos conta através de resenha e fotos exclusivas como foi a festa.

Para navegar entre as fotos, clique em uma delas para ampliar e use as setas de navegação, como explicamos aqui. Isso facilita a navegação e torna a experiência mais divertida!

Rammstein – Lifad World Tour

Rammstein em São Paulo

Matando a fome!

São Paulo, 30 de novembro de 2010.
Nem tinha caído a ficha do show do Sir Paul McCartney e lá estava eu em mais uma fila. Meu relógio já marcava 21h30 e ainda não estava dentro do Via Funchal. Mais da metade do público ainda estava do lado de fora. O grande atraso na entrada fez com que a revista se apressasse – faltando apenas meia hora para começar o show.

Passava um pouco das 22 horas e as luzes se apagaram. O público já estava faminto por rock. Pois é, nada melhor que uma forte explosão para abrir o palco pro Rammstein. Assim como já havia acontecido no Chile e na Argentina, a primeira música foi Rammlied; Till Lindemann surgiu vestindo um avental vermelho com uma espécie de mini lâmpada acesa dentro da própria boca. A primeira sensação é o choque. Este é o cartão de visita desses alemães.

O grande profissionalismo e perfeição na execução das músicas é o que mais impressiona o público. Tudo muito perfeito; mesmo sem a parafernália completa que vemos no famoso Volkerball. Clássicos como Keine Lust, Benzin, Sonne, Links 2 3 4 e Du Hast não podiam ficar de fora. E foi assim, uma música atrás da outra levando os fãs a total extase. Lógico que não devemos esquecer das famosas performances: em Mein Teil quando Till cozinha o tecladista Flake dentro de uma panela gigante; ou em Feuer Frie quando a banda sai do palco no meio da música e volta com máscaras lança-chamas.

A banda com mais de 15 anos de estrada e seis álbuns de estúdio não vinha ao Brasil desde 1999, quando fez o show de abertura do Kiss (Autódromo de Interlagos). Rammstein é o maior representante do chamado “Neue Deutsche Härte” (traduzido ao pé da letra: Nova Dureza Alemã). Uma espécie de mistura entre Heavy Metal, Hard Rock com uma pitada eletrônica; bem conduzida nos teclados de Christian Lorenz, vulgo Flake. Aliás, tecladista que roubou a cena ao subir num bote e navegar literalmente em um mar de gente que lotou a pista.

Depois de dezesseis músicas e com o público na mão, a banda se despede pela primeira vez do palco, falando pela primeira vez com a platéia desde o começo do show. Era chegada a hora do Encore. As mais de 5 mil pessoas se uniram numa só voz pedindo a música que queria tanto ouvir: “TE QUIERO PUTA”. Mas a banda voltou com um pé da orelha de todo mundo: ICH WILL! Em seguida veio Ich Tur Dir Weh (do álbum mais recente, Liebe Ist Für Alle Da).

Mas o público não iria embora até que seu pedido fosse aceito. As vozes ficaram mais fortes. “TE QUIERO PUTA! TE QUIERO PUTA! … TE QUIERO PUTA!”. Os gritos foram interropidos por uma pergunta vinda de trás do palco coberto por fumaça da pirotecnia: “QUIEREN PUTAS?”. Era Till Lindemann & Cia se rendendo ao público brasileiro.
Bastou as trombetas serem ouvidas para a casa vir abaixo. A música foi cantada de ponta a ponta; inclusive as partes que na versão de estúdio são feitas por uma mulher. Foi desta maneira que o Rammstein encerrou a primeira noite de shows em São Paulo. O que restou ao público? A vontade de vê-los novamente!

Rammstein – Lifad World Tour
30/11 – São Paulo
Set list:
1- Rammlied
2- B******
3- Waidmanns Heil
4- Keine Lust
5- Weisses Fleisch
6- Feuer Frei!
7- Wiener Blut
8- Frühling in Paris
9- Mein Teil
10- Du Riechst So Gut
11- Benzin
12- Links 2 3 4
13- Du Hast
14- Pussy
15- Sonne
16- Haifisch
Encore
17- Ich Will
18- Ich Tu Dir Weh
19- Te Quiero Puta!

Rammstein em São Paulo

Rammstein em São Paulo

Rammstein em São Paulo

Rammstein em São Paulo Rammstein em São Paulo

Rammstein em São Paulo Rammstein em São Paulo

Observação: Os vídeos abaixo não foram gravados por Bruno

Matando a fome!

São Paulo, 30 de novembro de 2010. Nem tinha caído a ficha do show do Sir Paul McCartney e lá estava eu em mais uma fila. Meu relógio já marcava 21h30 e ainda não estava dentro do Via Funchal. Mais da metade do público ainda estava do lado de fora. O grande atraso na entrada fez com que a revista se apressasse – faltando apenas meia hora para começar o show.
Passava um pouco das 22 horas e as luzes se apagaram. O público já estava faminto por rock. Pois é, nada melhor que uma forte explosão para abrir o palco pro Rammstein. Assim como já havia acontecido no Chile e na Argentina, a primeira música foi Rammlied; Till Lindemann surgiu vestindo um avental vermelho com uma espécie de mini lâmpada acesa dentro da própria boca. A primeira sensação é o choque. Este é o cartão de visita desses alemães.
O grande profissionalismo e perfeição na execução das músicas é o que mais impressiona o público. Tudo muito perfeito; mesmo sem a parafernália completa que vemos no famoso Volkerball. Clássicos como Keine Lust, Benzin, Sonne, Links 2 3 4 e Du Hast não podiam ficar de fora. E foi assim, uma música atrás da outra levando os fãs a total extase. Lógico que não devemos esquecer das famosas performances: em Mein Teil quando Till cozinha o tecladista Flake dentro de uma panela gigante; ou em Feuer Frie quando a banda sai do palco no meio da música e volta com máscaras lança-chamas.
 
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